Virei Puti-profe

Antes de começar, quero agradecer à Laura, que me trouxe essa história dela pra compartilhar com vocês. Mudamos nomes e lugares pra evitar qualquer tipo de problema. Esperamos que vocês gostem!Virei puta-professoraMe chamo Laura, tenho 45 anos e sou professora titular de Literatura Latino-Americana numa universidade particular. Prefiro não dar meu sobrenome; é uma questão de privacidade. Sou ruiva, com um tom laranja vibrante e cabelo comprido, ondulado e cheio. Meu corpo se manteve muito bem: peitos grandes e firmes, cintura marcada, quadris generosos e uma bunda redonda que ainda sei exibir. Me visto com elegância, mas sempre com um toque sensual: blusas que ajustam, saias lápis e saltos.

Estou casada há dezoito anos com Pedro, contador sênior de uma empresa importante. Temos dois filhos: um rapaz de 24 e uma moça de 22. Já são crescidos, quase da mesma idade que muitos dos meus alunos, algo que ultimamente me causa um tesão silencioso que não tenho coragem de verbalizar.

Mateo, de 25 anos, era um dos meus melhores alunos do último ano. De ascendência italiana, alto, de bom físico, cabelo castanho escuro e olhar profundo. Fazia pouco tempo que tinha terminado um relacionamento com uma aluna de outra turma. Segundo os boatos que chegavam ao corpo docente, a separação tinha sido difícil e bem recente. Isso dava para perceber: ele tinha uma espécie de fome nos olhos, uma mistura de tristeza e carência que o tornava mais intenso.

Ele tinha pedido para ser meu assistente de cátedra e eu aceitei. No começo, tudo era estritamente profissional. Mas com o passar das semanas, as reuniões semanais começaram a ter outra temperatura.

Naquela tarde de quinta em particular, me vesti com cuidado. Blusa branca de seda ajustada, com os primeiros botões abertos, saia preta lápis que marcava minhas curvas e saltos. Me sentia gostosa e cheia de energia.

Enquanto revisávamos o programa, me inclinei sobre a mesa para apontar um parágrafo. Meus peitos se juntaram dentro da blusa, marcando-se claramente contra a seda.
Mateo ficou olhando mais tempo do que devia. Engoliu seco. Os olhos dele refletiam claramente o tesão acumulado depois do término.

— Laura… desculpa — disse com a voz mais rouca que o normal. É muito difícil se concentrar quando você está… assim.

Senti um calor subir pelo pescoço e pelo peito. Me endireitei rápido e fechei mais um botão.

— Mateo — respondi com um tom sério, mas suave —, eu sou sua professora. Isso tem que se manter no profissional. Entendido?

Ele baixou o olhar, envergonhado.

— Sim, claro. Desculpa. Não vai acontecer de novo. Foi um mês complicado e… bom, não é desculpa.

Terminamos a reunião falando só de literatura, mas o clima ficou pesado. A faísca já estava lá, mesmo que os dois tentássemos ignorar.

Naquela noite cheguei em casa mais inquieta do que o normal. Pedro estava na sala, relaxado depois de um dia longo de trabalho. Me servi uma taça de vinho e sentei ao lado dele no sofá.

— Tudo bem? — perguntou ao me ver pensativa.

— Mais ou menos… Hoje tive uma reunião com o Mateo, o aluno que quer ser meu assistente.

Pedro levantou uma sobrancelha, interessado.

— E o que aconteceu?

Hesitei um momento, mas acabei contando o que rolou, suavizando um pouco as palavras.

— …e ele disse que tinha dificuldade de se concentrar porque me via “assim”. Ele me olhou… bastante.

Pedro ficou em silêncio por uns segundos, processando. Não parecia bravo, mas sim surpreso.

— E você, como se sentiu?

— Desconfortável… mas também lisonjeada — admiti. — Faz tempo que ninguém me olha desse jeito. Ele é um garoto de 25 anos, Pedro. E acabou de sair de um relacionamento complicado. Dá pra ver que ele está… carente.

Pedro respirou fundo e apoiou a mão no meu joelho, acariciando de leve.

— Não sei bem o que te dizer. Me causa uma sensação estranha… ciúmes, sim. Mas também curiosidade. Você gostou que ele te olhasse?

Mordi o lábio.

— Um pouco, sim.

Ficamos em silêncio por um tempo, só nos olhando. Nenhum dos dois se animou a ir mais fundo naquela noite, mas senti que uma porta tinha se aberto, uma que antes a gente só entrevia.

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Nos dias seguintes, tentei agir normal, mas a tensão já estava instalada.

Mateo continuava vindo às reuniões, cumpria com seu papel, mas os olhares ficavam mais longos. Eu, conscientemente ou não, escolhia roupas que me faziam sentir desejável: blusas de seda que se ajustavam aos meus peitos grandes e firmes, saias lápis que marcavam minha bunda redonda e saltos que alongavam minhas pernas.
Uma noite, depois de uma reunião especialmente tensa, cheguei em casa com uma inquietação que não conseguia disfarçar. Pedro percebeu na hora.
Jantamos e depois sentamos no sofá. Depois de um tempo de conversa fiada, contei o que tinha acontecido.
— O Mateo me olhou muito hoje… de novo — falei baixinho —. Ele confessou que terminou há pouco com uma aluna e que está complicado. Dá pra ver a fome nos olhos dele.
Pedro ficou em silêncio, mas vi a mão dele apertar o copo. Em vez de ficar tenso, ele me puxou pra perto e me beijou com mais intensidade do que o normal. Me pegou pela mão e levantamos da mesa.
Terminamos no quarto. Pedro me despiu devagar, como se estivesse me redescobrindo. Me deitou na cama e demorou com meus peitos: beijou, chupou com força, mordiscou meus mamilos até eu gemer. Desceu pela minha barriga e abriu minhas pernas. A língua dele percorreu minha buceta já molhada, lambendo meu clitóris com dedicação enquanto eu pensava no olhar do Mateo. Fazia tempo que ele não ficava assim.
— Me diz o que você tá pensando — sussurrou Pedro, subindo de novo.
Não sabia se devia contar a verdade. Mas vê-lo tão excitado, e brincando com minha safadeza, confessei.
— Tô pensando em como ele me olha… — admiti entre gemidos.
Isso acendeu ele. Me penetrou de uma só vez, forte e fundo. Enquanto me comia com ritmo firme, meus peitos grandes balançavam a cada estocada. Pedro agarrava eles com as mãos, apertando.
— Você se imagina que é ele que tá te comendo? — perguntou com voz rouca.
Eu, além de qualquer resquício de moralidade, me entreguei aos meus instintos safados e respondi:
— Mmmm... Siiim… — gemi, sem conseguir evitar.
Pedro aumentou o ritmo, me comendo mais forte. Eu gozei pensando nas mãos jovens do Mateo no meu corpo, e o Pedro veio logo atrás, puxando o pau duro e derramando o leite dele nos meus peitos e na barriga. Ele se jogou em cima de mim e me beijou com amor e paixão. Ficamos abraçados, respirando ofegantes. Nenhum dos dois disse mais nada naquela noite, mas os dois sabiam que algo tinha mudado.

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No dia seguinte, lá pelas dez da noite, recebi uma mensagem do Mateo.

Mateo:
Laura, desculpa te escrever tão tarde. Tava relendo "O amor nos tempos do cólera" do García Márquez pra aula e não consegui evitar de pensar na nossa conversa do outro dia. Esse livro fala tanto do desejo que espera, do fogo que se mantém apesar de tudo… Me fez lembrar do que a gente conversou. O que você acha desse romance?

Sorri no escuro do quarto. Adorei a surpresa de receber uma mensagem, me senti adolescente de novo. Olhei pro lado na cama e o Pedro já tava dormindo do meu lado. Me ajeitei melhor e respondi.

Eu:
Adoro esse romance. Esse amor paciente, quase obsessivo, do Florentino. O desejo que não se apaga com os anos… é muito poderoso.

Mateo:
Sim. Agora eu me sinto mais como o Florentino. Depois do término com aquela mina, sinto que tenho muita fome acumulada. E te ver todo dia… com seu jeito, sua voz, sua presença… não ajuda. Desculpa se fui muito direto.

Senti um calor no corpo todo ao receber a mensagem. Li várias vezes antes de responder. Senti que tava ficando molhada por baixo…

Eu:
Ai Mateo… você tem que tomar cuidado com o que fala ou escreve… Sou sua professora.

Mateo:
Eu sei. Mas não consigo evitar. Quando você se inclina na mesa e marca o decote… ou quando cruza as pernas… é muito difícil me concentrar. Você é uma mulher muito gostosa, Laura. E muito desejável.

Mordi o lábio. Minha mão desceu devagar pelo meu corpo enquanto eu lia.

Eu:
Isso não pode passar de mensagens, Mateo. Mas… me lisonjeia. Muito. Mateo:
Entendo. Só queria que você soubesse o que provoca em mim. Boa noite, Laura.

Eu:
Obrigada por me contar. Te mando um beijo... Descansa.

Mateo:
Outro pra você, Lau...

Deixei o celular de lado, com o coração batendo forte e a buceta molhada. Não consegui evitar de brincar com meu clitóris e chegar a um orgasmo como nunca tinha sentido antes. Naquela noite, dormi pensando nas palavras dele e bem relaxada.

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As mensagens com o Mateo ficaram cada vez mais frequentes. No começo eram sobre literatura, mas logo começaram a se misturar com comentários mais pessoais. Eu respondia com cuidado, mantendo um limite, mas cada vez era mais difícil.

Uma tarde, tínhamos uma reunião longa marcada pra terminar de montar o programa do semestre. Cheguei no escritório com uma blusa branca de seda bem justinha e uma saia preta que colava nas minhas cadeiras e na bunda. Sabia que tava gostosa. Muito gostosa.

Mateo já estava lá. Quando entrei, os olhos dele me percorreram sem vergonha.

— Laura… você tá espetacular hoje — ele disse baixinho, assim que fechei a porta.

— Mateo… — repreendi ele de leve, mas não consegui evitar um sorriso.

Trabalhamos por quase uma hora. A tensão dava pra cortar. Num momento, enquanto eu estava de pé apontando algo no quadro, ele se aproximou por trás pra olhar melhor. Senti o peito dele roçando nas minhas costas e a respiração perto do meu pescoço.

— Desculpa — murmurou, mas não se afastou na hora.

Me virei. A gente tava muito perto. Dava pra sentir o perfume jovem dele, ver o desejo cru nos olhos dele. Meus peitões subiam e desciam com a respiração ofegante. Por um segundo, pensei que ele ia me beijar. E por um segundo, eu quis que ele fizesse isso.

Mas me afastei.

— A gente precisa parar com isso — falei, embora minha voz não soasse muito convincente.

Mateo concordou, frustrado.

— Eu sei. Mas é muito difícil.

Naquela noite, quando cheguei em casa, Pedro estava me esperando. Contei tudo: a proximidade, o roçar, como quase nos beijamos. Enquanto falaba, vi como ele ficava duro debaixo da calça.

Fomos pro quarto. Dessa vez foi mais intenso.
Pedro me jogou na cama e tirou minha blusa quase com violência. Pegou meus peitos grandes com as duas mãos, apertou e chupou com fome, mordendo meus mamilos enquanto eu gemia. Ele tirou minha saia e meia-calça, abriu minhas pernas e comeu minha buceta com vontade, enfiando a língua fundo e chupando meu clitóris inchado.

— Me conta mais — exigiu —. Me conta como ele te olhou.

— Como se quisesse me comer ali mesmo… — gemi.

Pedro subiu, me penetrou de uma vez e me fodeu forte, segurando meus quadris. Meus peitos balançavam a cada estocada.

— Quer que ele te coma? — perguntou entre ofegos.

— Sim… quero sentir ele jovem e duro…

Gozei pensando no Mateo, gritando. Pedro veio atrás, me enchendo com o gozo dele.

Depois, enquanto recuperávamos o fôlego, ele me abraçou.

— Quero que você continue — sussurrou no meu ouvido —. Quero que explore isso. Mas tem que me contar tudo.

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No dia seguinte, de novo à noite, num dia em que não tínhamos nos visto com o Mateo, e num horário em que ele parecia saber que meu marido dorme, ele me chamou.

Mateo:
Não paro de pensar no momento de ontem no seu escritório. Ficamos tão perto… Seu cheiro, seu perfume misturado com o calor do seu corpo… Quase não consegui dormir. Você sentiu o mesmo?

Eu estava deitada ao lado do Pedro, que já dormia profundamente. Hesitei um momento, mas respondi.

Eu:
Sim. Senti. Ficamos perto demais. Fiquei muito nervosa.

Mateo:
Nervosa do bom jeito, espero. Laura, tô com tanta vontade de te tocar… De beijar seu pescoço devagar, de descer pelo seu decote e sentir seus peitos grandes e macios nas minhas mãos. Imagino o quanto devem ser pesados e firmes. Você é tentadora demais pra mim.

Senti um calor intenso entre as pernas. Olhei pro Pedro dormindo e respondi:

Eu:
Mateo… você tá me deixando muito mal com isso. Não devia me falar essas coisas.

Mateo:
Mas é a verdade. Não consigo de imaginar você. Como seus peitos balançariam se eu tirasse sua blusa, como você gemeria se eu chupasse seus mamilos. Tô com o pau duro agora só de te escrever. Você tá molhada, Laura? Eu sei que deve estar, porque você também não para comigo...

Eu mordi o lábio com força. Esse cara tinha me descoberto, e eu tava adorando, sinceramente... Minha mão desceu devagar pelo meu corpo, enfiando dentro do pijama, por baixo da minha calcinha já molhada.

Eu:
Sim... tô muito molhada. Isso é errado, mas não consigo parar de ler você.

Mateo:
Toca pra mim. Imagina que sou eu te tocando. Enfia um dedo e pensa que é minha língua. Quero te fazer gozar pensando em mim.

Comecei a me masturbar devagar, imaginando as mãos jovens e ansiosas do Mateo percorrendo meu corpo maduro, apertando meus peitos, descendo até minha buceta. Escrevi entre gemidos baixos:

Eu:
Já tô me tocando... Deus, Mateo... A gente não pode...

Mateo:
Você é uma mulher tão gostosa. Quero te comer devagar primeiro, depois com força. Quero que você sinta o quanto eu tô duro por você. Uma mulher como você merece ser bem comida. Tô muito excitado, olha: Foto de um volume grande debaixo de uma cueca, onde dava pra ver o torso nu e jovem do Mateo.

Gozei em silêncio, mordendo o travesseiro, com o corpo tremendo enquanto lia as últimas mensagens dele. Larguei o telefone de lado, respirando ofegante, com uma mistura enorme de culpa e tesão.

Eu:
Você é um cara atrevido, hein... Amanhã a gente vai falar sobre isso, Mateo... Às 5 depois da aula, vem no meu escritório...

Deixei o telefone na mesinha de cabeceira e fiquei olhando pro teto, com o coração batendo a mil. Acabava de marcar com ele. Não tinha mais volta.

No dia seguinte, o tempo passou devagar. Meu marido de manhã me notou diferente, mas não perguntou nada, apoiou as mãos nos meus ombros e beijou meu pescoço.

Pedro: Você tá mais linda do que nunca hoje.

Segurei o rosto dele, e nos olhamos como duas pessoas que já se conhecem e sabem o que o outro tá pensando. Nós nos demos um beijo apaixonado e fui pra universidade.
Dei minhas aulas distraída, curiosamente o Mateo não apareceu, fiquei louca pensando nele, se ele ia vir, se se arrependeu... depois lembrava do ontem e fiquei com a pussy húmida quase a tarde inteira só de pensar no que podia rolar. Terminei minhas aulas e às 4:50 fechei a porta do meu escritório, corri as cortinas e sentei na beirada da mesa, cruzando as pernas. Tinha vestido uma blusa branca meio mais transparente que o normal e uma saia preta justa. Ficava olhando o relógio, mas ele não tinha mandado mensagem, e eu também não tinha coragem de mandar, sinceramente.

Às 5 em ponto bateram na porta.
— Entra — falei com a voz meio trêmula.

Mateo entrou e trancou a porta. O som da tranca foi definitivo. Ele ficou parado ali, me olhando de cima a baixo como se quisesse me devorar. Os olhos dele pararam especialmente nos meus peitos, que marcavam claramente por baixo da blusa branca semi-transparente sem sutiã. As auréolas dos meus peitos desenhavam-se vagamente no tecido da blusa, e aquilo foi um imã pra um jovem tão faminto.

Não precisou falar nada. Levantei da mesa e andei até ele. Tive um pensamento leve sobre o Pedro, ao ver minha aliança de casada, mas sabia que, como casal, a gente precisava disso... Quando cheguei perto, Mateo me agarrou pela cintura e me beijou com desespero. A boca dele era ansiosa, quase agressiva. A língua dele entrou na minha boca procurando a minha com urgência. As mãos dele percorreram meu corpo com fome: primeiro apertou minha cintura, depois desceu direto pra minha bunda, agarrando com força por cima da saia, amassando, separando minhas nádegas.

Gemi dentro da boca dele e comecei a desabotoar a camisa dele. Deslizei minhas mãos pelo peito jovem, firme e quente dele. Senti os músculos tensos dele sob meus dedos.
Mateo me empurrou suavemente contra a mesa sem parar de me beijar. Os dedos dele, atrapalhados mas ansiosos, desabotoaram minha blusa. Quando abriu ela completamente, Meus peitos grandes, pesados e redondos ficaram totalmente expostos. Ele soltou um gemido rouco e profundo.

—Meu Deus, Laura… —murmurou.

Ele se inclinou e se jogou neles. Agarrou os dois com as mãos, sentindo o peso e a maciez. Apertou, levantou e começou a chupar meus bicos com verdadeira devoção. Lambeu em círculos, sugou com força, mordeu de leve e puxou. Alternava entre um peito e o outro, gemendo contra minha pele.

—Tava com tanta vontade de fazer isso… —sussurrou com a voz embargada—. Seus peitos são incríveis…

Eu puxava o cabelo dele, arqueando as costas, empurrando meus peitos contra o rosto dele. Meus bicos estavam duros e sensíveis. Nem dava pra falar dos gemidos que saíam de mim, fazia tempo que não sentia essa sensação gostosa.

Depois de vários minutos em que quase me fez gozar só com a boca nos meus peitos, Mateo desceu devagar. Beijou minha barriga, meu umbigo, e se ajoelhou na minha frente.
Levantou minha saia até a cintura com as mãos tremendo de tesão. Me olhou um segundo nos olhos antes de descer minha calcinha preta encharcada pelas pernas. Deixou cair no chão e enfiou a cara entre minhas coxas sem perder tempo.

A língua dele percorreu toda a minha buceta, lambendo meus lábios inchados e molhados devagar no começo, depois com mais pressa. Chupou meu clitóris com dedicação, fazendo círculos e sugando de leve. Enfiava a língua dentro de mim, me saboreando, enquanto as mãos dele seguravam minha bunda com força.

Fazia barulhos molhados e gulosos. Eu tinha que tampar a boca com uma mão pra não gemer alto demais.

—Mateo… ahh… assim, bem aí… —gemi, empurrando minha bacia contra o rosto dele.

Ele me comeu com fome de verdade por vários minutos. Minhas pernas tremiam. Quase gozei na boca dele, mas me segurei. Levantei ele puxando o cabelo. Ele me olhou com os lábios brilhando dos meus sucos. Me virei, me inclinei sobre a mesa oferecendo minha bunda e abri uma gaveta. Peguei uma camisinha. Mas antes de colocar, me ajoelhei na frente dele.
O pau dele tava durasso, grosso, cheio de veia e apontando pra cima. Segurei com uma mão e, sem falar nada, meti na boca. Primeiro lambi a cabeça devagar, saboreando o líquido pré-gozo. Depois chupei mais fundo, enfiando até onde dava, balançando a cabeça enquanto olhava nos olhos dele.

Mateo soltou um gemido abafado e colocou uma mão no meu cabelo.

— Laura… que boca você tem… — ele ofegou.

Chupei com gosto por um minuto, curtindo a grossura e o calor na minha boca. Depois tirei o pau brilhando de saliva e coloquei a camisinha devagar, desenrolando enquanto batia uma pra ele com a mão.

Levantei, virei de costas e me inclinei de novo sobre a mesa, abrindo as pernas.

Mateo não esperou mais. Me segurou pelos quadris e me penetrou com um único empurrão fundo. Senti ele me abrir toda. O pau grosso dele entrava até o talo. Começou a me comer num ritmo firme, constante e profundo. A bacia dele batia com força na minha bunda, fazendo meus peitões se esmagarem e quicarem contra a madeira da mesa.

— Você tá tão apertada e quente, Laura… — ele grunhiu enquanto me comia —. Melhor do que eu imaginava…

Aumentou o ritmo. Me comia mais forte, mais rápido. Uma mão subiu e me agarrou pelo cabelo, puxando minha cabeça pra trás. A outra mão desceu e apertou um peito com força, beliscando meu mamilo.

Eu gemia sem controle.
— Mais forte… me come mais forte… — pedi entre gemidos.

Mateo me deu o que eu queria. Me comia igual um bicho, metendo fundo e rápido. Senti o orgasmo chegando. As bolas dele roçavam na minha buceta e eu tava muito puta.

— Tô perto de gozar… — avisei quase sem voz.

Ele acelerou ainda mais, me comendo selvagemente. Meus peitões quicavam na mesa a cada estocada forte. Senti o orgasmo me invadir como uma onda.

— Tô gozando… não para! — gemi.

Mateo me comeu com mais intensidade, batendo fundo. Minha palavra: minha buceta se contraiu em volta do pau dele e eu gozei intensamente, tremendo inteira, apertando ele forte dentro de mim enquanto mordia meu braço pra abafar os gemidos.

Quando sentiu minhas contrações fortes em volta do pau dele, o Mateo grunhiu:

—Porra… Laura… tô quase…

Tirei o pau dele rapidamente, ainda inclinada sobre a mesa com as pernas abertas. Me virei só um pouco, olhando por cima do ombro, e tirei a camisinha com uma mão.

—Goza fora… enche minha bunda — pedi com voz rouca e cheia de tesão.

O Mateo segurou o pau grosso e começou a bater uma rápido, apontando direto pra minha bunda levantada. Eu fiquei inclinada sobre a mesa, empurrando a raba pra trás, oferecendo pra ele.

Com um gemido longo e gutural, ele começou a gozar. Jorros grossos, quentes e cheios de porra saíram disparados, caindo nas minhas nádegas redondas e firmes. Senti vários impactos quentes: na parte de cima da minha bunda, entre as minhas bandas, e escorrendo pela minha pele pra baixo. O Mateo continuava batendo uma, se esvaziando completamente em cima de mim enquanto tremia.

—Porra… que delícia… — grunhiu, olhando como a porra dele cobria minha bunda.

A gente ficou uns segundos em silêncio, só respirando pesado. Meu corpo ainda tremia levemente. Sentia a porra quente do Mateo escorrendo devagar pelas minhas nádegas e pela parte interna das minhas coxas. Era uma sensação suja, proibida e estranhamente excitante.
O Mateo foi o primeiro a falar, com a voz rouca e ainda recuperando o fôlego:

—Laura… isso foi… incrível. Você não sabe o quanto eu precisava disso.

Ainda inclinada sobre a mesa, virei um pouco a cabeça pra olhar ele por cima do ombro. Sorri com uma mistura de satisfação e culpa.

—Você também não ficou atrás, cara — falei baixinho—. Me comeu como se tivesse esperando por isso há meses.

Ele se aproximou, me deu um beijo suave nas costas e depois no pescoço. Senti o peito jovem dele contra minha pele.

—Faz semanas que eu tô imaginando isso — admitiu. Desde que começamos as reuniões… não conseguia tirar você da cabeça.

Me levantei devagar. Minha saia ainda estava levantada e eu tinha o sêmen dele espalhado pela bunda toda. Me virei e olhei nos olhos dele. Passei a mão na bochecha dele com carinho.

— Isso não pode virar rotina, Mateo. Sou sua professora. Tenho um marido… dois filhos quase da sua idade. Isso foi… um momento.

Ele concordou, mas dava pra ver que não queria que acabasse tão rápido.

— Eu sei. Mas… a gente pode repetir uma hora dessas? — perguntou com aquele misto de timidez e desejo de jovem.

Não respondi na hora. Me limpei com uns lenços de papel que tinha na mesa, ajustei a calcinha fio-dental e abaixei a saia. Enquanto abotoava a blusa, não parava de pensar no Pedro.

O que será que ele pensaria se me visse agora? Com a bunda cheia de porra de um moleque de 25 anos?

Estranhamente, essa ideia não me trazia só culpa… também dava um frio na barriga novo.

— A gente vê — falei por fim, me aproximando e dando um beijo suave na boca dele —. Hoje foi intenso. Preciso processar isso. Mas… gostei. Pra caralho.

Mateo sorriu, ainda com o pau meio duro balançando. Ele se vestiu enquanto eu arrumava o cabelo na frente de um espelhinho.

Antes de ir, me deu um último beijo, mais longo e profundo.
— Valeu, Laura. De verdade.

Quando ele fechou a porta, fiquei sozinha no escritório. Sentei na cadeira, ainda sentindo o sêmen dele grudado na pele. Olhei o relógio. Pedro devia estar me esperando em casa.

No caminho de volta, não parava de pensar nele. Em como contaria isso pra ele. Em como ele ficaria quando eu dissesse que o Mateo tinha me comido em cima da mesa e gozado na minha bunda. Sabia que ele ia ficar duro na hora. E isso, de algum jeito, me excitava ainda mais.

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Cheguei em casa com as pernas ainda bambas e o coração cheio de sentimentos contraditórios. Eram 7 da noite. Não tinha tomado banho. Ainda estava com o sêmen do Mateo seco na bunda e entre as coxas, e sentia a thong pegajosa contra minha pele. Cada passo me lembrava o que eu tinha feito.

Assim que abri a porta, vi que Pedro estava sentado na sala, na poltrona dele de sempre. A luz era fraca. Ele tinha uma taça de vinho na mão e me olhou direto. Não precisou dizer nada. A expressão dele dizia tudo: ele sabia.

Fechei a porta atrás de mim e fiquei parada na entrada da sala. Me sentia exposta, suja, excitada e culpada ao mesmo tempo.

— Como foi? — perguntou com a voz calma, mas com um tom rouco que eu conhecia bem.

Me aproximei devagar e sentei na poltrona na frente dele. Cruzei as pernas. Sentia o gozo grudando na minha pele.

— Aconteceu — falei baixo, olhando nos olhos dele.

Pedro respirou fundo. Deixou a taça na mesa e se inclinou um pouco pra frente.

— Me conta tudo.

Mordi o lábio. Sentia o coração batendo forte.

— Ele chegou às 5. Assim que fechou a porta, a gente se beijou. Ele me tocou toda... chupou meus peitos com muita fome. Depois se ajoelhou e comeu minha buceta como se estivesse desesperado.

Pedro engoliu seco. Vi a ereção dele marcando por baixo da calça.

— E depois?

— Ele me inclinou sobre a escrivaninha. Coloquei a camisinha nele eu mesma... mas antes chupei um pouco. Depois ele me comeu com força. Muita força. Me agarrava pelo cabelo e pelos peitos enquanto me comia. Gozou muito intenso.

Fiz uma pausa. Pedro estava completamente atento.

— E no final... tirei a camisinha e pedi pra ele gozar no meu cu. Ele encheu minha bunda toda de gozo. Ainda tá em cima de mim, Pedro. Não tomei banho.

Teve um silêncio pesado. Pedro me olhava com os olhos brilhando de tesão e ciúme misturados.

— Você gostou? — perguntou quase num sussurro.

— Muito — admiti. — Ele é novo, tem muita força e vontade. Me comeu diferente de você... mais animal. Me senti desejada de um jeito que não sentia há muito tempo.

Pedro se levantou, se aproximou e se ajoelhou na minha frente. Abriu minhas pernas devagar e levantou minha saia. Olhou pra minha calcinha e pra minha coxa, onde ainda dava pra ver uns resquícios secos.

—Isso é dele? —perguntou, passando um dedo na pele pegajosa da minha coxa interna.

—Sim.

Ele ficou olhando por um bom tempo. Depois levantou o olhar pra mim.

—Quer que eu coma sua buceta agora… sabendo que ele te comeu faz pouco?

Senti uma nova onda de tesão.

—Sim… —respondi.

Pedro não esperou mais. Abriu mais minhas pernas ali mesmo, no sofá da sala, e aproximou o rosto. Puxou minha calcinha fio dental pro lado e enfiou a língua na minha buceta, ainda sensível pelo que tinha rolado horas antes.

—Tem cheiro de sexo… —murmurou contra mim antes de começar a lamber.

Me comeu com gosto, sabendo exatamente o que tava fazendo. A língua dele percorria meu clitóris e entrava em mim, como se tivesse procurando vestígios do que Mateo tinha deixado. Eu segurava a cabeça dele com uma mão e gemia sem vergonha.

—Pedro… caralho… continua assim…

Ele levantou o olhar por um segundo, com os lábios brilhando.

—Ele te comeu gostoso? —perguntou.

—Sim… me comeu forte em cima da mesa. Puxava meu cabelo enquanto metia fundo.

Isso acendeu ele ainda mais. Chupou meu clitóris com mais intensidade, enfiando dois dedos dentro de mim. Eu me contorcia no sofá, mexendo a bunda contra a boca dele.

Quando tava perto de gozar, ele me levantou, me virou e me inclinou sobre o encosto do sofá. Levantou minha saia e puxou minha calcinha até os joelhos. Me penetrou de uma vez. Minha buceta tava encharcada.

Ele começou a me comer por trás, me segurando firme pelas cadeiras. Cada estocada fazia meus peitos balançarem e baterem no encosto.

—Me fala como ele gozou em você —pediu com a voz rouca.

—Encheu minha bunda toda… jatos quentes… escorreu pelas minhas nádegas —gemi.

Pedro me comeu mais forte, quase com uma raiva excitada. Dava tapinhas leves na minha bunda enquanto me penetrava fundo.

—Quer que eu te coma outro dia de novo? —perguntou.

—Sim… —respondi entre gemidos—. Quero que me Fode de novo.
Aquilo foi demais pra ele. Ele me comeu com força por mais um minuto e gozou dentro de mim, gemendo meu nome.
Ficamos os dois ofegantes. Ele me abraçou por trás, ainda dentro de mim, e beijou meu pescoço.

— Te amo —ele sussurrou no meu ouvido—. Isso é estranho… mas me excita pra caralho saber que ele te desejou tanto.

Eu me virei e beijei ele na boca, dessa vez de leve.

— Também te amo. E obrigada por me deixar viver isso.

Ficamos abraçados por um bom tempo na sala, com minha saia ainda levantada e o corpo marcado por dois homens no mesmo dia.

Era o começo de algo novo.

Naquela noite, depois de tomarmos banho juntos e jantarmos algo leve, Pedro e eu fomos pra cama. Não falamos muito sobre o assunto de novo, mas tinha uma energia diferente entre nós. Ele me abraçou por trás e beijou meu ombro.

— Obrigada por me contar tudo —sussurrou—. Foi… intenso. Mas gostei de te ver assim. Tão viva.

Eu me virei e olhei nos olhos dele na penumbra.

— Não achei que ia chegar tão longe tão rápido —admiti—. Mas quando estive com ele… me deixei levar. Me senti desejada de um jeito que não sentia há anos. Não que você não me deseje, mas isso foi diferente. Mais urgente. Mais jovem.

Pedro concordou, acariciando meu cabelo.

— Entendo. E não vou te pedir pra parar… contanto que você continue me contando tudo. Quero fazer parte disso, mesmo que seja daqui.

Sorri e beijei ele de leve.

— Prometo.

Os dias seguintes foram estranhos, mas excitantes. Na universidade, Mateo e eu mantínhamos a compostura profissional na frente dos outros, mas quando nos cruzávamos nos corredores, os olhares eram carregados. Teve mais algumas mensagens à noite, discretas, mas cheias de desejo. Nas reuniões, ele sempre se manteve decente, como um cavalheiro, e embora talvez tenha feito algum comentário ou outro, entendeu que a próxima jogada… se houvesse… era eu quem começava.

Por mim, me sentia mais viva. Mais mulher. Olhava pra Pedro com outros olhos também. Nossa vida O sexo ficou mais intenso, mais honesto. A gente falava abertamente sobre fantasias, sobre o que tinha rolado, e isso nos aproximava.

Uma noite, quase duas semanas depois, enquanto estávamos na cama, o Pedro me perguntou:

— Quer dar pra ele de novo?

Fiquei pensando um pouco, passando os dedos pelo peito dele.

— Acho que sim… mais uma vez. Mas não quero que isso vire rotina. Quero que seja algo nosso. Algo que excite nós dois.

O Pedro me beijou na testa.

— E se o cara for de confiança, não fica na neura… vai fundo. Depois vem me contar tudinho.

Eu sorri no escuro.

Essa foi a verdadeira surpresa: não era só eu me descobrindo. Éramos nós, de um jeito novo e doentio, nos redescobrindo.

E pela primeira vez em muito tempo, a gente se sentiu completo como casal.

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Fim do relato… Por enquanto. Valeu de novo, Laura, por deixar eu contar essa história. Podem comentar aqui mesmo, ela vai ler os comentários com muita alegria.

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