O chiado dos pneus no asfalto irregular do estacionamento quebrou o silêncio pesado do carro. Juan desligou o motor, e a quietude súbita fez com que a respiração ofegante de Penélope no banco de trás soasse mais alta, mais desesperada. Mario continuava debaixo dela, um peso morto e úmido, o pau mole ainda alojado dentro dela. Sem dizer uma palavra, Juan se virou no banco. Seu olhar pousou na figura da esposa, nas costas arqueadas e brilhantes de suor, na meia-calça rasgada que se agarrava às coxas sujas dela.
— Desce — ordenou Juan, com uma voz seca que não admitia discussão.
Penélope se moveu devagar, como se os músculos dela resistissem. Ao se desgrudar de Mario, um fio brilhante de porra e fluidos se esticou entre os corpos deles antes de se romper. Ela ajeitou a saia, um gesto inútil pra cobrir a nudez e a bagunça. Mario arrumou a calça sem jeito, sem olhar nos olhos dela, e saiu do carro como um cachorro enxotado. Juan esperou ele, deu um tapinha no ombro dele que foi mais um empurrão na direção da própria casa, e depois foi pra porta do apartamento deles com Penélope seguindo ele, descalça e tremendo.
Dentro do apartamento, o ar fresco do ar-condicionado foi um choque na pele ardente dela. O cheiro de sexo, de suor e de homens anônimos envolvia ela como uma segunda pele. O primeiro instinto dela, animal e visceral, foi andar até o banheiro. Ela precisava sentir a água quente queimando a sujeira, lavando a gozo alheio da buceta dela e a lembrança de dezenas de paus na pele dela. Ela levou a mão na maçaneta do banheiro quando a voz de Juan parou ela no meio do caminho.
— Não.
Não foi um grito. Foi uma palavra cortada, afiada, que cravou os pés dela no chão. Ela se virou devagar. Ele estava de pé no centro da sala, ainda completamente vestido, com uma calma perturbadora.
— Pra cama, Penélope.
Ela abriu a boca pra protestar, pra implorar, mas viu algo nos olhos dele que roubou a fôlego. Não era raiva, era um direito de propriedade.
— Mas eu tô... — sussurrou, indicando o estado dela com um gesto vago.
— Exato. Quero que você se deite assim. Suja. Com o gozo de todos eles escorrendo da sua buceta e o gosto de estranhos na boca. Minha — acrescentou, e a última palavra foi um sussurro possessivo que a fez tremer.
De cabeça baixa, obedeceu. Caminhou até o quarto, cada passo um lembrete da humilhação e do calor que aquilo mesmo provocava nela. Se jogou sobre os lençóis limpos, sentindo o contraste do corpo sujo contra o algodão fresco. O cheiro de Mario e dos outros homens impregnava o ar ao redor. Viu Juan se despir na penumbra. Tirou a camisa, depois a calça, e o corpo dele, duro e familiar, se recortou contra a luz da rua. Penélope achou que finalmente sentiria a pele dele contra a dela, que ele a pegaria com a brutalidade que ela ansiava, mas então ouviu o som. O rasgo agudo e característico do plástico de uma camisinha.
Uma pontada de frustração misturada com uma excitação estranha percorreu ela. A regra de Mario ainda estava de pé, mesmo agora. Juan se aproximou da cama, o pau já duro e envolto no látex fino. Subiu nela, sem pressa, e com uma mão guiou a cabeça dele até a entrada da buceta dela, já molhada e usada. A penetração foi lenta, deliberada. Ela sentiu ele entrar, centímetro por centímetro, preenchendo ela, esticando ela, enquanto ele a encarava fixamente nos olhos. Começou a se mover com um ritmo profundo e constante, não como um animal, mas como um amante apaixonado.
— Agora — sussurrou ele, a voz dele um murmúrio perto do ouvido dela enquanto os quadris continuavam a investida lenta —. Me conta tudo. Quero que você me diga, com cada detalhe, o que você sentiu ali. Naquele buraco. Com todos aqueles paus.
Penélope gemeu, uma mistura de prazer e vergonha. O pau de Juan dentro dela, se movendo com aquela posse tranquila, era uma âncora que a mantinha na realidade enquanto a mente voltava pro banheiro imundo.
—Me sentia... ah— começou ela, a voz entrecortada pelo ritmo das estocadas—... Me sentia... uma foxy. Um objeto. Um buraco quente pra ser usado.
Juan apertou os dentes, acelerando um pouco o ritmo.
—Continua.
—Não tinha rostos, só... cocks. Duras, grossas, algumas com veias... todas queriam minha boca, meus peitos, minha buceta— continuou ela, a respiração ofegante—. O gosto... Deus, o gosto da cum de um, e depois de outro, se misturando... Me sentia tão... tão puta. Tão suja. E isso me deixava tão excitada que eu não conseguia pensar. Só queria mais. Queria que me enchessem, que me usassem até não aguentar mais.
As palavras dela ficaram mais urgentes, mais sujas, enquanto Juan aumentava a força das estocadas. O barulho da buceta dela, cheia dos fluidos dos outros e da própria excitação, enchia o quarto.
—Queria que me vissem, que soubessem que eu era uma slut disposta a tudo... que engolia cada gota... que gozavam dentro e por cima de mim...
Ela já não conseguia formar frases coerentes. A confissão se dissolveu em gemidos e gritos de prazer. O controle de Juan se desfez, e ele começou a foder ela com a ferocidade que ela desejava, fundo e brutal. O clímax atingiu os dois como uma onda gigante. Penélope arqueou as costas com um grito gutural que saiu do fundo da alma, a buceta se contraindo desesperadamente em volta da cock do marido. Juan grunhiu, afundando até o fundo uma última vez enquanto gozava, o corpo rígido e tremendo sobre o dela.
Ficaram assim, ofegantes, unidos no cansaço e no caos. Depois de um longo momento, Juan se retirou devagar. Penélope viu ele deslizar pra fora dela e, com uma calma metódica, tirar a camisinha. Estava cheia, inchada com a cum dele, um pequeno balão opaco e pesado. Ele se inclinou sobre ela e, sem dizer uma palavra, aproximou a ponta aberta da camisinha dos lábios de Penélope, que ainda estavam entreabertos. Derramou o conteúdo quente. e jorra grosso direto na boca dela.
Ela recebeu sem hesitar, a língua se mexendo pra saborear. Enquanto o leite do marido se misturava com a lembrança do de tantos outros no paladar dela, ela engoliu, uma só e funda golada. Naquele instante, ele baixou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo meigo, mas um beijo faminto, profundo, uma fusão violenta e apaixonada onde compartilhavam o gosto, a humilhação e um amor tão torto quanto inquebrável.
— Desce — ordenou Juan, com uma voz seca que não admitia discussão.
Penélope se moveu devagar, como se os músculos dela resistissem. Ao se desgrudar de Mario, um fio brilhante de porra e fluidos se esticou entre os corpos deles antes de se romper. Ela ajeitou a saia, um gesto inútil pra cobrir a nudez e a bagunça. Mario arrumou a calça sem jeito, sem olhar nos olhos dela, e saiu do carro como um cachorro enxotado. Juan esperou ele, deu um tapinha no ombro dele que foi mais um empurrão na direção da própria casa, e depois foi pra porta do apartamento deles com Penélope seguindo ele, descalça e tremendo.
Dentro do apartamento, o ar fresco do ar-condicionado foi um choque na pele ardente dela. O cheiro de sexo, de suor e de homens anônimos envolvia ela como uma segunda pele. O primeiro instinto dela, animal e visceral, foi andar até o banheiro. Ela precisava sentir a água quente queimando a sujeira, lavando a gozo alheio da buceta dela e a lembrança de dezenas de paus na pele dela. Ela levou a mão na maçaneta do banheiro quando a voz de Juan parou ela no meio do caminho.
— Não.
Não foi um grito. Foi uma palavra cortada, afiada, que cravou os pés dela no chão. Ela se virou devagar. Ele estava de pé no centro da sala, ainda completamente vestido, com uma calma perturbadora.
— Pra cama, Penélope.
Ela abriu a boca pra protestar, pra implorar, mas viu algo nos olhos dele que roubou a fôlego. Não era raiva, era um direito de propriedade.
— Mas eu tô... — sussurrou, indicando o estado dela com um gesto vago.
— Exato. Quero que você se deite assim. Suja. Com o gozo de todos eles escorrendo da sua buceta e o gosto de estranhos na boca. Minha — acrescentou, e a última palavra foi um sussurro possessivo que a fez tremer.
De cabeça baixa, obedeceu. Caminhou até o quarto, cada passo um lembrete da humilhação e do calor que aquilo mesmo provocava nela. Se jogou sobre os lençóis limpos, sentindo o contraste do corpo sujo contra o algodão fresco. O cheiro de Mario e dos outros homens impregnava o ar ao redor. Viu Juan se despir na penumbra. Tirou a camisa, depois a calça, e o corpo dele, duro e familiar, se recortou contra a luz da rua. Penélope achou que finalmente sentiria a pele dele contra a dela, que ele a pegaria com a brutalidade que ela ansiava, mas então ouviu o som. O rasgo agudo e característico do plástico de uma camisinha.
Uma pontada de frustração misturada com uma excitação estranha percorreu ela. A regra de Mario ainda estava de pé, mesmo agora. Juan se aproximou da cama, o pau já duro e envolto no látex fino. Subiu nela, sem pressa, e com uma mão guiou a cabeça dele até a entrada da buceta dela, já molhada e usada. A penetração foi lenta, deliberada. Ela sentiu ele entrar, centímetro por centímetro, preenchendo ela, esticando ela, enquanto ele a encarava fixamente nos olhos. Começou a se mover com um ritmo profundo e constante, não como um animal, mas como um amante apaixonado.
— Agora — sussurrou ele, a voz dele um murmúrio perto do ouvido dela enquanto os quadris continuavam a investida lenta —. Me conta tudo. Quero que você me diga, com cada detalhe, o que você sentiu ali. Naquele buraco. Com todos aqueles paus.
Penélope gemeu, uma mistura de prazer e vergonha. O pau de Juan dentro dela, se movendo com aquela posse tranquila, era uma âncora que a mantinha na realidade enquanto a mente voltava pro banheiro imundo.
—Me sentia... ah— começou ela, a voz entrecortada pelo ritmo das estocadas—... Me sentia... uma foxy. Um objeto. Um buraco quente pra ser usado.
Juan apertou os dentes, acelerando um pouco o ritmo.
—Continua.
—Não tinha rostos, só... cocks. Duras, grossas, algumas com veias... todas queriam minha boca, meus peitos, minha buceta— continuou ela, a respiração ofegante—. O gosto... Deus, o gosto da cum de um, e depois de outro, se misturando... Me sentia tão... tão puta. Tão suja. E isso me deixava tão excitada que eu não conseguia pensar. Só queria mais. Queria que me enchessem, que me usassem até não aguentar mais.
As palavras dela ficaram mais urgentes, mais sujas, enquanto Juan aumentava a força das estocadas. O barulho da buceta dela, cheia dos fluidos dos outros e da própria excitação, enchia o quarto.
—Queria que me vissem, que soubessem que eu era uma slut disposta a tudo... que engolia cada gota... que gozavam dentro e por cima de mim...
Ela já não conseguia formar frases coerentes. A confissão se dissolveu em gemidos e gritos de prazer. O controle de Juan se desfez, e ele começou a foder ela com a ferocidade que ela desejava, fundo e brutal. O clímax atingiu os dois como uma onda gigante. Penélope arqueou as costas com um grito gutural que saiu do fundo da alma, a buceta se contraindo desesperadamente em volta da cock do marido. Juan grunhiu, afundando até o fundo uma última vez enquanto gozava, o corpo rígido e tremendo sobre o dela.
Ficaram assim, ofegantes, unidos no cansaço e no caos. Depois de um longo momento, Juan se retirou devagar. Penélope viu ele deslizar pra fora dela e, com uma calma metódica, tirar a camisinha. Estava cheia, inchada com a cum dele, um pequeno balão opaco e pesado. Ele se inclinou sobre ela e, sem dizer uma palavra, aproximou a ponta aberta da camisinha dos lábios de Penélope, que ainda estavam entreabertos. Derramou o conteúdo quente. e jorra grosso direto na boca dela.
Ela recebeu sem hesitar, a língua se mexendo pra saborear. Enquanto o leite do marido se misturava com a lembrança do de tantos outros no paladar dela, ela engoliu, uma só e funda golada. Naquele instante, ele baixou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo meigo, mas um beijo faminto, profundo, uma fusão violenta e apaixonada onde compartilhavam o gosto, a humilhação e um amor tão torto quanto inquebrável.
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