Não aguentava mais, já tinham passado alguns dias e não tinha um momento em que eu não desejasse meu pai. Não pensava mais no meu tio, só no papai e no pau dele, em brincar com ele na minha boca de novo e deixar ele fazer tudo comigo, até pelo cu, que era algo que me dava um pouco de medo, mas com ele eu era corajosa e era só desejo. Na aula pensava no papai, em casa pensava no papai, jantando pensava no papai e lançava olhares de soslaio, esperando um movimento dele, um movimento que não vinha. Teve momentos de roçadas e olhares, mas eu queria mais, queria ter ele entre minhas pernas de novo, desejava ele e toda noite sentia frustração, raiva e muito desejo e tesão. Frustração porque queria ele na minha cama, e obviamente não estava, dormia com a mamãe (pra mim ela é a melhor mãe do mundo e me dou super bem com ela, mas desejo meu pai). Raiva porque ouvia eles fodendo à noite, já tinha ouvido mais vezes, durante anos ouvi alguns dias, mas ou meu ouvido me enganava ou agora os gemidos dos dois mal eram abafados, eram perfeitamente audíveis e eu morria de raiva por não ser eu e minha buceta que o papai tava comendo. Desejo e tesão porque enquanto ouvia, imaginava o papai comigo, me tocava, enfiava os dedos com força na minha buceta, me esfregava no travesseiro e finalizava com um dildo dentro de mim, mexendo ele forte e desejando um pau de carne na minha entrepernas. Definitivamente era toda noite igual, me masturbando forte, enquanto ouvia atentamente, buscava todo o prazer da minha buceta tentando gozar ao mesmo tempo que o último gemido da mamãe, era uma puta tarada e às vezes até tinha outro gemido forte alguns minutos depois. Não me sentia satisfeita, então também me masturbava à tarde no meu quarto, enquanto fingia estudar, cavalgava o dildo abafando meu prazer no travesseiro. Sim, eu era e sou viciada em me masturbar, preciso disso, adoro enfiar o dedo ou qualquer objeto dentro da minha buceta, passei noites inteiras me tocando uma vez atrás da outra. Imaginando no meu pai, no meu tio, em outros caras ou vendo vídeos de sexo que me faziam arder por dentro (e apesar da ardência na buceta no dia seguinte, eu continuava fazendo aquilo dia após dia). Ouvi um barulho baixinho na sala ou talvez na cozinha, agucei a audição pra ver se era meu pai e minha mãe transando de manhã (algo que eles não costumavam fazer). Parecia que não, olhei a hora e eram mal umas 8:00 de um sábado. Eu tinha acordado, já não ia conseguir dormir de novo, senti o sol querendo entrar pela janela e pelas cortinas e, descalça, levantei pra abrir um pouco a persiana e ver alguma coisa, só o suficiente. Era muito cedo, cedo demais pra sair da cama, estava tão gostoso e confortável e... Minha buceta coçava tanto que decidi começar a tocar devagar, a passar os dedos ao redor dos meus lábios vaginais e uff... Me senti quente e meio molhada. Minha excitação só aumentava, minha mente brincava comigo imaginando fantasias cada uma mais morbida e mais gostosa, meus mamilos endureceram e enquanto eu tocava meus lábios um pouco mais forte, senti meu clitóris, que estava louco pra brincar com uma boa rola. Eu estava excitada e com tesão, abri a gaveta de baixo do meu criado-mudo e remexi até achar meu dildo guardado, ou melhor, escondido na caixa de um óculos de sol. Abri a caixa, peguei o dildo e levei direto pra boca, estava limpo mas senti um gostinho da minha própria buceta. Comecei a lamber o dildo imaginando que era a rola do meu pai, primeiro a ponta, a cabecinha, chupando e depois mais pra dentro, em vários momentos tentei enfiar mais fundo na boca até começar a sentir ânsia. Quando tirei da boca, dava pra ver e sentir toda a saliva escorrendo. Senti minha virilha molhada, quase escorrendo, desejando que o dildo fosse a rola do meu pai. Terminei tirando o short confortável que eu usava pra dormir e a camiseta, estava com calor demais. Depois me ajeitei na cama, abri as pernas e comecei a passar o brinquedo entre minhas dobras, pressionando ele. Mais forte na minha abertura pequena, pressionando cada vez mais e sentindo meus lábios inchados desejando abraçar o dildo. Às vezes incomodava, mas quando comecei a me acariciar o clitóris, comecei a sentir mais prazer enquanto ia enfiando mais fundo em mim. Continuava incomodando de vez em quando, mas já estava mais que acostumada, eu precisava daquilo, e assim, depois de alguns segundos, comecei a movê-lo dentro de mim, primeiro devagar e depois mais rápido, enquanto com a mão livre acariciava meu clitóris ao mesmo tempo. Depois de um tempo, senti que precisava de mais, precisava senti-lo mais fundo, mais profundo, e sentir mais prazer. Tirei ele completamente de dentro de mim e voltei a introduzi-lo um pouco mais forte, de uma vez só. Gemi alto, não consegui evitar, estava perto, dava pra sentir. Senti minhas pernas tremerem um pouco enquanto relaxava e desejava um orgasmo forte. Não desejava, eu exigia, e estava conseguindo. Depois de uns instantes curtos demais, fechei os olhos de prazer, enquanto sentia o dildo sendo empurrado para fora pelos meus fluidos. Abafei um gemido profundo enquanto sentia uma vibração tremenda no meu clitóris. Molhada, satisfeita e tremendamente cansada e exausta, me entreguei, enquanto com o dildo molhado tocava meus lábios vaginais, quase tão molhados quanto o dildo e muito satisfeitos.



































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