Cielo Riveros dando pra um negão

Dona Isabel claramente percebeu que a voz da filha estava meio diferente do que ela conhecia bem. Acho que a coitada devia estar chorando e sofrendo há um tempão, então decidi que o melhor por enquanto era deixar ela em paz.

No mesmo instante em que o casal notou que a porta do quarto estava fechando, o velho não perdeu tempo e voltou a lamber a boca dela nojento, exatamente como estava fazendo antes de serem interrompidos na sala de jantar da casa. Ao mesmo tempo, começou a meter forte pra frente, e a Cielo Riveros recebia aquilo com a carinha cheia de alegria, levantando as sobrancelhas a cada estocada que levava.

— Aaaaahhhh... pa... paaaaaapiiiiiiiiii... que... que... ri... cooooo... Mmmm... c... ca... casi... nos p... pi...llannnnn...!!! ohhh...! ohhh...!! ohhhh...!!! que r... riiiii... cccccooooooo!!! — ela dizia pro velhote enquanto se queixava de cada estocada que sentia na buceta dela.

Cielo Riveros fechou os olhos com força e se contorcia a cada metida gelada que levava naquela putaria, ela curtia tudo sem parar, a garota sentia prazer em cada poro na situação de risco que tava vivendo. Tavam fodendo ela na própria casa dela, com a mãe dela no mesmo lugar, e pra completar, tinha escapado por segundos de ser descoberta dando pra um velho muito mais velho que ela, e que ainda por cima ela achava que a mãe tinha dado uma flirtada com aquele explorador que naquele momento tava comendo ela como se fosse a esposa dele.

Pro velho policial, a situação também era do caralho e cheia de tesão, ele tava curtindo com o pau dele os encantos mais íntimos de uma gostosa novinha, bem debaixo do nariz da mãe dela. Só de se sentir naquela situação, sentia uma vontade ansiosa no pau duro dele de gozar dentro da buceta que ele tava enfiando, e além disso, nesse ponto ele já sabia que aquela xota gostosa ia continuar dando prazeres inesperados enquanto a foda ficava cada vez mais intensa. Escandaloso.
Ao mesmo tempo em que o sargento aposentado continuava fodendo ela, ele beijava, chupava e absorvia ela pela boca de olhos fechados, dizia pra ela que a garotinha que também mostrava sinais de se sentir muito confortável com o pau dele dentro do corpo dela era uma verdadeira Deusa, por quem qualquer macho em estado normal mataria pra estar na mesma situação que ele.
— Aahhh...! siiiiiiii...! a... asiii...! Que... r... r... ri... ri... koo!, gostosa Cielo Riveros, enquanto rebolava e subia a pélvis de forma ondulante no mesmo ritmo em que o velho fardado continuava enfiando estocadas firmes na sua suculenta boceta de carne, e a colegial ia ficando cada vez mais sem vergonha.

A garota, num estado de excitação tão grande, falava baixinho com o policial pra não ser descoberta, já que sabia que se a mãe dela entrasse no quarto, a foda gostosa que estavam dando nela ia pro caralho. Ela já não lembrava mais da reputação, nem do que a mãe amada poderia pensar se a pegasse dando pra um velho. Ela não tava nem aí pra esses sentimentos agora, só queria continuar fodendo e sendo fodida.

O velho policial, ciente de tudo que tava rolando e também sabendo do estado de fogo que a garota tava, sentia um gostinho delicioso em foder ela na própria casa dela, com a mãe dela vagando pelos outros cômodos. Esses pensamentos quase faziam ele gozar antes do que queria, então, se concentrando e se segurando, tentava não fazer muito barulho enquanto se sentava devagar na cama.

Assim que parou os movimentos de penetração, ele se acomodou bem no meio daquelas pernas lindas que ainda estavam abertas pra ele, e então tirou o pau pingando daquela buceta jovem que naquele momento brilhava, molhada pelos líquidos abundantes dos dois e de todo tipo.

O cacete fumegante, que nessa altura parecia de pedra de tão duro, também tava molhado dos fluidos dos dois, depois de mandar Ele deu um cuspe grosso e preciso que acertou a cabeça da pica e aproximou ela da frestinha rosa que a dedicada Cielo Riveros tinha, colocando bem na entrada, enquanto ela ficava de olhos fechados esperando fazerem de novo.
O velho, agora um pouco mais calmo, resolveu continuar aproveitando o que a novinha oferecia e, enxugando a testa molhada de suor, se concentrou pra mais uma vez fazer força com a cintura pra dentro, então meteu e abriu ela, como se aquela buceta gostosa fosse uma flor frágil e linda, sentindo em cada centímetro da pica umas sensações gostosas de prazer nunca vividas antes, dessa vez meteu devagar e gostoso até perceber que a putinha quente tinha engolido tudo de novo.
Seu Sinforoso, quando sentiu de novo, enfiou até o talo, batendo na bacia, todo quente e excitado, falou bem perto do ouvido perfumado dela:
— Ayyyyy que marisco gostoso que tu tem, vagabunda, enfiei até o fundo nessa putinha deliciosa que tu não queria emprestar, hehehe, sinto ela quentinha... e pensar que há pouco enfiei bem debaixo do nariz da sua mãe, hehehehe...
Falando essa última parte, o velho se ajeitou melhor em cima do corpo oferecido da Cielo Riveros pra começar a foder ela devagar pra não ser ouvido lá fora, mas com força, pra novinha começar logo a reclamar de prazer sem parar a cada estocada firme que enfiavam na buceta quente dela, e também ajudando com uns palavrões safados, incentivando baixinho o novo macho a não parar de foder
— Massssssss...!! M... Ma... Masssssssssss!! me... s... sar... gen...toooo... m... me... ta... melaaaa... pela... va... ga... bu... nda... tu... do... que... con... se... guiiiiiiiiii!!!!, dizia Cielo Riveros enquanto acompanhava com movimentos rítmicos de bacia e já se agarrando com os braços e mãozinhas nas costas largas do policial. resistindo em seu corpo todo o peso daquele gordo justiceiro...

— Isso mesmo, putinha... assim... mexe essa bunda gostosa do jeito que você tá fazendo... aquela outra puta que é tão boa quanto você, a gente comeu em casa, hahaha.

A garota, ao mesmo tempo que já estava fodendo o sargento com tudo, ouvia o velho fardado zuando ela e a mãe dela. Em algum canto da mente, ela sabia que tava fazendo muito errado, mas o Sargento Sinforoso tava fazendo tão gostoso, e somado ao fato de que as sensações se multiplicavam a cada palavrão que o velho soltava, falando o quanto ela era puta e como a mãe dela era gostosa e do jeito que ia comer ela, igual tinha falado antes, ela simplesmente se entregou praquelas emoções desequilibradas e perversas que tavam fazendo ela gozar até ficar louca.

— Aiiiiii... siiiim... q... que... p... puta que eu sou... sou uma pu... taaa... sou uma pu... ti... taaa!, ela soltava devagar e meio sem fôlego com a boquinha, pra depois morder o lábio inferior de um jeito delicioso, algo que já era tão característico nela quando tava curtindo suas emoções mais baixas.

— Hehehehe isso mesmo, putinha... você é só uma vagabunda... e do mesmo jeito que eu te fodo agora, vou foder a sua mãe também!

O velho insistia em fazer a garota enxergar os desejos sexuais enormes que desde aquele mesmo dia ele sentia pela mulher que tinha dado a vida a ela, deslocando ela e tirando ela daquele transe gostoso que ele mesmo tinha conseguido botar ela, mas ela só se dedicava a foder ele num silêncio excitante onde agora só se ouvia gemidos baixos e abafados, acompanhados do rangido alto e conhecido que a cama soltava com os movimentos lentos mas firmes de trepada que o casal fazia nela.

A mãe de Cielo Riveros, já na sala de jantar, abriu a carteira pra pegar o dinheiro que tinha deixado pra filha durante a semana. Foi aí que ela... ouviu claramente o rangido da madeira que ameaçava quebrar e os sons das molas subindo e descendo ritmicamente, vindos do quarto da filha. A mulher reclamava horrores enquanto ouvia o mesmo som dos chiados que as molas da cama faziam ao esticar e se juntar de novo, então, pensando, disse a si mesma:
— Coitadinha... agora começou a fazer exercícios pra esquecer os problemas de amor.

Toc... toc... toc...!!!!
— Lupe... já vou pro trampo...!!! No móvel deixei dinheiro pra você...!!!

Isabel esperava alguma resposta da filha, mas a única coisa que achou ouvir de dentro do quarto foi que os rangidos altos da cama aumentaram assim que ela falou com ela, ouvindo também uns gemidos abafados e delirantes da Cielo Riveros, então achou que entendia que a filha, sendo tão boazinha, não queria que ela soubesse que ainda estava soluçando.

— Tá bom, filha... continua tentando... COM TUDO... nos seus exercícios... que vai te fazer bem... tô indo, gritou de fora pela última vez. Em resposta, a única coisa que recebeu foram uns acelerados:
Quichhh!! Quichhh!! Quichhh!! Quichhh!! Quichhh!! Quichhh!!!, sons emitidos pelas molas da cama que subiam e desciam rapidamente.

Sem mais o que fazer e definitivamente sem conseguir resposta da garota, a gostosa foi trabalhar, deixando inconscientemente a filha continuar fodendo o policial gostoso à vontade.

Quando isso aconteceu e quando o casal sem vergonha e ardente finalmente ouviu a batida da porta que fechou do lado de fora, eles deram rédea solta a todos os seus instintos mais baixos que até então estavam reprimindo pra não serem descobertos do jeito mais sem vergonha que estavam transando.

— Hahahaha finalmente foi embora a sua mãe, sua puta, agora se mexe e grita à vontade, vagabunda!!!, o sargento berrou assim que se viu sozinho com a estudante.

Cielo Riveros agora, mais ousada e de forma sem vergonha, devido à tremenda adrenalina febril que sentia ao transar a meros centímetros de ser descoberta, ela simplesmente se dedicou a gemer e a gozar tudo o que estavam fazendo com ela. Assim, agarrada ao pescoço do policial grosso, entre beijos apaixonados e sussurros, ela o incentivou a não ter consideração com ela e a fazer tudo o que quisesse com ela.

— Ahhhh... jááá... já.... Ohhhhh...! Ass...! Assiiii...! M... Me... me... ta... me... laaaa... mais pra den... troooo... velho putooooooiii..Assii Perrooo Mendigooo.! — exigia ela com a voz agora aos gritos, porque estavam sozinhos, para depois continuar respirando apenas pela boca dele.

— Ahhhhhhhhh!!! gostoooooo gostoooooo meu sargentoooooo, você gostaaa!? gosta como eu te comooo!?

— Seeeeeeeeeeee malditaaaaaa!!!! Assim mesmo também vou comer a outra puta que acabou de sair, hahahahahah!!!! Tomaaaa...!! tomaaaaaa...!! tomaaaaaaa...!!! — gritava ele na cara dela enquanto se deixava cair com seu aríete enfiando nela e a presenteando para frente a cada metida de pau que ele dava de forma furiosa.

Mas a mente dela não prestava atenção nisso e ainda lhe mostrava a imagem da mãe, sendo empalada bestialmente, e só de imaginá-la naquela situação, de sua buceta jorrava um fluxo abundante de sucos vaginais, compensando e banhando o pau dele com esses líquidos da forma mais requintada para o policial tarado, que não fazia ideia dos pensamentos que a garota tinha naquele momento.

O velho, percebendo na hora como a garota o recompensava com seus sucos íntimos, e já mostrando sinais de estar um pouco cansado, como podia, virou-a, deixando-a montada em sua barriga e no pau, sempre agindo com ele para cima, e ordenou a Cielo Riveros que ela, como uma amazona, também começasse a cavalgá-lo.

— E você, não era uma filha da puta, mal-nascida!!! sim, acabei de sentir como você mijou no meu pau com seus caldos que saem da sua buceta hahahahaha...!!!, olha só que molhadinha você tá, especialmente na parte da raposa, hahahaha!!!, e de fato o bebê estava completamente molhado do umbigo pra baixo, brilhando e reluzindo por causa dos próprios líquidos que emanavam, o velho continuou com suas provocações, — Vamos, assume sua puta...!! confessa pra mim que você é só uma vagabunda barata e que tá afim de grana pra comprar roupa!!!!
A garota sabia que não era nenhuma prostituta e que, se tinha admitido aquilo pra ele um tempo atrás, fez só porque estava num estado total de febre, mas mais uma vez seu temperamento frágil a traiu e fez ela fazer e dizer tudo que o velho queria,
— Siiiiiiiiiiiiiiiii eu sou uma p... pu... putaaa... amo ser sua prostituta!, ela gemeu agudo enquanto, ao deixar aquelas palavras vis saírem dos lábios, também começou a rebolar em cima da barriga peluda e grotesca do policial
— E puta!! você é só uma vagabunda de rua vulgar...!! e a partir de hoje você só vai dar pra mim... tá claro, vadia...!? Vou te dizer qual esquina ou beco você vai trabalhar... vamos dividir 50 e 50 do dinheiro que você ganhar emprestando a boceta, hahahaha!!!!, o tarado esclareceu sem parar de meter com picas firmes.
— Ohhhhhh meu s... com... sargentooo pa... piii eu... a... morrrrrr... si... siii...!!!! só vou dar pra vocêêêê...!!! sou uma nea malaaaa...!!! muito m... ma... pequenaaaaa...!!! enfia mais forteeeeee... e eu juro que vou fazer você ganhar muito dinheiro emprestando minha putinhaaaaa...!!!, dizia Cielo Riveros ao maduro entre gemidos e exclamações de tesão, evocando as palavras de don Sinforoso, enquanto ela montada em cima da barriga dele se mexia pra lá e pra cá
O velho policial, sentindo no pau todo o êxtase que a garota proporcionava com a buceta enquanto ela se enfiava sozinha, e tendo aqueles peitões enormes à disposição, começou a agarrá-los com as duas mãos: mexia, juntava e apertava com força, e então começou a chupá-los, beijá-los e esfregá-los com mais força, dando ao bebê dor e prazer ao mesmo tempo, ela continuava montando nele, com a carne brilhante dos quadris subindo e descendo no pau dele de um jeito alienante e vibrante. Cielo Riveros, em um momento da cavalgada, quando viu o velho bufando de febre com os bigodes largos, simplesmente diminuiu o ritmo dos movimentos febris e então, firmemente cravada no pau do policial com as duas mãos, começou a acariciar o peito peludo dele enquanto o beijava e passava a língua pelo pescoço dele, lambendo seus lábios marcantes. Rios de suor, e então engoliu tudo que tirou com os lábios e a língua.

— Muito bem, putinha... você é uma expert quando o assunto é receber pau, hahaha, mas agora quero você de quatro, vadia... você ainda tem a buceta apertada, nem imagina como me fez sentir agora há pouco e já quero a mesma coisa, hehehehe...

Cielo Riveros ficou igual uma cadela, a febre no corpo dela se recusava a ir embora. O velho, percebendo a rapidez com que a garota se posicionou, ficou encantado e feliz.

— Mas olha só como você fica uma putinha boa nas suas coisas quando o assunto é foder, hehehehe, que gostoso que você também gosta de fazer de graça... e como você para essa rabeta tremenda que você tem, putinha, disse o velho com um olhar de quem estava realmente impressionado com a atitude da estudante...

— Tá... tá gostando do meu... ra... ra... bo... ser... vi... ço!?, ela perguntou olhando para trás e com um sorriso estranho no rostinho suado... — Si... sim... tô amando... você tem um rabão do caralho!!!

— En... tão... me... co... me... de... no... vo... me... go... za... den... tro!!!, nem a própria Cielo Riveros acreditava que aqueles palavrões estavam saindo da própria boca.

— Claro que vou, putinha... e como você me excita com essa sua putaria, hahahaha!!!, essa é a melhor bunda que já vi na minha vida, você tem ela enorme e parado... Mmmmmmm meu pau já tá doido pra enfiar na sua buceta de novo, putaaaa...!!!
O velho, já na posição e ajoelhado atrás dela, cuspiu na própria mão, lubrificou todo o contorno da vara grossa com aquilo, e fez o mesmo na fenda molhada da garota, embora aparentemente ela nem precisasse, depois apoiou o pau na mesma abertura íntima da novinha gostosa e mandou ver, enfiando tudo sem nenhuma consideração.
A sensação pra ninfeta foi maravilhosa quando sentiu sua raposinha engolir de novo um pau grotesco, duro como se um pedaço de pau tivesse sido enfiado nela. O sargento, por sua vez, tava tão quente que parecia louco, não perdeu tempo e começou a meter de novo, de frente pra trás, enquanto se deitava com a barriga e o corpo todo nas costas macias da novinha, que continuava de quatro, imperturbável, como se o peso do velho não afetasse ela nem um pouco. Ela só começou a sentir o velho chupando sua orelha e lambendo seu pescoço e ombros, ouvindo a respiração pesada dele em várias partes do pescoço, o que fez ela arrebitar ainda mais a bunda, queria que o bom sargento ficasse com uma boa impressão dela.
O velho, que se sentia enterrado até não poder mais no corpo curvilíneo daquela putinha tão gostosa, começou a perguntar:
— —Tá sentindo meu pau, puta!? Tá sentindo!!??
— —Siiiiim...! s... sinto.. .!! si.. . m.. . meu.. . p... pau.. . m... me.. . en.. . che.. . tu.. . dooo.. . ma.. . is.. . p... pr... prooo.. . fun...dooooo por f... fa.. . vorrrrr!!!
Aos poucos, os movimentos dos dois foram ficando mais frenéticos e escandalosos. Cielo Riveros mexia a bunda como se a vida dela dependesse disso, enquanto sentia o velho empalando ela com uma força enorme. Ele passou os braços por baixo daqueles peitos perfeitos que balançavam de um jeito incrível, enquanto ao mesmo tempo ganhou uma posição firme nela, ele entrava e saía sem tirar o pau completamente em nenhum momento, enquanto a garota suada gemia e gritava, sentindo de novo como se fosse outro homem que a qualquer momento fosse quebrar aquela putinha.
— Ayyyyyyy...!! p... paaaa... piiiiiiii!!!!, q... queee riii... caaaaaa es su v... ver... gaaaaaa!!!!, os cabelos negros e quase azulados da menina tapavam e destapavam o rosto dela a cada empurrão acelerado que o sargento dava por trás, enquanto ele, na mesma velocidade dos golpes, não parava de bufar e resmungar gritando:
— -Ohhh... siii...!! Ohhh... siii...!! Ohhh... siii...!! Ohhhhh siiiiii...!!! Ohhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii...!!!!!, berrava o velho como um verdadeiro troglodita, como já foi dito, a cada estocada bestial com que a pregava, —Mmmmmmm... grita...!! grita, desgraçada...!!!! grita tudo o que quiser, sua puta...!!!! que estamos sozinhos e ninguém nos ouve
— -Ayyyyyyy...!!! ayyy, seu puto p... pa...pi...!!! de... me... mas d... duro...!!! m... mas... filho da puta... mais... r... re... rijo... mendigo...!!! c... cu... quebre-me mais... f... fi... fir... meeeee...!!!! velho inútil!!! isso é tudo que você consegue... seu puto!!!!
— -Como você gosta de ser fodida, sua putinha?!!! olha como você me surpreende com a sua bucetinha deliciosa!!!!! Ohhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!, ele gritou de novo, preso na febre mais degenerada.
O velho, ouvindo como aquela gostosa de olhos verdes que ele mesmo tinha pego putando nas ruas e que naquele momento pedia da forma mais sem vergonha para ser fodida do jeito que ele quisesse, já estava fervendo com a febre mais perversa e sabia que tinha pouco tempo, então metia nela cada vez mais forte, com as mãos grandes cravadas nas ancas brilhantes da garota, e, como pôde, levou-a até a beirada da cama, sempre de quatro, até conseguir descer da cama juvenil, colocando os dois pés no chão. no chão, mas sem tirar o pau da buceta dela por nada neste mundo.
Cielo Riveros o sustentava quase por instinto. O policial enfurecido, concentrado no que queria fazer, colocou as mãos debaixo da barriga dela para segurá-la de novo, apertando os peitos dela, tensionando todos os músculos do corpo e sempre levantando ela, enfiada no pau dele até deixá-la do jeito que queria.
Cielo Riveros se viu no ar, elevada nos braços fortes do Sargento Sinforoso. Para não cair, a garota procurou desesperadamente com os braços para trás o pescoço do velho, mas como ele era bem menor que ela, nunca o encontrou, até que viu ele espiar por debaixo da axila dela com o rosto todo suado e parecendo muito bravo, todas as veias da testa pulsando como se fossem estourar.
A garota não sabia quando estava no ar e de costas para ele, mas sabia que o policial tinha o pau enfiado fundo na buceta dela, percebendo assim que o macho dela tinha tanta força que levantava e abaixava ela com o pau enfiado dentro como se não custasse nada, agora com as duas mãos grandes descendo pelas pernas dela, o velho desesperado mexia o apêndice dele loucamente, e a estudante o sustentava com o rosto cheio de êxtase, ondulando e balançando a bacia, ao mesmo tempo que juntava e abria as coxas a cada estocada eletrizante que era colocada para cima.
— Vou gozar agora mesmo, sua puta...!!! Ahhhh como você aperta bem meu pau com essa sua bucetaaaa...!!! Cielo Riveros ouvia ele com o rosto desfigurado de tesão, aguentando os ataques dele — Você é uma puta gostosa...!! Se eu não fosse casado, juro que te faria minha mulheraaa...!!! Ufffffff...!!! Tomaaaaaa!!!!!
O velho viu como a garota começou a gemer e se mexer de forma mais agitada, sentindo o mesmo que ela, os nervos da garota esticados ao máximo por causa do tesão e do orgasmo, e quando ele ia plantar mais uma rodada de insultos e vulgaridades nela, a apertada A buceta da mulher pregou uma peça suja nela, fazendo ela gozar num orgasmo intenso.
— — Lá vou eu, puta...! Acho que tô derretendo...!! Aiiiiiiiiiiii simmmmmmm Tomaaaaaaaaa...!!!! Arghhhhhhhhhhhhh o policial grunhiu alto quando sentiu o primeiro jato de porra sair do pau dele.
Nos seus últimos segundos de controle, o sargento se jogou como um animal enraivecido e, já enterrado na parte mais profunda e íntima da buceta de Cielo Riveros, soltou um cordão forte e branco de sêmen que durou exatos 10 segundos desde a saída do pau até ser cortado pra dar lugar aos próximos.
Naqueles 10 segundos eletrizantes pro velho, esse primeiro tiro de canhão de porra grossa e branca não diminuiu em força nem quantidade ao deixar sua semente vigorosa sair do pau, depositando no fundo do útero da garota, que foi seguido por outras três injeções do líquido branco com características parecidas, e terminando com mais quatro, mas de menor intensidade e quantidade, até que, sabendo que não tinha mais nada pra dar pra novinha que tinha transformado na sua mulher, ele simplesmente desabou ao lado do corpo dela, deixando ela semi-inconsciente e com as pernas portentosas abertas e tremendo, com a buceta pingando quantidades bem pequenas de porra, já que quase toda essa essência tinha sido depositada dentro do corpo dela.
littlelupe
Depois de um tempo, o velho policial já tava se vestindo, olhando pro corpo nu de Cielo Riveros, que aos poucos voltava à realidade. A excitação tremenda que ela sentiu nas últimas duas horas já dava lugar a sentimentos de arrependimento, angústia e remorso, somados ao que aquele policial horrendo agora dizia pra ela:
— — Que delícia, mamãe... Nunca imaginei como você era boa na cama, hahahaha, me diverti pra caralho, e teria ficado a noite inteira com você como se fosse minha mãe, mas como não tive tempo de ir pra delegacia, esqueci de avisar em casa, hehehehe, Você já sabe como são as mulheres decentes e casadas. Tipo, elas não são como vocês, putas, que são mais loucas, ainda mais tendo 7 filhos e todas perguntando pelo pai, então imagina, hehehehe!
— Você é um infeliz, como você faz isso com sua esposa e filhos... A garota nem pensou em si mesma, agora estava preocupada com a família daquele canalha que praticamente a estuprou.
— Hahahahaha... você não liga pra isso, vagabunda... só se preocupa em abrir as pernas quando eu mandar ou quando seus clientes pagarem por isso..., hehehe...
— Eu não sou uma prostituta como você pensa..., disse Cielo Riveros, lembrando os motivos pelos quais ela tinha caído nas garras de outro velho aproveitador.
— Bem, se você não é... então você é uma garota safada...! ou uma buceta gostosa...!! ou o que você quiser, mas não esquece que eu te vi dando o cu, então não continua com essa, você não vai me convencer com suas mentiras, hehehehe. Agora vou me retirar, e lembra: toda vez que eu te pegar na rua, você tem que me dar 50% dos seus lucros. Te garanto que de hoje em diante ninguém vai te encher o saco e você pode trabalhar na esquina que quiser... Te vejo domingo, hahahahaha!!!!
Depois disso, o velho simplesmente foi embora.
Cielo Riveros, quando finalmente se viu sozinha, correu rápido pra colocar a tranca na porta de casa, com medo de que Dom Lucas entrasse nela de novo como já tinha feito uma vez. A estudante arrependida temia, pelo menos por enquanto, que aquele policial nojento já tivesse ido embora, pensou, enxugando as lágrimas dos seus lindos olhinhos verdes enquanto rios de sêmen escorriam lentamente pelas suas coxas.
No dia seguinte, já meio recuperada da segunda-feira agitada, e depois de tomar um banho refrescante com água quente, a imponente estudante, já vestida com seu lindo uniforme escolar, se preparava pra ir pra aula.
Lupe encontra o padrasto do namorado
À tarde, ela correu pra casa, daqui a uma hora ia se encontrar com Rodrigo, seu namorado, ela queria tanto estar nos braços dele, pra Falar com ele e tantas outras coisas. Ele tomou um banho rápido e trocou de roupa para a escola.
Cielo Riveros estava vestida com uma blusa azul clara justa e uma saia mini branca, as sandálias de salto alto a faziam parecer ainda mais alta do que era, com quase 19 anos parecia uma mulher imponente, só seu rosto angelical e inocente destoava da pedaço de buceta que estava para qualquer um ver.

Os jovens conversaram por longos minutos sentados no parque, Lupe mantinha a cabeça apoiada no ombro do namorado, se sentia feliz por estar com Rodrigo, o rapaz a desconectava de tudo de ruim que estava acontecendo com ela com aquela tropa de velhos safados e tarados que viviam perturbando ela, na lista estavam: o dono do cortiço Dom Lucas, o gordo Anselmo, o Corcunda Juan, mestre Túlio, Dom Pedro, o Comissário Sinforoso, o verdureiro da esquina e tantos outros. Até que Rodrigo a tirou dos pensamentos.

— Amor, minha mãe pediu para eu levar você em casa esta tarde, já falei muito de você para ela e ela quer te conhecer...
— Mas Rodrigo, e se eu não agradar ela? Tenho certeza que ela quer outro tipo de garota para você... Estou com vergonha de ir na sua casa...
— Você é perfeita, Cielo Riveros, sei que você vai gostar muito de você...

Dona Mara, mãe de Rodrigo, ficou encantada com a namorada do filho, era uma moça de muito bons modos, e muito gostosa por sinal. — Viu? Eu te falei que ela ia gostar de você, — disse Rodrigo para Lupe, enquanto a mãe preparava algo para eles comerem antes do filho deixá-la em casa...

Era isso que estavam fazendo quando a porta da rua se abriu, o padrasto de Rodrigo estava chegando, era Dom Severiano, um homem de uns 57 anos, altura mediana, bigodes grossos e uma barba branca que o fazia parecer velho, e um cabelo grisalho que só cobria os lados do crânio, sempre exibindo suas raízes italianas, era um velho com poucas pulgas puxando para ogro, quase parecia um touro.

— Mas o que temos aqui? —Aqui? — disse Dom Severiano ao ver que o enteado se preparava para sair com a namorada.
— Com licença, senhor — respondeu Rodrigo, tentando ir até a porta de mãos dadas com Cielo Riveros, mas o velho entrou na frente.
— E quem é essa menina encantadora que você está segurando pela mão? Não vai me dizer que ela se perdeu e você a encontrou, hahaha!!
— Ela é minha namorada...
— Hahaha... ouviu isso, Mara? — gritou para a esposa, que naquele momento colocava os talheres na mesa em silêncio. — O menino da casa já cresceu... agora tem namorada!! Hahahaha!!!

O velho ficou sem palavras e, quando finalmente conseguiu enxergar a tremenda gostosa que o enteado tinha trazido pra casa — aquela que o moleque comentava várias vezes, mas ele não acreditava — (mas que pedaço de buceta, esse pivete inútil não merece uma delícia dessas), o velho raposa pensou consigo mesmo, olhando de cima a baixo e devorando a linda estudante com o olhar odioso, enquanto sentia o pau endurecer.

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