Avó e o Netinho Doente

Avó e o Netinho DoenteMeu nome é Ivan, tenho 20 anos e, por causa de uma doença genética, fico de cama quase 24 horas por dia. Isso me impede de conhecer garotas, e, como não consigo mexer meu corpo, nem sequer posso me masturbar. Por causa dessa situação, vivo sempre com tesão e sem chance de alívio. Minha sorte mudou no dia em que minha avó veio cuidar de mim. Minha mãe arrumou um emprego no exterior e, como somos pobres, não pôde recusar. Já que eu não posso ficar sozinho, minha avó veio me cuidar. Ela estava super animada, porque é viúva e se sente solitária. Minha avó tem 65 anos, é baixinha, o cabelo é loiro (tingido) e chega nos ombros, é muito, muito magra, tem uma bunda bonita apesar da magreza e uns peitos grandes, meio caídos mas ainda redondos, parecem duas gotas escorrendo pelo torso dela. Quando minha mãe foi embora, minha avó se preparou para me lavar na cama com uma esponja. Ela me despiu sem vergonha, porque me via como um menino, e começou a me lavar. Senti um formigamento quando ela começou a esfregar meu peito com a esponja, e meu pau começou a dar pequenas sacudidas. Como ela estava curvada sobre mim, a blusa dela deixava ver tudo por dentro, dava pra ver o umbigo e tudo mais. Fiquei hipnotizado olhando os peitos dela e sentindo a esponja me acariciar. Quando ela começou a descer a mão e ensaboar minha barriga, não aguentei mais. Minha ereção já estava completa, mas ela nem ligou, porque a inocência dela a cegava. Então, decidi perguntar, não sem medo de que ela descobrisse minha intenção suja. — Vó, não tem medo de estragar a roupa? Pode se molhar. Ela, inocente, concordou comigo e tirou a roupa sem vergonha, já que me via só como um bebê. Minha tristeza foi que ela ficou de calcinha e sutiã. O espetáculo era incrível, meu pau parecia que ia explodir. Aí veio a melhor parte... limpar minhas partes. Com uma mão, ela segurou meu pau pela base da cabeça e, com a esponja, começou a ensaboá-lo com o carinho que só uma avó sabe dar. Eu sentia meu pau queimando. De nada. Então eu disse a ela que a esponja era muito áspera pro pau, e perguntei se ela podia fazer com a mão. Sentia a mão dela ensaboada em volta do meu falo duro, inchado e tesudo. Sentia ela subindo e descendo com força, mas com cuidado. A inocência com que ela me masturbava, achando que só tava ajudando na minha higiene, me deixava ainda mais excitado. Sem avisar, ela parou. Tinha dedicado o mesmo tempo que pras outras partes, mas pra mim tinha sido curtíssimo. Então eu falei: — Vó, de tanto ficar de cama, minhas partes tão irritadas. A senhora podia lavar mais um pouco, que a água e a massagem aliviam. Ela respondeu que sim. Com a desculpa, tive mais um tempinho de prazer. Falei que os testículos também tavam irritados e que ela desse atenção pra eles também. Com uma mão, ela massageava minhas bolas, enquanto com a outra punhetava meu pau. Sentia o corpo todo em chamas e uma torrente de prazer, enquanto ela achava que só tava aliviando uma coceira... embora no fundo estivesse mesmo me aliviando. No vai e vem da massagem, os peitos dela balançavam, e eu queria ter tirado o sutiã dela, chupado e mordiscado os bicos.vadiaDepois de um tempo, gozei. Minha porra acumulada saiu em grandes quantidades e por um momento temi que minha suposta inocência acabasse, mas entre tanta espuma do sabão e a pouca visão que ela ainda tem, as provas do meu crime se foram com o enxágue. Foi fabuloso, mas quero mais e ainda tenho tempo pra fazer ela me chupar... sem que ela perceba.peitao

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