— O professorzinho? Vai me dizer o que eu tenho que fazer agora pra ganhar meu segundo certificado?, perguntou ela, tentando ser o mais inocente e gostosa que podia, e isso não era difícil, porque a garota era muito atraente pros olhos de qualquer macho no cio.
— Claro que vou te dizer, gatinha, hehehe, você vai ver, loirinha..., quando o velho falava, gotinhas de saliva escorriam dos dois lados dos lábios grossos de batráquio dele, — Foi um verdadeiro prazer ter estourado seu cuzinho, hehehe! Então você já ganhou seu primeiro certificado, hehehe, mas sendo realista e vendo as complicações sérias que essa situação pode me trazer na escola se alguém me descobrir, isso faz o preço do seu segundo certificado ser um pouco mais alto, não sei se você me entende, gostosa, hehehe...
— Então é só falar, seu Don Tulito... porque eu sou boa... tudo pelo meu certificado da segunda série, hehehe... Ela disse de forma provocante, enquanto dava uma série de beijos eróticos nos peitos peludos, cinzentos e flácidos do velho com cara de sapo.
Para o professor sexagenário, o simples fato de estar deitado nu com uma das suas alunas mais gostosas e bonitas, e por causa da emoção e excitação causadas pelo pedido sem vergonha que ele estava prestes a fazer para a curvilínea Cláudia, o pau dele já estava endurecendo de novo, então, sem pensar duas vezes, ele começou a revelar qual seria o preço do segundo documento em questão.
— Me escuta, bunduda, agora vou te dizer qual é o preço do que você tá me pedindo, esse tem várias condições... Você vai ter que pensar bem, porque senão a gente para por aqui, claro que antes de eu ir embora, seja qual for sua resposta, eu ainda vou te dar uma última gozada, hehehe. Cláudia ouviu com atenção. — Vendo como você é gostosa e safada pra dar... eu quero que a gente continue transando nesses 5 meses até o fim do ano letivo, pelo menos dois dias por semana.
Cláudia, ao ouvir isso, A infâmia que a professora pretendia quase automaticamente se separou do corpo seboso de Dom Túlio. Esse velho filho da puta estava passando do preço, pensou a garota agora perturbada. Uma coisa era ela ficar com tesão por causa das bebidas e pelo interesse de conseguir os históricos dele a qualquer custo transando com ele, mas outra bem diferente era continuar se deixando foder se eles estivessem namorando, além do fato de ser imensamente nojento e feio.
— Nãoooo!!... não vou continuar transando com você!! Quer dizer... o trato era só por hoje!!! — exclamou Cláudia, que, diante de um pedido tão sem vergonha, voltou à sanidade.
O professor degenerado, percebendo que sua aluna mostrava sinais de não querer aceitar o que ele estava pedindo, deu um passo à frente e puxou ela de volta para o corpo dele, pressionando os peitos macios de Cláudia contra o peito peludo e cinzento e flácido dele...
— Tá bom, — respondeu o velho, — Se você não quer, sem problema... mas isso não vai me impedir de te foder de novo antes de eu ir embora, hehehe... Na segunda-feira você pode pegar seu certificado, mas o outro infelizmente não posso te dar, — ele disse isso com o único objetivo de tentar tocar na parte interessada da mente da garota, e então começou a dar uma série de lambidas nojentas no rosto exuberante de Cláudia. A estudante agora sentia nojo de estar naquelas condições com um velho de cara de réptil e quase sessenta anos, e para completar, tendo ele deitado nu na própria cama e ela nas mesmas condições.
Cláudia pensou muito angustiada que a foda anterior com o professor não tinha adiantado muito, embora já tivesse o certificado do primeiro semestre, este não servia de nada se ela não conseguisse o segundo, mas o preço que aquele homem nojento de olhos inchados estava colocando era alto demais, ela não se via dormindo duas vezes por semana com aquele velho perverso e degenerado, ela sabia que o homem já estava se preparando para colocar de novo, então A estudante de 18 anos já estava se preparando psicologicamente para uma nova transa, ela já tinha aceitado que teria que foder o professor de novo.
Já fazia vários minutos que o velho estava apontando pra ela, fazendo movimentos como se já estivesse metendo, a cama já rangia gostoso, também se preparando pro que viria.
O velho apertou a mandíbula dela com uma das mãos, fazendo ela abrir a boca pra enfiar a língua pegajosa e mórbida dele e depois soltar, e por baixo das cobertas, passear as mãos gordas à vontade e explorar a maciez do corpo jovem e feminino que estava ao alcance dele. A loirinha sentiu na barriga lisa como a barriga suada e molenga do velho se mexia por todo lado, na vontade do dono de ficar o mais colado possível nela, e no momento em que sentiu a ponta dura e quente do pau do amante ocasional entrar meio na buceta novinha dela e ser colocada de novo de costas pra abrir caminho pro acasalamento, ela disse pra si mesma que esse sacrifício devia valer a pena. Valia a pena, não tinha nada a perder e um diploma a ganhar...
— Aceito!! — Ela soltou ele de uma vez, bem clara.
O velho ficou paralisado por alguns segundos com a palavra mágica da jovem louca e interessada...
— Hehehe... mas olha só como você se mostrou uma putinha malcriada e interessada... O velho continuou enterrado com só um quarto do pau na buceta dourada e apertada da Clau, — Mas você vai ver, quando você me interrompeu ainda não tinha terminado de contar qual é o preço... A outra metade e a parte mais importante ainda faltavam... você tem certeza que vai conseguir cumprir o que eu vou te pedir?...
— Vou cumprir, professor... mas tô com medo... de engravidar, ela disse sincera e afiada, enquanto abria as pernas pra que o velho pudesse montar mais confortável, a loira continuou... — A verdade... é que eu preciso do segundo certificado..., mas me diz... qual é a segunda parte do trato? ela consultou de olhos fechados e com as pernas lindas abertas, sentindo o delicioso cócegas causado por ter aquele pau gordo de homem meio enfiado,
— Bem... Se você tá com medo de eu te engravidar... Toda semana vou te dar um dinheirinho pra comprar pílula, hehehe, viu? Tudo tem solução nessa vida... Agora vou te contar a segunda parte das minhas condições, putinha..., o velho colocou as mãos debaixo dos ombros da Cláudia pra se segurar melhor, e mediu bem as palavras pra que a aluna gravasse na nova função dela... — Eu sei que você é muito amiga da Lupe...
— Isso mesmo... mas... O que a minha amiga Cielo Riveros tem a ver com isso? Cláudia sentiu como o pau grosso do professor abria a buceta dela, já que tava ficando ainda mais duro e rígido do que na foda anterior, ela não queria perder a concentração naquele estado gostoso, e era lógico se o velho esquentava mais só de pronunciar o nome Lupe.
— Por mais que você não acredite, sua amiga tem tudo a ver com isso, o velho enfiou mais um pouco, — Aaahhh, mas Como sua buceta é quentinha por dentro, coisinha gostosa!!!
Claudia sentiu a leve entrada do pau dele, mas ainda não estava completamente quente, porém ela já estava se sentindo muito gostosa. O professor a deixava intrigada, ela ainda se perguntava o que a Lupe tinha a ver com tudo aquilo.
Vídeos da pequena Lupe
— Mas vamos lá... me conta!... o que você quer saber sobre ela? — Claudia repetiu, já meio sem jeito...
— Eu quero... que você me ajude... a comer elaaaaaa!! — ao dizer isso, o velho empurrou com força o corpo já entregue da jovem aluna, que recebeu e abrigou em sua vagina o pau do Mestre Túlio em toda a sua grossura e comprimento.
Claudia ficou chocada com tal pedido, mil ideias passaram pela sua cabeça, ao mesmo tempo em que sentia o velho professor deitar sobre seu corpo e começar a se mover devagar, colocando e tirando num ritmo oleoso e cadenciado, tentando aproveitar ao máximo e sentir as sensações gratificantes que causavam em seu pau quando estava dentro da buceta da loirinha estudante.
A aluna empalada tentava por todos os meios organizar suas ideias, se perguntava por que aquele velho safado fazia um pedido daqueles para ela, Lupe era sua melhor amiga e por nada neste mundo ela faria algo do calibre que o mesmo velho que naquela hora estava pedindo, com o pau enfiado no fundo do seu ser.
As ideias voavam como borboletas loucas em sua mente, ela meditava sobre a vileza de tal pedido, enquanto via imagens difusas de sua amiga da alma nua e empalada no pau daquele homem feio e degenerado, não sabia por que, mas só de imaginar ela naquelas condições, dava uma vontade desesperada de abrir ainda mais as pernas para que o professor pudesse enfiar ainda mais fundo do que já estava e assim ela pudesse se sentir ainda mais gostosa do que já estava se sentindo.
Por sua vez, o Professor Túlio, enquanto montava e passava a rola no corpo febril e cheio de curvas da Clau, percebeu que a jovem aos poucos se perdia nas constelações da febre. Ele sabia que o silêncio da loira tinha um motivo; se ela tivesse recusado o segundo lote de pedidos, teria feito isso na hora. Ele meditava sem parar de enfiar o pau dentro dela, vendo-a de olhos fechados e lábios entreabertos. Lentamente, aproximou sua boca reptiliana e nojenta daquela da moça linda e meio quente; ela não se mexeu, só abriu os lábios, e as duas bocas se uniram. Suas línguas se procuraram até se enroscarem uma na outra. Assim, os minutos que passaram se beijando e fodendo com paixão foram deliciosos, como se a última cláusula do contrato entre eles já tivesse sido assinada.
No mesmo instante em que o velho estava prestes a se separar daquele beijo nojento de língua, com a clara intenção de continuar pressionando Cláudia para que ela o ajudasse a realizar um estupro com a doce Cielo Riveros — e que a resposta mais segura naquele momento mórbido e erótico seria um sim categórico —, o zumbido alto da vibração do celular da estudante loira tirou o casal daquele estado agradável de excitação doentia e saudável.
Cláudia, apesar de como estava sendo gostosamente fodida da melhor forma possível, esticou a mão para o criado-mudo. Ela tinha que ver a mensagem que chegou como um aviso, já que podia ser dos pais. De jeito nenhum queria ser pega mentindo com o professor mais feio que existia na escola. Com muita má vontade, pegou o celular e conferiu, enquanto o velho não parava de enfiar com força na buceta dela. A surpresa foi grande quando leu a mensagem: era da Lupe, dizendo que chegaria em casa em 30 minutos. Essa situação fez a febre e o quanto estava gostoso sumirem na hora.
— Professor!... Sai fora!! A mensagem é da Lupe... diz que ela chega a qualquer momento!!!...
O Professor Túlio teria dado a vida para não sair do corpo gostoso da Cláudia, mas só de ouvir o nome da Lupe já reagiu com o pau na cabeça e pensou que essa seria a melhor hora pra convencer a colegial interessada a ajudá-lo nos seus planos sujos.
Enquanto o estranho par de amantes se vestia rápido no escuro do quarto da Cláudia, foi o homem quem começou a conversa...
— E aí, o que me diz, loirinha?... Agora que a outra menina tá quase chegando... Vai me ajudar a convencer ou forçar ela a dormir comigo?, hehehe...
— Não seja tão bruto, seu porco velho!... Não vou forçar minha amiga a fazer o que ela não quer... Se não fosse porque preciso daqueles certificados, nunca teria feito isso com você — disse ela no momento em que terminava de ajustar o vestido preto curto.
— Hehehehe... mas apesar das suas palavras, você gozou igual uma porca, até engoliu toda a minha meleca... hahahaha!!!
— Eu tava bêbada... só fiz por isso... Agora me acompanha até o jardim da frente pra esperar ela...
Já posicionados e ambos fumando no jardim da frente da casa, o velho tarado do Dom Túlio continuava no desejo de convencer a aluna em seu pedido sem coração...
— Olha... Vamos fazer um acordo idiota..., falei pra ela enquanto mandava uma tragada funda no cigarro, — Se você me ajudar a convencer ela e a gente conseguir fazer... Te prometo que até essa semana te dou os dois certificados, e você se livra de ter que dormir comigo pelo resto do ano... E se não der certo pra gente, a gente fica como tá, ou seja, não vou mais pedir sua ajuda com a Lupe, mas a gente continua se encontrando pra foder duas vezes por semana, igual eu te falei ainda agora... O que você acha? É um acordo justo...
— Hummm... Não sei... Acho que minha amiga não quer fazer isso com você. Além disso, ela tem pouca experiência nessas coisas, disse Cláudia enquanto erguia o olhar pra todos os lados pra ver se a amiga aparecia em algum lugar...
— Bom, vamos tentar, docinho... Pensa bem!! São suas transcrições, então você só teria que esperar o ano passar sem se preocupar com provas e toda essa bobagem que te entedia tanto... hehehe. O velho professor era um verdadeiro degenerado, não era à toa que era tão amigo do manco João, se quisesse podia estuprar as duas juntas, mas essas menininhas eram muito conhecidas na escola, e não estavam em situação vulnerável, como outras que ele simplesmente estuprava e batia à vontade, além disso, o manco tinha tido sorte de pegar o diário da Cielo Riveros, mas não tinha nada pra pressionar ela, ou como outras alunas que por um pouco de droga ou algum dinheiro se deixavam fazer de tudo.
Cláudia não parava de pensar no excelente tratamento que o professor Túlio propunha, mas era sua amiga do peito, não podia fazer esse tipo de canalhice com ela, sabia que a Lupe não era como ela, ou como Suas outras amigas, enquanto ela continuava olhando para o canto ao fundo, ouvia os pedidos incessantes do professor degenerado para que ela intercedesse em suas tentativas ardentes de pegar o corpo da amiga de infância. Ela pensou que, se Cielo Riveros fosse pelo menos diferente, talvez tivesse aceitado, mas a conhecia bem, sabia que ela não aceitaria por nada dormir com ninguém, muito menos com um velho tão horrível. Mas talvez fosse algo que a amiga estivesse precisando, despertando um pouco de sua personalidade ingênua, se ela pudesse tirar algo benéfico para si mesma de tudo isso, e fazê-lo ver que a vida é cheia de oportunidades e situações para se aproveitar. Esses pensamentos errados, somados à ganância da jovem, a tornaram um tanto fraca em lealdade à amiga.
— Vou tentar... mas não prometo nada — disse ela finalmente ao professor.
— Hehehehe... sabia que você ia aceitar, já que é um negócio excelente — respondeu o degenerado, animado. O velho, só de pensar que talvez estivesse a minutos de dormir com Cielo Riveros, já estava com o pau duro feito ferro. Só faltava a danadinha chegar de uma vez. Agora ela não ia escapar, ele prometeu a si mesmo. E já imaginava que, se a situação se apresentasse, podia facilmente comer as duas juntas. Até esfregou as mãos de tanta sorte.
— Falei pra ele que só vou tentar... ainda acho que a Lupe não vai querer fazer isso...
— Você só fala bem de mim, que eu cuido do resto... Vamos fazer uma festinha de boas-vindas pra ele. Ainda tem alguma bebida aí?
— Na prateleira tem outra garrafa de tequila fechada...
Dom Túlio lembrou direitinho como a loira tinha esquentado rápido com as tequilas que o manco ofereceu na feira. As palavras proféticas do manco Juan ecoaram na mente dele: “se a gente der a tequila mais barata pra elas beberem, essas duas putinhas nem vão saber da cadela!!”
— Ei, morena... quero te perguntar uma coisa, hehehe... sua amiga curte uns golinhos de tequila?
— Ufffff... ela ama... e eu também!! Não vai me dizer que vai preparar umas batidinhas com sal? jijiji...
— Bem, é isso que tô pensando, gostosa. E não se esforce muito com sua amiga, se ela não quiser fazer com a gente, o professor sortudo falou pra confundir a aluna bonitinha dele...
Já eram três da manhã quando Cláudia viu um carro velho estacionando na esquina da casa dela. Dom Túlio tinha ido só por uns minutos na cozinha pra quebrar limões e preparar os copos. Depois de um tempo, ele viu que dentro do carro tinha um casal se amando apaixonadamente, mas não dava pra ver os rostos. De longe, ele percebeu que o casal parecia bem entretido fazendo sei lá o quê. Finalmente, ele viu que a mulher, que estava acompanhada por um homem cujo rosto ele não conseguia enxergar, saiu do veículo, e pela mesma janela do carona se despediu com outro beijo romântico de amantes. Aí ele viu o carro velho dar a volta na mesma esquina onde tinha estacionado, até sumir umas quadras adiante. Só então ele percebeu que era a própria Cielo Riveros, de corpo e alma, que tinha vindo ser deixada naquele lata-velha.
(Minutos antes, no carro de Dom Pedro)
— Chegamos, putinha, hahahaha!!! Não pode negar que a gente se divertiu pra caralho lá na oficina, sua piranha...
Lupe, por sua vez, só pegou as coisas dela e já ia saindo do carro, quando foi agarrada pelo braço do velho com força.
— E que modos são esses, sua vadiazinha fedida!? Acha que vai embora assim, sem se despedir do seu macho!?
— Dom Pedro... pelo amor de Deus... Minha amiga tá aí fora e eu não quero que ela me veja com o senhor, ela pode desconfiar de alguma coisa...
— Tá com vergonha de mim, sua siririqueira!!! Lembra que desde hoje eu sou seu marido... Sou eu quem te come!!! E mesmo que você não goste, você é minha mulher!!! Então se despede direito... Me dá um beijo de língua bem gostoso, senão eu vou te tirar daqui na marra e te foder na frente da sua amiga e de todos os vizinhos que quiserem ver o show, então me convence que eu sou seu marido!!!
A estudante, sabendo que Dom Pedro era capaz de fazer todas aquelas atrocidades que ele tava falando, aproximou a boca fresquinha dela da do velho. Velho. Quando ele recebeu, começou literalmente a devorá-la, estava praticamente chupando e tentando absorver tudo que ela tinha dentro do corpo. Por sua vez, a jovem só se deixava fazer. Depois desse beijo nojento, ele finalmente pôde ir para a casa da Cláudia e esquecer as experiências traumáticas vividas naquela noite horrível de feira.
O beijo babado continuou, o velho não queria se separar da sua jovem Deusa, que ele mesmo tinha se encarregado de estrear sexualmente pela buceta dela. Ele queria ver o que estava acontecendo agora que praticamente tinha intimidado a estudante acamada, mas na mente da pirralha de 18 anos já passava de tudo. Cielo Riveros se perguntava como era capaz de beijar aquele cara comum, lembrava como o corpo dele a tinha feito sentir tão gostosa depois que o velho enterrou o bico na sua raposinha virgem, e, de fato, naquele exato momento ela já sentia no meio das pernas aquela cócega gostosa que prometia prazeres ainda maiores.
O beijo nojento aumentou de intensidade e ansiedade, as mãos do mecânico começaram a ganhar confiança sem vergonha no corpo curvilíneo da tenra estudante, enquanto suas línguas já estavam enroscadas uma na outra. Especificamente, o velho já tinha passado ela para o banco dela e ela estava montada no colo dele, o vestido dela tinha até subido até a cintura. A estudante estava muito nervosa, já que estava sem calcinha, ela tinha sido destruída no lixão da oficina mecânica. Ela sentia como o velho agora, depois de ter soltado a boca dela, beijava seu pescoço, combinando com chupadas babadas na orelha.
**littlelupe**
Lupe ficou paralisada ao perceber que o velho ordinário não tinha a menor intenção de deixá-la ir, e ainda preocupada que a Cláudia estivesse vendo tudo.
Por sua vez, o sem-vergonha do Dom Pedro percebeu como sua técnica, aos poucos, fazia a tenra colegial — que ele mesmo tinha transformado em mulher há pouco tempo — ceder. Ele sentiu a pele macia de Cielo Riveros se arrepiar, seu toque e sua suavidade. Eram incomparáveis, tudo nela era perfeito, sua pele lisa e fina era um verdadeiro banquete para os Deuses, um banquete do qual ele já tinha se servido sem convidar ninguém. Seu pau já estava pronto pra batalha de novo.
Lupe estava muito nervosa e agitada, sentiu as armas do mecânico duras e paradas, pensou que o velho fosse enfiar a qualquer momento, já que há alguns minutos ele não parava de esfregar na buceta dela, para seu desgosto, aquele pau que tinha aberto sua vagina pela primeira vez. Mas, mesmo assim, ela não ia permitir que aquele miserável manchasse seu corpo de novo, muito menos dentro de um carro velho e sujo.
Dom Pedro continuava beijando seu pescoço e arranhando com a barba por fazer de sei lá quantos dias. A garota sentia nas próprias narinas o fedor do corpo malcuidado dele, misturado com cheiros de graxas e óleos de mecânica, e isso, somado à série de arrepios que o velho causava com suas lambidas, era uma verdadeira bomba-relógio. A pele dela não parava de se arrepiar. O mecânico foi descendo devagar sua boca banguela até a altura dos peitos dela, que começou a beijar como um maldito nato por cima do vestido. A febre do homem aumentava rapidamente.
Lupe mal participava do que estavam fazendo com ela, só mantinha os olhos fechados, tentando ordenar a mente a parar de fazer ela se sentir tão gostoso. Já estava claro o que aconteceria se ela não controlasse a situação, mas ela se deixava levar. Sentiu como o velho mecânico a beijava na boca e no pescoço, onde encontrava uma receptividade especial, já que aquela parte erógena do corpo dela era a que... fez ele se sentir o mais rico no começo.
Enquanto as mãos nuas do mecânico bruto subiam lentamente pelas coxas dela, sentindo e acariciando por completo aquela pele maravilhosa e sedosa até alcançarem aquela rabeta majestosa e retumbante, ela não conseguiu segurar a vontade de dar uma palmada firme e violenta nele, ergueu a mão para ganhar força e de repente acertou ele com um – Plaaaffffff!!!!! O tapa ecoou abafado dentro do veículo, Lupe só se deitou no ombro dele, aguentando a dor da laceração na própria carne, o cabelo preto e sedoso dela se enroscou com os fios grisalhos e crespos que o velho tinha atrás das orelhas, esse último, longe de se assustar, só a deixava mais excitada.
O velho começou a beijar ela na boca de novo e alternava chupando os peitos, enquanto a intensidade dos beijos atrevidos aumentava, isso aumentava a participação de Cielo Riveros, principalmente nos carinhos, ela apertava a cabeça de Dom Pedro contra as peitolas dela, o carro inteiro já cheirava a cachaça e sexo bom, o cheiro de buceta de adolescente e pau de velho tomava conta de tudo.
A melhor coisa em Lupe para Dom Pedro naquele momento era o olhar dela, os olhos verdes brilhavam na semi-escuridão do carro velho, semi-cerrados pareciam implorar para o velho continuar com tudo que ele estava fazendo com ela, mas o mecânico agora só olhava pra ela com aquele sorriso debochado (muito parecido com o do irmão dele, Cipriano, aliás), Lupe pensou que o homem estava esperando que ela tomasse a iniciativa, muito humilhada e querendo que o que o velho nojento queria acontecesse o mais rápido possível, ela abaixou o zíper do macacão até a altura do pau dele, olhando para o teto do carro, como sinal de verdadeiro tormento, começou a segurar a barra para se empalar antes de se quebrar – mas no mesmo instante sentiu ele tirar ela do esconderijo, o velho deu um tapa forte na cara dela, jogando ela para o banco do lado
— -Hahahaha, e quem te deu permissão para pegar no meu pau? Seu filho da puta gostoso!... hahahaha!!, o miserável ria de puro prazer enquanto a assediava daquele jeito, —Você percebe o quão puta você é quando o assunto são suas coisas?!, hahahaha!!! Eu adoraria ter enfiado seu pau de volta, mas tenho que voltar ao trabalho, então já que a outra vagabunda está te esperando, você vai me tirar daqui na hora... Vamos sair do meu carro, sua cadela!!!!
Lupe não sabia o que pensar, acreditava que o que o mecânico realmente queria era transar de novo, e ela até reconhecia que tinha ficado excitada com o velho e, em certo momento, até pensou em querer sentir o pau dele dentro do corpo dela de novo, mas aparentemente ele também gostava de humilhá-la daquele jeito. Os olhinhos verdes dela se encheram de lágrimas; agora ela odiava ele com toda a alma.
— E você ainda me olha com essa cara de puta arrependida! Eu te falei para sair do meu veículo agora!! Sai, estou te falando!! Vaza daqui ou você quer que eu te bata para você entender!!!
Lupe viu o rosto de Dom Pedro contraído de raiva; aquele velho era o próprio demônio em pessoa, pensou ela, tremendo de medo que ele causava. Ela desceu com movimentos descoordenados. Assim que ficou do lado de fora, foi o próprio mecânico que desceu o vidro do passageiro e estendeu a mão, agarrando-a agressivamente pelo cabelo para puxá-la para perto dele.
— Me escuta, puta!!!, você tem que ficar atenta ao seu celular porque um dia desses vou te chamar para te estuprar, e se você não me atender, vai ter que aguentar as consequências... A gente vai cuidar da sua amiga puta depois, estou te avisando para você se preparar, e lembra que eu tenho todas as suas informações pessoais, então se você não for onde eu mandar, eu mesmo vou te procurar na sua casa ou na sua escola, está claro, passarinha? Cielo Riveros concordou com um terror genuíno. O velho, como despedida, deu três lambidas nojentas no rosto dela e depois cuspiu na cara dela, para finalizar dizendo: — Agora sai da minha frente, puta!!!
Lupe só conseguiu dar alguns passos quando sentiu o carro velho dar partida. Ela viu ele andar só alguns metros e fazer uma curva, cantando pneu até finalmente desaparecer da vista dela. Ela finalmente se sentiu um pouco aliviada. Aquele monstro sumiu da vida dela, pensou que agora podia finalmente descansar. Com as duas mãozinhas, ela enxugou o rosto. O cuspe que o velho cuspiu na cara dela como despedida, e ainda meio trêmula, ela começou a caminhada até a casa da Cláudia, que ficava a um quarteirão de onde tinham ido deixá-la.
Enquanto andava, tentava se acalmar, não queria que a amiga percebesse o que tinha acontecido com ela por nada nesse mundo, ia inventar qualquer situação, já que não compartilhava suas coisas e problemas pessoais com ninguém, ainda mais se fosse desse tipo.
Cláudia estava esperando por ela, sorrindo, nunca imaginou que sua amiga ingênua, Cielo Riveros, tivesse fugido com um garoto na feira, mas não a julgava, teria feito o mesmo, além de conhecer muito bem os gostos da amiga, com certeza o menino devia ser muito gato, era o que pensava a loira perdida da escola, colega de Lupe.
Quando a adorável colegial já estava a alguns metros de Clau, tentou sorrir para ela, pra fazer parecer que estava tudo bem, mas quando ficaram cara a cara, o temperamento quebrado de Lupe não aguentou mais, ela simplesmente começou a chorar nos braços da amiga...
— Mas Lupi... o que foi que você tem... e por que você tá chorando... Me conta, aconteceu alguma coisa com você? Você devia ter me avisado se tava pensando em ficar com um garoto... A gente ia te procurar pela feira toda. Enquanto Cláudia tentava consolá-la de todas as maneiras possíveis, percebeu que a amiga tinha vindo sem as botas, mas tava usando umas sandálias bonitas, então não deu muita importância pra isso. Lupe soluçava mais abafado. — Me conta... Aquele garoto te machucou... Vai, me fala, e a gente vai procurar ele... Eu tenho uns amigos...
Lupe abraçou o corpo da amiga, queria contar suas desgraças, como foi estuprada no cu na parte escura da feira, e como depois foi sequestrada num carro, levada pra uma oficina mecânica velha e suja onde a transformaram em mulher depois de outro estupro, que a impedia de confessar era só uma coisa: apesar de ter sido cuspida, humilhada, batida e abusada psicologicamente, ela via que talvez Dom Pedro não fosse um homem tão ruim, talvez ele tivesse tido problemas desde criança e por isso a personalidade dele era alterada agora. Além disso, depois que ele meteu nela com força, ela se sentiu tão gostosa que tinha algo inexplicável que a fazia sentir uma certa atração por aquele velho ordinário e vulgar, pensava que talvez ele não fosse tão mau assim.
Cláudia, como pôde, fez ela entrar em casa. O Mestre Túlio, que já estava pronto com uma bandeja cheia de copos e limões pra beber tequila, ficou bolado. Não entendia por que a menina tava chorando. Fez uns gestos pra Cláudia explicar o que tava rolando, mas a loira só mandou ele esperar. Daí ele viu as duas se trancarem no banheiro, típico de mulher quando tem drama passional, pensou consigo.
— Lupi... me conta tudo — disse Cláudia pra amiga enquanto lavava o rosto dela.
— Ahhh, nada... no caso...
Lupe lembrou que Dom Pedro tinha anunciado a visita dele em qualquer dia da semana, então não queria mais pensar no assunto, e sabia que teria tempo de falar sobre ele com a amiga, já que ele tinha sido enfático que de algum jeito ela teria que levar Cláudia até ele, embora ainda achasse que ele tava falando isso só pra assustar ela. Por enquanto, era melhor deixar as coisas como estavam.
— Como nada!?... se você chegou chorando igual uma Madalena!! Quero que me conte agora... o que aquele moleque do carro fez com você? —Você?.. a que tava no carro?
— É que aquele cara era muito chato... e falou um monte de merda pra mim... snifff, a Lupe falou uma pra ele que já tava mais recuperada...
— Tem certeza que ele não te machucou?
— Juro, Clau... não fez nada comigo... deixa eu tomar um banho e, por favor... me empresta um vestido limpo...
— Tá bom... — respondeu a Cláudia, nada convencida, enquanto a amiga preparava a banheira pro banho — Bom, como eu já te falei, com o Professor Túlio e o Don Juan, o assistente, a gente te procurou na feira inteira, mas não te achamos...
— E o Professor Túlio e o Don Juan tão aqui? — a Lupe perguntou de novo, assustada ao lembrar da vez que teve que chupar o pau do professor no escritório dela, por causa daquela vontade idiota de ser atriz, e do mais traumático: como o Juan manco tinha comido o cu dela várias vezes no quarto que ficava no subsolo da escola.
— Don Juan, depois de te procurar por todo lado, preferiu ir pra casa, e eu e o professor viemos te esperar... e viu? a gente se deu bem... Agora vamos tomar umas tequilinhas com o professor... O que você acha da ideia?
Quando a Cláudia percebeu que os olhos da Lupe estavam se enchendo de lágrimas de novo, ela disse pra ele...
— Ah, Clau, acho que não é uma boa ideia, esse professor é meio estranho, não quero...
— Não seja ingrata, Lupi... Com o professor, a gente te procurou desesperadamente pela festa inteira... e agora que sabemos que você tá bem, você vai tomar um banho, vestir uma roupa e tomar uns drinks com ele, é o mínimo que você pode fazer pra agradecer, não acha?
Lupe viu a cara preocupada e brava da amiga, talvez ela tivesse um pouco de razão, porque por causa dela a Cláudia não tinha se divertido na festa, além disso, ia ser só uns drinks
— Tá bom... mas você sabe que eu não sou boa com bebida, então vou só beber um pouco...
— Isso aí, melhor amiga... e lembra do que a gente conversou antes de entrar na festa, você precisa se soltar mais e parar de se reprimir... Você vai ver que a gente vai se divertir...
Na sala, o velho já tava impaciente pra ficar sozinho com aquelas duas putinhas, nem ele mesmo acreditava, ia ficar à vontade com as duas alunas mais gostosas do colégio, ele já tinha provado uma, a outra uma vez ele tinha convencido a chupar o pau dele, tava ansioso pra ver como as coisas iam rolar daí pra frente, pensou nisso enquanto tirava rápido do bolso um pote com um pó branco estranho que, depois de fazer uma carreira na mesa, mandou pro nariz rapidinho, antes de ser pego de surpresa pelas suas alunas maravilhosas e gostosas.
Cláudia deixou a amiga no chuveiro pra ela ficar mais relaxada e foi pra sala onde um Tulio impaciente já esperava por elas, que já tava lá, mandando uns tecos. resultado da foda maldita que ele vinha dando na loira antes de Lupe anunciar. A chegada dele deixou os testículos transbordando de porra grossa e quente, pronta pra ser depositada no útero de qualquer fêmea, e nesse caso ele queria que fosse o da estonteante Cielo Riveros, a aluna com o melhor futuro segundo as estatísticas acadêmicas.
— Ela vai tomar um banho e vir tomar uns drinks, convenci ela disso... mas não me peça mais nada, agora o resto vai depender só de você, mas nem pense em forçar ela a fazer algo que não queira, e muito menos desrespeitar ele, porque sou capaz de te expulsar da minha casa... Tá me ouvindo?
— Como você quiser, gostosa, o velho disse a ela enquanto se aproximava do corpo volumoso da loirinha bebível, para puxá-la pela cintura e apertá-la contra o peito — Já te falei que não vou forçar ninguém, totalmente se ela não quiser, temos um trato e lembra que há pouco deixamos um assunto pendente, então se as coisas não derem certo, a gente deixa ela dormindo no seu quarto e vamos para o quarto dos seus pais, o que acha, princesa, temos um trato?
— Aí a gente vê o que rola, hehehe, e agora me deixa saber que pode chegar a qualquer momento, hehehe, disse uma Cláudia excitada que, só de lembrar da poderosa foda que vinha tendo com Dom Túlio, antes de Lupe chegar, fazia tremer as coxas dela...
Cielo Riveros estava quase pronta, a única coisa que a incomodava era que o vestido que a amiga emprestou era um pouco mais curto do que o que ela estava usando, mas estava limpo, por nada neste mundo ela vestiria as roupas que usava quando foi estuprada, mas o mais terrível era se sentir desprotegida ao andar sem calcinha, estava com muita vergonha de pedir algo emprestado à Cláudia, que explicação daria? Então, se ajeitando como estava, saiu para a sala onde a esperavam com uma bandeja cheia de limões, tequilas e música para animar o clima.
Ela viu que o Mestre Túlio continuava sentado bem colado ao corpo da amiga, ela conversava com ele, sorrindo de forma provocante, já tinham virado uns copos de bebida, o velho, ao ver Lupe sair num vestido jeans bem curto tipo plantadeira, daqueles com pouco Os bolsos dos lados, os olhos quase saltaram das bolsas inchadas que ele tinha como pálpebras, ele parou apressado pra cumprimentar a jovem que estava prestes a se tornar sua esposa, de acordo com suas intenções sujas.
— Oi, Lupe, hehehe, você deixou a gente muito preocupado, onde quer que estivesse, não deu nenhum sinal...
— A verdade, professor, é que não quero falar sobre isso, disse a gostosa colegial, tentando não mostrar o ódio imenso que sentia por ele ter brincado com os sonhos dela e tirado vantagem pessoal disso. O velho deu um beijo babado nela. Na bochecha, ele até ousou esticar um pedacinho da língua pra sentir a frescura do rosto dela. Cielo Riveros, percebendo isso bem discretamente, limpou a bochecha...
— Uma dosezinha?, ele ofereceu, apontando pra bandeja cheia de copos servidos com Tequila...
A festa começou, focada num reggaeton animado e numa série de doses de Tequila que o próprio professor se encarregava de bater na mesa e oferecer pras duas gatinhas, que ninguém percebeu que ele praticamente não tava bebendo nada. Elas falavam de histórias engraçadas da escola, Claudia conversava enquanto dançava com a amiga imaginária. Uns minutos depois, Cielo Riveros já tava mais relaxada, até cantando karaokê, nem lembrava mais do Dom Pedro e daquele escritório sinistro com cama onde foi estuprada. Também tinha percebido que o Mestre Túlio não era tão explorador quanto pensava, já que tavam bebendo e se divertindo há um tempão e ele não tinha se comportado mal com nenhuma das duas. Até achava ele mais legal agora, já que contava várias histórias das experiências pessoais dele, e claro, o velho, como já foi dito, gastava uma grana.
Agora era a Claudia quem enchia os copos com a poção mística, que Dom Túlio queria que fizesse efeito o mais rápido possível, e foi o que aconteceu. A primeira a apagar foi a Claudia, que no concurso de karaokê esqueceu todas as músicas e teve que tomar um copo cheio de Tequila seco.
Os três morriam de rir quando, de repente, a Claudia simplesmente desabou.
— Hehehehe, e que porra é essa com essa vaca?, o velho fingiu não entender, já que era exatamente isso que ele esperava: se livrar dela. Claudia, pra ele poder fazer o que já tinha planejado há um tempo.
— Acho que ela passou dos limites com as bebidas — respondeu Lupe, sorrindo. — Acho melhor a gente levar ela pro quarto dela. Você pode me ajudar?
— Sai pra lá, meu amor... eu cuido dela...
Lupe nem ligou pro apelido carinhoso que o Maestro Tulio usou com ela pela primeira vez naquela noite. Talvez o álcool na cabeça dela tivesse feito baixar a guarda.
Depois que o professor deixou Claudia no quarto dela, voltou pra sala e convidou Cielo Riveros pra mais um drink. Ela, toda confiante, topou tomar mais um com o professor.
— Tá bom, Maestro Tulio, vou tomar esse último gole e ir pro quarto dos pais da Clau... Já são quase 5 da manhã... E você, o que vai fazer?
O velho pensou consigo mesmo que era hora de agir, não tinha mais nada impedindo ele de pegar o corpo que tanto queria. Então, tirou a máscara de pudico e partiu pra ação.
— Bem, vou ficar aqui com você, meu docinho, ou você achou que eu já tinha esquecido de você... Lembra que já me chupou uma vez e dessa vez não vai ser diferente, hehehe, além disso, quero experimentar os outros orifícios charmosos do seu corpo, hehehehe...
— Como!!?... o que você está me dizendo!!!?, Cielo Riveros percebeu na hora que o professor tarado e degenerado tinha planejado tudo pra ficar sozinho com ela...
O velho foi rápido e não deu tempo da garota reagir, como um urso caçando a presa, ele se jogou em cima dela, derrubando-a no sofá e montando em seu corpo. A pobre estudante ficou sem fôlego, o velho era pesado demais pra ela, ela via as pálpebras inchadas dele bem perto e como ele começava a lamber o rosto dela com uma dedicação desesperada.
Lupe chutava pra todo lado, imagens do que aconteceu só algumas horas atrás vieram de repente à mente dela, ela tinha sido estuprada no cu e na buceta e agora era o próprio professor dela que pretendia fazer o mesmo com ela.
Por causa dos movimentos bruscos que a jovem assustada fazia, o Professor Túlio teve dificuldade em segurá-la à vontade, o vestido de Cielo Riveros já tinha subido até a cintura por causa dos movimentos repentinos que ela fazia como proteção, até que o professor, perdendo a paciência, agarrou ela com uma das mãos e deu um tapa certeiro na cara dela, quase deixando ela atordoada emocionalmente. Era a segunda vez naquela noite que um homem ousava bater nela.
— Tomaaa!!, disse o velho Túlio, e — Splashhhh!!! O tapa no rosto ecoou, — Agora fica quieta, sua puta maldita, ou você acha que eu não sei o que você já fez com o manco da escola, sua vagabunda!!!
— Por favor, seu Túlio, não faz isso comigo?... me solta!!... ela pedia enquanto com as mãozinhas tentava em vão tirar ele de cima...
— Fica quieta, putinha!!, ele disse com a mão levantada, e então abraçou ela mais forte contra ele, — Hoje você vai ser meu pedaço de puta, e é melhor não fazer qualquer coisa idiota.
O professor levou sua boca nojenta até os lábios doces e vermelhos da colegial, ela tentou se esquivar, mas o velho, assim como fez com a Cláudia, apertou o rosto dela com uma das mãos grandes e começou a beijá-la com força, depois de alguns segundos babados de beijo sem consentimento, ele disse:
— Por que a gente não começa a tirar a roupa da minha vida? Você não quer fazer isso comigo também?
Ele então agarrou o pescoço dela e com a outra mão pegou o vestido dela para começar a abaixar. A primeira coisa que fez foi descer as duas alças dos ombros dela, soltando aqueles peitinhos preciosos de adolescente que causavam tanta admiração nos olhos dos homens. O que o velho Túlio viu foi espetacular, do jeito que deu, abaixou o vestido, viu a pele nua e apetitosa dela e achou que estava num sonho. Continuou descendo o vestido, já estava na altura do quadril dela, e num último esforço terminou de puxar, e o que viu quase o fez perder a razão. Lupe estava sem calcinha, o velho ainda não acreditava:
— Você é pior que uma putinha vulgar de rua, mamãe!! Quem diria que você gosta de andar com a buceta de fora, hehehe!!!
O professor obeso do ensino médio não se cansava de olhar para ela com luxúria, aquele corpo feminino curvilíneo foi feito pelas mãos do melhor escultor da era renascentista, as formas e curvas que se destacavam na cintura e no quadril dela eram hipnotizantes. O velho engoliu litros de saliva, estava realmente chocado:
— Isso sim é coisa boa, meu amor, ele disse, passando os olhos de sapo por todas as curvas infernais da carne jovem que estavam a centímetros do seu olhar reptiliano...
Lupe sabia o que o velho queria, com os olhos cheios de lágrimas, implorou:
— Professor... eu peço, por favor, não me estupra, snifff, se quiser, eu chupo você até você ficar de saco cheio, mas não faz isso comigo, snifff...
— Claro que você vai me chupar, uma delícia... mas a gente também vai foder, hehehe, hoje foi meu dia de sorte. Dia, acabei de arrombar a bunda da puta que tá dormindo bêbada, e agora é sua vez... o que você acha, gostosa?
A pobrezinha da menina tava tão assustada e tão cansada que nem conseguia mais se mexer, a respiração dela tava pesada, o velho aproveitou pra apalpar ela à vontade, adorava apertar os peitos dela, a estudante tentou se soltar de novo, mas seu Dom Túlio já tinha ela quase imobilizada, mas não parecia que a moça continuava resistindo, e pra acalmá-la e fazer ela entender que não tinha escapatória, deu mais uns tapas na cara dela, — Plafff — plafff!!!, os tapas ecoaram no quarto, e aí ele quase gritou na mesma cara vermelha:
— Parece que você não entendeu, vadia... Não tenta fazer nenhuma das suas merdas, porque sou capaz de desfigurar sua cara na porrada... Entendeu, égua gostosa?
Lupe, com o rosto pegando fogo de tanto tapa que tinha levado, só balançou a cabeça, já com a cara vermelha das pancadas. Ela olhou o melhor que pôde na direção do quarto da Cláudia, na esperança de que ele viesse ajudá-la. Até pensou que talvez o mecânico da feira pudesse voltar e salvá-la das garras daquele professor maluco que já estava pronto para estuprá-la. Chegou a cogitar ir morar com o Dom Pedro e fazer tudo o que ele tinha proposto, desde que a livrasse daquela tortura sexual quase certa.
— Mestre Túlio, convencido de que já tinha domado aquela potranca, deixou ela deitada no sofá. Lupe já não tinha mais intenção de causar problemas. Olhou para ele com nojo profundo enquanto ele se despia diante do olhar esverdeado dela. O velho era muito gordo e feio, e então ela viu e ficou três vezes mais assustada quando o velho tirou da roupa um potinho pequeno, espalhou uma quantidade mínima de pó branco na mesinha de centro. Ali ela entendeu: o miserável estava se drogando, e viu ele mandar mais uma porção de droga sem se importar que ela estava vendo tudo.
O velho Túlio continuou se drogando para se sentir ainda mais estimulado na hora de meter.
Cielo Riveros chorava deitada no sofá, soluçando bem baixinho, até que o professor, ajoelhado ao lado do corpo nu dela, aproximou a cara de sapo da dela. A estudante sentiu ele respirar pesado quase na cara dela. Aquilo deu um nojo profundo nela. Então sentiu quando ele colocou a mão entre as coxas dela, tomando conta da bucetinha quase sem pelos, para sussurrar no ouvido dela:
— Mas que fatia gostosa que a gente tem aqui embaixo... e como você é apertadinha!! Vou comer inteirinha! Vou comer!! Vou chupar você até me cansar!!!
— Seu Túlio... Snifff... não me machuca... Por favor... snifff... snifff!!
Cielo Riveros estava apavorada, nunca imaginou que o professor, além de gostoso e aproveitador, também era um viciado. Ela ficou imóvel, paralisada de medo.
O velho pegou o braço dela e a fez levantar
— Isso mesmo, sua puta, agora vamos pra lua de mel no quarto de casal, hehehehe...
Lupe começou a chorar e implorar de novo enquanto praticamente a arrastavam nua para o quarto dos pais da Cláudia
— Professor, por favor... eu não quero cheirar... quero ir pra casa... me solta!
— Para de frescura, sua nojenta! Olha, a gente vai se divertir pra caralho... Você vai ver!!
Assim que entraram no quarto, Cielo Riveros encarou a cama apavorada, seria ali que a estuprariam de novo. O velho a pegou por trás, agarrando os peitos dela e encaixou o pau meio duro na bunda firme e gelada da jovem assustada. O velho se grudou nas costas dela, passando a língua atrás da orelha, enquanto a apalpava como se estivesse desesperado. Ele adorava deslizar as mãos pelas curvas marcadas que se destacavam nos quadris dela, e depois subir de novo e descer pelos peitos, passar pela cintura e chegar até a buceta mal aparada dela. Por causa dos pelinhos pretos e crespos, ele a sentiu e passou a mão por cima, percorrendo de novo os quadris largos e bem formados dela. A figura bem desenhada e marcada dele quase o deixava louco de tesão.
— Por favor... professor Túlio, chega!!, ele implorou, quase desmaiando de tanto medo.
O velho, querendo dar o melhor show que já tinha vivido, acendeu a luz do quarto, depois agarrou ela pelo cabelo de novo, forçando ela a ficar de quatro. Lupe obedeceu, meio dolorida.
— Mexe essa bunda pra sua mamazota!!
— Quê?
— Tira essa bunda daí, puta!!!... Quero ver ela mexer enquanto você rasteja de quatro pelo quarto, quero esfregar ele enquanto você rasteja.
Lupe, totalmente apavorada e nervosa, começou a mexer o corpo. Cada passo que ela dava rastejando dava uma vontade de agarrar ela e meter do jeito que tava, a imagem da menina inocente de quatro e pelada rastejando era de enlouquecer, e ela fazia aquilo com uma perfeição, cada movimento pra frente, cada balanço que ela dava com as coxas era uma obra-prima só pra reis, parecia que ela era uma verdadeira amazona em busca da presa.
— Meu Deus!! Mas que raio de cuzuda que te carrega pendurada!!!, disse o Professor Túlio, acendendo um cigarro pra curtir o show erótico que a Cielo Riveros tava dando.
O velho continuou fumando o cigarro dele, observando tudo e apalpando ela enquanto a jovem amazona avançava na jornada dela. Depois de alguns minutos andando de quatro, aquele safado nojento continuava passando a mão.
— Continua rastejando, cadela, você não faz ideia de como é gostosa pelada e de quatro, faz uns três anos que eu bato punheta na sua homenagem, mamãe, e hoje à noite finalmente vou te provar. A aluna humilhada só fechou os olhos, não queria ver a cara drogada e degenerada daquele professor horroroso.
Depois que o Mestre Túlio fumou o cigarro inteiro e se cansou de esfregar, ele se ajoelhou do lado daquele corpo nu e feminino de dar água na boca, pra começar a lamber como se fosse um cachorro, não teve parte do corpo da Cielo Riveros que escapou da lambida dele, e assim ficou por uns bons minutos ali. Houve momentos em que o velho parecia notar que a garotinha estava ficando arrepiada, e quando isso acontecia, a jovem fazia alguns movimentos musculares estranhos, mas ele continuava com a tarefa de lamber.
A colegial
A colegial inocente apenas ficava parada e engolia o melhor que podia, sabia que um homem sob efeito de drogas era capaz de fazer qualquer coisa com ela, só tremia, deixando-se lamber onde quer que o velho quisesse.
Nesse ponto, e embora não quisesse, seu corpo já estava sendo atacado por arrepios prazerosos, especialmente quando o velho passava a língua nas nádegas dela, quanto mais perto ele chegava do buraco traseiro, mais intensos e gostosos os arrepios, mas ela não queria sentir aquilo, aquele velho miserável tinha embebedado o amigo para poder se aproveitar dela como bem entendesse, e ainda por cima, estava drogado, mas seu corpo potente e cheio de tesão não dava trégua para a garota perturbada, os arrepios aos poucos se transformavam em correntes separadas que percorriam ela por completo.
Quando o professor degenerado parou de lamber, Lupe soube que estava quase perdida, o velho ia meter nela, e ficou ainda mais claro quando ele finalmente falou com ela.
— Agora você vai ser uma putinha rica e obediente, e fazer tudo o que eu mandar para não ter que se machucar! A colegial continuava tremendo de medo, ela engoliu seco enquanto balançava a cabeça afirmativamente, se sentindo totalmente indefesa naquela casa. Ela continuava pensando que se pelo menos Dom Pedro estivesse ali para defendê-la, de repente percebeu que, por pensar tanto em Dom Pedro, se aquele velho gostoso também tivesse estuprado e batido nela, ela deveria pensar em Rodrigo, seu namorado era quem ela amava. Enquanto estava nessas divagações, a voz grave do professor a trouxe de volta à sua triste realidade — Puta, agora você vai subir na cama e abrir bem as pernas, quero ver seu corpo nu e aberto só para mim, você vai fazer isso, não é uma delícia?
Cielo Riveros subiu lentamente na cama para se deitar de costas, fechou seus lindos olhos verdes e abriu as pernas exatamente como o velho havia pedido. Ele, por sua vez, deitou-se, colocando a cabeça no meio das coxas dela com a única intenção de olhar para a buceta dela até se cansar, acendeu outro cigarro para apreciar a vista. Ele a tocou delicadamente, seus dedos grossos brincaram com os poucos pelinhos da jovem estudante, acariciou sua barriga, sua pélvis, suas coxas abertas, até que decidiu dar um pouco mais de ação à coisa, foi colocar o pau bem na cara da adolescente nervosa, colocou a vara na frente dos olhos dela para que ela pudesse ver as pulsações rápidas que ele fazia.
A colegial percorria a barriga peluda do professor, baixou o olhar para o pau de Dom Túlio, agora o observava cuidadosamente, embora já tivesse chupado ele uma vez, naquela ocasião não tinha prestado atenção em certos detalhes que agora podia ver claramente. Ele parecia extremamente grosso, dava a impressão de ser fofinho, ela pensou consigo mesma que a glande era azulada e não sabia por que olhava tão atentamente para seu formato, e os contínuos jorros de um fino fio de líquido que escorria do Ele tropeçou e caiu de cara nos peitos dela. Ela, instintivamente, esticou a língua, passando sobre o lábio superior, e depois mordeu o lábio inferior dele. A respiração e a pressão sanguínea dele disparavam.
O velho, totalmente alheio ao que acontecia com Lupe, observava fascinado da posição dele as lindas pernas abertas da jovem ninfa, onde também podia ver a rachadura perfeita de carne que se formava no meio delas. Grandes quantidades de baba caíam no cabelo preto da garota, mas nenhum dos dois percebia, pois estavam focados nas suas próprias coisas.
Vídeos da pequena Lupe
O velho, muito excitado, saiu daquela abstração paradisíaca em que se encontrava e, bruscamente, agarrou-a pelo cabelo, forçando-a a ficar de joelhos... Vê-la nua e ajoelhada submissamente diante dele o enlouqueceu de tesão.
— Chupa minhas bolas, eu ordeno...
— O quê...?
— Chupa meus testículos, sua puta!!... Não entendeu? Ao dizer isso, ele levantou o punho como se fosse bater nela de novo...
Lupe, muito assustada, começou a lamber os testículos dele desesperadamente, não porque quisesse, mas porque não queria que o velho deixasse marcas no rosto dela. As lambidas soavam molhadas, a colegial passava a língua alternando entre um testículo e outro. Inconscientemente, ela pegou o pau e levantou para poder passar a língua por baixo das bolas peludas do velho, que estava no sétimo céu.
Depois de alguns minutos, o professor, sem dar qualquer aviso, agarrou o próprio pau e enfiou na boca dela, empurrando com força em direção à faringe da garota, o que quase a fez vomitar. O membro dele tinha um cheiro nojento, a coitada nem lembrava que ele mesmo tinha dito que havia enfiado no cu da Clau. Nem preciso dizer que o velho não tinha se limpado depois do sexo anal e vaginal que teve com a loira. E não era que a Cláudia não cuidava da higiene dela, longe disso. A parada é que o velho com cara de sapo era porco e fedorento. Suja por natureza, a pobre aluna não teve escolha a não ser continuar chupando o pau por vários minutos, enquanto o velho segurava sua cabeça, empurrando-a pra frente e pra trás, forçando-a a seguir o ritmo que ele determinava necessário pra se satisfazer.
Assim que o velho ficou satisfeito com o gostinho que a boca de Cielo Riveros proporcionava, ele a forçou a ficar de quatro, com a bunda virada pra ele.
A jovem fechou os olhos como se estivesse implorando, sentiu ele tentar separar suas nádegas duras e firmes, enquanto ao mesmo tempo colocava o pau na entrada anal da garota assustada, até sentir ele começar a empurrar pra dentro, estavam fodendo ela.
Cielo Riveros sentiu na pele como o Professor Túlio tentava encaixar pra cima e pra baixo, como se estivesse procurando um jeito de meter, o velho tava ficando desesperado, a colegial já devia estar aberta no cu segundo ele, pelo próprio Juan manco, mas o pau não entrava, cego pela febre e ansiedade de estar dentro do corpo dela o mais rápido possível, ele deu um tapa violento
— Plaffffff!!!, — Você vai ter que me ajudar, sua puta de pau, se o manco já meteu no seu cu, você devia estar mais dilatada, abre sua buceta com a mão pra eu te foder!!! –Plafffffff, outro tapa feroz ecoou na carne dura da Lupe...
— Seu Túlio! Por favor, não me bate!! Tá me machucando... me solta!!!
— Soltar? Abre essa boca, sua vadia desgraçada!!! Vai, fala que vai me ajudar a te foder, dizendo isso por último, ele ergueu as duas mãos grandes e aplicou um tapa duplo com força, —Plafffffffff!!!
— Siiiiii!!!!!!!!!!!, professor, vou te ajudar a me encontrar!!! Mas por favor, não me bate mais!!!! Snifffffsssss!!
Mesmo sem querer, Cielo Riveros colocou as duas mãos nas próprias nádegas, pra que o professor quase enlouquecido não continuasse machucando ela, abrindo bem as bundas pra que o velho não tivesse tanta dificuldade em enfiar no cu dela, deixou tudo exposto pra ele fazer o que quisesse, já não fazia mais sentido continuar lutando, na cabeça dela só queria que aquilo acabasse logo.
O professor Túlio ficou sem palavras, da posição dele viu o pontinho anal apertado e rosado em toda sua majestade, quase com carinho apontou a ponta do pau gordinho na entrada, se segurou com as duas mãos nos quadris firmes de Cielo Riveros, e concentrado na cinturinha da garota, empurrou o pau com decisão, perfurando tudo que aparecia pela frente...
Lupe apertou os maxilares e os dentes com força quando sentiu um pau enterrado no cu dela pela terceira vez naquela noite...
— Ohhhh...Ayyyyyyyy!! Ayyyyyyyyyyyyy!! Meu Deusss! Meu Deusss!! Isso dói tanto!! É muito grosso o negócio dele!!!, exclamava a garotinha com os olhos arregalados, mas mesmo assim não parava de abrir as nádegas com força...
— Ahhhhh!!! Você é uma putinha muito gostosa, sabia!... Seu cu é quentinho e delicioso, meu amorrrrrr!!!, dizia o velhote de olhos fechados, enquanto deixava enterrado por completo e mandava três estocadas firmes pra ela sentir bem que tava com ele todo enfiado.
— Me solta!... Não mexe!!... Tira, seu velho nojento!!!... Já chega, dói muito!!!, tá doendo pra caralho!!!!, ayyyyyyy!!!!!
O velho, ignorando o que a dolorida Cielo Riveros pedia, não aguentou a puta vontade de dar umas palmadas nela, a bunda da colegial se contraía e apertava o pau dele deliciosamente, como se realmente quisesse chupar a rola no cu dela...
— Plafff! Plaffff!! Plafffff!!! Plaffffff!!!!, ecoavam no quarto as palmadas ferozes. e palmadas que o velhote dava na carne dela, enquanto começava a meter e tirar com força, as peitudas duras e firmes balançavam rápido e em círculo no mesmo ritmo que enfiavam a dona, os movimentos de foda ficavam cada vez mais acelerados, Cielo Riveros lutava mentalmente com o corpo, não queria gemer, mas os arrepios vinham um atrás do outro desde que sentiu a pica parada na entrada do cu dela, agora já quase sem forças implorava pra ele soltar ela, por favor, — Por fa...vorrr...donnn...Tu...lioooo...já...não...a...guen...to...mais...
— Claro que vou te dizer, gatinha, hehehe, você vai ver, loirinha..., quando o velho falava, gotinhas de saliva escorriam dos dois lados dos lábios grossos de batráquio dele, — Foi um verdadeiro prazer ter estourado seu cuzinho, hehehe! Então você já ganhou seu primeiro certificado, hehehe, mas sendo realista e vendo as complicações sérias que essa situação pode me trazer na escola se alguém me descobrir, isso faz o preço do seu segundo certificado ser um pouco mais alto, não sei se você me entende, gostosa, hehehe...
— Então é só falar, seu Don Tulito... porque eu sou boa... tudo pelo meu certificado da segunda série, hehehe... Ela disse de forma provocante, enquanto dava uma série de beijos eróticos nos peitos peludos, cinzentos e flácidos do velho com cara de sapo.
Para o professor sexagenário, o simples fato de estar deitado nu com uma das suas alunas mais gostosas e bonitas, e por causa da emoção e excitação causadas pelo pedido sem vergonha que ele estava prestes a fazer para a curvilínea Cláudia, o pau dele já estava endurecendo de novo, então, sem pensar duas vezes, ele começou a revelar qual seria o preço do segundo documento em questão.
— Me escuta, bunduda, agora vou te dizer qual é o preço do que você tá me pedindo, esse tem várias condições... Você vai ter que pensar bem, porque senão a gente para por aqui, claro que antes de eu ir embora, seja qual for sua resposta, eu ainda vou te dar uma última gozada, hehehe. Cláudia ouviu com atenção. — Vendo como você é gostosa e safada pra dar... eu quero que a gente continue transando nesses 5 meses até o fim do ano letivo, pelo menos dois dias por semana.
Cláudia, ao ouvir isso, A infâmia que a professora pretendia quase automaticamente se separou do corpo seboso de Dom Túlio. Esse velho filho da puta estava passando do preço, pensou a garota agora perturbada. Uma coisa era ela ficar com tesão por causa das bebidas e pelo interesse de conseguir os históricos dele a qualquer custo transando com ele, mas outra bem diferente era continuar se deixando foder se eles estivessem namorando, além do fato de ser imensamente nojento e feio.
— Nãoooo!!... não vou continuar transando com você!! Quer dizer... o trato era só por hoje!!! — exclamou Cláudia, que, diante de um pedido tão sem vergonha, voltou à sanidade.
O professor degenerado, percebendo que sua aluna mostrava sinais de não querer aceitar o que ele estava pedindo, deu um passo à frente e puxou ela de volta para o corpo dele, pressionando os peitos macios de Cláudia contra o peito peludo e cinzento e flácido dele...
— Tá bom, — respondeu o velho, — Se você não quer, sem problema... mas isso não vai me impedir de te foder de novo antes de eu ir embora, hehehe... Na segunda-feira você pode pegar seu certificado, mas o outro infelizmente não posso te dar, — ele disse isso com o único objetivo de tentar tocar na parte interessada da mente da garota, e então começou a dar uma série de lambidas nojentas no rosto exuberante de Cláudia. A estudante agora sentia nojo de estar naquelas condições com um velho de cara de réptil e quase sessenta anos, e para completar, tendo ele deitado nu na própria cama e ela nas mesmas condições.
Cláudia pensou muito angustiada que a foda anterior com o professor não tinha adiantado muito, embora já tivesse o certificado do primeiro semestre, este não servia de nada se ela não conseguisse o segundo, mas o preço que aquele homem nojento de olhos inchados estava colocando era alto demais, ela não se via dormindo duas vezes por semana com aquele velho perverso e degenerado, ela sabia que o homem já estava se preparando para colocar de novo, então A estudante de 18 anos já estava se preparando psicologicamente para uma nova transa, ela já tinha aceitado que teria que foder o professor de novo.
Já fazia vários minutos que o velho estava apontando pra ela, fazendo movimentos como se já estivesse metendo, a cama já rangia gostoso, também se preparando pro que viria.
O velho apertou a mandíbula dela com uma das mãos, fazendo ela abrir a boca pra enfiar a língua pegajosa e mórbida dele e depois soltar, e por baixo das cobertas, passear as mãos gordas à vontade e explorar a maciez do corpo jovem e feminino que estava ao alcance dele. A loirinha sentiu na barriga lisa como a barriga suada e molenga do velho se mexia por todo lado, na vontade do dono de ficar o mais colado possível nela, e no momento em que sentiu a ponta dura e quente do pau do amante ocasional entrar meio na buceta novinha dela e ser colocada de novo de costas pra abrir caminho pro acasalamento, ela disse pra si mesma que esse sacrifício devia valer a pena. Valia a pena, não tinha nada a perder e um diploma a ganhar...
— Aceito!! — Ela soltou ele de uma vez, bem clara.
O velho ficou paralisado por alguns segundos com a palavra mágica da jovem louca e interessada... — Hehehe... mas olha só como você se mostrou uma putinha malcriada e interessada... O velho continuou enterrado com só um quarto do pau na buceta dourada e apertada da Clau, — Mas você vai ver, quando você me interrompeu ainda não tinha terminado de contar qual é o preço... A outra metade e a parte mais importante ainda faltavam... você tem certeza que vai conseguir cumprir o que eu vou te pedir?...
— Vou cumprir, professor... mas tô com medo... de engravidar, ela disse sincera e afiada, enquanto abria as pernas pra que o velho pudesse montar mais confortável, a loira continuou... — A verdade... é que eu preciso do segundo certificado..., mas me diz... qual é a segunda parte do trato? ela consultou de olhos fechados e com as pernas lindas abertas, sentindo o delicioso cócegas causado por ter aquele pau gordo de homem meio enfiado,
— Bem... Se você tá com medo de eu te engravidar... Toda semana vou te dar um dinheirinho pra comprar pílula, hehehe, viu? Tudo tem solução nessa vida... Agora vou te contar a segunda parte das minhas condições, putinha..., o velho colocou as mãos debaixo dos ombros da Cláudia pra se segurar melhor, e mediu bem as palavras pra que a aluna gravasse na nova função dela... — Eu sei que você é muito amiga da Lupe...
— Isso mesmo... mas... O que a minha amiga Cielo Riveros tem a ver com isso? Cláudia sentiu como o pau grosso do professor abria a buceta dela, já que tava ficando ainda mais duro e rígido do que na foda anterior, ela não queria perder a concentração naquele estado gostoso, e era lógico se o velho esquentava mais só de pronunciar o nome Lupe.
— Por mais que você não acredite, sua amiga tem tudo a ver com isso, o velho enfiou mais um pouco, — Aaahhh, mas Como sua buceta é quentinha por dentro, coisinha gostosa!!!
Claudia sentiu a leve entrada do pau dele, mas ainda não estava completamente quente, porém ela já estava se sentindo muito gostosa. O professor a deixava intrigada, ela ainda se perguntava o que a Lupe tinha a ver com tudo aquilo.
Vídeos da pequena Lupe
— Mas vamos lá... me conta!... o que você quer saber sobre ela? — Claudia repetiu, já meio sem jeito...
— Eu quero... que você me ajude... a comer elaaaaaa!! — ao dizer isso, o velho empurrou com força o corpo já entregue da jovem aluna, que recebeu e abrigou em sua vagina o pau do Mestre Túlio em toda a sua grossura e comprimento.
Claudia ficou chocada com tal pedido, mil ideias passaram pela sua cabeça, ao mesmo tempo em que sentia o velho professor deitar sobre seu corpo e começar a se mover devagar, colocando e tirando num ritmo oleoso e cadenciado, tentando aproveitar ao máximo e sentir as sensações gratificantes que causavam em seu pau quando estava dentro da buceta da loirinha estudante.
A aluna empalada tentava por todos os meios organizar suas ideias, se perguntava por que aquele velho safado fazia um pedido daqueles para ela, Lupe era sua melhor amiga e por nada neste mundo ela faria algo do calibre que o mesmo velho que naquela hora estava pedindo, com o pau enfiado no fundo do seu ser.
As ideias voavam como borboletas loucas em sua mente, ela meditava sobre a vileza de tal pedido, enquanto via imagens difusas de sua amiga da alma nua e empalada no pau daquele homem feio e degenerado, não sabia por que, mas só de imaginar ela naquelas condições, dava uma vontade desesperada de abrir ainda mais as pernas para que o professor pudesse enfiar ainda mais fundo do que já estava e assim ela pudesse se sentir ainda mais gostosa do que já estava se sentindo.
Por sua vez, o Professor Túlio, enquanto montava e passava a rola no corpo febril e cheio de curvas da Clau, percebeu que a jovem aos poucos se perdia nas constelações da febre. Ele sabia que o silêncio da loira tinha um motivo; se ela tivesse recusado o segundo lote de pedidos, teria feito isso na hora. Ele meditava sem parar de enfiar o pau dentro dela, vendo-a de olhos fechados e lábios entreabertos. Lentamente, aproximou sua boca reptiliana e nojenta daquela da moça linda e meio quente; ela não se mexeu, só abriu os lábios, e as duas bocas se uniram. Suas línguas se procuraram até se enroscarem uma na outra. Assim, os minutos que passaram se beijando e fodendo com paixão foram deliciosos, como se a última cláusula do contrato entre eles já tivesse sido assinada.No mesmo instante em que o velho estava prestes a se separar daquele beijo nojento de língua, com a clara intenção de continuar pressionando Cláudia para que ela o ajudasse a realizar um estupro com a doce Cielo Riveros — e que a resposta mais segura naquele momento mórbido e erótico seria um sim categórico —, o zumbido alto da vibração do celular da estudante loira tirou o casal daquele estado agradável de excitação doentia e saudável.
Cláudia, apesar de como estava sendo gostosamente fodida da melhor forma possível, esticou a mão para o criado-mudo. Ela tinha que ver a mensagem que chegou como um aviso, já que podia ser dos pais. De jeito nenhum queria ser pega mentindo com o professor mais feio que existia na escola. Com muita má vontade, pegou o celular e conferiu, enquanto o velho não parava de enfiar com força na buceta dela. A surpresa foi grande quando leu a mensagem: era da Lupe, dizendo que chegaria em casa em 30 minutos. Essa situação fez a febre e o quanto estava gostoso sumirem na hora.
— Professor!... Sai fora!! A mensagem é da Lupe... diz que ela chega a qualquer momento!!!...
O Professor Túlio teria dado a vida para não sair do corpo gostoso da Cláudia, mas só de ouvir o nome da Lupe já reagiu com o pau na cabeça e pensou que essa seria a melhor hora pra convencer a colegial interessada a ajudá-lo nos seus planos sujos.
Enquanto o estranho par de amantes se vestia rápido no escuro do quarto da Cláudia, foi o homem quem começou a conversa...
— E aí, o que me diz, loirinha?... Agora que a outra menina tá quase chegando... Vai me ajudar a convencer ou forçar ela a dormir comigo?, hehehe...
— Não seja tão bruto, seu porco velho!... Não vou forçar minha amiga a fazer o que ela não quer... Se não fosse porque preciso daqueles certificados, nunca teria feito isso com você — disse ela no momento em que terminava de ajustar o vestido preto curto.
— Hehehehe... mas apesar das suas palavras, você gozou igual uma porca, até engoliu toda a minha meleca... hahahaha!!!
— Eu tava bêbada... só fiz por isso... Agora me acompanha até o jardim da frente pra esperar ela... Já posicionados e ambos fumando no jardim da frente da casa, o velho tarado do Dom Túlio continuava no desejo de convencer a aluna em seu pedido sem coração...
— Olha... Vamos fazer um acordo idiota..., falei pra ela enquanto mandava uma tragada funda no cigarro, — Se você me ajudar a convencer ela e a gente conseguir fazer... Te prometo que até essa semana te dou os dois certificados, e você se livra de ter que dormir comigo pelo resto do ano... E se não der certo pra gente, a gente fica como tá, ou seja, não vou mais pedir sua ajuda com a Lupe, mas a gente continua se encontrando pra foder duas vezes por semana, igual eu te falei ainda agora... O que você acha? É um acordo justo...
— Hummm... Não sei... Acho que minha amiga não quer fazer isso com você. Além disso, ela tem pouca experiência nessas coisas, disse Cláudia enquanto erguia o olhar pra todos os lados pra ver se a amiga aparecia em algum lugar...
— Bom, vamos tentar, docinho... Pensa bem!! São suas transcrições, então você só teria que esperar o ano passar sem se preocupar com provas e toda essa bobagem que te entedia tanto... hehehe. O velho professor era um verdadeiro degenerado, não era à toa que era tão amigo do manco João, se quisesse podia estuprar as duas juntas, mas essas menininhas eram muito conhecidas na escola, e não estavam em situação vulnerável, como outras que ele simplesmente estuprava e batia à vontade, além disso, o manco tinha tido sorte de pegar o diário da Cielo Riveros, mas não tinha nada pra pressionar ela, ou como outras alunas que por um pouco de droga ou algum dinheiro se deixavam fazer de tudo.
Cláudia não parava de pensar no excelente tratamento que o professor Túlio propunha, mas era sua amiga do peito, não podia fazer esse tipo de canalhice com ela, sabia que a Lupe não era como ela, ou como Suas outras amigas, enquanto ela continuava olhando para o canto ao fundo, ouvia os pedidos incessantes do professor degenerado para que ela intercedesse em suas tentativas ardentes de pegar o corpo da amiga de infância. Ela pensou que, se Cielo Riveros fosse pelo menos diferente, talvez tivesse aceitado, mas a conhecia bem, sabia que ela não aceitaria por nada dormir com ninguém, muito menos com um velho tão horrível. Mas talvez fosse algo que a amiga estivesse precisando, despertando um pouco de sua personalidade ingênua, se ela pudesse tirar algo benéfico para si mesma de tudo isso, e fazê-lo ver que a vida é cheia de oportunidades e situações para se aproveitar. Esses pensamentos errados, somados à ganância da jovem, a tornaram um tanto fraca em lealdade à amiga.
— Vou tentar... mas não prometo nada — disse ela finalmente ao professor.
— Hehehehe... sabia que você ia aceitar, já que é um negócio excelente — respondeu o degenerado, animado. O velho, só de pensar que talvez estivesse a minutos de dormir com Cielo Riveros, já estava com o pau duro feito ferro. Só faltava a danadinha chegar de uma vez. Agora ela não ia escapar, ele prometeu a si mesmo. E já imaginava que, se a situação se apresentasse, podia facilmente comer as duas juntas. Até esfregou as mãos de tanta sorte. — Falei pra ele que só vou tentar... ainda acho que a Lupe não vai querer fazer isso...
— Você só fala bem de mim, que eu cuido do resto... Vamos fazer uma festinha de boas-vindas pra ele. Ainda tem alguma bebida aí?
— Na prateleira tem outra garrafa de tequila fechada...
Dom Túlio lembrou direitinho como a loira tinha esquentado rápido com as tequilas que o manco ofereceu na feira. As palavras proféticas do manco Juan ecoaram na mente dele: “se a gente der a tequila mais barata pra elas beberem, essas duas putinhas nem vão saber da cadela!!”
— Ei, morena... quero te perguntar uma coisa, hehehe... sua amiga curte uns golinhos de tequila?
— Ufffff... ela ama... e eu também!! Não vai me dizer que vai preparar umas batidinhas com sal? jijiji...
— Bem, é isso que tô pensando, gostosa. E não se esforce muito com sua amiga, se ela não quiser fazer com a gente, o professor sortudo falou pra confundir a aluna bonitinha dele...
Já eram três da manhã quando Cláudia viu um carro velho estacionando na esquina da casa dela. Dom Túlio tinha ido só por uns minutos na cozinha pra quebrar limões e preparar os copos. Depois de um tempo, ele viu que dentro do carro tinha um casal se amando apaixonadamente, mas não dava pra ver os rostos. De longe, ele percebeu que o casal parecia bem entretido fazendo sei lá o quê. Finalmente, ele viu que a mulher, que estava acompanhada por um homem cujo rosto ele não conseguia enxergar, saiu do veículo, e pela mesma janela do carona se despediu com outro beijo romântico de amantes. Aí ele viu o carro velho dar a volta na mesma esquina onde tinha estacionado, até sumir umas quadras adiante. Só então ele percebeu que era a própria Cielo Riveros, de corpo e alma, que tinha vindo ser deixada naquele lata-velha.(Minutos antes, no carro de Dom Pedro)
— Chegamos, putinha, hahahaha!!! Não pode negar que a gente se divertiu pra caralho lá na oficina, sua piranha...
Lupe, por sua vez, só pegou as coisas dela e já ia saindo do carro, quando foi agarrada pelo braço do velho com força.
— E que modos são esses, sua vadiazinha fedida!? Acha que vai embora assim, sem se despedir do seu macho!?
— Dom Pedro... pelo amor de Deus... Minha amiga tá aí fora e eu não quero que ela me veja com o senhor, ela pode desconfiar de alguma coisa...
— Tá com vergonha de mim, sua siririqueira!!! Lembra que desde hoje eu sou seu marido... Sou eu quem te come!!! E mesmo que você não goste, você é minha mulher!!! Então se despede direito... Me dá um beijo de língua bem gostoso, senão eu vou te tirar daqui na marra e te foder na frente da sua amiga e de todos os vizinhos que quiserem ver o show, então me convence que eu sou seu marido!!!
A estudante, sabendo que Dom Pedro era capaz de fazer todas aquelas atrocidades que ele tava falando, aproximou a boca fresquinha dela da do velho. Velho. Quando ele recebeu, começou literalmente a devorá-la, estava praticamente chupando e tentando absorver tudo que ela tinha dentro do corpo. Por sua vez, a jovem só se deixava fazer. Depois desse beijo nojento, ele finalmente pôde ir para a casa da Cláudia e esquecer as experiências traumáticas vividas naquela noite horrível de feira.
O beijo babado continuou, o velho não queria se separar da sua jovem Deusa, que ele mesmo tinha se encarregado de estrear sexualmente pela buceta dela. Ele queria ver o que estava acontecendo agora que praticamente tinha intimidado a estudante acamada, mas na mente da pirralha de 18 anos já passava de tudo. Cielo Riveros se perguntava como era capaz de beijar aquele cara comum, lembrava como o corpo dele a tinha feito sentir tão gostosa depois que o velho enterrou o bico na sua raposinha virgem, e, de fato, naquele exato momento ela já sentia no meio das pernas aquela cócega gostosa que prometia prazeres ainda maiores.
O beijo nojento aumentou de intensidade e ansiedade, as mãos do mecânico começaram a ganhar confiança sem vergonha no corpo curvilíneo da tenra estudante, enquanto suas línguas já estavam enroscadas uma na outra. Especificamente, o velho já tinha passado ela para o banco dela e ela estava montada no colo dele, o vestido dela tinha até subido até a cintura. A estudante estava muito nervosa, já que estava sem calcinha, ela tinha sido destruída no lixão da oficina mecânica. Ela sentia como o velho agora, depois de ter soltado a boca dela, beijava seu pescoço, combinando com chupadas babadas na orelha.
**littlelupe** Lupe ficou paralisada ao perceber que o velho ordinário não tinha a menor intenção de deixá-la ir, e ainda preocupada que a Cláudia estivesse vendo tudo.
Por sua vez, o sem-vergonha do Dom Pedro percebeu como sua técnica, aos poucos, fazia a tenra colegial — que ele mesmo tinha transformado em mulher há pouco tempo — ceder. Ele sentiu a pele macia de Cielo Riveros se arrepiar, seu toque e sua suavidade. Eram incomparáveis, tudo nela era perfeito, sua pele lisa e fina era um verdadeiro banquete para os Deuses, um banquete do qual ele já tinha se servido sem convidar ninguém. Seu pau já estava pronto pra batalha de novo.
Lupe estava muito nervosa e agitada, sentiu as armas do mecânico duras e paradas, pensou que o velho fosse enfiar a qualquer momento, já que há alguns minutos ele não parava de esfregar na buceta dela, para seu desgosto, aquele pau que tinha aberto sua vagina pela primeira vez. Mas, mesmo assim, ela não ia permitir que aquele miserável manchasse seu corpo de novo, muito menos dentro de um carro velho e sujo.
Dom Pedro continuava beijando seu pescoço e arranhando com a barba por fazer de sei lá quantos dias. A garota sentia nas próprias narinas o fedor do corpo malcuidado dele, misturado com cheiros de graxas e óleos de mecânica, e isso, somado à série de arrepios que o velho causava com suas lambidas, era uma verdadeira bomba-relógio. A pele dela não parava de se arrepiar. O mecânico foi descendo devagar sua boca banguela até a altura dos peitos dela, que começou a beijar como um maldito nato por cima do vestido. A febre do homem aumentava rapidamente.
Lupe mal participava do que estavam fazendo com ela, só mantinha os olhos fechados, tentando ordenar a mente a parar de fazer ela se sentir tão gostoso. Já estava claro o que aconteceria se ela não controlasse a situação, mas ela se deixava levar. Sentiu como o velho mecânico a beijava na boca e no pescoço, onde encontrava uma receptividade especial, já que aquela parte erógena do corpo dela era a que... fez ele se sentir o mais rico no começo.
Enquanto as mãos nuas do mecânico bruto subiam lentamente pelas coxas dela, sentindo e acariciando por completo aquela pele maravilhosa e sedosa até alcançarem aquela rabeta majestosa e retumbante, ela não conseguiu segurar a vontade de dar uma palmada firme e violenta nele, ergueu a mão para ganhar força e de repente acertou ele com um – Plaaaffffff!!!!! O tapa ecoou abafado dentro do veículo, Lupe só se deitou no ombro dele, aguentando a dor da laceração na própria carne, o cabelo preto e sedoso dela se enroscou com os fios grisalhos e crespos que o velho tinha atrás das orelhas, esse último, longe de se assustar, só a deixava mais excitada.
O velho começou a beijar ela na boca de novo e alternava chupando os peitos, enquanto a intensidade dos beijos atrevidos aumentava, isso aumentava a participação de Cielo Riveros, principalmente nos carinhos, ela apertava a cabeça de Dom Pedro contra as peitolas dela, o carro inteiro já cheirava a cachaça e sexo bom, o cheiro de buceta de adolescente e pau de velho tomava conta de tudo.
A melhor coisa em Lupe para Dom Pedro naquele momento era o olhar dela, os olhos verdes brilhavam na semi-escuridão do carro velho, semi-cerrados pareciam implorar para o velho continuar com tudo que ele estava fazendo com ela, mas o mecânico agora só olhava pra ela com aquele sorriso debochado (muito parecido com o do irmão dele, Cipriano, aliás), Lupe pensou que o homem estava esperando que ela tomasse a iniciativa, muito humilhada e querendo que o que o velho nojento queria acontecesse o mais rápido possível, ela abaixou o zíper do macacão até a altura do pau dele, olhando para o teto do carro, como sinal de verdadeiro tormento, começou a segurar a barra para se empalar antes de se quebrar – mas no mesmo instante sentiu ele tirar ela do esconderijo, o velho deu um tapa forte na cara dela, jogando ela para o banco do lado
— -Hahahaha, e quem te deu permissão para pegar no meu pau? Seu filho da puta gostoso!... hahahaha!!, o miserável ria de puro prazer enquanto a assediava daquele jeito, —Você percebe o quão puta você é quando o assunto são suas coisas?!, hahahaha!!! Eu adoraria ter enfiado seu pau de volta, mas tenho que voltar ao trabalho, então já que a outra vagabunda está te esperando, você vai me tirar daqui na hora... Vamos sair do meu carro, sua cadela!!!!
Lupe não sabia o que pensar, acreditava que o que o mecânico realmente queria era transar de novo, e ela até reconhecia que tinha ficado excitada com o velho e, em certo momento, até pensou em querer sentir o pau dele dentro do corpo dela de novo, mas aparentemente ele também gostava de humilhá-la daquele jeito. Os olhinhos verdes dela se encheram de lágrimas; agora ela odiava ele com toda a alma. — E você ainda me olha com essa cara de puta arrependida! Eu te falei para sair do meu veículo agora!! Sai, estou te falando!! Vaza daqui ou você quer que eu te bata para você entender!!!
Lupe viu o rosto de Dom Pedro contraído de raiva; aquele velho era o próprio demônio em pessoa, pensou ela, tremendo de medo que ele causava. Ela desceu com movimentos descoordenados. Assim que ficou do lado de fora, foi o próprio mecânico que desceu o vidro do passageiro e estendeu a mão, agarrando-a agressivamente pelo cabelo para puxá-la para perto dele.
— Me escuta, puta!!!, você tem que ficar atenta ao seu celular porque um dia desses vou te chamar para te estuprar, e se você não me atender, vai ter que aguentar as consequências... A gente vai cuidar da sua amiga puta depois, estou te avisando para você se preparar, e lembra que eu tenho todas as suas informações pessoais, então se você não for onde eu mandar, eu mesmo vou te procurar na sua casa ou na sua escola, está claro, passarinha? Cielo Riveros concordou com um terror genuíno. O velho, como despedida, deu três lambidas nojentas no rosto dela e depois cuspiu na cara dela, para finalizar dizendo: — Agora sai da minha frente, puta!!!
Lupe só conseguiu dar alguns passos quando sentiu o carro velho dar partida. Ela viu ele andar só alguns metros e fazer uma curva, cantando pneu até finalmente desaparecer da vista dela. Ela finalmente se sentiu um pouco aliviada. Aquele monstro sumiu da vida dela, pensou que agora podia finalmente descansar. Com as duas mãozinhas, ela enxugou o rosto. O cuspe que o velho cuspiu na cara dela como despedida, e ainda meio trêmula, ela começou a caminhada até a casa da Cláudia, que ficava a um quarteirão de onde tinham ido deixá-la.
Enquanto andava, tentava se acalmar, não queria que a amiga percebesse o que tinha acontecido com ela por nada nesse mundo, ia inventar qualquer situação, já que não compartilhava suas coisas e problemas pessoais com ninguém, ainda mais se fosse desse tipo.
Cláudia estava esperando por ela, sorrindo, nunca imaginou que sua amiga ingênua, Cielo Riveros, tivesse fugido com um garoto na feira, mas não a julgava, teria feito o mesmo, além de conhecer muito bem os gostos da amiga, com certeza o menino devia ser muito gato, era o que pensava a loira perdida da escola, colega de Lupe.
Quando a adorável colegial já estava a alguns metros de Clau, tentou sorrir para ela, pra fazer parecer que estava tudo bem, mas quando ficaram cara a cara, o temperamento quebrado de Lupe não aguentou mais, ela simplesmente começou a chorar nos braços da amiga...
— Mas Lupi... o que foi que você tem... e por que você tá chorando... Me conta, aconteceu alguma coisa com você? Você devia ter me avisado se tava pensando em ficar com um garoto... A gente ia te procurar pela feira toda. Enquanto Cláudia tentava consolá-la de todas as maneiras possíveis, percebeu que a amiga tinha vindo sem as botas, mas tava usando umas sandálias bonitas, então não deu muita importância pra isso. Lupe soluçava mais abafado. — Me conta... Aquele garoto te machucou... Vai, me fala, e a gente vai procurar ele... Eu tenho uns amigos...
Lupe abraçou o corpo da amiga, queria contar suas desgraças, como foi estuprada no cu na parte escura da feira, e como depois foi sequestrada num carro, levada pra uma oficina mecânica velha e suja onde a transformaram em mulher depois de outro estupro, que a impedia de confessar era só uma coisa: apesar de ter sido cuspida, humilhada, batida e abusada psicologicamente, ela via que talvez Dom Pedro não fosse um homem tão ruim, talvez ele tivesse tido problemas desde criança e por isso a personalidade dele era alterada agora. Além disso, depois que ele meteu nela com força, ela se sentiu tão gostosa que tinha algo inexplicável que a fazia sentir uma certa atração por aquele velho ordinário e vulgar, pensava que talvez ele não fosse tão mau assim.Cláudia, como pôde, fez ela entrar em casa. O Mestre Túlio, que já estava pronto com uma bandeja cheia de copos e limões pra beber tequila, ficou bolado. Não entendia por que a menina tava chorando. Fez uns gestos pra Cláudia explicar o que tava rolando, mas a loira só mandou ele esperar. Daí ele viu as duas se trancarem no banheiro, típico de mulher quando tem drama passional, pensou consigo.
— Lupi... me conta tudo — disse Cláudia pra amiga enquanto lavava o rosto dela.
— Ahhh, nada... no caso...
Lupe lembrou que Dom Pedro tinha anunciado a visita dele em qualquer dia da semana, então não queria mais pensar no assunto, e sabia que teria tempo de falar sobre ele com a amiga, já que ele tinha sido enfático que de algum jeito ela teria que levar Cláudia até ele, embora ainda achasse que ele tava falando isso só pra assustar ela. Por enquanto, era melhor deixar as coisas como estavam.
— Como nada!?... se você chegou chorando igual uma Madalena!! Quero que me conte agora... o que aquele moleque do carro fez com você? —Você?.. a que tava no carro?
— É que aquele cara era muito chato... e falou um monte de merda pra mim... snifff, a Lupe falou uma pra ele que já tava mais recuperada...
— Tem certeza que ele não te machucou?
— Juro, Clau... não fez nada comigo... deixa eu tomar um banho e, por favor... me empresta um vestido limpo...
— Tá bom... — respondeu a Cláudia, nada convencida, enquanto a amiga preparava a banheira pro banho — Bom, como eu já te falei, com o Professor Túlio e o Don Juan, o assistente, a gente te procurou na feira inteira, mas não te achamos...
— E o Professor Túlio e o Don Juan tão aqui? — a Lupe perguntou de novo, assustada ao lembrar da vez que teve que chupar o pau do professor no escritório dela, por causa daquela vontade idiota de ser atriz, e do mais traumático: como o Juan manco tinha comido o cu dela várias vezes no quarto que ficava no subsolo da escola.
— Don Juan, depois de te procurar por todo lado, preferiu ir pra casa, e eu e o professor viemos te esperar... e viu? a gente se deu bem... Agora vamos tomar umas tequilinhas com o professor... O que você acha da ideia? Quando a Cláudia percebeu que os olhos da Lupe estavam se enchendo de lágrimas de novo, ela disse pra ele...
— Ah, Clau, acho que não é uma boa ideia, esse professor é meio estranho, não quero...
— Não seja ingrata, Lupi... Com o professor, a gente te procurou desesperadamente pela festa inteira... e agora que sabemos que você tá bem, você vai tomar um banho, vestir uma roupa e tomar uns drinks com ele, é o mínimo que você pode fazer pra agradecer, não acha?
Lupe viu a cara preocupada e brava da amiga, talvez ela tivesse um pouco de razão, porque por causa dela a Cláudia não tinha se divertido na festa, além disso, ia ser só uns drinks
— Tá bom... mas você sabe que eu não sou boa com bebida, então vou só beber um pouco...
— Isso aí, melhor amiga... e lembra do que a gente conversou antes de entrar na festa, você precisa se soltar mais e parar de se reprimir... Você vai ver que a gente vai se divertir...
Na sala, o velho já tava impaciente pra ficar sozinho com aquelas duas putinhas, nem ele mesmo acreditava, ia ficar à vontade com as duas alunas mais gostosas do colégio, ele já tinha provado uma, a outra uma vez ele tinha convencido a chupar o pau dele, tava ansioso pra ver como as coisas iam rolar daí pra frente, pensou nisso enquanto tirava rápido do bolso um pote com um pó branco estranho que, depois de fazer uma carreira na mesa, mandou pro nariz rapidinho, antes de ser pego de surpresa pelas suas alunas maravilhosas e gostosas.
Cláudia deixou a amiga no chuveiro pra ela ficar mais relaxada e foi pra sala onde um Tulio impaciente já esperava por elas, que já tava lá, mandando uns tecos. resultado da foda maldita que ele vinha dando na loira antes de Lupe anunciar. A chegada dele deixou os testículos transbordando de porra grossa e quente, pronta pra ser depositada no útero de qualquer fêmea, e nesse caso ele queria que fosse o da estonteante Cielo Riveros, a aluna com o melhor futuro segundo as estatísticas acadêmicas.
— Ela vai tomar um banho e vir tomar uns drinks, convenci ela disso... mas não me peça mais nada, agora o resto vai depender só de você, mas nem pense em forçar ela a fazer algo que não queira, e muito menos desrespeitar ele, porque sou capaz de te expulsar da minha casa... Tá me ouvindo? — Como você quiser, gostosa, o velho disse a ela enquanto se aproximava do corpo volumoso da loirinha bebível, para puxá-la pela cintura e apertá-la contra o peito — Já te falei que não vou forçar ninguém, totalmente se ela não quiser, temos um trato e lembra que há pouco deixamos um assunto pendente, então se as coisas não derem certo, a gente deixa ela dormindo no seu quarto e vamos para o quarto dos seus pais, o que acha, princesa, temos um trato?
— Aí a gente vê o que rola, hehehe, e agora me deixa saber que pode chegar a qualquer momento, hehehe, disse uma Cláudia excitada que, só de lembrar da poderosa foda que vinha tendo com Dom Túlio, antes de Lupe chegar, fazia tremer as coxas dela...
Cielo Riveros estava quase pronta, a única coisa que a incomodava era que o vestido que a amiga emprestou era um pouco mais curto do que o que ela estava usando, mas estava limpo, por nada neste mundo ela vestiria as roupas que usava quando foi estuprada, mas o mais terrível era se sentir desprotegida ao andar sem calcinha, estava com muita vergonha de pedir algo emprestado à Cláudia, que explicação daria? Então, se ajeitando como estava, saiu para a sala onde a esperavam com uma bandeja cheia de limões, tequilas e música para animar o clima.
Ela viu que o Mestre Túlio continuava sentado bem colado ao corpo da amiga, ela conversava com ele, sorrindo de forma provocante, já tinham virado uns copos de bebida, o velho, ao ver Lupe sair num vestido jeans bem curto tipo plantadeira, daqueles com pouco Os bolsos dos lados, os olhos quase saltaram das bolsas inchadas que ele tinha como pálpebras, ele parou apressado pra cumprimentar a jovem que estava prestes a se tornar sua esposa, de acordo com suas intenções sujas.
— Oi, Lupe, hehehe, você deixou a gente muito preocupado, onde quer que estivesse, não deu nenhum sinal...
— A verdade, professor, é que não quero falar sobre isso, disse a gostosa colegial, tentando não mostrar o ódio imenso que sentia por ele ter brincado com os sonhos dela e tirado vantagem pessoal disso. O velho deu um beijo babado nela. Na bochecha, ele até ousou esticar um pedacinho da língua pra sentir a frescura do rosto dela. Cielo Riveros, percebendo isso bem discretamente, limpou a bochecha...— Uma dosezinha?, ele ofereceu, apontando pra bandeja cheia de copos servidos com Tequila...
A festa começou, focada num reggaeton animado e numa série de doses de Tequila que o próprio professor se encarregava de bater na mesa e oferecer pras duas gatinhas, que ninguém percebeu que ele praticamente não tava bebendo nada. Elas falavam de histórias engraçadas da escola, Claudia conversava enquanto dançava com a amiga imaginária. Uns minutos depois, Cielo Riveros já tava mais relaxada, até cantando karaokê, nem lembrava mais do Dom Pedro e daquele escritório sinistro com cama onde foi estuprada. Também tinha percebido que o Mestre Túlio não era tão explorador quanto pensava, já que tavam bebendo e se divertindo há um tempão e ele não tinha se comportado mal com nenhuma das duas. Até achava ele mais legal agora, já que contava várias histórias das experiências pessoais dele, e claro, o velho, como já foi dito, gastava uma grana.
Agora era a Claudia quem enchia os copos com a poção mística, que Dom Túlio queria que fizesse efeito o mais rápido possível, e foi o que aconteceu. A primeira a apagar foi a Claudia, que no concurso de karaokê esqueceu todas as músicas e teve que tomar um copo cheio de Tequila seco.
Os três morriam de rir quando, de repente, a Claudia simplesmente desabou.
— Hehehehe, e que porra é essa com essa vaca?, o velho fingiu não entender, já que era exatamente isso que ele esperava: se livrar dela. Claudia, pra ele poder fazer o que já tinha planejado há um tempo.
— Acho que ela passou dos limites com as bebidas — respondeu Lupe, sorrindo. — Acho melhor a gente levar ela pro quarto dela. Você pode me ajudar?
— Sai pra lá, meu amor... eu cuido dela...
Lupe nem ligou pro apelido carinhoso que o Maestro Tulio usou com ela pela primeira vez naquela noite. Talvez o álcool na cabeça dela tivesse feito baixar a guarda.
Depois que o professor deixou Claudia no quarto dela, voltou pra sala e convidou Cielo Riveros pra mais um drink. Ela, toda confiante, topou tomar mais um com o professor.
— Tá bom, Maestro Tulio, vou tomar esse último gole e ir pro quarto dos pais da Clau... Já são quase 5 da manhã... E você, o que vai fazer?
O velho pensou consigo mesmo que era hora de agir, não tinha mais nada impedindo ele de pegar o corpo que tanto queria. Então, tirou a máscara de pudico e partiu pra ação.
— Bem, vou ficar aqui com você, meu docinho, ou você achou que eu já tinha esquecido de você... Lembra que já me chupou uma vez e dessa vez não vai ser diferente, hehehe, além disso, quero experimentar os outros orifícios charmosos do seu corpo, hehehehe... — Como!!?... o que você está me dizendo!!!?, Cielo Riveros percebeu na hora que o professor tarado e degenerado tinha planejado tudo pra ficar sozinho com ela...
O velho foi rápido e não deu tempo da garota reagir, como um urso caçando a presa, ele se jogou em cima dela, derrubando-a no sofá e montando em seu corpo. A pobre estudante ficou sem fôlego, o velho era pesado demais pra ela, ela via as pálpebras inchadas dele bem perto e como ele começava a lamber o rosto dela com uma dedicação desesperada.
Lupe chutava pra todo lado, imagens do que aconteceu só algumas horas atrás vieram de repente à mente dela, ela tinha sido estuprada no cu e na buceta e agora era o próprio professor dela que pretendia fazer o mesmo com ela.
Por causa dos movimentos bruscos que a jovem assustada fazia, o Professor Túlio teve dificuldade em segurá-la à vontade, o vestido de Cielo Riveros já tinha subido até a cintura por causa dos movimentos repentinos que ela fazia como proteção, até que o professor, perdendo a paciência, agarrou ela com uma das mãos e deu um tapa certeiro na cara dela, quase deixando ela atordoada emocionalmente. Era a segunda vez naquela noite que um homem ousava bater nela.
— Tomaaa!!, disse o velho Túlio, e — Splashhhh!!! O tapa no rosto ecoou, — Agora fica quieta, sua puta maldita, ou você acha que eu não sei o que você já fez com o manco da escola, sua vagabunda!!!
— Por favor, seu Túlio, não faz isso comigo?... me solta!!... ela pedia enquanto com as mãozinhas tentava em vão tirar ele de cima...
— Fica quieta, putinha!!, ele disse com a mão levantada, e então abraçou ela mais forte contra ele, — Hoje você vai ser meu pedaço de puta, e é melhor não fazer qualquer coisa idiota.
O professor levou sua boca nojenta até os lábios doces e vermelhos da colegial, ela tentou se esquivar, mas o velho, assim como fez com a Cláudia, apertou o rosto dela com uma das mãos grandes e começou a beijá-la com força, depois de alguns segundos babados de beijo sem consentimento, ele disse:
— Por que a gente não começa a tirar a roupa da minha vida? Você não quer fazer isso comigo também?
Ele então agarrou o pescoço dela e com a outra mão pegou o vestido dela para começar a abaixar. A primeira coisa que fez foi descer as duas alças dos ombros dela, soltando aqueles peitinhos preciosos de adolescente que causavam tanta admiração nos olhos dos homens. O que o velho Túlio viu foi espetacular, do jeito que deu, abaixou o vestido, viu a pele nua e apetitosa dela e achou que estava num sonho. Continuou descendo o vestido, já estava na altura do quadril dela, e num último esforço terminou de puxar, e o que viu quase o fez perder a razão. Lupe estava sem calcinha, o velho ainda não acreditava:
— Você é pior que uma putinha vulgar de rua, mamãe!! Quem diria que você gosta de andar com a buceta de fora, hehehe!!!
O professor obeso do ensino médio não se cansava de olhar para ela com luxúria, aquele corpo feminino curvilíneo foi feito pelas mãos do melhor escultor da era renascentista, as formas e curvas que se destacavam na cintura e no quadril dela eram hipnotizantes. O velho engoliu litros de saliva, estava realmente chocado:
— Isso sim é coisa boa, meu amor, ele disse, passando os olhos de sapo por todas as curvas infernais da carne jovem que estavam a centímetros do seu olhar reptiliano...
Lupe sabia o que o velho queria, com os olhos cheios de lágrimas, implorou:
— Professor... eu peço, por favor, não me estupra, snifff, se quiser, eu chupo você até você ficar de saco cheio, mas não faz isso comigo, snifff...
— Claro que você vai me chupar, uma delícia... mas a gente também vai foder, hehehe, hoje foi meu dia de sorte. Dia, acabei de arrombar a bunda da puta que tá dormindo bêbada, e agora é sua vez... o que você acha, gostosa?
A pobrezinha da menina tava tão assustada e tão cansada que nem conseguia mais se mexer, a respiração dela tava pesada, o velho aproveitou pra apalpar ela à vontade, adorava apertar os peitos dela, a estudante tentou se soltar de novo, mas seu Dom Túlio já tinha ela quase imobilizada, mas não parecia que a moça continuava resistindo, e pra acalmá-la e fazer ela entender que não tinha escapatória, deu mais uns tapas na cara dela, — Plafff — plafff!!!, os tapas ecoaram no quarto, e aí ele quase gritou na mesma cara vermelha:
— Parece que você não entendeu, vadia... Não tenta fazer nenhuma das suas merdas, porque sou capaz de desfigurar sua cara na porrada... Entendeu, égua gostosa? Lupe, com o rosto pegando fogo de tanto tapa que tinha levado, só balançou a cabeça, já com a cara vermelha das pancadas. Ela olhou o melhor que pôde na direção do quarto da Cláudia, na esperança de que ele viesse ajudá-la. Até pensou que talvez o mecânico da feira pudesse voltar e salvá-la das garras daquele professor maluco que já estava pronto para estuprá-la. Chegou a cogitar ir morar com o Dom Pedro e fazer tudo o que ele tinha proposto, desde que a livrasse daquela tortura sexual quase certa.
— Mestre Túlio, convencido de que já tinha domado aquela potranca, deixou ela deitada no sofá. Lupe já não tinha mais intenção de causar problemas. Olhou para ele com nojo profundo enquanto ele se despia diante do olhar esverdeado dela. O velho era muito gordo e feio, e então ela viu e ficou três vezes mais assustada quando o velho tirou da roupa um potinho pequeno, espalhou uma quantidade mínima de pó branco na mesinha de centro. Ali ela entendeu: o miserável estava se drogando, e viu ele mandar mais uma porção de droga sem se importar que ela estava vendo tudo.
O velho Túlio continuou se drogando para se sentir ainda mais estimulado na hora de meter.
Cielo Riveros chorava deitada no sofá, soluçando bem baixinho, até que o professor, ajoelhado ao lado do corpo nu dela, aproximou a cara de sapo da dela. A estudante sentiu ele respirar pesado quase na cara dela. Aquilo deu um nojo profundo nela. Então sentiu quando ele colocou a mão entre as coxas dela, tomando conta da bucetinha quase sem pelos, para sussurrar no ouvido dela:
— Mas que fatia gostosa que a gente tem aqui embaixo... e como você é apertadinha!! Vou comer inteirinha! Vou comer!! Vou chupar você até me cansar!!!
— Seu Túlio... Snifff... não me machuca... Por favor... snifff... snifff!!
Cielo Riveros estava apavorada, nunca imaginou que o professor, além de gostoso e aproveitador, também era um viciado. Ela ficou imóvel, paralisada de medo.
O velho pegou o braço dela e a fez levantar
— Isso mesmo, sua puta, agora vamos pra lua de mel no quarto de casal, hehehehe...
Lupe começou a chorar e implorar de novo enquanto praticamente a arrastavam nua para o quarto dos pais da Cláudia
— Professor, por favor... eu não quero cheirar... quero ir pra casa... me solta!
— Para de frescura, sua nojenta! Olha, a gente vai se divertir pra caralho... Você vai ver!!
Assim que entraram no quarto, Cielo Riveros encarou a cama apavorada, seria ali que a estuprariam de novo. O velho a pegou por trás, agarrando os peitos dela e encaixou o pau meio duro na bunda firme e gelada da jovem assustada. O velho se grudou nas costas dela, passando a língua atrás da orelha, enquanto a apalpava como se estivesse desesperado. Ele adorava deslizar as mãos pelas curvas marcadas que se destacavam nos quadris dela, e depois subir de novo e descer pelos peitos, passar pela cintura e chegar até a buceta mal aparada dela. Por causa dos pelinhos pretos e crespos, ele a sentiu e passou a mão por cima, percorrendo de novo os quadris largos e bem formados dela. A figura bem desenhada e marcada dele quase o deixava louco de tesão.
— Por favor... professor Túlio, chega!!, ele implorou, quase desmaiando de tanto medo. O velho, querendo dar o melhor show que já tinha vivido, acendeu a luz do quarto, depois agarrou ela pelo cabelo de novo, forçando ela a ficar de quatro. Lupe obedeceu, meio dolorida.
— Mexe essa bunda pra sua mamazota!!
— Quê?
— Tira essa bunda daí, puta!!!... Quero ver ela mexer enquanto você rasteja de quatro pelo quarto, quero esfregar ele enquanto você rasteja.
Lupe, totalmente apavorada e nervosa, começou a mexer o corpo. Cada passo que ela dava rastejando dava uma vontade de agarrar ela e meter do jeito que tava, a imagem da menina inocente de quatro e pelada rastejando era de enlouquecer, e ela fazia aquilo com uma perfeição, cada movimento pra frente, cada balanço que ela dava com as coxas era uma obra-prima só pra reis, parecia que ela era uma verdadeira amazona em busca da presa.
— Meu Deus!! Mas que raio de cuzuda que te carrega pendurada!!!, disse o Professor Túlio, acendendo um cigarro pra curtir o show erótico que a Cielo Riveros tava dando.
O velho continuou fumando o cigarro dele, observando tudo e apalpando ela enquanto a jovem amazona avançava na jornada dela. Depois de alguns minutos andando de quatro, aquele safado nojento continuava passando a mão.
— Continua rastejando, cadela, você não faz ideia de como é gostosa pelada e de quatro, faz uns três anos que eu bato punheta na sua homenagem, mamãe, e hoje à noite finalmente vou te provar. A aluna humilhada só fechou os olhos, não queria ver a cara drogada e degenerada daquele professor horroroso.
Depois que o Mestre Túlio fumou o cigarro inteiro e se cansou de esfregar, ele se ajoelhou do lado daquele corpo nu e feminino de dar água na boca, pra começar a lamber como se fosse um cachorro, não teve parte do corpo da Cielo Riveros que escapou da lambida dele, e assim ficou por uns bons minutos ali. Houve momentos em que o velho parecia notar que a garotinha estava ficando arrepiada, e quando isso acontecia, a jovem fazia alguns movimentos musculares estranhos, mas ele continuava com a tarefa de lamber.
A colegial
A colegial inocente apenas ficava parada e engolia o melhor que podia, sabia que um homem sob efeito de drogas era capaz de fazer qualquer coisa com ela, só tremia, deixando-se lamber onde quer que o velho quisesse.
Nesse ponto, e embora não quisesse, seu corpo já estava sendo atacado por arrepios prazerosos, especialmente quando o velho passava a língua nas nádegas dela, quanto mais perto ele chegava do buraco traseiro, mais intensos e gostosos os arrepios, mas ela não queria sentir aquilo, aquele velho miserável tinha embebedado o amigo para poder se aproveitar dela como bem entendesse, e ainda por cima, estava drogado, mas seu corpo potente e cheio de tesão não dava trégua para a garota perturbada, os arrepios aos poucos se transformavam em correntes separadas que percorriam ela por completo.
Quando o professor degenerado parou de lamber, Lupe soube que estava quase perdida, o velho ia meter nela, e ficou ainda mais claro quando ele finalmente falou com ela.
— Agora você vai ser uma putinha rica e obediente, e fazer tudo o que eu mandar para não ter que se machucar! A colegial continuava tremendo de medo, ela engoliu seco enquanto balançava a cabeça afirmativamente, se sentindo totalmente indefesa naquela casa. Ela continuava pensando que se pelo menos Dom Pedro estivesse ali para defendê-la, de repente percebeu que, por pensar tanto em Dom Pedro, se aquele velho gostoso também tivesse estuprado e batido nela, ela deveria pensar em Rodrigo, seu namorado era quem ela amava. Enquanto estava nessas divagações, a voz grave do professor a trouxe de volta à sua triste realidade — Puta, agora você vai subir na cama e abrir bem as pernas, quero ver seu corpo nu e aberto só para mim, você vai fazer isso, não é uma delícia?Cielo Riveros subiu lentamente na cama para se deitar de costas, fechou seus lindos olhos verdes e abriu as pernas exatamente como o velho havia pedido. Ele, por sua vez, deitou-se, colocando a cabeça no meio das coxas dela com a única intenção de olhar para a buceta dela até se cansar, acendeu outro cigarro para apreciar a vista. Ele a tocou delicadamente, seus dedos grossos brincaram com os poucos pelinhos da jovem estudante, acariciou sua barriga, sua pélvis, suas coxas abertas, até que decidiu dar um pouco mais de ação à coisa, foi colocar o pau bem na cara da adolescente nervosa, colocou a vara na frente dos olhos dela para que ela pudesse ver as pulsações rápidas que ele fazia.
A colegial percorria a barriga peluda do professor, baixou o olhar para o pau de Dom Túlio, agora o observava cuidadosamente, embora já tivesse chupado ele uma vez, naquela ocasião não tinha prestado atenção em certos detalhes que agora podia ver claramente. Ele parecia extremamente grosso, dava a impressão de ser fofinho, ela pensou consigo mesma que a glande era azulada e não sabia por que olhava tão atentamente para seu formato, e os contínuos jorros de um fino fio de líquido que escorria do Ele tropeçou e caiu de cara nos peitos dela. Ela, instintivamente, esticou a língua, passando sobre o lábio superior, e depois mordeu o lábio inferior dele. A respiração e a pressão sanguínea dele disparavam.
O velho, totalmente alheio ao que acontecia com Lupe, observava fascinado da posição dele as lindas pernas abertas da jovem ninfa, onde também podia ver a rachadura perfeita de carne que se formava no meio delas. Grandes quantidades de baba caíam no cabelo preto da garota, mas nenhum dos dois percebia, pois estavam focados nas suas próprias coisas.
Vídeos da pequena Lupe
O velho, muito excitado, saiu daquela abstração paradisíaca em que se encontrava e, bruscamente, agarrou-a pelo cabelo, forçando-a a ficar de joelhos... Vê-la nua e ajoelhada submissamente diante dele o enlouqueceu de tesão.
— Chupa minhas bolas, eu ordeno...
— O quê...?
— Chupa meus testículos, sua puta!!... Não entendeu? Ao dizer isso, ele levantou o punho como se fosse bater nela de novo...
Lupe, muito assustada, começou a lamber os testículos dele desesperadamente, não porque quisesse, mas porque não queria que o velho deixasse marcas no rosto dela. As lambidas soavam molhadas, a colegial passava a língua alternando entre um testículo e outro. Inconscientemente, ela pegou o pau e levantou para poder passar a língua por baixo das bolas peludas do velho, que estava no sétimo céu.
Depois de alguns minutos, o professor, sem dar qualquer aviso, agarrou o próprio pau e enfiou na boca dela, empurrando com força em direção à faringe da garota, o que quase a fez vomitar. O membro dele tinha um cheiro nojento, a coitada nem lembrava que ele mesmo tinha dito que havia enfiado no cu da Clau. Nem preciso dizer que o velho não tinha se limpado depois do sexo anal e vaginal que teve com a loira. E não era que a Cláudia não cuidava da higiene dela, longe disso. A parada é que o velho com cara de sapo era porco e fedorento. Suja por natureza, a pobre aluna não teve escolha a não ser continuar chupando o pau por vários minutos, enquanto o velho segurava sua cabeça, empurrando-a pra frente e pra trás, forçando-a a seguir o ritmo que ele determinava necessário pra se satisfazer.
Assim que o velho ficou satisfeito com o gostinho que a boca de Cielo Riveros proporcionava, ele a forçou a ficar de quatro, com a bunda virada pra ele.
A jovem fechou os olhos como se estivesse implorando, sentiu ele tentar separar suas nádegas duras e firmes, enquanto ao mesmo tempo colocava o pau na entrada anal da garota assustada, até sentir ele começar a empurrar pra dentro, estavam fodendo ela.
Cielo Riveros sentiu na pele como o Professor Túlio tentava encaixar pra cima e pra baixo, como se estivesse procurando um jeito de meter, o velho tava ficando desesperado, a colegial já devia estar aberta no cu segundo ele, pelo próprio Juan manco, mas o pau não entrava, cego pela febre e ansiedade de estar dentro do corpo dela o mais rápido possível, ele deu um tapa violento
— Plaffffff!!!, — Você vai ter que me ajudar, sua puta de pau, se o manco já meteu no seu cu, você devia estar mais dilatada, abre sua buceta com a mão pra eu te foder!!! –Plafffffff, outro tapa feroz ecoou na carne dura da Lupe...
— Seu Túlio! Por favor, não me bate!! Tá me machucando... me solta!!!
— Soltar? Abre essa boca, sua vadia desgraçada!!! Vai, fala que vai me ajudar a te foder, dizendo isso por último, ele ergueu as duas mãos grandes e aplicou um tapa duplo com força, —Plafffffffff!!!
— Siiiiii!!!!!!!!!!!, professor, vou te ajudar a me encontrar!!! Mas por favor, não me bate mais!!!! Snifffffsssss!! Mesmo sem querer, Cielo Riveros colocou as duas mãos nas próprias nádegas, pra que o professor quase enlouquecido não continuasse machucando ela, abrindo bem as bundas pra que o velho não tivesse tanta dificuldade em enfiar no cu dela, deixou tudo exposto pra ele fazer o que quisesse, já não fazia mais sentido continuar lutando, na cabeça dela só queria que aquilo acabasse logo.
O professor Túlio ficou sem palavras, da posição dele viu o pontinho anal apertado e rosado em toda sua majestade, quase com carinho apontou a ponta do pau gordinho na entrada, se segurou com as duas mãos nos quadris firmes de Cielo Riveros, e concentrado na cinturinha da garota, empurrou o pau com decisão, perfurando tudo que aparecia pela frente...
Lupe apertou os maxilares e os dentes com força quando sentiu um pau enterrado no cu dela pela terceira vez naquela noite...
— Ohhhh...Ayyyyyyyy!! Ayyyyyyyyyyyyy!! Meu Deusss! Meu Deusss!! Isso dói tanto!! É muito grosso o negócio dele!!!, exclamava a garotinha com os olhos arregalados, mas mesmo assim não parava de abrir as nádegas com força...
— Ahhhhh!!! Você é uma putinha muito gostosa, sabia!... Seu cu é quentinho e delicioso, meu amorrrrrr!!!, dizia o velhote de olhos fechados, enquanto deixava enterrado por completo e mandava três estocadas firmes pra ela sentir bem que tava com ele todo enfiado.
— Me solta!... Não mexe!!... Tira, seu velho nojento!!!... Já chega, dói muito!!!, tá doendo pra caralho!!!!, ayyyyyyy!!!!!
O velho, ignorando o que a dolorida Cielo Riveros pedia, não aguentou a puta vontade de dar umas palmadas nela, a bunda da colegial se contraía e apertava o pau dele deliciosamente, como se realmente quisesse chupar a rola no cu dela...
— Plafff! Plaffff!! Plafffff!!! Plaffffff!!!!, ecoavam no quarto as palmadas ferozes. e palmadas que o velhote dava na carne dela, enquanto começava a meter e tirar com força, as peitudas duras e firmes balançavam rápido e em círculo no mesmo ritmo que enfiavam a dona, os movimentos de foda ficavam cada vez mais acelerados, Cielo Riveros lutava mentalmente com o corpo, não queria gemer, mas os arrepios vinham um atrás do outro desde que sentiu a pica parada na entrada do cu dela, agora já quase sem forças implorava pra ele soltar ela, por favor, — Por fa...vorrr...donnn...Tu...lioooo...já...não...a...guen...to...mais...
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