Minha esposa gostosa

Esses relatos que vou postar falam da minha experiência como corno. Definitivamente, tem coisas que não se deve fazer, e principalmente as regras devem ser seguidas — as mesmas que o marido, a esposa e o bull estabeleceram, e todos precisam respeitar. Ao longo dos relatos, vocês vão ler situações que, depois do sexo, ficam complicadas só por não seguir as regras. Hoje em dia, posso dizer que meu casamento está em outra fase e eu curto muito essa vida... Passei um tempão tentando convencer minha esposa a dar um tempero extra na nossa relação, especificamente envolver um terceiro, fosse fisicamente ou de outra forma. Levei anos tentando convencê-la... Comecei a ficar excitado com o jeito que alguns homens olhavam pra ela, na rua, em alguma festa ou num shopping. No começo, não era intencional, tipo, de repente, num descuido, ela se abaixava e, como tem peitos pequenos, a blusa caía um pouco e deixava tudo à mostra pra quem passasse naquele instante. Eu via no olhar de alguns a vontade de continuar olhando, e até alguns, ao ver que minha esposa não tomava cuidado, voltavam disfarçadamente pra ver se ela se abaixava de novo. Isso me enlouquecia — aquele gestozinho dela de se inclinar e colocar a mão no decote pra se cobrir, e de repente tirar porque precisava das duas mãos, esquecendo que tinha que se cobrir... Assim começou algo gostoso, porque eu dizia pra ela que gostava que a olhassem, que a desejassem — não aqueles olhares de doente depravado que não disfarçam, mas sim daqueles caras que percebem que algo está à mostra e não têm escolha a não ser olhar enquanto ela não percebe, e se possível, dar um jeito de ver várias vezes, mas com muito respeito e discrição... Às vezes, saíamos pra dar uma volta em shoppings onde ela se vestia sexy e sugestiva, seja com um vestido curto ou uma calça justa. Eu adoro quando marca tudo nela. O triangulinho da virilha dela, no começo ela não gostava. Quando a gente ia sair, eu abraçava ela e puxava a calça dela pra cima quase a ponto de dar pra ver os lábios da buceta dividindo o triangulinho, mas no fim ela recusava e puxava aquela parte da calça pra baixo, dizendo que marcava demais e que não se usava daquele jeito. Mesmo assim, quando a gente transava à noite, eu falava pra ela, enquanto metia, que tinha adorado como a calcinha fio-dental marcava por trás e que tinha reparado que vários caras ficaram olhando pra bunda dela. Mas nem sempre foi assim. Teve ciúme da minha parte, dias em que a gente brigava porque os peitos dela apareceram. Era uma mistura de ciúme, insegurança e tesão o que eu sentia, mas na época eu não sabia como chamar aquilo. Depois de descobrir de várias formas o que eu sentia, comecei a pensar mais nisso. Já estava na minha cabeça a ideia de vê-la fazendo com outro cara, mas no fim as coisas ficavam por isso mesmo...

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