Invasão da Cidadela (História Medieval 3)

Capítulo 3: O colapso da Cidadela


Invasão da Cidadela (História Medieval 3)A Cidadela da Nova Ordem, aquele bastião de mármore branco e telhados azulados erguido pela deusa Calipso, brilhava sob a luz da tarde. Em suas ruas de paralelepípedos, humanos e bestas das trevas caminhavam mantendo distância, respeitando a lei divina rigorosa que proibia qualquer tipo de cruzamento ou mistura entre as espécies.

Pelo centro da grande praça caminhava Aleila, a feiticeira conselheira da imperatriz. Aleila era um turbilhão de carisma, sempre sorridente, histriônica e com uns olhos castanhos cheios de esperança que olhavam o mundo com absoluta inocência. Vestia seu característico traje azul de seda justo, botas altas de couro e um cinto do qual pendia sua inseparável bolsa transbordando de ejaculações mágicas e reagentes. Enquanto cumprimentava os cidadãos com sua energia habitual, um grupo de duendes — pequenas criaturas de pele esverdeada, orelhas pontudas e olhos saltados que mal lhe chegavam à cintura — começou a puxar sua saia com desespero.

— Senhorita Aleila! Pelo amor dos deuses, venha rápido! — gritou um deles, com uma vozinha aguda —. Aconteceu uma coisa horrível com nosso amigo! Ele tá morrendo!

Aleila, que tinha um coração enorme e estava sempre disposta a socorrer quem precisasse, assentiu de imediato com expressão compassiva.

— Pelos céus! Não se preocupem, pequeninos, me guiem — disse com calma, apressando o passo atrás deles.

Os duendes a levaram rapidamente para um beco estreito e sombrio, escondido entre duas imponentes casas de pedra. Lá, jogado sobre uns sacos de masturbação, um terceiro duende se contorcia de dor, gemendo e apertando a virilha.anime

hentai—O que aconteceu? É um ataque mágico? —perguntou Aleila, ajoelhando-se no chão úmido e abrindo sua bolsa de ejaculações.
—Uma cobra dos escombros! —exclamou o duende mais velho, fingindo terror—. Mordeu ele direto no pau! A senhora tem que curar, o veneno tá matando ele!
Aleila sentiu o rosto queimar de vergonha. Embora fosse uma feiticeira experiente, a situação era extremamente constrangedora. Com mãos trêmulas, afastou os trapos que cobriam a virilha do ferido. O pau do duende era, como ela imaginava, uma coisinha miúda e enrugada, o que lhe causou uma pontada de ternura.
—Calma, pequenino. Um simples feitiço de restauração resolve —disse Aleila com determinação, estendendo as mãos sobre a área enquanto uma suave luz azulada brotava de suas palmas.
Os segundos passaram, mas a luz se dissipou sem efeito. O duende continuava se contorcendo, soltando gemidos cada vez mais teatrais.
—Não funciona! A magia da Cidadela não corta esse veneno! —gritou outro duende, aproximando-se do ouvido da feiticeira—. Senhorita Aleila, o único jeito de salvar ele é chupando o veneno direto com a boca! Faça isso, pelo amor de Deus!
O coração de Aleila parou. Olhou para o pinto minúsculo e depois para os duendes, dividida entre o pudor e seu desejo inabalável de salvar uma vida.
—M-mas... deve ter outro jeito —gaguejou, corada—. Talvez se...
Tentando evitar algo tão explícito, Aleila envolveu o membro diminuto com os dedos e tentou espremê-lo com cuidado, pressionando da base até a ponta para ver se o veneno saía manualmente. No entanto, não conseguiu expelir nada, e o duende começou a ofegar mais forte.
—Ele tá ficando sem tempo! Use a boca ou ele morre! —pressionaram as criaturas.
—Tá bem, tá bem... Vou fazer! —exclamou Aleila, armando-se de coragem épica, como se fosse travar uma batalha.
Por ser um pau tão pequeno, pensou que não teria maiores dificuldades. Ela se inclinou, fechou os olhos cheia de esperança e colocou o pequeno pau entre os lábios. Começou a chupar com cuidado, tentando manter uma mentalidade puramente médica. Mas após alguns segundos de contato com a saliva quente, o corpo do duende deu um espasmo e o membro começou a reagir.
Aleila arregalou os olhos quando sentiu o pênis mudar dentro da boca dela. Os duendes possuíam a natureza mágica do oeste, e com o estímulo da feiticeira, o membro começou a alargar de forma descomunal. Em um piscar de olhos, a rola ficou tão grossa e pesada que entupiu a garganta dela por completo, sufocando-a.
—Cof, cof! —Aleila se afastou bruscamente, tossindo e ofegante, enquanto um fio de saliva escorria pelo queixo.
Ao se virar para olhar o "ferido", ficou estupefata. O pau do duende não tinha crescido muito em comprimento, mas tinha virado uma porra maciça, gorda e cheia de veias que pulsava forte para o alto. Ela sempre achou que duendes eram seres fofos de anatomia inofensiva; ver um calibre daqueles a deixou completamente desnorteada e com o rosto vermelho feito um pimentão.
Os duendes, notando o olhar ansioso e o rubor profundo da garota, sorriram com malícia e decidiram guiá-la para continuar com a enganação.maga

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duendes—Tá indo muito bem, Aleila! Mas o veneno se mexeu! —um deles indicou, dando tapinhas nas costas dela—. Primeiro a gente pensou que tava na cabeça, mas acho que agora tá preso no tronco. Cê tem que chupar ali.
Aleila, com a mente atordoada e o julgamento nublado pela adrenalina do momento, assentiu com rigidez. Se inclinou de novo e envolveu o pau grosso com os lábios, subindo e descendo com timidez.
—Não, não, assim não sai! Agora foi pras bolas! —corrigiu outro duende de trás—. Cê tem que lamber os ovos e esfregar o tronco com vontade pra fazer o veneno subir! Faz com força!
—Mmmf... t-tá bom! —ela articulou com a vara meio enfiada.
Seguindo as instruções caóticas, Aleila começou a lamber o par de bolas tensas enquanto usava a mão livre pra esfregar a base com velocidade. Os sons mais obscenos e molhados começaram a escapar da boca dela: um concerto de estalos, chupadas profundas e gemidos abafados que ecoavam nas paredes do beco.
—Já já tá na cabeça! —gritou o duende "moribundo", arqueando as costas com um sorriso de puro vício—. Chupa a ponta com toda força enquanto cê acaricia meus ovos, Aleila! Tira ele logo!
A feiticeira, completamente entregue ao trabalho de resgate, abriu a boca ao máximo e engoliu a piroca até o fundo da garganta, chupando a glande com uma força descomunal enquanto os dedos massageavam as sacas do duende. O estímulo foi tão devastador que a criatura não conseguiu se segurar mais. Com um espasmo violento, o duende gozou com a potência de um canhão.
Uma quantidade imensa de porra grossa, branca e quente inundou a boca de Aleila. A pressão foi tanta que o líquido não só encheu as bochechas dela, mas jorrou de uma vez pelas narinas, fazendo ela recuar de repente.
—Eca! Cof, cof! —Aleila caiu de joelhos, limpando o rosto com desespero.
—Missão cumprida! Parece que funcionou! —comemoraram os duendes ao redor dela. ao redor. O suposto doente já não se contorcia; respirava aliviado e o pau dele voltava lentamente ao tamanho normal.
Aleila ficou parada no chão. Tinha o rosto coberto daquela substância esbranquiçada, que escorria devagar da boca dela até cair nas palmas das mãos. Mas, em vez de sentir nojo, uma onda estranha e intensa de calor começou a percorrer o corpo dela. O esperma dos duendes, carregado de uma magia afrodisíaca ancestral, começou a penetrar pela pele dela, esquentando as mãos e acelerando o pulso de um jeito alarmante. Os olhos castanhos dela perderam o brilho da esperança e ganharam uma expressão meio besta e cheia de tesão.Invasão da Cidadela (História Medieval 3)

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hentai—Uhh... que estranho... —balbuciou Aleila, tocando as bochechas ardentes—. Me sinto... muito esquisita. Será... o veneno da cobra que me pegou?
—Claro que não, linda Aleila! —riu o líder dos duendes, ajeitando a roupa—. É o esperma dos duendes. Tem propriedades afrodisíacas extremas pra humanos. Agradecemos por ter salvado nosso amigo, você foi fantástica.
—Ah... de nada... não precisa agradecer... —respondeu ela com um tom atrapalhado, arrastando as palavras.
Os olhos dela, agora nublados pelo tesão, se desviaram sem querer pro resto das criaturas. Ela não tinha percebido que, por causa do show erótico que acabara de dar, todos os duendes do beco tinham ficado excitados ao mesmo tempo. Vários deles já estavam com os paus pra fora, curtos mas incrivelmente grossos e cheios de veias, apontando direto pra ela.
—Ei... —murmurou Aleila, com um sorriso bobo e a respiração ofegante—. Vocês também... parecem precisar urgentemente da minha ajuda médica... Tão muito inchados.
—Aleila... —disse um dos duendes, lambendo os lábios—. São os efeitos do afrodisíaco. Você tá muito quente. Talvez a gente devesse te levar pra um macho humano que possa te foder bem... Não é permitido você engolir nossas rolas, nem colocar elas na sua buceta molhada... que aliás, dá pra ver daqui como tá encharcada.
—Mmm... não tô nem aí pra lei —protestou a feiticeira, perdendo completamente a linha e a compostura dramática que a caracterizava—. Minha buceta... arde... tá tão quente... Enfiem suas rolas nela agora mesmo. Sou a melhor amiga da imperatriz, ela não vai ligar se a gente fizer uma exceção...
Sem esperar mais um segundo, Aleila agarrou o duende mais próximo pela cintura e puxou ele pra perto, guiando a grossa rola esverdeada direto pra entrada da sua intimidade, que já transbordava de sucos naturais.
—Vai... faz isso, duendinho! —implorou, abrindo as pernas de par em par sobre a masturbação. —Bom... se a conselheira real insiste, quem sou eu pra recusar! —exclamou o duende com uma gargalhada lasciva.
O pequeno ser se impulsionou pra frente e, de uma só estocada firme e profunda, cravou seu grosso pau dentro da feiticeira. O impacto foi tão molhado que espirrou nas fronhas de punheta ao redor, arrancando de Aleila um gemido de prazer tão agudo que ecoou no beco.Pelos deuses! Quem diria que é tão gostoso ter uma pica de elfo dentro! Se eu soubesse, teria feito isso muito antes., pensou Aleila, com a mente completamente derretida de êxtase.
—Você! O outro! —gritou para o segundo duende, puxando-o pelo braço enquanto o primeiro continuava bombando a pelvis com selvageria—. Enfia esse pauzão na minha boca agora mesmo!

O segundo duende não pensou duas vezes e enfiou a piroca veiuda entre os lábios dela. Aleila começou a ser devorada pelos dois lados, sucumbindo a um turbilhão de puro vício e prazer ininterrupto. No entanto, através dos olhos semicerrados, ela conseguiu ver o terceiro duende, que observava a cena de lado, meio solitário e com cara de decepção.

Sentindo uma pontada inoportuna de pena por deixá-lo de fora da festa, Aleila deu um jeito de virar um pouco o corpo. Com os próprios dedos, esticou as dobras do cu, expondo a entrada mais proibida para a criatura.

—Não fica aí parado... vem aqui também —provocou ele, com a voz abafada pela vara que tinha na boca.

O terceiro duende abriu os olhos com entusiasmo e, se ajeitando atrás dela, enfiou o pau com desespero no canal apertado do cu. Aleila explodiu em múltiplos orgasmos consecutivos, tremendo da cabeça aos pés enquanto os três duendes a fodiam como uns verdadeiros loucos no beco.

Enquanto isso, lá no alto dos telhados que cercavam o lugar, um grupo de duendes sentinelas observava a cena de longe com binóculos mágicos.

—Excelente... o plano funcionou perfeitamente. A conselheira real está totalmente inutilizada —comunicou o líder por um cristal de transmissão—. Bruxas, soltem o feitiço agora!

Nas alturas da Cidadela, escondidas entre as nuvens, um aquelarre de bruxas trans do oeste começou a canalizar uma quantidade imensa de energia escura. Um clarão de luz carmesim e roxo cobriu completamente o céu da Cidadela, se expandindo como uma cúpula mágica. O grande feitiço de fornicação em massa, que deveria ser detectado e barrado pelas barreiras místicas de Aleila, caiu sobre a população sem nenhum impedimento.
De imediato, nas ruas, praças e tabernas, os humanos e as bestas escuras pararam suas atividades. Os olhares de ódio e os tratados de paz se desvaneceram, substituídos por uma luxúria cega. Em questão de minutos, a Cidadela inteira se enfiou numa maratona de sexo desenfreado, quebrando a lei de Calipso numa orgia monumental que colapsou a ordem pública.
Através do cristal mágico, o líder dos duendes se comunicou diretamente com o trono de pedra negra no leste.
— Missão cumprida, minha deusa Asaias — informou o duende, contemplando de sua posição como o trio de seus companheiros continuava enfiando na feiticeira —. O feitiço já cobre a cidade. Aliás... agora posso entrar na orgia também? É que a buceta da puta da Aleila tá uma delícia, gostosa e apertada... Além disso, acho que cabe uma segunda rola naquele cu dela se eu pedir.
Em seu trono, Asaias soltou uma gargalhada dominadora e extremamente sexy, cruzando as pernas com toda elegância.
— Claro, meu amiguinho. Divirta-se à vontade. Isso tá só começando — respondeu a divindade com um ronronar.
— Siiiiim! — vibrou o duende, cortando a comunicação. Tirou os trapos às pressas e, com a rola balançando toda ereta e cheia de veias, se jogou feliz no beco pra entrar na festa.
Lá embaixo, entre as investidas dos quatro corpos esverdeados que agora a cercavam, Aleila conseguiu ver o clarão carmesim no céu. Viu como a magia das bruxas dissolvia os escudos protetores da imperatriz e como os cidadãos começavam a trepar no meio da rua.
Ela tirou a rola da boca por um breve segundo, ofegante e com os olhos arregalados de prazer.
— Ah, não... o escudo... eu deveria... eu deveria me levantar e parar eles... — gaguejou, tentando lembrar seu dever como conselheira. No entanto, ao olhar os membros grossos que a cercavam e sentir as investidas duplas no seu retaguarda, soltou uma risada besta—. Mas... mas esses paus não vão se desleitar sozinhos! Termino de foder aqui com esses duendinhos gostosos e vou direto ajudar... Ah, sim! Venham mais duendes, que delícia!maga

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