Pra manter minha forma, tenho que malhar, por isso me inscrevi numa academia onde conheci o Daniel, um instrutor com quem transei sem pensar muito, porque é verdade que muitas mulheres acabam na cama com eles. Bom, também transei com mais dois coaches, mas ele foi o mais especial. Depois conto essa história. Tenho 20 anos. Depois de transar com o Daniel, o instrutor, conheci o Roberto, um cara de mais de 50 anos que não hesitou em me notar, porque pelo meu jeito de ser e me vestir, dava pra ver que eu gostava de ser o centro das atenções, fácil de conquistar por ser muito provocante. Além disso, outras mulheres da academia falavam de mim, dizendo que eu era uma acompanhante, e não era mentira de todo, quase, mas não, porque eu não cobrava pra deixar meterem em mim, fazia só por prazer, hahaha. Roberto era um cara muito gostoso apesar da idade, 56 anos, alto, branco, olhos azuis, cabelo grisalho, uma barba bem cuidada, um corpo tonificado, porque era muito disciplinado nos exercícios. Desde que vi ele, me apaixonei, e pra falar a verdade, bastante. Sempre que o via concentrado malhando, passava do lado dele pra ele me ver, e como era de esperar, ele ficava me olhando até que um dia resolveu falar comigo. Quando ele disse que eu tava fazendo um exercício errado. Roberto: "Que pena, moça, esse exercício não se faz assim, do jeito que você tá fazendo não adianta nada, pode se machucar!" Liseth: "Ah, não, muito obrigada por me avisar!" Ele me mostrou como era e eu fiz, terminei o exercício e ele se apresentou. Roberto: "Não me apresentei antes, me chamo Roberto!" Estendendo a mão, respondi. Hanniah: "Muito prazer, Hanniah!" Roberto: "Hanniah, você é muito gostosa, tem um corpão lindo! Umas curvas que, uau!" H: "Ah, que legal, obrigada!" Sorri pra ele e fui em direção ao banheiro, andei de um jeito que chamasse a atenção dele e consegui. Roberto não parava de me olhar com uma certa lascívia, principalmente focando o olhar na minha bunda, porque eu virei pra ver e ele tava me encarando como se estivesse saboreando, olhei pra ele sorrindo, mas... rapidamente olho para o outro lado. Eu gosto de ir pra academia com shorts de lycra ou leggings bem justinhos, fio dental geralmente, e o que nunca falta é meu plug bem enfiado no meu rabo pra me sentir mais gostosa hahaha. Naquele dia eu tava com uma lycra azul, basicamente um conjunto da mesma cor bem apertado. E um fio dental bem pequenininho e justo que se enfiava entre minhas nádegas.
Desde aquele dia, ela sempre me cumprimentava, porque a cada vez a gente ficava mais íntimo. Como eu adorava usar top e leggings de tecido bem fininho que não deixavam nada pra imaginação, ele sempre ficava me encarando, dava pra ver a vontade que ele tinha de mim. E também, do meu jeito, eu dava uma provocada, sorria pra ele, deixando claro que gostava que ele olhasse meu corpo, que me desejasse como mulher. Se ele quisesse, era fácil me ter. Um dia, eu tava fazendo a série de braços, sentada num banco, inclinada pra trás com a bunda pra cima, e o Roberto ficou me olhando fixo. Eu olhei pra ele e falei: "Tá olhando o quê?" Enquanto ria. Roberto: "Nada, nada!" Com um sorriso, eu respondi: "Ah, claro, nada, mentiroso! Tava olhando minha bunda que nem um tarado, como sempre faz!" Ele ficou pensativo. Roberto: "Quer que eu te diga o que eu tô pensando?" Falei: "Quero, sim, me conta!" Falei com uma certa malícia, porque já imaginava o que ele ia dizer. Roberto: "É que você tem uma raba enorme, grande e firme, e eu não sei como me seguro pra não te dar um tapa!" Fiz cara de surpresa: "Ah, é? Então é por isso que você me olha tanto, só gosta da minha bunda?" Roberto: "E desses peitos também, mas é natural, né? Essa raba é uma delícia!" Levantei da cadeira e, rindo, falei: "Duvida que minha bunda é natural? Olha, pega, pega, vai, você tem minha permissão." Enquanto isso, sentava em cima dele, colocando minha bunda no pau dele e me sentando com toda a confiança do mundo! Por um momento, ele hesitou em tocar e ficou vermelhão na hora que sentei nele. Falei: "Não tem problema, pega se quiser, é sua!" Ele esticou a mão, apertando forte, mas meio sem graça. Roberto: "Que delícia de sentir, é firme, assim que eu gosto, mulher com bunda!" Falei: "É do exercício, ué, por isso que venho na academia, hahaha!" Levantei e me virei, colocando as mãos debaixo dos meus peitos e balançando eles pra cima e pra baixo, falei: "Esses também são naturais, se quiser saber, pode pegar também! Pega, toca neles!" Ele se surpreendeu. Roberto: "Não, não precisa! Desde aquele dia, a gente ficou mais à vontade, porque ele me ensinava a usar bem as máquinas, pra que servia cada uma, mesmo eu já sabendo, já que o Daniel tinha me ensinado. Como a gente tava mais íntimo, ele vivia olhando pra minha bunda ou pros meus peitos e se lambia, me dava tapas na bunda, me beliscava, nunca falei nada, só ria, gostava que ele me tocasse, basicamente me apalpava, mas de um jeito brincalhão, e eu adorava pra caralho. Também esfregava o pau duro nas minhas nádegas. O Roberto sempre dava um jeito de roçar o pau na minha bunda, até me inclinava pra esfregar de vez, e na hora eu sentia que ele tinha uma ferramenta boa, uma ferramenta muito boa. Já era impossível esconder a atração que a gente sentia um pelo outro, até tinha minhas noites molhadas pensando no Roberto, eu sabia muito bem que ele me tinha nas mãos, meu corpo desejava ele intensamente, queria ser a putinha dele. Mas ele não se atrevia a falar na cara que a gente transasse, só as atitudes dele mostravam. Muitas vezes eu nem usava calcinha fio dental, só a lycra, não sei se pra minha sorte, sempre que uso lycra marca demais os lábios da buceta, aparece demais, mostrando a forma da vagina por completo. Aí o Roberto percebeu isso, porque ficava olhando pra minha virilha. Enquanto se lambia, Roberto: "Que gostosos esses lábios, Hannia!" Eu ajeitava a lycra na hora, na frente dele, sem nenhum pudor. H: "Ô, seu depravado, não olha aí, idiota!" Roberto: "Que gostoso que tá, hahaha, é impossível não olhar!" Um dia, no corredor da academia, já era tarde e tinha pouca gente, ele me agarrou por trás, apertou minha cintura enquanto esfregava o pau na minha bunda, isso fez minha pele arrepiar, as batidas do coração aceleraram, meu clitóris pulsou. Enquanto beijava meu pescoço até a nuca. Sentir a respiração dele perto de mim me deixou a mil. Roberto: "É assim que você gosta, Hannia, é, não aguentei mais, me desculpa!" Enquanto descia a mão até minha virilha, acariciando por cima da licra a buceta. Então minha reação foi empinar a bunda pra trás, esfregando mais ainda, sentindo ainda mais a pica dura dele. H: Mmmm, mmmm, sim, mas espera, podem nos ver! Eu tava falando quando de repente ele enfiou a mão por dentro da licra e da calcinha fio dental, que já tava bem molhada de tanta excitação. Enfiou os dedos na minha buceta, acariciou de leve o clitóris com a outra mão, apertava um dos meus peitos, até que um treinador nos interrompeu. Aí o Roberto me soltou super rápido, acho que ele até nos viu, mas se fez de desligado kkkk. Quando ficamos sozinhos de novo, ele cheirava os dedos que enfiou em mim e chupava, dizendo: Roberto: Que delícia o cheiro da sua buceta e que gostoso o gosto, adoro! H: Pois é, imagina ela com uma pica dentro! E fui me virando pra olhar pra ele com um olhar lascivo, convidando ele a me comer bem gostoso. Mas ele me agarrou de novo pela cintura, aí percebeu que meus mamilos estavam bem duros, me colou contra ele, meus peitos quase encostando no peito dele enquanto ele olhava pra eles. Roberto: Quer fazer amor comigo bem gostoso? Quer que eu chupe esses peitos bem gostoso e que te faça minha mulher? Correspondeu aos beijos dele, mas não sem deixar claro que não queria um relacionamento sério, que era só sexo, passar um tempo gostoso e, se rolasse, repetir de vez em quando, transar e ser amantes, mas sem compromisso, que não queria cobrança de nenhum tipo. Aí ele disse que à noite eu fosse pro apartamento dele, aproveitaríamos que a esposa e as filhas não estavam, e que jantaríamos bem gostoso e depois nos comeríamos a noite toda. Pro encontro com o Roberto, me vesti sexy, só uma calcinha fio dental branca de renda transparente. Um minivestido curto de renda branca, bem justo no corpo, alças finas e decote coração, e umas sandálias plataforma preta de salto agulha. Cheguei onde o Roberto morava, não faltaram os que me olhavam com cara de tarado. Entrei no apartamento dele, beijei ele enquanto ele apertava minhas nádegas. Roberto: Você tá linda, Liseth! Liseth: Que bonitinho você. Também tá muito gostoso como sempre! Eu tava usando um terno preto de seda com uma camisa cinza, a barba feita e um perfume delicioso. Tava tudo pronto: vinho, macarrão italiano delicioso, velas vermelhas acesas. Enquanto a gente comia, a gente se beijava, e ele metia a mão por baixo do meu vestido. Depois fomos pro quarto dele, entramos no banheiro que tinha uma banheira de hidromassagem cheia de espuma e champanhe. Roberto: "Quero te ver pelada inteira!" Eu tirei a roupa do jeito que ele queria e entrei na banheira. Ele também tirou a roupa e entrou. A gente se beijou muito, ele apertava meus peitos, mordia os bicos, e com a outra mão tocava minha buceta.
Desde aquele dia, ela sempre me cumprimentava, porque a cada vez a gente ficava mais íntimo. Como eu adorava usar top e leggings de tecido bem fininho que não deixavam nada pra imaginação, ele sempre ficava me encarando, dava pra ver a vontade que ele tinha de mim. E também, do meu jeito, eu dava uma provocada, sorria pra ele, deixando claro que gostava que ele olhasse meu corpo, que me desejasse como mulher. Se ele quisesse, era fácil me ter. Um dia, eu tava fazendo a série de braços, sentada num banco, inclinada pra trás com a bunda pra cima, e o Roberto ficou me olhando fixo. Eu olhei pra ele e falei: "Tá olhando o quê?" Enquanto ria. Roberto: "Nada, nada!" Com um sorriso, eu respondi: "Ah, claro, nada, mentiroso! Tava olhando minha bunda que nem um tarado, como sempre faz!" Ele ficou pensativo. Roberto: "Quer que eu te diga o que eu tô pensando?" Falei: "Quero, sim, me conta!" Falei com uma certa malícia, porque já imaginava o que ele ia dizer. Roberto: "É que você tem uma raba enorme, grande e firme, e eu não sei como me seguro pra não te dar um tapa!" Fiz cara de surpresa: "Ah, é? Então é por isso que você me olha tanto, só gosta da minha bunda?" Roberto: "E desses peitos também, mas é natural, né? Essa raba é uma delícia!" Levantei da cadeira e, rindo, falei: "Duvida que minha bunda é natural? Olha, pega, pega, vai, você tem minha permissão." Enquanto isso, sentava em cima dele, colocando minha bunda no pau dele e me sentando com toda a confiança do mundo! Por um momento, ele hesitou em tocar e ficou vermelhão na hora que sentei nele. Falei: "Não tem problema, pega se quiser, é sua!" Ele esticou a mão, apertando forte, mas meio sem graça. Roberto: "Que delícia de sentir, é firme, assim que eu gosto, mulher com bunda!" Falei: "É do exercício, ué, por isso que venho na academia, hahaha!" Levantei e me virei, colocando as mãos debaixo dos meus peitos e balançando eles pra cima e pra baixo, falei: "Esses também são naturais, se quiser saber, pode pegar também! Pega, toca neles!" Ele se surpreendeu. Roberto: "Não, não precisa! Desde aquele dia, a gente ficou mais à vontade, porque ele me ensinava a usar bem as máquinas, pra que servia cada uma, mesmo eu já sabendo, já que o Daniel tinha me ensinado. Como a gente tava mais íntimo, ele vivia olhando pra minha bunda ou pros meus peitos e se lambia, me dava tapas na bunda, me beliscava, nunca falei nada, só ria, gostava que ele me tocasse, basicamente me apalpava, mas de um jeito brincalhão, e eu adorava pra caralho. Também esfregava o pau duro nas minhas nádegas. O Roberto sempre dava um jeito de roçar o pau na minha bunda, até me inclinava pra esfregar de vez, e na hora eu sentia que ele tinha uma ferramenta boa, uma ferramenta muito boa. Já era impossível esconder a atração que a gente sentia um pelo outro, até tinha minhas noites molhadas pensando no Roberto, eu sabia muito bem que ele me tinha nas mãos, meu corpo desejava ele intensamente, queria ser a putinha dele. Mas ele não se atrevia a falar na cara que a gente transasse, só as atitudes dele mostravam. Muitas vezes eu nem usava calcinha fio dental, só a lycra, não sei se pra minha sorte, sempre que uso lycra marca demais os lábios da buceta, aparece demais, mostrando a forma da vagina por completo. Aí o Roberto percebeu isso, porque ficava olhando pra minha virilha. Enquanto se lambia, Roberto: "Que gostosos esses lábios, Hannia!" Eu ajeitava a lycra na hora, na frente dele, sem nenhum pudor. H: "Ô, seu depravado, não olha aí, idiota!" Roberto: "Que gostoso que tá, hahaha, é impossível não olhar!" Um dia, no corredor da academia, já era tarde e tinha pouca gente, ele me agarrou por trás, apertou minha cintura enquanto esfregava o pau na minha bunda, isso fez minha pele arrepiar, as batidas do coração aceleraram, meu clitóris pulsou. Enquanto beijava meu pescoço até a nuca. Sentir a respiração dele perto de mim me deixou a mil. Roberto: "É assim que você gosta, Hannia, é, não aguentei mais, me desculpa!" Enquanto descia a mão até minha virilha, acariciando por cima da licra a buceta. Então minha reação foi empinar a bunda pra trás, esfregando mais ainda, sentindo ainda mais a pica dura dele. H: Mmmm, mmmm, sim, mas espera, podem nos ver! Eu tava falando quando de repente ele enfiou a mão por dentro da licra e da calcinha fio dental, que já tava bem molhada de tanta excitação. Enfiou os dedos na minha buceta, acariciou de leve o clitóris com a outra mão, apertava um dos meus peitos, até que um treinador nos interrompeu. Aí o Roberto me soltou super rápido, acho que ele até nos viu, mas se fez de desligado kkkk. Quando ficamos sozinhos de novo, ele cheirava os dedos que enfiou em mim e chupava, dizendo: Roberto: Que delícia o cheiro da sua buceta e que gostoso o gosto, adoro! H: Pois é, imagina ela com uma pica dentro! E fui me virando pra olhar pra ele com um olhar lascivo, convidando ele a me comer bem gostoso. Mas ele me agarrou de novo pela cintura, aí percebeu que meus mamilos estavam bem duros, me colou contra ele, meus peitos quase encostando no peito dele enquanto ele olhava pra eles. Roberto: Quer fazer amor comigo bem gostoso? Quer que eu chupe esses peitos bem gostoso e que te faça minha mulher? Correspondeu aos beijos dele, mas não sem deixar claro que não queria um relacionamento sério, que era só sexo, passar um tempo gostoso e, se rolasse, repetir de vez em quando, transar e ser amantes, mas sem compromisso, que não queria cobrança de nenhum tipo. Aí ele disse que à noite eu fosse pro apartamento dele, aproveitaríamos que a esposa e as filhas não estavam, e que jantaríamos bem gostoso e depois nos comeríamos a noite toda. Pro encontro com o Roberto, me vesti sexy, só uma calcinha fio dental branca de renda transparente. Um minivestido curto de renda branca, bem justo no corpo, alças finas e decote coração, e umas sandálias plataforma preta de salto agulha. Cheguei onde o Roberto morava, não faltaram os que me olhavam com cara de tarado. Entrei no apartamento dele, beijei ele enquanto ele apertava minhas nádegas. Roberto: Você tá linda, Liseth! Liseth: Que bonitinho você. Também tá muito gostoso como sempre! Eu tava usando um terno preto de seda com uma camisa cinza, a barba feita e um perfume delicioso. Tava tudo pronto: vinho, macarrão italiano delicioso, velas vermelhas acesas. Enquanto a gente comia, a gente se beijava, e ele metia a mão por baixo do meu vestido. Depois fomos pro quarto dele, entramos no banheiro que tinha uma banheira de hidromassagem cheia de espuma e champanhe. Roberto: "Quero te ver pelada inteira!" Eu tirei a roupa do jeito que ele queria e entrei na banheira. Ele também tirou a roupa e entrou. A gente se beijou muito, ele apertava meus peitos, mordia os bicos, e com a outra mão tocava minha buceta.
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