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Quinta-feira, 5 da tarde, volto do trampo todo fudido, o metrô e o ônibus acabaram de quebrar minha cabeça. Chego em casa e suspiro fechando os olhos, com minha mulher a gente vem tendo muitos atritos, o relacionamento se desgasta um pouco mais a cada dia, cada dia uma briga nova. Abro a porta e estão minha filha Martina e a melhor amiga dela, Florencia, sentadas no sofá com o olhar perdido. "Oi, meninas." Me aproximo pra dar um beijo nelas, mas elas me olham com cara de "me ajuda, pai". Martina só fala "Oi, pai..." e Flor só me olha enquanto arruma o cabelo. Pelo olhar delas e pela energia da Martu, já sabia que ela tava passando por isso, o de sempre. Escuto minha mulher gritando, ela vem soltando fogo e me vê: "Ah, chegou o que faltava", com um tom que me tirava do sério. "Laura, amor... acabei de chegar do trampo, você não sabe como eu tô todo fudido, por favor." Já sem saco pra discutir, mas ela continua gritando, jogando tudo na minha cara. Eu me mato de trabalhar todo dia, mas ela nunca agradece. Só me resta cortar o barato dela. As pobres gurias estavam lá, constrangidas, não queria que minha filha passasse por um momento ruim na frente da amiga. "Olha, Lauri, a verdade é que não tô a fim de ficar nos gritos, minha cabeça tá explodindo. Além disso, as meninas estão aqui, você não vê o que faz na frente da sua filha? E essa pobre da Flor? Não vou seguir esse seu show, não enche o saco."
Vou pra cozinha, vejo que Florencia me olha de canto enquanto sorri. Preparo um chimarrão e vou pro quarto, tudo tava um pouco mais calmo, minha mulher tinha ido pro quintal fumar um cigarro pra aliviar a tensão. Ligo a TV enquanto tomo uns mates e penso na minha vida e no que tá rolando comigo. Olhando o jornal e depois de uns mates, o cansaço tava me vencendo, tava todo fudido. Deixo o chimarrão na mesa de cabeceira e me deito um pouco, e acabo dormindo na hora. Não sei se passaram horas ou minutos, mas... Começo a sentir movimentos no quarto, achei que era a Laura até sentir um peso caindo sobre minhas pernas e umas mãos agarrando forte minhas coxas. Acordo em alerta.
Abro os olhos e vejo a Florencia, a amiga da minha filha, de joelhos entre minhas pernas. Quando ela me vê acordar assustado, se assusta um pouco, mas logo morde os lábios e ri, colocando um dedo nos lábios.
- Oi... te assustei? Me desculpa.
- Flor? O que cê tá fazendo, magrinha? O que é isso? -- completamente confuso, com o coração batendo a mil.
- Kkkkk é que não gosto do jeito que aquela mulher malvada te trata. Te humilhar na nossa frente, não gosto que te tratem assim -- ela sorri enquanto acaricia minhas pernas.
Eu tava muito sonolento e não entendia o que tava rolando, não conseguia processar toda a informação da amiga da minha filha em cima de mim, flertando. Cadê minha família?
- E a Martina e minha mulher, cadê elas? E se te veem? Isso é loucura.
- Shhh, vão nos ouvir, fala baixinho -- ela coloca o dedo na minha boca e olha assustada -- kkkkk mentira, bobo. Elas saíram porque a Laura tava muito nervosa e precisava dar uma volta. A Martina foi com ela, e eu fiquei sozinha cuidando da casinha.
Eu agarrei minha cabeça sem acreditar no que tava rolando. Que porra é essa? Uma armadilha da Laura ou o que? A mina tava me deixando louco, nada parecia real. Ela começa a passar a mão nas minhas pernas, subindo até minha pica enquanto me olhava nos olhos com cara de "me dá essa pica".
— Você tá tão tenso... — ela fala, suspirando, e sobe a mão, acariciando minha pica por cima da calça, que vai endurecendo aos poucos — Se me deixasse te ajudar um pouco... Sabe, Dieguito, sempre te achei tão lindo e forte, às vezes vinha aqui só pra te ver e fantasiar comigo em cima de você, me segurando forte em você.
— F-Flor, acho que você tá... se enganando... Eu-eu — Não conseguia falar, as palavras não saíam de tanto nervoso e da tesão que essa mina tava me dando.
Ela me olha enquanto massageia minha pica, que já tava duríssima por cima da calça. Ela ri e morde o lábio.
— Olha como você tá estressado... tão tenso... Essa mulher te faz tão mal, te tratando assim na minha frente. O que eu não daria pra tirar essa pica e lamber devagar, sentindo ela pulsar. Eu enfiaria ela de pouquinho na minha boquinha enquanto te olho nos olhos. Engoliria até o fundo, todinha, deixando ela cheia da minha baba. Depois descia até suas bolas, passaria minha linguinha cheia de saliva, pegava elas e enfiava na minha boquinha pequenininha, massageando com minha língua. Pra depois enfiar de novo toda sua pica durinha e chupar até engolir toda sua porra — Ela faz uma carinha de puta desesperada.
Eu tava suando igual um porco, a pica quase saindo da minha calça. Essa filha da puta me deixou maluco. Minha mulher não quer transar comigo há meses, e essa mina sobe em cima de mim e fala tudo isso. Não aguentei mais, caí de vez na tentação.
— Que filha da puta você é... chupa ela, vai, mas se ouvir qualquer coisa, a gente sai correndo, senão vão nos matar.
Ela dá um pulo de felicidade, passa a língua nos lábios enquanto começa a prender o cabelo. A mina era doida de verdade, eu completamente nervoso, ela coloca a mão no meu pau apertando, já tava durasso.
- Não vai se arrepender, papai - Ela se abaixa e começa a beijar por cima da calça.
- Que filha da puta que você é.
- Demais!
Ela me olha e se aproxima, a gente começa a se beijar de língua, tava quente pra caralho, trocando saliva. Coloco minhas mãos na bunda dela, aperto enquanto a gente se beija, bunda tão gostosa e firme. Minha mulher não quer nem me ver e agora tenho essa mina do caralho em cima de mim. Afasto a cabeça dela e, olhando nos olhos brilhantes, falo:
- Chupa ele, chupa tudo, me enlouquece, mina. Faz tudo aquilo que você me falou.
Ela só balança a cabeça com carinha de puta desesperada.
Meu pauzão duro vai pra cima batendo na cara dela, ela se assusta e ri.
- Eu sabia... sabia que você tinha ele assim grande --Ela morde os lábios e pega no meu pau com as mãos macias dela, que ficam meladas com a porra que já tava vazando de tanta preliminar dessa mina-- Adoro, Diego, adoro esse seu pau todo --Ela aproxima o rosto e mede ele com a cabeça, com aquela carinha de quem manda no pau. Meu pau pulsava, eu não aguentava mais. Ela me dá dois beijos no pau-- Posso chupar ele, papai?
- Vai, mina, chupa ele inteiro que não aguento mais, sua filha da puta.
Ela ri e enfia meu pau na boca. Um arrepio subiu pela minha espinha, ela cobrindo todo o meu pau com a boca, chupando todo o suco que tinha, a boca apertada e quentinha, a língua acariciando meu pau de baixo pra cima. Ela me olhava enquanto gemia, eu mordendo todos os lábios, apertando os lençóis. Ela tava desesperada, nunca me chuparam assim, suor frio escorria pela minha testa. Ela tira da boca com a baba dela e meu gozo escorrendo pelos lábios dela.
— Você adora, né?
— Você é doente, garota, é uma bestialidade.
Ela cospe na cabeça do meu pau e passa a língua por todo o tronco, descendo até minhas bolas. Chupou minhas bolas, enfiava uma, depois enfiava a outra cheia de baba, arrepios e cócegas subiam pelo meu corpo. Coloquei minha mão na cabeça dela, apertando o cabelo. Ela começou a subir enquanto passava a língua, me olha com a língua pra fora, cheia de gozo e saliva, engole tudo.
— Sua mulher faz tudo isso pra você como eu faço? — Ela diz, ofegante.
— Minha mulher?... Minha mulher não quer nem transar comigo... a filha da puta...
— Com o gostoso que você é, eu seria seu brinquedo sexual todo dia, meu amor! Viveria só pra você me comer todo dia.
Ela enfia meu pau de novo, enfia até o fundo. Sinto a cabeça entrando na garganta apertada dela, que se fecha em volta do meu pau. Ela me encara enquanto segura meu pau lá dentro, lágrimas começam a escorrer dos olhos dela. Ela tira e começa a tossir toda a saliva.
- Calma, gata, vai se machucar! - Tento segurá-la, ela tira minha mão e se joga de novo em cima do meu pau, desesperada.
Ela começou a me chupar mais rápido. Os lábios gordos e macios dela envolviam meu pau, a língua se movia em volta dele. Todo o estresse e a dor de cabeça sumiram, esqueci todos os meus problemas. Talvez eu devesse arrumar uma mina e parar de perder tempo com a gorda insuportável da minha mulher.
Me animo a ir más lejos e seguro ela pela cabeça. Flor levanta o olhar com os olhos brilhando de lágrimas e balança a cabeça com uma carinha de "Sim, por favor". Aperto ela forte e começo a mexer meus quadris. Sinto minha cabeça batendo na garganta dela, ela solta meu pau e se agarra nos lençóis enquanto me olha, vesga os olhos, aperta a boca com força contra meu pau. Ela gemia alto, as bochechas inchavam, a saliva escapava dos lábios escorrendo pela minha perna toda. Empurro a cabeça dela para fora. Ela respira ofegante, toda suada, quase sem conseguir falar, me olha.
- Te amo... te... te amo demais...
Enfio o pau de volta de uma vez, ela revira os olhos, aperta os lábios e a língua, eu meto bem rápido. Começo a sentir cãibras nas pernas que sobem muito tensas, solto um grunhido.
- Aaah, caralho... puta que...
Empurro a cabeça dela para cima tentando tirar meu pau, mas ela franze a testa e balança a cabeça que não, empurra a cabeça para baixo. Um arrepio forte sobe pelo meu corpo que se tensiona ao máximo, só fecho os olhos quando explodo por completo. Jatos e jatos de porra voaram para a garganta dela, ela gemia, dava pra sentir ela fazendo força pra engolir toda minha porra, minhas mãos se renderam e até tive cãibras nas pernas. Nunca senti algo assim. Ela continuou chupando devagar até engolir o último gole, tirou o pau da boca "pop" se ouviu.
Ela chupa os próprios dedos e me olha ofegante. Eu respirava pela boca, todo suado, como se tivesse corrido uma maratona.
- Diego, isso foi incrível! E ainda por cima tô super molhadinha pra continuar. - Ela deita em cima de mim e quer me beijar, mas eu seguro ela pelos ombros e afasto.
- Não, não... as meninas já devem estar chegando... - Ela fica decepcionada e se afasta. - Flor... valeu, tirou todo o estresse que eu tava, tu transa igual uma louca.
- Sim, mas Diego, fiquei com vontade de continuar provando teu pauzão, tô com a buceta toda inchadinha.
- Eu também tô morrendo de vontade de te dar, mas pensa se as meninas vêm, melhor não arriscar. Vai lá se lavar, se abrir a primeira gaveta do armário, minha mulher guarda a maquiagem dela ali. Eu também vou tomar um banho. E se quiser... outro dia a gente continua, tá?
Ela sorri: "Claro que quero, papai!" A gente se dá um último beijo e vai se arrumar pra ninguém desconfiar de nada.
Quinta-feira, 5 da tarde, volto do trampo todo fudido, o metrô e o ônibus acabaram de quebrar minha cabeça. Chego em casa e suspiro fechando os olhos, com minha mulher a gente vem tendo muitos atritos, o relacionamento se desgasta um pouco mais a cada dia, cada dia uma briga nova. Abro a porta e estão minha filha Martina e a melhor amiga dela, Florencia, sentadas no sofá com o olhar perdido. "Oi, meninas." Me aproximo pra dar um beijo nelas, mas elas me olham com cara de "me ajuda, pai". Martina só fala "Oi, pai..." e Flor só me olha enquanto arruma o cabelo. Pelo olhar delas e pela energia da Martu, já sabia que ela tava passando por isso, o de sempre. Escuto minha mulher gritando, ela vem soltando fogo e me vê: "Ah, chegou o que faltava", com um tom que me tirava do sério. "Laura, amor... acabei de chegar do trampo, você não sabe como eu tô todo fudido, por favor." Já sem saco pra discutir, mas ela continua gritando, jogando tudo na minha cara. Eu me mato de trabalhar todo dia, mas ela nunca agradece. Só me resta cortar o barato dela. As pobres gurias estavam lá, constrangidas, não queria que minha filha passasse por um momento ruim na frente da amiga. "Olha, Lauri, a verdade é que não tô a fim de ficar nos gritos, minha cabeça tá explodindo. Além disso, as meninas estão aqui, você não vê o que faz na frente da sua filha? E essa pobre da Flor? Não vou seguir esse seu show, não enche o saco."
Vou pra cozinha, vejo que Florencia me olha de canto enquanto sorri. Preparo um chimarrão e vou pro quarto, tudo tava um pouco mais calmo, minha mulher tinha ido pro quintal fumar um cigarro pra aliviar a tensão. Ligo a TV enquanto tomo uns mates e penso na minha vida e no que tá rolando comigo. Olhando o jornal e depois de uns mates, o cansaço tava me vencendo, tava todo fudido. Deixo o chimarrão na mesa de cabeceira e me deito um pouco, e acabo dormindo na hora. Não sei se passaram horas ou minutos, mas... Começo a sentir movimentos no quarto, achei que era a Laura até sentir um peso caindo sobre minhas pernas e umas mãos agarrando forte minhas coxas. Acordo em alerta.
Abro os olhos e vejo a Florencia, a amiga da minha filha, de joelhos entre minhas pernas. Quando ela me vê acordar assustado, se assusta um pouco, mas logo morde os lábios e ri, colocando um dedo nos lábios.- Oi... te assustei? Me desculpa.
- Flor? O que cê tá fazendo, magrinha? O que é isso? -- completamente confuso, com o coração batendo a mil.
- Kkkkk é que não gosto do jeito que aquela mulher malvada te trata. Te humilhar na nossa frente, não gosto que te tratem assim -- ela sorri enquanto acaricia minhas pernas.
Eu tava muito sonolento e não entendia o que tava rolando, não conseguia processar toda a informação da amiga da minha filha em cima de mim, flertando. Cadê minha família?
- E a Martina e minha mulher, cadê elas? E se te veem? Isso é loucura.
- Shhh, vão nos ouvir, fala baixinho -- ela coloca o dedo na minha boca e olha assustada -- kkkkk mentira, bobo. Elas saíram porque a Laura tava muito nervosa e precisava dar uma volta. A Martina foi com ela, e eu fiquei sozinha cuidando da casinha.
Eu agarrei minha cabeça sem acreditar no que tava rolando. Que porra é essa? Uma armadilha da Laura ou o que? A mina tava me deixando louco, nada parecia real. Ela começa a passar a mão nas minhas pernas, subindo até minha pica enquanto me olhava nos olhos com cara de "me dá essa pica".— Você tá tão tenso... — ela fala, suspirando, e sobe a mão, acariciando minha pica por cima da calça, que vai endurecendo aos poucos — Se me deixasse te ajudar um pouco... Sabe, Dieguito, sempre te achei tão lindo e forte, às vezes vinha aqui só pra te ver e fantasiar comigo em cima de você, me segurando forte em você.
— F-Flor, acho que você tá... se enganando... Eu-eu — Não conseguia falar, as palavras não saíam de tanto nervoso e da tesão que essa mina tava me dando.
Ela me olha enquanto massageia minha pica, que já tava duríssima por cima da calça. Ela ri e morde o lábio.
— Olha como você tá estressado... tão tenso... Essa mulher te faz tão mal, te tratando assim na minha frente. O que eu não daria pra tirar essa pica e lamber devagar, sentindo ela pulsar. Eu enfiaria ela de pouquinho na minha boquinha enquanto te olho nos olhos. Engoliria até o fundo, todinha, deixando ela cheia da minha baba. Depois descia até suas bolas, passaria minha linguinha cheia de saliva, pegava elas e enfiava na minha boquinha pequenininha, massageando com minha língua. Pra depois enfiar de novo toda sua pica durinha e chupar até engolir toda sua porra — Ela faz uma carinha de puta desesperada.
Eu tava suando igual um porco, a pica quase saindo da minha calça. Essa filha da puta me deixou maluco. Minha mulher não quer transar comigo há meses, e essa mina sobe em cima de mim e fala tudo isso. Não aguentei mais, caí de vez na tentação.
— Que filha da puta você é... chupa ela, vai, mas se ouvir qualquer coisa, a gente sai correndo, senão vão nos matar.
Ela dá um pulo de felicidade, passa a língua nos lábios enquanto começa a prender o cabelo. A mina era doida de verdade, eu completamente nervoso, ela coloca a mão no meu pau apertando, já tava durasso.- Não vai se arrepender, papai - Ela se abaixa e começa a beijar por cima da calça.
- Que filha da puta que você é.
- Demais!
Ela me olha e se aproxima, a gente começa a se beijar de língua, tava quente pra caralho, trocando saliva. Coloco minhas mãos na bunda dela, aperto enquanto a gente se beija, bunda tão gostosa e firme. Minha mulher não quer nem me ver e agora tenho essa mina do caralho em cima de mim. Afasto a cabeça dela e, olhando nos olhos brilhantes, falo:
- Chupa ele, chupa tudo, me enlouquece, mina. Faz tudo aquilo que você me falou.
Ela só balança a cabeça com carinha de puta desesperada.
Meu pauzão duro vai pra cima batendo na cara dela, ela se assusta e ri.- Eu sabia... sabia que você tinha ele assim grande --Ela morde os lábios e pega no meu pau com as mãos macias dela, que ficam meladas com a porra que já tava vazando de tanta preliminar dessa mina-- Adoro, Diego, adoro esse seu pau todo --Ela aproxima o rosto e mede ele com a cabeça, com aquela carinha de quem manda no pau. Meu pau pulsava, eu não aguentava mais. Ela me dá dois beijos no pau-- Posso chupar ele, papai?
- Vai, mina, chupa ele inteiro que não aguento mais, sua filha da puta.
Ela ri e enfia meu pau na boca. Um arrepio subiu pela minha espinha, ela cobrindo todo o meu pau com a boca, chupando todo o suco que tinha, a boca apertada e quentinha, a língua acariciando meu pau de baixo pra cima. Ela me olhava enquanto gemia, eu mordendo todos os lábios, apertando os lençóis. Ela tava desesperada, nunca me chuparam assim, suor frio escorria pela minha testa. Ela tira da boca com a baba dela e meu gozo escorrendo pelos lábios dela.— Você adora, né?
— Você é doente, garota, é uma bestialidade.
Ela cospe na cabeça do meu pau e passa a língua por todo o tronco, descendo até minhas bolas. Chupou minhas bolas, enfiava uma, depois enfiava a outra cheia de baba, arrepios e cócegas subiam pelo meu corpo. Coloquei minha mão na cabeça dela, apertando o cabelo. Ela começou a subir enquanto passava a língua, me olha com a língua pra fora, cheia de gozo e saliva, engole tudo.
— Sua mulher faz tudo isso pra você como eu faço? — Ela diz, ofegante.
— Minha mulher?... Minha mulher não quer nem transar comigo... a filha da puta...
— Com o gostoso que você é, eu seria seu brinquedo sexual todo dia, meu amor! Viveria só pra você me comer todo dia.
Ela enfia meu pau de novo, enfia até o fundo. Sinto a cabeça entrando na garganta apertada dela, que se fecha em volta do meu pau. Ela me encara enquanto segura meu pau lá dentro, lágrimas começam a escorrer dos olhos dela. Ela tira e começa a tossir toda a saliva.- Calma, gata, vai se machucar! - Tento segurá-la, ela tira minha mão e se joga de novo em cima do meu pau, desesperada.
Ela começou a me chupar mais rápido. Os lábios gordos e macios dela envolviam meu pau, a língua se movia em volta dele. Todo o estresse e a dor de cabeça sumiram, esqueci todos os meus problemas. Talvez eu devesse arrumar uma mina e parar de perder tempo com a gorda insuportável da minha mulher.
Me animo a ir más lejos e seguro ela pela cabeça. Flor levanta o olhar com os olhos brilhando de lágrimas e balança a cabeça com uma carinha de "Sim, por favor". Aperto ela forte e começo a mexer meus quadris. Sinto minha cabeça batendo na garganta dela, ela solta meu pau e se agarra nos lençóis enquanto me olha, vesga os olhos, aperta a boca com força contra meu pau. Ela gemia alto, as bochechas inchavam, a saliva escapava dos lábios escorrendo pela minha perna toda. Empurro a cabeça dela para fora. Ela respira ofegante, toda suada, quase sem conseguir falar, me olha.- Te amo... te... te amo demais...
Enfio o pau de volta de uma vez, ela revira os olhos, aperta os lábios e a língua, eu meto bem rápido. Começo a sentir cãibras nas pernas que sobem muito tensas, solto um grunhido.
- Aaah, caralho... puta que...
Empurro a cabeça dela para cima tentando tirar meu pau, mas ela franze a testa e balança a cabeça que não, empurra a cabeça para baixo. Um arrepio forte sobe pelo meu corpo que se tensiona ao máximo, só fecho os olhos quando explodo por completo. Jatos e jatos de porra voaram para a garganta dela, ela gemia, dava pra sentir ela fazendo força pra engolir toda minha porra, minhas mãos se renderam e até tive cãibras nas pernas. Nunca senti algo assim. Ela continuou chupando devagar até engolir o último gole, tirou o pau da boca "pop" se ouviu.
Ela chupa os próprios dedos e me olha ofegante. Eu respirava pela boca, todo suado, como se tivesse corrido uma maratona.- Diego, isso foi incrível! E ainda por cima tô super molhadinha pra continuar. - Ela deita em cima de mim e quer me beijar, mas eu seguro ela pelos ombros e afasto.
- Não, não... as meninas já devem estar chegando... - Ela fica decepcionada e se afasta. - Flor... valeu, tirou todo o estresse que eu tava, tu transa igual uma louca.
- Sim, mas Diego, fiquei com vontade de continuar provando teu pauzão, tô com a buceta toda inchadinha.
- Eu também tô morrendo de vontade de te dar, mas pensa se as meninas vêm, melhor não arriscar. Vai lá se lavar, se abrir a primeira gaveta do armário, minha mulher guarda a maquiagem dela ali. Eu também vou tomar um banho. E se quiser... outro dia a gente continua, tá?
Ela sorri: "Claro que quero, papai!" A gente se dá um último beijo e vai se arrumar pra ninguém desconfiar de nada.
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