Nossos amigos riam na sala, falando sobre qualquer coisa, tomando vinho. Eu me ofereci pra buscar mais gelo, e ela veio atrás com a desculpa de trazer mais taças. Foi ali, na cozinha iluminada só pela luz da geladeira, que tudo mudou.
"Você percebeu como o Daniel te olhava?" – ela sussurrou, enquanto se inclinava pro freezer, me dando uma vista deliciosa daquela bunda coberta só pelo vestido.
"E você, como olhava pra ele?" – perguntei, me aproximando por trás, sem conseguir evitar pressionar meu corpo contra o dela.
Ela não respondeu. Só arqueou as costas, como um convite silencioso. Minha mão deslizou até a coxa dela, subindo devagar, parando bem antes de tocar o proibido. A gente tinha só segundos, mas o risco tornava tudo ainda mais safado.
"Você tá ficando molhada?" – sussurrei no ouvido dela, enquanto meus dedos exploravam a umidade que já encharcava a calcinha.
"Pra caralho" – ela respondeu sem vergonha, enquanto se virava e me beijava com uma mistura de urgência e luxúria contida. Foi um beijo cheio de tudo que a gente não podia fazer na frente dos outros.
Levantei ela sobre a bancada, empurrando pratos pro lado sem me importar com o barulho. Ela abriu as pernas com facilidade, deixando meus dedos deslizarem pela buceta quente e escorregadia, enquanto as unhas dela se cravavam nos meus ombros.
"E se eles entrarem?" – ela disse, mas não parou. Pelo contrário, desabotoou o vestido e deixou os peitos nus à mostra, durinhos, pedindo pra serem mordidos.
Não pensei mais. Baixei a cabeça e lambi os bicos dela com fome, enquanto meus dedos se perdiam lá dentro, encharcados pelo desejo dela. O corpo dela se movia contra o meu, e eu tava tão duro que doía. Mas o prazer tava em prolongar, em sentir o risco.
"Vou gozar aqui mesmo" – falei, mordendo o pescoço dela.
"Faz… goza nos meus peitos, na minha cara, não tô nem aí… mas faz logo" – ela respondeu, entre gemidos que tentava abafar.
Tirei o pau já prestes a explodir. Ela segurou com as duas mãos, me olhando com aquele mistura de provocação e adoração que me enlouquecia. Ela começou a chupar sem piedade, engolindo cada centímetro, enquanto eu segurava o cabelo dela, lutando pra não gozar em segundos.
Mas foi inevitável. Só de ver ela assim, ajoelhada na cozinha, com os lábios molhados e os peitos balançando a cada movimento, me fez explodir. Gozei igual um animal, me derramando na boca dela enquanto ela não parava de lamber.
Ela se limpou com o dedo e meteu na boca, me olhando como se nada tivesse acontecido. Levantou o vestido, ajeitou o cabelo e pegou as taças.
Voltamos?
Eu tava ofegante, com o pau ainda duro. Ela me sorriu com aquela cara de mulher que sabe o que fez, e o bem que fez. Saiu da cozinha andando de boa, e eu fui atrás, sabendo que ninguém imaginava o que tinha acabado de rolar a poucos metros de distância.
"Você percebeu como o Daniel te olhava?" – ela sussurrou, enquanto se inclinava pro freezer, me dando uma vista deliciosa daquela bunda coberta só pelo vestido.
"E você, como olhava pra ele?" – perguntei, me aproximando por trás, sem conseguir evitar pressionar meu corpo contra o dela.
Ela não respondeu. Só arqueou as costas, como um convite silencioso. Minha mão deslizou até a coxa dela, subindo devagar, parando bem antes de tocar o proibido. A gente tinha só segundos, mas o risco tornava tudo ainda mais safado.
"Você tá ficando molhada?" – sussurrei no ouvido dela, enquanto meus dedos exploravam a umidade que já encharcava a calcinha.
"Pra caralho" – ela respondeu sem vergonha, enquanto se virava e me beijava com uma mistura de urgência e luxúria contida. Foi um beijo cheio de tudo que a gente não podia fazer na frente dos outros.
Levantei ela sobre a bancada, empurrando pratos pro lado sem me importar com o barulho. Ela abriu as pernas com facilidade, deixando meus dedos deslizarem pela buceta quente e escorregadia, enquanto as unhas dela se cravavam nos meus ombros.
"E se eles entrarem?" – ela disse, mas não parou. Pelo contrário, desabotoou o vestido e deixou os peitos nus à mostra, durinhos, pedindo pra serem mordidos.
Não pensei mais. Baixei a cabeça e lambi os bicos dela com fome, enquanto meus dedos se perdiam lá dentro, encharcados pelo desejo dela. O corpo dela se movia contra o meu, e eu tava tão duro que doía. Mas o prazer tava em prolongar, em sentir o risco.
"Vou gozar aqui mesmo" – falei, mordendo o pescoço dela.
"Faz… goza nos meus peitos, na minha cara, não tô nem aí… mas faz logo" – ela respondeu, entre gemidos que tentava abafar.
Tirei o pau já prestes a explodir. Ela segurou com as duas mãos, me olhando com aquele mistura de provocação e adoração que me enlouquecia. Ela começou a chupar sem piedade, engolindo cada centímetro, enquanto eu segurava o cabelo dela, lutando pra não gozar em segundos.
Mas foi inevitável. Só de ver ela assim, ajoelhada na cozinha, com os lábios molhados e os peitos balançando a cada movimento, me fez explodir. Gozei igual um animal, me derramando na boca dela enquanto ela não parava de lamber.
Ela se limpou com o dedo e meteu na boca, me olhando como se nada tivesse acontecido. Levantou o vestido, ajeitou o cabelo e pegou as taças.
Voltamos?
Eu tava ofegante, com o pau ainda duro. Ela me sorriu com aquela cara de mulher que sabe o que fez, e o bem que fez. Saiu da cozinha andando de boa, e eu fui atrás, sabendo que ninguém imaginava o que tinha acabado de rolar a poucos metros de distância.
4 comentários - Na cozinha, enquanto nossos amigos estavam na sala