E do lado de fora do cinema, o veterano a alcançou, cheio de angústia, pensando que ela tinha ficado brava por causa do que fizeram lá dentro, e disse pra ela:— Cielo Riveros, me desculpa, pelo amor de Deus, me deixa ir, eu não soube me controlar, me perdoa.
Ela virou pra olhar pra ele com os olhos cheios de lágrimas e falou:
— Não tenho nada pra te pedir desculpas, não tô chateada com você. O que acontece é que sinto uma vergonha danada do que rolou, você vai pensar o quê de mim?
Ele respondeu: — Você não precisa ter vergonha, o que aconteceu foi algo maravilhoso. Eu te amo, mesmo que pela minha idade eu pudesse ser seu pai, e se você sentir um pouquinho de carinho por mim, vou te perguntar se você quer ser minha namorada.
Disse isso enquanto segurava as mãos dela. Ela aceitou, e agora mais calmos, se abraçaram na porta da casa dela, protegidos pela escuridão, se despedindo com um beijo carinhoso. Quando chegaram no bairro dela, tiveram que ser discretos, porque não era natural uma garota de 18 anos se envolver com um cara de 60 — era algo imoral, quase proibido. Ninguém podia saber que estavam namorando, senão iam fofocar pra mãe dela.
A colegial, criada pela mãe e pelo pai falecido, sente a falta do pai e acaba se sentindo atraída por homens que teriam a idade dele. Mais uma vez, Cielo Riveros estava espetacular naquele vestido tão sexy e decotado. A noite já tinha chegado e estava um pouco ventoso, então Verônica, sua colega de escola, emprestou a ela uma jaqueta de couro preta que se ajustava ao corpo, deixando o vestido como uma minissaia rosa que a deixava muito mais sensual. As duas garotas, quase 19 anos, se preparavam para sair quando encontraram o pai de Verônica, um velho de uns 57 anos, cabelos grisalhos curtos, medindo 1,82m, barrigudo e com uma cara sádica e preguiçosa, barba por fazer. Nem preciso dizer a cara que ele fez quando viu a deliciosa Cielo Riveros — nem a bebedeira que ele estava impediu que ele notasse a gostosa que estava na casa precária dele.
— Boa noite, senhor... A garota cumprimentou, demonstrando a educação atenciosa com que havia sido instruída, mas a boca do velho se encheu d'água ao ouvir uma voz tão doce... até que você trouxe uma amiga pra casa, raposinha... Cielo Riveros se surpreendeu com a maneira vulgar e grosseira com que aquele homem se dirigia à própria filha... — E qual é o seu nome, sua lindinha... perguntou a garota nervosa, com olhos assustados... — L-Lupe, senhor, prazer em conhecê-lo... O pai da Verônica deu um longo gole na cerveja sem parar de olhar a estudante tímida dos pés à cabeça... — Mas que nome bonito... Sou Florencio, ao seu dispor pra tudo que você quiser, gostosa... disse ele, estendendo a mão, e meio sem graça mas sorrindo, Lupe também ofereceu a dela. Verônica viu o pai beijar a mão dela com um beijo estalado e exagerado. Cielo Riveros abriu a boca, meio surpresa, mas satisfeita com um cumprimento tão atencioso e cordial, o que deixou Verônica com ciúmes, e ela resolveu interromper... — Bom, a gente vai, se apressa, Lupe... o que irritou Florencio, que franziu a testa e repreendeu a filha com grosseria... — Qual é o seu problema, sua puta... Não tá vendo que a gente tá se conhecendo... A garota ficou mais nervosa ainda ao ouvir o tratamento abusivo que ele dava à própria filha.
Dom Florêncio era um sujeito dos piores, sempre foi um machista e um safado, forçando a própria esposa a se prostituir porque se recusava a ser o provedor da família. A imoralidade dele era tanta que até a própria filha também pressionava a mãe a trabalhar com ela, por isso a Verônica tinha um comportamento rebelde, defensivo e agressivo. Verônica apressou o passo da Lupe, indo em direção à saída de casa, e a menina sentiu o velho bêbado apertar de leve uma das nádegas dela, assustando-a... – Não enche o saco dela, caralho!!! Uma Verônica muito mortificada e ciumenta disse, deixando no ar a suspeita de que a garota tinha um caso sujo com o pai dela, talvez incesto, e bateu a porta com força, ouvindo de dentro o velho xingá-la de putinha, cadela e vagabunda, vai ver quando você voltar, e implorar pra eu meter em você, igual à puta da sua mãe.
Cielo Riveros não disse nada, sentindo pena do que Verônica estava passando, que a acompanharia até o ponto de ônibus. No caminho, uns moleques folgados e vagabundos elogiaram Cielo Riveros quando a viram com seu jeito de andar rebolando e aquele movimento sensual da bunda... — Para de rebolar essa bunda, olha o que você tá fazendo, Verônica a repreendeu... a garota, meio corada, baixou a cabeça, inocente do que estava sendo exigido dela porque aquele andar sensual era natural pra ela. Quando o ônibus 152, que vai da Boca até o Retiro, chegou, ela se despediu de uma Verônica fria e chateada, entrando na hora. A garota foi pro fundo procurando um lugar vazio, mas todos estavam ocupados, só os bancos duplos estavam livres e, como no meio tinha um grupo de caras e umas senhoras, ela foi pro banco de trás pra tentar pensar em tudo que ainda não tinha visto. Ela se lembrou, por mais que tentasse, não conseguia entender o que tinha acontecido com ela — sua última imagem era a do pai da amiga assediando ela.
Mas no fundo, ela sabia que algo tinha acontecido com ela. Seu corpo exuberante, como se zombasse dela, comunicava ao cérebro que havia sido usada e satisfeita. Ela mesma percebeu isso porque seus mamilos estavam irritados ao entrar em contato com o tecido do vestido, e somado à ardência que sentia no ânus, fez com que entendesse que naquele momento se lembrava do verdureiro que tinha se aproveitado dela. Com total tristeza e profunda angústia, lamentou ter consentido aquilo. Que burra foi em confiar em Dom Anselmo, ele era velho o suficiente para ser pai dela. A garota apoiou a cabeça no vidro frio da janela, olhando as ruas com aqueles pensamentos preocupantes. Quando sentiu alguém sentar ao lado dela, percebeu um cheiro de suor, álcool e um cigarro vagabundo horrível. Virando-se para ver seu indesejado companheiro de viagem, encontrou um sujeito desagradável, um bêbado largado de uns 50 anos, magro quase como se estivesse doente, muito abatido, com um bigode curto mas grosso. Ele usava uma camiseta preta suada e desbotada, e uma calça jeans também rasgada pelo tempo. A aparência dele lembrava o personagem do Chaves, o velho Seu Madruga. Vendo que ele a observava com um sorriso sem vergonha e arrepiante, a garota se assustou. — Oi... oi, boneca, é um prazer dividir o banco com você... — disse o nojento, aproximando o rosto, fazendo ela sentir o cheiro de álcool e o suor desagradável dele. Cielo Riveros ficou apavorada. Olhou para frente e alguns já tinham descido. Ela viu um assento vazio na frente e, pedindo licença, se preparou para sair, mas ele não deixou. — Quer dizer, eu te cumprimento com respeito e você me faz essa grosseria? — Não... não, senhor, me desculpe... eu só quero sentar na frente...
O nojento percebeu o medo que causava na garota nervosa e quis se aproveitar disso. Com a maior cara de pau, segurando o braço dela com força, falou num tom autoritário... — Senta, porra... Vamos nos conhecer, eu e você... De uma só vez, ele a fez sentar, o par de bundas dela caindo no banco, assustando-a ainda mais. A garota não sabia o que fazer, se pedia ajuda ou gritava. Essas dúvidas foram aproveitadas pelo Linyera, que, pegando a mão dela, beijou-a e se apresentou... — Meu nome é Ramón... às suas ordens, gostosa... Disse ele com a voz típica e habitual de quem está bêbado. — Muito-muito prazer, senhor... Agora, com licença, tenho que descer... Ele não era nada burro. Seu Ramón percebeu que ela estava mentindo e, ficando ainda mais puto, ameaçou-a com uma faca que tinha no bolso — Me escuta, sua mentirosa de merda, você fica aqui comigo... Vamos nos conhecer e você vai ver que vamos nos divertir pra caralho... Esse aviso veio acompanhado de uma mão acariciando a perna dela por baixo do vestido curto. O sujeito sentiu a maciez deliciosa da pele daquela deusa, enlouquecendo seus sentidos ao máximo... — Hummm, mas que pernas lindas e macias você tem, boneca, quer ser minha namorada... Nem precisava dizer o quanto Cielo Riveros estava desesperada. Ela sentia um medo terrível, tentando tirar aquela mão nojenta e áspera da perna, mas ele colocou o metal frio perto do rosto dela — Calma, docinho, não ia querer estragar essa carinha de anjo que você tem... Disse o sem-vergonha, tentando dar um beijo nela, que foi rejeitado pela garota ao sentir o hálito nojento saindo da boca dele.
— Por favor, senhor... me solta, eu imploro... a inocente Lupe pediu praquele cara que ia levantando cada vez mais a mão dela por baixo do vestido. A garota apertou as pernas, tentando impedir a passagem daquela mão suja, mas aquela não era a única calamidade rolando, porque o sujeito abriu o zíper da jaqueta dela, deixando à mostra o decote onde aquele par de peitões gostosos estava escondido... — Nossa, o que temos aqui, olha só essas duas rainhas escondidas, hummm... o sujeito fez uma cara de total impressão quando viu aqueles limõezinhos pequenos mas apetitosos, e o sorriso dele ficava cada vez mais parecido com o do personagem do Seu Madruga. Lupe engolia saliva em desespero, se sentia à mercê daquele cara e sem esperança de que alguém a salvasse, e infelizmente pra ela o ônibus estava devagar por causa do trânsito na área, não pode ser... isso não pode estar acontecendo comigo... a coitada dizia pra si mesma, pensando que em nenhum lugar e em nenhum momento ela podia estar segura de sádicos e depravados, o corpo dela parecia um imã que atraía esse tipo de cara.
O bêbado enterrou o rosto nas peitudas da garota, inalando o frescor que elas exalavam, um ato que fez Cielo Riveros aumentar em desespero – pelo amor de Deus, senhor, me solta, não me toca... Aquele cara tava muito longe de prestar atenção nela, alucinado com as partes gostosas da sua jovem vítima... – mas que delícia que você é, caralho, vou te levar pra minha casa e vou te comer como ninguém nunca comeu, você vai ser minha mulher...Ouvir as intenções sujas do Dom Ramón era aterrorizante pra ela, a respiração ficou mais ofegante, cheia de nervosismo e desespero. – não, pelo amor de Deus, te imploro, me solta, pelo que eu tenho de mais sagrado... Ver aquela carinha assustada mas bonita era excitante pro Ramón, sem segurar a vontade, ele pegou ela pelo rosto e roubou um beijo barulhento daqueles lábios carnudos, Lupe reagiu forte jogando a cabeça pra trás, batendo um pouco no vidro. Mesmo assim, Linyera ainda sentiu a delícia do frescor dos lábios da novinha nos seus lábios secos – mas como você é gostosa, mamãe... Me dá mais um beijo meu amor... o sujeito falou pra ela, se aproximando de novo da Lupe, que, tentando evitar, afrouxou as pernas, sentindo como aquela mão que ainda tava lá avançou até bater na sua parte íntima da buceta. – AHH mas olha que puta que você é, andando com a buceta no ar... Foi até ali que ela se arrependeu de não ter aceitado a Véronica emprestar uma roupa, claro que isso não teria impedido as intenções sujas do sádico que, com a maior lascívia, seus dedos imundos começaram a cavucar a intimidade gostosa da garota... – NÃO!!! Não, pelo amor de Deus, tira suas mãos daí nãooo... disse a estudante desesperada sem diminuir nem um pouco as intenções sujas do bêbado Dom Ramón que, diante da tentativa falha de beijá-la, passou os lábios sobre a orelha direita dela, quase ativando o lado ávido por prazer que sempre surgia nela. O bêbado sem coração tirou as mãos da buceta da garota, percebendo que ela tava molhada. as deliciosas secreções que escorriam nela, com grande morbidez ele as levou ao nariz, cheirando com prazer enlouquecedor o aroma delicioso que tinham... — hummm, mas que delícia essas criancinhas, você vai ver como na minha casinha vou engolir todos os seus sucos he he, vou te deixar seca meu amor, hummm cheira os seus sucos... Dom Ramón, pegando-a pelo rosto, aproximou os dedos molhados para que a garota sentisse o cheiro do seu sabor. Cielo Riveros não conseguia acreditar como era gostoso o cheiro, foi a primeira vez que senti os sabores dela.
Com o rostinho lindo ainda nas mãos dela, Ramón se aproximou, dando mais um beijo aterrorizante na distraída Cielo Riveros, que fechou os lábios para parar aquela língua invasora que cheirava mal e que lutava para entrar e se enroscar na dela... — Com que você se faz de difícil, não seja idiota, agora você vai saber quem eu sou... a garota assustada entrou em pânico ao perceber que ele estava irritado e ameaçador. Ramón, com a faca nas mãos, se aproximou e agarrou o rosto dela, morrendo de medo, e nesse momento pegou o vestido, rasgando o decote que escondia os peitos dela. Ela pôde ver como aqueles dois lindos seios adolescentes ficaram visíveis, enquanto ele afundava o rosto cadavérico neles, um por um, passando de mamilo em mamilo com chupadas e lambidas famintas que deixavam a garota, que respirava pesadamente, ainda mais desesperada, sentindo o corpo começar a reagir com aqueles ataques selvagens, tentando em vão com as mãos delicadas afastá-lo das tetonas dela — por... por favor, me deixa, não continua... para aaaah... a colegial implorou baixinho, tentando não chamar atenção porque morreria de vergonha se os outros passageiros percebessem. — hummm, gostosa, que tetonas deliciosas hummm... Uma mão deslizou por baixo do vestido para começar a acariciar de novo aquela intimidade que já estava ficando molhadinha, Cielo Riveros aos poucos começou a perder o controle do corpo, aquela língua fedida subiu dos peitos dela até o pescoço para descer de novo e mordiscar suavemente aqueles mamilos eretos, era um ataque intenso que ela não aguentava mais e, encostando a cabeça na janela, começou a ofegar baixinho, mas ainda tentando se controlar... — para, não continua... por favor, continua... paraaaa aaaahhh... Aquele som era excitante para o Dom Ramón que, levantando o rosto e sem parar de esfregar a buceta dela, a viu com os olhos semicerrados, ofegante, aquela era uma imagem única, uma jovem linda com os peitos de fora e fazendo caretas de prazer graças às mãos sujas dele, ele podia sentir como a as primeiras gotas do líquido seminal começaram a escorrer da pica dele...
— Aí, boneca rica, você vai me estourar... A garota não respondeu, só mordia os lábios tentando não gemer alto por causa daquela mão nojenta que, na buceta dela, provocava sensações deliciosas no seu corpo traiçoeiro. Isso já estava enlouquecendo Ramón e, com a mão livre, ele abriu o zíper da calça, tirando o pau que estava apertado naquele lugar, e pegando Cielo Riveros pela cabeça, fez ela se curvar na direção do caralho dele. Naquele momento, Lupe recuperou um pouco da sanidade e sentiu o cheiro desagradável que vinha do pau de Dom Ramón. E, para seu tormento, estava a poucos centímetros do seu rostinho lindo.
— Vai, gostosa... chupa, bota tudo pra dentro... é pra você... A garota não estava disposta a aceitar um pedido daqueles, sentia vontade de vomitar só de imaginar aquele pau fedido dentro da boca dela... — Nããão!!! Me solta, pelo amor... paraaaa... O bêbado e sem vergonha não estava disposto a ficar sem realizar o desejo de fazer a adolescente provar o pau dele e, com toda a força, a puxou mais para perto, sentindo a ponta do membro procurar entrada pelos lábios fechados e carnudos. A vontade dele era tão grande que, ao apertar uma boa porção do cabelo sedoso dela, fez com que ela abrisse a boca de dor. Foi aí que a garota sentiu aquele pau nojento e fedido entrar na boca fresca dela. O gosto era nojento. Ela tentou tirar ou expulsar aquele pau intrometido da boca, deixando Dom Ramón mais alucinado ao sentir como ele roçava dentro da cavidade bucal e como a língua dela dava massagens gostosas na tentativa inútil de expulsá-lo... — AYYY mamazota siiii... continua assim e faz direito ahhhh...
Lupe não aguentava mais, o gosto era nojento e com muito esforço conseguiu tirar da boca cuspindo no chão, completamente enojada. Dom Ramón ainda segurava o cabelo dela com dominância e um sorriso satisfeito... — Como você chupa gostoso... faz de novo... A garota olhou para o rosto dele com sinais de nojo, mas com uma cara de desespero quando sentiu que as pessoas no ônibus pararam, algumas desceram e outras subiram pra seguir viagem... — Por favor, senhor, nãooo, chega, aqui não, por favor... Esse esclarecimento excitou Linyera, que entendeu que aquela mulher gostosa estaria disposta a realizar os desejos dele, mas num lugar mais privado. Com um sorriso satisfeito, soltou o cabelo dela. Pegando-a pela cintura, sentou-a no colo dele de costas, encostou a faca no pescoço dela e, com a outra mão, atacou a buceta deliciosa dela com carícias suaves. — Muito bem, putinha... Você vai se comportar direitinho comigo ou vai se arrepender... recusa agora e eu corto seu pescoço na hora, entendeu? A garota, cheia de terror, balançou a cabeça, já sem esperança de se livrar daquele canalha que, guardando a faca, começou a apertar desesperadamente os peitos dela enquanto sussurrava no ouvido que naquela noite ele ia fazer dela sua, que ia encher ela de leite e que ela passaria a noite mais gostosa da vida dela. Dom Ramón não aguentava mais, ter nas mãos aquela estudante maravilhosa e gostosa, dona de um corpo de deusa, era de enlouquecer. As mãos dele nunca tinham tocado uma pele tão macia, muito menos peitos jovens que, apesar da idade dele, seriam a inveja de qualquer mulher adulta. E Cielo Riveros sentia como os dedos do bêbado enchiam ela de tesão com tanta carícia, os biquinhos dela estavam durinhos ao máximo, sentindo no pescoço e na orelha as palavras sujas e as intenções que Ramón sussurrava que ia fazer com ela. A idade dela faria qualquer mulher adulta morrer de inveja, e Cielo Riveros sentia como os dedos do bêbado a enchiam de tesão com cada carícia, os bicos dos peitos dela estavam durinhos no talo. Sentindo no pescoço e na orelha as putarias ou intenções sujas que Ramón falava que ia fazer com ela. As mãos dela nunca tinham tocado numa pele tão macia, muito menos em peitos jovens que, apesar da idade dela, fariam qualquer mulher adulta morrer de inveja, e Cielo Riveros sentia como os dedos do bêbado a enchiam de tesão com cada carícia, os bicos dos peitos dela estavam durinhos no talo. Sentindo no pescoço e na orelha as putarias ou intenções sujas que Ramón falava que ia fazer com ela.
— Tá... Não aguento mais, sua putinha, aqui a gente desce e vai pra debaixo de uma ponte ali perto, é escuro e ninguém vai encher o saco, vou te foder até o dia clarear, meu amor... Disse o bêbado nojento, aproximando o rosto repugnante e dando um beijo na boca dela, passou a mão, acariciando a buceta dela e levantando o zíper da jaqueta, escondendo os peitos expostos... — Agora, boneca, fica fria, a gente desce e toma cuidado pra não fazer merda, porque senão eu corto teu pescoço... Falou ele num tom maldoso e sem piedade. Cielo Riveros, que ainda respirava pesado de medo e tesão, ficou do lado dele e, andando pra frente, se preparavam pra descer do ônibus. As bochechas lindas dela estavam vermelhas dos estímulos forçados que recebeu. Ela tinha acabado de perceber o que ia acontecer com ela de novo, nas mãos de um abusador sujo e sem ninguém pra ajudar, já imaginava com terror num lugar escuro, uma ponte imunda encurralada contra as paredes sendo fodida por aquele homem horrível que, se já era nojento de roupa, devia ser pior ainda pelado.
Ela sentiu a ponta da faca na cintura, o que não lhe deu coragem pra pedir socorro. Quando o ônibus parou, percebeu que estava num ponto do bairro dela. Dom Ramón, com um empurrãozinho, forçou ela a descer e, naquela hora, uma porrada de pivetes enlouquecidos atacou o ônibus, desesperados pra entrar. Cielo Riveros, já fora do ônibus, viu como aquela multidão de moleques levou o stalker desesperado pra dentro. Ela pensou rápido que, finalmente, a sorte que tinha abandonado ela há tempos lembrou dela e começou a acelerar o passo pra fugir do captor, esbarrando num sujeito robusto. Quando levantou a cara, viu que era um dos poucos policiais que vigiavam aquelas ruas – "Ei, qual é, mocinha? Olha por onde anda..." A doce Cielo Riveros, preocupada com o Linyera, virou pra trás pra ver se ele ainda tava seguindo ela, e viu ele voltando pro ônibus, com medo de ser visto com um policial.
Dom Ramón não acreditava que o monumento daquela garotinha tinha escapado das garras dele. Mesmo bêbado, com uma puta frustração, lamentava que aquela horda de pivetes tivesse estragado a melhor noite de sexo que ele poderia ter tido em toda a sua vida miserável... — seus cuzões filhos da puta, mas um dia eu encontro ela de novo nesse grupo... pensou ele, todo envergonhado, sentando de novo nos últimos bancos, onde se masturbou sem vergonha nenhuma, derramando a porra branca e amarelada nos assentos. Depois que ela viu 152 se afastar dela com um baita alívio, se sentindo livre daquele nojento e pedindo desculpas ao policial Cielo Riveros, ela seguiu andando em direção ao bairro dela. Naquelas ruas perigosas, a fauna masculina reconheceu a caminhada sensual do objeto mais desejado da região, o sonho de ouro de muitos, o amor platônico de alguns e a fantasia depravada de todos. De cabeça baixa, ela refletia sobre o ocorrido na escola, não entendia como, mesmo sendo vítima de um tarado, o corpo dela reagia aos estímulos que ele dava. Ela nem ligava para os assobios e cantadas de todo tipo que ouvia na sua jornada sensual.
Na escola onde Cielo Riveros estudava, trabalhava um zelador velho de uns 58 anos, corcunda e com cara de degenerado, que vivia suado e sujo porque limpava todas as salas de aula. Era um cara moreno, de uns 1,70m de altura, conhecido na escola como João Manco, já que tinha uma perna mais curta que a outra, o que fazia ele mancar um pouco ao andar e deixava ele ainda mais horrível. Ele era viúvo há vários anos, então via as gostosas da escola como uma iguaria proibida e distante. Era um depravado que adorava espiar elas quando iam tomar banho nos chuveiros depois das aulas de educação física, já que, ao lado do vestiário feminino, tinha um quartinho onde guardavam todos os utensílios de limpeza das salas. E o velho tinha feito um esconderijo lá para espiar as alunas e bater uma enquanto via elas todas peladas.
No dia seguinte, depois que Cielo Riveros saiu da aula de educação física, foi direto tomar banho porque queria dar uma fugida pra escrever no seu diário amado tudo o que tinha rolado com Dom Anselmo no dia anterior. Ao chegar nos chuveiros, foi tirando a roupa devagar, de um jeito sensual, e logo ficou debaixo do jato d'água que escorria pelo seu corpo escultural. Parecia uma deusa virada mulher. A adolescente mostrava em todo seu esplendor seu corpo jovem e escultural — era um petisco, uma iguaria de reis. A garota nem percebia que o manco estava de olho nela, se deliciando com o espetáculo. Era uma delícia ver como ela ensaboava aquele par de peitos médios, mas perfeitos. Que peitos que a garota tinha, enfeitados com um par de mamilos grandes e escuros, rodeados por auréolas igualmente grandes e impressionantes. Bons peitos pra uma garota de apenas 18 anos. O manco não tirava os olhos daquele par de limões que a garota tinha como seios, nem piscava. Os peitos subiam majestosos, desafiando a força da gravidade que ainda não os afetava. A garota passava o sabão pelos peitos, pelo abdômen liso — era um espetáculo que muitos pagariam pra ver, mas só o manco era testemunha, puxando o pau enquanto ainda observava a jovem. Quando a garota chegou com a mão no baixo ventre, sentiu uma sensação muito gostosa e começou a acariciar a sua bucetinha quente, fechando os olhos e curtindo as sensações elétricas. O velho zelador sentiu que estava soltando um jorro poderoso de porra e caiu sentado no chão, exausto pelo espetáculo que tinha testemunhado.
A garota se vestiu depois do banho e saiu pra sentar num banco debaixo de umas árvores frondosas, frescas e meio escondidas, sabendo que ainda tinha uns 40 minutos antes da próxima aula. Começou a escrever no seu diário amado tudo o que tinha acontecido no dia anterior com o verdureiro Anselmo. Enquanto escrevia, a garota suspirava lembrando dos momentos gostosos que passou no Cinema escuro. Foi tão descuidada escrevendo no diário que nem percebeu o manco se aproximando por trás. Quando ele chegou do lado dela, o velho ficou parado, admirando o decote da garota. O olhar dele grudou nos botões desabotoados da blusa. O velho já estava esquentando de novo, e também reparou naquele par de pernas bonitas que a garota tinha cruzado. A visão era excitante. Foi aí que ele teve uma ideia, olhou pros lados e viu lá longe que as salas estavam a uns 80 metros e que os colegas da Cielo Riveros estavam brincando de bola. Ajeitando o pau duro com a mão, ele cumprimentou a garota.
Oi, gostosa", o cara disse pra ela. Ela tinha acabado de perceber que tinha alguém ao lado, levando um susto por não esperar que alguém estivesse tão perto. "Oi, seu João" (se o nome dele era o do zelador velho) "que susto você me deu", a garota falou. "Ha ha ha", riu o João manco, sentando ao lado da linda estudante, deixando ela desconfortável ao ver como aquele velho olhava pras pernas dela e pro decote da blusa sem nenhum pudor naquele momento. A garota, sem perceber, levantou as mãos pra arrumar o cabelo, fazendo aqueles biquinhos lindos se destacarem por baixo da roupa. O homem ficou tenso, o sangue subiu pra cabeça e não é à toa: a silhueta da estudante era perfeita. A carne provocante dos peitos dela se destacava pela firmeza notável e os mamilos duros, moldados na blusa fina, deixaram o velho extasiado. Os quadris sinuosos, as pernas bem desenhadas, a barriga lisa sem um grama de gordura e o par de pernas cruzadas e torneadas eram argumentos de sobra pra enlouquecer qualquer um. Cielo Riveros, sem dúvida, exalava sensualidade por cada centímetro da pele dela.
"- O que você tá fazendo aqui tão sozinha?" disse o João manco, ao mesmo tempo que colocou o braço no encosto do banco, tocando as costas de Cielo Riveros. Quando sentiu a mão do velho, ela se mexeu pra frente.
Você é muito gostosa, sabia? O velho disse pra ela, sem parar de olhar praquele decote delicioso.
— "Obrigada, senhor" — ela se sentiu desconfortável porque queria continuar escrevendo seu diário, mas com o manco Juan não conseguia. O velho sorriu e olhou para ela. Ela conhecia aquele olhar, sabia que o velho estava excitado, e isso a deixava nervosa por experiência própria. Sabia do que os velhos eram capazes para se satisfazer, e ficou ainda mais nervosa quando percebeu que estavam muito longe dos outros. Completamente sozinhos com um velho horrível, manco e corcunda, que continuava a olhar para ela com luxúria. "Acho que seu Juan está indo embora, porque minha aula vai começar agora", a garotinha nervosa se desculpou. • "Não, gostosa, não vá para sua aula, ainda falta mais de meia hora, fica aqui e conversa comigo", disse o corcunda, se aproximando da estudante paralisada, parando ao lado dela. Quem não ousava olhar para ele continuava de pernas cruzadas e com o olhar fixo à frente. O velho colocou uma mão na nuca da garota e começou a acariciar aquela parte sensível da estudante, dizendo: "Ei, que pele macia você tem". O velho safado apenas sorriu enquanto acariciava suavemente a nuca da garota, que só mexia a cabeça tentando fazer com que a mão do velho parasse de acariciar sua nuca, fazendo com que arrepios surgissem em sua pele.
Ela se virou pra olhar pra ele e disse "por favor, Dom Juan, não faz isso... por favor." O velho viu aquele rostinho lindo e aqueles olhos verdes enormes que, com as piscadas constantes, denunciavam o nervosismo. Ela ficou horrorizada ao ver o rosto transformado do velho; o olhar dele assustou a estudante, porque ela conhecia aquele olhar e sabia que não era nada bom pra ela. Ele a despia com os olhos e fixou o olhar nos peitos perfeitos e nas pernas da garota, já que, ao mesmo tempo, usando a saia do uniforme escolar tão curta, quando ela se sentou, a saia subiu mais, revelando aquele par de pernas grossas e torneadas, pra alegria do velho. Vendo a passividade da garota, ele continuou, colocando uma mão na perna da estudante, sentindo a maciez dela, fazendo o pau dele endurecer. A garota, cada vez mais nervosa, só dizia "me deixa... me deixa agora... por favor." O homem estava tenso, sentia o sangue subindo pra cabeça, não é à toa que tinha uma gostosa do lado que ele estava apalpando. Ele acariciava devagar as pernas formidáveis da garota, aproveitando a maciez enlouquecedora dela — a garota estava com o rosto vermelho — ele começava a suar e tremia, o corpo dela era um emaranhado de nervos. O corcunda se aproximou do ouvido da garota e, com a voz rouca de tesão, disse que ela tinha uns peitos incríveis e que, se ela deixasse ele pegar, ele daria dinheiro pra ela. A garota não acreditava no que estava ouvindo, não sabia o que dizer pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E, de novo, sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho subiu mais na perna dela. O homem estava tenso, sentia o sangue subindo pra cabeça, não é à toa que tinha uma gostosa do lado que ele estava apalpando. Ele acariciava devagar as pernas formidáveis da garota, aproveitando a maciez enlouquecedora dela, a garota estava com o rosto vermelho. — Ela começava a suar e tremia, o corpo dela era um emaranhado de nervos. O corcunda se aproximou do ouvido da garota e, com a voz rouca de tesão, disse que ela tinha uns peitos incríveis e que, se ela deixasse ele pegar, ele daria dinheiro pra ela. A garota não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Ele tava escutando, não sabia o que dizer pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo senti um arrepio no corpo todo enquanto o
A mão do velho subiu mais na perna dela. O cara tava tenso, sentia o sangue fervendo na cabeça, não é à toa que tinha uma gostosa do lado que ele tava apalpando. Ele acariciava devagar as pernas enormes da mina, curtindo a maciez que enlouquecia, e a garota tava com o rosto vermelho. Começou a suar e tremia, o corpo dela era um emaranhado de nervos. O corcunda chegou perto do ouvido da menina e, com a voz rouca de tesão, disse que ela tinha uns peitos do caralho e que, se deixasse ele pegar, dava uma grana pra ela. A garota não acreditava no que tava ouvindo. Ela não sabia o que falar pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho subiu mais na perna dela. Ele acariciava devagar as pernas enormes da mina, curtindo a maciez que enlouquecia, e a garota tava com o rosto vermelho. Começou a suar e tremia, o corpo dela era um emaranhado de nervos. O corcunda chegou perto do ouvido da menina e, com a voz rouca de tesão, disse que ela tinha uns peitos do caralho e que, se deixasse ele pegar, dava uma grana pra ela. A garota não acreditava no que tava ouvindo. Ela não sabia o que falar pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho avançou mais na perna dela. Ele acariciava devagar as pernas enormes da mina, curtindo a maciez que enlouquecia, e a garota tava com o rosto vermelho. Começou a suar e tremia, o corpo dela era um emaranhado de nervos. O corcunda chegou perto do ouvido da menina e, com a voz rouca de tesão, disse que ela tinha uns peitos do caralho e que, se deixasse ele pegar, dava uma grana pra ela. A garota não acreditava no que tava ouvindo. Ela não sabia o que falar pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho avançou. Mais pra cima na perna dela. O corpo dela era um emaranhado de nervos, o corcunda se aproximou do ouvido da garota e, com a voz rouca de febre, disse que ela tinha uns peitos incríveis e que, se deixasse ele pegar, daria dinheiro pra ela. A garota não acreditava no que tava ouvindo. Ela não sabia o que dizer pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho subiu mais na perna dela. O corpo dela era um emaranhado de nervos, o corcunda se aproximou do ouvido da garota e, com a voz rouca de febre, disse que ela tinha uns peitos incríveis e que, se deixasse ele pegar, daria dinheiro pra ela. A garota não acreditava no que tava ouvindo. Ela não sabia o que dizer pro velho tarado, sentia o coração batendo na cabeça. E de novo sentiu um arrepio no corpo todo quando a mão do velho subiu mais na perna dela.
Então o corcunda, não aguentando mais, passou a língua nojenta na boca da garota. "Nãããooo, me larga... nãããooo", disse a garota, "você é uma mãe muito boa, muito rica, e eu sou muito gostosa." "Nãããooo, solta velho" "Hahaha ele riu, sentiu uma impotência tão grande, o velho era forte demais pros esforços dela, o fedor de cerveja que vinha do bafo dele, ela não aguentava, a língua nojenta dele lambia ansiosamente os lábios dela, que ela mantinha bem apertados, "Nãão... nãão..." a garota murmurou — tentando se afastar Não, não, não, por favor não continua."Por descuido do corcunda, ela conseguiu escapar dos braços dele e saiu correndo pegando a mochila. Correu e correu apavorada até chegar exausta nas salas. Virou-se e viu ao longe que o velho Juan ainda estava sentado no banco, respirando aliviada. O zelador, por causa da mancada, não conseguiu segui-la e quando estava indo embora viu o diário de Cielo Riveros, pegou e, ao dar uma lida rápida, sorriu e disse "ha ha ha essa pombinha vai ter que voltar pros meus braços" e saiu mancando. No dia seguinte, a garota acordou fazendo o dever de casa enquanto a mãe saía com umas amigas, começou a procurar seu precioso diário pra registrar tudo que viveu na tarde desagradável onde o zelador quis abusar — abriu a mochila da escola e se surpreendeu por não encontrá-lo, angustiada, começou a voar pelo quarto procurando o dono de todos os seus segredos. O desespero aumentava a cada minuto. Ela sabia que estava se enganando ao pensar que ele estava em algum lugar que não fosse a mochila. Finalmente desistiu e pensou como não tinha notado a ausência dele, aquele livro era seu tesouro mais precioso, continha seus segredos mais íntimos em suas páginas, incluindo suas experiências com os velhos degenerados do Dom Lucas e do velho professor Túlio e o encontro no cinema com Dom Anselmo, o que ela sentiu não podia cair. adormecida. até tarde da noite pensando onde e em que mãos estava seu querido diário. No dia seguinte na escola, a garota não prestava atenção na aula, ainda tentando lembrar onde tinha deixado o diário. Quando saiu da aula, foi até a loja comprar um refrigerante e sentou num banco pensando no diário. De repente, um menino de uns 10 anos se aproximou, entregou um envelope e saiu correndo. Intrigada, ela abriu para ver o que era aquela carta e fez uma cara de surpresa ao ler. A carta dizia, com uma caligrafia horrível, que o diário dela era muito interessante e que, se quisesse recuperá-lo, teria que ir até onde o manco João morava. E se não fizesse isso, a escola inteira descobriria que putinha ela era. O velho morava nos fundos da escola, num porão. A garota, confusa com o conteúdo da carta, lamentou a tremenda falta de cuidado, lembrando do episódio que viveu com o zelador, quando teve que fugir porque o velho degenerado queria abusar dela. A gostosa sabia que tinha que ir buscar o diário, porque se o conteúdo fosse divulgado, a vida dela viraria um pesadelo.
Principalmente porque o corcunda já tinha ameaçado contar pra escola inteira, só de pensar que o velho ia cumprir a ameaça enchia ela de terror, ela não podia passar por aquela vergonha, não, que todo mundo fosse descobrir suas intimidades, seus segredos guardados que só o diário dela sabia e com muitos detalhes, então respirando fundo ela foi até o fim do corredor e quando chegou bateu na porta velha de madeira. "Quem é?" ouviu a voz rouca do porteiro. "Sou eu", respondeu a estudante.
"Entra, minha rainha, tá aberta", o velho disse pra ela. Cielo Riveros empurrou timidamente a porta de madeira barulhenta. O olhar dela demorou uns segundos pra se acostumar com a escuridão do quarto do velho, mal iluminado por um abajur fraco. Um cheiro forte de cigarro, cerveja, pé suado e mofo chegou até ela. A estudante fez uma careta de nojo, colocou a mão no nariz, sentiu repulsa e não conseguiu falar nada, só uma vontade enorme de vomitar e sair correndo dali, olhou em volta, era um quartinho horrível todo sujo sem janelas, então os cheiros, como não tinha ventilação, ficavam presos — tinha um prato de comida estragada numa cadeira, roupa suja amontoada no chão — as paredes cheias de pôsteres de mulher de calcinha, era um lugar nojento, igual à aparência do corcunda que tava deitado na cama sem camisa de short lendo o diário da Lupe com uma mão enfiada no short massageando o pau. A estudante olhou pra ele com nojo, aquela barriga nojenta pra cima com a cara cheia de verruga, a pele escura, seca e enrugada, onde mostrava uma porção de tatuagens toscas suadas de calor como se nunca tivesse tomado banho, esse quadro todo deu náusea na estudante — ela, que gostava de ordem e limpeza, tava presa num quarto tão nojento com uma companhia tão desagradável. "Sentiu minha falta, gostosa?", o velho disse pra ela. Com um sorriso triunfante "que é o que ele quer." A estudante sensual disse pra ele, com Voz trêmula. "Assim que eu gosto, direto ao ponto", o corcunda disse pra ela, se levantando da cama. Cielo Riveros, vendo que ele vinha na direção dela, assustada, se afastou, entrando mais naquele quarto fedorento. O zelador pegou um cadeado e, horrorizada, ela viu ele trancar a porta e, virando-se pra olhar pra ela, sorriu com os dentes cheios de cáries e disse com aquela cara de sádico "agora, mãezinha, vamos conversar com calma sem você me deixar de novo pra fugir". A garota viu o olhar do velho cheio de tesão e sentiu uma mistura de medo e excitação. Tentando parecer calma, o que Cielo Riveros não sentia, ela disse pro zelador "por favor, não, seu João, só me devolve meu diário e eu vou embora". O velho pensou consigo mesmo que não tem chance de deixar uma gostosa dessas passar, uma dessas aparece uma vez na vida e tem que aproveitar custe o que custar, que corpo maravilhoso, uma deusa, e com essa carinha de bebê linda me deixa louco, ela tava usando uma blusa bem justa com alças na barriga e decote baixo que quase só cobria os bicos daqueles dois peitos de melão, isso porque ela tinha tirado o paletó do uniforme por causa do calor. O velho comeu com os olhos a saia colegial curta dela, onde dava pra ver aquelas pernas grossas e apetitosas e a bunda redonda e carnuda, aí o manco, falando com a adolescente, disse "sim, e achei muito interessante o que tá escrito no diário, especialmente na parte quando você tava com o Lucas e com o professor Túlio, e com o verdureiro, como é que você se sente tão à vontade com um velho enorme? Sem perceber que ele também era velho e horrível". A garota linda olhou pro corcunda preocupada com aqueles olhos verdes lindos, dizendo "por favor, não, seu João, eu vou te dar minhas economias que eu tenho pra você devolver meu diário e não espalhar o que leu", a colegial disse pra ele ingenuamente, achando que com isso o velho tarado devolveria. "Não, minha rainha", o corcunda disse pra ela, "se você Quer seu diário de volta, vai pagar outro preço. Quero te aproveitar como aqueles velhos te aproveitaram, mas não quero forçar, quero que seja por livre e espontânea vontade, sem resistência. Não se preocupe, não vou te penetrar, sei que você é virgem e não quero ter problemas com a lei, vai ser só beijos, carícias e boquetas — disse o velho safado (sendo isso uma mentira deslavada, já que seus planos eram meter no cu dela pra não ter problema de gravidez). A garota sentiu, ao ouvir essas palavras, que o coração dela tava girando e sentiu de novo aquela mistura de medo com excitação. Ficou sem fala por um momento, pensando na situação dela, se sentiu perturbada por ter que deixar aquele corpo escultural ser usado por aquele velho nojento que ainda fedorento, e tudo por livre e espontânea vontade. Com certeza era um preço muito alto, mas não tinha outra saída se não quisesse que todas as intimidades dela fossem expostas e aí as coisas ficassem piores. Resignada, olhou pro corcunda com nojo.
Com uma voz baixa, ele disse ao velho que estava tudo bem, que seria do jeito que ele queria, que faria tudo o que ele mandasse, as cartas estavam jogadas, não tinha volta. Os olhos nojentos do Corcunda se arregalaram ao ouvir essas palavras da garota. Seu rosto tinha uma careta mórbida de triunfo, e, dando um gole na cerveja que bebia, deixando o tufo de bigodes pingando do líquido espumoso, ele sentiu o pau endurecer. Porque ela não era uma puta barata de rua que ele tinha, mas sim uma garota de 18 anos, estonteante, dona de um corpo fenomenal como poucos. Sentada na cama com os pés no chão, ela começou a tirar o short, deixando aquele corpo enrugado e seboso nojento nu. Então, ela pegou o pau meio duro que surgia de um tufo sujo de cabelo e o sacudiu com a mão. A garota abriu ainda mais seus lindos olhos verdes e os cravou no troço do velho. Quanto mais ele olhava para ela, mais excitado ficava, e um monte de pensamentos quentes vieram à cabeça dele em relação a ela. Ele lambeu os lábios pensando no que ia fazer com a colegial, então, mancando devagar, se aproximou da garotinha, que instintivamente andou para trás até bater na parede. Não tinha escapatória, ela era um feixe de nervos, viu com horror como ele se aproximava. Aquele ser horrível, com um olhar cheio de desejo, parecia horrível enquanto andava, como mancava e como aquela corcova sebosa mexia como gelatina. O velho levava as coisas com muita calma, sabendo que era o dono da situação. Quando chegou na frente da garota, disse: "Bem, mamacita, então vamos para a parte gostosa". Ele olhou bem na cara dela, com os olhos completamente saltados das órbitas e com uma cara de total depravação.
O velho começou a se grudar no corpo escultural da garota, e ela apoiou as mãos nos pelos do peito dele, fazendo força pra tentar se separar, enquanto ele usava a força pra puxá-la pra perto. O velho tinha mais força que ela e venceu; com as mãos sujas e imundas, agarrou a cintura fina dela, acariciando a pele macia devagar, enquanto a cara horrível e enrugada dele se aproximava da boca de Cielo Riveros, tentando provar aqueles lábios grossos e perfeitos da menina, e dizendo "me dá um beijinho gostoso", enquanto passava os braços em volta dela e colava o rosto na garota assustada. Ela virou o rosto pro lado, apertando a bochecha na parede, tentando evitar que o velho manchasse os lábios dela. O cheiro de suor e cerveja dele a enojava. Ele sorriu, sabendo o quanto a estudante estava enojada. Aí ele partiu pra cima da orelha e do pescoço dela; ele adorava sentir aquele aroma atraente de juventude, de feminilidade, de higiene caprichada da garota — isso deixava o degenerado mais quente — ele estava subjugado por aquele monumento de menina — enquanto as mãos dele começaram a descer pra percorrer aquele par redondo e carnudo da bunda da garota. O velho sentiu um tesão danado ao sentir a dureza daquelas nádegas e sentir o biquíni por baixo da minissaia dela. "Você é uma puta gostosa, adoro esse biquíni delicioso que você tem, vadia", disse o corcunda, que continuava mordendo a orelha dela e passando a língua nojenta pelo pescoço jovem da garota — uma grande agitação tinha despertado dentro da jovem. Ela sentia que a respiração quente que percorria seu pescoço sensível lhe dava arrepios e só murmurava, tentando em vão fazer o manco parar. "Por favor, para... Por favor... nãooooo." Mas isso só deixava o velho mais excitado e ainda mais quente a cada segundo, vendo ela ali na frente dele e sabendo que ela estava totalmente dominada.
As mãos enrugadas e ásperas da faxineira gostosa acariciavam a pele lisa e macia das costas da garota, fazendo cócegas, e depois deslizavam devagar em direção àquele par de bundas carnudas e redondas — o velho tarado sentia nas mãos, enquanto as abaixava lentamente das costas da garota, como aqueles montes enormes de carne surgiam deliciosamente ao toque, que eram o sonho de muitos machos. O velho horrível, sendo viúvo e há anos sem uma mulher nos braços, sentiu um tesão que não tinha há tempos — ele se deliciava apertando aquelas nádegas perfeitas e enlouquecedoras no tecido fino da minissaia da garota — acariciava — apertava — sentindo deliciosamente em suas mãos calejadas como a garota tremia diante do magrelo, sentia a dureza e a redondeza gostosa daquele par de bundas soberbas. A estudante só se contorcia como uma cobra diante do toque do velho, enquanto as duas mãos entravam por baixo da minissaia de Cielo Riveros, sentindo e tocando a maciez da pele nua — ele tocava e acariciava aquelas pernas macias e lisas e imediatamente apalpava a bunda dela, coberta apenas pela pequena calcinha, acariciava e apertava aquela bunda abundante e dura. Apertava aquela bunda abundante e dura. Apertava aquela bunda abundante e dura.
A garota começou a balançar a cabeça de um lado para o outro com as lambidas do velho no pescoço dela, o velho tarado destravou o botão da saia da garota e foi abaixando o zíper devagar, depois deslizou a minissaia do uniforme escolar para baixo. - Cielo Riveros estava tão alucinada com as lambidas do velho safado no pescoço e na orelha que nem percebeu quando a minissaia escolar caiu no chão, deixando ela só de calcinha fio dental. O velho chegou perto da orelha dela e sussurrou "como essas mamasota são boas" e depois levantou a blusa, passando por cima da cabeça dela, deixando a gostosona da estudante só de lingerie, a vista era espetacular. Com aquela lingerie minúscula e super provocante destacando ainda mais aquelas carnes fabulosas, o sutiãzinho segurando aquelas meninas pequenas mas lindas e a calcinha fio dental que se perdia no fundo daquela raba perfeita, ela parecia uma deusa virada mulher, o velho deu um passo pra trás pra admirar melhor, se deliciando com aquela gostosa que ele tinha à disposição, "por favor, para..por favor" foi a única coisa que a estudante escultural conseguiu falar.
“Para, você me diz… Talvez eu não precise aguentar todo dia as gozações que vocês, meninas cruéis, fazem pelas minhas costas, acham que eu não escuto as piadas” – Mas, senhor, eu não estou zombando… O que o corcunda não sabia é que Cielo Riveros não ria dele, na verdade a garota sentia pena, mas o manco estava cego para isso, todas as colegas da escola zombavam dele, e essa era a hora de se vingar de tudo aquilo.O corcunda continuava olhando extasiado para aquela bunda deliciosa com aquela fio dental, era linda, redonda, empinada, gostosa, os dois continuavam cara a cara, bem próximos um do outro, a garota encostada na parede com a cabeça inclinada e o velho quase em cima da novinha, ela sentia o cheiro da boca do velho, fedendo a tabaco e cerveja, e via aquela cara horrível cheia de luxúria, cheia de desejo, com os olhos arregalados por ter uma morena tão gostosa na frente, o velho aproveitava o terror no rosto angelical dela, a garota estava paralisada, sentia os braços e as pernas pesando uma tonelada por causa da tensão do momento, a mente dela se recusava a aceitar a realidade e ela se enganava pensando que era um pesadelo e que a qualquer momento acordaria na cama dela. Foi quando o velho partiu para o ataque, segurou a cintura fina dela, aproximou a boca e disse “como você é gostosa, mamacita, me dá um beijo” e, aproveitando a passividade momentânea da garota, agarrou aqueles lábios deliciosos, carnudos, frescos e saborosos. A língua nojenta e fedorenta dele entrou toda na boca da colegial, e só se ouviam gemidos abafados “uuuhhhhmmm” “uuuhhhhmmm” diante do beijo violento que quase a deixou sem ar, o velho chupava e saboreava aquela boca gostosa com aqueles lábios grossos de Cielo Riveros, sentir aquilo era algo excitante. A língua nojenta e fedorenta dele entrou toda na boca da colegial, e só se ouviam gemidos abafados. uuuhhhhmmm" "uuuhhhhmmm" antes do beijo violento que quase a deixou sem fôlego, o velho chupou e saboreou aquela boca deliciosa com aqueles lábios grossos da Cielo Riveros, sentir eles era algo excitante. A língua nojenta e fedorenta dele entrou completamente na boca da estudante, e só se ouvia gemidos abafados "uuuhhhhmmm" "uuuhhhhmmm".
Por outro lado, era uma tortura pra garota sentir aquele fedor de tabaco e cerveja na boca delicada dela, mas ela aguentou toda essa porcaria firme e forte pra recuperar o diário precioso dela. Passaram longos segundos se beijando até se separarem por um instante e a garota voltou a implorar pra ele largar ela: "por favor, não me afoga, Juan, me solta, por favor", mas o velho mais tarado, longe de dar bola, partiu pra cima de novo: "como você é gostosa, mãe, como você é boa, quantas vezes sonhei com isso, você sempre me pareceu muito safada" e tomou conta daquela boquinha deliciosa de novo, a garota contra a vontade dela se entregou resignada a tudo que aquele velho queria fazer com ela. A garota pensou na situação mórbida — aquele velho manco, enrugado, corcunda e sujo, tinha uma garota de 18 anos à disposição no quarto imundo dele. Ela se sentiu meio excitada com tanto assédio e começou a responder os beijos nojentos dele. As duas línguas se entrelaçaram, trocando saliva. Foi um beijo muito longo. A língua do velho explorou tudo dentro da boca da garota, lambendo os dentes e os lábios sensuais dela — ao mesmo tempo, as mãos suadas e ásperas deslizaram sobre a pele sensível e macia da garota que, meio nua, sentiu a pele enrugada e flácida do velho queimar o corpo jovem e escultural dela. As mãos suadas do velho percorreram as formas perfeitas dela enquanto a garota apertava e espremia aquelas nádegas com as duas mãos, fazendo Cielo Riveros sentir o pau duro dele na barriga dela. O zelador tarado sentiu naquele momento como a garota estava tremendo.
O velho, sem parar de chupar o pescoço dela, procurou o broche do sutiã de Cielo Riveros, que era daqueles que fecham na frente, soltando-os e liberando aquele par de peitos maravilhosos de Cielo Riveros, redondos, empinados, firmes, com os mamilos escuros inchados pela excitação que se destacava nas auréolas, a visão daquele corpo esplêndido era maravilhosa. — "Por favor, me larga agora, por favor", disse a garota.
O velho pegou um peito com cada mão e começou a apertá-los, juntando e separando, e dizendo "mas que par de tetas que você tem?".
A garota estava com os olhos fechados e o rosto virado de lado, com a bochecha encostada na parede e os braços colados ao corpo, sentindo como aquelas mãos ásperas apertavam com avidez seus limões duros. O velho então disse "ah, que peitos bons, ele estava morrendo de vontade de apertar e chupar" — pegou os braços da garota e os colocou em volta do pescoço dele para imediatamente se atirar nos peitos desprotegidos da garota e começar a chupá-los com uma força tremenda, fazendo Cielo Riveros sentir um choque elétrico que percorreu todo o seu corpo, causando-lhe um prazer indescritível. A garota tinha sentimentos contraditórios, lutava com todas as forças para que aquele homem nojento não a fizesse sentir prazer, mas depois de meio minuto chupando seus peitos com a boca, fechando os olhos, ela sucumbiu, sentiu sua língua áspera morrer de prazer em direção às delícias de seus mamilos muito duros.
O corpo dele cedeu e a cintura ficou completamente arqueada. Os dedos dele entraram instintivamente nos cabelos grisalhos do velho e começaram a acariciar a cabeça do homem enquanto ele apertava um seio com uma mão e devorava o outro seio com a boca violentamente. O velho fazia círculos com a língua por toda a auréola e depois apertava o mamilo hipersensível da garota com os lábios e a língua. "Aaahhhhh deejeeme deejeeme dom Juan uyyyyyyyyy pelo amor de Deus larga... nhg" a garota disse sabendo que o corcunda não ia soltá-la, mas ela adorava falar aquilo e sabia que o velho não ia parar.
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