Cielo Riveros sendo fodida por um preto de Uganda e muitos outros




O celular de Cielo Riveros toca, e ela atende toda irritada, pensando que se fosse o Rodrigo, ia dar uma bronca nele por ter feito aquilo com ela. Mas quando atendeu, ouviu a voz melada do Dom Pedro... — Como está a putinha mais gostosa que já comi... sentindo falta do macho dela, hehehe... A garota, de 19 anos, ficou nervosa ao ouvi-lo, sentiu medo, mas ao mesmo tempo uma sensação de tesão começou a brotar do fundo da barriga dela.
— Dom Pedro... como é que... — aqui trabalhando, procurando um tempinho pra te pegar e te foder como você merece hehehe... A garota não entendia o que estava acontecendo com ela, sentia um ódio misturado com medo daquele sujeito, mas ao mesmo tempo seu corpo reagia excitado, reconhecendo a voz daquele velho que a dominava sob chantagem. Meus mamilos tinham endurecido e senti um arrepio no meu cu... — Você não sabe o quanto eu quero te ter nas minhas mãos, aqui todas as putas não são nada perto de você, todo dia eu bato uma pensando em como te comi na feira...
Cielo Riveros começou a lembrar como, naquele dia na feira, ela acabou subjugada sob o poder daquele velho dominante, se entregando e gozando como nunca tinha feito com ninguém antes. Don Pedro, aquele pau tinha sido sem dúvida o melhor que eu já tinha visto e provado até então em todas as suas dimensões, mas sem a satisfação de tê-la visto gozar em nenhum momento ou de ter provado aquele elixir... — E aí, puta... Os ratos comeram sua língua? Hehehe... — NÃO!! Dom Pedro, me diga por que você está me chamando...
— PRA ISSO!!! Pra falar com minha esposa... com minha puta jejeje... não tem nada sério pra fazer um gesto pra um sonho de querer a que decidiu... — EU ACABEI ERRANDO!!! — o velhote a recriminou de maneira irritada, assustando Lupe... — Eh!!! Nãooo, Dom Pedro, não se engane... — Não me importa o que você é... você não está segurando uma sentença, impotência e excitação nos seus olhos... — então-sou sua esposa, Dom Pedro... — Eu gosto de você, sua putinha, que obedece seu marido, não...
Quero que você venha pra oficina agora mesmo... Tô com uns amigos e quero que eles conheçam a beleza de mulher que eu tenho, quero que você venha com seu uniforme de escola bonitinho, que é o que eu mais amo.
Lupe ainda estava só ouvindo o que o velho tava dizendo pra ela... — Muito bem, sua putinha, quero que você fique pelada agora... — O quê!!!... — O que você ouviu, fique pelada rápido!!!! Cielo Riveros, como um robô, tirou a blusa e deslizou o shortinho, ficando completamente nua na cama dela... — E Dom Pedro... — Hehe, não acredito em você, então tira uma foto e manda pro meu número, e rápido!!! A garota quis reclamar — Mas não tô mentindo pra ele... — Manda pra mim rápido!!!! Quando Lupe ouviu a voz brava do velho, acabou aceitando o que ele pediu e, tirando a foto, mandou pro seu carrasco cheia de vergonha.
Dom Pedro, só de ver ela já quase goza... — muito bem, putinha, é assim que eu gosto, vejo que você continua gostosa como sempre, a garota mais linda de toda a cidade... Apesar do momento vergonhoso e humilhante no rosto dela, um leve sorriso brotou com o elogio do velho... — meu Deus, seu babaca, tomara que você não tenha mandado a foto, os amigos que tenho por perto não acreditam como você é gostosa, isso me deixa com ciúme e agora te quero mais, quero morder essas tetas e essa bunda que você tem... A garota ainda estava chateada ouvindo ele voltar como flashes das lembranças que ele tinha na Feira e da última vez que esteve com ele naquela cama confortável onde ele estava, agora as amigas dela a conheciam por fotos, mas completamente pelada, isso a entristecia.
Pega um táxi, seu idiota, eu pago a corrida aqui, é melhor você fazer isso porque sabe que vai ser pior pra você.
Se o Dom Pedro eu tiver lá em meia hora, resignada, Cielo Riveros atendeu ao pedido do velho tarado e, depois de vestir o uniforme escolar e mentir pra mãe que ia pra umas aulas de reforço, saiu em direção à oficina mecânica onde o amante velho e os comparsas bêbados esperavam.
Ela saiu correndo pra rua atrás do primeiro táxi que a levasse até o amante já bem maduro, porque, vamos esclarecer, a garota tinha um namorado, o velho Pedro era o amante dela.
Quando Cielo Riveros chegou no destino, desceu do táxi bem rápido e abriu o portão de metal, entrando na oficina pra ninguém reconhecê-la, entrando naquele antro de velhos bêbados, num bairro cheio de fofoqueiros e críticos. O barulho do portão foi chocante, e os presentes lá dentro, vendo a gostosa que apareceu ali, ficaram em completo silêncio. Não acreditavam como aquela jovem, quase uma criança, que veio visitar, era linda, igualzinha à que viram nua numa selfie há pouco tempo.
Dom Pedro, quase correndo, saiu pra receber ela, pagou o táxi que tava esperando lá fora e quando voltou viu como todos os amigos dele estavam devorando com os olhos a sua amada e jovem Cielo Riveros, que, bem tímida, ficou parada ali, imóvel. O velho pegou ela pela cintura e, puxando ela de repente, surpreendeu ela com um beijo de língua, pra que todo mundo ali soubesse de quem era aquela buceta.
— Senhores, quero apresentar minha namorada, o nome dela é Lupe, e pra ninguém criar esperança, a gente tá muito apaixonado hehe.
— Vai, gata, dá um oi pros meus amigos. Não fica de vergonha, você já me mostrou que não é nada tímida hehehe.
Aí Cielo Riveros cumprimentou cada um dos presentes com um beijo. Lá estavam o irmão do Pedro, os dois funcionários velhos que na noite em que Dom Pedro comeu ela pela primeira vez também queriam a parte deles e ficaram com vontade, e por último um preto que todo mundo chamava de Uganda. Assim, todo mundo recebeu o beijo frágil na bochecha de Cielo Riveros, e alguns dos velhos aproveitaram pra abrir a boca e dar um beijo de canto de boca na Cielo Riveros, que ficou toda vermelha.
Vamos continuar com as cartas então, agora minha mulher vai cuidar de trazer as bebidas pra gente. Vai, mulher, vai no freezer e distribui. Digamos que um tapa forte na bunda de Cielo Riveros deixou claro que a noite ia ser do jeito que Dom Pedro mandava.
Naquela noite, teve muita cerveja que a jovem teve que servir. Quem mais bebeu e mais perdeu o rumo foi Dom Pedro, sem dúvida a cerveja subiu de vez na cabeça dela e, na vontade de se exibir, humilhou nossa Cielo Riveros.
"Qual é, tá preguiçosa hoje?!" – berrou ela. "Meus amigos estão com as garrafas vazias!! Traz mais bebida rápido, parece que é a única coisa que você presta. Já já quando eu te pegar, você vai implorar pelo meu pau, seu cuzão mole!!
Essa situação não só incomodava a Lupe, mas também os convidados, que não paravam de olhar como a jovem era gostosa. Quando servia, tinha que aguentar os toques das mãos dos velhos, que já sem disfarce, ao receber a garrafa, seguravam sua mão frágil, agradecendo pela bebida e também pelo espetáculo da linda Cielo Riveros se exibindo com seu uniforme de colegial. O irmão de Dom Pedro, aproveitando a distração do irmão mais velho, acariciava as coxas duras e torneadas da colegial, que não fazia nada para evitar, despertando o lado violento e ciumento de Dom Pedro. Os outros dois funcionários também aproveitaram que o chefe estava extremamente bêbado para acariciar as bundas duras e redondas que a garota, vermelha como um tomate, só se dedicava a servir cerveja para os iniciantes. O único que não se aproveitou dela foi o preto que trabalhava com Pedro há apenas uma semana. Cielo Riveros ficou impressionada com aquele preto que chamavam de Uganda, que na verdade se chamava Loan, e era do Senegal, que foi parar naquele vilarejo remoto fugindo da guerra civil do seu país.
As cervejas rolavam soltas que nem orvalho de fogo, e como todo mundo sabe beber pra caralho, isso faz você mijar direto. Então, num dado momento, o Uganda foi no banheiro e, como tava ocupado, ele foi num canto da oficina esvaziar a bexiga cheia. Só que ele não percebeu que do lado da janela ficava a cozinha precária, e a Cielo Riveros não conseguiu evitar de olhar na hora em que o preto tirou o instrumento pra mijar. Cielo Riveros ficou perplexa e, com muito espanto, viu como o senegalês tirou da braguilha uma mangueira longa e desorganizada de carne preta, que, mesmo ela estando de bobeira, era do tamanho que ela nunca tinha visto, enormemente cheia de veias e uma cabeça que parecia uma ameixa roxa escura.
O Negro começou a mijar como se nada tivesse acontecido, deixando nossa Cielo Riveros totalmente confusa, isso fez ela lembrar quando criança via os cavalos mijando, com jatos intermináveis de urina, aquilo a excitava e sem perceber a menina tocava na sua buceta que começava a expelir pequenas quantidades de líquidos de puro desejo. Cielo Riveros nunca viu um membro masculino tão enorme e a putaria dela era algo natural que a garotinha carregava dentro do seu corpo já desenvolvido.
Depois de uma hora, o velho Pedro deixou todo mundo bêbado porque não aguentava mais.
— Rua com tudo, quero intimidade com minha noiva!!! Ruaaa!
E assim terminou aquela noite de muito álcool, com Dom Pedro caindo no sono 5 minutos depois de dormir com Cielo Riveros, e a garota que agora queria um pau bem enfiado na sua buceta, fruto de como ela estava excitada e não conseguia tirar da cabeça a pica enorme do preto de Uganda.
Eram quase 6 da tarde, Lupe acordou meio confusa, tinha dormido quase o dia inteiro, ainda não lembrava que dia era hoje. O resto da tarde passou organizando seus cadernos e preparando seu uniforme escolar. As imagens sujas que a atormentavam foram se dissipando aos poucos, mas só de pensar que um homem tinha um instrumento tão grande, tão grosso, tão longo, tão monstruoso quanto o do preto de Uganda, não conseguia tirar isso da mente.
Isso só deixou a buceta dela molhada, DonPedro já tinha mandado várias mensagens, avisando que ia fazer uma viagem curta e ficar fora por uns dias, isso deu a ela a liberdade de relaxar e fazer o que quisesse.
Decidida, ela foi naquela tarde pra oficina onde sabia que o funcionário negro, que tinha mexido tanto com ela, estaria. Só rezou pra que os outros dois funcionários de Don Pedro, que ela detestava, não estivessem lá, e que uma vez quase pegaram ela à força.
Quando cheguei no destino, e olhando pra todos os lados sem ninguém perceber, usei a chave que Pedro deixou com ele pra abrir o cadeado e entrar na oficina.
— Mas o que temos aqui? — Moreno falou quando viu a adolescente numa visita tão surpreendente quanto inesperada.
— Com licença, senhor — Cielo Riveros respondeu, tentando ser o mais casual possível...
— E o que traz essa gostosinha por aqui... Não vai me dizer que se perdeu? Hahaha!!
—Tô indo embora, só vim ver se seu Pedro tava aí, me deixa entrar, falou a menina levada, sabendo que o velho tava viajando. O preto ficou sem palavras e quando finalmente conseguiu enxergar a mulherão que o patrão tinha levado pra oficina na noite anterior, aquela que o velho comentou várias vezes mas ele não acreditava (mas que pedaço de buceta, esse velho sujo e inútil não merece essa gostosa), disse o africano, olhando de cima a baixo e devorando a linda estudante com o olhar amarelado enquanto sentia o pau crescer.
Lupe, que percebeu algo estranho na situação, quis ser educada com o preto, já que notou que a simples presença dela podia causar algum tipo de problema entre patrão e empregado.
—Boa tarde, senhor... espero não estar atrapalhando, disse a estudante, estendendo a mão branca.
Mas que menina educada, falou o africano no seu espanhol capenga enquanto pegava a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, levava ela pra apertar contra o volume dele, ao mesmo tempo que beijava o rosto dela, quase colado nos lábios dela. A estudante, por causa da tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos arranhando o rosto dela.
Enquanto o negão ugandense continuava bloqueando a porta de saída, ele começou a estudar a gostosa que seu Patrão tinha como namorada. Ele calculou que ela tinha pelo menos 1,70 metro de altura, olhos verdes, peitos pequenos e empinados, pernas torneadas e coxas dos sonhos, e pra completar, uma bunda grande e empinada, redondinha, aquela mina era um monumento de mulher, ele pensou consigo mesmo.
Seria desnecessário descrever como esse preto safado e sem vergonha, já que no seu país ele certamente não tinha boa fama, por algum motivo teve que fugir e se refugiar nessa cidadezinha remota e vagabunda.
Sem perder tempo, o Negão pegou a moça pela mão e a levou para o quartinho que Dom Pedro tinha confiado a ele. Dada a passividade da garota, ele a levou direto para o quarto. Vem comigo, putinha, e você vai ver como vamos nos divertir pra caralho, pelas costas do meu chefe, todo dia você vai me curtir.
Não era o que ela queria para a vida, mas era algo que a excitava: acordar todo dia nos braços daquele garanhão, um animal de raiz preta que a foderia assim que acordasse e, além disso, foderia outras enquanto Dom Pedro cuidava dela como seu cafetão.
— Pensa bem, minha putinha, você vai ver que não te falta nada, hein hein. No meu país, eu era muito disputado pelas garotas que queriam paus grandes, hehehe. Ou me diz que você não ia gostar que eu metesse meu pau em você agora mesmo...
— SIMM!! ehh, quero dizer, não, Dom Uganda, eu só queria dizer... A excitação tinha tomado conta da razão da garota, o corpo dela respondia por ela diante da pergunta ousada, deixando-a muito nervosa e corada com o que disse, tentando mudar de assunto, sendo interrompida por um africano preto excitado e morbidão.
— Eu, senhor, meu namorado é seu chefe, Dom Pedro, seria errado eu sentir atração por você.
Heh heh, cê tá vendo, sua putinha, tá morrendo de vontade de ficar com o negão heh heh... Cielo Riveros não conseguia responder, ela tinha ficado triste com o que aconteceu e sem ideias de como explicar sua reação. Depois de alguns segundos de silêncio, o negão continuou com os ataques psicológicos.
— Cê não responde porque é verdade, você queria ser minha cachorra e vai morrer porque um negão vai te comer agora he he, igual só as vadias curtem a carne preta he he, me fala que você se arrepende de ter vindo hoje, te excita tanto ficar com o negão e ele te fodeu a noite inteira hehe, não nega, puta...
A garota mordia os lábios entre medo e excitação com o que o negão propôs pra ela; as mãos dela tremiam, o Uganda já tinha esquentado ela só de falar putaria no ouvido, o negão ouvia a respiração pesada e ofegante da pobrezinha, que já não aguentava mais de tesão, o corpo dela pedia por sexo e ela até tinha esquecido por que tinha ido ali.
Vídeos da pequena lupe
O negão Uganda ainda estava sentado ao lado da Cielo Riveros, acariciando as pernas dela e sentindo aquela maciez gelada que a pele da garota tem, ele via como ela suspirava a cada toque que ele dava, o negão sentia o membro enorme ficando cada vez mais duro, pensando consigo que, se o chefe Pedro não estivesse ali, ele mesmo seria o cara que ia aproveitar aquela deusa divina.
Por outro lado, a garota ainda estava imersa naquele mundo erótico pra onde o negão a tinha transportado, tudo por causa da inocência já besta dela e da confiança exagerada; ela via o africano tocando nela, mas não rejeitava, a mente dela trazia o momento em que, pela primeira vez, viu com os próprios olhos o enorme pau preto como carvão que só em sonhos ela podia imaginar, todas aquelas lembranças quentes subiam a temperatura dela ao máximo, e ela só curtia o momento, nada mais existia pra ela.
A morena começou a levantar as mãos até chegar perto da buceta virgem, os dedos já acariciavam os lábios vaginais delicados, fazendo a garota jogar a cabeça pra trás e arquear as costas, soltando só uns resmungos que pareciam mais gemidos. – aiii não, por favor... não me toca aí ahhhh... seu chefe pode desconfiar da gente ahhh, o negão de aparência amarelada sorriu ao perceber que os gemidos da garota eram mais de prazer do que de reclamação.
Uganda não aguentou mais, não queria esperar, tinha uma iguaria deliciosa na frente dele e não queria que esfriasse, então, com toda a morbidez que carregava dentro de si, aproximou seu rosto repulsivo da buceta gostosa da garota, sentindo o aroma que sua vagina úmida exalava. A estudante excitada, ao sentir que o preto aproximava seus lábios grossos da sua parte íntima sensível, esticou as mãos, impedindo o Negrete de realizar sua tarefa.
— Não, não, por favor, para — me larga, não faz isso... — exclamou Cielo Riveros com uma voz tão inocente, mas ao mesmo tempo sensual, que enlouqueceu o preto, porque lembrou ele daquela vez que a viu mijar com a mangueira gigante dele. E quase ao mesmo tempo, a lâmpada do preto acendeu — Qual é, mina, cê quer que seu macho Pedro descubra que você ama a pica preta? He he... Deixa ele saber como você gosta que os pretos te comam, he he...
Não, por favor, não faça isso, senhor, eu vou fazer o que o senhor pedir, mas não conte para Dom Pedro... O africano sorriu de forma vil e nojenta ao ver que sua intenção mórbida estava no caminho certo, mais uma vez encostou seu lábio carnudo em direção à buceta deliciosa da garota, a poucos milímetros de distância já podia sentir aquele aroma de mulher de Cielo Riveros, esticando a língua, deu a primeira lambida naquela pele aveludada, fazendo Lupe agarrá-la com força pelos cabelos como uma esponja, mais duas lambidas e a garota já estava expelindo os primeiros fluidos vaginais, com as costas arqueadas e a cabeça virada de lado, ela mordia os lábios com os olhos semicerrados.
Aiii nãooo pa-pa-raaa ahhh... A garota não aguentava mais aquela língua áspera que atacava seus lábios vaginais com uma ferocidade enlouquecedora, suas mãos apertavam os lençóis sujos e amarelados que cheiravam a suor, mas estranhamente para ela isso não importava e, muito contra sua vontade, o que ela queria era continuar sentindo aquela língua que a fazia se contorcer de prazer.
O homem da África deslizou as mãos em direção aos peitos pequenos e redondos, massageando-os com força, e a garota, numa reação rápida, pegou nas mãos dele, tentando afastá-las inutilmente, já que o preto tinha mais força. A pobre Cielo Riveros logo cedeu aos fortes apertões e beliscões que o abusador preto dava nos peitos dela e, novamente, apertando os lençóis sujos, se dedicou a aguentar o prazer que aquilo lhe dava. Aiiii, aiiii, nãoooo pa-pare, senhor, nãooo ahhh... O preto, que na língua dele estava saboreando os primeiros fluidos que a garota soltava, sorriu ao ouvir a voz inocente dela reclamando, mas ao mesmo tempo curtindo a comida de buceta que ele dava. A garota já estava praticamente com as pernas torneadas agarrando a cabeça do preto, querendo que aquela língua vibrante entrasse mais fundo na intimidade dela.
— Quietinha, gostosa... Logo vai chegar a hora em que meu amigo, o pauzão, vai fazer você gozar do jeito que você gosta, ha ha ha...
— Ah, não, por favor, me deixa... Eu não quero, ahhh ahhh...
— Aqui você vai fazer o que eu mandar; ou você quer que o Dom Pedro descubra que puta você é... Você veio pra isso, do jeito que desrespeita meu patrão, agora vou te fazer pagar por essa traição do meu patrãozinho. QUER ISSO!!!
Muito bem, boneca, agora só aproveita a noite que te espera ha ha você vai querer ficar e morar aqui ha ha... Logo em seguida, o negão mergulhou de novo a língua nojenta dele sobre os lábios da buceta já inchados, numa lambida sem parar, ele continuou bebendo os fluidos corporais cada vez mais abundantes que a garota produzia, não tinha comparação nem com as poucas putas que ele já tinha experimentado na vida. Cielo Riveros era uma mulher incomparável e naquele momento ele a tinha à disposição.
A estudante ficou ali de joelhos, totalmente desnorteada com o que tinha acontecido. O velho professor saiu do escritório batendo a porta e fechando a calça com um sorriso de orelha a orelha. Cielo Riveros ficou ajoelhada no chão tentando se acalmar, embora muitas garotas da idade dela já tivessem passado por esse tipo de experiência, aos 18 anos, era a primeira vez que ela sentia aquilo. Enquanto isso, fios de porra nojenta do professor tarado escorriam pelo canto dos lábios dela. Ela tossiu para expelir da garganta os restos de sêmen, tentando se livrar do gosto daquele sabor que ficava na boca dela.
Agora mais calma, a garota se levantou, procurou o sutiã e colocou sobre os peitos enormes dela, e depois saiu do escritório pra ir pra casa. Quando ele chegou, feito um robô, foi direto pro chuveiro. Tava numa condição física e mental deplorável, mas depois de um banho longo e de jogar todas as roupas na máquina de lavar, se preparou pra dormir até tarde no dia seguinte, que era fim de semana. Segunda-feira chegou, e eu ainda tava bem confusa sobre o que tinha acontecido; não dava pra dizer que eu tava traumatizada, mas a verdade é que eu não conseguia acreditar direito no que tinha feito no teste. Aos poucos, ela começou a bloquear ele no subconsciente, acabando com toda aquela história de querer ser atriz, principalmente porque, ao conversar com outras colegas da escola, ela soube que o velho Túlio era um depravado sexual por querer se aproveitar de uma aluna, igual fez com Cielo Riveros. Mas ela
Denunciou ele para o diretor, deixando tudo que pudesse chamar a atenção dela, já que o velho Túlio se defendia dizendo que a garota estava confusa, que ele era um grande profissional do teatro e blá-blá-blá, você sabe que esse velho depravado tinha um puta discurso. Um dia, o velho da quitanda do Dom Anselmo estava lá, um cara de 60 anos, viu no relógio que era uma e meia da tarde, saiu correndo sabendo que era o horário que a Cielo Riveros passava, já que ela estudava à tarde, e não se enganou. Viu ela com seu andar rebolado indo na direção dele, enquanto vinha vestida com seu uniforme escolar todos os dias, sua figura curvilínea aparecia por baixo da roupa de estudante. Dava para ver seus peitinhos pequenos só cobertos pela blusa com um decote que deixava pouco para a imaginação e um colete que não escondia quase nada. Sua saia plissada curta que cobria a bunda carnuda e revelava suas pernas fortes e torneadas era uma garota cheia de curvas de dar medo, tudo coroado por um rostinho lindo de menina ainda sem nenhuma imperfeição, com olhos verdes grandes, mas evidentemente o que mais chamava atenção era o corpo dela, que apesar de ter 18 anos, já era de uma mulher, e quando todos os machos a viam, o pau ficava duro só de olhar. Quando o velho a viu, o rosto dele se iluminou, era como ver um anjo na terra.
— "Boa tarde, seu moço", disse a garota com uma voz melodiosa, já que o conhecia por ser cliente diária da quitanda.
— "Olá, Cielo Riveros", o velho respondeu, pegando na mão dela, tomando liberdades que não lhe foram dadas e se aproximando da estudante para dar um beijo gostoso na bochecha, o que para ele era sentir-se no céu.
"Como você está? Sabe, queria te convidar para ir ao cinema uma dessas tardes que vai ter no parque do bairro no sábado, mas sei que sua mãe não vai te dar permissão", disse o veterano fazendo uma cara de triste resignação que comoveu profundamente Cielo Riveros, já que ela sabia que Dom Anselmo foi abandonado pela esposa há dez anos e que tinha uma filha que, nessa altura, tinha a mesma idade que ela, ou seja, 18 anos, e como ele era muito gentil com ela, ela o via como um pai que cumprimenta uma filha e, dando-lhe esperança, disse:
"— Me entristece pensar que não quero sair com você, mas não é esse o caso. Se dependesse de mim, sairia todo dia porque gosto muito de você, mas minha mãe é muito rígida comigo, não me deixa sair para passear a menos que seja com ela ou com meu avô. Mas vou falar com ela, vou fazer de tudo para ir ao cinema, já que é perto da minha casa, no parque." O quitandeiro sorriu ao ver que pelo menos tinha uma leve esperança.
A garota então disse pra ele: "amanhã vou descer pro centro, minha mãe me manda no correio pra deixar umas cartas e pagar umas prestações na loja de móveis. Não sei se você pode me acompanhar e de lá me comprar um milk-shake", ela falou.
No dia seguinte, o verdureiro tava andando nervoso no ponto de ônibus. Tinha chegado meia hora mais cedo, ansioso e empolgado por saber que ia sair com uma mulherão, quando virou à direita e viu ela a uns 30 metros de distância. Cielo Riveros vinha chegando, toda arrumada naquela manhã. Tava calor, e a garota usava um vestido tomara-que-caia, com um decote que era impossível não ver aqueles peitos perfeitos da cintura pra cima, colado no corpo, e que ia até uns 10 centímetros acima dos joelhos, deixando à mostra aquelas pernas poderosas e aquele rabo carnudo. Pra completar, as botas pretas na altura do joelho que, junto com o vestido, deixavam ela com uma cara bem gostosa. O velho percebeu que os homens olhavam pra ela com tesão, alguns até soltavam elogios bem ousados, o que fazia Cielo Riveros rebolar aquele par de bundas mais instintivamente enquanto andava.
Caminhando ao lado do velho que parecia o avô dela depois de resolverem os recados no centro, a garota se encantava com as lojas e ia na frente feito uma menina empolgada pra ver as vitrines das lojas de roupa. O velho aproveitava pra olhar ela dos peitos até a bunda redonda. Ou quando ela se abaixava pra ver as vitrines com mais detalhe, o coroa se esbaldava olhando as pernas dela e quase a buceta. Aí quando a garota virava pra mostrar algo pra ele, o verdureiro tinha que fazer um esforço mental danado pra não deixar o pau endurecer e ela perceber.
Mas Cielo Riveros tava mais empolgada com o passeio, que pra ela era algo fora do normal, sair daquela rotina pesada. Ela se divertia igual uma menina de 10 anos, empolgada em ver as lojonas daquele shopping, e a mente dela ainda era inocente de uma garota. Sem maldade, o que não ajudava em nada era que aquele corpanzil que ela já tinha era muito desenvolvido e que ela tinha necessidades, pedia por sexo mesmo que mentalmente ela não quisesse, mas os machos percebiam, por isso os velhos principalmente assediavam ela. Dom Anselmo tomou um café e a garota tomou o milk-shake dela, conversaram, riram, tavam se divertindo pra caramba. O velho pediu pra ela não chamar ele de senhor, chamar direto de Anselmo. Quando saíram da cafeteria, passaram por uns cinemas no shopping. O velho falou pra Cielo Riveros que se ela quisesse, podiam entrar e ver um filme. A garota ficou pensando, olhou o relógio, ainda era cedo, 11 da manhã, e disse que ainda dava tempo. Que ele escolhesse o filme. Enquanto a garota olhava os cartazes, ele comprou dois ingressos pra ver o filme O Exorcista 2. Entraram na sala que tava quase vazia. De manhã, só tinha um casal de meninas de uniforme de colégio que pareciam umas ratazanas e um homem de uns 50 anos que tava dormindo na sala. Quando a garota entrou na escuridão do porque o filme já tinha começado e estava escuro, ela segurou a mão de Anselmo, que estava extremamente nervoso ao sentir a mão macia da sua deusa.
O velho disse pra ela: "Vamos voltar dali, o filme parece melhor." Eles foram pra última fileira e sentaram. Ela não soltou a mão do verdureiro quando sentou, e ele gostou daquilo, pensando que não era indiferente pra ela. O filme começou, e o ar condicionado da sala, quase vazia, começou a fazer a temperatura cair, fazendo Cielo Riveros, por causa da leveza das roupas, começar a bater os dentes.
— Tô com frio, Dom Anselmo.
Passando o braço esquerdo, o velho abraçou ela. Quando sentiu o abraço quentinho, ela se aninhou mais perto dele, encostando a cabeça no ombro do sortudo verdureiro. Ele já não prestava mais atenção no filme. Era glorioso sentir aquela maciez da pele do braço da moça e seu perfume inebriante. A mão dele acariciava devagar a pele macia do antebraço de Cielo Riveros, tendo uma vista esplêndida dos peitos dela, já que ela tinha a cabeça apoiada no ombro dele.
E ele começou a ter uma ereção gostosa, curtindo o momento. Nisso, tem um grito no filme que a moça até pulou de susto e grudou no velho, pegando a mão direita dele com as mãos dela, colocou bem perto dos peitos e disse:
— Não me larga, tô com medo.
Numa cena do filme onde a garota exorcizada aparece gritando e espumando pela boca, Cielo Riveros desviou o rosto horrorizada, ficando bem pertinho do rosto de Dom Anselmo, a uns 2 centímetros de distância, e eles se deram um beijo espontâneo e ficaram se olhando, e logo se beijaram de novo, mas dessa vez foi mais longo e profundo. O velho foi ficando mais excitado e começou a beijar e chupar a orelha dela, ela ficou imóvel, muito surpresa e nervosa, e com um tom de espanto sentiu a pele arrepiar, começou a ter calafrios e uma voz cortante:
— Dom Anselmo, você tá me fazendo cócegas — o velho não disse nada, continuou lambendo a orelha da adolescente, sabendo que é uma parte bem sensível das mulheres.
Ela só fechou os olhos e se deixou levar, sentindo aquele arrepio gostoso na pele toda. A respiração começou a acelerar. O velho continuava mordiscando de leve o lóbulo da orelha dela, pra depois enfiar a língua no ouvido da garota, o que fez Cielo Riveros sentir um cócegas gostoso. O verdureiro, com a mão esquerda, foi direto pra nuca dela, massageando devagar e acariciando bem suave. A menina fechou os olhos e se remexeu devagar, curtindo tudo aquilo. Com a outra mão, lenta e suavemente, ele primeiro acariciou os peitos da garota e depois enfiou a mão pelo decote, sentindo o mamilo que já tava durinho. Cielo Riveros arqueou as costas de tanto estímulo. O velho, mais confiante, apertou com força aqueles peitos deliciosos. De Cielo Riveros, ela só fechou os olhos e mordeu os lábios, e ele sussurrou no ouvido dela: —"Que peitão, e como tão durinhos." Ele beijou ela de novo naqueles lábios grossos e gostosos, brigando a língua dele com a dela, e depois desceu pro pescoço sensível da garota, fazendo ela suspirar e jogar a cabeça pra trás. Anselmo aproveitou pra começar a descer as alças do vestido de colegial, tirando completamente os peitos da menina e depois pegando um daqueles peitões enormes na boca e começando a chupar, lambendo e mordiscando eles alternadamente. Cielo Riveros queimava ele pelo pescoço e passava os dedos na nuca do velho, acariciando de leve a careca saliente do verdureiro, arqueando as costas e gemendo. Era a primeira vez que alguém dava carícias que ela agora consentia.
- Ahhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhh
O velho chupava com gula aqueles peitos duros e gostosos da gostosa do lado. Ele adorava lamber o mamilo bem durinho com a língua enquanto, com a outra mão, apertava o outro seio. Ela continuava se entregando e gemendo cada vez mais. Mesmo com o ar-condicionado do cinema no talo, o cheiro dela era uma delícia. O velho então desceu uma das mãos até o joelho de Cielo Riveros e começou a acariciar devagar — aos poucos, foi subindo a mão pelas pernas deliciosas da garota, acariciando por dentro, eram muito lisas. Muito macias e carnudas.
Cielo Riveros, por um instante, sentindo aquelas mãos suadas e ansiosas subindo demais pelas pernas dela, disse com a voz trêmula:
— Pelo amor de Deeeus, nãooo continnua senhor, não continua — e fechou as pernas, prendendo a mão de Anselmo entre as coxas dela. O velho não disse nada, só começou a chupar com gula os peitos sensíveis da colegial já excitada, fazendo a garota arquear as costas e soltar a pressão das coxas na mão do verdureiro, deixando o caminho livre pra ele continuar subindo. O velho sentiu na mão o calor que as pernas da adolescente exalavam. Ele estava com uma ereção como nunca teve na vida, o volume na calça triplicou de tamanho e, claro, ele tinha uma menina linda, com um corpo escultural, que o mantinha acordado e o enlouquecia toda noite. Ele se masturbava na cama sonhando em beijá-la, acariciá-la, tocar todos os cantinhos gostosos dela, e aquele sonho era realidade naquela hora. O velho verdureiro, naqueles momentos deliciosos, não trocava de lugar nem com o homem mais rico do mundo.
A respiração de Cielo Riveros já estava virando um gemido delicioso para os ouvidos do velho Sesenton.
"—Aiiiiiiiiiiiiiiii meu amor — ofegava Cielo Riveros.
Pouco depois, a colegial abriu as coxas instintivamente e começou a gemer mais claramente, já agarrada naquelas sensações que a deixavam louca. A mão de Anselmo, que cutucava as pernas da menina, finalmente chegou à terra prometida. Ele sentiu a umidade e o calor que saíam da frestinha virgem da garota. Enfiou um dedo, afastando a calcinha dela, e começou a acariciar a buceta desprotegida com os dedos. Os dedos abriram delicadamente os lábios da xereca, que já estavam molhadinhos naquele momento, e ele começou a acariciar a frestinha gostosa com cuidado, sabendo que a menina era virgem e pra não machucar ela.
"—Aiiiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiii meu deeeeeeeeeeus — a novinha gritava e ofegava enquanto se contorcia igual uma cobra. Os dois nem lembravam mais do filme, os dois ofegavam sem controle... A carne gostosa de Cielo Riveros satisfazia os desejos do velho Anselmo, as pernas dela, a xereca, as costas, os peitos, tudo, estava ao alcance do velho — ele apalpava os peitos dela com prazer, lambia e chupava os biquinhos apetitosos, dedava de leve a xereca, fazendo a colegial estonteante tremer — ela... perturbada, gemia:
"—Sim... Assim... papai.
Foi aí que, de repente, as luzes do cinema acenderam. Cielo Riveros já tinha terminado. Quando percebeu, se afastou rapidinho do velho e puxou as alças do vestido e do sutiã. Os olhos verdes lindos dela se fixaram no verdureiro enquanto ele se ajeitava, com o olhar perdido e a testa cheia de suor. Ela olhou pra calça dele e viu que tava com uma pica enorme, parecia uma barraca de circo. A única coisa que a garota fez foi abaixar a cabeça, vermelha que nem um tomate, e depois se levantar e sair da sala sem esperar o velho, cheia de remorso e vergonha por ter se deixado levar pelos instintos.




O celular de Cielo Riveros toca, e ela atende toda irritada, pensando que se fosse o Rodrigo, ia dar uma bronca nele por ter feito aquilo com ela. Mas quando atendeu, ouviu a voz melada do Dom Pedro... — Como está a putinha mais gostosa que já comi... sentindo falta do macho dela, hehehe... A garota, de 19 anos, ficou nervosa ao ouvi-lo, sentiu medo, mas ao mesmo tempo uma sensação de tesão começou a brotar do fundo da barriga dela.
— Dom Pedro... como é que... — aqui trabalhando, procurando um tempinho pra te pegar e te foder como você merece hehehe... A garota não entendia o que estava acontecendo com ela, sentia um ódio misturado com medo daquele sujeito, mas ao mesmo tempo seu corpo reagia excitado, reconhecendo a voz daquele velho que a dominava sob chantagem. Meus mamilos tinham endurecido e senti um arrepio no meu cu... — Você não sabe o quanto eu quero te ter nas minhas mãos, aqui todas as putas não são nada perto de você, todo dia eu bato uma pensando em como te comi na feira...
Cielo Riveros começou a lembrar como, naquele dia na feira, ela acabou subjugada sob o poder daquele velho dominante, se entregando e gozando como nunca tinha feito com ninguém antes. Don Pedro, aquele pau tinha sido sem dúvida o melhor que eu já tinha visto e provado até então em todas as suas dimensões, mas sem a satisfação de tê-la visto gozar em nenhum momento ou de ter provado aquele elixir... — E aí, puta... Os ratos comeram sua língua? Hehehe... — NÃO!! Dom Pedro, me diga por que você está me chamando... — PRA ISSO!!! Pra falar com minha esposa... com minha puta jejeje... não tem nada sério pra fazer um gesto pra um sonho de querer a que decidiu... — EU ACABEI ERRANDO!!! — o velhote a recriminou de maneira irritada, assustando Lupe... — Eh!!! Nãooo, Dom Pedro, não se engane... — Não me importa o que você é... você não está segurando uma sentença, impotência e excitação nos seus olhos... — então-sou sua esposa, Dom Pedro... — Eu gosto de você, sua putinha, que obedece seu marido, não...
Quero que você venha pra oficina agora mesmo... Tô com uns amigos e quero que eles conheçam a beleza de mulher que eu tenho, quero que você venha com seu uniforme de escola bonitinho, que é o que eu mais amo. Lupe ainda estava só ouvindo o que o velho tava dizendo pra ela... — Muito bem, sua putinha, quero que você fique pelada agora... — O quê!!!... — O que você ouviu, fique pelada rápido!!!! Cielo Riveros, como um robô, tirou a blusa e deslizou o shortinho, ficando completamente nua na cama dela... — E Dom Pedro... — Hehe, não acredito em você, então tira uma foto e manda pro meu número, e rápido!!! A garota quis reclamar — Mas não tô mentindo pra ele... — Manda pra mim rápido!!!! Quando Lupe ouviu a voz brava do velho, acabou aceitando o que ele pediu e, tirando a foto, mandou pro seu carrasco cheia de vergonha.
Dom Pedro, só de ver ela já quase goza... — muito bem, putinha, é assim que eu gosto, vejo que você continua gostosa como sempre, a garota mais linda de toda a cidade... Apesar do momento vergonhoso e humilhante no rosto dela, um leve sorriso brotou com o elogio do velho... — meu Deus, seu babaca, tomara que você não tenha mandado a foto, os amigos que tenho por perto não acreditam como você é gostosa, isso me deixa com ciúme e agora te quero mais, quero morder essas tetas e essa bunda que você tem... A garota ainda estava chateada ouvindo ele voltar como flashes das lembranças que ele tinha na Feira e da última vez que esteve com ele naquela cama confortável onde ele estava, agora as amigas dela a conheciam por fotos, mas completamente pelada, isso a entristecia.
Pega um táxi, seu idiota, eu pago a corrida aqui, é melhor você fazer isso porque sabe que vai ser pior pra você. Se o Dom Pedro eu tiver lá em meia hora, resignada, Cielo Riveros atendeu ao pedido do velho tarado e, depois de vestir o uniforme escolar e mentir pra mãe que ia pra umas aulas de reforço, saiu em direção à oficina mecânica onde o amante velho e os comparsas bêbados esperavam.
Ela saiu correndo pra rua atrás do primeiro táxi que a levasse até o amante já bem maduro, porque, vamos esclarecer, a garota tinha um namorado, o velho Pedro era o amante dela.
Quando Cielo Riveros chegou no destino, desceu do táxi bem rápido e abriu o portão de metal, entrando na oficina pra ninguém reconhecê-la, entrando naquele antro de velhos bêbados, num bairro cheio de fofoqueiros e críticos. O barulho do portão foi chocante, e os presentes lá dentro, vendo a gostosa que apareceu ali, ficaram em completo silêncio. Não acreditavam como aquela jovem, quase uma criança, que veio visitar, era linda, igualzinha à que viram nua numa selfie há pouco tempo.
Dom Pedro, quase correndo, saiu pra receber ela, pagou o táxi que tava esperando lá fora e quando voltou viu como todos os amigos dele estavam devorando com os olhos a sua amada e jovem Cielo Riveros, que, bem tímida, ficou parada ali, imóvel. O velho pegou ela pela cintura e, puxando ela de repente, surpreendeu ela com um beijo de língua, pra que todo mundo ali soubesse de quem era aquela buceta.— Senhores, quero apresentar minha namorada, o nome dela é Lupe, e pra ninguém criar esperança, a gente tá muito apaixonado hehe.
— Vai, gata, dá um oi pros meus amigos. Não fica de vergonha, você já me mostrou que não é nada tímida hehehe.
Aí Cielo Riveros cumprimentou cada um dos presentes com um beijo. Lá estavam o irmão do Pedro, os dois funcionários velhos que na noite em que Dom Pedro comeu ela pela primeira vez também queriam a parte deles e ficaram com vontade, e por último um preto que todo mundo chamava de Uganda. Assim, todo mundo recebeu o beijo frágil na bochecha de Cielo Riveros, e alguns dos velhos aproveitaram pra abrir a boca e dar um beijo de canto de boca na Cielo Riveros, que ficou toda vermelha.
Vamos continuar com as cartas então, agora minha mulher vai cuidar de trazer as bebidas pra gente. Vai, mulher, vai no freezer e distribui. Digamos que um tapa forte na bunda de Cielo Riveros deixou claro que a noite ia ser do jeito que Dom Pedro mandava. Naquela noite, teve muita cerveja que a jovem teve que servir. Quem mais bebeu e mais perdeu o rumo foi Dom Pedro, sem dúvida a cerveja subiu de vez na cabeça dela e, na vontade de se exibir, humilhou nossa Cielo Riveros.
"Qual é, tá preguiçosa hoje?!" – berrou ela. "Meus amigos estão com as garrafas vazias!! Traz mais bebida rápido, parece que é a única coisa que você presta. Já já quando eu te pegar, você vai implorar pelo meu pau, seu cuzão mole!!
Essa situação não só incomodava a Lupe, mas também os convidados, que não paravam de olhar como a jovem era gostosa. Quando servia, tinha que aguentar os toques das mãos dos velhos, que já sem disfarce, ao receber a garrafa, seguravam sua mão frágil, agradecendo pela bebida e também pelo espetáculo da linda Cielo Riveros se exibindo com seu uniforme de colegial. O irmão de Dom Pedro, aproveitando a distração do irmão mais velho, acariciava as coxas duras e torneadas da colegial, que não fazia nada para evitar, despertando o lado violento e ciumento de Dom Pedro. Os outros dois funcionários também aproveitaram que o chefe estava extremamente bêbado para acariciar as bundas duras e redondas que a garota, vermelha como um tomate, só se dedicava a servir cerveja para os iniciantes. O único que não se aproveitou dela foi o preto que trabalhava com Pedro há apenas uma semana. Cielo Riveros ficou impressionada com aquele preto que chamavam de Uganda, que na verdade se chamava Loan, e era do Senegal, que foi parar naquele vilarejo remoto fugindo da guerra civil do seu país.
As cervejas rolavam soltas que nem orvalho de fogo, e como todo mundo sabe beber pra caralho, isso faz você mijar direto. Então, num dado momento, o Uganda foi no banheiro e, como tava ocupado, ele foi num canto da oficina esvaziar a bexiga cheia. Só que ele não percebeu que do lado da janela ficava a cozinha precária, e a Cielo Riveros não conseguiu evitar de olhar na hora em que o preto tirou o instrumento pra mijar. Cielo Riveros ficou perplexa e, com muito espanto, viu como o senegalês tirou da braguilha uma mangueira longa e desorganizada de carne preta, que, mesmo ela estando de bobeira, era do tamanho que ela nunca tinha visto, enormemente cheia de veias e uma cabeça que parecia uma ameixa roxa escura.
O Negro começou a mijar como se nada tivesse acontecido, deixando nossa Cielo Riveros totalmente confusa, isso fez ela lembrar quando criança via os cavalos mijando, com jatos intermináveis de urina, aquilo a excitava e sem perceber a menina tocava na sua buceta que começava a expelir pequenas quantidades de líquidos de puro desejo. Cielo Riveros nunca viu um membro masculino tão enorme e a putaria dela era algo natural que a garotinha carregava dentro do seu corpo já desenvolvido.Depois de uma hora, o velho Pedro deixou todo mundo bêbado porque não aguentava mais.
— Rua com tudo, quero intimidade com minha noiva!!! Ruaaa!
E assim terminou aquela noite de muito álcool, com Dom Pedro caindo no sono 5 minutos depois de dormir com Cielo Riveros, e a garota que agora queria um pau bem enfiado na sua buceta, fruto de como ela estava excitada e não conseguia tirar da cabeça a pica enorme do preto de Uganda.
Eram quase 6 da tarde, Lupe acordou meio confusa, tinha dormido quase o dia inteiro, ainda não lembrava que dia era hoje. O resto da tarde passou organizando seus cadernos e preparando seu uniforme escolar. As imagens sujas que a atormentavam foram se dissipando aos poucos, mas só de pensar que um homem tinha um instrumento tão grande, tão grosso, tão longo, tão monstruoso quanto o do preto de Uganda, não conseguia tirar isso da mente.
Isso só deixou a buceta dela molhada, DonPedro já tinha mandado várias mensagens, avisando que ia fazer uma viagem curta e ficar fora por uns dias, isso deu a ela a liberdade de relaxar e fazer o que quisesse. Decidida, ela foi naquela tarde pra oficina onde sabia que o funcionário negro, que tinha mexido tanto com ela, estaria. Só rezou pra que os outros dois funcionários de Don Pedro, que ela detestava, não estivessem lá, e que uma vez quase pegaram ela à força.
Quando cheguei no destino, e olhando pra todos os lados sem ninguém perceber, usei a chave que Pedro deixou com ele pra abrir o cadeado e entrar na oficina.
— Mas o que temos aqui? — Moreno falou quando viu a adolescente numa visita tão surpreendente quanto inesperada.
— Com licença, senhor — Cielo Riveros respondeu, tentando ser o mais casual possível...
— E o que traz essa gostosinha por aqui... Não vai me dizer que se perdeu? Hahaha!!
—Tô indo embora, só vim ver se seu Pedro tava aí, me deixa entrar, falou a menina levada, sabendo que o velho tava viajando. O preto ficou sem palavras e quando finalmente conseguiu enxergar a mulherão que o patrão tinha levado pra oficina na noite anterior, aquela que o velho comentou várias vezes mas ele não acreditava (mas que pedaço de buceta, esse velho sujo e inútil não merece essa gostosa), disse o africano, olhando de cima a baixo e devorando a linda estudante com o olhar amarelado enquanto sentia o pau crescer.Lupe, que percebeu algo estranho na situação, quis ser educada com o preto, já que notou que a simples presença dela podia causar algum tipo de problema entre patrão e empregado.
—Boa tarde, senhor... espero não estar atrapalhando, disse a estudante, estendendo a mão branca.
Mas que menina educada, falou o africano no seu espanhol capenga enquanto pegava a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, levava ela pra apertar contra o volume dele, ao mesmo tempo que beijava o rosto dela, quase colado nos lábios dela. A estudante, por causa da tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos arranhando o rosto dela.
Enquanto o negão ugandense continuava bloqueando a porta de saída, ele começou a estudar a gostosa que seu Patrão tinha como namorada. Ele calculou que ela tinha pelo menos 1,70 metro de altura, olhos verdes, peitos pequenos e empinados, pernas torneadas e coxas dos sonhos, e pra completar, uma bunda grande e empinada, redondinha, aquela mina era um monumento de mulher, ele pensou consigo mesmo. Seria desnecessário descrever como esse preto safado e sem vergonha, já que no seu país ele certamente não tinha boa fama, por algum motivo teve que fugir e se refugiar nessa cidadezinha remota e vagabunda.
Sem perder tempo, o Negão pegou a moça pela mão e a levou para o quartinho que Dom Pedro tinha confiado a ele. Dada a passividade da garota, ele a levou direto para o quarto. Vem comigo, putinha, e você vai ver como vamos nos divertir pra caralho, pelas costas do meu chefe, todo dia você vai me curtir.
Não era o que ela queria para a vida, mas era algo que a excitava: acordar todo dia nos braços daquele garanhão, um animal de raiz preta que a foderia assim que acordasse e, além disso, foderia outras enquanto Dom Pedro cuidava dela como seu cafetão. — Pensa bem, minha putinha, você vai ver que não te falta nada, hein hein. No meu país, eu era muito disputado pelas garotas que queriam paus grandes, hehehe. Ou me diz que você não ia gostar que eu metesse meu pau em você agora mesmo...
— SIMM!! ehh, quero dizer, não, Dom Uganda, eu só queria dizer... A excitação tinha tomado conta da razão da garota, o corpo dela respondia por ela diante da pergunta ousada, deixando-a muito nervosa e corada com o que disse, tentando mudar de assunto, sendo interrompida por um africano preto excitado e morbidão.
— Eu, senhor, meu namorado é seu chefe, Dom Pedro, seria errado eu sentir atração por você.
Heh heh, cê tá vendo, sua putinha, tá morrendo de vontade de ficar com o negão heh heh... Cielo Riveros não conseguia responder, ela tinha ficado triste com o que aconteceu e sem ideias de como explicar sua reação. Depois de alguns segundos de silêncio, o negão continuou com os ataques psicológicos. — Cê não responde porque é verdade, você queria ser minha cachorra e vai morrer porque um negão vai te comer agora he he, igual só as vadias curtem a carne preta he he, me fala que você se arrepende de ter vindo hoje, te excita tanto ficar com o negão e ele te fodeu a noite inteira hehe, não nega, puta...
A garota mordia os lábios entre medo e excitação com o que o negão propôs pra ela; as mãos dela tremiam, o Uganda já tinha esquentado ela só de falar putaria no ouvido, o negão ouvia a respiração pesada e ofegante da pobrezinha, que já não aguentava mais de tesão, o corpo dela pedia por sexo e ela até tinha esquecido por que tinha ido ali. Vídeos da pequena lupe
O negão Uganda ainda estava sentado ao lado da Cielo Riveros, acariciando as pernas dela e sentindo aquela maciez gelada que a pele da garota tem, ele via como ela suspirava a cada toque que ele dava, o negão sentia o membro enorme ficando cada vez mais duro, pensando consigo que, se o chefe Pedro não estivesse ali, ele mesmo seria o cara que ia aproveitar aquela deusa divina.
Por outro lado, a garota ainda estava imersa naquele mundo erótico pra onde o negão a tinha transportado, tudo por causa da inocência já besta dela e da confiança exagerada; ela via o africano tocando nela, mas não rejeitava, a mente dela trazia o momento em que, pela primeira vez, viu com os próprios olhos o enorme pau preto como carvão que só em sonhos ela podia imaginar, todas aquelas lembranças quentes subiam a temperatura dela ao máximo, e ela só curtia o momento, nada mais existia pra ela.
A morena começou a levantar as mãos até chegar perto da buceta virgem, os dedos já acariciavam os lábios vaginais delicados, fazendo a garota jogar a cabeça pra trás e arquear as costas, soltando só uns resmungos que pareciam mais gemidos. – aiii não, por favor... não me toca aí ahhhh... seu chefe pode desconfiar da gente ahhh, o negão de aparência amarelada sorriu ao perceber que os gemidos da garota eram mais de prazer do que de reclamação.
Uganda não aguentou mais, não queria esperar, tinha uma iguaria deliciosa na frente dele e não queria que esfriasse, então, com toda a morbidez que carregava dentro de si, aproximou seu rosto repulsivo da buceta gostosa da garota, sentindo o aroma que sua vagina úmida exalava. A estudante excitada, ao sentir que o preto aproximava seus lábios grossos da sua parte íntima sensível, esticou as mãos, impedindo o Negrete de realizar sua tarefa.— Não, não, por favor, para — me larga, não faz isso... — exclamou Cielo Riveros com uma voz tão inocente, mas ao mesmo tempo sensual, que enlouqueceu o preto, porque lembrou ele daquela vez que a viu mijar com a mangueira gigante dele. E quase ao mesmo tempo, a lâmpada do preto acendeu — Qual é, mina, cê quer que seu macho Pedro descubra que você ama a pica preta? He he... Deixa ele saber como você gosta que os pretos te comam, he he...
Não, por favor, não faça isso, senhor, eu vou fazer o que o senhor pedir, mas não conte para Dom Pedro... O africano sorriu de forma vil e nojenta ao ver que sua intenção mórbida estava no caminho certo, mais uma vez encostou seu lábio carnudo em direção à buceta deliciosa da garota, a poucos milímetros de distância já podia sentir aquele aroma de mulher de Cielo Riveros, esticando a língua, deu a primeira lambida naquela pele aveludada, fazendo Lupe agarrá-la com força pelos cabelos como uma esponja, mais duas lambidas e a garota já estava expelindo os primeiros fluidos vaginais, com as costas arqueadas e a cabeça virada de lado, ela mordia os lábios com os olhos semicerrados. Aiii nãooo pa-pa-raaa ahhh... A garota não aguentava mais aquela língua áspera que atacava seus lábios vaginais com uma ferocidade enlouquecedora, suas mãos apertavam os lençóis sujos e amarelados que cheiravam a suor, mas estranhamente para ela isso não importava e, muito contra sua vontade, o que ela queria era continuar sentindo aquela língua que a fazia se contorcer de prazer.
O homem da África deslizou as mãos em direção aos peitos pequenos e redondos, massageando-os com força, e a garota, numa reação rápida, pegou nas mãos dele, tentando afastá-las inutilmente, já que o preto tinha mais força. A pobre Cielo Riveros logo cedeu aos fortes apertões e beliscões que o abusador preto dava nos peitos dela e, novamente, apertando os lençóis sujos, se dedicou a aguentar o prazer que aquilo lhe dava. Aiiii, aiiii, nãoooo pa-pare, senhor, nãooo ahhh... O preto, que na língua dele estava saboreando os primeiros fluidos que a garota soltava, sorriu ao ouvir a voz inocente dela reclamando, mas ao mesmo tempo curtindo a comida de buceta que ele dava. A garota já estava praticamente com as pernas torneadas agarrando a cabeça do preto, querendo que aquela língua vibrante entrasse mais fundo na intimidade dela. — Quietinha, gostosa... Logo vai chegar a hora em que meu amigo, o pauzão, vai fazer você gozar do jeito que você gosta, ha ha ha...
— Ah, não, por favor, me deixa... Eu não quero, ahhh ahhh...
— Aqui você vai fazer o que eu mandar; ou você quer que o Dom Pedro descubra que puta você é... Você veio pra isso, do jeito que desrespeita meu patrão, agora vou te fazer pagar por essa traição do meu patrãozinho. QUER ISSO!!!
Muito bem, boneca, agora só aproveita a noite que te espera ha ha você vai querer ficar e morar aqui ha ha... Logo em seguida, o negão mergulhou de novo a língua nojenta dele sobre os lábios da buceta já inchados, numa lambida sem parar, ele continuou bebendo os fluidos corporais cada vez mais abundantes que a garota produzia, não tinha comparação nem com as poucas putas que ele já tinha experimentado na vida. Cielo Riveros era uma mulher incomparável e naquele momento ele a tinha à disposição.A estudante ficou ali de joelhos, totalmente desnorteada com o que tinha acontecido. O velho professor saiu do escritório batendo a porta e fechando a calça com um sorriso de orelha a orelha. Cielo Riveros ficou ajoelhada no chão tentando se acalmar, embora muitas garotas da idade dela já tivessem passado por esse tipo de experiência, aos 18 anos, era a primeira vez que ela sentia aquilo. Enquanto isso, fios de porra nojenta do professor tarado escorriam pelo canto dos lábios dela. Ela tossiu para expelir da garganta os restos de sêmen, tentando se livrar do gosto daquele sabor que ficava na boca dela.
Agora mais calma, a garota se levantou, procurou o sutiã e colocou sobre os peitos enormes dela, e depois saiu do escritório pra ir pra casa. Quando ele chegou, feito um robô, foi direto pro chuveiro. Tava numa condição física e mental deplorável, mas depois de um banho longo e de jogar todas as roupas na máquina de lavar, se preparou pra dormir até tarde no dia seguinte, que era fim de semana. Segunda-feira chegou, e eu ainda tava bem confusa sobre o que tinha acontecido; não dava pra dizer que eu tava traumatizada, mas a verdade é que eu não conseguia acreditar direito no que tinha feito no teste. Aos poucos, ela começou a bloquear ele no subconsciente, acabando com toda aquela história de querer ser atriz, principalmente porque, ao conversar com outras colegas da escola, ela soube que o velho Túlio era um depravado sexual por querer se aproveitar de uma aluna, igual fez com Cielo Riveros. Mas ela
Denunciou ele para o diretor, deixando tudo que pudesse chamar a atenção dela, já que o velho Túlio se defendia dizendo que a garota estava confusa, que ele era um grande profissional do teatro e blá-blá-blá, você sabe que esse velho depravado tinha um puta discurso. Um dia, o velho da quitanda do Dom Anselmo estava lá, um cara de 60 anos, viu no relógio que era uma e meia da tarde, saiu correndo sabendo que era o horário que a Cielo Riveros passava, já que ela estudava à tarde, e não se enganou. Viu ela com seu andar rebolado indo na direção dele, enquanto vinha vestida com seu uniforme escolar todos os dias, sua figura curvilínea aparecia por baixo da roupa de estudante. Dava para ver seus peitinhos pequenos só cobertos pela blusa com um decote que deixava pouco para a imaginação e um colete que não escondia quase nada. Sua saia plissada curta que cobria a bunda carnuda e revelava suas pernas fortes e torneadas era uma garota cheia de curvas de dar medo, tudo coroado por um rostinho lindo de menina ainda sem nenhuma imperfeição, com olhos verdes grandes, mas evidentemente o que mais chamava atenção era o corpo dela, que apesar de ter 18 anos, já era de uma mulher, e quando todos os machos a viam, o pau ficava duro só de olhar. Quando o velho a viu, o rosto dele se iluminou, era como ver um anjo na terra.
— "Boa tarde, seu moço", disse a garota com uma voz melodiosa, já que o conhecia por ser cliente diária da quitanda. — "Olá, Cielo Riveros", o velho respondeu, pegando na mão dela, tomando liberdades que não lhe foram dadas e se aproximando da estudante para dar um beijo gostoso na bochecha, o que para ele era sentir-se no céu.
"Como você está? Sabe, queria te convidar para ir ao cinema uma dessas tardes que vai ter no parque do bairro no sábado, mas sei que sua mãe não vai te dar permissão", disse o veterano fazendo uma cara de triste resignação que comoveu profundamente Cielo Riveros, já que ela sabia que Dom Anselmo foi abandonado pela esposa há dez anos e que tinha uma filha que, nessa altura, tinha a mesma idade que ela, ou seja, 18 anos, e como ele era muito gentil com ela, ela o via como um pai que cumprimenta uma filha e, dando-lhe esperança, disse:
"— Me entristece pensar que não quero sair com você, mas não é esse o caso. Se dependesse de mim, sairia todo dia porque gosto muito de você, mas minha mãe é muito rígida comigo, não me deixa sair para passear a menos que seja com ela ou com meu avô. Mas vou falar com ela, vou fazer de tudo para ir ao cinema, já que é perto da minha casa, no parque." O quitandeiro sorriu ao ver que pelo menos tinha uma leve esperança.
A garota então disse pra ele: "amanhã vou descer pro centro, minha mãe me manda no correio pra deixar umas cartas e pagar umas prestações na loja de móveis. Não sei se você pode me acompanhar e de lá me comprar um milk-shake", ela falou. No dia seguinte, o verdureiro tava andando nervoso no ponto de ônibus. Tinha chegado meia hora mais cedo, ansioso e empolgado por saber que ia sair com uma mulherão, quando virou à direita e viu ela a uns 30 metros de distância. Cielo Riveros vinha chegando, toda arrumada naquela manhã. Tava calor, e a garota usava um vestido tomara-que-caia, com um decote que era impossível não ver aqueles peitos perfeitos da cintura pra cima, colado no corpo, e que ia até uns 10 centímetros acima dos joelhos, deixando à mostra aquelas pernas poderosas e aquele rabo carnudo. Pra completar, as botas pretas na altura do joelho que, junto com o vestido, deixavam ela com uma cara bem gostosa. O velho percebeu que os homens olhavam pra ela com tesão, alguns até soltavam elogios bem ousados, o que fazia Cielo Riveros rebolar aquele par de bundas mais instintivamente enquanto andava.
Caminhando ao lado do velho que parecia o avô dela depois de resolverem os recados no centro, a garota se encantava com as lojas e ia na frente feito uma menina empolgada pra ver as vitrines das lojas de roupa. O velho aproveitava pra olhar ela dos peitos até a bunda redonda. Ou quando ela se abaixava pra ver as vitrines com mais detalhe, o coroa se esbaldava olhando as pernas dela e quase a buceta. Aí quando a garota virava pra mostrar algo pra ele, o verdureiro tinha que fazer um esforço mental danado pra não deixar o pau endurecer e ela perceber.Mas Cielo Riveros tava mais empolgada com o passeio, que pra ela era algo fora do normal, sair daquela rotina pesada. Ela se divertia igual uma menina de 10 anos, empolgada em ver as lojonas daquele shopping, e a mente dela ainda era inocente de uma garota. Sem maldade, o que não ajudava em nada era que aquele corpanzil que ela já tinha era muito desenvolvido e que ela tinha necessidades, pedia por sexo mesmo que mentalmente ela não quisesse, mas os machos percebiam, por isso os velhos principalmente assediavam ela. Dom Anselmo tomou um café e a garota tomou o milk-shake dela, conversaram, riram, tavam se divertindo pra caramba. O velho pediu pra ela não chamar ele de senhor, chamar direto de Anselmo. Quando saíram da cafeteria, passaram por uns cinemas no shopping. O velho falou pra Cielo Riveros que se ela quisesse, podiam entrar e ver um filme. A garota ficou pensando, olhou o relógio, ainda era cedo, 11 da manhã, e disse que ainda dava tempo. Que ele escolhesse o filme. Enquanto a garota olhava os cartazes, ele comprou dois ingressos pra ver o filme O Exorcista 2. Entraram na sala que tava quase vazia. De manhã, só tinha um casal de meninas de uniforme de colégio que pareciam umas ratazanas e um homem de uns 50 anos que tava dormindo na sala. Quando a garota entrou na escuridão do porque o filme já tinha começado e estava escuro, ela segurou a mão de Anselmo, que estava extremamente nervoso ao sentir a mão macia da sua deusa.
O velho disse pra ela: "Vamos voltar dali, o filme parece melhor." Eles foram pra última fileira e sentaram. Ela não soltou a mão do verdureiro quando sentou, e ele gostou daquilo, pensando que não era indiferente pra ela. O filme começou, e o ar condicionado da sala, quase vazia, começou a fazer a temperatura cair, fazendo Cielo Riveros, por causa da leveza das roupas, começar a bater os dentes.— Tô com frio, Dom Anselmo.
Passando o braço esquerdo, o velho abraçou ela. Quando sentiu o abraço quentinho, ela se aninhou mais perto dele, encostando a cabeça no ombro do sortudo verdureiro. Ele já não prestava mais atenção no filme. Era glorioso sentir aquela maciez da pele do braço da moça e seu perfume inebriante. A mão dele acariciava devagar a pele macia do antebraço de Cielo Riveros, tendo uma vista esplêndida dos peitos dela, já que ela tinha a cabeça apoiada no ombro dele.
E ele começou a ter uma ereção gostosa, curtindo o momento. Nisso, tem um grito no filme que a moça até pulou de susto e grudou no velho, pegando a mão direita dele com as mãos dela, colocou bem perto dos peitos e disse:
— Não me larga, tô com medo.
Numa cena do filme onde a garota exorcizada aparece gritando e espumando pela boca, Cielo Riveros desviou o rosto horrorizada, ficando bem pertinho do rosto de Dom Anselmo, a uns 2 centímetros de distância, e eles se deram um beijo espontâneo e ficaram se olhando, e logo se beijaram de novo, mas dessa vez foi mais longo e profundo. O velho foi ficando mais excitado e começou a beijar e chupar a orelha dela, ela ficou imóvel, muito surpresa e nervosa, e com um tom de espanto sentiu a pele arrepiar, começou a ter calafrios e uma voz cortante:— Dom Anselmo, você tá me fazendo cócegas — o velho não disse nada, continuou lambendo a orelha da adolescente, sabendo que é uma parte bem sensível das mulheres.
Ela só fechou os olhos e se deixou levar, sentindo aquele arrepio gostoso na pele toda. A respiração começou a acelerar. O velho continuava mordiscando de leve o lóbulo da orelha dela, pra depois enfiar a língua no ouvido da garota, o que fez Cielo Riveros sentir um cócegas gostoso. O verdureiro, com a mão esquerda, foi direto pra nuca dela, massageando devagar e acariciando bem suave. A menina fechou os olhos e se remexeu devagar, curtindo tudo aquilo. Com a outra mão, lenta e suavemente, ele primeiro acariciou os peitos da garota e depois enfiou a mão pelo decote, sentindo o mamilo que já tava durinho. Cielo Riveros arqueou as costas de tanto estímulo. O velho, mais confiante, apertou com força aqueles peitos deliciosos. De Cielo Riveros, ela só fechou os olhos e mordeu os lábios, e ele sussurrou no ouvido dela: —"Que peitão, e como tão durinhos." Ele beijou ela de novo naqueles lábios grossos e gostosos, brigando a língua dele com a dela, e depois desceu pro pescoço sensível da garota, fazendo ela suspirar e jogar a cabeça pra trás. Anselmo aproveitou pra começar a descer as alças do vestido de colegial, tirando completamente os peitos da menina e depois pegando um daqueles peitões enormes na boca e começando a chupar, lambendo e mordiscando eles alternadamente. Cielo Riveros queimava ele pelo pescoço e passava os dedos na nuca do velho, acariciando de leve a careca saliente do verdureiro, arqueando as costas e gemendo. Era a primeira vez que alguém dava carícias que ela agora consentia.
- Ahhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhh O velho chupava com gula aqueles peitos duros e gostosos da gostosa do lado. Ele adorava lamber o mamilo bem durinho com a língua enquanto, com a outra mão, apertava o outro seio. Ela continuava se entregando e gemendo cada vez mais. Mesmo com o ar-condicionado do cinema no talo, o cheiro dela era uma delícia. O velho então desceu uma das mãos até o joelho de Cielo Riveros e começou a acariciar devagar — aos poucos, foi subindo a mão pelas pernas deliciosas da garota, acariciando por dentro, eram muito lisas. Muito macias e carnudas.
Cielo Riveros, por um instante, sentindo aquelas mãos suadas e ansiosas subindo demais pelas pernas dela, disse com a voz trêmula:
— Pelo amor de Deeeus, nãooo continnua senhor, não continua — e fechou as pernas, prendendo a mão de Anselmo entre as coxas dela. O velho não disse nada, só começou a chupar com gula os peitos sensíveis da colegial já excitada, fazendo a garota arquear as costas e soltar a pressão das coxas na mão do verdureiro, deixando o caminho livre pra ele continuar subindo. O velho sentiu na mão o calor que as pernas da adolescente exalavam. Ele estava com uma ereção como nunca teve na vida, o volume na calça triplicou de tamanho e, claro, ele tinha uma menina linda, com um corpo escultural, que o mantinha acordado e o enlouquecia toda noite. Ele se masturbava na cama sonhando em beijá-la, acariciá-la, tocar todos os cantinhos gostosos dela, e aquele sonho era realidade naquela hora. O velho verdureiro, naqueles momentos deliciosos, não trocava de lugar nem com o homem mais rico do mundo.
A respiração de Cielo Riveros já estava virando um gemido delicioso para os ouvidos do velho Sesenton. "—Aiiiiiiiiiiiiiiii meu amor — ofegava Cielo Riveros.
Pouco depois, a colegial abriu as coxas instintivamente e começou a gemer mais claramente, já agarrada naquelas sensações que a deixavam louca. A mão de Anselmo, que cutucava as pernas da menina, finalmente chegou à terra prometida. Ele sentiu a umidade e o calor que saíam da frestinha virgem da garota. Enfiou um dedo, afastando a calcinha dela, e começou a acariciar a buceta desprotegida com os dedos. Os dedos abriram delicadamente os lábios da xereca, que já estavam molhadinhos naquele momento, e ele começou a acariciar a frestinha gostosa com cuidado, sabendo que a menina era virgem e pra não machucar ela.
"—Aiiiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiii meu deeeeeeeeeeus — a novinha gritava e ofegava enquanto se contorcia igual uma cobra. Os dois nem lembravam mais do filme, os dois ofegavam sem controle... A carne gostosa de Cielo Riveros satisfazia os desejos do velho Anselmo, as pernas dela, a xereca, as costas, os peitos, tudo, estava ao alcance do velho — ele apalpava os peitos dela com prazer, lambia e chupava os biquinhos apetitosos, dedava de leve a xereca, fazendo a colegial estonteante tremer — ela... perturbada, gemia:
"—Sim... Assim... papai.
Foi aí que, de repente, as luzes do cinema acenderam. Cielo Riveros já tinha terminado. Quando percebeu, se afastou rapidinho do velho e puxou as alças do vestido e do sutiã. Os olhos verdes lindos dela se fixaram no verdureiro enquanto ele se ajeitava, com o olhar perdido e a testa cheia de suor. Ela olhou pra calça dele e viu que tava com uma pica enorme, parecia uma barraca de circo. A única coisa que a garota fez foi abaixar a cabeça, vermelha que nem um tomate, e depois se levantar e sair da sala sem esperar o velho, cheia de remorso e vergonha por ter se deixado levar pelos instintos.
0 comentários - Cielo Riveros dando pra um negão