Memórias de uma Ex-Botinera: Minha esposa
Com a Vicky temos 39 anos cada um e compartilhamos nossa vida há 10. Foram 3 anos de namoro pra depois casar. Ambos somos profissionais, ela é médica dermatologista e eu advogado. Nos conhecemos frequentando a mesma balada da zona norte. Eu fiquei encantado quando a vi pela primeira vez: loira de cabelo longo até a cintura, peitos feitos e um rabo de campeonato. Queria comer ela, consegui depois de um trabalho árduo e além disso me apaixonei (como não se apaixonar depois que ela me pediu pra gozar por todo o corpo na primeira vez que ficamos). Ela vem de uma família de classe média e financiou seus estudos na UBA com um trabalho paralelo de modelo e promotora em eventos. Foi em um desses eventos onde começa a história que depois vou contar pra vocês... Em algum momento da nossa relação as conversas se voltavam pra relações anteriores e ex-parceiros, até que um dia surgiu um tema interessante que ela tinha bem escondido. Era o desfile de roupas da marca que patrocinava o Racing Club. Vicky e outras garotas foram contratadas pela marca em questão pra apresentar a roupa. Também tinha alguns jogadores do time principal do Racing... e se conheceram. Ele tinha 29, ela tinha 25 e faltavam 3 matérias pra se formar. Começaram a sair bem firme com esse jogador, eram "algo assim como namorados" segundo ela. Ia aos jogos em casa e fora, saíam pra festas e viajavam. Em alguma das tantas conversas que tivemos sobre esse assunto, ela me disse: "Nunca nos cuidamos com esse cara. Primeiro porque eu era uma inconsciente. Segundo porque ele era super checado pelos médicos do clube. Terceiro porque eu tomava pílula. Quarto porque você já sabe como eu gosto". Eu ficava louco com as histórias dela. "Um dia tivemos um batizado. Filho de um amigo dele. Estávamos recém começando a sair e vivíamos excitados. Transávamos o tempo todo. Na festinha do menino tudo muito lindo, os amigos, os padrinhos, os avós, etc. Nós trocamos olhares e fomos pro carro dele que tinha vidros polarizados. Chupei ele e voltamos pro batizado como casalzinho feliz". Mas a melhor das histórias com esse jogador foi a seguinte: "A gente tava em uma das tantas festas que íamos. Mas essa era com a galera do clube, jogadores e suas namoradas. Uma casa de campo enorme pra comemorar que o Racing tinha ganhado ou se classificado pra não sei o quê...já bem tarde da noite e meio bêbados, a gente se trancou num quarto pra fuder. A gente tava nisso quando alguém abre a porta e entra. Era um companheiro do time com um pouco mais de moral. Começa a se despir na nossa frente e meu namorado não dizia nada. Eu tinha ficado petrificada. Mas tava bêbada e com tesão. E enquanto meu namorado me comia, esse outro jogador me fez chupar o pau dele. Quando meu namorado gozou, o outro me levou até a cama e me comeu como se não houvesse amanhã. Depois foi embora, eu fiquei ali toda comida. Fiquei puta com o otário do meu namorado porque (apesar de ter curtido as fodas) com certeza tava tudo armado entre eles e ele não foi capaz de me avisar. Ele me jurou sempre que não. Aí terminamos e nunca mais nos vimos. Foi meu único ménage, meu amor.
Com a Vicky temos 39 anos cada um e compartilhamos nossa vida há 10. Foram 3 anos de namoro pra depois casar. Ambos somos profissionais, ela é médica dermatologista e eu advogado. Nos conhecemos frequentando a mesma balada da zona norte. Eu fiquei encantado quando a vi pela primeira vez: loira de cabelo longo até a cintura, peitos feitos e um rabo de campeonato. Queria comer ela, consegui depois de um trabalho árduo e além disso me apaixonei (como não se apaixonar depois que ela me pediu pra gozar por todo o corpo na primeira vez que ficamos). Ela vem de uma família de classe média e financiou seus estudos na UBA com um trabalho paralelo de modelo e promotora em eventos. Foi em um desses eventos onde começa a história que depois vou contar pra vocês... Em algum momento da nossa relação as conversas se voltavam pra relações anteriores e ex-parceiros, até que um dia surgiu um tema interessante que ela tinha bem escondido. Era o desfile de roupas da marca que patrocinava o Racing Club. Vicky e outras garotas foram contratadas pela marca em questão pra apresentar a roupa. Também tinha alguns jogadores do time principal do Racing... e se conheceram. Ele tinha 29, ela tinha 25 e faltavam 3 matérias pra se formar. Começaram a sair bem firme com esse jogador, eram "algo assim como namorados" segundo ela. Ia aos jogos em casa e fora, saíam pra festas e viajavam. Em alguma das tantas conversas que tivemos sobre esse assunto, ela me disse: "Nunca nos cuidamos com esse cara. Primeiro porque eu era uma inconsciente. Segundo porque ele era super checado pelos médicos do clube. Terceiro porque eu tomava pílula. Quarto porque você já sabe como eu gosto". Eu ficava louco com as histórias dela. "Um dia tivemos um batizado. Filho de um amigo dele. Estávamos recém começando a sair e vivíamos excitados. Transávamos o tempo todo. Na festinha do menino tudo muito lindo, os amigos, os padrinhos, os avós, etc. Nós trocamos olhares e fomos pro carro dele que tinha vidros polarizados. Chupei ele e voltamos pro batizado como casalzinho feliz". Mas a melhor das histórias com esse jogador foi a seguinte: "A gente tava em uma das tantas festas que íamos. Mas essa era com a galera do clube, jogadores e suas namoradas. Uma casa de campo enorme pra comemorar que o Racing tinha ganhado ou se classificado pra não sei o quê...já bem tarde da noite e meio bêbados, a gente se trancou num quarto pra fuder. A gente tava nisso quando alguém abre a porta e entra. Era um companheiro do time com um pouco mais de moral. Começa a se despir na nossa frente e meu namorado não dizia nada. Eu tinha ficado petrificada. Mas tava bêbada e com tesão. E enquanto meu namorado me comia, esse outro jogador me fez chupar o pau dele. Quando meu namorado gozou, o outro me levou até a cama e me comeu como se não houvesse amanhã. Depois foi embora, eu fiquei ali toda comida. Fiquei puta com o otário do meu namorado porque (apesar de ter curtido as fodas) com certeza tava tudo armado entre eles e ele não foi capaz de me avisar. Ele me jurou sempre que não. Aí terminamos e nunca mais nos vimos. Foi meu único ménage, meu amor.
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