Aqui vai a próxima parte dessa história. Se você não viu as partes anteriores, recomendo ver primeiro pra entender, mas enfim, vou deixar vocês com esse conto, espero que gostem. No dia seguinte, minha mãe acordou primeiro. Eu nem percebi que ela tinha levantado, porque depois daquele dia pesado, tava tão cansado que capotei. Minha mãe foi no banheiro se arrumar um pouco, quando saiu, veio direto me acordar. M: Oi, meu amor, bom dia [me deu um beijo na testa]. EU: Oi, mãe, bom dia. M: Como você dormiu, docinho? EU: Super bem, depois daquele dia. Minha mãe só riu. M: Bom, docinho, levanta que a gente tem que aproveitar esse dia. Minha mãe puxou o lençol que eu tava usando pra me cobrir, quando puxou e tirou, viu minha pica dura. M: Ah, meu amor, acho que alguém acordou antes. Minha mãe foi direto pegar meu pau, tirou meu short, e lá estava ele, todo duro. Minha mãe não perdeu nem um segundo, meteu meu pau na boca dela, enfiou até o fundo. Eu sentia meu pau batendo na garganta dela. Agarrei o cabelo dela e empurrei ela pra baixo, pra ela chupar tudo. M: Ah, filho, que pica gostosa você tem. EU: Que delícia, como você chupa, mãe. Depois de uns 15 minutos, não aguentei mais e gozei na boca da minha mãe. Minha mãe se engasgou com meu pau e com meu leite na boca, engoliu tudo e chupou meu pau até deixar seco. M: Uff, meu amor, que porra gostosa você tem. Mas agora levanta que a gente tem que aproveitar o dia. Levantei e fui no banheiro me limpar. Saí do banho, minha mãe tinha vestido um biquíni meio reservado, mas dava pra ver uma bunda deliciosa. EU: Nossa, como você tá gostosa, mãe. M: Gostou como ficou em mim? EU: Tá maravilhosa. M: Bom, vamos pro restaurante que reservei uma mesa. Saímos do quarto, descemos pro saguão e fomos andando até o restaurante. Enquanto caminhávamos, dava pra ver todos os homens de olho na bunda da minha mãe. Eu senti como eles olhavam, e ali me liguei. Conta que eu já não via minha mãe como minha mãe, mas sim como minha mulher, já que a gente tinha dormido junto. Chegamos no restaurante, minha mãe pediu a mesa que tinha reservado, sentamos. Eu tava sério, sentindo muito ciúme. Minha mãe percebeu que eu tava sério, chegou perto e falou no meu ouvido:
M: Que foi, meu love? Por que você tá sério?
Eu: Nada, só senti muito ciúme do jeito que te olhavam.
Minha mãe só riu. A garçonete chegou pra anotar o pedido, minha mãe pediu a comida dela. Aí a garçonete falou: "E pro seu filho, o que vai ser?" Minha mãe riu e respondeu:
M: Ele não é meu filho, é meu parceiro.
Eu ri e fiquei vermelho. Pedi minha comida e a garçonete foi embora. Minha mãe me olhou e chegou mais perto de mim:
M: Não se preocupa, meu love. Não fica com ciúme, sou sua e de mais ninguém.
Eu olhei pra ela e só ri, mas meu pau não sentiu o mesmo — ficou duro na hora. A garçonete chegou, deixou nossa comida e foi embora. A gente começou a comer, terminou e saiu do restaurante.
M: Bom, meu love, que tal a gente ir pra praia pegar um sol?
Eu: Claro, mãe, vamos.
Começamos a andar em direção à praia. Enquanto caminhávamos, eu via todos os homens olhando pra bunda dela. Aí lembrei do que minha mãe falou pra garçonete, então cheguei perto dela, peguei ela pela cintura e encostei ela em mim. Minha mãe só me olhou e riu. Depois vi um senhor olhando pra ela, então coloquei uma mão na bunda dela. Ela se impressionou e falou:
M: Ah, meu love, já tá marcando território?
Eu: Claro, quero que vejam que você é minha.
Minha mãe só riu. A gente continuou andando e chegou na areia. Olhei pros espreguiçadeiras onde minha mãe me masturbou e soltei uma gargalhada. Minha mãe me olhou:
M: Que foi, meu love? Do que você tá rindo?
Eu: Olha as espreguiçadeiras onde você me masturbou.
Minha mãe só riu. Caminhamos até as espreguiçadeiras, eu deitei numa e ela noutra. Minha mãe tirou um protetor solar da bolsa e falou:
M: Você passa protetor em mim?
Eu: Claro, mãe.
Minha mãe deitou de bruços, e eu comecei a passar protetor nela. De costas, fiquei ali por uns minutos. Quando desci pras pernas dela e passei protetor, depois de um tempo subi minhas mãos até a bunda dela. Minha mãe só soltou um suspiro. Continuei passando protetor na bunda dela, apertando, e ela soltava uns gemidinhos baixos, mas não dava pra ouvir direito porque ela se tapava com a boca. Quando vi que ela tava ficando com tesão, cheguei perto do ouvido dela e falei: "Lembra quando você me masturbou? Agora é minha vez." Minha mãe só me olhou e mordeu os lábios. Peguei uma toalha das que ficam na espreguiçadeira e coloquei na bunda dela. Pus uma mão na bunda dela e a outra nas costas. A mão que tava na bunda deslizei até a virilha dela. Ela só suspirou. Então aproximei mais minha mão na buceta dela e comecei a massagear por cima do biquíni. Ela gemia, mas quase não dava pra ouvir porque se tapava. Aí afastei o biquíni dela e comecei a masturbar ela. A buceta dela tava toda molhada. Fiquei masturbando ela por um tempo, até que enfiei um dedo na buceta dela. Ela soltou um gemido mais alto, mas se tapou com a mão. Continuei enfiando e tirando o dedo por uns cinco minutos, até que enfiei outro dedo. Senti ela se contorcendo cada vez mais. Enfiava e tirava os dedos, ela gemia que nem uma puta, e eu sentia que ela ficava cada vez mais molhada. Aí me animei e enfiei mais um dedo. Enfiei, mas ela já não aguentou mais. Senti ela se contorcer e gozar com meus dedos dentro dela. Então enfiei e tirei os dedos mais rápido e tirei. Assim que tirei, minha mãe jorrou gozo, acompanhado de um gemido mais forte que ela não tapou. Eu me assustei, olhei pra todo lado e, por sorte, não tinha ninguém perto. Ajeitei o biquíni da minha mãe e tirei minha mão. Sentei na minha espreguiçadeira enquanto via minha mãe suspirando e soltando uns gemidinhos baixos. Fiquei deitado um tempo. Depois de uns minutos, levantei e falei pra minha mãe que ia entrar no mar. Ela ainda tava se recuperando e não respondeu. Então fui pro mar. Entrei e, dentro da água, fiquei olhando minha mãe deitada. Depois de alguns minutos, olhei minha mãe se ajeitar e sentar na espreguiçadeira, ela tava com uma cara bem relaxada. Depois ela levantou e caminhou até a praia, as pernas dela tremiam. Ela entrou na água e veio na minha direção, eu carreguei ela, ela colocou as mãos no meu pescoço e eu botei as minhas mãos na bunda dela. Ela chegou perto e falou no meu ouvido: M: "Nossa, docinho, que gostoso o que você fez comigo." Eu: "Bom, mãe, tava te devendo." Ela riu e me deu um beijo bem apaixonado. O pessoal ficou olhando pra gente, porque minha mãe não parece velha, mas dá pra notar a diferença de idade. Ficamos no mar um tempão, até que bateu uma fome, então falei pra minha mãe se a gente ia comer algo. Ela disse que sim, então saímos do mar. Minha mãe pegou a bolsa dela e caminhamos até o hotel. Entramos e fomos pra uma área onde tem toalhas, começamos a nos secar. Minha mãe se abaixou pra secar as pernas, e eu vi um cara olhando fixo pra bunda dela. Cheguei perto dele e perguntei o que ele tava olhando. Ele disse que nada e foi embora. Minha mãe veio até mim: M: "Nossa, que ciumento você é." Eu: "Bom, tenho que cuidar do que é meu, não é?" Minha mãe me abraçou e me deu um beijo. Caminhamos até o restaurante. Quando chegamos perto, a garçonete falou comigo e não com minha mãe, porque minha mãe já tinha dito que éramos um casal. Pedi uma mesa e ela nos levou pra um andar de cima, com varanda e vista pro mar. Sentamos, a garçonete deixou o cardápio e foi embora. Minha mãe me olhou: M: "Ei, ela não falou mais comigo, só com você." Eu: "Bom, é porque ela sabe quem manda aqui sou eu." M: "Hummm, olha só, então sou toda sua. Se você manda, faz o que quiser comigo." Eu ri. A garçonete voltou, anotou nosso pedido e foi embora. Depois de alguns minutos, trouxeram a comida. Começamos a comer, a conversa foi normal, não tocamos em nada do que tinha acontecido. Depois de um tempo, terminamos de comer. A garçonete veio buscar os pratos e disse: "Com licença, amanhã vai sair um barco daqui que leva vocês pra uma ilha. Se quiserem mais informações, perguntem na recepção." A garçonete... Ela foi embora e a gente saiu do restaurante. Minha mãe me perguntou se a gente ia perguntar sobre a ilha, eu disse que sim, então fomos pra recepção. Lá nos deram as informações: a lancha sairia daqui às 12:00 e nos deixaria numa ilha perto, e às 18:00 eles voltariam pra nos buscar. A gente gostou da ideia e minha mãe pagou. Foi aí que percebi uma coisa: minha mãe era minha sugar, porque ela paga tudo, já que eu, como estudante, não tinha dinheiro. Depois que ela pagou, fomos pro quarto, porque os dois estavam cansados. Chegamos no quarto, minha mãe foi direto pro banheiro tomar banho. Eu me deitei na cama esperando ela sair. Depois de alguns minutos, minha mãe saiu do banheiro completamente nua. Eu não conseguia parar de ficar excitado com ela, porque ela é uma gostosa. Meu pau ficou duro e ela percebeu. Então, sem dizer nada, ela puxou meu short pra baixo e enfiou meu pau na boca dela. Eu tava muito excitado. Depois de alguns minutos, minha mãe parou e me mandou tomar banho. Eu olhei surpreso, porque ela nunca tinha me deixado assim. Não soube o que fazer, então fui tomar banho. Lá dentro, fiquei me perguntando por que ela não me deixou gozar. Pensei que talvez ela já tivesse se arrependido. Enquanto pensava nisso, ouvi a porta abrir. Era minha mãe. Ela se aproximou e entrou no chuveiro comigo.
M: Oi, meu amor.
Eu: Oi, mãe.
M: Sabia que meu fetiche é transar no chuveiro, debaixo d'água?
Ela encostou na parede, empinando a bunda.
M: Vai, meu amor, fode a sua mãe aqui no chuveiro.
Eu não demorei nem um segundo pra chegar perto dela e enfiar meu pau. Minha mãe soltou um gemido bem alto, porque agora não precisava mais tampar a boca. Eu metia e tirava o pau cada vez mais forte. Minha mãe gemia como uma puta. Eu dava tapas na bunda dela enquanto fodía, e ela gemia cada vez mais gostoso. Ficamos assim por uns 30 minutos, até que minha mãe se deitou no chão, debaixo d'água. Eu me aproximei, abri as pernas dela e enfiei o pau. Ela se mordia... os lábios e soltava gemidos, eu agarrava as tetas dela e apertava, ela colocou as pernas na minha cintura e me puxou mais pra perto, eu metia cada vez mais forte. M: assim filho, me fode, fode a sua mamãe. Eu: você gosta, mamãe? Gosta de como seu filho te fode? M: adoro, adoro sentir o pau do meu filho dentro de mim. Eu: vou te fazer minha. M: sou sua, filho, sou sua putinha. Eu: fala de novo, mamãe, você é minha o quê? M: sou sua putinha, filho, sou só sua. Eu: quer que eu te encha de leite, mamãe? M: sim, meu amor, me enche de leite. Comecei a meter cada vez mais forte, até que parei e comecei a jorrar leite dentro da buceta da minha mãe, ela mordia os lábios e gemia. Depois de deixar a buceta da minha mãe toda cheia de leite, tirei o pau e vi o leite escorrendo da buceta dela descendo pelas nádegas. Minha mãe se ajoelhou e chupou meu pau até deixar limpinho. Ela se levantou, nos limpamos, saímos do banheiro e deitamos nus na cama. Minha mãe se aninhou no meu peito, sentindo as tetas dela no meu peito, eu acariciava as costas dela. Ela se aproximou e me deu um beijo, se aninhou de novo no meu peito e dormiu. Não demorei nem dois minutos pra apagar de vez. FIM. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA PARTE, SE SIM, DEIXEM SEUS PONTOS PRA EU POSTAR A PRÓXIMA PARTE MAIS RÁPIDO. TAMBÉM, COMO SÃO MEUS PRIMEIROS CONTOS, GOSTARIA QUE ME DISSESSEM SE CURTEM MEU JEITO DE ESCREVER OU SE PRECISO MUDAR ALGUMA COISA.
M: Que foi, meu love? Por que você tá sério?
Eu: Nada, só senti muito ciúme do jeito que te olhavam.
Minha mãe só riu. A garçonete chegou pra anotar o pedido, minha mãe pediu a comida dela. Aí a garçonete falou: "E pro seu filho, o que vai ser?" Minha mãe riu e respondeu:
M: Ele não é meu filho, é meu parceiro.
Eu ri e fiquei vermelho. Pedi minha comida e a garçonete foi embora. Minha mãe me olhou e chegou mais perto de mim:
M: Não se preocupa, meu love. Não fica com ciúme, sou sua e de mais ninguém.
Eu olhei pra ela e só ri, mas meu pau não sentiu o mesmo — ficou duro na hora. A garçonete chegou, deixou nossa comida e foi embora. A gente começou a comer, terminou e saiu do restaurante.
M: Bom, meu love, que tal a gente ir pra praia pegar um sol?
Eu: Claro, mãe, vamos.
Começamos a andar em direção à praia. Enquanto caminhávamos, eu via todos os homens olhando pra bunda dela. Aí lembrei do que minha mãe falou pra garçonete, então cheguei perto dela, peguei ela pela cintura e encostei ela em mim. Minha mãe só me olhou e riu. Depois vi um senhor olhando pra ela, então coloquei uma mão na bunda dela. Ela se impressionou e falou:
M: Ah, meu love, já tá marcando território?
Eu: Claro, quero que vejam que você é minha.
Minha mãe só riu. A gente continuou andando e chegou na areia. Olhei pros espreguiçadeiras onde minha mãe me masturbou e soltei uma gargalhada. Minha mãe me olhou:
M: Que foi, meu love? Do que você tá rindo?
Eu: Olha as espreguiçadeiras onde você me masturbou.
Minha mãe só riu. Caminhamos até as espreguiçadeiras, eu deitei numa e ela noutra. Minha mãe tirou um protetor solar da bolsa e falou:
M: Você passa protetor em mim?
Eu: Claro, mãe.
Minha mãe deitou de bruços, e eu comecei a passar protetor nela. De costas, fiquei ali por uns minutos. Quando desci pras pernas dela e passei protetor, depois de um tempo subi minhas mãos até a bunda dela. Minha mãe só soltou um suspiro. Continuei passando protetor na bunda dela, apertando, e ela soltava uns gemidinhos baixos, mas não dava pra ouvir direito porque ela se tapava com a boca. Quando vi que ela tava ficando com tesão, cheguei perto do ouvido dela e falei: "Lembra quando você me masturbou? Agora é minha vez." Minha mãe só me olhou e mordeu os lábios. Peguei uma toalha das que ficam na espreguiçadeira e coloquei na bunda dela. Pus uma mão na bunda dela e a outra nas costas. A mão que tava na bunda deslizei até a virilha dela. Ela só suspirou. Então aproximei mais minha mão na buceta dela e comecei a massagear por cima do biquíni. Ela gemia, mas quase não dava pra ouvir porque se tapava. Aí afastei o biquíni dela e comecei a masturbar ela. A buceta dela tava toda molhada. Fiquei masturbando ela por um tempo, até que enfiei um dedo na buceta dela. Ela soltou um gemido mais alto, mas se tapou com a mão. Continuei enfiando e tirando o dedo por uns cinco minutos, até que enfiei outro dedo. Senti ela se contorcendo cada vez mais. Enfiava e tirava os dedos, ela gemia que nem uma puta, e eu sentia que ela ficava cada vez mais molhada. Aí me animei e enfiei mais um dedo. Enfiei, mas ela já não aguentou mais. Senti ela se contorcer e gozar com meus dedos dentro dela. Então enfiei e tirei os dedos mais rápido e tirei. Assim que tirei, minha mãe jorrou gozo, acompanhado de um gemido mais forte que ela não tapou. Eu me assustei, olhei pra todo lado e, por sorte, não tinha ninguém perto. Ajeitei o biquíni da minha mãe e tirei minha mão. Sentei na minha espreguiçadeira enquanto via minha mãe suspirando e soltando uns gemidinhos baixos. Fiquei deitado um tempo. Depois de uns minutos, levantei e falei pra minha mãe que ia entrar no mar. Ela ainda tava se recuperando e não respondeu. Então fui pro mar. Entrei e, dentro da água, fiquei olhando minha mãe deitada. Depois de alguns minutos, olhei minha mãe se ajeitar e sentar na espreguiçadeira, ela tava com uma cara bem relaxada. Depois ela levantou e caminhou até a praia, as pernas dela tremiam. Ela entrou na água e veio na minha direção, eu carreguei ela, ela colocou as mãos no meu pescoço e eu botei as minhas mãos na bunda dela. Ela chegou perto e falou no meu ouvido: M: "Nossa, docinho, que gostoso o que você fez comigo." Eu: "Bom, mãe, tava te devendo." Ela riu e me deu um beijo bem apaixonado. O pessoal ficou olhando pra gente, porque minha mãe não parece velha, mas dá pra notar a diferença de idade. Ficamos no mar um tempão, até que bateu uma fome, então falei pra minha mãe se a gente ia comer algo. Ela disse que sim, então saímos do mar. Minha mãe pegou a bolsa dela e caminhamos até o hotel. Entramos e fomos pra uma área onde tem toalhas, começamos a nos secar. Minha mãe se abaixou pra secar as pernas, e eu vi um cara olhando fixo pra bunda dela. Cheguei perto dele e perguntei o que ele tava olhando. Ele disse que nada e foi embora. Minha mãe veio até mim: M: "Nossa, que ciumento você é." Eu: "Bom, tenho que cuidar do que é meu, não é?" Minha mãe me abraçou e me deu um beijo. Caminhamos até o restaurante. Quando chegamos perto, a garçonete falou comigo e não com minha mãe, porque minha mãe já tinha dito que éramos um casal. Pedi uma mesa e ela nos levou pra um andar de cima, com varanda e vista pro mar. Sentamos, a garçonete deixou o cardápio e foi embora. Minha mãe me olhou: M: "Ei, ela não falou mais comigo, só com você." Eu: "Bom, é porque ela sabe quem manda aqui sou eu." M: "Hummm, olha só, então sou toda sua. Se você manda, faz o que quiser comigo." Eu ri. A garçonete voltou, anotou nosso pedido e foi embora. Depois de alguns minutos, trouxeram a comida. Começamos a comer, a conversa foi normal, não tocamos em nada do que tinha acontecido. Depois de um tempo, terminamos de comer. A garçonete veio buscar os pratos e disse: "Com licença, amanhã vai sair um barco daqui que leva vocês pra uma ilha. Se quiserem mais informações, perguntem na recepção." A garçonete... Ela foi embora e a gente saiu do restaurante. Minha mãe me perguntou se a gente ia perguntar sobre a ilha, eu disse que sim, então fomos pra recepção. Lá nos deram as informações: a lancha sairia daqui às 12:00 e nos deixaria numa ilha perto, e às 18:00 eles voltariam pra nos buscar. A gente gostou da ideia e minha mãe pagou. Foi aí que percebi uma coisa: minha mãe era minha sugar, porque ela paga tudo, já que eu, como estudante, não tinha dinheiro. Depois que ela pagou, fomos pro quarto, porque os dois estavam cansados. Chegamos no quarto, minha mãe foi direto pro banheiro tomar banho. Eu me deitei na cama esperando ela sair. Depois de alguns minutos, minha mãe saiu do banheiro completamente nua. Eu não conseguia parar de ficar excitado com ela, porque ela é uma gostosa. Meu pau ficou duro e ela percebeu. Então, sem dizer nada, ela puxou meu short pra baixo e enfiou meu pau na boca dela. Eu tava muito excitado. Depois de alguns minutos, minha mãe parou e me mandou tomar banho. Eu olhei surpreso, porque ela nunca tinha me deixado assim. Não soube o que fazer, então fui tomar banho. Lá dentro, fiquei me perguntando por que ela não me deixou gozar. Pensei que talvez ela já tivesse se arrependido. Enquanto pensava nisso, ouvi a porta abrir. Era minha mãe. Ela se aproximou e entrou no chuveiro comigo.
M: Oi, meu amor.
Eu: Oi, mãe.
M: Sabia que meu fetiche é transar no chuveiro, debaixo d'água?
Ela encostou na parede, empinando a bunda.
M: Vai, meu amor, fode a sua mãe aqui no chuveiro.
Eu não demorei nem um segundo pra chegar perto dela e enfiar meu pau. Minha mãe soltou um gemido bem alto, porque agora não precisava mais tampar a boca. Eu metia e tirava o pau cada vez mais forte. Minha mãe gemia como uma puta. Eu dava tapas na bunda dela enquanto fodía, e ela gemia cada vez mais gostoso. Ficamos assim por uns 30 minutos, até que minha mãe se deitou no chão, debaixo d'água. Eu me aproximei, abri as pernas dela e enfiei o pau. Ela se mordia... os lábios e soltava gemidos, eu agarrava as tetas dela e apertava, ela colocou as pernas na minha cintura e me puxou mais pra perto, eu metia cada vez mais forte. M: assim filho, me fode, fode a sua mamãe. Eu: você gosta, mamãe? Gosta de como seu filho te fode? M: adoro, adoro sentir o pau do meu filho dentro de mim. Eu: vou te fazer minha. M: sou sua, filho, sou sua putinha. Eu: fala de novo, mamãe, você é minha o quê? M: sou sua putinha, filho, sou só sua. Eu: quer que eu te encha de leite, mamãe? M: sim, meu amor, me enche de leite. Comecei a meter cada vez mais forte, até que parei e comecei a jorrar leite dentro da buceta da minha mãe, ela mordia os lábios e gemia. Depois de deixar a buceta da minha mãe toda cheia de leite, tirei o pau e vi o leite escorrendo da buceta dela descendo pelas nádegas. Minha mãe se ajoelhou e chupou meu pau até deixar limpinho. Ela se levantou, nos limpamos, saímos do banheiro e deitamos nus na cama. Minha mãe se aninhou no meu peito, sentindo as tetas dela no meu peito, eu acariciava as costas dela. Ela se aproximou e me deu um beijo, se aninhou de novo no meu peito e dormiu. Não demorei nem dois minutos pra apagar de vez. FIM. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA PARTE, SE SIM, DEIXEM SEUS PONTOS PRA EU POSTAR A PRÓXIMA PARTE MAIS RÁPIDO. TAMBÉM, COMO SÃO MEUS PRIMEIROS CONTOS, GOSTARIA QUE ME DISSESSEM SE CURTEM MEU JEITO DE ESCREVER OU SE PRECISO MUDAR ALGUMA COISA.
4 comentários - Me apaixonei pela minha mãe (parte 3)