Me entrego a um coroa

Diego, um senhor de uns cinquenta anos, que tinha se mudado pro nosso prédio. Como era vizinho novo, fomos cumprimentá-lo e, na conversa, descobrimos que ele era brasileiro, mas falava muito bem o espanhol, já que morava no nosso país há uns 20 anos ou algo assim. Ele sempre foi muito prestativo, mais comigo do que com meu marido. Várias vezes, Marcelo me dizia coisas tipo que o velho tava muito afim de mim e que ele adoraria que eu desse pra ele, que isso não ia mudar nada pra ele. Eu fiquei surpresa; a primeira coisa que passou na minha cabeça é que ele era louco. Depois, ele começou a insistir muito e disse que queria me ver como uma puta, que isso não ia mudar nada no nosso casamento. Um dia de semana que eu tava de folga, umas 10 da manhã, quando Marcelo tava no trabalho, a campainha tocou. Atendi, e era o Diego. Eu tava vestida com uma camisola fina, uns 10 cm abaixo da minha bunda, e meio decotada, dando uma vista generosa dos meus peitos e pernas. Ele disse que tinha ouvido barulhos e achou que eu não tinha ido trabalhar porque tava me sentindo mal, e passou pra ver se eu precisava de algo e saber como eu tava. Eu falei que não, que hoje não trabalhava, mas que entrasse, que pra mim era uma alegria receber a visita dele. Convidei ele pra entrar. Sentamos num dos sofás da sala, e preparei uns mates. A gente conversava sobre a vida, e ele me contou como tinha chegado no nosso país, e agora, duas décadas depois, era muito feliz. Continuamos conversando, e num ponto da conversa ele colocou a mão no meu joelho, e eu não dei importância. Ele me contou dos filhos que moravam no Brasil com a ex-mulher, e da tranquilidade financeira dele, e nunca tirou a mão. Não sei como pude deixar passar, mas nunca falei nada sobre a atitude dele. Seguimos conversando, e a mão dele começou a acariciar minha perna, devagar. Não consegui evitar olhar pros genitais dele, e passou pela minha cabeça as palavras do meu marido: "EU QUERO QUE VOCÊ SEJA UMA PUTA", e eu... Fiquei surpresa ao ver um volume enorme dentro do short dele. Devem ter se passado uns 5 segundos, em que, hipnotizada, eu olhava fixamente, quando tentei desviar o olhar, Diego já tinha notado. Enquanto isso, ele continuava falando como se nada fosse… subindo cada vez mais a mão direita pela minha coxa. Quando tentei reagir, já era tarde. Dois dos dedos dele tinham passado pelas laterais da minha calcinha fio dental e estavam se abrindo caminho entre meus lábios da buceta. Senti uma excitação sem precedentes. Sentia que estava sendo invadida, e isso me excitava. Devo ter ficado muito molhada, porque naquela altura, Diego sabia que estava conquistando a presa dele, e, apesar de continuar falando sobre a vida, avançava com segurança dentro da minha xota. Eu o ouvia, com os olhos semicerrados, sem dizer uma palavra. Em um momento que não consigo lembrar, ele se ajoelhou no chão de carpete e abriu minhas pernas. Logo senti que os três dedos dele saíam da minha buceta, e ele começou a explorar com a língua. Deve ter sido nesse exato momento que ele abriu o short e liberou um pau enorme — não consigo dizer as medidas, mas definitivamente muito mais comprido e grosso que o do Marcelo. Eu disse: "Diego, isso foi longe demais, vamos parar", mas cada palavra que eu dizia parecia ser um estímulo para ele, que continuava lambendo minha buceta, até começar a mordiscar meu clitóris. Em algum momento, ele deve ter tocado meu ponto G, porque me senti gozar como um homem, e era algo que não terminava nunca — queria parar e não sabia como. Ele pegou minha mão e a levou até o pau dele, já completamente duro, e me obrigou a masturbá-lo. Tentei me soltar, mas não consegui. A verdade é que ele tinha um pau lindo, e muitas mulheres teriam adorado estar no meu lugar. Em um momento, ele ficou de pé na minha frente, e o falo dele ficou bem perto dos meus lábios, e eu, quase por instinto, abri a boca para que ele o introduzisse. Na primeira vez, ele soltou um gemido de prazer. Me fez chupar por uns 5 minutos, e em um momento ele se agitou e começou a gemer alto. Senti um rio de esperma quente. aterrissando principalmente na minha garganta, parte nos meus lábios e parte nos meus peitos, ele me obrigou a engolir quando pensei que tudo tinha acabado. Fui ao banheiro me lavar. Quando saí, pensei em mandar o Diego embora, mas não conseguia evitar a excitação mórbida que sentia por ter engolido porra que não era do meu marido. Na saída do banheiro, ele estava lá, me esperando, com aquele mastrão dele duro de novo. Me pegou pelos braços e me levou pro quarto, me jogou de barriga pra cima na cama, levantou minha camisola de novo e lambeu minha buceta por um tempinho. Quando me deixou molhadinha, ele se levantou, parou no chão e falou umas obscenidades tipo "agora você vai sentir um pau de verdade dentro de você, não igual ao do maridinho afeminado que você tem", abriu minhas pernas o máximo que pôde, encaixou a cabeça grossa do pau dele entre os meus lábios da buceta e começou a empurrar. Até aquele momento, eu não tinha percebido o que um pau daquele tamanho podia fazer. O negócio é que, devagar, mas firme, a cabeça dele entrou, e foi aí que notei a diferença de tamanho pro pau do Marcelo. Doeu pra caralho, gritei "Nããããooooo! Tá doendo demais, tira por favoooooor!!!" mas ele tava tão excitado com a presa que tinha caçado que não ia dar um passo pra trás. Quando ouviu minha recusa e sentiu minha tentativa de empurrá-lo, ele me segurou firme pela cintura e pressionou forte com a pélvis. Provavelmente por causa do meu grau de lubrificação, o mastrão dele entrou até o fundo. Chorei muito e gritei pedindo pra parar, mas meus pedidos não foram ouvidos. Eu chorava, e ele ficava mais excitado. Foi quando meus gritos viraram gemidos: Ai, ai! Sim, sim, assim, vai, mais, e ele começou a acelerar o ritmo das estocadas. Eu sentia claramente as bolas dele batendo no meu cu, queria tudo dentro de mim. Ele já devia estar me comendo há uns 15 minutos, quando acelerou muito o ritmo e eu ouvi o gemido profundo dele. Sabia que ele ia gozar dentro de mim. Falei "Para, você vai me engravidar! Não tô me cuidando!", mas ele parecia não se importar. Por favor, me imploro, você vai me engravidar, tira ela!"… nada… Ele deu mais umas metidas, e tirou. Senti como se estivesse sendo banhada de porra, escorrendo por todo lado. O esperma dele era quente, e o prazer que senti, nunca experimentei com meu marido. Tive uns oito orgasmos. Com o pau já mole, ele me olhou nos olhos, me deu um beijão na boca, como se quisesse me devorar, e mostrar que ele era meu macho. Entrou no banheiro, se higienizou, e disse: "Valeu, gata, logo mais vou te visitar, porque faltou provar mais uma coisinha". E foi embora. Me senti uma puta, mas terrivelmente tesuda. Daqui a pouco chegou meu marido. Não deu tempo de limpar a bagunça que o Diego tinha feito em mim. Até nos meus peitos tinha resto de porra. Fiquei com muito medo, mas o Marcelo, com todo o carinho que sempre teve e tem por mim, me olhou bem nos olhos e disse: "Vi que você gostou muito de fazer com o Diego". Fiquei de boca aberta, e ele continuou: "Já faz um tempo que venho pensando nisso.

2 comentários - Me entrego a um coroa

Que tesão. Chegar e minha mina tá assim, eu chupo e limpo ela toda.
Muito bom relato. Que gostosa como te deixou cheia de porra.