Fodo o segurança

Fala, galera! Trouxe mais uma das minhas aventuras no modo putinha kkkkkk. Pra quem não sabe, sou uma travesti do armário do México. Então, bora lá.

Um dia, tive a ideia de sair vestida de novo na rua. Não tinha muitas saídas montada, na real essa seria a terceira vez. Já tinha até uma peruca loira, mas só a ideia na cabeça, sem coragem. E, mais que tudo, não sabia onde ir, um lugar sem muita gente pra sentir aquela adrenalina. Enfim, os dias passaram e, num belo dia, sexta-feira pra ser exato, vi uma postagem de um amigo sobre subir o morro (colina), um lugar onde a galera jovem costumava subir de dia. Era uma rota cheia de corredores e ciclistas, mas bem arborizada. De noite ou já no fim da tarde, quase ninguém subia. Então pensei: "Por que não?".

Aí pensei: sábado, minha mãe ia trabalhar de noite e minha tia, que mora com a gente, ia passar o fim de semana fora. Decidi que subiria no fim da tarde. Chegou sábado, meio-dia, minha tia saiu e eu já tava ansiosa, o tempo passava muito devagar, não via a hora chegar. Minha mãe, umas 4 da tarde, se despediu e saiu de casa. Vendo a oportunidade, corri pra tomar banho e passar creme no corpo. A vantagem é que sou lisinha, não tenho pelos corporais. Aí, enfiei na mochila um vestido preto bem justinho e bem curto da minha tia, umas sandálias altas azuis abertas e minha peruca. Eu já tava de fio dental azul e meia-calça preta até a coxa. Pensei em colocar um sutiã, mas melhor não. Coloquei um moletom, um tênis e meu casaco. Já eram 7 da noite, então saí de casa, peguei minha bike e fui devagar, fazendo hora. Ainda passei numa loja pra comprar água e um salgadinho kkkkkk.

Cheguei no morro e subi. Entrei na área arborizada umas 9 da noite. Escondi minha bike perto de uma árvore com muito mato alto. Ali, tirei o moletom e o casaco, coloquei o vestido. Uff, ficou super justo e curto demais, tanto que Se dava pra ver um pouco minha bunda, coloquei minha peruca e os saltos e saí pra caminhar um pouco. Sentia o vento nas minhas pernas, aquele roçar das meias na minha pele e, uff, sentia medo e um tesão no máximo. Assim, caminhei uns 5 minutos quando ia chegar numa área onde tem uns brinquedos e aparelhos de exercício, quando ouvi umas vozes. Entrei em pânico e me escondi nuns arbustos. De lá, consegui ver vários caras e minas que estavam bebendo e conversando. Foi aí que me deu medo e voltei, mas pela área de mata, pensando que se fosse pelo caminho principal podia encontrar mais alguém. Foi quando cheguei num tipo de prédio, parecia vazio, dentro tinham aquelas antenas que ficam para sinal de telefone ou rádio, parecia abandonado. Então contornei pra continuar andando quando ouvi barulho e me escondi. Tava lá quando ouvi "oi", me assustei, senti o sangue subir, paralisei, não me mexi, não quis virar. "Oi, amiga, você tá bem?" ouvi de novo. Virei e só disse "sim" com a cabeça. Levantei e ele me disse: "Amiga, calma, sou o guarda de segurança das instalações. Você tá bem? Alguém te seguindo?" Não sei se foi por medo, ansiedade ou adrenalina, falei: "É que eu ia pro parque, mas me assustei porque tinha muitos caras bebendo lá em cima." Aí acho que ele percebeu que eu não era menina, kkkk. "Amiga", ele disse, "acho que você não é amiga, não, é amigo. Desculpa, te confundi, é que você parece mesmo uma mina com esse vestido, me empolguei, kkkk. Ei, quer esperar até eles irem embora? Passa perigo por aqui, sobe muito viciado." Então aceitei. Ele abriu a porta e entrei na guarita dele, meio grande, com uma cama e uma cozinha pequena. Foi aí que vi ele: um senhor de uns 30, bem bonito, corpo semi atlético, não era gato, mas dava pro gasto, kkkk. "Oi, sou Oscar", ele disse. "Prazer, me chama de Sara", falei. "Ok", ele disse. No fim, tivemos uma conversinha, ele era divorciado, tinha um filho e tal, e não tinha intenção de fazer nada comigo. Mas eu ali, vestida com meias e vestido, fiquei... tesão, então falei pra ele: "ei, e você, o que acha das travestis ou transexuais? Ou melhor, o que acha de mim? Será que pareço uma garota com isso?" Ele respondeu: "sim, muito gostosa". Na real, me aproximei dele e falei: "quero te agradecer". Cheguei perto dos lábios dele, suspirei e beijei. Quando ele respondeu aquele beijo, pensei: "já era". Nos beijamos com muita safadeza, enquanto ele começou a agarrar minhas nádegas, massageava deliciosamente. Levantou o vestido e continuou agarrando minha bunda. Me afastei dele, me ajoelhei na frente dele, desabotoei a calça dele, baixei a cueca e saiu bem ereto, uma pica bem dura e firme, depilada, uns 20 cm. Não pensei duas vezes, levei à boca pra começar a chupar aquela rola. Ele começou a gemer e falar: "uufff, você é toda uma menina mesmo, ufff, que puta você é". Fiquei ainda mais tesão e chupei até o fundo da garganta, umas 10 minutos. Levantei, ele falou: "puta, deixa eu tirar isso". Tirou meu vestido, fiquei só de meia calça, fio dental e salto. Me levou pra cama que tinha, me colocou de quatro, deixou minha bunda na frente dele, abriu e começou a meter os dedos e chupar meu cu. Ufff, senti um prazer gostoso demais, fiquei mais molhada e não consegui evitar gemer como uma puta e falar: "sim, papai, ufff, se satisfaz, aqui tem essa puta pra você, papai". E ele continuava metendo dedos e língua. Levantou, tirou meu fio dental e colocou uma camisinha. Me colocou de novo de quatro e, sem dizer nada, meteu tudo sem piedade. Eu só gritei de prazer. Ele só falou: "isso, puta, as vadias só gritam". E começou a meter e tirar a pica gigante dele, estava comendo meu cu. Eu gemia e ele falava coisas tipo: "puta, você é uma delícia". Não sei quanto tempo passou, ele tirou a pica, me virou, fiquei deitada na cama, subiu meus pés nos ombros dele e meteu a pica de novo. Eu tive uma pequena ereção no meu mini pau, ele viu e começou a me masturbar. Com duas punhetas, não sei se foi porque estava muito excitada, gozei muito leite e gemi mais. Ele me viu e soltou: "uufff, puta, que leitosa você é, isso me deixa com mais tesão". E começou a meter a pica dele. dentro de mim mais selvagemente. Depois me colocou de pé, me encostou na parede e continuou me comendo, meu cu, eu me senti toda uma puta. Depois ele disse: "já vou gozar, puta", eu falei: "goza na minha cara, por favor". Ele tirou o pau, removeu a camisinha, eu me ajoelhei e masturbei ele até ele gozar na minha cara. Todo o sêmen dele caiu no meu rosto, nos meus lábios, ufff, que delícia. Levantei, ele perguntou onde era o banheiro pra me limpar. Me troquei de novo com o vestido e ele se ofereceu pra me deixar em casa no carro dele. Então passamos na minha bicicleta e minha mochila. Já no carro, coloquei de novo minha calça e meu tênis. Pedi pra ele me deixar umas três ruas antes da minha casa, ele aceitou e se despediu com um beijo. Desci do carro e fui pra casa. Já era uma da manhã, então cheguei, me despi toda e, assim nua, me deitei bem satisfeita com a foda e dormi. No outro dia, tomei banho antes da minha mãe chegar, deixei tudo no lugar, tomei café da manhã e nada aconteceu aqui, jijijiji. Espero que tenha gostado... desculpem os erros de ortografia, tomara que eu possa postar mais relatos. Adoro compartilhar minhas aventuras e perversidades, jijijiji. Até logo.

1 comentários - Fodo o segurança

Linda noite. Valeu por compartilhar.
Valeu, gostoso, tenha um bom dia e de nada