Cielo Riveros dando pra um negão 1

Cielo Riveros fodida por um preto de Uganda e muitos outros
Cielo Riveros dando pra um negão 1
amadoraAnal
vadiagostosaO celular de Cielo Riveros toca, e ela atende toda irritada, pensando que se fosse o Rodrigo, ia dar um esporro nele por ter feito aquilo com ela. Mas quando atendeu, ouviu a voz melada do Dom Pedro... — Como tá a putinha mais gostosa que já comi... sentindo falta do macho dela, hehehe... A garota, de 19 anos, ficou nervosa ao ouvi-lo, sentiu medo, mas ao mesmo tempo um frio na barriga começou a brotar.Chupa essa pica— Dom Pedro... como é que é... — aqui trabalhando, procurando um tempinho pra te pegar e te foder como você merece hehehe... A garota não entendia o que estava acontecendo com ela, sentia um ódio misturado com medo daquele sujeito, mas ao mesmo tempo seu corpo reagia excitado, reconhecendo a voz daquele velho que a dominava sob chantagem. Meus mamilos tinham endurecido e senti um arrepio no meu cú... — Você não sabe o quanto eu quero ter você nas minhas mãos, aqui todas as putas não são nada perto de você, todo dia eu bato uma pensando em como te comi na feira...mamonaCielo Riveros começou a lembrar como naquele dia na feira ela acabou subjugada sob o poder daquele velho dominante, se entregando e gozando como nunca tinha feito com ninguém antes. Don Pedro, aquele pau tinha sido sem dúvida o melhor que eu já tinha visto e provado até então em todas as suas dimensões, mas sem a satisfação de ter visto ela gozar em nenhum momento ou de ter provado daquele elixir... — E aí, puta... Os ratos comeram sua língua? Hehehe... — NÃO!! Don Pedro, me diga por que você está me chamando... — PRA ISSO!!! Pra falar com minha mulher... com minha putinha jejeje... não tem nada sério pra gestar um sonho de querer aquela que decidiu... — EU ESTOU ENGANADA!!! — o velhote recriminou de forma irada, assustando Lupe... — Eh!!! Não, don Pedro, não se engane... — Não me importa o que você é... você não está segurando uma sentença, impotência e excitação nos seus olhos... — eu sou sua mulher, don Pedro... — Eu gosto de você, sua putinha, que obedece seu marido, não...ceuQuero que você venha pra oficina agora mesmo... Tô com uns amigos e quero que eles conheçam a beleza de mulher que eu tenho, quero que você venha com seu uniforme de escola gostoso, que é o que eu mais amo.

Lupe ainda só escutava o que o velho tava dizendo pra ela...
— Muito bem, sua putinha, quero que você fique pelada agora...
— O quê!!!...
— O que você ouviu, tire a roupa rápido!!!!

Cielo Riveros, como um robô, tirou a camisa e deslizou o shortinho, ficando completamente nua na cama dela...
— E o Dom Pedro...
— Hehe, não acredito em você, então tira uma foto e manda pro meu número, e rápido...

A garota quis reclamar
— Mas não tô mentindo pra ele...
— Manda logo pra mim!!!!

Quando Lupe ouviu a voz raivosa do velho, acabou aceitando o que ele pediu e, tirando a foto, mandou pro seu carrasco cheia de vergonha.pervertidaDom Pedro, só de ver ela já quase goza... — muito bem, putinha, é assim que eu gosto, vejo que você continua gostosa como sempre, a garota mais bonita da cidade inteira... Apesar do momento vergonhoso e humilhante no rosto dela, um sorrisinho surgiu com o elogio do velho... — meu Deus, seu filho da puta, tomara que você não tenha mandado a foto, os amigos que tenho por perto não acreditam como você é gostosa, isso me deixa com ciúme e agora quero você ainda mais, quero morder essas tetas e essa bunda que você tem... A garota ainda estava chateada ouvindo ele voltar como flashes das lembranças que tinha na Feira e da última vez que esteve com ele naquela cama confortável onde ele estava, agora as amigas dela a conheciam por fotos, mas completamente pelada, isso a entristecia.maoPega um táxi, seu idiota, eu pago a corrida aqui, é melhor você fazer isso porque sabe que vai ser pior pra você.
Seu Dom Pedro, eu tô aí em meia hora, resignada, Cielo Riveros atendeu ao pedido do velho tarado e, depois de vestir o uniforme escolar e mentir pra mãe que ia pra umas aulas de reforço, saiu em direção à oficina mecânica onde o amante velho e os comparsas bêbados esperavam.
Ela saiu correndo pra rua atrás do primeiro táxi que a levasse até o amante já bem maduro, porque, vamos esclarecer, a garota tinha um namorado, o velho Pedro era o amante dela.
Quando Cielo Riveros chegou no destino, desceu do táxi rapidão e abriu o portão de metal, entrando na oficina pra ninguém reconhecê-la, entrando naquele antro de velhos bêbados, num bairro cheio de fofoqueiros e críticos. O barulho do portão foi um susto, e os presentes lá dentro, vendo a gostosa que apareceu ali, ficaram em completo silêncio. Não acreditavam como aquela menina, quase uma criança, que veio visitar, era linda, igualzinha à foto que viram dela pelada numa selfie.Cielo Riveros dando pra um negão 1Dom Pedro, quase correndo, saiu pra recebê-la, pagou o táxi que tava esperando lá fora e quando voltou viu como todos os amigos dele estavam devorando com os olhos a sua amada e jovem Cielo Riveros, que, bem tímida, ficou parada ali, imóvel. O velho agarrou ela pela cintura e, puxando ela de repente, surpreendeu ela com um beijo de língua, pra quem tava ali saber de quem era aquela buceta.

— Senhores, quero apresentar minha namorada, o nome dela é Lupe, e pra ninguém criar esperança, a gente tá muito apaixonado, hehe. Vai, gostosa, dá um oi pros meus amigos. Não fica com vergonha não, você já me mostrou que não é nada tímida, hehehe.

Aí Cielo Riveros cumprimentou cada um dos presentes com um beijo. Lá estavam o irmão do Pedro, os dois empregados velhos que na noite em que Dom Pedro comeu ela pela primeira vez também queriam a parte deles e ficaram com vontade, e por fim um preto que todo mundo chamava de Uganda. Assim, todo mundo recebeu o beijo tímido na bochecha de Cielo Riveros, e alguns dos velhos aproveitaram pra abrir a boca e dar um beijo de canto de boca na Cielo Riveros, que ficou toda vermelha.amadoraVamos continuar com as cartas então, agora minha mulher vai cuidar de trazer as bebidas, vai, mulher, vai no freezer e distribui, digamos que um tapa bem forte na bunda da Cielo Riveros, eles deixaram claro que a noite ia ser do jeito que o Dom Pedro mandava.
Naquela noite, teve muita cerveja que a novinha teve que servir, quem mais bebeu e mais perdeu a linha foi o Dom Pedro, sem dúvida a cerveja subiu toda e, na vontade de se exibir, ele humilhou nossa Cielo Riveros.
Qual é o problema, hoje você tá preguiçosa!! Do jeito mais sem-vergonha, meus amigos tão com as garrafas vazias!! Traz mais bebida rápido, parece que é a única coisa que você presta, você vai ver quando eu te pegar mais tarde, vai ficar implorando pelo meu pau, seu cuzão molenga!!AnalEssa situação não incomodava só a Lupe, mas também os convidados, que não paravam de olhar como a jovem era gostosa. Quando servia, ela tinha que aguentar os toques das mãos dos velhos, que já sem disfarce, ao receber a garrafa, agarravam a mão frágil dela, agradecendo pela bebida e também pelo espetáculo da linda Cielo Riveros se exibindo no uniforme de colegial. O irmão de Dom Pedro, aproveitando a distração do irmão mais velho, acariciava as coxas duras e torneadas da colegial, que não fazia nada para evitar, despertando o quão violento e ciumento Dom Pedro era. Os outros dois funcionários também aproveitaram que o chefe estava muito bêbado para acariciar as nádegas duras e redondas que a garota, vermelha como um tomate, só se dedicava a servir cerveja para os iniciantes. O único que não se aproveitou dela foi o preto que trabalhava com o Pedro há apenas uma semana. Cielo Riveros ficou impressionada com aquele preto que chamavam de Uganda, que na verdade se chamava Loan, e era do Senegal, que foi parar naquele povoado remoto fugindo da guerra civil no seu país.vadiaAs cervejas rolavam que nem orvalho de fogo, e como todo mundo sabe beber pra caralho, acaba que você tem que mijar direto. Aí, num certo ponto, o Uganda foi no banheiro, mas tava ocupado, então ele foi num canto da oficina esvaziar a bexiga cheia. Só que ele não percebeu que do lado da janela ficava a cozinha precária, e a Cielo Riveros não conseguiu desviar o olhar na hora que o preto tirou o instrumento pra mijar. Cielo Riveros ficou perplexa e, com um baita espanto, viu o senegalês tirar da braguilha uma mangueira comprida e desorganizada de carne preta, que, mesmo ela estando de bobeira, era do tamanho que ela nunca tinha visto, cheia de veias e uma cabeça que parecia uma ameixa roxa escura.gostosaO Negro começou a mijar como se nada tivesse acontecido, deixando nossa Cielo Riveros totalmente confusa, isso fez ela lembrar quando criança via os cavalos mijando, com jatos intermináveis de urina, aquilo a excitava e sem perceber a menina tocava na sua buceta que começava a expelir pequenas quantidades de líquidos de desejo genuíno. Cielo Riveros nunca tinha visto um membro masculino tão enorme e a putaria era algo natural que a garotinha carregava dentro do seu corpo já desenvolvido.

Depois de uma hora, o velho Pedro deixou todo mundo bêbado porque não aguentava mais.
— Fora com tudo, quero intimidade com minha noiva!!! Fora daqui!
E assim terminou aquela noite de muito álcool, com Dom Pedro caindo no sono 5 minutos depois de dormir com Cielo Riveros, e a garota que agora queria um pau bem enfiado na sua buceta, fruto de como estava excitada e não conseguia tirar da cabeça a pica enorme do preto ugandense.

Eram quase 6 da tarde, Lupe acordou meio confusa, tinha dormido quase o dia inteiro, ainda não lembrava que dia era hoje. O resto da tarde passou organizando seus cadernos e preparando seu uniforme escolar. As imagens sujas que a atormentavam foram se dissipando aos poucos, mas só de pensar que um homem tinha um instrumento tão grande, tão grosso, tão comprido, tão monstruoso quanto o do preto ugandense, não conseguia tirar da cabeça.Chupa essa picaIsso só deixou a buceta dela mais molhada, DonPedro já tinha mandado várias mensagens, avisando que ia fazer uma viagem curta e ficaria fora por alguns dias, isso deu a ela a liberdade de relaxar e fazer o que quisesse.
Decidida, ela foi naquela tarde para a oficina onde sabia que o funcionário negro, que tanto a impactou, estaria. Ela só rezou para que os outros dois funcionários de Dom Pedro, de quem ela não gostava, não estivessem lá, e que uma vez quase a pegaram à força.
Assim que chego no destino, e olhando para todos os lados sem ninguém perceber, uso a chave que Pedro deixou com ela para abrir o cadeado e entrar na oficina.
— Mas o que temos aqui? — Moreno disse ao ver a adolescente numa visita tão surpreendente quanto inesperada.
— Com licença, senhor — Cielo Riveros respondeu, tentando ser o mais casual possível...
— E o que traz essa gostosinha aqui... Não vai me dizer que se perdeu? Hahaha!!mamona— Tô indo embora, só vim ver se seu Pedro tava aí, me deixa entrar, por favor — disse a moça safada, sabendo que o velho estava viajando. O preto ficou sem palavras e, quando finalmente conseguiu enxergar a mulherão que o patrão tinha levado pra oficina na noite anterior, aquela que o velho comentava várias vezes mas que ele não acreditava, (mas que pedaço de buceta, esse velho sujo e inútil não merece essa gostosa), pensou o africano, olhando de cima a baixo e devorando a linda estudante com o olhar amarelado enquanto sentia o pau temível endurecer.

Lupe, que percebeu algo estranho na situação, quis ser educada com o preto, já que notou que a simples presença dela podia causar algum tipo de problema entre patrão e empregado.

— Boa tarde, senhor... espero não estar atrapalhando — disse a estudante, estendendo a mão branca.

— Mas que moça educada — disse o africano no seu espanhol capenga, pegando a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, levando-a pra apertar contra o volume dele, enquanto ao mesmo tempo beijava o rosto dela, quase colado nos lábios dela. A estudante, pela tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos arranhando seu rosto.ceuEnquanto o negão ugandense continuava bloqueando a porta de saída, ele começou a estudar a bucetuda gostosa que seu patrão tinha como namorada. Ele calculou que ela tinha pelo menos 1,70m de altura, olhos verdes, peitos pequenos e empinados, pernas torneadas e coxas de dar água na boca, e pra completar, uma rabuda grande e redonda que era um monumento de mulher, ele pensou consigo mesmo.

Seria desnecessário descrever como esse preto safado e sem vergonha, já que no seu país certamente não tinha boa fama, por algum motivo teve que fugir e se refugiar nessa cidadezinha remota e vagabunda.

Sem perder tempo, o Negrete pegou a novinha pela mão e a levou para o quartinho que Dom Pedro tinha confiado a ele. Dada a passividade da garota, ele a levou direto pro quarto. Vem comigo, putinha, e você vai ver como vamos nos divertir pra caralho, pelas costas do meu chefe, todo dia você vai me saborear.pervertidaNão era o que ela queria para a vida, mas era algo que a excitava: acordar todo dia nos braços daquele garanhão, um animal de raiz preta que a foderia assim que acordasse e, além disso, foderia outras enquanto Dom Pedro cuidava dela como seu cafetão.
— Pensa bem, minha putinha, você não ia sentir falta de nada, hein hein... no meu país, eu era muito disputado pelas garotas que queriam paus grandes hehehe... ou me diz que você não ia gostar de eu meter meu pau em você agora mesmo...
— SIMM!! ehh, digo não, Dom Uganda, eu só queria dizer... A excitação tinha tomado conta da razão da garota, seu corpo respondeu por ela diante da pergunta ousada, deixando-a muito nervosa e corada com o que disse, tentando mudar de assunto, sendo interrompida por um africano excitado e mórbido.
— Eu, senhor, meu namorado é seu chefe, Dom Pedro, seria errado eu sentir atração por você.maoHeh heh, cê tá vendo, sua putinha, tá morrendo de vontade de ficar com o negão heh heh... Cielo Riveros não conseguia responder, ela tinha ficado triste com o que aconteceu e sem ideias de como explicar sua reação, e depois de alguns segundos de silêncio, o negão continuou com os ataques psicológicos.

— Cê não responde porque é verdade, você queria ser minha cachorra e vai morrer de vontade de um negão te comer agora he he, porque só as vadias curtem a carne preta he he, me diz que você se arrependeu de ter vindo hoje, te excita tanto ficar com o negão e ele te fodeu a noite toda hehe, não nega, sua puta...Cielo Riveros dando pra um negão 1A garota mordia os lábios entre medo e tesão com o que o negão propôs pra ela; as mãos dela tremiam, o Uganda já tinha esquentado ela só de falar putaria no ouvido, o preto ouvia a respiração pesada e ofegante da pobrezinha, que já não aguentava mais de tanta febre, o corpo dela pedia por sexo e ela até tinha esquecido por que tinha ido ali.
Vídeos da pequena lupe
O negão Uganda ainda estava sentado do lado da Cielo Riveros, acariciando as pernas dela e sentindo aquela maciez gelada que a pele da garota tem, ele via como ela suspirava a cada toque que ele dava, o preto sentia o pau enorme ficando cada vez mais duro, pensando que se o chefe dele, o Pedro, não estivesse por perto, ele mesmo ia ser o cara que ia se acabar naquela deusa divina.
Por outro lado, a garota ainda estava imersa naquele mundo erótico pra onde o negão tinha levado ela, tudo por causa da inocência besta dela e da confiança exagerada; ela via o africano tocando ela, mas não rejeitava, a mente dela trazia o momento em que pela primeira vez ela viu com os próprios olhos aquele pau preto gigantesco que só em sonhos dava pra imaginar, todas aquelas lembranças quentes subiam a temperatura dela ao máximo, e ela só curtia o momento, nada mais existia pra ela.
A morena começou a levantar as mãos até chegar perto da buceta virgem, os dedos já estavam acariciando os lábios delicados da xota, fazendo a garota jogar a cabeça pra trás e arquear as costas, soltando uns gemidos que pareciam mais reclamações. – aiii não, por favor... não me toca aí ahhhh... seu chefe pode desconfiar da gente ahhh, o negão de aparência amarelada sorriu quando percebeu que os gemidos da garota eram mais de prazer do que de reclamação.amadoraUganda não aguentava mais, não queria esperar, tinha uma iguaria deliciosa na frente dele e não queria que esfriasse, então, com toda a morbidez que carregava dentro de si, aproximou seu rosto repulsivo da bucetinha gostosa da garota, sentindo o aroma que sua buceta úmida exalava. A estudante excitada, ao sentir que o preto aproximava seus lábios grossos da sua parte íntima sensível, estendeu as mãos, impedindo o Negrete de realizar sua tarefa.

— Não, não, por favor, para — me larga, não faz isso... — exclamou Cielo Riveros com uma voz tão inocente, mas ao mesmo tempo sensual, que enlouqueceu o preto, porque lembrou ele daquela vez que a viu mijar com a mangueira gigante dele. E quase ao mesmo tempo, a lâmpada do preto acendeu — Qual é, garota, cê quer que seu macho Pedro descubra que você ama a pica preta? He he... Deixa ele saber como você gosta que os pretos te comam, he he...AnalAh, não, por favor, senhor, não faça isso, eu faço o que o senhor mandar, mas não conte para o Dom Pedro... O africano sorriu de forma vil e nojenta ao ver que sua intenção mórbida estava no caminho certo, mais uma vez encostou seu lábio carnudo em direção à buceta da garota deliciosa, a poucos milímetros de distância já podia sentir aquele aroma de mulher de Cielo Riveros, esticando a língua, deu a primeira lambida naquela pele aveludada, fazendo Lupe agarrar com força seus cabelos como se fosse uma lã de aço, mais duas lambidas e a garota já estava expelindo os primeiros fluidos vaginais, com as costas arqueadas e a cabeça virada de lado, ela mordia os lábios com os olhos semicerrados.

Aiiii, não, pa-pa-raaa ahhh... A garota não aguentava mais aquela língua áspera que atacava seus lábios vaginais com uma ferocidade enlouquecedora, suas mãos apertavam os lençóis sujos e amarelados que cheiravam a suor, mas estranhamente para ela isso não importava e, muito pelo contrário, o que ela queria era continuar sentindo aquela língua que a fazia se contorcer de prazer.vadiaO homem da África deslizou as mãos em direção aos peitos pequenos e redondos, massageando-os com força, e a garota, numa reação rápida, pegou nas mãos dele, tentando afastá-las inutilmente, já que o preto tinha mais força. A pobre Cielo Riveros logo cedeu aos fortes apertões e beliscões que o abusador preto dava nos peitos dela e, novamente, apertando os lençóis sujos, se dedicou a aguentar o prazer que aquilo lhe dava.

Aiiii, aiiii, não... pa-pare, senhor, nãooo... ahhh... O preto, que na língua dele já estava saboreando os primeiros fluidos que a garota soltava, sorriu ao ouvir a voz inocente dela reclamando, mas ao mesmo tempo curtindo a comida de buceta que ele dava. A garota já estava praticamente com as pernas bem torneadas agarrando a cabeça do preto, querendo que aquela língua vibrante entrasse mais fundo na intimidade dela.

— Fica quietinha, gostosa... Logo vai chegar a hora em que meu amigo, o pauzão, vai fazer você gozar do jeito que você gosta, ha ha ha...
— Ah, não, por favor, me deixa... Eu não quero, ahhh, ahhh...
— Aqui você vai fazer o que eu mandar; ou você quer que o Dom Pedro descubra que puta você é... Você veio pra isso, do jeito que desrespeita meu patrão, agora vou te fazer pagar por essa traição do meu patrãozinho. VOCÊ QUER ISSO!!!gostosaMuito bem, boneca, agora só aproveita a noite que te espera ha ha você vai querer ficar e morar aqui ha ha... Logo em seguida, o negão mergulhou de novo a língua nojenta dele sobre os lábios da buceta já inchados, numa lambida sem parar, ele continuou bebendo os fluidos corporais cada vez mais abundantes que a garota produzia, não tinha comparação nem com os das poucas putas que ele já tinha provado na vida. Cielo Riveros era uma mulher sem igual e naquele momento ele a tinha à disposição.

A estudante ficou ali de joelhos, totalmente desnorteada com o que tinha acontecido, a professora velha saiu do escritório batendo a porta e fechando a calça com um sorriso enorme de orelha a orelha, Cielo Riveros ficou ajoelhada no chão tentando se acalmar, embora muitas garotas da idade dela já tivessem passado por esse tipo de experiência, aos 18 anos, era a primeira vez que ela sentia aquilo. Enquanto isso, fios de porra nojenta do professor tarado escorriam pelo canto dos lábios dela. Ela tossiu para expelir da garganta os restos de sêmen, tentando se livrar do gosto daquele sabor que ficou na boca dela.Chupa essa picaAgora mais calma, a garota se levantou, procurou o sutiã, colocou-o sobre os peitos enormes dela, e depois saiu do escritório pra ir pra casa. Quando ele chegou, feito um zumbi, foi pro chuveiro. Tava numa condição física e mental deplorável, mas com um banho longo e jogando toda a roupa na máquina de lavar, se preparou pra dormir até tarde no dia seguinte, que era fim de semana. Segunda-feira chegou, e eu ainda tava muito confusa sobre o que tinha acontecido; não dava pra dizer que eu tava traumatizada, mas a verdade é que não conseguia acreditar direito no que tinha feito no teste. Aos poucos, ela começou a bloquear ele no subconsciente, acabando com toda aquela história de querer ser atriz, principalmente porque, ao conversar com outras colegas da escola, descobriu que o velho Túlio era um depravado sexual por querer se aproveitar de uma aluna igual fez com Cielo Riveros. Mas elamamonaDenunciou ele para o diretor, deixando tudo que pudesse chamar a atenção dela, já que o velho Túlio se defendia dizendo que a garota estava confusa, que ele era um grande profissional do teatro e blá blá blá, você sabe que esse velho depravado tinha uma lábia danada. Um dia, o velho da quitanda do Dom Anselmo estava lá, um cara de 60 anos, ele olhou no relógio e viu que era uma e meia da tarde, saiu correndo sabendo que era o horário que Cielo Riveros passava, já que ela estudava à tarde, e não se enganou, viu ela com seu andar rebolando indo em direção aonde ele estava. Como ela vinha todos os dias vestida com seu uniforme escolar, dava pra ver a silhueta curvilínea dela por baixo da roupa de estudante, dava pra ver os peitinhos dela só cobertos pela blusa com um decote que não deixava muito pra imaginação e um colete que não escondia quase nada, sua saia plissada que cobria a bunda carnuda e revelava suas pernas fortes e torneadas. Era uma garota cheia de curvas de dar medo, tudo coroado por um rostinho lindo de menina ainda sem nenhuma imperfeição, com olhos verdes grandes, mas evidentemente o que mais chamava a atenção era o corpo dela, que apesar de ter 18 anos, já era de uma mulher, e quando todos os machos viam ela, o pau ficava durinho só de olhar. Quando o velho viu ela, o rosto dele se iluminou, era como ver um anjo na terra.ceu— "Boa tarde, seu moço", disse a garota com uma voz melodiosa, já que o conhecia por ser cliente diária da quitanda.
— "Olá, Cielo Riveros", o velho respondeu, pegando na mão dela, tomando liberdades que não lhe foram dadas e se aproximando da estudante para dar um beijo gostoso na bochecha, o que para ele era se sentir no paraíso.
"Como você está? Sabe, eu queria te convidar para ir ao cinema uma dessas tardes que vai ter no parque do bairro no sábado, mas sei que sua mãe não vai te dar permissão", disse o veterano fazendo uma cara de triste resignação que comoveu profundamente Cielo Riveros, já que ela sabia que Dom Anselmo foi abandonado pela esposa há dez anos e que tinha uma filha que agora tinha a mesma idade que ela, ou seja, 18 anos, e como ele era muito gentil com ela, ela o via como um pai que cumprimenta uma filha e, dando-lhe esperança, disse:
"— Me entristece pensar que não quero sair com você, mas não é esse o caso. Se dependesse de mim, eu sairia todo dia porque gosto muito de você, mas minha mãe é muito rígida comigo, não me deixa sair para passear a menos que seja com ela ou com meu avô. Mas vou conversar com ela, vou fazer de tudo para ir ao cinema, já que é perto da minha casa, no parque." O quitandeiro sorriu ao ver que pelo menos tinha uma leve esperança.pervertidaAí a garota disse pra ele: "Amanhã vou descer pro centro, minha mãe me manda ir no correio deixar umas cartas e pagar umas prestações da loja de móveis. Não sei se você pode me acompanhar e de lá me comprar um milk-shake", ela falou.
No dia seguinte, o verdureiro tava andando nervoso no ponto de ônibus. Tinha chegado meia hora mais cedo, ansioso e empolgado por saber que ia sair com uma mulherão, quando virou à direita e viu ela a uns 30 metros de distância. Cielo Riveros vinha chegando, lindamente arrumada naquela manhã. Tava calor, e a garota usava um vestido tomara-que-caia justo no corpo, com um decote que era impossível não ver aqueles peitos perfeitos da cintura pra cima, e a barra parava uns 10 centímetros acima dos joelhos, deixando à mostra aquelas pernas poderosas e aquele rabo carnudo. Pra completar, as botas pretas na altura do joelho, que junto com o vestido deixavam ela com uma cara bem gostosa. O velho reparou que os homens olhavam pra ela com tesão, alguns até soltavam elogios bem ousados, o que fazia Cielo Riveros rebolar aquele par de bundas mais instintivamente enquanto andava.maoCaminhando ao lado do velho que parecia o avô dela depois de resolver as coisas no centro, a garota se encantava com as lojas e ia na frente feito uma menina empolgada pra ver as vitrines das roupas. O velho aproveitava pra olhar ela dos peitos até a bunda redonda. Ou quando ela se abaixava pra ver as vitrines com mais detalhe, o coroa curtia admirar as pernas dela e quase a buceta. Aí quando a garota virava pra mostrar algo pra ele, o verdureiro tinha que fazer um esforço danado pra não deixar o pau ficar duro e ela perceber.

Mas Cielo Riveros tava mais animada com o passeio, que pra ela era algo fora do comum, sair daquela rotina pesada. Ela se divertia igual uma menina de 10 anos empolgada em ver as lojonas daquele shopping, e a mente dela ainda era inocente de uma garota. Sem maldade, o que não ajudava em nada era que aquele corpanzil que ela já tinha era bem desenvolvido e que ela sentia necessidades, pedia por sexo mesmo que mentalmente não quisesse, mas os machos percebiam, por isso os velhos principalmente assediavam ela. Dom Anselmo tomou um café e a garota tomou o milk-shake dela, eles conversaram, riram, tavam se divertindo pra valer. O velho pediu pra ela não chamar ele de senhor, chamar direto de Anselmo. Quando saíram da cafeteria, passaram por uns cinemas no shopping. O velho falou pra Cielo Riveros que se ela quisesse, podiam entrar e ver um filme. A garota ficou pensando, olhou o relógio, ainda era cedo, 11 da manhã, e disse que ainda dava tempo. Que ele escolhesse o filme, enquanto a garota olhava os cartazes, ele comprou dois ingressos pra ver o filme O Exorcista 2. Entraram na sala que tava quase vazia. De manhã, só tinha um casal de garotas de uniforme de colégio que pareciam umas ratas e um homem de uns 50 anos que tava dormindo na sala. Quando a garota entrou na escuridão do sala porque o filme já tinha começado e estava escuro, ela segurou a mão de Anselmo, que estava nervoso pra caralho quando sentiu a mão macia da sua deusa.Cielo Riveros dando pra um negão 1O velho disse pra ela: "Vamos voltar dali, o filme parece melhor." Eles foram pra última fileira e sentaram. Ela não soltou a mão do verdureiro quando se sentou, e ele gostou daquilo, pensando que não era indiferente pra ela. O filme começou, e o ar condicionado da sala, quase vazia, fez a temperatura cair, fazendo Cielo Riveros, por causa da leveza das roupas, começar a bater os dentes.

— Tô com frio, Dom Anselmo.

Passando o braço esquerdo, o velho abraçou ela. Quando sentiu o abraço quentinho, ela se encostou mais nele, apoiando a cabeça no ombro do verdureiro sortudo. Ele já não prestava atenção no filme. Era glorioso sentir aquela maciez da pele do braço da moça e seu perfume inebriante. A mão dele acariciou devagar a pele macia do antebraço de Cielo Riveros, tendo uma vista esplêndida dos peitos dela, já que ela tinha a cabeça apoiada no ombro dele.

E ela começou a ter uma ereção gostosa, curtindo o momento. Nisso, tem um grito no filme que a moça até pulou de susto e grudou no velho, pegando a mão direita dele com as mãos dela, colocou bem perto dos peitos e disse:

— Não me solta, tô com medo.amadoraNaquela cena do filme onde a garota exorcizada aparece gritando e espumando pela boca, Cielo Riveros desviou o rosto horrorizada, ficando bem pertinho do rosto de Dom Anselmo, a uns 2 centímetros de distância, e eles se deram um beijo espontâneo, se encararam e logo se beijaram de novo, mas dessa vez foi mais longo e profundo. O velho foi ficando excitado e começou a beijar e chupar a orelha dela. Ela ficou imóvel, muito surpresa e nervosa, e com um tom impressionante sentiu a pele arrepiar, começou a ter calafrios e uma voz cortante:

— Dom Anselmo, você tá me fazendo cócegas.

O velho não disse nada, continuou lambendo a orelha da adolescente, sabendo que é uma parte bem sensível das mulheres.AnalEla só fechou os olhos e se deixou levar, sentindo aquele arrepio gostoso percorrer toda a pele. A respiração começou a acelerar. O velho continuava mordiscando de leve o lóbulo da orelha dela, pra depois enfiar a língua no ouvido da garota, o que fez Cielo Riveros sentir um cócegas gostosas. O verdureiro, com a mão esquerda, foi direto pra nuca dela, massageando devagar e acariciando bem suave. A garota fechou os olhos e se remexeu devagar, curtindo tudo aquilo. Com a outra mão, lenta e delicada, ele primeiro acariciou os peitos da moça e depois enfiou a mão pelo decote, sentindo o mamilo que já tava durinho. Cielo Riveros arqueou as costas de tanto estímulo. O velho, mais confiante, apertou com força aqueles peitos deliciosos. De Cielo Riveros, ela só fechou os olhos e mordeu os lábios, e ele sussurrou no ouvido dela: —"Que peitão, e como tão durinhos." Ele beijou ela de novo naqueles lábios grossos e gostosos, brigando a língua com a dela e depois descendo pro pescoço sensível da garota, fazendo ela suspirar e jogar a cabeça pra trás. Anselmo aproveitou pra começar a descer as alças do vestido de colegial, tirando os peitos da moça completamente e depois pegando um daqueles peitos enormes na boca e começando a chupar, lambendo e mordiscando alternadamente. Cielo Riveros queimava ele pelo pescoço e passava os dedos na nuca do velho, acariciando de leve a careca saliente do verdureiro, arqueando as costas e gemendo. Era a primeira vez que alguém dava carícias que ela agora consentia.vadia—Ahhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhh
O velho chupava com gula aqueles peitos duros e gostosos da gostosa do lado dele. Ele adorava lamber o mamilo bem durinho com a língua, enquanto com a outra mão apertava o outro seio. Ela continuava se entregando e gemendo cada vez mais. Mesmo com o ar-condicionado do cinema no talo, o cheiro dela era uma delícia. O velho então desceu uma das mãos até o joelho de Cielo Riveros e começou a acariciar devagar o joelho dela — aos poucos, foi subindo a mão pelas pernas deliciosas da garota, acariciando por dentro, eram muito lisas — bem macias e carnudas.
Cielo Riveros, por um instante, sentindo aquelas mãos suadas e ansiosas subindo demais pelas pernas dela, disse com a voz trêmula:
— Pelo amor de Deeeus, nãoooooo continnue, senhor, não continua — e fechou as pernas, prendendo a mão de Anselmo entre as coxas dela. O velho não disse nada, só começou a chupar com gula os peitos sensíveis da colegial já excitada, fazendo a garota arquear as costas e afrouxar a pressão das coxas na mão do verdureiro, deixando o caminho livre pra ele continuar subindo — o velho sentiu na mão o calor que as pernas da adolescente exalavam. Ele ficou com uma ereção como nunca na vida, o volume na calça triplicou de tamanho e, claro, ele tinha uma gatinha linda com um corpo escultural que o mantinha acordado e o enlouquecia toda noite, ele se masturbava na cama sonhando em beijá-la, acariciá-la, tocar todos os cantinhos gostosos dela, e aquele sonho era realidade naquela hora. O velho verdureiro, naqueles momentos deliciosos, não trocava de lugar nem com o homem mais rico do mundo.gostosaA respiração de Cielo Riveros já tinha virado um gemido gostoso de ouvir pro velho Sesenton.
"-Aiiiiiiiiiiiiiiii meu amor" tava gemendo Cielo Riveros
Pouco depois, a colegial abriu as coxas no instinto e começou a gemer mais claramente, já agarrando aquelas sensações que enlouqueciam a mão do anselmo, que cutucava as pernas da menina, finalmente chegou na terra prometida. Ele sentiu a umidade e o calor que saíam da bucetinha virgem da garota. Enfiou um dedo, afastando a calcinha fio dental, e começou a acariciar a xereca desprotegida dela com os dedos. Os dedos abriram delicadamente os lábios da buceta, que já tava molhada na hora, e logo começaram a acariciar a frestinha gostosa com cuidado, sabendo que a menina era virgem e pra não machucar ela.
"-Aiiiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiiiii meeeeeeu deeeeeeeus" a jovem gritava e gemia enquanto se contorcia igual uma cobra. Os dois nem lembravam mais do filme, os dois ofegavam sem controle... A carne safada da Cielo Riveros satisfazia os desejos do velho Anselmo, as pernas dela, a bucetinha, as costas, os peitos, tudo, tava ao alcance do velho - ele apalpava os peitos dela com prazer, lambia e chupava os biquinhos apetitosos, dedava de leve a bucetinha, fazendo a colegial estátua tremer - ela... gemia perturbada -"sim... Assim... papai".Chupa essa picaFoi aí que, de repente, as luzes do cinema acenderam. Cielo Riveros já tinha terminado. Quando percebeu, se afastou rapidinho do velho e puxou as alças do vestido e do sutiã. Os olhos verdes lindos dela se fixaram no verdureiro enquanto ele arrumava a roupa, o olhar dele estava perdido e a testa suando, aí ela olhou pra calça dele e viu que ele tava com uma ereção enorme, parecia uma barraca de circo. A única coisa que a garota fez foi abaixar a cabeça, vermelha que nem um tomate, e depois se levantar e sair da sala sem esperar o velho, cheia de remorso e vergonha por ter se deixado levar pelos próprios instintos.

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