Um ano depois, o pesadelo não só não tinha acabado, como tinha virado minha rotina absoluta. Como era de se esperar depois de todas as vezes que o maldito do Braian gozou dentro de mim, acabei engravidando e tendo a criança. Minha barriga já tinha ido embora, mas a marca da minha humilhação estava mais firme do que nunca. Fiel ao trato de merda dele, ele vinha todo dia me usar como se eu fosse uma puta barata, me pagando um peso miserável por cada trepada. Pra juntar uma grana e comprar só um alfajor ou um pacote de macarrão de 1000 pila, o filho da puta tinha que vir me foder e me comer mil vezes.
Naquela tarde, o cara caiu na minha casa direto depois de treinar na academia. Veio fedendo, escorrendo suor rançoso, grudento e com aquele cheiro forte de suor na pele. Sentou no meu sofá como se fosse um rei no trono, abrindo as pernas e tirando a piroca gorda e suada dele.
— Vai, puta, ajoelha e começa a trabalhar pelo teu troco diário. Me ordenou o Braian com a voz rouca, me puxando pelo cabelo pra empurrar minha cabeça direto na virilha dele.
— V-você é um nojento... vem todo suado da academia... Falei tentando desviar o rosto, sentindo aquele gosto salgado e rançoso antes de tocar.
— Fecha a buceta e engole, puta. Já é muito eu manter teu vício te pagando. Ele gritou, me forçando a enfiar a cabeça da piroca dele na minha boca.
Com as lágrimas queimando meus olhos e engolindo todo meu orgulho, comecei a chupar devagar, sentindo o gosto forte de suor na língua. Engasgava toda hora enquanto o filho da puta ria de como eu me afogava com os 23 centímetros dele.
De repente, ele tirou o celular do bolso da jaqueta, ligou a câmera no vídeo e me agarrou forte pelo couro cabeludo pra travar meu pescoço.
— Olha pra câmera, seu pedaço de puta barata. Olha como você tem a piroca do seu bully enfiada até o fundo enquanto chupa ela toda. Ele disse rindo na minha cara, focando meu rosto choroso com a Carne dentro da minha boca.
— Mmmh... mmmgh... Tentei protestar, mas ele empurrou minha cabeça com mais força, me fazendo engasgar contra a virilha suada dele.
— Foca bem os olhos aqui, puta, que o bairro inteiro veja pra que você serve. Olha essa carinha de gulosa que você faz enquanto engole meu leite. O cara me humilhou, gravando cada segundo da minha degradação.
— P-por favor, Braian... não me g-grava... Supliquei assim que ele me deixou respirar um segundo, gaguejando de vergonha.
— Cala a boca e continua chupando se quiser juntar a grana pro pão de amanhã, vai. Ele gritou com frieza.
Não tive escolha a não ser abaixar a cabeça de novo e continuar engolindo a piroca fedorenta. Como quase todo dia, o cara vinha feito um coelho me exigir entre trepar e chupar umas dez vezes por dia. Pra ele, eu não passava de uma lixeira onde despejar e largar o sêmen, rindo às gargalhadas toda vez que me obrigava a engolir até a última gota fervente pra não sujar o sofá dele.
— Olha como você engole todo o meu leite, puta. Você é uma puta barata que vive do que eu jogo pra você. Ele disse rindo às gargalhadas enquanto me olhava de cima, jogando uma nota miserável na mesa enquanto eu ficava de joelhos, com a boca lambuzada, gravada e completamente destruída.
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Um ano depois da gravidez, minha vida era uma humilhação constante. O tratamento miserável continuava o mesmo: ele me pagava um real cada vez que me usava, e pra juntar uma moeda pra comprar qualquer coisa básica no mercadinho, a filha da puta tinha que vir me pagar e me foder centenas de vezes.
Como quase sempre, Braian chegou bêbado pra caralho, suado e sem tomar banho, procurando qualquer jeito de me humilhar antes de me dar uma moeda. Ele se jogou no sofá e me mandou tirar toda a roupa no meio da sala.
— Fica de joelhos aí no chão, vai, peladinha igual a puta barata que você é. Ele ordenou com a voz grossa e o bafo fedendo a álcool podre.
Tirei a roupa devagar, tremendo de raiva e vergonha, e me ajoelhei no piso frio, olhando pra ele de baixo na posição mais derrotada possível.
— Abre a boca e começa a lamber minhas bolas, vai. Tô todo suado do calor e da cachaça, então limpa bem com a língua. Ele disse, abrindo as pernas e mostrando a virilha fedorenta.
— V-você é um nojento, Braian... pelo menos toma um banho... Falei gaguejando, sentindo ânsia só de cheirar o suor rançoso que saía das suas bolas.
— Vai ficar fresca agora, puta? Lembra que se quiser seu real do dia, tem que lamber minhas bolas e engolir toda minha porra sem reclamar. Ele gritou, me puxando pelo cabelo e empurrando minha cara contra os testículos suados.
Engolindo todo meu orgulho e a pouca dignidade que me restava, aproximei o rosto e comecei a chupar as bolas suadas, sentindo o gosto salgado e rançoso na língua. Enquanto minha boca trabalhava na virilha dele e com uma mão eu começava a bater uma punheta devagar, ele caiu na gargalhada.
— Olha a carinha que você faz, me dá risada como você errou de vida. Olha que mãe boa e que puta você parece aqui embaixo. Ele me humilhou, o desgraçado, passando a mão na minha cabeça como se eu fosse um bicho.
— Mmmgh... P-por favor... Eu disse com a voz abafada entre as coxas dele, olhando pra cima, totalmente derrotada.
— O que foi? Cê gosta da tarefa ou não? Cê adora ficar aí embaixo me servindo de lixeira. Ele falou com sadismo, vendo eu engolir as lágrimas enquanto batia uma pra ele.
— N-não gosto... eu f-faço isso p-pelo dinheiro... Eu disse num fio de voz, sentindo a alma quebrar.
— Se não quer fazer, foda-se, fica sem um puto, mas cê sabe bem que precisa da minha grana. Cê tem que ganhar o seu trocado, putinha. Ele disse friamente, me dando um puxão bruto no couro cabeludo.
O cara se recostou no sofá e soltou uma gargalhada debochada ao pensar na miséria que ele me enfiou.
— Que puta graça com a economia de hoje em dia, hein... Todo mundo na TV reclamando que com 100 conto não compra nem um doce na padaria, e eu aqui tenho minha putinha particular trabalhando por um real por foda. Ele disse rindo na minha cara com desprezo total.
— Cê é um monstro... se aproveita que eu não tenho nada... Eu disse chorando em silêncio, com a boca lambuzada no suor dele e o braço cansado de tanto bater punheta.
— Agradece que eu te como, puta barata, porque cê vale exatamente isso: um real. Agora aperta essa punheta e engole, que vou gozar nessa boca de merda. Ele sentenciou, meu valentão, curtindo minha humilhação absoluta enquanto eu ficava presa na minha triste realidade.
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Tava sozinha no meu quarto, na frente do espelho, sentindo uma mistura de náusea e desespero enquanto arrumava o conjunto de lingerie erótica que tinha acabado de comprar. Era uma renda preta minúscula, pequena e transparente, feita pra me deixar praticamente nua. Levei semanas pra juntar a grana pra pagar, catando peso por peso, foda por foda, aguentando o Braian vir me socar só pra ter uns trocados na mão.
— Não acredito que vou gastar o pouco que ele me dá nessa porcaria... Falei baixinho pra mim mesma, me olhando no espelho com os olhos cheios de lágrimas presas.
— Mas se eu não fizer, o filho da puta não vem, e se não vem, não ganho um centavo pra comer... Repeti com a voz falhando, mastigando a impotência de estar presa nessa merda.
O cara tinha me dito claramente que isso era um "investimento". Se eu quisesse que ele continuasse vindo me comer mil vezes pra juntar uma grana, tinha que manter ele quente e tentado pelo celular. Ele mandou eu me ajoelhar na frente do espelho e gravar um vídeo pedindo pra ele vir me usar.
— Ai, meu Deus... que humilhação danada... Murmurei sozinha no quarto, arrumando o celular em cima da mesa de cabeceira, focando meu corpo nu por baixo da renda.
Me ajoelhei no tapete, na frente do espelho, e apertei o botão de gravar. Olhei pra tela tentando fazer cara de submissa, mas a dor tava me vencendo.
— "Oi, Braian... olha a lingerie pequena que comprei pra você... vem me comer..." Falei na primeira tentativa, com a voz sem graça e trêmula.
Parei a gravação. Sabia que se mandasse aquela merda, o cara ia ficar puto e me largar na mão sem um tostão.
— Não, não serve... tem que ser perfeito, senão ele ri na minha cara e não vem... Falei me recriminando, enxugando uma lágrima teimosa.
Comecei a gravar de novo, colocando minhas mãos sobre as coxas. expostos e de peito estufado na frente da câmera.
— "P-por favor, Braian... vem meter tudo em mim que tô desesperada pela sua pica..." Tentei dizer na segunda gravação.
Também não rolou. Soava muito falsa, muito assustada. Precisava soar como a puta barata que ele me obrigava a ser. Deletei o arquivo e comecei de novo, engolindo até o último pedaço de dignidade.
— "Braian, olha essa lingerie de puta que eu vesti... vem me dar de comer seu leite, te imploro..." Falei no terceiro vídeo, tentando forçar um sorriso que queimava meus lábios.
Também não me convenceu. Sabia exatamente o que aquele doente gostava de ouvir, as palavras exatas com que ele me humilhava todo dia. Se queria garantir o trampo, tinha que ser implacável contra meu próprio orgulho.
— "Vem, vai... quero que você venha agora me fazer de puta e arrebentar minha buceta ou meu cu como você faz sempre..." Gravei na quarta versão, apertando as coxas na frente do espelho.
Sentia que morria por dentro. Fiquei olhando o vídeo gravado várias vezes, procurando qualquer falha na minha cara pra garantir que ficasse bem erótico e explícito.
— "Braian, por favor... vem me usar quantas vezes quiser hoje... tô precisando de você dentro de mim..." Meus lábios disseram na quinta gravação, virando de costas pro espelho pra mostrar a bunda quase coberta pelo fio de renda.
— "Olha como eu tô te pedindo pra vir... vem encher toda de porra, vai, que eu me comporto e te espero de joelhos..." Falei na sexta gravação, acariciando minhas pernas pra câmera.
— "Por favor, vem cobrar todas as fodas que quiser... vesti essa lingerie super puta só pra você..." Supliquei na sétima tentativa, com o olhar fixo na lente.
— "Braian, não aguento mais... vem arrebentar minha buceta por esse merda desse dinheiro, mas vem..." Repeti na oitava versão, com a voz quase chorando de tanta vergonha.
Revisei os arquivos no celular um por um. Minhas mãos Tremiam de raiva ao ver como eu tinha me transformado em tudo que odiava, me arrastando sozinha no meu quarto pra convencer meu próprio bully a vir abusar de mim por umas moedas miseráveis.
— "Essa aqui vai agradar o filho da puta..." — falei pra mim mesma com total desprezo, selecionando o vídeo mais humilhante de todos pra mandar no WhatsApp dele.
Apertei o botão de enviar e fiquei de joelhos no chão frio, olhando pra tela, esperando o cara me dar o visto e confirmar que vinha cobrar a taxa diária dele.
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Um ano depois da gravidez, minha realidade continuava sendo uma miséria absoluta. Pra juntar uns trocados pra comprar qualquer coisa básica, o filho da puta do Braian tinha que vir me liquidar e me comer mil vezes, me pagando um merreca por cada vez que me usava.
Naquela tarde ele chegou na minha casa todo sujo, direto da rua, se jogando de comprido na minha cama sem nem tirar o tênis. A virilha dele tava fervendo, fedida e cheia de suor rançoso do dia inteiro. Ele me obrigou a ficar de joelhos na beira do colchão pra chupar ele.
— Mexe a boca, puta, que não tenho o dia todo. Pega a pica e ajeita ela direitinho. — Ordenou o Braian com voz rouca, me segurando pela nuca pra colocar a carne grudada na minha cara.
— V-você é um nojento do caralho... fede a suor rançoso... — Falei gaguejando, sentindo ânsia só de sentir o fedor sufocante que saía dos 23 centímetros dele.
— Fecha o cu e engole, puta. Agradece que vim te dar o trocado do dia. — Ele gritou, empurrando minha cabeça contra a virilha dele.
Engolindo todo meu orgulho, peguei a pica suada dele com uma mão e enfiei na minha boca. O gosto salgado, rançoso e bruto inundou minha garganta, me fazendo engasgar na hora.
— Mmmgh... mmmf... — Tentei respirar enquanto me afogava com o tamanho dele, sentindo o cheiro forte grudado no meu nariz.
Com a boca cheia da carne fedida dele e a mão direita segurando firme, levantei a mão esquerda devagar por baixo da cama e, escondido da vista dele, mostrei o dedo do meio bem esticado pra ele. Era meu único jeito silencioso de extravasar todo o ódio que queimava por dentro.
— Olha como você engasga, gulosa. Adora comer minha pica bem suada. — O cara me humilhou, rindo na minha cara sem perceber meu gesto.
— Mmmgh... v-vai se foder... — Falei engasgada entre as coxas dele, apertando o dedo com raiva contida.
— O que você disse, pedaço de puta? Fala direito se quiser receber hoje. Ele me gritou, me dando um puxão bruto no cabelo.
— N-nada... já t-tô engolindo... Menti num fio de voz, mantendo o dedo levantado com raiva enquanto enfiava a língua de volta nas bolas fedorentas dele.
— Assim que eu gosto, submissa e engasgada. Chupa bem os ovos também, que tão bem suados pra você. Ordenou o desgraçado, se recostando melhor no meu travesseiro.
— S-sim... mmmgh... Respondi, sentindo um enjoo brutal enquanto meu dedo fazia o "fuck you" na penumbra.
— Que puta barata que você é, te criei bem pra servir de lixeira. Ele disse com um sorriso debochado.
— T-te odeio com toda a m-minha alma... Murmurei pra mim mesma, engolindo o gosto rançoso enquanto batia uma pra ele rápido pra acabar logo.
— Acelera o serviço com essa mão, slut, que se caprichar capaz de te jogar dois conto em vez de um. Ele disse zoando minha miséria financeira.
— Mmmgh... mmmf... Apertei o punho com raiva, engasgando até a raiz enquanto o fedor de suor rançoso me dava tontura.
— Olha como entra tudinho, você é uma slut insaciável. Me humilhou o cara, me dando um tapa forte na bochecha.
— P-por favor... g-goza logo e m-me dá a grana... Supliquei com a voz quebrada e os olhos cheios de lágrimas.
— Você vai engolir tudo até a última gota, ouviu bem, né? Exigiu com frieza, enfiando minha cabeça contra a virilha dele.
— S-sim, B-braian... Respondi submissa com os lábios, enquanto com a outra mão mantinha o dedo do meio bem firme, jurando ódio eterno em silêncio.
— Isso, engole bem o cheiro de suor e meu gozo, que é pra isso que te pago seu peso mixuruca. Ele disse com uma gargalhada macabra.
— Q-que você a-podreça no inferno... Falei pra mim mesma na mente, chorando de raiva contida enquanto me afundava na maior das humilhações.
— Vai, aperta mais forte com a boca que já vou gozar. Gritou o cara com a voz ofegante.
— Mmmgh... mmmf... Engoli a pica dele até o fundo, segurando a punheta, me afogando no fedor dela e dedicando meu último gesto de desprezo escondido antes que ela inundasse minha boca.
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Um ano depois, o pesadelo de estar presa nessa merda continuava intacto. Pra juntar uns trocados e comprar alguma coisa de cem pesos, o filho da puta do Braian tinha que vir comer a putinha barata dele cem vezes, me pagando um peso miserável por cada trepada. Pra piorar, ele me obrigou a gastar minhas poucas moedas comprando vestidos curtos, transparentes, apertados e bem putões pra deixar ele com tesão e garantir que ele não parasse de vir.
Naquela noite, recebi a mensagem dele. Ele vinha bêbado, remoendo raiva depois que umas minas deram um fora nele no baile porque o cara era um bruto insuportável. Abri a porta de casa usando um daqueles vestidos transparentes e minúsculos que me partiam ao meio.
— Olha só o que você é, pedaço de puta, pelo menos vestiu a roupa de puta que mandei comprar. — Disse o Braian bravo, cambaleando de bêbado e entrando à força.
— B-Braian... por favor, não entra assim violento... — Falei gaguejando, tentando dar um passo pra trás.
Sem me dar tempo pra nada, ele me agarrou pela frente com raiva e rasgou meu vestido transparente de um puxão seco, deixando meus peitos de fora e levantando o pano que sobrou acima do quadril.
— AIAAAAH! P-Por favor, rasgou a roupa que me custou mil trepadas pra comprar! — Uivei despedaçada, tentando cobrir os peitos.
— Cala a boca, puta, que aqui a roupa foda-se. — Ele gritou, me empurrando com tudo contra o sofá da sala.
Me colocou de bruços contra o encosto, me obrigando a apoiar os antebraços no estofado com a bunda pra cima e exposta enquanto ele ficava atrás de mim. Com um empurrão só, brutal e bêbado, ele enfiou os 23 cm dele inteiro na minha buceta.
— AAAAAHHHH! N-NÃO TÃO FORTE, PELO AMOR DE DEUS! — Uivei sentindo que me rasgava viva enquanto uma das mãos dele me sufocava o pescoço e a outra amassava minha bunda.
— Umas putas de merda no baile me deram um fora hoje... Disseram... que meu pau gigante machuca vocês e que não faço vocês gozarem, suas vadias mentirosas! Ele gritou cheio de raiva, me dando estocadas selvagens por trás.
— V-vai pro inferno, cê tá me matando por dentro! Falei chorando entre soluços, sentindo a fúria da bebedeira dele.
— Olha como eu te tenho, sua puta. Por um real eu te uso quando bem entendo na minha cabeça, você é toda minha. O cara me humilhou com uma risada brutal.
— N-não sou de ninguém... p-por favor, alivia um pouco... Supliquei me afogando com a pressão da mão dele no meu pescoço.
— Você sai na rua pra ver outros caras? Tá saindo com algum outro otário, fala? Ele exigiu com ciúme doentio, me dando um impacto seco na bunda.
— N-não, ninguém! Não vejo ninguém, juro pela minha vida! Falei chorando desesperada pra ele não me bater mais forte.
— Mais te vale, puta barata. Eu sou o único cara que pode te comer nesse mundo, ouviu bem? Ele disse rindo da minha dor.
— S-sim... m-mas não me dá tão fundo, pelo amor de Deus... Roguei com o rosto colado no sofá.
— Nenhuma outra pica vai te fazer sentir o que você sente com meus 23 centímetros, olha como eu te abro toda mesmo doendo. Ele falou se gabando com arrogância bêbada.
— Mmmgh... p-por favor, B-braian... cê me queima por dentro... Falei sentindo uma mistura horrível de dor brutal e uma superestimulação involuntária que fazia minhas pernas tremerem.
— Você adora que eu rasgue sua buceta assim com raiva, não se faz de santa que você tá toda derretendo. O maldito me humilhou, acelerando as estocadas no limite.
— N-não gosto, tá doendo tudo, você é um m-monstro! Gritei destruída de raiva e choro.
— Cala a boca e aguenta a raiva que as outras me deixaram, porque pra isso você é meu lixo pessoal. Ele gritou fora de si.
— P-por piedade... s-sai e me dá o r-real... Supliquei entregue completamente à minha humilhação.
— Vou encher bem essa sua pussy pra você ficar sabendo quem é seu dono, puta. Meu valentão me sentenciou, apertando meu pescoço até quase me deixar sem ar.
— A-AIAAAAH! Eu soltei um gemido fino quando ele deu a última estocada selvagem, me deixando pregada no sofá enquanto o esperma fervente me inundava de novo por completo.
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Naquela tarde, o cara caiu na minha casa direto depois de treinar na academia. Veio fedendo, escorrendo suor rançoso, grudento e com aquele cheiro forte de suor na pele. Sentou no meu sofá como se fosse um rei no trono, abrindo as pernas e tirando a piroca gorda e suada dele.
— Vai, puta, ajoelha e começa a trabalhar pelo teu troco diário. Me ordenou o Braian com a voz rouca, me puxando pelo cabelo pra empurrar minha cabeça direto na virilha dele.
— V-você é um nojento... vem todo suado da academia... Falei tentando desviar o rosto, sentindo aquele gosto salgado e rançoso antes de tocar.
— Fecha a buceta e engole, puta. Já é muito eu manter teu vício te pagando. Ele gritou, me forçando a enfiar a cabeça da piroca dele na minha boca.
Com as lágrimas queimando meus olhos e engolindo todo meu orgulho, comecei a chupar devagar, sentindo o gosto forte de suor na língua. Engasgava toda hora enquanto o filho da puta ria de como eu me afogava com os 23 centímetros dele.
De repente, ele tirou o celular do bolso da jaqueta, ligou a câmera no vídeo e me agarrou forte pelo couro cabeludo pra travar meu pescoço.
— Olha pra câmera, seu pedaço de puta barata. Olha como você tem a piroca do seu bully enfiada até o fundo enquanto chupa ela toda. Ele disse rindo na minha cara, focando meu rosto choroso com a Carne dentro da minha boca.
— Mmmh... mmmgh... Tentei protestar, mas ele empurrou minha cabeça com mais força, me fazendo engasgar contra a virilha suada dele.
— Foca bem os olhos aqui, puta, que o bairro inteiro veja pra que você serve. Olha essa carinha de gulosa que você faz enquanto engole meu leite. O cara me humilhou, gravando cada segundo da minha degradação.
— P-por favor, Braian... não me g-grava... Supliquei assim que ele me deixou respirar um segundo, gaguejando de vergonha.
— Cala a boca e continua chupando se quiser juntar a grana pro pão de amanhã, vai. Ele gritou com frieza.
Não tive escolha a não ser abaixar a cabeça de novo e continuar engolindo a piroca fedorenta. Como quase todo dia, o cara vinha feito um coelho me exigir entre trepar e chupar umas dez vezes por dia. Pra ele, eu não passava de uma lixeira onde despejar e largar o sêmen, rindo às gargalhadas toda vez que me obrigava a engolir até a última gota fervente pra não sujar o sofá dele.
— Olha como você engole todo o meu leite, puta. Você é uma puta barata que vive do que eu jogo pra você. Ele disse rindo às gargalhadas enquanto me olhava de cima, jogando uma nota miserável na mesa enquanto eu ficava de joelhos, com a boca lambuzada, gravada e completamente destruída.
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Como quase sempre, Braian chegou bêbado pra caralho, suado e sem tomar banho, procurando qualquer jeito de me humilhar antes de me dar uma moeda. Ele se jogou no sofá e me mandou tirar toda a roupa no meio da sala.
— Fica de joelhos aí no chão, vai, peladinha igual a puta barata que você é. Ele ordenou com a voz grossa e o bafo fedendo a álcool podre.
Tirei a roupa devagar, tremendo de raiva e vergonha, e me ajoelhei no piso frio, olhando pra ele de baixo na posição mais derrotada possível.
— Abre a boca e começa a lamber minhas bolas, vai. Tô todo suado do calor e da cachaça, então limpa bem com a língua. Ele disse, abrindo as pernas e mostrando a virilha fedorenta.
— V-você é um nojento, Braian... pelo menos toma um banho... Falei gaguejando, sentindo ânsia só de cheirar o suor rançoso que saía das suas bolas.
— Vai ficar fresca agora, puta? Lembra que se quiser seu real do dia, tem que lamber minhas bolas e engolir toda minha porra sem reclamar. Ele gritou, me puxando pelo cabelo e empurrando minha cara contra os testículos suados.
Engolindo todo meu orgulho e a pouca dignidade que me restava, aproximei o rosto e comecei a chupar as bolas suadas, sentindo o gosto salgado e rançoso na língua. Enquanto minha boca trabalhava na virilha dele e com uma mão eu começava a bater uma punheta devagar, ele caiu na gargalhada.
— Olha a carinha que você faz, me dá risada como você errou de vida. Olha que mãe boa e que puta você parece aqui embaixo. Ele me humilhou, o desgraçado, passando a mão na minha cabeça como se eu fosse um bicho.
— Mmmgh... P-por favor... Eu disse com a voz abafada entre as coxas dele, olhando pra cima, totalmente derrotada.
— O que foi? Cê gosta da tarefa ou não? Cê adora ficar aí embaixo me servindo de lixeira. Ele falou com sadismo, vendo eu engolir as lágrimas enquanto batia uma pra ele.
— N-não gosto... eu f-faço isso p-pelo dinheiro... Eu disse num fio de voz, sentindo a alma quebrar.
— Se não quer fazer, foda-se, fica sem um puto, mas cê sabe bem que precisa da minha grana. Cê tem que ganhar o seu trocado, putinha. Ele disse friamente, me dando um puxão bruto no couro cabeludo.
O cara se recostou no sofá e soltou uma gargalhada debochada ao pensar na miséria que ele me enfiou.
— Que puta graça com a economia de hoje em dia, hein... Todo mundo na TV reclamando que com 100 conto não compra nem um doce na padaria, e eu aqui tenho minha putinha particular trabalhando por um real por foda. Ele disse rindo na minha cara com desprezo total.
— Cê é um monstro... se aproveita que eu não tenho nada... Eu disse chorando em silêncio, com a boca lambuzada no suor dele e o braço cansado de tanto bater punheta.
— Agradece que eu te como, puta barata, porque cê vale exatamente isso: um real. Agora aperta essa punheta e engole, que vou gozar nessa boca de merda. Ele sentenciou, meu valentão, curtindo minha humilhação absoluta enquanto eu ficava presa na minha triste realidade.
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— Não acredito que vou gastar o pouco que ele me dá nessa porcaria... Falei baixinho pra mim mesma, me olhando no espelho com os olhos cheios de lágrimas presas.
— Mas se eu não fizer, o filho da puta não vem, e se não vem, não ganho um centavo pra comer... Repeti com a voz falhando, mastigando a impotência de estar presa nessa merda.
O cara tinha me dito claramente que isso era um "investimento". Se eu quisesse que ele continuasse vindo me comer mil vezes pra juntar uma grana, tinha que manter ele quente e tentado pelo celular. Ele mandou eu me ajoelhar na frente do espelho e gravar um vídeo pedindo pra ele vir me usar.
— Ai, meu Deus... que humilhação danada... Murmurei sozinha no quarto, arrumando o celular em cima da mesa de cabeceira, focando meu corpo nu por baixo da renda.
Me ajoelhei no tapete, na frente do espelho, e apertei o botão de gravar. Olhei pra tela tentando fazer cara de submissa, mas a dor tava me vencendo.
— "Oi, Braian... olha a lingerie pequena que comprei pra você... vem me comer..." Falei na primeira tentativa, com a voz sem graça e trêmula.
Parei a gravação. Sabia que se mandasse aquela merda, o cara ia ficar puto e me largar na mão sem um tostão.
— Não, não serve... tem que ser perfeito, senão ele ri na minha cara e não vem... Falei me recriminando, enxugando uma lágrima teimosa.
Comecei a gravar de novo, colocando minhas mãos sobre as coxas. expostos e de peito estufado na frente da câmera.
— "P-por favor, Braian... vem meter tudo em mim que tô desesperada pela sua pica..." Tentei dizer na segunda gravação.
Também não rolou. Soava muito falsa, muito assustada. Precisava soar como a puta barata que ele me obrigava a ser. Deletei o arquivo e comecei de novo, engolindo até o último pedaço de dignidade.
— "Braian, olha essa lingerie de puta que eu vesti... vem me dar de comer seu leite, te imploro..." Falei no terceiro vídeo, tentando forçar um sorriso que queimava meus lábios.
Também não me convenceu. Sabia exatamente o que aquele doente gostava de ouvir, as palavras exatas com que ele me humilhava todo dia. Se queria garantir o trampo, tinha que ser implacável contra meu próprio orgulho.
— "Vem, vai... quero que você venha agora me fazer de puta e arrebentar minha buceta ou meu cu como você faz sempre..." Gravei na quarta versão, apertando as coxas na frente do espelho.
Sentia que morria por dentro. Fiquei olhando o vídeo gravado várias vezes, procurando qualquer falha na minha cara pra garantir que ficasse bem erótico e explícito.
— "Braian, por favor... vem me usar quantas vezes quiser hoje... tô precisando de você dentro de mim..." Meus lábios disseram na quinta gravação, virando de costas pro espelho pra mostrar a bunda quase coberta pelo fio de renda.
— "Olha como eu tô te pedindo pra vir... vem encher toda de porra, vai, que eu me comporto e te espero de joelhos..." Falei na sexta gravação, acariciando minhas pernas pra câmera.
— "Por favor, vem cobrar todas as fodas que quiser... vesti essa lingerie super puta só pra você..." Supliquei na sétima tentativa, com o olhar fixo na lente.
— "Braian, não aguento mais... vem arrebentar minha buceta por esse merda desse dinheiro, mas vem..." Repeti na oitava versão, com a voz quase chorando de tanta vergonha.
Revisei os arquivos no celular um por um. Minhas mãos Tremiam de raiva ao ver como eu tinha me transformado em tudo que odiava, me arrastando sozinha no meu quarto pra convencer meu próprio bully a vir abusar de mim por umas moedas miseráveis.
— "Essa aqui vai agradar o filho da puta..." — falei pra mim mesma com total desprezo, selecionando o vídeo mais humilhante de todos pra mandar no WhatsApp dele.
Apertei o botão de enviar e fiquei de joelhos no chão frio, olhando pra tela, esperando o cara me dar o visto e confirmar que vinha cobrar a taxa diária dele.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Um ano depois da gravidez, minha realidade continuava sendo uma miséria absoluta. Pra juntar uns trocados pra comprar qualquer coisa básica, o filho da puta do Braian tinha que vir me liquidar e me comer mil vezes, me pagando um merreca por cada vez que me usava.
Naquela tarde ele chegou na minha casa todo sujo, direto da rua, se jogando de comprido na minha cama sem nem tirar o tênis. A virilha dele tava fervendo, fedida e cheia de suor rançoso do dia inteiro. Ele me obrigou a ficar de joelhos na beira do colchão pra chupar ele.
— Mexe a boca, puta, que não tenho o dia todo. Pega a pica e ajeita ela direitinho. — Ordenou o Braian com voz rouca, me segurando pela nuca pra colocar a carne grudada na minha cara.
— V-você é um nojento do caralho... fede a suor rançoso... — Falei gaguejando, sentindo ânsia só de sentir o fedor sufocante que saía dos 23 centímetros dele.
— Fecha o cu e engole, puta. Agradece que vim te dar o trocado do dia. — Ele gritou, empurrando minha cabeça contra a virilha dele.
Engolindo todo meu orgulho, peguei a pica suada dele com uma mão e enfiei na minha boca. O gosto salgado, rançoso e bruto inundou minha garganta, me fazendo engasgar na hora.
— Mmmgh... mmmf... — Tentei respirar enquanto me afogava com o tamanho dele, sentindo o cheiro forte grudado no meu nariz.
Com a boca cheia da carne fedida dele e a mão direita segurando firme, levantei a mão esquerda devagar por baixo da cama e, escondido da vista dele, mostrei o dedo do meio bem esticado pra ele. Era meu único jeito silencioso de extravasar todo o ódio que queimava por dentro.
— Olha como você engasga, gulosa. Adora comer minha pica bem suada. — O cara me humilhou, rindo na minha cara sem perceber meu gesto.
— Mmmgh... v-vai se foder... — Falei engasgada entre as coxas dele, apertando o dedo com raiva contida.
— O que você disse, pedaço de puta? Fala direito se quiser receber hoje. Ele me gritou, me dando um puxão bruto no cabelo.
— N-nada... já t-tô engolindo... Menti num fio de voz, mantendo o dedo levantado com raiva enquanto enfiava a língua de volta nas bolas fedorentas dele.
— Assim que eu gosto, submissa e engasgada. Chupa bem os ovos também, que tão bem suados pra você. Ordenou o desgraçado, se recostando melhor no meu travesseiro.
— S-sim... mmmgh... Respondi, sentindo um enjoo brutal enquanto meu dedo fazia o "fuck you" na penumbra.
— Que puta barata que você é, te criei bem pra servir de lixeira. Ele disse com um sorriso debochado.
— T-te odeio com toda a m-minha alma... Murmurei pra mim mesma, engolindo o gosto rançoso enquanto batia uma pra ele rápido pra acabar logo.
— Acelera o serviço com essa mão, slut, que se caprichar capaz de te jogar dois conto em vez de um. Ele disse zoando minha miséria financeira.
— Mmmgh... mmmf... Apertei o punho com raiva, engasgando até a raiz enquanto o fedor de suor rançoso me dava tontura.
— Olha como entra tudinho, você é uma slut insaciável. Me humilhou o cara, me dando um tapa forte na bochecha.
— P-por favor... g-goza logo e m-me dá a grana... Supliquei com a voz quebrada e os olhos cheios de lágrimas.
— Você vai engolir tudo até a última gota, ouviu bem, né? Exigiu com frieza, enfiando minha cabeça contra a virilha dele.
— S-sim, B-braian... Respondi submissa com os lábios, enquanto com a outra mão mantinha o dedo do meio bem firme, jurando ódio eterno em silêncio.
— Isso, engole bem o cheiro de suor e meu gozo, que é pra isso que te pago seu peso mixuruca. Ele disse com uma gargalhada macabra.
— Q-que você a-podreça no inferno... Falei pra mim mesma na mente, chorando de raiva contida enquanto me afundava na maior das humilhações.
— Vai, aperta mais forte com a boca que já vou gozar. Gritou o cara com a voz ofegante.
— Mmmgh... mmmf... Engoli a pica dele até o fundo, segurando a punheta, me afogando no fedor dela e dedicando meu último gesto de desprezo escondido antes que ela inundasse minha boca.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Um ano depois, o pesadelo de estar presa nessa merda continuava intacto. Pra juntar uns trocados e comprar alguma coisa de cem pesos, o filho da puta do Braian tinha que vir comer a putinha barata dele cem vezes, me pagando um peso miserável por cada trepada. Pra piorar, ele me obrigou a gastar minhas poucas moedas comprando vestidos curtos, transparentes, apertados e bem putões pra deixar ele com tesão e garantir que ele não parasse de vir.
Naquela noite, recebi a mensagem dele. Ele vinha bêbado, remoendo raiva depois que umas minas deram um fora nele no baile porque o cara era um bruto insuportável. Abri a porta de casa usando um daqueles vestidos transparentes e minúsculos que me partiam ao meio.
— Olha só o que você é, pedaço de puta, pelo menos vestiu a roupa de puta que mandei comprar. — Disse o Braian bravo, cambaleando de bêbado e entrando à força.
— B-Braian... por favor, não entra assim violento... — Falei gaguejando, tentando dar um passo pra trás.
Sem me dar tempo pra nada, ele me agarrou pela frente com raiva e rasgou meu vestido transparente de um puxão seco, deixando meus peitos de fora e levantando o pano que sobrou acima do quadril.
— AIAAAAH! P-Por favor, rasgou a roupa que me custou mil trepadas pra comprar! — Uivei despedaçada, tentando cobrir os peitos.
— Cala a boca, puta, que aqui a roupa foda-se. — Ele gritou, me empurrando com tudo contra o sofá da sala.
Me colocou de bruços contra o encosto, me obrigando a apoiar os antebraços no estofado com a bunda pra cima e exposta enquanto ele ficava atrás de mim. Com um empurrão só, brutal e bêbado, ele enfiou os 23 cm dele inteiro na minha buceta.
— AAAAAHHHH! N-NÃO TÃO FORTE, PELO AMOR DE DEUS! — Uivei sentindo que me rasgava viva enquanto uma das mãos dele me sufocava o pescoço e a outra amassava minha bunda.
— Umas putas de merda no baile me deram um fora hoje... Disseram... que meu pau gigante machuca vocês e que não faço vocês gozarem, suas vadias mentirosas! Ele gritou cheio de raiva, me dando estocadas selvagens por trás.
— V-vai pro inferno, cê tá me matando por dentro! Falei chorando entre soluços, sentindo a fúria da bebedeira dele.
— Olha como eu te tenho, sua puta. Por um real eu te uso quando bem entendo na minha cabeça, você é toda minha. O cara me humilhou com uma risada brutal.
— N-não sou de ninguém... p-por favor, alivia um pouco... Supliquei me afogando com a pressão da mão dele no meu pescoço.
— Você sai na rua pra ver outros caras? Tá saindo com algum outro otário, fala? Ele exigiu com ciúme doentio, me dando um impacto seco na bunda.
— N-não, ninguém! Não vejo ninguém, juro pela minha vida! Falei chorando desesperada pra ele não me bater mais forte.
— Mais te vale, puta barata. Eu sou o único cara que pode te comer nesse mundo, ouviu bem? Ele disse rindo da minha dor.
— S-sim... m-mas não me dá tão fundo, pelo amor de Deus... Roguei com o rosto colado no sofá.
— Nenhuma outra pica vai te fazer sentir o que você sente com meus 23 centímetros, olha como eu te abro toda mesmo doendo. Ele falou se gabando com arrogância bêbada.
— Mmmgh... p-por favor, B-braian... cê me queima por dentro... Falei sentindo uma mistura horrível de dor brutal e uma superestimulação involuntária que fazia minhas pernas tremerem.
— Você adora que eu rasgue sua buceta assim com raiva, não se faz de santa que você tá toda derretendo. O maldito me humilhou, acelerando as estocadas no limite.
— N-não gosto, tá doendo tudo, você é um m-monstro! Gritei destruída de raiva e choro.
— Cala a boca e aguenta a raiva que as outras me deixaram, porque pra isso você é meu lixo pessoal. Ele gritou fora de si.
— P-por piedade... s-sai e me dá o r-real... Supliquei entregue completamente à minha humilhação.
— Vou encher bem essa sua pussy pra você ficar sabendo quem é seu dono, puta. Meu valentão me sentenciou, apertando meu pescoço até quase me deixar sem ar.
— A-AIAAAAH! Eu soltei um gemido fino quando ele deu a última estocada selvagem, me deixando pregada no sofá enquanto o esperma fervente me inundava de novo por completo.
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