Dou aulas num instituto superior profissional. Tô acostumado a ver minas gostosas e faço esforço pra olhar os corpaços sem chamar atenção. Inverno é uma época que, por causa da roupa, não dá pra ver muito, mas uma mina bem feia me chamou a atenção pelas curvas. Peitos, bunda e pernas eram espetaculares. Com um pouco de seriedade, no fim da aula, fui até ela pedir ajuda pra levar um material de aula do meu escritório. Fui atrás dela olhando uma bunda gloriosa, coberta por uma calça branca que marcava uma calcinha escura de renda, bem enfiada na racha. Lindo. Acho que a mina sabia que eu tava olhando, ela tava nervosa. Chegamos no escritório, agradeci e pronto. Na sessão seguinte, minha menina tava de saia curta e meias até o joelho. Obviamente pedi ajuda de novo, e ela, parecendo que já esperava, foi mais gentil que da primeira vez. Um dos modelos de trabalho era uma maquete que, por ser frágil, fica guardada na primeira gaveta de cima do armário. Ela se ofereceu pra guardar... meu Deus... ela se abaixou, guardou a maquete e a bunda gloriosa ficou na altura do meu rosto, com uma calcinha de renda azul, minúscula, que mal cobria a bunda dela. Linda. O que ela não tinha de beleza no rosto, tinha na bunda. Me segurei até o semestre seguinte e pedi pra ela ser minha assistente. Esse foi o festival da calcinha, parecia que ela gostava de mostrar o corpo, procurava momentos pra deixar as pernas dela brilharem. Bem torneadas, depiladas, firmes, as pernas dela eram a melhor coisa que eu tinha visto em anos. Já tinha ativado meu plano em 5 passos. Passo 2, convidei ela pra um café, sempre apreciando o corpinho de menina gostosa. Passo 3, convidei ela pra almoçar. Passo 4, convidei ela pra jantar, nessa altura já falávamos de coisas mais íntimas, tipo que eu tava solteiro e ela confessou que tinha um namorado. Passo 5, convidei ela pra jantar na minha casa, naquela noite senti que ia pegar a passarada. Jantamos, enchi ela de vinho. E às 11 da noite já estávamos num sofá brincando com as mãos, perto da meia-noite, minha mão não aguentou e toquei, ela se joga pra trás, abre levemente as pernas e aí eu ataquei. Subo minha mão com suavidade e apalpo uma buceta grande e peluda. Os gemidos e suspiros dela indicavam que ela tava gostando. Minha mão ficou molhada. Enfiei um dedo na buceta dela e apalpei o clitóris. Ela levanta as pernas e abre. Desço do sofá e fico de joelhos, separo os lábios vaginais e chupo, meto minha língua. Ela geme forte. Não consigo olhar o rosto dela, é muito feia. Levanto pra me ajeitar e enterro meu pau ereto na buceta dela. "Mete na minha buceta, velho degenerado" ela fala várias vezes, percebo que ela gosta de falar putaria, me enterro, tiro, meto de novo, beijo os joelhos dela, depois os pés, tiro a blusa e chupo os peitos dela. Suga os mamilos escuros, duros, desço, beijo a buceta de novo, desço um centímetro e beijo o cu dela, sai um cheiro gostoso de merda, me sento no sofá e convido ela a sentar no meu pau. "Sim, papai, crava esse teu pedaço de carne dura no meu buraquinho de puta apertado". Ela abre as pernas, senta devagar até não sobrar mais carne do pau, tá completamente enterrado, ela grita, geme, fala putaria, insiste que adora dar o cu. "Isso é o que eu queria, professor, que me comessem bem gostoso". Ela dá várias sentadas, enterra o pau várias vezes e goza gritando. Peço pra ela me chupar, ela dá três chupadas e eu não aguentei, gozei e a feinha engoliu todo o meu leite. Era tão feia que eu tinha vergonha de ser visto com ela. Mesmo assim tive que andar com ela pelos corredores do Instituto, mas todos os homens olhavam pra ela, a minissaia curtíssima, as pernas bem feitas, chamavam atenção. Jaime, um colega de confiança, me disse: "tenho certeza que você tá pegando sua assistente, conta aí, como ela é". Ele insistiu tanto que eu contei, ele perguntou se teria chance se tentasse. Falei com ela. e disse pra ela que os professores eram loucos por ela, que ela era muito gostosa e que com aquele corpo podia ter vários amantes. Ela disse que não. Mas o destino tinha umas provas guardadas. Minha assistente precisava passar na matéria que o Jaime dava e não tava indo muito bem. Ele chamou ela no escritório, foi direto: "você não é muito boa em cálculo, mas se for na minha casa, posso te ensinar". A garota aceitou, mas exigiu que eu estivesse presente. A gostosa chegou com uma super minissaia justa de cetim verde, sem sutiã e com um tênis verde que combinava. Conversaram um pouco, e como eu também tava convidado, quando cheguei ela ficou mais relaxada. Beijei ela e falei que o Jaime sabia de tudo "entre nós". Nós abraçados e o Jaime esperando um sinal. Numa dessas, levantei pra ir ao banheiro e o Jaime toca ela, passa a mão na bunda dela e ela deixa, e ainda ri. Volto pra sala e vejo eles se beijando, com o Jaime com a mão enfiada na racha dela. Meu amigo propõe ir pro quarto enquanto beija ela, eu toco ela e puxo o vestido de cetim pra baixo. Uma calcinha fio-dental linda, com a bunda toda aparecendo. Os peitos dela foram devorados pelo Jaime. Deitamos ela e eu fui saborear a buceta da garota. Todos já tarados, começamos a penetrar. O Jaime deitado, a garota monta em cima dele cavalgando com a boceta dele. Eu me agacho e toco o cu dela, um asterisco delicioso com cheiro de bosta. Eu tava muito duro, então causei um pouco de dor quando meu pau penetrou completamente o cu dela. Me segurei na cintura dela e comi sem parar, enquanto ela dizia: "seus velhos fodidos, metem o pau até o fundo, quero me sentir bem fodida". Passei por cima do Jaime e o pau dele saiu da boceta dela. Era rosadinha, peluda e muito suculenta. Continuei comendo a garota, dessa vez de quatro. Ela se inclina e, enquanto eu como o cu dela, ela chupa o pau do Jaime. Ela grita, ofega: "quero mais pau, duro, isso, bem duro que eu quero, depravados". O Jaime goza e ela engole. Eu continuo comendo ela e gozamos juntos. Foi espetacular. ver como o leite escorria pela perna dela e pela boca. Eu e meu amigo passamos 4 meses comendo a feia, até que ela nos largou porque começou a sair com um colega.
2 comentários - 2 professores e 1 aluna gostosa