Primeiros passos com Elena e Dani 12

https://www.poringa.net/posts/relatos/6390198/Primeros-pasos-con-Elena-y-Dani-11.htmlA tensão na mesa do bar do Cordón era tão sufocante que o ar parecia vibrar. Dani olhava para Elena e Lorena com os olhos acesos, completamente tomado pelo tesão da confissão que acabara de ouvir. Lorena, ainda meio corada pelo furo, deu um gole longo no copo tentando recuperar a pose, enquanto Elena ajeitava o cabelo com dedos trêmulos.
Dani quebrou o silêncio com um sorriso lento, apoiando as mãos na mesa.
— Ó, aqui a música tá alta e tão olhando estranho pra gente — disse, baixando a voz com uma cumplicidade brutal—. A Elena e eu temos umas garrafas de fernet em casa. Que tal a gente continuar lá, de boa e sem testemunha?
Ninguém hesitou. Pagamos a conta às pressas e saímos na rua fria de Montevidéu. No trajeto de táxi quase não se falou, mas as mãos jogaram o próprio jogo na penumbra do banco de trás. O álcool que já tínhamos no corpo e a adrenalina de saber onde a noite ia acabar nos deixaram os quatro flutuando numa nuvem de pura expectativa.
Chegamos no apartamento e a sala nos recebeu na penumbra, com as lembranças flutuando em cada canto. Dani serviu uma rodada forte de fernet em copos grandes com bastante gelo. Sentamos todos no tapete, em volta da mesinha de centro, quebrando qualquer distância formal. Já estávamos bem altos, soltos e com o riso fácil, mas com os olhares fixos no que realmente importava.
Lorena, fiel ao seu estilo desafiador e barulhento, largou o copo no chão e nos encarou.
— Bom, já que tamo aqui e sabemos de todos os truques... que tal a gente jogar verdade ou desafio? — propôs com uma sobrancelha levantada—. Pesado, nada de merda de colégio.
— Tô dentro — pulou Dani na hora, sentando bem perto de Elena e passando um braço pelos ombros dela.
O primeiro desafio foi proposto por Lorena, que com um sorriso safado cravou os olhos em Elena.
— Eleninha... te desafio a me dar um beijo de língua, bem profundo. como aquele que a gente deu no quarto no outro dia.
Elena, com os olhos verdes brilhando pelo fernet, não hesitou. Se inclinou pra frente e foi direto na boca de Lorena. O contraste entre o corpinho miúdo da Elena e a atitude mais agressiva da Lore acendeu o clima num segundo. Dani olhava sem piscar, respirando cada vez mais ofegante.

O jogo foi escalando rápido. Os desafios de tirar roupa não demoraram a chegar. Em duas rodadas, eu já tava pelado, mostrando minha estrutura grande e robusta. As minhas ficaram de regata, deixando adivinhar as curvas que enlouqueciam a gente.

Aí veio a primeira verdade pesada. Lorena me encarou e depois virou o olhar pro Dani.

— Dani, é sua vez de verdade — disparou Lore com uma voz que já carregava a putaria do álcool —. Sabendo de tudo que rolou, e com o gordão aqui pelado... você teria vontade de ver de novo como ele mete na Elena na sua frente?

Dani ficou em silêncio por um segundo. Olhou pra namorada, lembrou da porra que ainda parecia marcar a sala da outra vez, e respondeu com uma segurança que arrepiou a pele de todo mundo:

— Não só na Elena, Lore. Tô morrendo de vontade de ver como ele come as duas juntas aqui mesmo, no tapete. Quero ver como ele arrebenta a buceta de vocês duas enquanto eu bato uma do lado.

Essa resposta foi o estopim que apagou o jogo e acendeu o fogo de vez. Não teve mais rodada nem pergunta. Lorena tirou a regata de uma vez, mostrando as costas magras e aquela raba que era a marca registrada dela, e se jogou em cima de mim, devorando minha boca. Elena, completamente solta pelas palavras do namorado, se ajoelhou na minha frente e começou a puxar minha calça com uma desesperação selvagem.

Meu pau pulou livre, duríssimo e cheio de veias, direto nos olhos das duas. Elena entrou na brincadeira na hora: elas se revezavam pra chupar ele, babando tudo e fazendo barulhos molhados que enchiam a sala silenciosa. Dani se acomodou no sofá, abriu a calça e puxou o pau dele, começando a se masturbar num ritmo frenético, com os olhos fixos na cena.
—Gordo... coloca a gente de quatro... as duas —implorou Lorena, ofegante enquanto limpava a saliva dos lábios.
Eu as acomodei uma do lado da outra no tapete, de costas pro Dani, pra ele ter a visão perfeita das bundinhas delas se mexendo. Peguei a Elena pela cintura, sentindo o metro e sessenta dela tremer de entrega, e meti tudo de uma vez só. Elena soltou um grito abafado que ecoou nas paredes.
—Isso, assim...! Olha, Dani, como ele tá metendo em mim...! —gemeu ela, procurando o olhar do namorado.
Dani respirava que nem um bicho, batendo uma com força no pau, fascinado pelo vai e vem das minhas mãos grandes batendo nas nádegas duras da Elena. Depois de uns minutos intensos, tirei meu pau escorrendo de tesão e passei pro lado, afundando de vez na Lorena. Lore era puro fogo; jogava a cabeça pra trás, pedia pra eu arrebentar ela sem dó e gemia o nome do Dani e o meu alternado, completamente possuída pela loucura do menage.
A sala cheirava a sexo puro, a fernet e suor compartilhado. Troquei a posição delas, fazendo cada uma montar por vez enquanto a outra lambia minhas bolas ou se beijavam na frente do Dani. Quando senti que não aguentava mais, coloquei as duas de barriga pra cima, com as pernas abertas de tudo que é jeito.
— Dá a gozada pra nós duas —suplicou Lorena com os olhos arregalados de prazer, enquanto Elena se tocava no clitóris desesperada do lado dela.
Dei as últimas estocadas selvagens no corpo quente da Elena, saí na hora e me descarreguei com raiva, soltando jorros grossos e fervendo nos peitos das duas, ligando os corpos delas com meu leite. Elena e Lorena, que estavam se tocando, gozaram ao sentir meu gozo quente banhando os corpos delas, tremendo no chão da sala. Do nosso lado, com um gemido longo e rouco, o Dani soltou a própria descarga na mão dele, se jogando pra trás no sofá, completamente exausto e com A respiração ofegante.
Ficamos os quatro num silêncio absoluto, só interrompido pelo eco dos nossos gemidos pesados, sabendo que o grupinho de estudo da faculdade tinha virado um pacto de carne do qual ninguém ia conseguir — nem querer — escapar.

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