Eu tava de joelhos no chão frio do quarto, com a cara, os lábios e o queixo tudo lambuzado e escorrendo de porra grossa dele. A fome tava me corroendo as tripas; tava há dias sem comer quase nada porque os poucos merrecas que eu juntava dando pra ele iam tudo na coca e nas fraldas do nosso filho. Sabendo que eu precisava desesperadamente que ele ficasse pra me dar mais umas sentadas pra juntar uma grana, engoli a raiva e o orgulho. Levantei o olhar, encarei ele de baixo com os olhos brilhando de lágrimas e mordi o lábio inferior com uma careta forçada, tentando parecer a putinha submissa que ele queria.
— B-Braian... por favor... não vai embora ainda, continua me comendo... — falei com a voz quebrada e gaguejando, sentindo o gosto rançoso da porra dele nos lábios.
— Olha a carinha de puta faminta que tu faz, toda lambuzada de leite até as orelhas. — ele falou com uma risada debochada, ajeitando a calça com desprezo.
— P-preciso da grana... p-por favor, te imploro, enfia de novo... — implorei com a alma em pedaços, me humilhando ao máximo pelo meu bebê.
— Se tu quer que eu fique pra te dar mais uma sentada e te pagar teu merreca, vai ter que pedir implorando de verdade, igual a puta barata que tu é. — ordenou o filho da puta, me encarando com sadismo de cima.
— T-te imploro de joelhos, Braian! R-rogue que tu continue me usando e me arrebente toda! — gritei chorando de vergonha, apertando os punhos no chão.
— Não tô te ouvindo direito, puta. Pede como se tu realmente adorasse ser minha lixeira. — exigiu com frieza, dando um tapinha na minha bochecha encharcada de porra.
— P-por favor, meu amor... m-me come cem vezes mais se quiser, mas m-me paga! — supliquei com a garganta apertada e os lábios tremendo.
— Que puta piada, olha como tu se arrasta por uma merreca, pedaço de puta. — me humilhou o cara, soltando uma gargalhada grossa.
— S-sim... m-me arrasto... m-mas me faz de puta de novo, te peço por favor... Eu disse, forçando um sorriso patético enquanto uma lágrima descia pela minha bochecha.
— Assim que eu gosto, que você saiba bem qual é o seu lugar aqui embaixo. Ele disse, esfregando a virilha.
— V-você é o pai do meu filho e m-meu dono... m-me fode quantas vezes quiser hoje... Menti pra convencê-lo, engolindo o nojo e o ódio visceral que sentia por ele.
— Você sabe bem que não passa da minha putinha pessoal e que vale exatamente um real por foda. Ele me lembrou com desprezo total.
— E-eu sei... v-valho um real... m-mas por favor, enfia de novo... Supliquei desfeita, olhando nos olhos dele com pura resignação.
— Fica de quatro então, que vou te cobrar outra entrada pela buceta. Ele ordenou com tom autoritário.
— S-sim, Braian... o-o que você mandar... Respondi submissa, me ajoelhando no chão.
— Agradece que sou bonzinho e que eu trabalho pra caralho pra comprar as coisas pro moleque. Ele disse com ar de grandeza.
— O-obrigada... o-obrigada por me usar e me pagar... Falei num fio de voz, sentindo que morria por dentro.
— Mexe essa bunda pra cá e não me faz perder tempo, puta. Ele gritou impaciente.
— J-já vou... p-por favor, não vai embora sem me dar mais umas fodidas... Supliquei segurando a perna dele do chão.
— Vou te dar as fodidas que eu quiser, puta barata, pra ver se você junta pra um pacote de macarrão. Ele disse rindo na minha cara.
— S-sim, por favor... m-me fode forte do jeito que você gosta... Pedi atuando o papel pra garantir o dinheiro.
— Olha só como você aprendeu a pedir carne, tá uma puta profissional. Ele me humilhou com sadismo.
— T-tudo pra você... f-faz o que quiser comigo... Falei derrotada, esperando a investida enquanto por dentro amaldiçoava ele com cada fibra do meu corpo.
— Se prepara, puta, que você vai ter que ralar muito hoje pra levar algo pra boca. Ele sentenciou com uma risada cortante, abaixando o zíper de novo enquanto eu ficava entregue no chão.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Quando ele não estava, a raiva queimava minhas entranhas. Eu passava horas olhando pro nosso filho no berço, chorando em silêncio de pura impotência e jurando entre dentes que odiava aquele filho da puta com cada fibra do meu ser. Mas assim que o celular tocava ou eu ouvia os passos dele na entrada, a máscara de ressentimento tinha que desaparecer. Se eu queria juntar as moedas miseráveis pra não faltar leite ou fralda pro menino, tendo que me deixar comer mil vezes por um trocado a cada sessão, não tinha outra escolha senão me arrastar e agir como a puta mais submissa do mundo.
Naquela noite, ele me mandou uma mensagem violenta: *"Se prepara, puta, que hoje vou te comer sem piedade. Me espera pelada que tô trazendo uma coisa"*. Engoli a vontade de gritar, fui devagar ninar nosso bebê pra ele não ouvir nada, e fui esperar ele na porta completamente nua, tremendo de frio, vergonha e pânico.
O cara chegou feito uma fera: bêbado, alterado, fedendo a álcool rançoso e gritando desde que cruzou a porta. Nem perguntou como tava o próprio filho; nem ligava se o menino tava respirando. Ele tinha na mão uma coleira de cachorro de couro preto com a corrente de metal.
— Fica de joelhos e não fala comigo, puta. Tive um dia de merda e agora, graças a mim, o teu vai ser dez vezes pior. — Gritou o Braian com o olhar fora de si, prendendo a coleira no meu pescoço com um puxão seco.
— S-sim, Braian... o que você d-disser, meu amor... — Falei submissa, com a voz trêmula, forçando a atuação de puta barata pra ele me dar o dinheiro.
— Fecha a bunda e vai de quatro pro quarto, anda. — Ordenou, me dando um chicotada de corrente nas costas nuas.
— AIA! S-sim, já vou... não fica bravo comigo, por favor... — Supliquei do chão, me arrastando pelos pisos frios enquanto ele puxava a corrente.
Ele me arrastou até a cama dos meus pais e me obrigou a subir.
— Deita de barriga pra cima agora mesmo e Abre as pernas. Ele gritou, se jogando no colchão.
Deitei de barriga pra cima, abrindo bem as pernas, enquanto a corrente fria do colar batia de uma vez nos meus peitos nus, me fazendo tremer.
— Assim que eu gosto, bem oferecida. Olha a cara de puta que você fica com o colar. O cara me humilhou, abrindo a calça.
— P-por favor, Braian... me usa quantas vezes quiser hoje... mas me paga bem, eu imploro... Pedi com os olhos semicerrados, fingindo submissão enquanto por dentro queria que ele morresse.
— Você vai receber cada centavo se deixar romper bem essa buceta sem reclamar, seu pedaço de puta. Ele gritou, me segurando firme pelas coxas.
— S-sim, por favor... me arrebenta toda, faz de mim o que quiser... Falei numa voz baixinha, engolindo o nojo e o ódio.
— Vou tirar todo o estresse do dia te comendo igual a um bicho. Ele ameaçou com um tom selvagem.
— Faz isso, Braian... é pra isso que tô aqui, pra ser sua puta... Supliquei, apertando a coleira que descansava no meu peito.
— Você é uma doente insaciável, adora ser tratada como um animal. Ele cuspiu com uma risada bêbada.
— P-preciso da sua grana, por favor... vem e me come quantas vezes precisar... Falei chorando por dentro mas sorrindo por fora pra convencer ele.
— Você vai ter que implorar mais forte pra eu meter, vai. Ele exigiu, esfregando o pau suado na minha entrada.
— Te imploro, Braian, mete logo e me faz sua puta! Supliquei com os lábios tremendo de pura degradação.
— Vou rasgar toda a sua buceta por essa merda de dinheiro. O desgraçado disse com sadismo.
— S-sim... me rasga toda... mas cumpre com a grana pro menino... Falei gaguejando, me agarrando na única coisa que me dava força.
— O moleque eu sustento se você deixar comer igual a uma coelhinha submissa a noite toda. Ele gritou, posicionando a cabeça dos 23 cm dele.
— Faço qualquer coisa, juro! Me usa, me maltrata, mas não deixa a gente sem nada! Supliquei totalmente quebrada.
— Olha só que puta gostosa você se tornou, se arrastando por trocados. Me humilhou, rindo na minha cara.
— V-valeu por vir me usar... por favor, não vá embora sem me comer umas cem vezes hoje... Eu disse, entregando o último resquício de dignidade.
— Se prepara, vagabunda, que vou te enterrar tudo isso de uma só vez. Ele me avisou, apertando a coleira no meu pescoço.
— S-sim, enfia tudo... eu te imploro... Eu disse com um gemido falso de prazer misturado com dor de verdade.
— Agradece que você tem seu valentão pra te alimentar enquanto te abre no meio. Ele sentenciou com desprezo.
— V-valeu, Braian... me faz sua de uma vez... Eu supliquei, fechando os olhos com raiva enquanto me preparava para o impacto das investidas dele na penumbra.
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"Se acomoda e bota a criança pra dormir agora mesmo, seu pedaço de puta. Tive um dia de merda, tomei de tudo, tô chegando todo doidão e todo tarado. Prepara essa buceta de merda porque hoje vou te comer sem piedade até te partir no meio. Se não estiver de joelhos quando eu entrar, fica sem um puto pro leite."
Assim que li a mensagem na tela do celular, meu estômago embrulhou de pavor. Corri pro berço pra botar nosso filho pra dormir, beijando a testa dele enquanto engolia o choro e a raiva. Pensei comigo mesma o quanto odeio esse filho da puta, como detesto ele com cada fibra do meu ser por estragar minha vida e por ser o valentão que me destruiu; mas quando ele não tá, posso xingar ele em silêncio, enquanto que quando ele tá, tenho que vestir a máscara da prostituta mais submissa pela porra e pelo pão do meu bebê. Juntar centavo por centavo é o único jeito que tenho, mesmo que tenha que me arrastar na lama.
Fui esperar ele na porta. Daqui a pouco ele empurrou a entrada com um portão violento. Vinha furioso, cambaleando de tão bêbado que tava, fedendo a vinho azedo e com o olhar completamente fora de si.
— Já botei o moleque pra dormir, Braian... bem-vindo... aqui me tem pronta pra você, meu amor... — falei forçando uma voz suave e melosa, me arrastando como a puta barata que ele queria.
— Fecha a boca, não te perguntei nada sobre o moleque porque tô nem aí. — gritou ele todo bêbado, me empurrando contra o corredor com um peito.
— S-sim, desculpa... o que você disser, por favor não fica bravo... — supliquei agindo super submissa, baixando a cabeça na hora.
— Tive um dia de merda na rua, e agora graças a mim, o seu vai ser dez vezes pior. — falou com um sorriso raivoso e os olhos injetados de sangue.
— Me usa como quiser, Braian... faz comigo o que precisar pra aliviar o estresse... — roguei com um tom entregue, escondendo o ódio mortal que me corroía por dentro.
O cara me agarrou meu braço com violência, me arrastou até o quarto e me jogou de cheio na cama. Sem me dar nem um segundo pra me ajeitar, meteu a mão na minha calça e puxou tudo de uma vez junto com a calcinha. Amassou meus peitos contra o colchão e levantou minha bunda pra frente, me deixando completamente exposta.
— Aperta os dentes, pedaço de puta, que hoje vou te desmontar! — gritou fora de si, encaixando os 23 cm dele na minha entrada.
— AIAAAAH! P-por favor, Braian! M-mete fundo se quiser, mas g-goza dentro pra me pagar! — implorei, fingindo ser a puta mais desesperada pela grana dele.
Sem pena nenhuma, ele enfiou o pau de uma vez só, atravessando tudo no seco.
— AAAAAHHHH! N-NÃO TÃO FUNDO, PELO AMOR DE DEUS! — uivei de dor pura, mordendo o travesseiro.
— Grita à vontade, puta, que é pra isso que te pago esse teu salário miserável! — disse ele, segurando meus dois pulsos juntos nas costas com uma mão só.
Por puro instinto de sobrevivência e pelo estiramento bruto, levantei as pernas no ar, chutando sem controle enquanto as estocadas sacudiam minha coluna.
— P-por favor, meu amor... c-continua assim, me faz sua quantas vezes quiser hoje! — menti, chorando de dor e humilhação, tentando agradar ele pra garantir o dinheiro.
— Olha como pede pica, puta barata. É a pior prostituta do bairro. — o desgraçado me humilhou, dando estocadas cada vez mais rápidas e violentas.
— S-sim... sou sua p-puta... me usa e m-me paga, por favor... — supliquei com a cara esmagada contra os lençóis, sentindo ânsia com o cheiro de álcool.
— Vou deixar sua buceta em frangalhos por ser rebelde e por existir. — gritou bêbado, dando tapas secos na minha pele vermelha.
— Agh... p-por favor, B-braian, me arrebenta toda mas m-me dá a grana pro mano! — roguei, engolindo todo o orgulho.
— Do mano não me fala, você trabalha pra mim porque não serve pra mais nada. — respondeu ele. Um desprezo atroz.
— S-sim, meu amor... o que o senhor m-mandar... Falei gaguejando, sentindo a carne se rasgando no meio.
— Olha como você se contorce com as pernas pra cima, seu pedaço de gostosa! Ele zombou com uma risada bêbada e macabra.
— N-não aguento a dor... m-mas não para... m-me dá todo o seu leite... Menti num fio de voz, desejando em segredo que ele caísse morto.
— Vou despejar tudo bem fundo pra você lembrar quem é o seu dono. Me sentenciou o filho da puta, acelerando sem dó.
— P-por favor, B-braian! Me enche toda e m-me paga cada uma das c-comidas de hoje! Supliquei me afogando nas minhas próprias lágrimas.
— Vou te dar dez reais se aguentar dez rodadas seguidas sem desmaiar, putinha. Ele prometeu tirando sarro da minha miséria.
— S-sim, aceito! M-me usa dez vezes se quiser, m-mas me paga! Roguei entregando o último resto de dignidade.
— Assim que eu gosto, submissa e quebrada igual à puta que você é. Ele disse enquanto cravava os dedos nas minhas cadeiras.
— O-obrigada por m-me comer... obrigada pelo d-dinheiro... Falei humilhada ao extremo, tremendo no colchão enquanto o inferno da noite só começava.
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Jogada no chão antes dele chegar, a raiva me corroía por dentro. Odiava ele com toda minha alma, detestava aquele maldito bully que tinha arruinado minha vida. Mas quando ouvi a porta bater, tive que engolir todo o ódio. Tinha um moleque pra criar, e pra juntar um mísero trocado pra fralda, precisava que esse doente me comesse cem, mil vezes. Se não agisse como a puta mais submissa do mundo, o cara vazava e meu filho não comia.
Braian entrou em casa feito uma fera, bêbado, chapadão, ruminando raiva do trampo ou da rua, suado e alterado. Me agarrou pelo braço sem dizer uma palavra, arrancou minha roupa e me arrastou descalça e pelada direto pro banheiro. Me esmagou de frente contra a pia, colando meu peito na louça fria bem na frente do espelho.
— Fica aí direito, pedaço de puta, que eu tô doido e muito tarado. — Gritou Braian, me segurando firme pela cintura enquanto abaixava a calça.
— S-sim, papai... faz o que quiser comigo, é pra isso que eu tô aqui... — Falei forçando uma voz de puta submissa, fazendo o papel pra garantir meu pão de cada dia.
Sem um segundo de nojo, o cara abriu minhas nádegas e enterrou os 23 cm de uma vez só na minha buceta, me fazendo ver estrelas de tanta dor.
— AAAAHHHH! A-assim, papai, m-mete tudo! — Uivei despedaçada na frente do espelho, gemendo como uma cadela no cio pra fingir um prazer que não sentia, só pra ele se apressar e acabar logo.
— Olha a carinha de puta que você faz no espelho, adora quando eu te pego bêbado e arrebento sua pussy. — Me humilhou o maldito, dando estocadas selvagens que faziam a pia tremer.
— A-ahhh! S-sim, adoro, Braian! M-mete mais forte, te imploro! — Gritei fingindo loucura, apertando as bordas da torneira pra não cair de tanta dor.
— Cala a boca e mexe essa raba, puta, que não vim perder tempo. — Gritou ele todo tarado e estressado, me dando um tapa seco na bunda. ¡AIAAAAH! P-por favor, papai, m-me dá bem fundo que sou sua putinha! Eu implorei me arrastando na minha própria atuação, me olhando no espelho com lágrimas presas.
— Você é uma puta barata, olha como você geme por um merreca. Ele cuspiu com desprezo, acelerando o ritmo até o limite.
— A-ah, sim! V-você é o rei, m-meu amor, m-me dá de comer seu leite! Eu falei engolindo o nojo, repetindo as barbaridades que ele gostava pra ele gozar logo.
— Não me chama de 'meu amor', seu lixo, você é uma puta que serve pra eu descontar a raiva. Ele respondeu puto, me pegando pelo cabelo e jogando minha cabeça pra trás.
— S-sim, você tem razão... d-desculpa, papai... c-continua me comendo assim forte! Eu supliquei sufocada pelo puxão no couro cabeludo.
— Fica bem no cio, vai, me mostra que você gosta da vara bêbada. Ele exigiu com a voz rouca de álcool.
— ¡¡AAAAAAH!! E-eu amo, v-você faz minha buceta arder e e-eu amo! Eu uivei exagerando os gemidos, sentindo a queimação insuportável nas minhas entranhas.
— Olha no espelho como eu abro toda sua buceta, você é meu lixeiro particular. Ele me humilhou, meu valentão, me encarando no reflexo enquanto não parava de me castigar.
— S-sim, papai! M-me enche bem de leite pra eu g-ganhar o dinheiro pro menino! Eu falei, forçando a submissão mais baixa.
— Nem perde tempo falando do cara, que eu tô pouco me lixando. Você trabalha com essa buceta e ganha o peso. Ele gritou com fúria e frieza.
— S-sim, papai... d-desculpa... m-me dá mais forte, eu te imploro! Eu roguei entre gemidos falsos pra apressar o orgasmo dele.
— Vou derramar tudo dentro como sempre, puta insaciável. Ele avisou, apertando os dedos nas minhas cadeiras até deixar hematomas.
— S-sim! G-goza bem dentro de mim, p-por favor eu te imploro! Eu uivei, fingindo estar desesperada pelo sêmen dele.
— Você tem sorte que eu venho te pagar por te usar, pedaço de puta. Ele disse rindo do meu estado, me dando as últimas três estocadas. brutais.
— AAAAHHHHH! O-Obrigada, papai, obrigada por me foder! Gritei no auge da minha performance, sentindo o pau dele pulsar dentro da minha buceta gasta.
O cara soltou um grunhido bruto e despejou todo o leite quente dentro da minha boceta, me deixando esmagada contra a pia fria enquanto gozava.
— Toma, junta teu troco do dia, puta barata. Braian disse, jogando uma moeda na bancada do banheiro enquanto tirava o pau de uma vez.
— O-obrigada, papai... obrigada por vir me usar... Falei ofegante e sem ar, mantendo a cara de puta submisso colada no espelho enquanto ele arrumava a calça.
— Fica aí lavando essa buceta, que amanhã eu volto pra te arrebentar. Ele sentenciou, bêbado, virando as costas e me deixando sozinha.
Assim que ouvi o portão bater na saída, deixei a cabeça cair na pia e desabei a chorar em silêncio. Me olhei no espelho com um ódio puro queimando meus olhos, passei a mão na boceta arrebentada e escorrendo, pegando aquela moeda miserável com raiva enquanto pensava comigo mesma: *"Eu te odeio, filha da puta... mas pelo meu filho, vou me deixar humilhar quantas vezes for preciso"*.
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Eu estava de quatro na beirada da cama, tremendo de frio e de raiva contida. Quando ele não estava, eu passava o tempo chorando de ódio, amaldiçoando ele em silêncio e desejando o pior por ter arruinado minha vida. Mas assim que Braian cruzava a porta, a realidade me esmagava: ele era o pai do meu filho, meu valentão e minha única fonte de renda. Pra garantir aquele peso miserável por cada foda e dar de comer pro bebê, não me restava outra opção senão engolir o veneno, agir como uma puta barata totalmente submissa e satisfazer ele no que fosse.
Naquela noite, o filho da puta chegou furioso, bêbado, alterado e com muito tesão depois de um dia estressante. Ele trouxe uma câmera de vídeo na mão e o rosto desfigurado pelo álcool.
— Fecha essa bunda e fica de quatro agora mesmo, vagabunda. Tô com muito tesão e ainda por cima puto porque não acho um bom vídeo pornô em lugar nenhum. — Braian gritou com a voz arrastada, cambaleando ao lado da cama.
— S-sim, Braian... o que você mandar, meu amor... — Eu disse engolindo o nojo, forçando uma voz suave e de puta enquanto me ajeitava na borda do colchão.
— Você vai trabalhar de verdade a partir de hoje. Vamos fazer nosso próprio pornô, vou postar tudo no OnlyFans e ficar com 99% do que você ganhar, ouviu bem? — Ele disse rindo com sadismo, ligando a câmera e apontando direto pra minha bunda exposta.
— P-por favor, o que você quiser... tudo pra você nos pagar o peso e a gente cuidar do neném... — Supliquei agindo super submissa, apertando o lençol com toda minha força pra não dar um grito nele.
— Olha que rabo é esse na tela, pedaço de vagabunda, bem aberto e partido no meio pra todos os punheteiros que pagarem. — Ele me humilhou, ajustando a lente a poucos centímetros da minha pele.
— Mmmgh... o-obrigada, Braian... olha a bunda que eu tenho pra você e pros seus vídeos... — Eu disse segurando as lágrimas, colocando a voz mais de puta que conseguia por puro desespero.
— Não te Escuto, vadia, implora bem forte pra câmera. Diz pra quem tá olhando o quanto você adora ser minha putinha pessoal. Ele ordenou com raiva, agarrando meu quadril enquanto com a outra mão segurava a câmera firme.
— P-por favor, eu imploro pra todo mundo ver como o Braian me usa... e-eu amo ser a putinha do meu bully... Falei pra lente, com a alma completamente destruída, mas cumprindo meu papel direitinho.
— Assim que eu gosto, submissa e entregue. Além do peso que você sempre ganhou por cada foda, agora vai trabalhar na câmera pra entrar mais grana pra mim. Ele disse soltando uma gargalhada bêbada.
Por dentro, o ódio me devorava viva. Pensava em como não bastava ele me comer selvagemente, me encher de porra, me engravidar, me dar um troco mixuruca por cada trepada e me tratar como uma puta barata; agora ainda usava meu corpo pra fazer pornô e roubar 99% do lucro. Mas não podia gritar nem passar dos limites: no quarto ao lado dormia nosso filho e a única coisa que importava era não acordar ele.
— S-sim, papai... me usa como quiser... grava tudo que te der dinheiro... Falei me fazendo de triste e submissa, me deixando levar pela corrente da dominação dele.
— Olha que gostosa você fica implorando, vadia. Todo mundo vai saber da puta que você é quando eu postar essa merda. Ele disse, apertando minha bunda contra a borda do colchão.
— P-por favor, me faz de sua putinha na frente da câmera... te imploro, não me deixa sem minha moeda... Supliquei baixando a cabeça, sentindo a dor do estiramento na carne.
— Grita baixinho, vadia, não vai acordar o moleque senão eu te quebro na porrada. Ele ameaçou com a voz alterada, se enfiando na minha buceta com um golpe seco.
— Agh! S-sim, Braian... m-mais fundo, por favor... Falei abafando o gemido no travesseiro, fingindo um prazer falso que me dava ânsia.
— Você é uma puta insaciável, olha como a pica entra em HD. Você adora ser filmada pelo seu bully. Ele me humilhou. cara, filmando cada estocada de perto.
— Mmmgh... s-sim, eu adoro... me destrói pro vídeo, p-por favor... Supliquei com a voz quebrada, deixando as lágrimas caírem no lençol sem a câmera focar nelas.
— Olha como essa buceta se abre na tela, você é uma puta barata nascida pra isso. Ele disse rindo da minha agonia, curtindo o poder que tinha sobre mim.
— T-tudo pra você, Braian... p-por favor, não para... Falei num fio de voz prostituído, sentindo a dor física rasgando minha entrada.
— Vou levar até o último centavo do que esse vídeo render, pra você só sobra o peso pela foda e nada mais. Ele sentenciou com frieza e desprezo.
— O-obrigada, Braian... c-com o peso já dá, desde que você esteja feliz... Respondi super submissa, bancando a humilhação perfeita pra manter ele calmo.
— Agradece que eu tô te fazendo famosa, puta, olha a sorte que você teve de me ter como dono. Ele disse me dando um tapa forte na coxa enquanto continuava filmando.
— S-sim, sou toda sua... sua puta pessoal pra sempre... Falei com o coração em pedaços.
Pensava com uma tristeza absoluta no futuro, imaginando o horror do nosso filho crescer e, anos depois, descobrir como o próprio pai tinha dominado, filmado e explorado a mãe dele como uma prostituta de um peso.
— Que pornô bom vai sair com esse cu arrombado, puta. Braian disse com uma última gargalhada bêbada, mantendo a lente focada na minha destruição enquanto eu me afogava no ódio silencioso da minha condenação.
— B-Braian... por favor... não vai embora ainda, continua me comendo... — falei com a voz quebrada e gaguejando, sentindo o gosto rançoso da porra dele nos lábios.
— Olha a carinha de puta faminta que tu faz, toda lambuzada de leite até as orelhas. — ele falou com uma risada debochada, ajeitando a calça com desprezo.
— P-preciso da grana... p-por favor, te imploro, enfia de novo... — implorei com a alma em pedaços, me humilhando ao máximo pelo meu bebê.
— Se tu quer que eu fique pra te dar mais uma sentada e te pagar teu merreca, vai ter que pedir implorando de verdade, igual a puta barata que tu é. — ordenou o filho da puta, me encarando com sadismo de cima.
— T-te imploro de joelhos, Braian! R-rogue que tu continue me usando e me arrebente toda! — gritei chorando de vergonha, apertando os punhos no chão.
— Não tô te ouvindo direito, puta. Pede como se tu realmente adorasse ser minha lixeira. — exigiu com frieza, dando um tapinha na minha bochecha encharcada de porra.
— P-por favor, meu amor... m-me come cem vezes mais se quiser, mas m-me paga! — supliquei com a garganta apertada e os lábios tremendo.
— Que puta piada, olha como tu se arrasta por uma merreca, pedaço de puta. — me humilhou o cara, soltando uma gargalhada grossa.
— S-sim... m-me arrasto... m-mas me faz de puta de novo, te peço por favor... Eu disse, forçando um sorriso patético enquanto uma lágrima descia pela minha bochecha.
— Assim que eu gosto, que você saiba bem qual é o seu lugar aqui embaixo. Ele disse, esfregando a virilha.
— V-você é o pai do meu filho e m-meu dono... m-me fode quantas vezes quiser hoje... Menti pra convencê-lo, engolindo o nojo e o ódio visceral que sentia por ele.
— Você sabe bem que não passa da minha putinha pessoal e que vale exatamente um real por foda. Ele me lembrou com desprezo total.
— E-eu sei... v-valho um real... m-mas por favor, enfia de novo... Supliquei desfeita, olhando nos olhos dele com pura resignação.
— Fica de quatro então, que vou te cobrar outra entrada pela buceta. Ele ordenou com tom autoritário.
— S-sim, Braian... o-o que você mandar... Respondi submissa, me ajoelhando no chão.
— Agradece que sou bonzinho e que eu trabalho pra caralho pra comprar as coisas pro moleque. Ele disse com ar de grandeza.
— O-obrigada... o-obrigada por me usar e me pagar... Falei num fio de voz, sentindo que morria por dentro.
— Mexe essa bunda pra cá e não me faz perder tempo, puta. Ele gritou impaciente.
— J-já vou... p-por favor, não vai embora sem me dar mais umas fodidas... Supliquei segurando a perna dele do chão.
— Vou te dar as fodidas que eu quiser, puta barata, pra ver se você junta pra um pacote de macarrão. Ele disse rindo na minha cara.
— S-sim, por favor... m-me fode forte do jeito que você gosta... Pedi atuando o papel pra garantir o dinheiro.
— Olha só como você aprendeu a pedir carne, tá uma puta profissional. Ele me humilhou com sadismo.
— T-tudo pra você... f-faz o que quiser comigo... Falei derrotada, esperando a investida enquanto por dentro amaldiçoava ele com cada fibra do meu corpo.
— Se prepara, puta, que você vai ter que ralar muito hoje pra levar algo pra boca. Ele sentenciou com uma risada cortante, abaixando o zíper de novo enquanto eu ficava entregue no chão.
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Naquela noite, ele me mandou uma mensagem violenta: *"Se prepara, puta, que hoje vou te comer sem piedade. Me espera pelada que tô trazendo uma coisa"*. Engoli a vontade de gritar, fui devagar ninar nosso bebê pra ele não ouvir nada, e fui esperar ele na porta completamente nua, tremendo de frio, vergonha e pânico.
O cara chegou feito uma fera: bêbado, alterado, fedendo a álcool rançoso e gritando desde que cruzou a porta. Nem perguntou como tava o próprio filho; nem ligava se o menino tava respirando. Ele tinha na mão uma coleira de cachorro de couro preto com a corrente de metal.
— Fica de joelhos e não fala comigo, puta. Tive um dia de merda e agora, graças a mim, o teu vai ser dez vezes pior. — Gritou o Braian com o olhar fora de si, prendendo a coleira no meu pescoço com um puxão seco.
— S-sim, Braian... o que você d-disser, meu amor... — Falei submissa, com a voz trêmula, forçando a atuação de puta barata pra ele me dar o dinheiro.
— Fecha a bunda e vai de quatro pro quarto, anda. — Ordenou, me dando um chicotada de corrente nas costas nuas.
— AIA! S-sim, já vou... não fica bravo comigo, por favor... — Supliquei do chão, me arrastando pelos pisos frios enquanto ele puxava a corrente.
Ele me arrastou até a cama dos meus pais e me obrigou a subir.
— Deita de barriga pra cima agora mesmo e Abre as pernas. Ele gritou, se jogando no colchão.
Deitei de barriga pra cima, abrindo bem as pernas, enquanto a corrente fria do colar batia de uma vez nos meus peitos nus, me fazendo tremer.
— Assim que eu gosto, bem oferecida. Olha a cara de puta que você fica com o colar. O cara me humilhou, abrindo a calça.
— P-por favor, Braian... me usa quantas vezes quiser hoje... mas me paga bem, eu imploro... Pedi com os olhos semicerrados, fingindo submissão enquanto por dentro queria que ele morresse.
— Você vai receber cada centavo se deixar romper bem essa buceta sem reclamar, seu pedaço de puta. Ele gritou, me segurando firme pelas coxas.
— S-sim, por favor... me arrebenta toda, faz de mim o que quiser... Falei numa voz baixinha, engolindo o nojo e o ódio.
— Vou tirar todo o estresse do dia te comendo igual a um bicho. Ele ameaçou com um tom selvagem.
— Faz isso, Braian... é pra isso que tô aqui, pra ser sua puta... Supliquei, apertando a coleira que descansava no meu peito.
— Você é uma doente insaciável, adora ser tratada como um animal. Ele cuspiu com uma risada bêbada.
— P-preciso da sua grana, por favor... vem e me come quantas vezes precisar... Falei chorando por dentro mas sorrindo por fora pra convencer ele.
— Você vai ter que implorar mais forte pra eu meter, vai. Ele exigiu, esfregando o pau suado na minha entrada.
— Te imploro, Braian, mete logo e me faz sua puta! Supliquei com os lábios tremendo de pura degradação.
— Vou rasgar toda a sua buceta por essa merda de dinheiro. O desgraçado disse com sadismo.
— S-sim... me rasga toda... mas cumpre com a grana pro menino... Falei gaguejando, me agarrando na única coisa que me dava força.
— O moleque eu sustento se você deixar comer igual a uma coelhinha submissa a noite toda. Ele gritou, posicionando a cabeça dos 23 cm dele.
— Faço qualquer coisa, juro! Me usa, me maltrata, mas não deixa a gente sem nada! Supliquei totalmente quebrada.
— Olha só que puta gostosa você se tornou, se arrastando por trocados. Me humilhou, rindo na minha cara.
— V-valeu por vir me usar... por favor, não vá embora sem me comer umas cem vezes hoje... Eu disse, entregando o último resquício de dignidade.
— Se prepara, vagabunda, que vou te enterrar tudo isso de uma só vez. Ele me avisou, apertando a coleira no meu pescoço.
— S-sim, enfia tudo... eu te imploro... Eu disse com um gemido falso de prazer misturado com dor de verdade.
— Agradece que você tem seu valentão pra te alimentar enquanto te abre no meio. Ele sentenciou com desprezo.
— V-valeu, Braian... me faz sua de uma vez... Eu supliquei, fechando os olhos com raiva enquanto me preparava para o impacto das investidas dele na penumbra.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● "Se acomoda e bota a criança pra dormir agora mesmo, seu pedaço de puta. Tive um dia de merda, tomei de tudo, tô chegando todo doidão e todo tarado. Prepara essa buceta de merda porque hoje vou te comer sem piedade até te partir no meio. Se não estiver de joelhos quando eu entrar, fica sem um puto pro leite."
Assim que li a mensagem na tela do celular, meu estômago embrulhou de pavor. Corri pro berço pra botar nosso filho pra dormir, beijando a testa dele enquanto engolia o choro e a raiva. Pensei comigo mesma o quanto odeio esse filho da puta, como detesto ele com cada fibra do meu ser por estragar minha vida e por ser o valentão que me destruiu; mas quando ele não tá, posso xingar ele em silêncio, enquanto que quando ele tá, tenho que vestir a máscara da prostituta mais submissa pela porra e pelo pão do meu bebê. Juntar centavo por centavo é o único jeito que tenho, mesmo que tenha que me arrastar na lama.
Fui esperar ele na porta. Daqui a pouco ele empurrou a entrada com um portão violento. Vinha furioso, cambaleando de tão bêbado que tava, fedendo a vinho azedo e com o olhar completamente fora de si.
— Já botei o moleque pra dormir, Braian... bem-vindo... aqui me tem pronta pra você, meu amor... — falei forçando uma voz suave e melosa, me arrastando como a puta barata que ele queria.
— Fecha a boca, não te perguntei nada sobre o moleque porque tô nem aí. — gritou ele todo bêbado, me empurrando contra o corredor com um peito.
— S-sim, desculpa... o que você disser, por favor não fica bravo... — supliquei agindo super submissa, baixando a cabeça na hora.
— Tive um dia de merda na rua, e agora graças a mim, o seu vai ser dez vezes pior. — falou com um sorriso raivoso e os olhos injetados de sangue.
— Me usa como quiser, Braian... faz comigo o que precisar pra aliviar o estresse... — roguei com um tom entregue, escondendo o ódio mortal que me corroía por dentro.
O cara me agarrou meu braço com violência, me arrastou até o quarto e me jogou de cheio na cama. Sem me dar nem um segundo pra me ajeitar, meteu a mão na minha calça e puxou tudo de uma vez junto com a calcinha. Amassou meus peitos contra o colchão e levantou minha bunda pra frente, me deixando completamente exposta.
— Aperta os dentes, pedaço de puta, que hoje vou te desmontar! — gritou fora de si, encaixando os 23 cm dele na minha entrada.
— AIAAAAH! P-por favor, Braian! M-mete fundo se quiser, mas g-goza dentro pra me pagar! — implorei, fingindo ser a puta mais desesperada pela grana dele.
Sem pena nenhuma, ele enfiou o pau de uma vez só, atravessando tudo no seco.
— AAAAAHHHH! N-NÃO TÃO FUNDO, PELO AMOR DE DEUS! — uivei de dor pura, mordendo o travesseiro.
— Grita à vontade, puta, que é pra isso que te pago esse teu salário miserável! — disse ele, segurando meus dois pulsos juntos nas costas com uma mão só.
Por puro instinto de sobrevivência e pelo estiramento bruto, levantei as pernas no ar, chutando sem controle enquanto as estocadas sacudiam minha coluna.
— P-por favor, meu amor... c-continua assim, me faz sua quantas vezes quiser hoje! — menti, chorando de dor e humilhação, tentando agradar ele pra garantir o dinheiro.
— Olha como pede pica, puta barata. É a pior prostituta do bairro. — o desgraçado me humilhou, dando estocadas cada vez mais rápidas e violentas.
— S-sim... sou sua p-puta... me usa e m-me paga, por favor... — supliquei com a cara esmagada contra os lençóis, sentindo ânsia com o cheiro de álcool.
— Vou deixar sua buceta em frangalhos por ser rebelde e por existir. — gritou bêbado, dando tapas secos na minha pele vermelha.
— Agh... p-por favor, B-braian, me arrebenta toda mas m-me dá a grana pro mano! — roguei, engolindo todo o orgulho.
— Do mano não me fala, você trabalha pra mim porque não serve pra mais nada. — respondeu ele. Um desprezo atroz.
— S-sim, meu amor... o que o senhor m-mandar... Falei gaguejando, sentindo a carne se rasgando no meio.
— Olha como você se contorce com as pernas pra cima, seu pedaço de gostosa! Ele zombou com uma risada bêbada e macabra.
— N-não aguento a dor... m-mas não para... m-me dá todo o seu leite... Menti num fio de voz, desejando em segredo que ele caísse morto.
— Vou despejar tudo bem fundo pra você lembrar quem é o seu dono. Me sentenciou o filho da puta, acelerando sem dó.
— P-por favor, B-braian! Me enche toda e m-me paga cada uma das c-comidas de hoje! Supliquei me afogando nas minhas próprias lágrimas.
— Vou te dar dez reais se aguentar dez rodadas seguidas sem desmaiar, putinha. Ele prometeu tirando sarro da minha miséria.
— S-sim, aceito! M-me usa dez vezes se quiser, m-mas me paga! Roguei entregando o último resto de dignidade.
— Assim que eu gosto, submissa e quebrada igual à puta que você é. Ele disse enquanto cravava os dedos nas minhas cadeiras.
— O-obrigada por m-me comer... obrigada pelo d-dinheiro... Falei humilhada ao extremo, tremendo no colchão enquanto o inferno da noite só começava.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Jogada no chão antes dele chegar, a raiva me corroía por dentro. Odiava ele com toda minha alma, detestava aquele maldito bully que tinha arruinado minha vida. Mas quando ouvi a porta bater, tive que engolir todo o ódio. Tinha um moleque pra criar, e pra juntar um mísero trocado pra fralda, precisava que esse doente me comesse cem, mil vezes. Se não agisse como a puta mais submissa do mundo, o cara vazava e meu filho não comia.
Braian entrou em casa feito uma fera, bêbado, chapadão, ruminando raiva do trampo ou da rua, suado e alterado. Me agarrou pelo braço sem dizer uma palavra, arrancou minha roupa e me arrastou descalça e pelada direto pro banheiro. Me esmagou de frente contra a pia, colando meu peito na louça fria bem na frente do espelho.
— Fica aí direito, pedaço de puta, que eu tô doido e muito tarado. — Gritou Braian, me segurando firme pela cintura enquanto abaixava a calça.
— S-sim, papai... faz o que quiser comigo, é pra isso que eu tô aqui... — Falei forçando uma voz de puta submissa, fazendo o papel pra garantir meu pão de cada dia.
Sem um segundo de nojo, o cara abriu minhas nádegas e enterrou os 23 cm de uma vez só na minha buceta, me fazendo ver estrelas de tanta dor.
— AAAAHHHH! A-assim, papai, m-mete tudo! — Uivei despedaçada na frente do espelho, gemendo como uma cadela no cio pra fingir um prazer que não sentia, só pra ele se apressar e acabar logo.
— Olha a carinha de puta que você faz no espelho, adora quando eu te pego bêbado e arrebento sua pussy. — Me humilhou o maldito, dando estocadas selvagens que faziam a pia tremer.
— A-ahhh! S-sim, adoro, Braian! M-mete mais forte, te imploro! — Gritei fingindo loucura, apertando as bordas da torneira pra não cair de tanta dor.
— Cala a boca e mexe essa raba, puta, que não vim perder tempo. — Gritou ele todo tarado e estressado, me dando um tapa seco na bunda. ¡AIAAAAH! P-por favor, papai, m-me dá bem fundo que sou sua putinha! Eu implorei me arrastando na minha própria atuação, me olhando no espelho com lágrimas presas.
— Você é uma puta barata, olha como você geme por um merreca. Ele cuspiu com desprezo, acelerando o ritmo até o limite.
— A-ah, sim! V-você é o rei, m-meu amor, m-me dá de comer seu leite! Eu falei engolindo o nojo, repetindo as barbaridades que ele gostava pra ele gozar logo.
— Não me chama de 'meu amor', seu lixo, você é uma puta que serve pra eu descontar a raiva. Ele respondeu puto, me pegando pelo cabelo e jogando minha cabeça pra trás.
— S-sim, você tem razão... d-desculpa, papai... c-continua me comendo assim forte! Eu supliquei sufocada pelo puxão no couro cabeludo.
— Fica bem no cio, vai, me mostra que você gosta da vara bêbada. Ele exigiu com a voz rouca de álcool.
— ¡¡AAAAAAH!! E-eu amo, v-você faz minha buceta arder e e-eu amo! Eu uivei exagerando os gemidos, sentindo a queimação insuportável nas minhas entranhas.
— Olha no espelho como eu abro toda sua buceta, você é meu lixeiro particular. Ele me humilhou, meu valentão, me encarando no reflexo enquanto não parava de me castigar.
— S-sim, papai! M-me enche bem de leite pra eu g-ganhar o dinheiro pro menino! Eu falei, forçando a submissão mais baixa.
— Nem perde tempo falando do cara, que eu tô pouco me lixando. Você trabalha com essa buceta e ganha o peso. Ele gritou com fúria e frieza.
— S-sim, papai... d-desculpa... m-me dá mais forte, eu te imploro! Eu roguei entre gemidos falsos pra apressar o orgasmo dele.
— Vou derramar tudo dentro como sempre, puta insaciável. Ele avisou, apertando os dedos nas minhas cadeiras até deixar hematomas.
— S-sim! G-goza bem dentro de mim, p-por favor eu te imploro! Eu uivei, fingindo estar desesperada pelo sêmen dele.
— Você tem sorte que eu venho te pagar por te usar, pedaço de puta. Ele disse rindo do meu estado, me dando as últimas três estocadas. brutais.
— AAAAHHHHH! O-Obrigada, papai, obrigada por me foder! Gritei no auge da minha performance, sentindo o pau dele pulsar dentro da minha buceta gasta.
O cara soltou um grunhido bruto e despejou todo o leite quente dentro da minha boceta, me deixando esmagada contra a pia fria enquanto gozava.
— Toma, junta teu troco do dia, puta barata. Braian disse, jogando uma moeda na bancada do banheiro enquanto tirava o pau de uma vez.
— O-obrigada, papai... obrigada por vir me usar... Falei ofegante e sem ar, mantendo a cara de puta submisso colada no espelho enquanto ele arrumava a calça.
— Fica aí lavando essa buceta, que amanhã eu volto pra te arrebentar. Ele sentenciou, bêbado, virando as costas e me deixando sozinha.
Assim que ouvi o portão bater na saída, deixei a cabeça cair na pia e desabei a chorar em silêncio. Me olhei no espelho com um ódio puro queimando meus olhos, passei a mão na boceta arrebentada e escorrendo, pegando aquela moeda miserável com raiva enquanto pensava comigo mesma: *"Eu te odeio, filha da puta... mas pelo meu filho, vou me deixar humilhar quantas vezes for preciso"*.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Eu estava de quatro na beirada da cama, tremendo de frio e de raiva contida. Quando ele não estava, eu passava o tempo chorando de ódio, amaldiçoando ele em silêncio e desejando o pior por ter arruinado minha vida. Mas assim que Braian cruzava a porta, a realidade me esmagava: ele era o pai do meu filho, meu valentão e minha única fonte de renda. Pra garantir aquele peso miserável por cada foda e dar de comer pro bebê, não me restava outra opção senão engolir o veneno, agir como uma puta barata totalmente submissa e satisfazer ele no que fosse.
Naquela noite, o filho da puta chegou furioso, bêbado, alterado e com muito tesão depois de um dia estressante. Ele trouxe uma câmera de vídeo na mão e o rosto desfigurado pelo álcool.
— Fecha essa bunda e fica de quatro agora mesmo, vagabunda. Tô com muito tesão e ainda por cima puto porque não acho um bom vídeo pornô em lugar nenhum. — Braian gritou com a voz arrastada, cambaleando ao lado da cama.
— S-sim, Braian... o que você mandar, meu amor... — Eu disse engolindo o nojo, forçando uma voz suave e de puta enquanto me ajeitava na borda do colchão.
— Você vai trabalhar de verdade a partir de hoje. Vamos fazer nosso próprio pornô, vou postar tudo no OnlyFans e ficar com 99% do que você ganhar, ouviu bem? — Ele disse rindo com sadismo, ligando a câmera e apontando direto pra minha bunda exposta.
— P-por favor, o que você quiser... tudo pra você nos pagar o peso e a gente cuidar do neném... — Supliquei agindo super submissa, apertando o lençol com toda minha força pra não dar um grito nele.
— Olha que rabo é esse na tela, pedaço de vagabunda, bem aberto e partido no meio pra todos os punheteiros que pagarem. — Ele me humilhou, ajustando a lente a poucos centímetros da minha pele.
— Mmmgh... o-obrigada, Braian... olha a bunda que eu tenho pra você e pros seus vídeos... — Eu disse segurando as lágrimas, colocando a voz mais de puta que conseguia por puro desespero.
— Não te Escuto, vadia, implora bem forte pra câmera. Diz pra quem tá olhando o quanto você adora ser minha putinha pessoal. Ele ordenou com raiva, agarrando meu quadril enquanto com a outra mão segurava a câmera firme.
— P-por favor, eu imploro pra todo mundo ver como o Braian me usa... e-eu amo ser a putinha do meu bully... Falei pra lente, com a alma completamente destruída, mas cumprindo meu papel direitinho.
— Assim que eu gosto, submissa e entregue. Além do peso que você sempre ganhou por cada foda, agora vai trabalhar na câmera pra entrar mais grana pra mim. Ele disse soltando uma gargalhada bêbada.
Por dentro, o ódio me devorava viva. Pensava em como não bastava ele me comer selvagemente, me encher de porra, me engravidar, me dar um troco mixuruca por cada trepada e me tratar como uma puta barata; agora ainda usava meu corpo pra fazer pornô e roubar 99% do lucro. Mas não podia gritar nem passar dos limites: no quarto ao lado dormia nosso filho e a única coisa que importava era não acordar ele.
— S-sim, papai... me usa como quiser... grava tudo que te der dinheiro... Falei me fazendo de triste e submissa, me deixando levar pela corrente da dominação dele.
— Olha que gostosa você fica implorando, vadia. Todo mundo vai saber da puta que você é quando eu postar essa merda. Ele disse, apertando minha bunda contra a borda do colchão.
— P-por favor, me faz de sua putinha na frente da câmera... te imploro, não me deixa sem minha moeda... Supliquei baixando a cabeça, sentindo a dor do estiramento na carne.
— Grita baixinho, vadia, não vai acordar o moleque senão eu te quebro na porrada. Ele ameaçou com a voz alterada, se enfiando na minha buceta com um golpe seco.
— Agh! S-sim, Braian... m-mais fundo, por favor... Falei abafando o gemido no travesseiro, fingindo um prazer falso que me dava ânsia.
— Você é uma puta insaciável, olha como a pica entra em HD. Você adora ser filmada pelo seu bully. Ele me humilhou. cara, filmando cada estocada de perto.
— Mmmgh... s-sim, eu adoro... me destrói pro vídeo, p-por favor... Supliquei com a voz quebrada, deixando as lágrimas caírem no lençol sem a câmera focar nelas.
— Olha como essa buceta se abre na tela, você é uma puta barata nascida pra isso. Ele disse rindo da minha agonia, curtindo o poder que tinha sobre mim.
— T-tudo pra você, Braian... p-por favor, não para... Falei num fio de voz prostituído, sentindo a dor física rasgando minha entrada.
— Vou levar até o último centavo do que esse vídeo render, pra você só sobra o peso pela foda e nada mais. Ele sentenciou com frieza e desprezo.
— O-obrigada, Braian... c-com o peso já dá, desde que você esteja feliz... Respondi super submissa, bancando a humilhação perfeita pra manter ele calmo.
— Agradece que eu tô te fazendo famosa, puta, olha a sorte que você teve de me ter como dono. Ele disse me dando um tapa forte na coxa enquanto continuava filmando.
— S-sim, sou toda sua... sua puta pessoal pra sempre... Falei com o coração em pedaços.
Pensava com uma tristeza absoluta no futuro, imaginando o horror do nosso filho crescer e, anos depois, descobrir como o próprio pai tinha dominado, filmado e explorado a mãe dele como uma prostituta de um peso.
— Que pornô bom vai sair com esse cu arrombado, puta. Braian disse com uma última gargalhada bêbada, mantendo a lente focada na minha destruição enquanto eu me afogava no ódio silencioso da minha condenação.
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