Esta é minha história, meu nome é Marlene, e sou uma mulher latina de 47 anos. Estou divorciada do meu ex-marido há mais de 5 anos. Por muito tempo, era só eu e meu filho. Fazíamos tudo juntos, íamos pra todo lado juntos, nem preciso dizer que éramos muito unidos. Claro, faz parte do crescimento um filho ter que esticar as asas e voar do ninho. Meu filho Gabriel sempre teve notas boas no ensino médio e ganhou uma bolsa integral numa universidade muito boa. Infelizmente, a universidade fica no extremo oposto do país. Ele foi embora quando tinha 18 anos. Isso também foi há uns 5 anos. Com ele na faculdade e meu casamento em ruínas, minha vida virou uma bagunça, parei de trabalhar, engordei pra caralho e virei uma sombra do que era. Preciso dizer que, na minha juventude e até meu divórcio, era considerada por muitos uma mulher muito gostosa e voluptuosa, com uns 1,70m de altura; cabelo castanho e olhos verdes, meu rosto sem nenhuma ruga me fazia parecer mais nova do que era. Tinha umas curvas que faziam homens jovens e velhos virarem a cabeça, nada magra, mas também não gorda, com uma bunda redonda e generosa, e na minha idade meu orgulho eram meus peitos de tamanho médio com bicos inchados de um rosa escuro, mas bem empinados e desafiando a idade e a gravidade. Alguns diriam que pareço muito com a atriz mexicana Jenny Rivera. Mas por muito tempo não fui nada como ela. Avançando pro nosso tempo atual, vocês vão encontrar uma nova eu. Há cerca de um ano, decidi endireitar minha vida de novo, comecei a cuidar da minha saúde e do meu corpo outra vez, comecei a socializar e sair de novo, até voltei a trabalhar. A vida estava muito boa de novo, até tive uns rolos com conhecidos do trabalho. Durante esse tempo, meu filho terminou a faculdade, conheceu uma garota e logo depois da formatura casou com ela. Gabriel tinha me enviou fotos deles juntos e, curiosamente, vi uma semelhança estranha comigo mesma naquela idade, vi uma eu mais jovem. Atribuí isso ao fato de que sempre fomos tão próximos um do outro e, naturalmente, ele sentiu uma conexão comigo através dela. Alguns meses depois do casamento, recebi a notícia de que estavam esperando o primeiro bebê deles. No segundo trimestre da gravidez, o mundo deles desabou; ela desenvolveu uma doença muito grave e a gravidez estava em risco. Com acompanhamento médico cuidadoso e muitas orações e esperanças, os últimos dias da gestação transcorreram sem incidentes. Mas aquele dia abençoado do nascimento da filha deles chegou, mas veio uma semana antes do previsto. Algo estava errado, os médicos deram ao meu filho a notícia horrível: era a mãe ou a menina, mas não podiam salvar os dois. A esposa do meu filho teve instintos maternos e se recusou a deixar a menina morrer. Meu filho ficou arrasado. Agora com uma recém-nascida nos braços, meu filho realmente estava fora da sua zona de conforto. Ofereci para ficar depois que enterraram minha nora e ele concordou. Ele tinha comprado uma casa bonita, grande e confortável para a namorada com o dinheiro que o pai dele tinha colocado em um fundo. Ele me ofereceu um quarto ao lado do berçário e do outro lado do corredor do quarto principal dele. Fiz algumas ligações para o meu trabalho e tive a sorte de me oferecerem um cargo de consultora, e a maior parte do meu trabalho podia ser feito de casa. Depois de seis meses da morte da minha nora, as coisas começaram a se normalizar, acho que para não pensar na falta da esposa, meu filho concentrou todo o tempo e energia na filha e no trabalho, era um pai devotado à filha e a amava imensamente. Mas havia algo faltando na vida dele, eu podia ver no comportamento dele, nos olhos dele; especialmente quando ele me olhava, acho que isso o fazia lembrar do amor perdido. Eu assumi o papel de dona da casa. a casa; Eu cozinhava pra ele, lavava a roupa, cuidava da casa e, claro, me certificava de que minha neta estivesse alimentada, limpa e feliz. Aos poucos, a relação que eu tinha com meu filho antes de ele ir pra faculdade renasceu e, sem perceber, ele começou a sorrir mais, a falar mais e... a me olhar mais. Lembro quando meu filho era pequeno, eu andava pela casa de shorts e camisetas bem leves, sempre em casa sem sutiã. Era assim que eu me vestia quando estava na minha casa, então claro que faria o mesmo na casa do meu filho. Eu me sentia confortável e teve pouquíssimas pessoas que vieram visitar a casa. Lembro quando Gabriel era mais novo, ele me olhava andando pela casa e sorria, me dizia que eu era bonita, e eu sorria pela inocência infantil dele. Agora ele me olhava com olhos de adulto, com necessidades de adulto. Meu filho sempre me perguntava por que eu não queria sair ou arrumar um grupo social pra me divertir. Minha resposta de sempre era que, se ele não tinha vida social, eu também não teria. Isso sempre arrancava um sorriso no rosto lindo dele. Acho que por enquanto ele só se contentava em ver a mãe andando pela casa de shorts e blusas transparentes. Tenho que admitir que eu achava muito divertido e estranhamente excitante ver meu filho me devorando com o olhar assim. Meu aniversário de 47 anos tava chegando e meu filho me perguntou umas duas semanas atrás o que eu queria de presente. Respondi que eu realmente tinha tudo que sempre quis: meu filho e minha neta. Com isso, ele disse que ia me surpreender e eu me despedi dele com um sorriso. Chegou o dia do meu aniversário e acordei pra fazer minhas tarefas de sempre: cuidar da bebê e preparar o café da manhã pro meu filho antes de ele ir trabalhar. Quando cheguei na cozinha, encontrei um bilhete dizendo que ele tinha que sair sem café por causa de uma reunião cedo e que iam chegar umas entregas de correio mais tarde. Ele não disse mais nada, então realmente Pensei que ele tinha esquecido do dia de hoje. Lá pelas 10 da manhã, a campainha tocou e, quando abri a porta, um entregador tinha um lindo buquê de rosas. Assinei e agradeci o homem. Ele se despediu e seguiu seu caminho. Sorri e, quando abri o bilhete, sorri abertamente, dizia "feliz aniversário, mãe, te amo com todo o meu ser". Olhei para minha neta e, em voz alta, exclamei que o pai dela era o homem mais doce que eu conhecia. Ela me devolveu o sorriso. Lá pelo meio-dia, outra campainha na porta, pulei até a entrada e, quando abri a porta, me deparei com um entregador bem mais novo, ele tinha uma caixa longa e plana acompanhada de duas caixas quadradas menores. Quando o jovem me viu, de alguma forma o rosto dele mostrava uma admiração que na hora eu não entendia, ele me olhou fixamente dos pés à cabeça e eu realmente não conseguia entender qual era a fascinação dele. Assinei a entrega e o mandei seguir o caminho dele enquanto ele me olhava e sorria. Ainda preocupada com as ações dele, fui até o espelho na sala para ver o que estava rolando. Para minha surpresa e vergonha, notei que ainda estava usando a roupa que dormi, que era um short de academia e uma camiseta transparente. Dava pra ver perfeitamente a silhueta dos meus peitos e, olha, nem vou falar dos meus bicos, minhas auréolas de um tom escuro formavam a base perfeitamente redonda onde nasciam meus bicos eriçados de tanta excitação, que apareciam triunfantes por baixo do tecido transparente da minha camiseta. Meu cabelo castanho estava preso num rabo de cavalo, não estava maquiada e só tinha meus óculos de grau. Eu parecia uma universitária. Sorri baixinho e pensei comigo mesma de um jeito bem safado... "hmmmm, mulherzinha, você não tá nada mal pra 47". Dava pra sentir a excitação no ar, eu andava nas nuvens, parecia uma novinha no primeiro encontro. Saí dos meus pensamentos safados e corri até a porta pra ver o que eram os pacotes que tinham chegado; abri o bilhete que os me acompanhava e de novo fiquei feliz de ter lido que era do Gabriel. Ele me pegou de surpresa quando li o resto. Disse que "a mulher mais linda e maravilhosa do meu mundo merece uma roupa adequada pra celebrar o aniversário dela. Veste o que tá dentro dos pacotes e vou te buscar hoje às 7 da noite, não se preocupa com a tua neta, já arrumei quem cuide da menina hoje à noite". Fiquei impressionada, Gabriel nunca tinha feito isso antes e a atitude dele me encheu de orgulho do homem que criei. Achei que era muito gentil e atencioso até começar a abrir as caixas, a primeira caixa reta tinha um lindo vestido longo vermelho com um decote bem pronunciado, com curiosidade de criança abri as caixinhas menores, uma tinha um par de lindos saltos agulha vermelhos, e a outra tinha um lindo conjunto de lingerie. Meia-calça nude, uma calcinha fio-dental preta que marcava minha bunda de um jeito bem sensual, mas não tinha sutiã, primeiro me perguntei como ele sabia meus tamanhos, especialmente de lingerie, e também fiquei pensando se ele queria que eu saísse sem sutiã hoje à noite. No começo da tarde me vi ocupada com as tarefas de casa e preparando minha neta pra noite, queria dar banho nela e alimentar antes da babá chegar, não conhecia ela e fiquei meio desconfiada em deixar minha pequena com uma estranha. Pelo bilhete, a moça chegaria lá pelas 6:30 pra receber minhas instruções e acostumar a bebê. Lá pelas 5 da tarde fui pro meu quarto e olhei a roupa que meu filho tinha comprado pra eu vestir naquela noite, ela ficava deitada na cama esperando eu vestir. Entrei no chuveiro, me certifiquei de depilar as pernas e tudo mais, sorria enquanto tomava banho pensando em quando foi a última vez que me preparei pra sair num encontro assim, naquela ocasião acabei passando a noite pelada até o dia seguinte com uma rola grande bombeando dentro e fora de mim e me levando várias vezes ao orgasmo. Sinceramente, achei que essa noite ia terminar com a gente voltando pra casa depois do jantar e cada um indo pro seu quarto. Depois do banho, fiquei na frente do espelho secando o cabelo, só com a toalha branca enorme enrolada no corpo. Me senti orgulhosa do meu corpo e ver que o trampo duro do ano passado pra recuperar minha forma tinha dado resultado. Aos 47 anos, ainda tenho uma silhueta magra mas curvilínea, meus peitos não estavam caídos e quando virei, o espelho me mostrou uma vista das minhas bundonas que podia ser a admiração dos caras e a inveja de muitas minas mais novas. Coloquei a calcinha que subia até o alto do meu quadril e depois vesti as meias, a sensação da seda chique nas minhas coxas e na minha bunda era eroticamente decadente, arrumei o cabelo num coque liso, passei um batom vermelho-sangue, convidando uns beijos pesados, sombra escura, e um toque de blush, aí fui vestir o vestido vermelho, caralho! Ficava muito gostosa, o vestido abraçou e marcou meus peitos como se o tecido fosse pintado neles. O material fino não escondia muito que eu tava sem sutiã e a mistura de excitação com o ar frio do meu quarto deixava meus bicos durinhos o tempo todo. Quando eu tava dando os retoques finais na minha produção, a babá chegou. A gente bateu um papo e fiquei satisfeita que ela entendeu todas as minhas instruções e sabia onde achar toda a informação de emergência caso precisasse. Às 7 da noite, uma limusine preta apareceu na entrada, ouvi a campainha e quando abri a porta vi o cara mais gato que já vi na vida, meu Deus, meu filho tava tão sexy de smoking. Ele sorriu e estendeu a mão pra mim, me ofereceu uma rosa vermelha, e sorrindo, aceitei. Parecia que eu ia pro baile de formatura e o capitão do time de futebol era meu par. Ele pegou na minha mão e saímos juntos na limusine, batemos um papo, ele ficava o tempo todo dizendo que estava esperando e desejando que aquela noite fosse especial pra mim. Era tão bom estar fora de casa, ainda mais ter um encontro com um jovem tão especial. Foi gostoso ver ele sorrir e vê-lo feliz. Percebi que ele olhava de vez em quando pra baixo, pelo decote profundo do meu vestido, acho que ele vislumbrou meus mamilos durinhos umas duas vezes, o que achei muito safado e ao mesmo tempo, charmoso. Quando chegamos no restaurante, ele segurou minha mão de novo e me guiou pra fora do carro, como ele tinha feito as reservas, fomos direto pro lugar. Fiquei olhando pra ele e sorrindo, ele me lembrou o pai, embora ele tenha sido um idiota por se divorciar de mim, era um idiota muito gostoso. Meu filho me perguntou por que eu sorria tanto e eu disse "querido, essa é a melhor noite da minha vida, tenho o melhor homem da minha vida me levando pra jantar hoje"... Aí ele respondeu "não, mãe, não só pra jantar" e pra minha surpresa, ele me pegou pela mão e me levou pro centro da pista de dança enquanto tocava uma música lenta, me segurou pela cintura, me puxou pra perto dele e me guiou numa dança lenta. Esse foi o começo de uma noite que mudaria minha vida pra sempre. Enquanto dançávamos juntos, pude sentir o calor do corpo dele, o cheiro dele, a respiração dele. Eu estava me perdendo nos braços dele. Ele me apertava cada vez mais, as mãos dele desciam devagar pelas minhas nádegas. O tecido fino do meu vestido era a única barreira separando as mãos dele da minha pele. As mãos dele acabaram pousando nas minhas nádegas e ele começou, brincando, a passar os dedos na borda superior da minha calcinha, traçando ela por cima do meu vestido de seda. Essa roçada íntima me fazia respirar cada vez mais leve, meu coração estava na boca. De repente, sinto os lábios dele bem perto da minha orelha e ouço ele dizer... "você está vestida com tudo que chegou pra você esta manhã, mãe?"... Minha resposta foi na hora... "sim, filho", aí Ele respondeu… “Feliz aniversário, mamãe” “Hoje à noite não me olhe como sua mãe, me chame só de Marlene, meu amor… hoje à noite sou só uma mulher com seu parceiro, com seu homem”… Ele sorriu pra mim e respondeu… “Sim, Marlene, então não me veja como seu filho, mas como seu parceiro, seu homem”. A conexão entre mãe e filho foi se desfazendo aos poucos numa nuvem de paixão que vinha se formando desde alguns meses atrás. Cheguei à conclusão de que meu filho me atraía pra caralho, eu o admirava como pai, como filho, como homem e agora como um possível amante. Não sei como aconteceu, mas naquele momento exato me entreguei de coração e alma àquele homem que eu tinha nos meus braços. As próximas palavras dele cimentaram meus sentimentos… “Marlene, você me daria um beijo?” E eu, com meu último resquício de inocência, ofereci minha bochecha. Gabriel segurou meu rosto com uma mão e guiou a boca dele até a minha, não tive tempo de reagir, ele me beijou de surpresa, e quando voltei a mim, não tive outra escolha e também não quis separar meus lábios dos dele, me deixei beijar, deixei a língua dele abrir meus lábios e encontrar a minha, nosso primeiro beijo como homem e mulher, um beijo que mães e filhos não dão. Os lábios dele eram uma delícia, macios, ele beijava melhor que o pai. Não queria parar de beijá-lo, mas a música parou e a gente foi pra nossa mesa, as mãos dele não largavam meu corpo, sentamos pra recuperar o fôlego. Pedimos uns drinques enquanto nossos olhares não se desgrudavam. Minhas palavras quebraram o silêncio entre nós dois… “Gabriel, obrigada por uma noite tão linda, mas se a gente não tomar cuidado, vai fazer alguma loucura que talvez te encha de arrependimento”… Ele me olhou com muita maturidade, segurou minhas mãos e disse… “Marlene, você é a mulher mais gostosa que eu conheço, você é incrível com a minha filha e tenho que admitir que sempre fui apaixonado por você, até procurei uma mulher muito parecida com você pra formar uma família. O destino a levou, mas eu tenho você, e não vou deixar que Outro homem ganhou a partida pra mim, só espero que você sinta o mesmo por mim". As palavras dele derreteram meu coração, me encheram de ternura e amor, e o mais interessante, me excitaram profundamente. Comentei... "Gabriel, meu amor, que palavras tão lindas, tem certeza que é isso que você quer?" "Sim, Marlene, sim, meu amor". Sorri pra ele e falei... "Amor, eu também tenho que confessar que não existe outro homem neste mundo que possa me fazer tão feliz quanto você", "se você me deseja, me entrego completamente de alma e corpo a você, Gabriel, desde hoje, meu homem." Gabriel pediu a conta, acho que não comemos muito, estávamos mais ocupados nos devorando de beijos. Na limusine, voltando pra casa, não conseguíamos tirar as mãos um do outro, ele me acariciava e me apalpava toda. Senti as mãos dele por todo meu corpo, ele beliscava meus mamilos, agarrava meus peitos e eu gemia igual gata no cio. Eu, por minha vez, acariciava o pau dele por cima da calça. Chegamos em casa e fomos direto pro meu quarto. Ao chegar lá, verdade seja dita, eu não sabia o que fazer, continuamos nos beijando e meu filho, como todo cavalheiro, tomou a iniciativa; sem falar, não precisava, ele começou a me despir, enquanto eu continuava, ele começou a se despir também. Me deitou na cama e ali vi pela primeira vez, eu estava completamente nua na frente do meu filho. Depois de um tempo, descobri que me vendo assim, deitada na cama, feito uma gata no cio; ele ficou pra sempre enfeitiçado pela figura da mãe dele. Ele se deitou do meu lado e agarrou meus seios, começou a tocá-los e beijá-los, chupou meus mamilos, que ao contato dos lábios dele começaram a crescer e endurecer. Era uma sensação incrível. Desceu as mãos até meus quadris, meu filho admirava meu corpo e acariciava a curva que se desenhava da minha cintura até meus quadris, terminando na minha bunda. Desde pequenininho ele sempre dizia que eu tinha uma bunda linda, desde jovem ele adorava quando eu usava calça que destacava minha raba e acentuava minhas coxas grossas. Agora eu podia me tocar à vontade, me apertava enquanto beijava meus mamilos, minha barriga e logo, bem devagar, meu triângulo que acabava de descobrir e já tava louca pra ser penetrada. Ele subiu em cima de mim e me penetrou, tremi pra caralho quando senti ele entrando, me mexi pra facilitar o serviço, não acreditava como era gostoso ser possuída pelo meu próprio filho. Meu amor e meu desejo por ele explodiam em gritos e gemidos, a pica dele dura como um poste de cimento afundava devagar dentro de mim. Ele se movia bem devagar enquanto com uma mão acariciava minha bunda e a outra passava por trás da minha cabeça pra eu não sufocar com o peso dele. Eu já não aguentava mais, apertava ele com minhas pernas como se nunca fosse deixar ele ir, lambia o braço que ele tinha na minha cabeça, gemia e soluçava como uma cadela no cio, sentia um orgasmo forte me cobrir dos pés à cabeça, e com um grito de puta satisfeita gozei, dando pro meu filho todo o meu ser e ele me dando o melhor presente de aniversário da minha vida. Ele me agarrou com força enquanto se esvaziava dentro de mim, e eu achei que nunca ia parar de soltar aquele gozo tão quente, quando finalmente terminou, ele me beijou na boca e trocou de posição comigo. Eu tava exausta, Gabriel tinha me comido com tanta safadeza que me deixou sem forças e o pior de tudo é que eu tava viciada, drogada de sexo, queria mais, mais da pica grande e dura do meu filho, queria mais do amor dele. Mas isso ele devia ter entendido, então se deitou do meu lado e começou a me beijar o corpo todo, o rosto, as orelhas, o pescoço, meus peitos, mordiscava meus mamilos e os lóbulos das orelhas, o fato é que me fazia derreter, me fazia gemer, me fazia a mulher mais feliz do mundo. Meu filho colocou a mão na minha buceta que ainda tava molhada do sexo passado, agarrou meus lábios vaginais e com doces sussurros no meu ouvido começou a massagear meu clitóris com a palma da mão, passava por cima da minha buceta, descendo até minhas coxas, depois, com movimentos circulares, conseguiu aos poucos que eu chegasse a outro orgasmo maravilhoso. "Que delícia que você tá, Marlene, eu te amo, seu corpo me fascina e essa sua rabuda me deixa louco pra ser minha." Antes que eu pudesse me recuperar daquele orgasmo poderoso, ele já me tinha de bruços, eu me assustei, não ousava nem me mexer. Meu filho se posicionou entre minhas pernas abertas, agarrou as minhas nádegas, abrindo-as como uma fruta pronta pra ser saboreada, e começou a chupar meu buraquinho, era a sensação mais erótica que já senti na vida, meu amado Gabriel com seu rostinho lindo enfiando a língua dentro do cu da mãe dele. Ele estava fodendo meu cu com a boca e era infinitamente gostoso. Eu só gemia, mexia meus quadris e, como a grande puta que era, pedia mais... "Ai, Gabriel, meu amor, siiiim, não para, que gostoso que tá, minha vida." De repente, ouço ele cuspir no meu ânus e sinto ele se ajeitar atrás de mim, me segurando pelos quadris, sabia o que ia acontecer em segundos. Ele acariciou minhas nádegas e posicionou a cabecinha da pica divina dele na entrada do meu ânus, eu só fechei os olhos e esperei a invasão. Quando senti aquela barra quente penetrar meu cu, todo senso de pudor, de recato e de controle abandonaram meu corpo e meu cérebro. A única coisa que importava naquele momento era dar prazer praquele macho que estava me fodendo tão gostoso. "Me come, papai, me come assim, meu amor, que agora eu sou sua mulher, sua mina, sua puta." "Sim, meu amor, vou te comer e te amar pelo resto da minha vida, você é minha, só minha." Meu filho começou a ofegar, a suar, me agarrava com mais força e pedia pra eu me mexer no ritmo dele, de repente começou a gritar me dizendo... "Você é minha mulher, Marlene, vou gozar dentro desse cu que me fascina, meu amor, mmmmmmm, tô gozando, ahhhhhhhhhh, que delícia!!!" Eu também gozei uns instantes depois. Essa foi a primeira vez de muitas que fizemos amor, depois conversamos muito sobre como tínhamos chegado a nos apaixonar um pelo outro, eu Já sabia quando e disse a ele que comecei a notar o nervosismo dele, os olhares quando me via vestida com roupas leves, ou de shorts que marcavam meus peitos ou minha bunda. E aquele desejo que ele sentia por mim fez com que eu também sentisse o mesmo por ele. Desde aquele dia, eu e meu filho viramos um casal normal, vivemos juntos como homem e mulher, transamos todo dia. Claro, ele continua sendo o menino da minha vida, e eu, a mãe dele, mas ele nunca mais saiu com outra mulher, e eu com nenhum outro homem. Ele continua me desejando como no primeiro dia: quando me vê em casa de shorts ou qualquer outra roupa leve, dá vontade nele de me comer, e quem sou eu pra negar? Não importa onde esteja, ele me tira a roupa e a gente transa até o desejo dele passar. Estou completamente apaixonada por ele, e Gabriel por mim. Eu sei que ele gostaria de ter mais filhos, e eu pretendo dar um irmãozinho pra minha neta. Mas isso é história pra outra ocasião. Espero que tenham gostado do meu relato.
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