minha mãe Evangelina estava completamente pelada de quatro em cima da cama, atrás dela tinha um moleque novo, mais ou menos da minha idade, uns 16 anos, mais baixo que eu (talvez eu até reconhecesse ele, esse moleque tinha jogado no meu clube umas temporadas, num desses jogos minha mãe e minhas duas irmãs foram me ver) e esse moleque da minha idade tava comendo ela selvagemente na minha própria casa e ainda por cima no quarto da minha mãe Evangelina!!!

Ela ainda é uma mulher jovem (42 anos), uma loira com um corpo lindo, malhado na academia. Minha mãe, Evangelina, se veste de forma bem sexy, bastante ousada, geralmente usa decotes generosos, insinuando um belo colo e uns peitos redondinhos, bem firmes e empinados, que são um presente para os olhos de qualquer homem. Ela usa maquiagem pra se arrumar, é vaidosa e pinta as unhas dos pés e das mãos. Embora não seja baixa nem muito alta, usa salto agulha com frequência. Sempre fui fascinado em imaginar a bunda linda dela quicando em cima de mim. Ela adora ser olhada e ouvir cantadas na rua.
No verão do ano passado, ela tomava sol de topless na beira da piscina de casa. Eu, muito excitado ao vê-la andando pela casa, ficava espiando ela, me camuflando entre as cortinas da janela do andar de cima, tomando cuidado pra não ser visto.
Meu pai é um homem trabalhador, ele dirige um clube no México, é um pouco mais velho que ela, e por causa do trabalho, vive ausente de casa.
Vivi isso no verão passado e desde então não consigo parar de pensar nas imagens que ficaram gravadas na minha mente… pude ver minha mãe dando chifres no meu pai… e pra ser sincero, tenho que dizer que eu queria ter sido eu quem tava comendo ela, quando vi ela sendo comida de forma selvagem.


Meu pai, como quase sempre, estava viajando… Naquele fim de semana, eu saí de casa pra ir a um jogo amistoso com meus companheiros do clube, mas a parada complicou por causa de umas tempestades de verão, e voltei pra casa no sábado no fim da tarde, em vez de domingo como, a princípio, tinha dito pra minha mãe, Evangelina, que ia voltar. Quando cheguei em casa, estranhei ver o carro da minha mãe, Evangelina, estacionado do lado de fora, porque normalmente, aos sábados naquela hora, ela vai com minhas irmãs pra casa dos meus avós passar o dia com eles. Ao abrir a porta de casa sem pensar muito nisso… a gente mora numa casa numa área segura… e assim que entrei, vi na mesa da sala de jantar duas taças meio cheias de alguma bebida alcoólica e uma bolsa de esporte que nunca tinha visto por casa… e também não era minha. Algum instinto despertou em mim, e sem saber bem por quê, fechei a porta na surdina. Rapidamente, o silêncio da casa foi interrompido por uns barulhos confusos vindos do andar de cima, eram gemidos!
Subi as escadas em silêncio e com cuidado pra ninguém me ouvir. Quando cheguei no andar de cima, vi que a porta do quarto dos meus pais estava entreaberta. Tive certeza na hora: os gemidos vinham daquele quarto. A partir daí, não pensei muito, só sei que queria ver o que tava rolando lá dentro. Aí me enfiei de mansinho, bem quieto…

Acho que, no começo, eu esperava encontrar meus pais transando, mas o que vi foi bem diferente do que imaginava, embora fosse quase a mesma coisa… Minha mãe, Evangelina, estava completamente nua de quatro em cima da cama de casal, e atrás dela tinha um desconhecido, um garoto novo da minha idade, 16 anos, e ele tava comendo ela de forma selvagem!!! O moleque da minha idade, mais baixo que eu, tava metendo forte no cu dela, e a velocidade que ele empurrava por trás da minha mãe, Evangelina, era violenta, enquanto ela respondia com gemidos fortes que ecoavam até o primeiro andar da casa. E naquele momento, vendo eles trepando atrás da porta do quarto dos meus pais, pude ver como as tetas lindas e redondinhas dela balançavam violentamente uma na outra, e também vi como aquele garoto novo puxava ela pelos cabelos, jogando a cabeça dela pra trás com uma mão, enquanto com a outra dava tapas na bunda dela, continuando a meter forte! Minha mãe, Evangelina, cada vez gemia e gritava com mais energia.


Naquela altura da noite, eu já tava completamente excitado, meu pau duro apertando minha cueca e meu short... da minha posição, vendo aquele garoto novo comendo minha mãe, a Evangelina, e graças a uns espelhos que têm no armário do quarto dos meus pais, eu conseguia ver o show inteiro sem ser visto pela minha mãe, a Evangelina...




Me excitou pra caralho ouvir minha mãe Evangelina pedindo mais pra aquele cara jovem, que podia ser eu mesmo, como se eu tivesse comendo minha própria mãe Evangelina. Mas era aquele cara, e ainda por cima era mais baixo que eu, a diferença é que ele era dotado com uma piroca preta grossa de 22 centímetros, e a minha não chegava nem nos 10 centímetros. Eu abaixei o short junto com a cueca e comecei a me masturbar vendo ele comer minha mãe Evangelina, parado na porta do quarto dela, com o short abaixo dos meus joelhos.



Evangelina – Mais, mais, não para, por favor!!!!
Franco – Sim, sim
Evangelina – Me fode, me fode… quero mais, mais forte, por favor
Eu ouvi e observei minha mãe Evangelina ter um orgasmo escandalosamente barulhento, mas aquele garoto ainda não tinha gozado, era incansável, e sem parar ele abriu as nádegas da bunda da minha mãe Evangelina, e de uma só estocada enfiou de novo com facilidade na bundinha aberta da minha mãe Evangelina. Ela ficou louca, gritava e arranhava a cama enquanto mordia um travesseiro. O garoto jovem não parava de comer a bunda dela com força, fazendo ela quicar com cada estocada que ele dava por trás na minha mãe Evangelina…


A essa altura da noite, eu já tava batendo uma com meu pau de 10 centímetros na mão. Daí ele começou a falar: Franco – como sua bunda se abre, putinha. Evangelina – tira ele do meu cuzinho minúsculo, por favor, tá doendo pra caralho…



Esse garoto não parava de comer a bunda da minha mãe, Evangelina. Ele tirava a pica do cu dela, batia com aquela pica enorme e grossa nas nádegas dela, e enfiava de novo com uma estocada no rabo. Minha mãe, Evangelina, continuava de quatro na cama dela, e eu pude ver ela abrindo as nádegas praquele garoto continuar comendo ela com força.




Minha mãe Evangelina, ao se virar e olhar pra porta do quarto dela, me encontrou com o short abaixo dos joelhos, me masturbando enquanto via ela trepando com um cara da minha idade. Aquele moleque novo, bem mais baixinho que eu, começou a soltar uns gritos de prazer enquanto gozava o leite dele em cima da bunda da minha mãe Evangelina.











daí minha mãe Evangelina se ajoelhando na frente daquele cara dotado, com o pau enorme e grosso de 22 centímetros, chicoteando a cara dela. daí eu também aproveitei a situação, o tesão e a putaria que tava sentindo naquele momento. me aproximei de onde minha mãe Evangelina tava ajoelhada, vim rápido com o short e a cueca no meu tênis, tirei tudo e deixei no chão do quarto dos meus pais, e fiquei do lado daquele cara jovem da minha idade. quando vi ele de perto, reconheci que era um dos meus colegas do clube onde eu jogava futebol, só que ele era de uma categoria acima. quando vi minha própria mãe Evangelina mais de perto, chupando e masturbando aquele cara, e eu tava do lado dele com meu pau duro me masturbando, até que minha mãe Evangelina começou a chupar o meu também. ela só me olhava e começou a comparar meu pau de 10 centímetros com aquele pau enorme de 22 centímetros grosso que ela tava masturbando enquanto chupava o meu, e voltava a chupar o dele, tentando engolir aquele pau preto enorme enquanto eu comecei a gozar na cara dela. ela só sorria pra nós dois, se levantou e foi pro banheiro, batendo a porta com força. nós dois ficamos nos olhando, e eu falei: já é tarde, amigo, hora de você ir embora da minha casa. apertei a mão dele, ele pegou toda a roupa e saiu se vestindo do quarto dos meus pais, indo pra porta pra sair da nossa casa.











Ela ainda é uma mulher jovem (42 anos), uma loira com um corpo lindo, malhado na academia. Minha mãe, Evangelina, se veste de forma bem sexy, bastante ousada, geralmente usa decotes generosos, insinuando um belo colo e uns peitos redondinhos, bem firmes e empinados, que são um presente para os olhos de qualquer homem. Ela usa maquiagem pra se arrumar, é vaidosa e pinta as unhas dos pés e das mãos. Embora não seja baixa nem muito alta, usa salto agulha com frequência. Sempre fui fascinado em imaginar a bunda linda dela quicando em cima de mim. Ela adora ser olhada e ouvir cantadas na rua.
No verão do ano passado, ela tomava sol de topless na beira da piscina de casa. Eu, muito excitado ao vê-la andando pela casa, ficava espiando ela, me camuflando entre as cortinas da janela do andar de cima, tomando cuidado pra não ser visto.
Meu pai é um homem trabalhador, ele dirige um clube no México, é um pouco mais velho que ela, e por causa do trabalho, vive ausente de casa.
Vivi isso no verão passado e desde então não consigo parar de pensar nas imagens que ficaram gravadas na minha mente… pude ver minha mãe dando chifres no meu pai… e pra ser sincero, tenho que dizer que eu queria ter sido eu quem tava comendo ela, quando vi ela sendo comida de forma selvagem.


Meu pai, como quase sempre, estava viajando… Naquele fim de semana, eu saí de casa pra ir a um jogo amistoso com meus companheiros do clube, mas a parada complicou por causa de umas tempestades de verão, e voltei pra casa no sábado no fim da tarde, em vez de domingo como, a princípio, tinha dito pra minha mãe, Evangelina, que ia voltar. Quando cheguei em casa, estranhei ver o carro da minha mãe, Evangelina, estacionado do lado de fora, porque normalmente, aos sábados naquela hora, ela vai com minhas irmãs pra casa dos meus avós passar o dia com eles. Ao abrir a porta de casa sem pensar muito nisso… a gente mora numa casa numa área segura… e assim que entrei, vi na mesa da sala de jantar duas taças meio cheias de alguma bebida alcoólica e uma bolsa de esporte que nunca tinha visto por casa… e também não era minha. Algum instinto despertou em mim, e sem saber bem por quê, fechei a porta na surdina. Rapidamente, o silêncio da casa foi interrompido por uns barulhos confusos vindos do andar de cima, eram gemidos!
Subi as escadas em silêncio e com cuidado pra ninguém me ouvir. Quando cheguei no andar de cima, vi que a porta do quarto dos meus pais estava entreaberta. Tive certeza na hora: os gemidos vinham daquele quarto. A partir daí, não pensei muito, só sei que queria ver o que tava rolando lá dentro. Aí me enfiei de mansinho, bem quieto…

Acho que, no começo, eu esperava encontrar meus pais transando, mas o que vi foi bem diferente do que imaginava, embora fosse quase a mesma coisa… Minha mãe, Evangelina, estava completamente nua de quatro em cima da cama de casal, e atrás dela tinha um desconhecido, um garoto novo da minha idade, 16 anos, e ele tava comendo ela de forma selvagem!!! O moleque da minha idade, mais baixo que eu, tava metendo forte no cu dela, e a velocidade que ele empurrava por trás da minha mãe, Evangelina, era violenta, enquanto ela respondia com gemidos fortes que ecoavam até o primeiro andar da casa. E naquele momento, vendo eles trepando atrás da porta do quarto dos meus pais, pude ver como as tetas lindas e redondinhas dela balançavam violentamente uma na outra, e também vi como aquele garoto novo puxava ela pelos cabelos, jogando a cabeça dela pra trás com uma mão, enquanto com a outra dava tapas na bunda dela, continuando a meter forte! Minha mãe, Evangelina, cada vez gemia e gritava com mais energia.


Naquela altura da noite, eu já tava completamente excitado, meu pau duro apertando minha cueca e meu short... da minha posição, vendo aquele garoto novo comendo minha mãe, a Evangelina, e graças a uns espelhos que têm no armário do quarto dos meus pais, eu conseguia ver o show inteiro sem ser visto pela minha mãe, a Evangelina...




Me excitou pra caralho ouvir minha mãe Evangelina pedindo mais pra aquele cara jovem, que podia ser eu mesmo, como se eu tivesse comendo minha própria mãe Evangelina. Mas era aquele cara, e ainda por cima era mais baixo que eu, a diferença é que ele era dotado com uma piroca preta grossa de 22 centímetros, e a minha não chegava nem nos 10 centímetros. Eu abaixei o short junto com a cueca e comecei a me masturbar vendo ele comer minha mãe Evangelina, parado na porta do quarto dela, com o short abaixo dos meus joelhos.



Evangelina – Mais, mais, não para, por favor!!!! Franco – Sim, sim
Evangelina – Me fode, me fode… quero mais, mais forte, por favor
Eu ouvi e observei minha mãe Evangelina ter um orgasmo escandalosamente barulhento, mas aquele garoto ainda não tinha gozado, era incansável, e sem parar ele abriu as nádegas da bunda da minha mãe Evangelina, e de uma só estocada enfiou de novo com facilidade na bundinha aberta da minha mãe Evangelina. Ela ficou louca, gritava e arranhava a cama enquanto mordia um travesseiro. O garoto jovem não parava de comer a bunda dela com força, fazendo ela quicar com cada estocada que ele dava por trás na minha mãe Evangelina…



A essa altura da noite, eu já tava batendo uma com meu pau de 10 centímetros na mão. Daí ele começou a falar: Franco – como sua bunda se abre, putinha. Evangelina – tira ele do meu cuzinho minúsculo, por favor, tá doendo pra caralho…



Esse garoto não parava de comer a bunda da minha mãe, Evangelina. Ele tirava a pica do cu dela, batia com aquela pica enorme e grossa nas nádegas dela, e enfiava de novo com uma estocada no rabo. Minha mãe, Evangelina, continuava de quatro na cama dela, e eu pude ver ela abrindo as nádegas praquele garoto continuar comendo ela com força.




Minha mãe Evangelina, ao se virar e olhar pra porta do quarto dela, me encontrou com o short abaixo dos joelhos, me masturbando enquanto via ela trepando com um cara da minha idade. Aquele moleque novo, bem mais baixinho que eu, começou a soltar uns gritos de prazer enquanto gozava o leite dele em cima da bunda da minha mãe Evangelina.











daí minha mãe Evangelina se ajoelhando na frente daquele cara dotado, com o pau enorme e grosso de 22 centímetros, chicoteando a cara dela. daí eu também aproveitei a situação, o tesão e a putaria que tava sentindo naquele momento. me aproximei de onde minha mãe Evangelina tava ajoelhada, vim rápido com o short e a cueca no meu tênis, tirei tudo e deixei no chão do quarto dos meus pais, e fiquei do lado daquele cara jovem da minha idade. quando vi ele de perto, reconheci que era um dos meus colegas do clube onde eu jogava futebol, só que ele era de uma categoria acima. quando vi minha própria mãe Evangelina mais de perto, chupando e masturbando aquele cara, e eu tava do lado dele com meu pau duro me masturbando, até que minha mãe Evangelina começou a chupar o meu também. ela só me olhava e começou a comparar meu pau de 10 centímetros com aquele pau enorme de 22 centímetros grosso que ela tava masturbando enquanto chupava o meu, e voltava a chupar o dele, tentando engolir aquele pau preto enorme enquanto eu comecei a gozar na cara dela. ela só sorria pra nós dois, se levantou e foi pro banheiro, batendo a porta com força. nós dois ficamos nos olhando, e eu falei: já é tarde, amigo, hora de você ir embora da minha casa. apertei a mão dele, ele pegou toda a roupa e saiu se vestindo do quarto dos meus pais, indo pra porta pra sair da nossa casa.









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