Parte anterior:https://www.poringa.net/posts/relatos/6386928/Primeros-pasos-con-Elena-y-Dani-9.htmlQuando Elena saiu do banheiro com o cabelo molhado e enrolada numa toalha, a atmosfera na sala estava tão densa que dava pra cortar com uma faca. A gente trocou um último olhar com aqueles olhos verdes dela que queimavam minha cabeça, mas não falamos mais nada. Peguei minha jaqueta, me despedi do Dani com um aceno de cabeça estranho e ele me acompanhou até a porta.
— A gente se fala depois, cara — ele disse, me dando um tapinha nas costas que pareceu estranhamente firme, como se quisesse mostrar que ainda tinha o controle da situação.
Passaram quase três semanas inteiras de um silêncio esquisito, pesado e gelado. O grupo do WhatsApp da faculdade parecia um cemitério: as mensagens ficaram puramente funcionais. Tudo era "Alguém tem o trabalho de Estatística?" ou "Que horas sobem as notas de Metodologia?". Nada de piadas, nada de áudios intermináveis da Lorena enchendo o saco como sempre. Nos meus momentos de solidão, a cabeça explodia revivendo cada segundo: a imagem da Elena de quatro na mesa, o som das palmadas e o Dani do lado, batendo uma em silêncio enquanto via o melhor amigo dele enchendo a namorada dele de porra. Me corroía a dúvida de que porra eles dois conversavam quando apagavam as luzes do quarto. Será que estavam me odiando em segredo ou aquilo tinha excitado eles ainda mais?
Até que em meados de julho, com o frio do inverno montevideano batendo forte, chegou o aniversário da Elena. O Dani mandou uma mensagem geral no grupo marcando a gente pra ir num bar do Cordón pra comemorar. Fui com o estômago embrulhado.
Quando cheguei no bar, os três já estavam sentados numa mesa no fundo, entre cervejas e pizzas. Elena (com seu um metro e sessenta e aquela beleza miúda) estava linda, vestida com um casaquinho que marcava bem o decote. Do lado, a Lorena, minha melhor amiga, com aquele rabão que sempre chamava atenção, me olhando com um sorriso safado que não prometia nada de bom.
A Lorena vinha acumulando tesão desde a manhã da farmácia. e o trio que a gente armou no quarto. Não ia deixar passar a chance de cutucar. Depois dos cumprimentos de sempre e uns tragos pra quebrar o gelo, ela se acomodou na cadeira, cruzou as pernas e mandou o primeiro dardo direto no Dani.
—E aí, então... como é que tá a vida de casal? Fiquei sabendo por aí que vocês andaram experimentando o tal do "relacionamento aberto" —soltou Lorena com um sorrisinho safado, cravando o olhar—. E o rendimento do grupinho de estudo? Reacendeu a paixão ou ainda tão precisando de ajuda externa?
Elena quase se engasgou com a cerveja e ficou vermelha que nem um tomate, baixando os olhos pro chão. Eu congelei com o copo na mão, esperando o Dani pular feito uma mola ou o clima ir pro caralho.
Mas o Dani nem piscou. Largou o copo na mesa, se recostou na cadeira com uma calma absurda e soltou uma risadinha baixa que deixou todo mundo mudo.
—Olha, Lore, pra que vou mentir... no começo deu um pouco de ciúme, não vou negar —começou Dani, com uma desenvoltura e um descarado brutais—. Mas a verdade é que a "ajuda externa" foi a melhor coisa que nos aconteceu. Se você soubesse como esse gigante se comporta bem...
Lorena arregalou os olhos, totalmente fascinada pela reação, e se inclinou pra frente apoiando os cotovelos na mesa.
—Não acredito! Vai, Dani, não seja pão-duro com os detalhes. Foi tão bom assim?
—Fiquei devendo —continuou Dani, me encarando nos olhos com uma mistura de orgulho e exibicionismo que arrepiou minha pele—.
Faz 3 semanas, ele veio em casa pra adiantar um trabalho da faculdade, ninguém conseguia se concentrar, e pra quebrar essa tensão eu falei, "quero ver vocês". Depois de uns instantes de dúvida, esse animal agarrou ela, tirou a camiseta dela e começou a chupar os peitos dela e a comer a buceta dela ali mesmo no chão até fazer ela gozar.
—Ai, Dani, pelo amor! —sussurrou Elena morrendo de vergonha, tapando o rosto com as mãos, mas pelo movimento das pernas dava pra ver que ela tava molhando inteirinha ali mesmo.
—Deixa ela ouvir, se a Lore adora uma fofoca —cortou Dani, curtindo o momento—. Mas o melhor, Lore, foi na mesa da sala de jantar. Colocou ela de quatro, bem de lado pra eu ter o melhor ângulo de visão. Juro que ver aquela pica enorme que ele tem —que é o dobro da minha, tem que admitir— entrando centímetro por centímetro no corpo da Elena, esticando ela toda, foi a coisa mais forte e excitante que já vi na vida. Comeu ela num ritmo foda, dava uns tapas na bunda que ecoavam no apartamento inteiro e fazia ela gritar.
Lorena estava de boca aberta, respirando pesado, devorando cada palavra de Dani com um tesão que já não conseguia esconder.
—E você, o que fez? Ficou parado olhando que nem um otário? —provocou Lorena, testando o limite.
—Quieto nada. Tirei a pica e comecei a bater uma ali do lado deles, vendo as tetas da Elena balançando enquanto esse filho da puta arrebentava ela —finalizou Dani como se estivesse contando um gol no último minuto—. No fim, pedi pra ele não parar, gozou bem dentro, encheu ela toda de porra e eu me acabei na mão na mesma hora. Uma loucura gostosa.
O silêncio que ficou na mesa do bar era puro fogo. Elena continuava com o rosto escondido, tremendo de excitação. Eu olhava pro Dani sem acreditar na jogada que ele tinha feito: tinha tomado conta da situação expondo toda a intimidade sem vergonha nenhuma.
Lorena mordeu o lábio inferior, me olhando de canto com aqueles olhos brilhando. Com o Dani tão solto e excitado com o voyeurismo, o grande segredo do ménage que ela tinha tido com nós dois estava pairando no ar, prestes a explodir, e a Lore claramente amava o perigo.
— A gente se fala depois, cara — ele disse, me dando um tapinha nas costas que pareceu estranhamente firme, como se quisesse mostrar que ainda tinha o controle da situação.
Passaram quase três semanas inteiras de um silêncio esquisito, pesado e gelado. O grupo do WhatsApp da faculdade parecia um cemitério: as mensagens ficaram puramente funcionais. Tudo era "Alguém tem o trabalho de Estatística?" ou "Que horas sobem as notas de Metodologia?". Nada de piadas, nada de áudios intermináveis da Lorena enchendo o saco como sempre. Nos meus momentos de solidão, a cabeça explodia revivendo cada segundo: a imagem da Elena de quatro na mesa, o som das palmadas e o Dani do lado, batendo uma em silêncio enquanto via o melhor amigo dele enchendo a namorada dele de porra. Me corroía a dúvida de que porra eles dois conversavam quando apagavam as luzes do quarto. Será que estavam me odiando em segredo ou aquilo tinha excitado eles ainda mais?
Até que em meados de julho, com o frio do inverno montevideano batendo forte, chegou o aniversário da Elena. O Dani mandou uma mensagem geral no grupo marcando a gente pra ir num bar do Cordón pra comemorar. Fui com o estômago embrulhado.
Quando cheguei no bar, os três já estavam sentados numa mesa no fundo, entre cervejas e pizzas. Elena (com seu um metro e sessenta e aquela beleza miúda) estava linda, vestida com um casaquinho que marcava bem o decote. Do lado, a Lorena, minha melhor amiga, com aquele rabão que sempre chamava atenção, me olhando com um sorriso safado que não prometia nada de bom.
A Lorena vinha acumulando tesão desde a manhã da farmácia. e o trio que a gente armou no quarto. Não ia deixar passar a chance de cutucar. Depois dos cumprimentos de sempre e uns tragos pra quebrar o gelo, ela se acomodou na cadeira, cruzou as pernas e mandou o primeiro dardo direto no Dani.
—E aí, então... como é que tá a vida de casal? Fiquei sabendo por aí que vocês andaram experimentando o tal do "relacionamento aberto" —soltou Lorena com um sorrisinho safado, cravando o olhar—. E o rendimento do grupinho de estudo? Reacendeu a paixão ou ainda tão precisando de ajuda externa?
Elena quase se engasgou com a cerveja e ficou vermelha que nem um tomate, baixando os olhos pro chão. Eu congelei com o copo na mão, esperando o Dani pular feito uma mola ou o clima ir pro caralho.
Mas o Dani nem piscou. Largou o copo na mesa, se recostou na cadeira com uma calma absurda e soltou uma risadinha baixa que deixou todo mundo mudo.
—Olha, Lore, pra que vou mentir... no começo deu um pouco de ciúme, não vou negar —começou Dani, com uma desenvoltura e um descarado brutais—. Mas a verdade é que a "ajuda externa" foi a melhor coisa que nos aconteceu. Se você soubesse como esse gigante se comporta bem...
Lorena arregalou os olhos, totalmente fascinada pela reação, e se inclinou pra frente apoiando os cotovelos na mesa.
—Não acredito! Vai, Dani, não seja pão-duro com os detalhes. Foi tão bom assim?
—Fiquei devendo —continuou Dani, me encarando nos olhos com uma mistura de orgulho e exibicionismo que arrepiou minha pele—.
Faz 3 semanas, ele veio em casa pra adiantar um trabalho da faculdade, ninguém conseguia se concentrar, e pra quebrar essa tensão eu falei, "quero ver vocês". Depois de uns instantes de dúvida, esse animal agarrou ela, tirou a camiseta dela e começou a chupar os peitos dela e a comer a buceta dela ali mesmo no chão até fazer ela gozar.
—Ai, Dani, pelo amor! —sussurrou Elena morrendo de vergonha, tapando o rosto com as mãos, mas pelo movimento das pernas dava pra ver que ela tava molhando inteirinha ali mesmo.
—Deixa ela ouvir, se a Lore adora uma fofoca —cortou Dani, curtindo o momento—. Mas o melhor, Lore, foi na mesa da sala de jantar. Colocou ela de quatro, bem de lado pra eu ter o melhor ângulo de visão. Juro que ver aquela pica enorme que ele tem —que é o dobro da minha, tem que admitir— entrando centímetro por centímetro no corpo da Elena, esticando ela toda, foi a coisa mais forte e excitante que já vi na vida. Comeu ela num ritmo foda, dava uns tapas na bunda que ecoavam no apartamento inteiro e fazia ela gritar.
Lorena estava de boca aberta, respirando pesado, devorando cada palavra de Dani com um tesão que já não conseguia esconder.
—E você, o que fez? Ficou parado olhando que nem um otário? —provocou Lorena, testando o limite.
—Quieto nada. Tirei a pica e comecei a bater uma ali do lado deles, vendo as tetas da Elena balançando enquanto esse filho da puta arrebentava ela —finalizou Dani como se estivesse contando um gol no último minuto—. No fim, pedi pra ele não parar, gozou bem dentro, encheu ela toda de porra e eu me acabei na mão na mesma hora. Uma loucura gostosa.
O silêncio que ficou na mesa do bar era puro fogo. Elena continuava com o rosto escondido, tremendo de excitação. Eu olhava pro Dani sem acreditar na jogada que ele tinha feito: tinha tomado conta da situação expondo toda a intimidade sem vergonha nenhuma.
Lorena mordeu o lábio inferior, me olhando de canto com aqueles olhos brilhando. Com o Dani tão solto e excitado com o voyeurismo, o grande segredo do ménage que ela tinha tido com nós dois estava pairando no ar, prestes a explodir, e a Lore claramente amava o perigo.
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