Os três se olharam, sabendo que já estava tudo pronto, não precisava ninguém falar uma palavra, não tinha volta pra ninguém, a Macarena, a vizinha, tava totalmente entregue a eles e aos desejos deles, o que pedissem, ela faria.
Se aproximaram devagar, cercando ela igual bicho rodeando uma presa indefesa, mas ela não era não, tava ali por pura vontade própria. Só que ninguém falava nada, os caras ficavam de olho no corpo dela enquanto ela, do chão, olhava pra eles mordendo o lábio de baixo.
Maca: E aí, já decidiram como vão comemorar? Ou querem que eu dê uma ideia?
Ale: Shh, calma, Maca, que a gente ainda tem tempo de sobra.
Maca: O que vocês acham?
Nico: Isso aí a gente quer aproveitar.
Nico se agachou e estendeu a mão, ela segurou pra se levantar, ficou parada no meio enquanto os três se aproximavam cada vez mais, quase dava pra ouvir as batidas aceleradas do coração dela e sentir a respiração ofegante. Ela virava a cabeça pra olhar cada um bem nos olhos, parecia dizer "tô nervosa, mas preciso que vocês me devorem agora, por favor, pelo menos me toquem".
Maca: E se a gente for lá pra dentro?
Dani: Pra quê?
Maca: Pra ficar mais confortáveis.
Nico: O que você quer fazer lá dentro que a gente não pode fazer aqui?
Maca: O que vocês quiserem.
Ale: Pra mim não ficou claro, e pra vocês?
Gente: Não, não estamos entendendo.
Ale: Pode ser um pouco mais clara?
Maca: O que é que vocês não entendem? Façam o que quiserem.
Nico: E você, o que quer?
Maca: Cês já sabem...
Ale: Não, não sabemos. Fala aí.
Maca: Quero que façam o que quiserem comigo.
Ale: O que vocês acham, a gente entra e vê o que rola?
Nico: E aí, beleza, vai nessa.
Dani: Eu preferia o ar livre, mas depois eu escolho, hein.
Os caras riam das próprias piadas enquanto ela esperava quieta, ansiosa pra receber alguma ordem ou ser convidada a fazer algo.
Ale: Vamos pra dentro, beleza.
A Macarena andou na frente deles e, depois de 2 ou 3 passos, sentiu um tapão na bunda. Não esperava por aquilo e levou um susto.
Dani: A gente queria que você andasse mais um pouquinho..
Nico: Que nem uma puta.
Acotou, sem deixar o amigo terminar de falar. Olhou sério pra frente, pensando se o que tava fazendo ou ia fazer era certo ou errado, quando se deu conta já era tarde: os 3 caras já tavam dentro da casa dela e ela no meio da roda de novo. Não chegaram na sala, muito menos no quarto dela, mal passaram pela porta dos fundos e já entraram na cozinha-sala de jantar, e ali ficaram. Todo mundo queria pegar alguma parte do corpo dela, mas ninguém dava o primeiro passo. Os 4 praticamente se apertavam num metro quadrado de tão perto que tavam.
Ale tinha ficado atrás dela, mas um pouco à esquerda, Nico à direita e Dani de frente, mas um pouco à esquerda. Ela estava no meio, usando a tanga vermelha com strass que tinham dado de presente, e o momento que todos esperavam chegou. O sonho dos caras e o dela, aos poucos, parecia começar a se realizar.
Ale apoiou a mão esquerda na cintura da Maca e desceu até o elástico da calcinha fio dental, acariciando. Nico colocou a mão direita no abdômen dela, acariciando até tocar o elástico direito da calcinha. Dani foi mais devagar e acariciou o braço dela, com o polegar mal roçando a lateral do peito esquerdo. Ela ficou imóvel.
Dani se animou um pouco mais e a mão inteira agarrou o peito esquerdo da Maca, a Ale colou atrás do corpo dela apoiando a pica na bunda enquanto segurava o elástico da tanga, beijou o pescoço dela, ela deixou a cabeça cair no ombro da Ale fechando os olhos se entregando ao prazer, o Nico também foi direto no que ele mais gostava nela e apertou o peito direito que tava livre apoiando a pica na perna direita da Macarena.
Ela jogou o braço esquerdo pra trás pra abraçar o pescoço do Ale e fez o mesmo com o Nico, tava toda entregue tentando se segurar nos caras porque as pernas não obedeciam mais. O Ale puxou a fio dental dela pra cima, enfiando bem no fundo da buceta dela.
Maca: Ayy. Falou mansinho.
Ale: Levanta essa bunda também, deixa eu usar ela como a putinha que ela é.
Nico fez o mesmo e ela reclamou baixinho de novo, adorava sentir aquela provocação, fazia ela se sentir viva, mas mais que isso, fazia ela se sentir uma puta. Ale começou a enfiar a mão na bunda dela, Dani e Nico puxaram o sutiã pra deixar os peitos dela à mostra, agarravam e chupavam com desespero, mas o Nico era o pior. A mão esquerda do Ale foi pra barriga da Macarena e começou a descer, sumindo dentro da calcinha fio dental dela, ela abriu as pernas de leve pra ele poder acariciar com mais conforto.
Ela gemia devagar, suave, a respiração acelerou e ela precisava engolir saliva de vez em quando, bem baixinho dava pra ouvir ela dizer “Assim, assim”. Sentia 3 paus duros roçando ao redor do corpo dela, mas ainda cobertos de roupa, não tinha sentido a pele de nenhum em nenhuma parte do corpo, muito menos nas mãos, também não sabia se algum tinha pelo, embora não ligasse, só de imaginar como seriam já a deixava com tesão, imaginem que fazia um bom tempo que nenhum homem tinha chegado até esse momento desde que terminou com o ex-namorado.
Ela se propôs a tentar dar prazer a eles como podia e estendeu as mãos, acariciando os paus deles. "Tirem, tirem", repetiu baixinho, se referindo às roupas dos garotos. Nico e Dani fizeram isso na hora, e ela ofereceu uma mão para cada um, finalmente sentindo o calor humano dos paus em suas mãos. Ela tinha quase esquecido completamente como era aquela sensação. Segurava eles com suavidade e os masturbava devagar, percorrendo cada centímetro. Conseguiu lembrar como eles eram só de tocá-los, mas dessa vez pareciam maiores. O de Dani era normal, o de Nico era um pouco mais comprido, mas a pele não retraía completamente, ficava cobrindo metade da cabeça. Ela não sabia por quê, mas isso a excitava. Além disso, ele era meio peludo, os pelos subiam até praticamente um quarto do pau dele.
Mas ela queria pegar a outra, a que à primeira vista não era a mais gostosa, de pele mais escura, gorda e com uns ovos pesados, a da Ale. Soltou a Dani e levou a mão pra trás, procurando o que queria enquanto ele continuava beijando o pescoço dela. "Tira, tira", pediu ela em voz baixa, enquanto acariciava por cima do short. "Faz você", respondeu ele. Desesperada, com a mão esquerda deu um puxão pra baixar a cueca e o short, ele ajudou um pouco e a roupa caiu no chão. Quando agarrou, sentiu um alívio.
Ale: Era isso que você queria, sua puta? Disse no ouvido.
Maca: Viu.
Ale: Me segura bem a pica.
Ao ouvir isso, ela apertou forte.
Maca: Assim?
Ale: Sim, assim. Bate uma pra mim, sua puta, vai.
A mão esquerda dela era a mais atrapalhada, e ainda por cima tava atrás dela, o que dificultava coordenar os movimentos, mas mesmo assim ela batia uma punheta pra ele com a mesma intensidade que apertava, um movimento duro pra frente e pra trás.
Maca: Você gosta?
Ale: É, continua assim.
Ale tirou a mão da fio dental da Macarena, ela abriu os olhos pra pedir pra ele parar, mas ficou calada ao ver ele levar os dedos à boca.
Maca: gostosa?
Ale: Muito.
Dani: Quero provar.
Dani se ajoelhou na frente dela, puxou a calcinha fio dental, ela entendeu o que ia rolar e ajudou abrindo mais as pernas ainda, e sentiu a língua de baixo pra cima. Soltou a piroca do Nico pra agarrar os cabelos da Dani.
Maca: Ahhh
Dani: Mmm
Maca: Você gosta?
Dani: Mmm
Nico não parava de se divertir com os peitos, agora eles eram só dele e ele curtia, afundava neles, juntava pra balançar, chupava, beliscava e apertava.
Nico: Que buceta gostosa que tu tem.
Maca: Você também gosta disso?
Nico: Adoro elas, poderia passar o dia inteiro chupando essas bucetas.
Maca: Então continua.
Nico: Olha só o que são essas, pelo amor de Deus.
Maca soltou os cabelos da Dani e agarrou os do Nico.
Maca: Cala a boca e chupa então, cara.
E aí enfiou de novo no meio dos peitos dela.
Nico: Que delícia, sua filha da puta. Disse de boca cheia.
Ale: Não se esquece de mim, continua me batendo uma.
Nico: Pra mim também.
Cuspiu nas duas mãos e batia uma pra eles como dava, mas eles curtiam do mesmo jeito. Ale cuspiu num dedo e terminou de puxar a fio dental pro lado pra acariciar o cu da Maca. Olhou fixo nos olhos dele, assustada, mas ele só roçava nela, os rostos deles estavam perto.
Ale: Você gosta?
Maca: Sim, cê gosta da minha bucetinha pequena?
Ale: Quando eu provar, te conto.
Maca: Você vai chupar minha rola?
Ale: Toda, cê gosta da minha pica?
Maca: Quando eu meter ela inteira em você, te conto.
E se fundiram num beijo, o primeiro daquele dia foi pra Ale que, no fim das contas, mereceu, mas todo mundo sabia que não seria o último. Ale não aguentava mais, queria provar a bunda dela e se ajoelhou atrás dela, admirando em primeiro plano a bunda magnífica da vizinha. Levantou a tanga dela, enfiando bem no fundo e pra cima, ficou espetacular. Deu um tapa e beijou as nádegas dela. Depois, ele e Dani tiraram a tanga dela.
Ela abriu a bunda e achou que tinha visto a oitava maravilha do mundo, o cuzinho era pequeno e rosado, parecia imaculado como se ninguém nunca tivesse usado. Separou as nádegas e brincou com a língua, sentindo aquele gosto peculiar. Ela se agarrou com a mão esquerda na cabeça dele, se deixando cair um pouco, enquanto ele a segurava com as mãos — praticamente nem precisava ficar em pé. Olhou pra frente, Dani continuava chupando a buceta dela. “Chupa aqui”, disse enquanto com a mão direita mostrava o ponto exato onde estava o clitóris. “Faz aí que é mais gostoso, dá pra sentir muito meejj…” não conseguiu terminar a frase porque tanto Ale quanto Dani tinham acertado no ponto certo, e mesmo que estivesse em êxtase de prazer, não queria ficar sem nenhuma rola na mão.
Frei o Nico, ele olhou pra ela enquanto ela cuspia de novo na mão pra pegar a pica dele com as duas mãos. Com uma, segurou a base cheia de pelos, puxando a pele pra trás, mas mesmo assim não conseguiu deixar a cabeça descoberta. Ela batia uma só na cabeça, olhando nos olhos dele, embora de vez em quando o prazer que os outros dois davam fazia ele apertar os olhos.
Maca: Quantas punhetas você já deve ter batido, imaginando isso, né?
Nico: Muitas.
Maca: Você se tocou muito por minha causa?
Nico: Você não imagina o quanto.
Maca: Você sempre foi um punheteiro.
Nico: E você, sempre foi uma puta.
Maca: Acho que vocês estão me fazendo de puta.
Nico: E ainda falta mais em você.
Maca: O que será que me falta?
Dani respondeu antes que o Nico fizesse isso.
Dani: Que a gente te come todinha.
Maca: Cala a boca, tu, e continua chupando. Disse pegando nos cabelos dela. Querem me foder toda? Inteira?
Agora a Ale respondeu.
Ale: Nós vamos te arrebentar toda, por completo.
Maca: Você também cala a boca e continua chupando.
Ale: Vou te arrebentar a bunda.
Maca: Acho que não, minha bunda é sagrada.
Nico: Cala a boca e bate uma pra mim.
Maca: Assim?
Nico: Sim, assim mesmo.
Ale: Você vai engolir a porra de todo mundo.
A conversa que eles tinham, além do que Ale e Dani estavam fazendo, deixou a Maca muito excitada. Ela estava fora de si, gemendo e falando putaria como nunca imaginou que conseguiria, porque na real nunca fez isso com o ex, mesmo tendo vontade de tentar, achava que ele ia achar ela uma idiota.
Ale parou, tinha um móvel baixo a poucos metros, pegou ela pela cintura e os dois foram andando pra trás. Dani ficou de joelhos, surpreso com a forma como ele levou ela, assim como ela, mas não soltou a pica do Nico e foi junto com eles. Ale se apoiou no móvel e, antes que Maca colasse o corpo no dele, ajustou a pica de um jeito que, quando ela encostou, a cabeça roçou da bunda dela até a buceta. Ela suspirou ao sentir o calor e a pele da pica do Ale, tentou se ajeitar pra ajudar e, poucos segundos depois, enquanto olhava pra ele por cima do ombro, sentiu ele metendo. Ela revirou os olhos e abriu a boca. Finalmente, depois de tanto tempo, sentiu de novo dentro dela uma pica tão dura que até doía.
Dani chegou rapidinho perto da Macarena, que enquanto era comida pelo amigo dela, não parava de bater uma pra Nico e, quando ela se aproximou, fez o mesmo com ele. Ale fazia a bunda da Macarena quicar contra ele, tendo uma vista privilegiada, mas, por outro lado, os outros dois viam os peitões dela balançando com o movimento, enquanto ela masturbava os dois ao mesmo tempo.
Maca: Ai, meu Deus..
Ale: Você gosta da minha pica?
Maca: Eu amooo a sua pica.
Ale: Fazia tempo que você não tinha uma, né?
Maca: Já tinha esquecido como era essa sensação.
Nico: E a nossa?
Maca: Adoro as pirocas de vocês, caras. Ela disse, olhando para Nico e Dani.
Nico agarrou os dois peitos dela, apertou forte e chupou um, enquanto Dani puxou uma mão dela e ficou com um peito pra ele também. Só faltava uma câmera e podia ser literalmente qualquer filme pornô, Ale comendo ela de costas, enquanto ela segurava uma rola em cada mão e eles dividiam um peito pra cada um.
Ale: Que gostosa que você é, tem a buceta bem quente
Maca: E aí, tua pica tá dura pra caralho
Ale: Tava com vontade de te comer faz tempo, sua puta
Maca: Imagino, mas já me tem aqui, tira essa vontade, me come gostoso.
Ele a inclinou ainda mais, puxando-a pelo cabelo, e em vez de puxá-la para perto, agora era ele quem a penetrava.
Ale: Você gosta assim?
Maca: Aay Aay você tá metendo bem fundo
Ale: Tá doendo, puta?
Maca: Se doer
Ale: Quer que eu pare?
Maca: Te mato se parar, me fode, me fode, gostoso.
Ale: Aproveitem vocês.
Nico entendeu o que o amigo quis dizer e agora agarrou o cabelo da Maca, pra puxar ela ainda mais pra baixo.
Nico: Abri a boca.
Maca: O quê? Quer que eu chupe sua buceta?
Nico: Come ela toda.
Macarena chupou a pica dele de um jeito gostoso, ele sentiu o calor da boca dela.
Nico: Ai, meu Deus, que gostosa.
Maca trocou de pau e agora tava com o do Dani na boca, mas mesmo fazendo essas trocas, nunca parava de bater uma pro outro.
Nico: Quero leite, não aguento mais.
Maca: Eu também, tô quase gozando, não para, Ale.
Ela tava chupando a pica do Dani quando de repente sentiu um tremor na mão e uma coisa quente bateu no rosto dela. Quando virou, percebeu na hora que o Nico tava gozando e abriu a boca pra receber toda a porra dentro dela.
Nico: Ahhhh.
Dani: Agora é minha vez.
Ela virou a cabeça e recebeu também a porra do Dani na boca, tinha engolido um pouco da anterior, mas ainda tinha bastante porra do Nico, e agora se juntou com a do Dani. A mistura de sabores era tão estranha quanto gostosa pra ela, embora talvez fosse pelo tesão que fez parecer deliciosa.
Maca: Vou gozar, não para, me dá mais, me dá mais.
Ale: Assim? Assim que você gosta?
Maca: Sim, me dá, me dá, me dá, por favor não para.
Ale tava fazendo um esforço sobre-humano pra segurar a gozada, mas não aguentava mais.
Maca: Ahh ahh assim assim siii…..
Acabou, por sorte a Ale tava segurando ela pelo quadril e pelo ombro, senão talvez ela tivesse caído de joelhos.
Ale: Aí vem meu gozo, vou gozar.
Maca: Fora, fora, goza fora de mim.
Ele puxou a pica rapidão e vários jatos acertaram tanto a bunda quanto as costas da vizinha. Quando conseguiu se recuperar, se levantou e com um dos dedos pegou um pouco de porra pra provar, e amou. Ale olhou pros amigos, fazendo um sinal sem que ela percebesse.
Ale: Beleza, a gente vai nessa.
Maca: Por quê? Já?
Nico: Sim, temos coisas pra fazer.
Maca: Fiquem aqui, por favor.
Dani: Não dá, a gente tem que vazar.
Maca: Fica aí, pelo menos um de vocês.
Ale: A gente tem que vazar tudo, Maca.
Maca: À noite, vocês querem vir? Podem?
Dani: A gente vê, pode ser.
Maca: Vamos fazer uma parada.
Ale: Que?
Maca: Quando eles forem embora, vou tomar um banho, mais tarde vou tentar convencê-los a virem me visitar.
Ale: Beleza, tenta aí, mas acho que a gente não vem não.
Maca: Eu sei que sim, eles não vão conseguir resistir. Tenho uma surpresinha.
Ale: Bom, vamos nos testar mais tarde então.
Se aproximaram devagar, cercando ela igual bicho rodeando uma presa indefesa, mas ela não era não, tava ali por pura vontade própria. Só que ninguém falava nada, os caras ficavam de olho no corpo dela enquanto ela, do chão, olhava pra eles mordendo o lábio de baixo.
Maca: E aí, já decidiram como vão comemorar? Ou querem que eu dê uma ideia?
Ale: Shh, calma, Maca, que a gente ainda tem tempo de sobra.
Maca: O que vocês acham?
Nico: Isso aí a gente quer aproveitar.
Nico se agachou e estendeu a mão, ela segurou pra se levantar, ficou parada no meio enquanto os três se aproximavam cada vez mais, quase dava pra ouvir as batidas aceleradas do coração dela e sentir a respiração ofegante. Ela virava a cabeça pra olhar cada um bem nos olhos, parecia dizer "tô nervosa, mas preciso que vocês me devorem agora, por favor, pelo menos me toquem".
Maca: E se a gente for lá pra dentro?
Dani: Pra quê?
Maca: Pra ficar mais confortáveis.
Nico: O que você quer fazer lá dentro que a gente não pode fazer aqui?
Maca: O que vocês quiserem.
Ale: Pra mim não ficou claro, e pra vocês?
Gente: Não, não estamos entendendo.
Ale: Pode ser um pouco mais clara?
Maca: O que é que vocês não entendem? Façam o que quiserem.
Nico: E você, o que quer?
Maca: Cês já sabem...
Ale: Não, não sabemos. Fala aí.
Maca: Quero que façam o que quiserem comigo.
Ale: O que vocês acham, a gente entra e vê o que rola?
Nico: E aí, beleza, vai nessa.
Dani: Eu preferia o ar livre, mas depois eu escolho, hein.
Os caras riam das próprias piadas enquanto ela esperava quieta, ansiosa pra receber alguma ordem ou ser convidada a fazer algo.
Ale: Vamos pra dentro, beleza.
A Macarena andou na frente deles e, depois de 2 ou 3 passos, sentiu um tapão na bunda. Não esperava por aquilo e levou um susto.
Dani: A gente queria que você andasse mais um pouquinho..
Nico: Que nem uma puta.
Acotou, sem deixar o amigo terminar de falar. Olhou sério pra frente, pensando se o que tava fazendo ou ia fazer era certo ou errado, quando se deu conta já era tarde: os 3 caras já tavam dentro da casa dela e ela no meio da roda de novo. Não chegaram na sala, muito menos no quarto dela, mal passaram pela porta dos fundos e já entraram na cozinha-sala de jantar, e ali ficaram. Todo mundo queria pegar alguma parte do corpo dela, mas ninguém dava o primeiro passo. Os 4 praticamente se apertavam num metro quadrado de tão perto que tavam.
Ale tinha ficado atrás dela, mas um pouco à esquerda, Nico à direita e Dani de frente, mas um pouco à esquerda. Ela estava no meio, usando a tanga vermelha com strass que tinham dado de presente, e o momento que todos esperavam chegou. O sonho dos caras e o dela, aos poucos, parecia começar a se realizar.
Ale apoiou a mão esquerda na cintura da Maca e desceu até o elástico da calcinha fio dental, acariciando. Nico colocou a mão direita no abdômen dela, acariciando até tocar o elástico direito da calcinha. Dani foi mais devagar e acariciou o braço dela, com o polegar mal roçando a lateral do peito esquerdo. Ela ficou imóvel.
Dani se animou um pouco mais e a mão inteira agarrou o peito esquerdo da Maca, a Ale colou atrás do corpo dela apoiando a pica na bunda enquanto segurava o elástico da tanga, beijou o pescoço dela, ela deixou a cabeça cair no ombro da Ale fechando os olhos se entregando ao prazer, o Nico também foi direto no que ele mais gostava nela e apertou o peito direito que tava livre apoiando a pica na perna direita da Macarena.
Ela jogou o braço esquerdo pra trás pra abraçar o pescoço do Ale e fez o mesmo com o Nico, tava toda entregue tentando se segurar nos caras porque as pernas não obedeciam mais. O Ale puxou a fio dental dela pra cima, enfiando bem no fundo da buceta dela.
Maca: Ayy. Falou mansinho.
Ale: Levanta essa bunda também, deixa eu usar ela como a putinha que ela é.
Nico fez o mesmo e ela reclamou baixinho de novo, adorava sentir aquela provocação, fazia ela se sentir viva, mas mais que isso, fazia ela se sentir uma puta. Ale começou a enfiar a mão na bunda dela, Dani e Nico puxaram o sutiã pra deixar os peitos dela à mostra, agarravam e chupavam com desespero, mas o Nico era o pior. A mão esquerda do Ale foi pra barriga da Macarena e começou a descer, sumindo dentro da calcinha fio dental dela, ela abriu as pernas de leve pra ele poder acariciar com mais conforto.
Ela gemia devagar, suave, a respiração acelerou e ela precisava engolir saliva de vez em quando, bem baixinho dava pra ouvir ela dizer “Assim, assim”. Sentia 3 paus duros roçando ao redor do corpo dela, mas ainda cobertos de roupa, não tinha sentido a pele de nenhum em nenhuma parte do corpo, muito menos nas mãos, também não sabia se algum tinha pelo, embora não ligasse, só de imaginar como seriam já a deixava com tesão, imaginem que fazia um bom tempo que nenhum homem tinha chegado até esse momento desde que terminou com o ex-namorado.
Ela se propôs a tentar dar prazer a eles como podia e estendeu as mãos, acariciando os paus deles. "Tirem, tirem", repetiu baixinho, se referindo às roupas dos garotos. Nico e Dani fizeram isso na hora, e ela ofereceu uma mão para cada um, finalmente sentindo o calor humano dos paus em suas mãos. Ela tinha quase esquecido completamente como era aquela sensação. Segurava eles com suavidade e os masturbava devagar, percorrendo cada centímetro. Conseguiu lembrar como eles eram só de tocá-los, mas dessa vez pareciam maiores. O de Dani era normal, o de Nico era um pouco mais comprido, mas a pele não retraía completamente, ficava cobrindo metade da cabeça. Ela não sabia por quê, mas isso a excitava. Além disso, ele era meio peludo, os pelos subiam até praticamente um quarto do pau dele.
Mas ela queria pegar a outra, a que à primeira vista não era a mais gostosa, de pele mais escura, gorda e com uns ovos pesados, a da Ale. Soltou a Dani e levou a mão pra trás, procurando o que queria enquanto ele continuava beijando o pescoço dela. "Tira, tira", pediu ela em voz baixa, enquanto acariciava por cima do short. "Faz você", respondeu ele. Desesperada, com a mão esquerda deu um puxão pra baixar a cueca e o short, ele ajudou um pouco e a roupa caiu no chão. Quando agarrou, sentiu um alívio.
Ale: Era isso que você queria, sua puta? Disse no ouvido.
Maca: Viu.
Ale: Me segura bem a pica.
Ao ouvir isso, ela apertou forte.
Maca: Assim?
Ale: Sim, assim. Bate uma pra mim, sua puta, vai.
A mão esquerda dela era a mais atrapalhada, e ainda por cima tava atrás dela, o que dificultava coordenar os movimentos, mas mesmo assim ela batia uma punheta pra ele com a mesma intensidade que apertava, um movimento duro pra frente e pra trás.
Maca: Você gosta?
Ale: É, continua assim.
Ale tirou a mão da fio dental da Macarena, ela abriu os olhos pra pedir pra ele parar, mas ficou calada ao ver ele levar os dedos à boca.
Maca: gostosa?
Ale: Muito.
Dani: Quero provar.
Dani se ajoelhou na frente dela, puxou a calcinha fio dental, ela entendeu o que ia rolar e ajudou abrindo mais as pernas ainda, e sentiu a língua de baixo pra cima. Soltou a piroca do Nico pra agarrar os cabelos da Dani.
Maca: Ahhh
Dani: Mmm
Maca: Você gosta?
Dani: Mmm
Nico não parava de se divertir com os peitos, agora eles eram só dele e ele curtia, afundava neles, juntava pra balançar, chupava, beliscava e apertava.
Nico: Que buceta gostosa que tu tem.
Maca: Você também gosta disso?
Nico: Adoro elas, poderia passar o dia inteiro chupando essas bucetas.
Maca: Então continua.
Nico: Olha só o que são essas, pelo amor de Deus.
Maca soltou os cabelos da Dani e agarrou os do Nico.
Maca: Cala a boca e chupa então, cara.
E aí enfiou de novo no meio dos peitos dela.
Nico: Que delícia, sua filha da puta. Disse de boca cheia.
Ale: Não se esquece de mim, continua me batendo uma.
Nico: Pra mim também.
Cuspiu nas duas mãos e batia uma pra eles como dava, mas eles curtiam do mesmo jeito. Ale cuspiu num dedo e terminou de puxar a fio dental pro lado pra acariciar o cu da Maca. Olhou fixo nos olhos dele, assustada, mas ele só roçava nela, os rostos deles estavam perto.
Ale: Você gosta?
Maca: Sim, cê gosta da minha bucetinha pequena?
Ale: Quando eu provar, te conto.
Maca: Você vai chupar minha rola?
Ale: Toda, cê gosta da minha pica?
Maca: Quando eu meter ela inteira em você, te conto.
E se fundiram num beijo, o primeiro daquele dia foi pra Ale que, no fim das contas, mereceu, mas todo mundo sabia que não seria o último. Ale não aguentava mais, queria provar a bunda dela e se ajoelhou atrás dela, admirando em primeiro plano a bunda magnífica da vizinha. Levantou a tanga dela, enfiando bem no fundo e pra cima, ficou espetacular. Deu um tapa e beijou as nádegas dela. Depois, ele e Dani tiraram a tanga dela.
Ela abriu a bunda e achou que tinha visto a oitava maravilha do mundo, o cuzinho era pequeno e rosado, parecia imaculado como se ninguém nunca tivesse usado. Separou as nádegas e brincou com a língua, sentindo aquele gosto peculiar. Ela se agarrou com a mão esquerda na cabeça dele, se deixando cair um pouco, enquanto ele a segurava com as mãos — praticamente nem precisava ficar em pé. Olhou pra frente, Dani continuava chupando a buceta dela. “Chupa aqui”, disse enquanto com a mão direita mostrava o ponto exato onde estava o clitóris. “Faz aí que é mais gostoso, dá pra sentir muito meejj…” não conseguiu terminar a frase porque tanto Ale quanto Dani tinham acertado no ponto certo, e mesmo que estivesse em êxtase de prazer, não queria ficar sem nenhuma rola na mão.
Frei o Nico, ele olhou pra ela enquanto ela cuspia de novo na mão pra pegar a pica dele com as duas mãos. Com uma, segurou a base cheia de pelos, puxando a pele pra trás, mas mesmo assim não conseguiu deixar a cabeça descoberta. Ela batia uma só na cabeça, olhando nos olhos dele, embora de vez em quando o prazer que os outros dois davam fazia ele apertar os olhos.
Maca: Quantas punhetas você já deve ter batido, imaginando isso, né?
Nico: Muitas.
Maca: Você se tocou muito por minha causa?
Nico: Você não imagina o quanto.
Maca: Você sempre foi um punheteiro.
Nico: E você, sempre foi uma puta.
Maca: Acho que vocês estão me fazendo de puta.
Nico: E ainda falta mais em você.
Maca: O que será que me falta?
Dani respondeu antes que o Nico fizesse isso.
Dani: Que a gente te come todinha.
Maca: Cala a boca, tu, e continua chupando. Disse pegando nos cabelos dela. Querem me foder toda? Inteira?
Agora a Ale respondeu.
Ale: Nós vamos te arrebentar toda, por completo.
Maca: Você também cala a boca e continua chupando.
Ale: Vou te arrebentar a bunda.
Maca: Acho que não, minha bunda é sagrada.
Nico: Cala a boca e bate uma pra mim.
Maca: Assim?
Nico: Sim, assim mesmo.
Ale: Você vai engolir a porra de todo mundo.
A conversa que eles tinham, além do que Ale e Dani estavam fazendo, deixou a Maca muito excitada. Ela estava fora de si, gemendo e falando putaria como nunca imaginou que conseguiria, porque na real nunca fez isso com o ex, mesmo tendo vontade de tentar, achava que ele ia achar ela uma idiota.
Ale parou, tinha um móvel baixo a poucos metros, pegou ela pela cintura e os dois foram andando pra trás. Dani ficou de joelhos, surpreso com a forma como ele levou ela, assim como ela, mas não soltou a pica do Nico e foi junto com eles. Ale se apoiou no móvel e, antes que Maca colasse o corpo no dele, ajustou a pica de um jeito que, quando ela encostou, a cabeça roçou da bunda dela até a buceta. Ela suspirou ao sentir o calor e a pele da pica do Ale, tentou se ajeitar pra ajudar e, poucos segundos depois, enquanto olhava pra ele por cima do ombro, sentiu ele metendo. Ela revirou os olhos e abriu a boca. Finalmente, depois de tanto tempo, sentiu de novo dentro dela uma pica tão dura que até doía.
Dani chegou rapidinho perto da Macarena, que enquanto era comida pelo amigo dela, não parava de bater uma pra Nico e, quando ela se aproximou, fez o mesmo com ele. Ale fazia a bunda da Macarena quicar contra ele, tendo uma vista privilegiada, mas, por outro lado, os outros dois viam os peitões dela balançando com o movimento, enquanto ela masturbava os dois ao mesmo tempo.
Maca: Ai, meu Deus..
Ale: Você gosta da minha pica?
Maca: Eu amooo a sua pica.
Ale: Fazia tempo que você não tinha uma, né?
Maca: Já tinha esquecido como era essa sensação.
Nico: E a nossa?
Maca: Adoro as pirocas de vocês, caras. Ela disse, olhando para Nico e Dani.
Nico agarrou os dois peitos dela, apertou forte e chupou um, enquanto Dani puxou uma mão dela e ficou com um peito pra ele também. Só faltava uma câmera e podia ser literalmente qualquer filme pornô, Ale comendo ela de costas, enquanto ela segurava uma rola em cada mão e eles dividiam um peito pra cada um.
Ale: Que gostosa que você é, tem a buceta bem quente
Maca: E aí, tua pica tá dura pra caralho
Ale: Tava com vontade de te comer faz tempo, sua puta
Maca: Imagino, mas já me tem aqui, tira essa vontade, me come gostoso.
Ele a inclinou ainda mais, puxando-a pelo cabelo, e em vez de puxá-la para perto, agora era ele quem a penetrava.
Ale: Você gosta assim?
Maca: Aay Aay você tá metendo bem fundo
Ale: Tá doendo, puta?
Maca: Se doer
Ale: Quer que eu pare?
Maca: Te mato se parar, me fode, me fode, gostoso.
Ale: Aproveitem vocês.
Nico entendeu o que o amigo quis dizer e agora agarrou o cabelo da Maca, pra puxar ela ainda mais pra baixo.
Nico: Abri a boca.
Maca: O quê? Quer que eu chupe sua buceta?
Nico: Come ela toda.
Macarena chupou a pica dele de um jeito gostoso, ele sentiu o calor da boca dela.
Nico: Ai, meu Deus, que gostosa.
Maca trocou de pau e agora tava com o do Dani na boca, mas mesmo fazendo essas trocas, nunca parava de bater uma pro outro.
Nico: Quero leite, não aguento mais.
Maca: Eu também, tô quase gozando, não para, Ale.
Ela tava chupando a pica do Dani quando de repente sentiu um tremor na mão e uma coisa quente bateu no rosto dela. Quando virou, percebeu na hora que o Nico tava gozando e abriu a boca pra receber toda a porra dentro dela.
Nico: Ahhhh.
Dani: Agora é minha vez.
Ela virou a cabeça e recebeu também a porra do Dani na boca, tinha engolido um pouco da anterior, mas ainda tinha bastante porra do Nico, e agora se juntou com a do Dani. A mistura de sabores era tão estranha quanto gostosa pra ela, embora talvez fosse pelo tesão que fez parecer deliciosa.
Maca: Vou gozar, não para, me dá mais, me dá mais.
Ale: Assim? Assim que você gosta?
Maca: Sim, me dá, me dá, me dá, por favor não para.
Ale tava fazendo um esforço sobre-humano pra segurar a gozada, mas não aguentava mais.
Maca: Ahh ahh assim assim siii…..
Acabou, por sorte a Ale tava segurando ela pelo quadril e pelo ombro, senão talvez ela tivesse caído de joelhos.
Ale: Aí vem meu gozo, vou gozar.
Maca: Fora, fora, goza fora de mim.
Ele puxou a pica rapidão e vários jatos acertaram tanto a bunda quanto as costas da vizinha. Quando conseguiu se recuperar, se levantou e com um dos dedos pegou um pouco de porra pra provar, e amou. Ale olhou pros amigos, fazendo um sinal sem que ela percebesse.
Ale: Beleza, a gente vai nessa.
Maca: Por quê? Já?
Nico: Sim, temos coisas pra fazer.
Maca: Fiquem aqui, por favor.
Dani: Não dá, a gente tem que vazar.
Maca: Fica aí, pelo menos um de vocês.
Ale: A gente tem que vazar tudo, Maca.
Maca: À noite, vocês querem vir? Podem?
Dani: A gente vê, pode ser.
Maca: Vamos fazer uma parada.
Ale: Que?
Maca: Quando eles forem embora, vou tomar um banho, mais tarde vou tentar convencê-los a virem me visitar.
Ale: Beleza, tenta aí, mas acho que a gente não vem não.
Maca: Eu sei que sim, eles não vão conseguir resistir. Tenho uma surpresinha.
Ale: Bom, vamos nos testar mais tarde então.
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