https://www.poringa.net/posts/relatos/6344110/Primeros-pasos-con-Elena-y-Dani-8.htmlAquele "Sim... estou bem" do Dani ficou pairando na sala, pesado como o ar denso que nos cercava. Eu fiquei parado ao lado da mesa, com o pau ainda meio duro e o coração batendo forte no peito, observando ele limpar a mão com um lenço descartável depois de gozar. Tentava ler a cara dele, procurar algum sinal de arrependimento ou raiva reprimida, mas o Dani era uma incógnita.
Na cabeça do Dani, no entanto, estava rolando uma batalha campal. Por um lado, realizar a fantasia mais obscura dele tinha sido um sucesso absoluto: ver a namorada de anos completamente submissa, gemendo de prazer com o pau do melhor amigo de infância, tinha excitado ele a um nível que nunca imaginou ser possível. Ele tinha gozado devorando com os olhos cada estocada, cada tapa na bunda e ouvindo ela confessar como sentia ele grande. Mas agora que a adrenalina começava a passar, o vazio pós-gozo trazia as primeiras perguntas venenosas. Ele olhava o fio de porra escorrendo pela coxa da Elena e o contraste era brutal: a fragilidade da sua novinha de 1,60m comparada com a minha estrutura robusta e musculosa. Dani se perguntava, com uma pontada de insegurança, se depois disso a Elena ia conseguir se contentar com ele de novo, sabendo que eu preenchia ela por completo e fazia ela gozar de um jeito que ele mesmo costumava deixar pela metade. O medo de ter aberto uma porta que não ia mais conseguir fechar começava a se infiltrar na mente dele, mesmo que tentasse disfarçar com a calma de sempre.
Elena continuava apoiada na mesa, com as pernas ainda tremendo e a respiração se recuperando aos poucos. A mente dela era um caos absoluto de dopamina, culpa e uma sensação estranha de triunfo. Por um lado, se sentia a mulher mais desejada do mundo; tinha realizado a fantasia mais suja dela: ser possuída com força por um cara gigante na própria mesa dela e na frente do homem que amava, que se masturbava olhando. Lembrar do som do meu Os ovos batendo na bunda dela e as palmadas fortes que eu tinha dado na frente do Dani faziam a buceta dela pulsar de puro tesão. Mas quando ela levantou o olhar e cruzou com os olhos do namorado, a culpa bateu frio no estômago dela. A Elena precisava desesperadamente que o Dani abraçasse ela, que dissesse que tudo continuava igual entre eles, que o acordo do relacionamento aberto não tinha quebrado por causa disso. Ela sentia o esperma quente dentro dela, uma marca física da minha posse, e tinha medo de ter cruzado uma linha sem volta. Além disso, uma sombra se projetava na mente dela: a Lorena. A melhor amiga dela tinha deixado claro que queria estar presente ou saber de todos os detalhes sujos, e a Elena sabia que a discrição naquele grupo de estudo já era utopia.
— Toma, Elenita — disse o Dani, quebrando o silêncio com uma voz estranhamente suave enquanto estendia uma toalha limpa pra ela.
A Elena pegou sem olhar diretamente nos olhos dele, se cobrindo com timidez, uma timidez absurda depois do que tinha acabado de rolar naquela mesma sala. Ela começou a se limpar devagar, sentada na beira da mesa.
— Valeu, love — murmurou ela, com a voz ainda rouca dos gemidos. Olhou de canto pra onde eu tava —. Cê tá... seguro de que tá bem, Dani?
O Dani forçou um sorriso, caminhou até ela e deu um beijo curto na testa dela.
— Sim, sério. Foi pesado, não vou negar. Ver ao vivo muda a perspectiva dos chats da semana toda — admitiu ele, me olhando de canto —. Mas era o que a gente queria, né? Realizamos.
Eu comecei a vestir a calça, sentindo uma mistura estranha de orgulho animal com o desconforto lógico da situação.
— Eu, Dani... se vocês sentirem que isso complica as coisas entre vocês, a gente para por aqui — falei, tentando soar maduro, mas por dentro a ideia de não pegar a Elena de novo me dava uma raiva do caralho.
— Não, mano, fica tranquilo — respondeu o Dani, mas os olhos dele não desgrudavam da mesa onde minutos antes eu tinha estado. metendo forte na namorada dele—. Pelo contrário. Acho que isso vai fazer a gente falar sobre um monte de coisas que a gente guardava. Mas por hoje já deu.
Elena se levantou da mesa, se enrolando na toalha. A bagunça da sala fez ela lembrar da manhã anterior, quando fomos na farmácia e encontramos a Lorena. Sabia que o segredo compartilhado agora tinha uma nova camada de perigo. Ela me encarou com aqueles olhos verdes hipnotizantes, e naquele olhar não tinha culpa; tinha uma promessa silenciosa de que isso não ia acabar ali.
— Vou tomar um banho — disse Elena, andando pro banheiro com passos ainda meio trôpegos pelo cansaço físico e pela intensidade do que rolou.
Dani e eu ficamos sozinhos na sala. O nó no meu estômago não tinha sumido; pelo contrário, parecia mais complicado. Sabia que a cabeça de Dani tava processando o impacto da imagem real, e que a de Elena tava dividida entre a submissão que tanto a excitava e o pânico de que o relacionamento dela desmoronasse. E por cima de tudo isso, o fantasma da Lorena e a sua tara, esperando a próxima mensagem do WhatsApp.
Na cabeça do Dani, no entanto, estava rolando uma batalha campal. Por um lado, realizar a fantasia mais obscura dele tinha sido um sucesso absoluto: ver a namorada de anos completamente submissa, gemendo de prazer com o pau do melhor amigo de infância, tinha excitado ele a um nível que nunca imaginou ser possível. Ele tinha gozado devorando com os olhos cada estocada, cada tapa na bunda e ouvindo ela confessar como sentia ele grande. Mas agora que a adrenalina começava a passar, o vazio pós-gozo trazia as primeiras perguntas venenosas. Ele olhava o fio de porra escorrendo pela coxa da Elena e o contraste era brutal: a fragilidade da sua novinha de 1,60m comparada com a minha estrutura robusta e musculosa. Dani se perguntava, com uma pontada de insegurança, se depois disso a Elena ia conseguir se contentar com ele de novo, sabendo que eu preenchia ela por completo e fazia ela gozar de um jeito que ele mesmo costumava deixar pela metade. O medo de ter aberto uma porta que não ia mais conseguir fechar começava a se infiltrar na mente dele, mesmo que tentasse disfarçar com a calma de sempre.
Elena continuava apoiada na mesa, com as pernas ainda tremendo e a respiração se recuperando aos poucos. A mente dela era um caos absoluto de dopamina, culpa e uma sensação estranha de triunfo. Por um lado, se sentia a mulher mais desejada do mundo; tinha realizado a fantasia mais suja dela: ser possuída com força por um cara gigante na própria mesa dela e na frente do homem que amava, que se masturbava olhando. Lembrar do som do meu Os ovos batendo na bunda dela e as palmadas fortes que eu tinha dado na frente do Dani faziam a buceta dela pulsar de puro tesão. Mas quando ela levantou o olhar e cruzou com os olhos do namorado, a culpa bateu frio no estômago dela. A Elena precisava desesperadamente que o Dani abraçasse ela, que dissesse que tudo continuava igual entre eles, que o acordo do relacionamento aberto não tinha quebrado por causa disso. Ela sentia o esperma quente dentro dela, uma marca física da minha posse, e tinha medo de ter cruzado uma linha sem volta. Além disso, uma sombra se projetava na mente dela: a Lorena. A melhor amiga dela tinha deixado claro que queria estar presente ou saber de todos os detalhes sujos, e a Elena sabia que a discrição naquele grupo de estudo já era utopia.
— Toma, Elenita — disse o Dani, quebrando o silêncio com uma voz estranhamente suave enquanto estendia uma toalha limpa pra ela.
A Elena pegou sem olhar diretamente nos olhos dele, se cobrindo com timidez, uma timidez absurda depois do que tinha acabado de rolar naquela mesma sala. Ela começou a se limpar devagar, sentada na beira da mesa.
— Valeu, love — murmurou ela, com a voz ainda rouca dos gemidos. Olhou de canto pra onde eu tava —. Cê tá... seguro de que tá bem, Dani?
O Dani forçou um sorriso, caminhou até ela e deu um beijo curto na testa dela.
— Sim, sério. Foi pesado, não vou negar. Ver ao vivo muda a perspectiva dos chats da semana toda — admitiu ele, me olhando de canto —. Mas era o que a gente queria, né? Realizamos.
Eu comecei a vestir a calça, sentindo uma mistura estranha de orgulho animal com o desconforto lógico da situação.
— Eu, Dani... se vocês sentirem que isso complica as coisas entre vocês, a gente para por aqui — falei, tentando soar maduro, mas por dentro a ideia de não pegar a Elena de novo me dava uma raiva do caralho.
— Não, mano, fica tranquilo — respondeu o Dani, mas os olhos dele não desgrudavam da mesa onde minutos antes eu tinha estado. metendo forte na namorada dele—. Pelo contrário. Acho que isso vai fazer a gente falar sobre um monte de coisas que a gente guardava. Mas por hoje já deu.
Elena se levantou da mesa, se enrolando na toalha. A bagunça da sala fez ela lembrar da manhã anterior, quando fomos na farmácia e encontramos a Lorena. Sabia que o segredo compartilhado agora tinha uma nova camada de perigo. Ela me encarou com aqueles olhos verdes hipnotizantes, e naquele olhar não tinha culpa; tinha uma promessa silenciosa de que isso não ia acabar ali.
— Vou tomar um banho — disse Elena, andando pro banheiro com passos ainda meio trôpegos pelo cansaço físico e pela intensidade do que rolou.
Dani e eu ficamos sozinhos na sala. O nó no meu estômago não tinha sumido; pelo contrário, parecia mais complicado. Sabia que a cabeça de Dani tava processando o impacto da imagem real, e que a de Elena tava dividida entre a submissão que tanto a excitava e o pânico de que o relacionamento dela desmoronasse. E por cima de tudo isso, o fantasma da Lorena e a sua tara, esperando a próxima mensagem do WhatsApp.
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