Juan tirou o celular do bolso e destravou a tela. Uma decisão tomada no vazio frio da cozinha enquanto respirava perto da Penélope. Com movimentos rápidos e precisos, os dedos dele dançaram na tela digitando a mensagem que ia mudar a dinâmica do dia.
- Você não vai ser a única puta hoje, nem eu o único corno. Chamei a Yasmin. Enquanto os vizinhos te arrebentam na cama, eu vou foder ela como uma puta na sala. Aproveita a porra alheia.
Mandou o texto e observou a porta do quarto, onde a Penélope tava afundada no destino dela, antes de ir pra sala, preparando o cenário pra própria vingança carnal dele.
Não demorou muito pra campainha tocar com uma insistência brutal. Não era visita educada; era uma manada. A porta se abriu e uma onda de homens de idades e corpos diferentes invadiu o corredor. Passaram na frente do Juan sem olhar pra ele, sem cumprimentar, tratando ele como se fosse um móvel a mais do apê, invisível e irrelevante. O alvo deles era claro, uma presa marcada esperando no quarto principal. Quando entraram, o ar ficou pesado, carregado de testosterona e expectativa suja. Não teve palavra de educação pra Penélope; só mão ávida, zíper descendo com força e o som de roupa sendo arrancada.
Da sala, o Juan conseguia ouvir o começo da tempestade. Gemidos abafados, o batida rítmica de corpos batendo na madeira da cama e os comentários gráficos dos homens avaliando o "material" disponível. Mas o Juan não tava ali pra ouvir de boa. A Yasmin chegou pouco depois, entrando com a atitude submissa e fogosa que ele tanto queria naquele momento. Não teve preâmbulo romântico; o Juan agarrou ela pelo cabelo e jogou ela no sofá, levantando a saia dela num gesto de posse animal.
Enquanto no quarto os vizinhos se revezavam pra usar a Penélope, enchendo ela de porra por todo lado, o Juan mergulhava em Yasmin com uma fúria desenfreada. Comia ela que nem um bicho, sem cuidado nenhum, só buscando o atrito e o calor pra acalmar a raiva e a excitação. Os gemidos de Yasmin se misturavam com os gritos da Penélope que vinham do quarto, criando uma sinfonia pornográfica que ecoava em cada parede da casa. Dava pra ouvir os chafurdados obscenos dos fluidos, as carícias molhadas e os xingamentos que flutuavam no ar, transformando o lar num puteiro aberto. Era um som envolvente, uma cacofonia de prazer que apagava qualquer traço de intimidade anterior, substituindo por um uso brutal e compartilhado dos corpos.
As horas passaram numa gesta borrada de carne e suor. Os vizinhos não economizaram no uso da Penélope; meteram nela por todo lado, deixando o rosto, o peito e as coxas banhados em porra, uma camada brilhante e grudenta que testemunhava a intensidade da orgia. Encheram ela por dentro, uma vez e outra, até que o corpo dela não aguentou mais e a porra vazava de todas as entradas, sujando ainda mais os lençóis já destruídos. Foi uma sessão suja, desumanizada e absolutamente carnal, onde ela não passava de um buraco pro prazer da manada.
Finalmente, o movimento na casa parou. Os vizinhos, satisfeitos e exaustos, começaram a sair do quarto, ajeitando a roupa e abandonando o apê com a mesma indiferença com que tinham entrado. O silêncio que veio depois foi pesado, quebrado só pelo som da porta da frente batendo pela última vez. Então, Penélope apareceu na moldura da porta do quarto.
A imagem dela era devastadora e, ao mesmo tempo, eroticamente poderosa. Ela andava com dificuldade, as pernas tremendo de exaustão e superestimulação. Tava banhada em porra; o cabelo colado na cara pelo esperma seco, os lábios inchados e vermelhos, e a pele brilhava com o resplendor molhado dos fluidos de vários caras. Tava toda bagunçada, uma ruína viva da luxúria. que acabara de suportar, mas seus olhos buscavam Juan com uma necessidade desesperada.
Na sala, Juan ainda estava com Yasmin. Ele a tinha dobrada sobre o sofá, penetrando-a com força por trás, completamente entregue ao ato animal. Ao ver Penélope aparecer naquele estado, Juan não parou imediatamente; pelo contrário, a visão dela coberta por outros homens pareceu avivar sua fúria. Penélope, com lágrimas nos olhos pela intensidade da surra e notando o desvio da atenção de Juan, começou a implorar.
— Juan, por favor... me come... sou eu que estou aqui — chorou Penélope, tentando buscar o olhar dele, sentindo-se trocada pela presença da outra mulher.
Mas Juan não tinha intenção de satisfazer a esposa naquele momento. Com um movimento brusco, fez uma pausa, deixando Yasmin tremendo e vazia sobre as almofadas do sofá, e foi em direção a Penélope. Ele a olhou de cima a baixo, avaliando o desastre que era o corpo dela, e sorriu com uma satisfação sombria.
— Você não merece ser comida agora, depois do que fez — rosnou Juan, agarrando a filha de Mario pelos ombros e virando-a para que ficasse de quatro no chão da sala, bem ao lado de Penélope.
Sem esperar mais, Juan se jogou em cima de Yasmin. Ele a penetrou com uma violência que fez ela gritar, um som que misturava dor e prazer extremo. Ele a comia na bruta, no animal, fosse dor ou prazer. Penélope, chorando e olhando a cena, continuava pedindo para Juan voltar para ela, para escolhê-la, mas Juan era surdo aos seus pedidos. O único foco dele era marcar Yasmin de novo, se esvaziar dentro dela.
A surra foi implacável. Juan a tomou com uma raiva contida, cada estocada mais funda que a anterior, enquanto Yasmin gemia incoerências, se agarrando ao chão como única âncora. Penélope, ao ver que suas lágrimas não surtiam efeito e que Juan estava decidido a terminar dentro de Yasmin, sentou-se de lado, magoada e humilhada. Começou a se masturbar com violência e frenesi, usando o gozo dos vizinhos que estava dentro dela como lubrificante.
Juan não parou. Aumentou o ritmo, sentindo o orgasmo se acumular nas suas entranhas. Com um rugido final, enfiou até o fundo da buceta de Yasmin e gozou, adicionando sua carga quente e grossa. Ficou ali um momento, ofegando sobre as costas dela, sentindo o corpo dela pulsar contra o seu, selando mais uma vez a cumplicidade suja e obscura que os unia naquela casa transformada em um palco de vícios. Finalmente, Yasmin olhou para Penélope, enquanto se vestia e foi embora sem dizer nada.
- Você não vai ser a única puta hoje, nem eu o único corno. Chamei a Yasmin. Enquanto os vizinhos te arrebentam na cama, eu vou foder ela como uma puta na sala. Aproveita a porra alheia.
Mandou o texto e observou a porta do quarto, onde a Penélope tava afundada no destino dela, antes de ir pra sala, preparando o cenário pra própria vingança carnal dele.
Não demorou muito pra campainha tocar com uma insistência brutal. Não era visita educada; era uma manada. A porta se abriu e uma onda de homens de idades e corpos diferentes invadiu o corredor. Passaram na frente do Juan sem olhar pra ele, sem cumprimentar, tratando ele como se fosse um móvel a mais do apê, invisível e irrelevante. O alvo deles era claro, uma presa marcada esperando no quarto principal. Quando entraram, o ar ficou pesado, carregado de testosterona e expectativa suja. Não teve palavra de educação pra Penélope; só mão ávida, zíper descendo com força e o som de roupa sendo arrancada.
Da sala, o Juan conseguia ouvir o começo da tempestade. Gemidos abafados, o batida rítmica de corpos batendo na madeira da cama e os comentários gráficos dos homens avaliando o "material" disponível. Mas o Juan não tava ali pra ouvir de boa. A Yasmin chegou pouco depois, entrando com a atitude submissa e fogosa que ele tanto queria naquele momento. Não teve preâmbulo romântico; o Juan agarrou ela pelo cabelo e jogou ela no sofá, levantando a saia dela num gesto de posse animal.
Enquanto no quarto os vizinhos se revezavam pra usar a Penélope, enchendo ela de porra por todo lado, o Juan mergulhava em Yasmin com uma fúria desenfreada. Comia ela que nem um bicho, sem cuidado nenhum, só buscando o atrito e o calor pra acalmar a raiva e a excitação. Os gemidos de Yasmin se misturavam com os gritos da Penélope que vinham do quarto, criando uma sinfonia pornográfica que ecoava em cada parede da casa. Dava pra ouvir os chafurdados obscenos dos fluidos, as carícias molhadas e os xingamentos que flutuavam no ar, transformando o lar num puteiro aberto. Era um som envolvente, uma cacofonia de prazer que apagava qualquer traço de intimidade anterior, substituindo por um uso brutal e compartilhado dos corpos.
As horas passaram numa gesta borrada de carne e suor. Os vizinhos não economizaram no uso da Penélope; meteram nela por todo lado, deixando o rosto, o peito e as coxas banhados em porra, uma camada brilhante e grudenta que testemunhava a intensidade da orgia. Encheram ela por dentro, uma vez e outra, até que o corpo dela não aguentou mais e a porra vazava de todas as entradas, sujando ainda mais os lençóis já destruídos. Foi uma sessão suja, desumanizada e absolutamente carnal, onde ela não passava de um buraco pro prazer da manada.
Finalmente, o movimento na casa parou. Os vizinhos, satisfeitos e exaustos, começaram a sair do quarto, ajeitando a roupa e abandonando o apê com a mesma indiferença com que tinham entrado. O silêncio que veio depois foi pesado, quebrado só pelo som da porta da frente batendo pela última vez. Então, Penélope apareceu na moldura da porta do quarto.
A imagem dela era devastadora e, ao mesmo tempo, eroticamente poderosa. Ela andava com dificuldade, as pernas tremendo de exaustão e superestimulação. Tava banhada em porra; o cabelo colado na cara pelo esperma seco, os lábios inchados e vermelhos, e a pele brilhava com o resplendor molhado dos fluidos de vários caras. Tava toda bagunçada, uma ruína viva da luxúria. que acabara de suportar, mas seus olhos buscavam Juan com uma necessidade desesperada.
Na sala, Juan ainda estava com Yasmin. Ele a tinha dobrada sobre o sofá, penetrando-a com força por trás, completamente entregue ao ato animal. Ao ver Penélope aparecer naquele estado, Juan não parou imediatamente; pelo contrário, a visão dela coberta por outros homens pareceu avivar sua fúria. Penélope, com lágrimas nos olhos pela intensidade da surra e notando o desvio da atenção de Juan, começou a implorar.
— Juan, por favor... me come... sou eu que estou aqui — chorou Penélope, tentando buscar o olhar dele, sentindo-se trocada pela presença da outra mulher.
Mas Juan não tinha intenção de satisfazer a esposa naquele momento. Com um movimento brusco, fez uma pausa, deixando Yasmin tremendo e vazia sobre as almofadas do sofá, e foi em direção a Penélope. Ele a olhou de cima a baixo, avaliando o desastre que era o corpo dela, e sorriu com uma satisfação sombria.
— Você não merece ser comida agora, depois do que fez — rosnou Juan, agarrando a filha de Mario pelos ombros e virando-a para que ficasse de quatro no chão da sala, bem ao lado de Penélope.
Sem esperar mais, Juan se jogou em cima de Yasmin. Ele a penetrou com uma violência que fez ela gritar, um som que misturava dor e prazer extremo. Ele a comia na bruta, no animal, fosse dor ou prazer. Penélope, chorando e olhando a cena, continuava pedindo para Juan voltar para ela, para escolhê-la, mas Juan era surdo aos seus pedidos. O único foco dele era marcar Yasmin de novo, se esvaziar dentro dela.
A surra foi implacável. Juan a tomou com uma raiva contida, cada estocada mais funda que a anterior, enquanto Yasmin gemia incoerências, se agarrando ao chão como única âncora. Penélope, ao ver que suas lágrimas não surtiam efeito e que Juan estava decidido a terminar dentro de Yasmin, sentou-se de lado, magoada e humilhada. Começou a se masturbar com violência e frenesi, usando o gozo dos vizinhos que estava dentro dela como lubrificante.
Juan não parou. Aumentou o ritmo, sentindo o orgasmo se acumular nas suas entranhas. Com um rugido final, enfiou até o fundo da buceta de Yasmin e gozou, adicionando sua carga quente e grossa. Ficou ali um momento, ofegando sobre as costas dela, sentindo o corpo dela pulsar contra o seu, selando mais uma vez a cumplicidade suja e obscura que os unia naquela casa transformada em um palco de vícios. Finalmente, Yasmin olhou para Penélope, enquanto se vestia e foi embora sem dizer nada.
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