Conforme as semanas passavam, comecei a reparar mais no silêncio dela. Minha avó nunca perguntava diretamente. Nunca dizia "isso não está certo" nem se surpreendia com a quantidade de porra que saía de mim. Ela simplesmente agia. Os olhos dela ficavam suaves, quase distantes, e fazia o que eu pedia com uma naturalidade que me deixava ainda mais tesudo.
Noite de 18 de julho. Tava chovendo. Pedi pra ela ficar pra dormir comigo de novo. Ela vestiu uma camisola curta cor creme que mal cobria a bunda dela. Me aninhei nela de conchinha e, como já era costume, tirei meu pau grosso pra fora e comecei a esfregar devagar entre as nádegas dela, por cima da calcinha fio-dental preta que ela tava usando. Ela ficava em silêncio. Só dava pra ouvir a respiração dela, um pouco mais funda que o normal. Não se mexia, não reclamava, não falava nada. Senti o corpo dela tensar de leve toda vez que a cabeça inchada roçava perto da entrada dela, mas ela continuava calada. Quando gozei, soltando jorros grossos nas costas dela e encharcando a calcinha fio-dental, ela só deixou escapar um suspiro longo e trêmulo. Depois, sem falar uma palavra, pegou um lenço umedecido da mesinha e se limpou com movimentos lentos, quase distantes. Passou a mão no meu cabelo e sussurrou: — Dorme, meu menino. Só isso.
Noite de 25 de julho
Naquela noite, resolvi testar até onde o silêncio dela ia. Falei que a ardência tava muito forte e que precisava que ela usasse a boca por mais tempo. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, só com a blusinha branca curta e uma calcinha fio dental vermelha. As mãos dela envolveram minha piroca grossa e começaram a bater uma punheta com movimentos firmes e carinhosos. Depois, ela se inclinou e começou a dar beijinhos por todo o tronco, como sempre. Mas dessa vez eu não pedi só beijos.
— Vó… enfia mais… preciso sentir calor lá dentro.
Ela me olhou por um segundo. Os olhos dela tinham algo diferente: uma mistura de confusão, carinho e algo mais profundo que não consegui identificar. Ela não disse uma palavra sequer. Simplesmente abriu a boca e deixou minha piroca grossa entrar entre os lábios dela. Chupou devagar, engolindo vários centímetros, a língua se movendo suavemente debaixo da cabeça. Os olhos dela estavam semi-cerrados.
Enquanto eu gemia e empurrava devagar entre os lábios dela, ela ficava em completo silêncio, só se ouvindo os sons molhados da boca dela trabalhando no meu pau. Quando comecei a gozar, enchendo a boca dela de porra grossa, ela engoliu tudo sem reclamar, sem se afastar, sem fazer nenhum comentário. Só um leve tremor nas mãos dela.
Depois limpou os lábios com o dedo, deitou do meu lado e me abraçou. Silêncio absoluto. Noite de 2 de agosto Essa foi a mais intensa até agora. Pedi pra ela tirar o top e ficar só de fio dental preto. Os peitos grandes e caídos ficaram livres, balançando enquanto ela me masturbava com as duas mãos. Minha piroca grossa brilhava de óleo e porra.
—Vovó… quero esfregar entre seus peitos esta noite. O contato macio me alivia muito. Ela não respondeu com palavras. Só se colocou por cima de mim, inclinou-se pra frente e apertou os peitos caídos dela em volta da minha pica. As mãos dela seguraram eles enquanto eu mexia a cintura, fodendo o canal quente e macio que os peitos dela formavam.
O olhar dela tava baixo, fixo na minha pica entrando e saindo entre os peitos dela. Ela respirava mais ofegante, mas continuava calada. Só dava pra ouvir meus gemidos e o som molhado de carne batendo em carne.
Quando gozei, pintei os peitos dela, o pescoço e parte do queixo com porra grossa. Ela ficou parada por uns segundos, olhando minha porra escorrendo pela pele dela. Depois, sem dizer nada, pegou uma toalha e se limpou com movimentos lentos e metódicos.
Naquela noite, ela dormiu colada em mim, com meu gozo ainda seco em algum lugar da pele dela. O silêncio dela tinha ficado mais pesado, mais carregado. Reflexão do Iván Comecei a entender que o silêncio dela não era só inocência. Tinha algo a mais. Talvez a solidão de tantos anos como viúva, talvez o carinho exagerado por mim, talvez uma parte dela que sabia perfeitamente o que estava rolando, mas preferia não dar nome. Ela nunca me recusava. Nunca me parava. Só… calava e obedecia. E aquele silêncio me excitava mais do que qualquer palavra.
Noite de 18 de julho. Tava chovendo. Pedi pra ela ficar pra dormir comigo de novo. Ela vestiu uma camisola curta cor creme que mal cobria a bunda dela. Me aninhei nela de conchinha e, como já era costume, tirei meu pau grosso pra fora e comecei a esfregar devagar entre as nádegas dela, por cima da calcinha fio-dental preta que ela tava usando. Ela ficava em silêncio. Só dava pra ouvir a respiração dela, um pouco mais funda que o normal. Não se mexia, não reclamava, não falava nada. Senti o corpo dela tensar de leve toda vez que a cabeça inchada roçava perto da entrada dela, mas ela continuava calada. Quando gozei, soltando jorros grossos nas costas dela e encharcando a calcinha fio-dental, ela só deixou escapar um suspiro longo e trêmulo. Depois, sem falar uma palavra, pegou um lenço umedecido da mesinha e se limpou com movimentos lentos, quase distantes. Passou a mão no meu cabelo e sussurrou: — Dorme, meu menino. Só isso.
Noite de 25 de julho Naquela noite, resolvi testar até onde o silêncio dela ia. Falei que a ardência tava muito forte e que precisava que ela usasse a boca por mais tempo. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, só com a blusinha branca curta e uma calcinha fio dental vermelha. As mãos dela envolveram minha piroca grossa e começaram a bater uma punheta com movimentos firmes e carinhosos. Depois, ela se inclinou e começou a dar beijinhos por todo o tronco, como sempre. Mas dessa vez eu não pedi só beijos.
— Vó… enfia mais… preciso sentir calor lá dentro.
Ela me olhou por um segundo. Os olhos dela tinham algo diferente: uma mistura de confusão, carinho e algo mais profundo que não consegui identificar. Ela não disse uma palavra sequer. Simplesmente abriu a boca e deixou minha piroca grossa entrar entre os lábios dela. Chupou devagar, engolindo vários centímetros, a língua se movendo suavemente debaixo da cabeça. Os olhos dela estavam semi-cerrados.
Enquanto eu gemia e empurrava devagar entre os lábios dela, ela ficava em completo silêncio, só se ouvindo os sons molhados da boca dela trabalhando no meu pau. Quando comecei a gozar, enchendo a boca dela de porra grossa, ela engoliu tudo sem reclamar, sem se afastar, sem fazer nenhum comentário. Só um leve tremor nas mãos dela.
Depois limpou os lábios com o dedo, deitou do meu lado e me abraçou. Silêncio absoluto. Noite de 2 de agosto Essa foi a mais intensa até agora. Pedi pra ela tirar o top e ficar só de fio dental preto. Os peitos grandes e caídos ficaram livres, balançando enquanto ela me masturbava com as duas mãos. Minha piroca grossa brilhava de óleo e porra.
—Vovó… quero esfregar entre seus peitos esta noite. O contato macio me alivia muito. Ela não respondeu com palavras. Só se colocou por cima de mim, inclinou-se pra frente e apertou os peitos caídos dela em volta da minha pica. As mãos dela seguraram eles enquanto eu mexia a cintura, fodendo o canal quente e macio que os peitos dela formavam.
O olhar dela tava baixo, fixo na minha pica entrando e saindo entre os peitos dela. Ela respirava mais ofegante, mas continuava calada. Só dava pra ouvir meus gemidos e o som molhado de carne batendo em carne.
Quando gozei, pintei os peitos dela, o pescoço e parte do queixo com porra grossa. Ela ficou parada por uns segundos, olhando minha porra escorrendo pela pele dela. Depois, sem dizer nada, pegou uma toalha e se limpou com movimentos lentos e metódicos.
Naquela noite, ela dormiu colada em mim, com meu gozo ainda seco em algum lugar da pele dela. O silêncio dela tinha ficado mais pesado, mais carregado. Reflexão do Iván Comecei a entender que o silêncio dela não era só inocência. Tinha algo a mais. Talvez a solidão de tantos anos como viúva, talvez o carinho exagerado por mim, talvez uma parte dela que sabia perfeitamente o que estava rolando, mas preferia não dar nome. Ela nunca me recusava. Nunca me parava. Só… calava e obedecia. E aquele silêncio me excitava mais do que qualquer palavra.
2 comentários - Avó e o Netinho Doente parte 4