
Fui chamada pelo diretor da escola do meu filho. Me informaram que, na confissão de sexta-feira, meu filho comentou que tinha me comido e que precisavam expulsar ele.

Fiquei com cara de surpresa ao ouvir isso. E agora, o que eu digo? O reitor notou meu desespero e levou a mão ao meu coração: "Calma, filha. Pode me contar qualquer coisa." Olhei pra ele e percebi que a mão dele já não estava mais no meu coração — tava pegando no meu peito. Olhei pra ele e ele começou a mexer, sabia bem o que tava fazendo. Comecei a ficar com tesão.

Ele disse que ia tirar minhas medidas. Fomos pro escritório atrás da sala dele. Ele arrancou minha camisa, meus peitos firmes e meus mamilos duros anunciavam meu tesão. Espera aqui, minha filha. Ele foi atrás de uma parede e colocou o pau duro pra fora por um buraco. Deus te abençoe por cuidar dos outros, ele disse. E eu comecei a chupar ele.

Depois de um tempo chupando o pau dele, ele apareceu por trás de mim, levantou minha saia e me jogou contra a escrivaninha.

A mão dele acariciava minha bunda. Minha excitação nesse ponto já era total, a única coisa que eu queria era ser comida pelo padre.

Ele me deu força com firmeza e enfiou o dedo na minha buceta. Uma e outra vez.

Pego água benta e esfrego na minha buceta antes de chupar ela. A língua santa dela me levou até o céu. O padre sabia o que fazia.

Nós nos despimos e ele enfiou a pica na minha boca. Começou a me comer na boca. Entrava e saía, entrava e saía. Cada vez mais fundo. Pegou minha cabeça por trás e, com força, enfiou o pau duro e gozando dentro da minha garganta. Engasguei com a porra quentinha. Quando a gente se levantou, o reitor fez a semana da cruz e deu o castigo dele. Três picaços no cu, duas fodas e uma chupada de pau pelos próximos 5 dias. Abracei ele e agradeci por não ter expulsado meu filho.
3 comentários - O reitor santo