Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começo este relato cumprimentando todos que esperaram pelo meu próximo relato. Isso aconteceu há um tempo (aconteceu entre janeiro e abril, só pra esclarecer).
Depois do que aconteceu nas festas, notei que tava rolando uma vibe estranha entre eu e minha mãe. Ela ficou mais distante, mais na dela, e até mudou o jeito de se vestir. Antes, ela usava shorts ou saias curtas e blusas mais decotadas ou justas, mas agora só anda de calça e blusa mais fechada. Essa mudança me pareceu estranha, ainda mais vindo dela, porque ela adora se vestir assim em casa. No fim, não liguei muito, pensei que ela só tava brava com meu pai, já que sempre que eles brigam, é ela quem muda o comportamento em casa. Mas isso já era problema dos dois. Uns dias depois que ela começou a agir assim, vi no celular dela várias mensagens do meu pai dizendo "me perdoa, eu não quis falar as coisas desse jeito". Quando fui ver o resto da conversa, descobri que meu pai disse pra ela se vestir mais coberta, porque incomodava ele, já que não gostava do que os conhecidos e amigos falavam dela. Parece que a forma como ele falou não foi a certa, ou não teve o tato adequado, o que fez ela ficar puta com ele. E foi por isso que ela mudou o jeito de se vestir. Mas, mesmo assim, não é como se trocar de roupa fosse esconder o corpo gostoso que ela tem. Enfim, acho que assim meu pai se sente mais seguro de que nada vai acontecer com ela. Os dias foram passando e o humor dela não mudava, até que meu pai pediu desculpas de verdade. E não parou por aí, porque à noite eu ouvi eles transando, e foi algo intenso. Confesso que fiquei com ciúmes, mas fazer o quê, né? No dia seguinte, acordei cedo e ainda vi meu pai antes dele sair. Ele me disse: "Não vai incomodar sua mãe, ela tá muito cansada, é melhor deixar ela dormir". Quando ele falou isso, imaginei que os dois quase não dormiram. Então falei que não ia encher o saco dela. Ele só virou as costas, se despediu e foi embora. Quando vi que ele tinha ido, fiquei curiosa pra saber se ela tava mesmo Minha mãe tava dormindo, então fui no quarto dela e abri a porta devagar pra não acordar ela, caso ela realmente tivesse dormindo. E tava mesmo, ela tava esticada na cama com o poncho até o pescoço. Quando cheguei perto, ela tava profundamente adormecida, então levantei um pouco o poncho e vi que ela tava sem sutiã. Por isso meu pai falou pra não incomodar ela, já que ela tava quase pelada.
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Cara, juro que tentei parar de olhar pras tetonas da minha mãe, mas o tesão falou mais alto. Então terminei de tirar aquele poncho dela pra apreciar melhor os peitos dela. Depois de ficar uns minutos só olhando, a putaria não me deixava em paz, então comecei a tocar ela cada vez mais, até o ponto que tava apertando as tetas dela e chupando os bicos. Ela só soltava uns gemidinhos baixos enquanto eu brincava com os peitos dela. Quis ir mais longe, mas ela começou a se mexer, e eu melhor saí do quarto antes que ela acordasse e percebesse o que eu tava fazendo. No resto daquele dia, ela parecia mais feliz que antes. Até perguntei: "E aí, tá tão feliz assim por quê?" Ela respondeu: "Aconteceu uma coisa que me deixou muito feliz." Eu já sabia do que ela tava falando: era o sexo que ela tinha tido com meu pai na noite anterior. Por mim, que ela fique feliz mesmo, já que ela começa a usar umas roupas bem gostosas em casa, e isso me deixa muito feliz também. Mas enfim, continuando... Naquele mesmo mês, as coisas iam bem, mas mudaram da noite pro dia. Acontece que uma colega de trabalho do meu pai tava dando em cima dele, mas ele nem ligava, porque ama muito a minha mãe. Mas a outra não aceitou um não como resposta e chegou ao ponto de ficar mandando mensagem no WhatsApp dele. Ele até me perguntou como bloquear ela, porque parecia que ela era insistente pra caralho na hora de escrever pra ele. A coisa chegou num ponto que um dia a gente tava de boa em casa, todo mundo na sala. Meu pai levantou do sofá e deixou o celular dele lá. Quando as notificações começaram a tocar, minha mãe ficou curiosa pra ver quem tava escrevendo pra ele. Eu tive um mau pressentimento e tentei impedir que ela visse quem era, por causa daquela obcecada pelo meu pai, mas não adiantou nada, porque ela viu as mensagens mesmo assim. Minha mãe não é ciumenta, porque sabe que meu pai ama ela, mas a coisa saiu do controle, porque não eram só mensagens que a outra tava mandando, mas também fotos de lingerie e até pelada. tava mandando mensagem pro meu pai e minha mãe entendeu errado na hora, pegou o telefone e teve uma briga enorme com ele, porque achou que ele tava me traindo, sendo que não era nada daquilo. Mas entre a raiva e a desconfiança que ela sentiu ao ver o que tavam mandando pra ele, não deixou ele explicar o que realmente tava rolando. No fim, ela acabou botando ele pra fora de casa sem dar chance de explicação. Ele, por sua vez, foi pra um hotel, já que minha mãe não ia deixar ele entrar. Minha mãe ficou muito puta e triste por algo que ela interpretou errado, e o resto do dia se trancou no quarto, só saindo no dia seguinte. Eu tentei explicar a situação dos mensagens que mandaram pro meu pai, mas ela não escutava nada do que eu falava. No outro dia, fui encontrar meu pai e conversar sobre o que aconteceu. Ele tava muito mal com tudo aquilo, e o fato da minha mãe não falar com ele pra resolver as coisas. Depois de conversar um pouco, ele me falou pra eu voltar pra ver como minha mãe tava. Quando cheguei em casa, senti um cheiro forte de álcool na cozinha, e era minha mãe, que passou o dia quase inteiro bebendo. Ela tava muito bêbada, e eu falei pra ela se não era melhor parar de beber e eu levar ela pro quarto. Ela, brava, respondeu: "Não, eu tenho que tomar banho antes". A verdade é que eu não queria deixar, porque ela tava muito bêbada e podia cair e se machucar, mas a teimosia dela venceu e eu deixei ela tomar banho. No fim, fiquei do lado de fora da porta, preocupado que algo pudesse acontecer com ela. Passaram 30 minutos e ela não saía, então abri a porta pra ver se tava tudo bem, mas não vi nada. Aí entrei no banheiro, cheguei perto do chuveiro e puxei um pouco a cortina. Ela só tava parada no box, deixando a água escorrer pelo corpo dela. Verdade seja dita, me animei um pouco, porque ela tava pelada na minha frente e não percebia que eu tava atrás. Melhor saí do banheiro e gritei perguntando se ela já ia sair, e ela respondeu que sim, já ia. Passaram uns minutos e ela saiu só de toalha. Percebi que o álcool já tava batendo, porque ela tava cambaleando, então segurei ela pela cintura e coloquei o braço dela no meu pescoço pra ajudar ela a andar até o quarto. No fim, levei ela e sentei na cama, mas ela parecia não reagir — tava caindo no sono. Aí terminei de deitar ela, tirei a roupa dela e mexi um pouco pra ela abrir os olhos. Ela acordou e eu falei: "Aqui tá sua roupa, se veste rápido e pode continuar dormindo." Ela tirou a toalha ainda deitada e parecia não ligar que eu tava ali com ela. Eu tava aproveitando a vista daquele corpo tão gostoso que ela tem.
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Como vocês podem imaginar, eu tava totalmente inquieto vendo ela completamente à minha mercê. Comecei a ter uma ereção bem visível, mas, mesmo pensando em começar a tocar ela um pouco melhor, decidi não fazer isso e deixar ela descansar. Então fechei a porta e deixei ela dormir. Voltando pro meu quarto, tava muito excitado, então comecei a me masturbar pra aliviar a ereção, mas não conseguia parar de pensar no corpo da minha mãe, e isso me deixava ainda mais tesudo. Aí resolvi pegar uma calcinha da minha mãe pra gozar mais rápido. Voltei no quarto dela pra pegar uma calcinha. Quando entrei, ela ainda tava na cama, de bruços, mostrando a bunda grande e gostosa dela. Isso me deixou ainda mais excitado. Quase comecei a apalpar ela e meter tudo, pra aliviar esse tesão que o corpo nu dela me causava, mas a excitação ainda não tinha nublado totalmente meu juízo. Peguei uma calcinha rapidinho e saí do quarto dela antes de fazer alguma merda. Voltei pro meu quarto, me masturbei e gozei na calcinha dela, conseguindo aliviar o tesão naquela noite. Na manhã seguinte, acordei cedo, algo incomum pra mim, mas tava com um pressentimento. Saí do quarto e procurei minha mãe pela casa, mas não achei ela. Então subi pro quarto dela e vi que a porta tava meio aberta. Espiei pra ver se ela tava lá, e sim, ela tava em pé perto da cama, só de calcinha, sem mais nada. Era uma vista muito gostosa. Levantei e bati na porta pra ver se ela deixava eu entrar e ver ela melhor, mas ela respondeu que tava se trocando e que eu não podia entrar. Fiquei meio decepcionado, mas fazia sentido.
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Naquele dia não rolou muito, ela ainda tava triste por causa do meu pai, mas parecia que tava se animando com o tempo. No fim da semana, perguntei se ela já ia deixar meu pai voltar. Ela parecia mais calma sobre o assunto, mas respondeu que queria mais um tempinho sozinha. Eu concordei, já que assim eu teria mais chances de ficar com ela. Continuei com minhas coisas normais, e ela também. Não parecia que meu pai fazia falta em casa, mas dava pra perceber que, mesmo brava, ela sentia falta dele. Às vezes, ela tinha uns baques no humor e começava a beber umas coisas, não muito bom, pra ser sincero, mas não tinha como mudar o que ela sentia. Um dia, as amigas dela chegaram e chamaram ela pra sair pra se distrair um pouco. Ela não tava muito convencida, mas eu convenci ela a sair com elas. No fim, ela foi com elas e eu fiquei de boa em casa. Já de noite, ou melhor, no começo da madrugada, ela chegou em casa. Bateu na porta e eu me assustei com o horário, porque não sabia que era ela. Quando abri a janelinha da porta, vi que era ela. Abri a porta e ela quase caiu tentando entrar. Acontece que as amigas levaram ela pra uma balada onde deixaram ela beber até não saber mais quem tava na frente. Mas beleza, ajudei ela a levantar e andar. Pra ser sincero, eu tava com muito sono, então tava difícil guiar ela até o quarto, mas consegui levar ela. Ela começou a murmurar e eu não entendia nada do que ela dizia. Coloquei ela na cama e já ia sair por causa do sono, mas ela sentou na cama, não parecia que queria levantar nem nada. O que ela fez foi tirar a calça. Pra ser sincero, não era novidade, ela costuma fazer isso quando tá muito bêbada. Mas continuando, ela terminou de tirar a calça e tava usando um fio dental. Isso me deixou com tesão, apesar de estar com muito sono. Ela continuou se despindo e deitou de lado, me deixando ver a bunda dela que tanto me excita. Me aproximei dela e comecei a levantar a bunda dela pra poder ver a buceta e o cu, mas por curiosidade o fio dental que ela tava usando cobria tudo, então com a outra mão puxei ele pro lado pra enxergar melhor.
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Desse jeito eu conseguia ver a buceta dela, que eu tava doido pra pegar. Não consegui evitar e comecei a acariciar a buceta dela com meu polegar, sentindo o calor que saía. Quando fiz isso, ela começou a gemer baixinho, o que me deixou ainda mais excitado. Continuei acariciando a buceta dela mais rápido, e ela gemia mais. Fiquei uns minutos nisso, e a buceta dela começou a ficar molhada rapidinho, o que fez meu pau ficar mais duro. Mas aí ela acordou e se virou pra me olhar. Ela tava com uma cara bem confusa ao me ver, parecia que não me reconhecia direito, porque me perguntou quem eu era. Assustado, respondi que era um amigo que ela tinha há mais de 10 anos. Ela, pelo bêbada que tava, parecia desconfiar, mas no fim acreditou em mim. Ela me perguntou o que eu tava fazendo na casa dela. A verdade é que eu tava em pânico e não sabia o que falar. A primeira coisa que me veio à cabeça foi dizer que tava lá pra ver como ela estava, por causa do que tava rolando com meu pai. Ela pareceu meio confusa e perguntou como eu sabia daquilo. Respondi que ela tinha me contado por mensagem e que eu tinha ido lá pra conversar com ela. Sentei na cama junto com ela e perguntei como ela tava. Ela disse que ainda se sentia com raiva por causa das fotos que mandaram pro meu pai, e que ficou com ciúmes. Eu respondi que ela não tinha motivo pra ter ciúmes ou raiva, porque ela tinha um corpo muito melhor que o da outra. Ela só riu e disse que eu tava falando aquilo só pra animar ela. Respondi que não era verdade e que, se ela tava com tanto ciúmes, era só ela mandar umas fotos sexys pro meu pai também. Ela disse que não ia fazer isso por causa da idade dela e que também não sabia como fazer essas fotos. Aí eu falei que, se ela quisesse, eu podia ajudar. Ela pareceu meio brava com a proposta, então, tentando convencer ela, disse que isso ia fazer meu pai dar mais atenção pra ela em casa. Ela, meio sem convicção, disse que sim, mas com uma condição: eu não podia contar que ajudei ela a fazer isso. Eu prometi, e ela perguntou como a gente começava. Isso me surpreendeu, mas fez sentido, já que ela tava muito bêbada. tava disposta a fazer de tudo, mas beleza, falei pra gente começar com umas poses sexys e simples pra começar. Ela disse que sim e começou a posar, e pra aproveitar, eu tirava as fotos com meu celular pra ter algo pra usar quando tivesse com tesão. Ela continuava posando, e eu falei se a gente podia tentar algo. Ela perguntou o que era, então eu falei que eram umas poses mais ousadas que a gente podia testar. Ela disse que sim, mas que eu tinha que fazer. Falei que, pra ter um ângulo melhor, eu precisava ficar deitado na cama, e ela se levantou dela, eu me deitei e ela perguntou: "E agora, o que eu tenho que fazer?" Respondi que ela tinha que subir em cima de mim pra tirar as fotos. Ela recusou e disse: "Como assim eu vou fazer isso se a gente é só amigo e eu só tava te ajudando a tirar umas fotos pro meu marido?" Eu, tentando acalmar ela, falei que não era pra gente transar nem nada do tipo, era só pelo ângulo que eu precisava pra ficar melhor. Ela continuou puta com a ideia e disse que não tava convencida, já que eu era homem e ela tava de calcinha e sutiã, que mais parecia lingerie. Mas beleza, eu respondi que iam ser só umas 4 ou 5 fotos desse jeito, nada mais, e que ela podia ficar tranquila porque eu ia fazer rápido. Ela, na dúvida, falou que só ia fazer se eu prometesse respeitar ela e não fazer nada desnecessário. Eu prometi e falei pra ela subir rápido em mim pra gente terminar logo. Ela, não muito feliz com o jeito que eu falei, disse: "Não, você não ia me respeitar?" Eu só ri e falei desculpa, mas pra ela subir na cama. Ela, ainda na dúvida, subiu e ficou em cima de mim, e eu falei pra ela posar. Ela fez, e comecei a tirar as fotos de frente. Depois de umas 4 fotos de frente, falei pra ela virar de costas pras outras fotos. Ela virou, me mostrando a bunda, e eu falei pra ela posar. No meio das fotos, falei se ela podia subir mais. Ela subiu mais, e a bunda dela ficou bem em cima da minha pica, que... Já tava dura, ela parecia não notar. Deixei quieto, mas não tava legal assim, então com a mão segurei a bunda dela e puxei pro lado. Ela virou pra mim e disse que eu tinha prometido respeitar ela. Respondi que era só pra arrumar o fio dela, já que tava saindo do lugar. Ela, meio desconfiada, falou pra eu continuar com as fotos pra poder descer de cima de mim. Só mandei ela virar pra continuar. Ela virou, e no meio das fotos comecei a sentir dor na pica de tão dura que tava. Perguntei se ela podia se mexer um pouco pra eu arrumar minha calça. Ela se mexeu, e como eu já não aguentava mais, tirei a pica da calça. Ela não tinha percebido isso. Com muito medo, falei que já tinha terminado e pra ela subir de novo. Ela subiu, e eu coloquei a pica pra cima pra ela não sentir. Ela perguntou se a gente ia continuar, e eu disse que sim, com o coração a mil. Segui tirando as fotos e até encostei a pica entre as nádegas dela. Ela perguntou o que era aquilo que eu tinha colocado em cima. Com uma resposta rápida, falei que era a capinha do celular que eu tinha tirado. Ela disse que tinha me assustado, porque pensou que era outra coisa.
Eu, todo nervoso, falei pra ela: "Como é que cê acha? Eu prometi te respeitar". Ela respondeu que eu tinha razão, que não precisava duvidar. Mesmo assim, eu tava nervoso tirando as fotos e falei que ela já podia se levantar. Quando ela tava se levantando, me apressei pra enfiar meu pau de volta na calça pra ela não ver. Quando ela ficou na minha frente, me perguntou se já tinha terminado. Eu não queria que acabasse ainda, então tive uma ideia e falei que dava pra tirar mais umas fotos. Ela perguntou por quê, já que eu tinha tirado várias. Eu disse que tinha umas últimas poses que podiam agradar meu pai. Ela perguntou como eram essas poses. Eu, todo animado com o que tava na minha cabeça, falei que ela só precisava ficar de quatro e eu fazia o resto. Ela perguntou o que ia ser diferente, já que eu já tinha tirado fotos assim. Respondi pra ela confiar em mim, que eu sabia o que tava fazendo. Ela, calma, disse que sim, subiu na cama e ficou de quatro. Isso me deixou com muito tesão. Ela disse que tava pronta. Eu falei pra ela relaxar e confiar. Ela concordou. Eu me aproximei e, com a mão, puxei o fiozinho da calcinha dela pro lado. Ela pulou quando fiz isso, se virou e sentou na cama, me perguntando brava: "O que cê tá fazendo, mexendo na minha calcinha assim?" Eu falei que era parte das fotos. Ela, puta, levantou, ajeitou o fio e disse, irritada, que eu tinha prometido respeitar ela durante as fotos. Eu, nervoso e assustado, falei que não era nada demais, que era só a pose. Ela não acreditou e quase me expulsou do quarto dela. Eu falei rápido que era totalmente parte da pose e que, se ela não acreditasse, eu podia mostrar que era verdade. Ela perguntou como é que eu achava que ela ia aceitar aquilo, sendo casada, e que eu só tava mentindo. Mesmo ela tendo razão, eu não ia desistir. Então, pesquisando rápido na internet, falei que esse tipo de pose era normal em fotos desse estilo e mostrei meu celular pra ela acreditar que era verdade. Ela hesitou, olhando o que mostrei, e disse que não. Ela podia deixar eu ver a buceta dela, já que era casada. Eu pensei rápido que poderia dar certo, então expliquei que só ia me posicionar no ângulo certo e fechar os olhos na hora de tirar a foto. Ela não pareceu convencida e me perguntou como podia ter certeza de que eu faria isso. Aí, procurando no quarto, encontrei uma venda que ela usa pra dormir e falei que colocaria aquilo pra tirar as fotos. Ela, um pouco mais confiante, disse que ela mesma colocaria em mim pra garantir que eu estivesse vendado. Eu aceitei, sabendo que tiraria no final. Ela mandou eu me posicionar pras fotos e, quando estivesse pronto, ela colocaria a venda e se posicionaria. Eu me ajoelhei na frente da cama e falei que tava pronto. Ela colocou a venda em mim e eu ouvi ela subir na cama. Perguntei se ela tava na posição, ela disse que sim, então tirei a foto e falei pra ela dar uma olhada pra ver se tinha saído boa. Ela se virou, eu entreguei o celular e tirei a venda. Ela disse que tava boa. Pedi o celular de volta pra tirar as outras, ela me deu e colocou a venda de novo. Perguntei se ela tava pronta, ela respondeu que sim. Aproveitando que ela tava confiante de que eu ainda tava vendado, eu baixei a venda pra ver como ela tava — e não me arrependo. Consegui ver ela de quatro, abrindo as nádegas, mostrando a buceta como se tivesse me chamando pra transar. Eu continuei tirando fotos, mas meu pau tava no limite, durasso, já não aguentava mais. Eu continuei fingindo que não via nada, dava pra ver a buceta dela ficando cada vez mais molhada, brilhando de tão molhada que tava. Não dava mais, então falei que ia mudar de ângulo pras últimas fotos. Ela disse que sim e se virou. Eu coloquei a venda de novo pra ela não desconfiar. Ela tirou e mandou eu me ajeitar. Eu me encostei na cama e falei que tava pronto. Ela perguntou se eu ia tirar as fotos em pé, e eu respondi que sim. Se ela não desconfiou e colocou a venda em mim, virou e ficou na posição e me disse que estava pronta. Naquele momento, eu já estava pensando no que queria fazer. Disse que tiraria as fotos em pé, então me mandou ir para a cama e falei que já estava pronto. Ela colocou a venda de novo e foi se ajoelhar de quatro, separando as nádegas com as mãos, deixando à mostra aquela buceta deliciosa. Aí, aproveitando que ela estava confiante de que eu não estava vendo, baixei a venda até o pescoço e pude ver a buceta dela — era como se estivesse me chamando pra meter, mas eu tinha que ser paciente, senão tudo ia por água abaixo, e eu não queria isso. Então falei que daria um passo pra trás pra ver se as fotos saíam melhores com um pouco de distância. Ela disse pra eu dar o passo, mas tomar cuidado, já que segundo ela ainda estava de olhos vendados. Dei o passo pra trás e me agachei pra apreciar melhor a buceta dela. Quando estava de frente, vi que ela estava toda molhada, dava pra ver que estava excitada, e isso me surpreendeu — não sabia que ela ficava assim com esse tipo de foto, mas enfim, não era algo que ela fosse me contar de qualquer jeito. Continuando com as fotos, ela parou de ouvir o som da câmera e perguntou por que eu tinha parado. Respondendo rápido, falei que só estava trocando de mão. Ela respondeu: "Tá bom, mas se apressa que tô me sentindo estranha nessa posição". Então passei o celular pra outra mão e continuei tirando as fotos, mas ela não sabia que com a mão livre eu baixei a pijama o suficiente pra deixar meu pau pra fora, já que tava durasso, a ponto de sentir ele pulsando — tava muito excitado vendo aquela buceta. Aí me levantei devagar pra ela não ouvir o que eu tava fazendo e me aproximei o bastante pra que meu pau chegasse na buceta dela com só mais um passo. A ponta do meu pau ia tocar a buceta dela, mas nisso ela tirou as mãos das nádegas e perguntou se podia deitar a cabeça na cama, porque tava Meu pescoço já tava doendo, respondi rápido que sim pra evitar que ela virasse e me visse do jeito que eu tava. Ela ia ficar puta da vida e me expulsar do quarto, mas por sorte não aconteceu. Ela só deitou a cabeça na cama e, pra não levantar suspeitas, perguntei se ela já tava pronta pra continuar e que assumisse a posição de antes. Ela disse que sim e colocou as mãos de novo na bunda, separando e deixando à mostra a buceta dela, que já tava começando a escorrer de tão excitada. Eu continuei tirando as fotos pra ela não virar e me ver. Tava com muito tesão, então fui me aproximando cada vez mais com a pica na mão, pronto pra meter direto, mas se fizesse isso, tudo podia dar merda. Aí cheguei perto o suficiente pra ponta da minha pica encostar na buceta dela. Dava pra sentir o calor e o quanto ela tava molhada, mas nisso ela falou que alguma coisa tava tocando ela. Isso me assustou, dei um passo pra trás e perguntei onde ela sentiu que tavam tocando. Ela respondeu: "Senti que me tocaram atrás." E eu: "Onde atrás?" Ela só disse: "Sabe que acho que não foi nada? Continua com as fotos." Quando ela falou isso, consegui respirar de novo. Foi por pouco. Ainda assim, precisava fazer alguma coisa pra conseguir comer ela no final. Então falei: "Ei, que tal a gente fazer umas fotos mais ousadas?" Ela respondeu: "Como assim?" Eu disse: "Bom, você podia, sabe, acariciar sua buceta pras fotos." Mas ela não gostou muito da ideia e falou: "Acho que isso já é demais." Só que eu precisava fazer ela topar, principalmente pra ter essas fotos pra mim, mas também pra conseguir transar com ela. Aí falei: "Não é demais, afinal essas fotos são só pro seu marido e mais ninguém." Ela hesitou e, quando percebi que ela ia virar pra olhar, rapidamente enfiei a pica de volta na pijama e levantei a venda. Ela terminou de virar e disse: "Tá bom, vou fazer. Mas me promete que não vai me espionar nem nada." Confiante, eu disse que ela podia confiar em mim e que me avisasse quando. Quando ela estava na posição, se virou e me disse que estava pronta. Com uma mão, afastou uma das nádegas e, com a outra, começou a acariciar a própria buceta. Dava pra ouvir uns gemidinhos saindo da boca dela, mas pra mim era uma paisagem incrível, então comecei a tirar as fotos. Com a outra mão, puxei meu pau e fui me aproximando pra ver melhor, enquanto continuava tirando as fotos pra não levantar suspeitas. Mas aquilo não era suficiente — se eu queria comer aquela buceta gostosa, tinha que deixar ela mais excitada. Então me levantei e falei: "Ei, que tal, pras fotos finais, você já sabe, enfia um ou dois dedos aí?" Ouvi ela responder, irritada: "Não, isso já é demais. E além do mais, não dava pra fazer uma coisa dessas na minha frente, afinal somos amigos. Acho que já chega de tudo isso." A verdade é que eu estava ficando nervoso, porque se ela parasse, eu ia ficar muito excitado e não queria isso. Então falei algo que sabia que ia doer nela: "Se você quer parar, tudo bem, mas aquela colega do seu marido não se segurou com as fotos que eu mandei pra ela." Depois disso, não ouvi nada — talvez eu tivesse passado dos limites. Mas ela disse: "Tá bom, vou fazer, mas só duas ou três fotos, nada mais." Eu respondi: "Tá bom, você manda." Ela se virou, ficou de quatro e começou a acariciar a própria buceta, e depois enfiou um dedo. Ela me disse que já estava pronta, então comecei a tirar as fotos. Dava pra ouvir ela gemendo cada vez mais. Tirei a venda pra ver aquela cena ao vivo, e a verdade é que não me arrependo — era uma coisa muito quente de ver. E assim, de só ter um dedo lá dentro, ela passou pra dois e depois três. Eu estava ficando cada vez mais excitado, meu pau já não aguentava mais, precisava enfiar nele o mais rápido possível. Nisso, ela disse que já era o suficiente e que ia parar. Eu sabia por que ela dizia aquilo — era porque ela estava ficando mais excitada do que o normal. Mas eu precisava que ela ficasse ainda mais quente pra aproveitar e comer ela. Então falei: "Tá bom, última foto desse jeito e a gente para." Ela aceitou. E, me aproximando devagar dela com a... Com o pau na mão e muito nervoso, esperei ela tirar os dedos da buceta dela. Assim que ela tirou, aproveitei e enfiei a ponta do meu pau na buceta. Ela só soltou um gemido de prazer, não disse mais nada. E antes que eu pudesse pensar mais, enfiei o pau todo na buceta dela. Ela deu um pulo pra cima de susto. Eu tava muito feliz, depois de tudo, consegui enfiar o pau nela e, fácil, acho que por ela estar tão molhada, foi fácil de meter. Continuando, ela só levantou a cabeça e virou pra olhar pra mim. Me disse algo com raiva: "O que você pensa que tá fazendo?" A verdade é que eu não sabia o que responder, então só comecei a mexer meus quadris, assim podia aproveitar um pouco mais da buceta dela. Mesmo parecendo brava, ela não tinha força suficiente pra resistir por causa da bebedeira que já tava. Então continuei me movendo mais rápido, tirando e enfiando meu pau. Ela me dizia pra parar, que tava errado, que ela já era casada. Pra mim, tanto fez, e continuei comendo ela com força pra ela não ir embora. Nisso, ela tentou sair, se mexendo pra frente, mas eu não ia deixar ela ir tão fácil. Então enfiei minha mão até a raiz do cabelo dela e puxei pra cima. Ela só soltou um gemido muito forte, que me deixou mais excitado. Enquanto continuava comendo ela por trás, segurava ela pelo cabelo pra evitar que fosse embora e segurava a cintura dela com minha mão, assim podia controlar a distância que ela colocava entre nós.
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Continua o mais rápido possível pra que ela esquecesse que não queria. Eu pude sentir como a buceta dela estava muito quente por dentro e como saía muito dos seus sucos, isso me deixava mais duro e eu queria comer ela ainda mais. E foi assim, enquanto eu comia ela, decidi mudar de posição, então levantei ela da cama, me deitei e coloquei ela por cima de mim. Desse jeito, ela montaria no meu pau, e foi o que aconteceu. Enquanto ela ainda resistia, eu continuava comendo ela do meu jeito, podia ver como a bunda dela quicava no meu pau cada vez que subia e descia, isso me deixava mais excitado. Então, aproveitando, fiz ela se virar e me olhar de frente, e comecei a chupar os peitos dela. Ela tentou me afastar, mas não conseguia. Enquanto eu continuava chupando os peitos dela, ela começou a se mover, só pulando em cima do meu pau, já estava gostando. E eu também, sentir meu pau chegando no fundo da buceta dela ainda me deixa excitado até hoje.
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Mas deixando de lado a lembrança e continuando de onde parei, eu continuei chupando e mordendo os peitos dela, que parecia que ela tava gostando. Aí deitei ela na cama e fiz um papai-e-mamãe, vocês sabem, pra poder ver como as tetas dela balançavam. Desse jeito dava pra ver que eu tava penetrando mais fundo naquela buceta, e ela tava adorando. Então, pra ir com tudo, segurei os dois pulsos dela com as mãos, puxei ela pra mim e comecei a meter mais rápido e mais rápido, até que só dava pra ouvir o barulho da cama rangendo, os gemidos que ela soltava e o som da buceta e do cu dela enquanto meu pau chegava no fundo. Ela já não aguentava mais, afinal eu tava comendo ela com muita vontade, e foi aí que ela gozou. Curiosamente, foi tão forte que ela chegou a esguichar — parece que eu mandei bem pra caralho. E enquanto ela gozava, enfiei tudo de uma vez até o talo e gozei dentro dela. Fiquei muito satisfeito com como as coisas terminaram.
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Depois disso, nós dois estávamos bem cansados, principalmente ela. E mesmo querendo deixar ela descansar, não dava pra perder essa oportunidade, já que não sei quando poderia rolar de novo. Então, com esforço, me levantei e consegui deixar ela dura de novo. Aí segurei ela e fui comendo até que ou eu desmaiasse primeiro ou não conseguisse mais ficar duro. Pra ser sincero, não lembro o que veio primeiro. O que lembro é que ela não parava de gemer enquanto eu comia ela. Quando abri os olhos, já era dia, o que não me surpreendeu muito, já que ela chegou de madrugada. Pensei que não tinha passado muito tempo, mas quando vi o relógio, já eram 11h da manhã. Isso sim me surpreendeu, porque minha mãe acorda cedo, mas dessa vez não. E se eu era o motivo, quando me virei, ela estava dormindo do meu lado, completamente exausta e satisfeita. E por que digo isso? Bem, os lençóis não se molham sozinhos, né? E eu estava super acabado, quase não sentia a pica. Isso só me disse que muito provavelmente eu comi ela a madrugada inteira, mas não lembro de tudo. No final, levantei rápido da cama pra ela não me ver ali. Afinal, acho que ela não ia ficar feliz em me ver pelado e dormindo na mesma cama que ela, que também estava nua. Então peguei minha roupa, saí do quarto dela, me tranquei no meu, me troquei e desci pra cozinha pra comer algo, porque tava sem forças. Umas 1 hora depois, minha mãe desceu do quarto dela. Parecia meio cansada, mas curiosamente bem feliz. Até perguntei: "Milagre você estar tão feliz assim?" E ela só respondeu que não lembrava o porquê, mas sentia que algo bom tinha acontecido. E realmente aconteceu: fui eu. Parece que ela gostou bastante de como eu comi ela. Então, no futuro, talvez tenha mais oportunidades, quem sabe? E é isso, vou terminando o relato. Se tão se perguntando o que aconteceu depois, não foi muita coisa. Minha mãe deixou meu pai voltar, eles se reconciliaram e transaram mais do que o normal naquela semana. Coisas assim, sabe? É assim que termina o relato. Desculpa pela demora em postar, mas tive que resumir a história o máximo possível, e mesmo resumindo, ficou meio longa. Mas espero que vocês gostem. Deixem uma nota boa no relato pra eu saber que curtiram. É isso, tchau pra todo mundo, e espero que quem ler esse relato tenha muita ação em breve como recompensa 👍👍
P.S.: Mandem foto da teta 🤣🤣🤣
Depois do que aconteceu nas festas, notei que tava rolando uma vibe estranha entre eu e minha mãe. Ela ficou mais distante, mais na dela, e até mudou o jeito de se vestir. Antes, ela usava shorts ou saias curtas e blusas mais decotadas ou justas, mas agora só anda de calça e blusa mais fechada. Essa mudança me pareceu estranha, ainda mais vindo dela, porque ela adora se vestir assim em casa. No fim, não liguei muito, pensei que ela só tava brava com meu pai, já que sempre que eles brigam, é ela quem muda o comportamento em casa. Mas isso já era problema dos dois. Uns dias depois que ela começou a agir assim, vi no celular dela várias mensagens do meu pai dizendo "me perdoa, eu não quis falar as coisas desse jeito". Quando fui ver o resto da conversa, descobri que meu pai disse pra ela se vestir mais coberta, porque incomodava ele, já que não gostava do que os conhecidos e amigos falavam dela. Parece que a forma como ele falou não foi a certa, ou não teve o tato adequado, o que fez ela ficar puta com ele. E foi por isso que ela mudou o jeito de se vestir. Mas, mesmo assim, não é como se trocar de roupa fosse esconder o corpo gostoso que ela tem. Enfim, acho que assim meu pai se sente mais seguro de que nada vai acontecer com ela. Os dias foram passando e o humor dela não mudava, até que meu pai pediu desculpas de verdade. E não parou por aí, porque à noite eu ouvi eles transando, e foi algo intenso. Confesso que fiquei com ciúmes, mas fazer o quê, né? No dia seguinte, acordei cedo e ainda vi meu pai antes dele sair. Ele me disse: "Não vai incomodar sua mãe, ela tá muito cansada, é melhor deixar ela dormir". Quando ele falou isso, imaginei que os dois quase não dormiram. Então falei que não ia encher o saco dela. Ele só virou as costas, se despediu e foi embora. Quando vi que ele tinha ido, fiquei curiosa pra saber se ela tava mesmo Minha mãe tava dormindo, então fui no quarto dela e abri a porta devagar pra não acordar ela, caso ela realmente tivesse dormindo. E tava mesmo, ela tava esticada na cama com o poncho até o pescoço. Quando cheguei perto, ela tava profundamente adormecida, então levantei um pouco o poncho e vi que ela tava sem sutiã. Por isso meu pai falou pra não incomodar ela, já que ela tava quase pelada.
(Imagem de referência)
Cara, juro que tentei parar de olhar pras tetonas da minha mãe, mas o tesão falou mais alto. Então terminei de tirar aquele poncho dela pra apreciar melhor os peitos dela. Depois de ficar uns minutos só olhando, a putaria não me deixava em paz, então comecei a tocar ela cada vez mais, até o ponto que tava apertando as tetas dela e chupando os bicos. Ela só soltava uns gemidinhos baixos enquanto eu brincava com os peitos dela. Quis ir mais longe, mas ela começou a se mexer, e eu melhor saí do quarto antes que ela acordasse e percebesse o que eu tava fazendo. No resto daquele dia, ela parecia mais feliz que antes. Até perguntei: "E aí, tá tão feliz assim por quê?" Ela respondeu: "Aconteceu uma coisa que me deixou muito feliz." Eu já sabia do que ela tava falando: era o sexo que ela tinha tido com meu pai na noite anterior. Por mim, que ela fique feliz mesmo, já que ela começa a usar umas roupas bem gostosas em casa, e isso me deixa muito feliz também. Mas enfim, continuando... Naquele mesmo mês, as coisas iam bem, mas mudaram da noite pro dia. Acontece que uma colega de trabalho do meu pai tava dando em cima dele, mas ele nem ligava, porque ama muito a minha mãe. Mas a outra não aceitou um não como resposta e chegou ao ponto de ficar mandando mensagem no WhatsApp dele. Ele até me perguntou como bloquear ela, porque parecia que ela era insistente pra caralho na hora de escrever pra ele. A coisa chegou num ponto que um dia a gente tava de boa em casa, todo mundo na sala. Meu pai levantou do sofá e deixou o celular dele lá. Quando as notificações começaram a tocar, minha mãe ficou curiosa pra ver quem tava escrevendo pra ele. Eu tive um mau pressentimento e tentei impedir que ela visse quem era, por causa daquela obcecada pelo meu pai, mas não adiantou nada, porque ela viu as mensagens mesmo assim. Minha mãe não é ciumenta, porque sabe que meu pai ama ela, mas a coisa saiu do controle, porque não eram só mensagens que a outra tava mandando, mas também fotos de lingerie e até pelada. tava mandando mensagem pro meu pai e minha mãe entendeu errado na hora, pegou o telefone e teve uma briga enorme com ele, porque achou que ele tava me traindo, sendo que não era nada daquilo. Mas entre a raiva e a desconfiança que ela sentiu ao ver o que tavam mandando pra ele, não deixou ele explicar o que realmente tava rolando. No fim, ela acabou botando ele pra fora de casa sem dar chance de explicação. Ele, por sua vez, foi pra um hotel, já que minha mãe não ia deixar ele entrar. Minha mãe ficou muito puta e triste por algo que ela interpretou errado, e o resto do dia se trancou no quarto, só saindo no dia seguinte. Eu tentei explicar a situação dos mensagens que mandaram pro meu pai, mas ela não escutava nada do que eu falava. No outro dia, fui encontrar meu pai e conversar sobre o que aconteceu. Ele tava muito mal com tudo aquilo, e o fato da minha mãe não falar com ele pra resolver as coisas. Depois de conversar um pouco, ele me falou pra eu voltar pra ver como minha mãe tava. Quando cheguei em casa, senti um cheiro forte de álcool na cozinha, e era minha mãe, que passou o dia quase inteiro bebendo. Ela tava muito bêbada, e eu falei pra ela se não era melhor parar de beber e eu levar ela pro quarto. Ela, brava, respondeu: "Não, eu tenho que tomar banho antes". A verdade é que eu não queria deixar, porque ela tava muito bêbada e podia cair e se machucar, mas a teimosia dela venceu e eu deixei ela tomar banho. No fim, fiquei do lado de fora da porta, preocupado que algo pudesse acontecer com ela. Passaram 30 minutos e ela não saía, então abri a porta pra ver se tava tudo bem, mas não vi nada. Aí entrei no banheiro, cheguei perto do chuveiro e puxei um pouco a cortina. Ela só tava parada no box, deixando a água escorrer pelo corpo dela. Verdade seja dita, me animei um pouco, porque ela tava pelada na minha frente e não percebia que eu tava atrás. Melhor saí do banheiro e gritei perguntando se ela já ia sair, e ela respondeu que sim, já ia. Passaram uns minutos e ela saiu só de toalha. Percebi que o álcool já tava batendo, porque ela tava cambaleando, então segurei ela pela cintura e coloquei o braço dela no meu pescoço pra ajudar ela a andar até o quarto. No fim, levei ela e sentei na cama, mas ela parecia não reagir — tava caindo no sono. Aí terminei de deitar ela, tirei a roupa dela e mexi um pouco pra ela abrir os olhos. Ela acordou e eu falei: "Aqui tá sua roupa, se veste rápido e pode continuar dormindo." Ela tirou a toalha ainda deitada e parecia não ligar que eu tava ali com ela. Eu tava aproveitando a vista daquele corpo tão gostoso que ela tem.(Imagem de referência)
Como vocês podem imaginar, eu tava totalmente inquieto vendo ela completamente à minha mercê. Comecei a ter uma ereção bem visível, mas, mesmo pensando em começar a tocar ela um pouco melhor, decidi não fazer isso e deixar ela descansar. Então fechei a porta e deixei ela dormir. Voltando pro meu quarto, tava muito excitado, então comecei a me masturbar pra aliviar a ereção, mas não conseguia parar de pensar no corpo da minha mãe, e isso me deixava ainda mais tesudo. Aí resolvi pegar uma calcinha da minha mãe pra gozar mais rápido. Voltei no quarto dela pra pegar uma calcinha. Quando entrei, ela ainda tava na cama, de bruços, mostrando a bunda grande e gostosa dela. Isso me deixou ainda mais excitado. Quase comecei a apalpar ela e meter tudo, pra aliviar esse tesão que o corpo nu dela me causava, mas a excitação ainda não tinha nublado totalmente meu juízo. Peguei uma calcinha rapidinho e saí do quarto dela antes de fazer alguma merda. Voltei pro meu quarto, me masturbei e gozei na calcinha dela, conseguindo aliviar o tesão naquela noite. Na manhã seguinte, acordei cedo, algo incomum pra mim, mas tava com um pressentimento. Saí do quarto e procurei minha mãe pela casa, mas não achei ela. Então subi pro quarto dela e vi que a porta tava meio aberta. Espiei pra ver se ela tava lá, e sim, ela tava em pé perto da cama, só de calcinha, sem mais nada. Era uma vista muito gostosa. Levantei e bati na porta pra ver se ela deixava eu entrar e ver ela melhor, mas ela respondeu que tava se trocando e que eu não podia entrar. Fiquei meio decepcionado, mas fazia sentido.(Imagem de referência)
Naquele dia não rolou muito, ela ainda tava triste por causa do meu pai, mas parecia que tava se animando com o tempo. No fim da semana, perguntei se ela já ia deixar meu pai voltar. Ela parecia mais calma sobre o assunto, mas respondeu que queria mais um tempinho sozinha. Eu concordei, já que assim eu teria mais chances de ficar com ela. Continuei com minhas coisas normais, e ela também. Não parecia que meu pai fazia falta em casa, mas dava pra perceber que, mesmo brava, ela sentia falta dele. Às vezes, ela tinha uns baques no humor e começava a beber umas coisas, não muito bom, pra ser sincero, mas não tinha como mudar o que ela sentia. Um dia, as amigas dela chegaram e chamaram ela pra sair pra se distrair um pouco. Ela não tava muito convencida, mas eu convenci ela a sair com elas. No fim, ela foi com elas e eu fiquei de boa em casa. Já de noite, ou melhor, no começo da madrugada, ela chegou em casa. Bateu na porta e eu me assustei com o horário, porque não sabia que era ela. Quando abri a janelinha da porta, vi que era ela. Abri a porta e ela quase caiu tentando entrar. Acontece que as amigas levaram ela pra uma balada onde deixaram ela beber até não saber mais quem tava na frente. Mas beleza, ajudei ela a levantar e andar. Pra ser sincero, eu tava com muito sono, então tava difícil guiar ela até o quarto, mas consegui levar ela. Ela começou a murmurar e eu não entendia nada do que ela dizia. Coloquei ela na cama e já ia sair por causa do sono, mas ela sentou na cama, não parecia que queria levantar nem nada. O que ela fez foi tirar a calça. Pra ser sincero, não era novidade, ela costuma fazer isso quando tá muito bêbada. Mas continuando, ela terminou de tirar a calça e tava usando um fio dental. Isso me deixou com tesão, apesar de estar com muito sono. Ela continuou se despindo e deitou de lado, me deixando ver a bunda dela que tanto me excita. Me aproximei dela e comecei a levantar a bunda dela pra poder ver a buceta e o cu, mas por curiosidade o fio dental que ela tava usando cobria tudo, então com a outra mão puxei ele pro lado pra enxergar melhor.(Imagem de referência)
Desse jeito eu conseguia ver a buceta dela, que eu tava doido pra pegar. Não consegui evitar e comecei a acariciar a buceta dela com meu polegar, sentindo o calor que saía. Quando fiz isso, ela começou a gemer baixinho, o que me deixou ainda mais excitado. Continuei acariciando a buceta dela mais rápido, e ela gemia mais. Fiquei uns minutos nisso, e a buceta dela começou a ficar molhada rapidinho, o que fez meu pau ficar mais duro. Mas aí ela acordou e se virou pra me olhar. Ela tava com uma cara bem confusa ao me ver, parecia que não me reconhecia direito, porque me perguntou quem eu era. Assustado, respondi que era um amigo que ela tinha há mais de 10 anos. Ela, pelo bêbada que tava, parecia desconfiar, mas no fim acreditou em mim. Ela me perguntou o que eu tava fazendo na casa dela. A verdade é que eu tava em pânico e não sabia o que falar. A primeira coisa que me veio à cabeça foi dizer que tava lá pra ver como ela estava, por causa do que tava rolando com meu pai. Ela pareceu meio confusa e perguntou como eu sabia daquilo. Respondi que ela tinha me contado por mensagem e que eu tinha ido lá pra conversar com ela. Sentei na cama junto com ela e perguntei como ela tava. Ela disse que ainda se sentia com raiva por causa das fotos que mandaram pro meu pai, e que ficou com ciúmes. Eu respondi que ela não tinha motivo pra ter ciúmes ou raiva, porque ela tinha um corpo muito melhor que o da outra. Ela só riu e disse que eu tava falando aquilo só pra animar ela. Respondi que não era verdade e que, se ela tava com tanto ciúmes, era só ela mandar umas fotos sexys pro meu pai também. Ela disse que não ia fazer isso por causa da idade dela e que também não sabia como fazer essas fotos. Aí eu falei que, se ela quisesse, eu podia ajudar. Ela pareceu meio brava com a proposta, então, tentando convencer ela, disse que isso ia fazer meu pai dar mais atenção pra ela em casa. Ela, meio sem convicção, disse que sim, mas com uma condição: eu não podia contar que ajudei ela a fazer isso. Eu prometi, e ela perguntou como a gente começava. Isso me surpreendeu, mas fez sentido, já que ela tava muito bêbada. tava disposta a fazer de tudo, mas beleza, falei pra gente começar com umas poses sexys e simples pra começar. Ela disse que sim e começou a posar, e pra aproveitar, eu tirava as fotos com meu celular pra ter algo pra usar quando tivesse com tesão. Ela continuava posando, e eu falei se a gente podia tentar algo. Ela perguntou o que era, então eu falei que eram umas poses mais ousadas que a gente podia testar. Ela disse que sim, mas que eu tinha que fazer. Falei que, pra ter um ângulo melhor, eu precisava ficar deitado na cama, e ela se levantou dela, eu me deitei e ela perguntou: "E agora, o que eu tenho que fazer?" Respondi que ela tinha que subir em cima de mim pra tirar as fotos. Ela recusou e disse: "Como assim eu vou fazer isso se a gente é só amigo e eu só tava te ajudando a tirar umas fotos pro meu marido?" Eu, tentando acalmar ela, falei que não era pra gente transar nem nada do tipo, era só pelo ângulo que eu precisava pra ficar melhor. Ela continuou puta com a ideia e disse que não tava convencida, já que eu era homem e ela tava de calcinha e sutiã, que mais parecia lingerie. Mas beleza, eu respondi que iam ser só umas 4 ou 5 fotos desse jeito, nada mais, e que ela podia ficar tranquila porque eu ia fazer rápido. Ela, na dúvida, falou que só ia fazer se eu prometesse respeitar ela e não fazer nada desnecessário. Eu prometi e falei pra ela subir rápido em mim pra gente terminar logo. Ela, não muito feliz com o jeito que eu falei, disse: "Não, você não ia me respeitar?" Eu só ri e falei desculpa, mas pra ela subir na cama. Ela, ainda na dúvida, subiu e ficou em cima de mim, e eu falei pra ela posar. Ela fez, e comecei a tirar as fotos de frente. Depois de umas 4 fotos de frente, falei pra ela virar de costas pras outras fotos. Ela virou, me mostrando a bunda, e eu falei pra ela posar. No meio das fotos, falei se ela podia subir mais. Ela subiu mais, e a bunda dela ficou bem em cima da minha pica, que... Já tava dura, ela parecia não notar. Deixei quieto, mas não tava legal assim, então com a mão segurei a bunda dela e puxei pro lado. Ela virou pra mim e disse que eu tinha prometido respeitar ela. Respondi que era só pra arrumar o fio dela, já que tava saindo do lugar. Ela, meio desconfiada, falou pra eu continuar com as fotos pra poder descer de cima de mim. Só mandei ela virar pra continuar. Ela virou, e no meio das fotos comecei a sentir dor na pica de tão dura que tava. Perguntei se ela podia se mexer um pouco pra eu arrumar minha calça. Ela se mexeu, e como eu já não aguentava mais, tirei a pica da calça. Ela não tinha percebido isso. Com muito medo, falei que já tinha terminado e pra ela subir de novo. Ela subiu, e eu coloquei a pica pra cima pra ela não sentir. Ela perguntou se a gente ia continuar, e eu disse que sim, com o coração a mil. Segui tirando as fotos e até encostei a pica entre as nádegas dela. Ela perguntou o que era aquilo que eu tinha colocado em cima. Com uma resposta rápida, falei que era a capinha do celular que eu tinha tirado. Ela disse que tinha me assustado, porque pensou que era outra coisa.
Eu, todo nervoso, falei pra ela: "Como é que cê acha? Eu prometi te respeitar". Ela respondeu que eu tinha razão, que não precisava duvidar. Mesmo assim, eu tava nervoso tirando as fotos e falei que ela já podia se levantar. Quando ela tava se levantando, me apressei pra enfiar meu pau de volta na calça pra ela não ver. Quando ela ficou na minha frente, me perguntou se já tinha terminado. Eu não queria que acabasse ainda, então tive uma ideia e falei que dava pra tirar mais umas fotos. Ela perguntou por quê, já que eu tinha tirado várias. Eu disse que tinha umas últimas poses que podiam agradar meu pai. Ela perguntou como eram essas poses. Eu, todo animado com o que tava na minha cabeça, falei que ela só precisava ficar de quatro e eu fazia o resto. Ela perguntou o que ia ser diferente, já que eu já tinha tirado fotos assim. Respondi pra ela confiar em mim, que eu sabia o que tava fazendo. Ela, calma, disse que sim, subiu na cama e ficou de quatro. Isso me deixou com muito tesão. Ela disse que tava pronta. Eu falei pra ela relaxar e confiar. Ela concordou. Eu me aproximei e, com a mão, puxei o fiozinho da calcinha dela pro lado. Ela pulou quando fiz isso, se virou e sentou na cama, me perguntando brava: "O que cê tá fazendo, mexendo na minha calcinha assim?" Eu falei que era parte das fotos. Ela, puta, levantou, ajeitou o fio e disse, irritada, que eu tinha prometido respeitar ela durante as fotos. Eu, nervoso e assustado, falei que não era nada demais, que era só a pose. Ela não acreditou e quase me expulsou do quarto dela. Eu falei rápido que era totalmente parte da pose e que, se ela não acreditasse, eu podia mostrar que era verdade. Ela perguntou como é que eu achava que ela ia aceitar aquilo, sendo casada, e que eu só tava mentindo. Mesmo ela tendo razão, eu não ia desistir. Então, pesquisando rápido na internet, falei que esse tipo de pose era normal em fotos desse estilo e mostrei meu celular pra ela acreditar que era verdade. Ela hesitou, olhando o que mostrei, e disse que não. Ela podia deixar eu ver a buceta dela, já que era casada. Eu pensei rápido que poderia dar certo, então expliquei que só ia me posicionar no ângulo certo e fechar os olhos na hora de tirar a foto. Ela não pareceu convencida e me perguntou como podia ter certeza de que eu faria isso. Aí, procurando no quarto, encontrei uma venda que ela usa pra dormir e falei que colocaria aquilo pra tirar as fotos. Ela, um pouco mais confiante, disse que ela mesma colocaria em mim pra garantir que eu estivesse vendado. Eu aceitei, sabendo que tiraria no final. Ela mandou eu me posicionar pras fotos e, quando estivesse pronto, ela colocaria a venda e se posicionaria. Eu me ajoelhei na frente da cama e falei que tava pronto. Ela colocou a venda em mim e eu ouvi ela subir na cama. Perguntei se ela tava na posição, ela disse que sim, então tirei a foto e falei pra ela dar uma olhada pra ver se tinha saído boa. Ela se virou, eu entreguei o celular e tirei a venda. Ela disse que tava boa. Pedi o celular de volta pra tirar as outras, ela me deu e colocou a venda de novo. Perguntei se ela tava pronta, ela respondeu que sim. Aproveitando que ela tava confiante de que eu ainda tava vendado, eu baixei a venda pra ver como ela tava — e não me arrependo. Consegui ver ela de quatro, abrindo as nádegas, mostrando a buceta como se tivesse me chamando pra transar. Eu continuei tirando fotos, mas meu pau tava no limite, durasso, já não aguentava mais. Eu continuei fingindo que não via nada, dava pra ver a buceta dela ficando cada vez mais molhada, brilhando de tão molhada que tava. Não dava mais, então falei que ia mudar de ângulo pras últimas fotos. Ela disse que sim e se virou. Eu coloquei a venda de novo pra ela não desconfiar. Ela tirou e mandou eu me ajeitar. Eu me encostei na cama e falei que tava pronto. Ela perguntou se eu ia tirar as fotos em pé, e eu respondi que sim. Se ela não desconfiou e colocou a venda em mim, virou e ficou na posição e me disse que estava pronta. Naquele momento, eu já estava pensando no que queria fazer. Disse que tiraria as fotos em pé, então me mandou ir para a cama e falei que já estava pronto. Ela colocou a venda de novo e foi se ajoelhar de quatro, separando as nádegas com as mãos, deixando à mostra aquela buceta deliciosa. Aí, aproveitando que ela estava confiante de que eu não estava vendo, baixei a venda até o pescoço e pude ver a buceta dela — era como se estivesse me chamando pra meter, mas eu tinha que ser paciente, senão tudo ia por água abaixo, e eu não queria isso. Então falei que daria um passo pra trás pra ver se as fotos saíam melhores com um pouco de distância. Ela disse pra eu dar o passo, mas tomar cuidado, já que segundo ela ainda estava de olhos vendados. Dei o passo pra trás e me agachei pra apreciar melhor a buceta dela. Quando estava de frente, vi que ela estava toda molhada, dava pra ver que estava excitada, e isso me surpreendeu — não sabia que ela ficava assim com esse tipo de foto, mas enfim, não era algo que ela fosse me contar de qualquer jeito. Continuando com as fotos, ela parou de ouvir o som da câmera e perguntou por que eu tinha parado. Respondendo rápido, falei que só estava trocando de mão. Ela respondeu: "Tá bom, mas se apressa que tô me sentindo estranha nessa posição". Então passei o celular pra outra mão e continuei tirando as fotos, mas ela não sabia que com a mão livre eu baixei a pijama o suficiente pra deixar meu pau pra fora, já que tava durasso, a ponto de sentir ele pulsando — tava muito excitado vendo aquela buceta. Aí me levantei devagar pra ela não ouvir o que eu tava fazendo e me aproximei o bastante pra que meu pau chegasse na buceta dela com só mais um passo. A ponta do meu pau ia tocar a buceta dela, mas nisso ela tirou as mãos das nádegas e perguntou se podia deitar a cabeça na cama, porque tava Meu pescoço já tava doendo, respondi rápido que sim pra evitar que ela virasse e me visse do jeito que eu tava. Ela ia ficar puta da vida e me expulsar do quarto, mas por sorte não aconteceu. Ela só deitou a cabeça na cama e, pra não levantar suspeitas, perguntei se ela já tava pronta pra continuar e que assumisse a posição de antes. Ela disse que sim e colocou as mãos de novo na bunda, separando e deixando à mostra a buceta dela, que já tava começando a escorrer de tão excitada. Eu continuei tirando as fotos pra ela não virar e me ver. Tava com muito tesão, então fui me aproximando cada vez mais com a pica na mão, pronto pra meter direto, mas se fizesse isso, tudo podia dar merda. Aí cheguei perto o suficiente pra ponta da minha pica encostar na buceta dela. Dava pra sentir o calor e o quanto ela tava molhada, mas nisso ela falou que alguma coisa tava tocando ela. Isso me assustou, dei um passo pra trás e perguntei onde ela sentiu que tavam tocando. Ela respondeu: "Senti que me tocaram atrás." E eu: "Onde atrás?" Ela só disse: "Sabe que acho que não foi nada? Continua com as fotos." Quando ela falou isso, consegui respirar de novo. Foi por pouco. Ainda assim, precisava fazer alguma coisa pra conseguir comer ela no final. Então falei: "Ei, que tal a gente fazer umas fotos mais ousadas?" Ela respondeu: "Como assim?" Eu disse: "Bom, você podia, sabe, acariciar sua buceta pras fotos." Mas ela não gostou muito da ideia e falou: "Acho que isso já é demais." Só que eu precisava fazer ela topar, principalmente pra ter essas fotos pra mim, mas também pra conseguir transar com ela. Aí falei: "Não é demais, afinal essas fotos são só pro seu marido e mais ninguém." Ela hesitou e, quando percebi que ela ia virar pra olhar, rapidamente enfiei a pica de volta na pijama e levantei a venda. Ela terminou de virar e disse: "Tá bom, vou fazer. Mas me promete que não vai me espionar nem nada." Confiante, eu disse que ela podia confiar em mim e que me avisasse quando. Quando ela estava na posição, se virou e me disse que estava pronta. Com uma mão, afastou uma das nádegas e, com a outra, começou a acariciar a própria buceta. Dava pra ouvir uns gemidinhos saindo da boca dela, mas pra mim era uma paisagem incrível, então comecei a tirar as fotos. Com a outra mão, puxei meu pau e fui me aproximando pra ver melhor, enquanto continuava tirando as fotos pra não levantar suspeitas. Mas aquilo não era suficiente — se eu queria comer aquela buceta gostosa, tinha que deixar ela mais excitada. Então me levantei e falei: "Ei, que tal, pras fotos finais, você já sabe, enfia um ou dois dedos aí?" Ouvi ela responder, irritada: "Não, isso já é demais. E além do mais, não dava pra fazer uma coisa dessas na minha frente, afinal somos amigos. Acho que já chega de tudo isso." A verdade é que eu estava ficando nervoso, porque se ela parasse, eu ia ficar muito excitado e não queria isso. Então falei algo que sabia que ia doer nela: "Se você quer parar, tudo bem, mas aquela colega do seu marido não se segurou com as fotos que eu mandei pra ela." Depois disso, não ouvi nada — talvez eu tivesse passado dos limites. Mas ela disse: "Tá bom, vou fazer, mas só duas ou três fotos, nada mais." Eu respondi: "Tá bom, você manda." Ela se virou, ficou de quatro e começou a acariciar a própria buceta, e depois enfiou um dedo. Ela me disse que já estava pronta, então comecei a tirar as fotos. Dava pra ouvir ela gemendo cada vez mais. Tirei a venda pra ver aquela cena ao vivo, e a verdade é que não me arrependo — era uma coisa muito quente de ver. E assim, de só ter um dedo lá dentro, ela passou pra dois e depois três. Eu estava ficando cada vez mais excitado, meu pau já não aguentava mais, precisava enfiar nele o mais rápido possível. Nisso, ela disse que já era o suficiente e que ia parar. Eu sabia por que ela dizia aquilo — era porque ela estava ficando mais excitada do que o normal. Mas eu precisava que ela ficasse ainda mais quente pra aproveitar e comer ela. Então falei: "Tá bom, última foto desse jeito e a gente para." Ela aceitou. E, me aproximando devagar dela com a... Com o pau na mão e muito nervoso, esperei ela tirar os dedos da buceta dela. Assim que ela tirou, aproveitei e enfiei a ponta do meu pau na buceta. Ela só soltou um gemido de prazer, não disse mais nada. E antes que eu pudesse pensar mais, enfiei o pau todo na buceta dela. Ela deu um pulo pra cima de susto. Eu tava muito feliz, depois de tudo, consegui enfiar o pau nela e, fácil, acho que por ela estar tão molhada, foi fácil de meter. Continuando, ela só levantou a cabeça e virou pra olhar pra mim. Me disse algo com raiva: "O que você pensa que tá fazendo?" A verdade é que eu não sabia o que responder, então só comecei a mexer meus quadris, assim podia aproveitar um pouco mais da buceta dela. Mesmo parecendo brava, ela não tinha força suficiente pra resistir por causa da bebedeira que já tava. Então continuei me movendo mais rápido, tirando e enfiando meu pau. Ela me dizia pra parar, que tava errado, que ela já era casada. Pra mim, tanto fez, e continuei comendo ela com força pra ela não ir embora. Nisso, ela tentou sair, se mexendo pra frente, mas eu não ia deixar ela ir tão fácil. Então enfiei minha mão até a raiz do cabelo dela e puxei pra cima. Ela só soltou um gemido muito forte, que me deixou mais excitado. Enquanto continuava comendo ela por trás, segurava ela pelo cabelo pra evitar que fosse embora e segurava a cintura dela com minha mão, assim podia controlar a distância que ela colocava entre nós. (Imagem de referência)
Continua o mais rápido possível pra que ela esquecesse que não queria. Eu pude sentir como a buceta dela estava muito quente por dentro e como saía muito dos seus sucos, isso me deixava mais duro e eu queria comer ela ainda mais. E foi assim, enquanto eu comia ela, decidi mudar de posição, então levantei ela da cama, me deitei e coloquei ela por cima de mim. Desse jeito, ela montaria no meu pau, e foi o que aconteceu. Enquanto ela ainda resistia, eu continuava comendo ela do meu jeito, podia ver como a bunda dela quicava no meu pau cada vez que subia e descia, isso me deixava mais excitado. Então, aproveitando, fiz ela se virar e me olhar de frente, e comecei a chupar os peitos dela. Ela tentou me afastar, mas não conseguia. Enquanto eu continuava chupando os peitos dela, ela começou a se mover, só pulando em cima do meu pau, já estava gostando. E eu também, sentir meu pau chegando no fundo da buceta dela ainda me deixa excitado até hoje.(Imagem de referência)
Mas deixando de lado a lembrança e continuando de onde parei, eu continuei chupando e mordendo os peitos dela, que parecia que ela tava gostando. Aí deitei ela na cama e fiz um papai-e-mamãe, vocês sabem, pra poder ver como as tetas dela balançavam. Desse jeito dava pra ver que eu tava penetrando mais fundo naquela buceta, e ela tava adorando. Então, pra ir com tudo, segurei os dois pulsos dela com as mãos, puxei ela pra mim e comecei a meter mais rápido e mais rápido, até que só dava pra ouvir o barulho da cama rangendo, os gemidos que ela soltava e o som da buceta e do cu dela enquanto meu pau chegava no fundo. Ela já não aguentava mais, afinal eu tava comendo ela com muita vontade, e foi aí que ela gozou. Curiosamente, foi tão forte que ela chegou a esguichar — parece que eu mandei bem pra caralho. E enquanto ela gozava, enfiei tudo de uma vez até o talo e gozei dentro dela. Fiquei muito satisfeito com como as coisas terminaram.(Imagem de referência)
Depois disso, nós dois estávamos bem cansados, principalmente ela. E mesmo querendo deixar ela descansar, não dava pra perder essa oportunidade, já que não sei quando poderia rolar de novo. Então, com esforço, me levantei e consegui deixar ela dura de novo. Aí segurei ela e fui comendo até que ou eu desmaiasse primeiro ou não conseguisse mais ficar duro. Pra ser sincero, não lembro o que veio primeiro. O que lembro é que ela não parava de gemer enquanto eu comia ela. Quando abri os olhos, já era dia, o que não me surpreendeu muito, já que ela chegou de madrugada. Pensei que não tinha passado muito tempo, mas quando vi o relógio, já eram 11h da manhã. Isso sim me surpreendeu, porque minha mãe acorda cedo, mas dessa vez não. E se eu era o motivo, quando me virei, ela estava dormindo do meu lado, completamente exausta e satisfeita. E por que digo isso? Bem, os lençóis não se molham sozinhos, né? E eu estava super acabado, quase não sentia a pica. Isso só me disse que muito provavelmente eu comi ela a madrugada inteira, mas não lembro de tudo. No final, levantei rápido da cama pra ela não me ver ali. Afinal, acho que ela não ia ficar feliz em me ver pelado e dormindo na mesma cama que ela, que também estava nua. Então peguei minha roupa, saí do quarto dela, me tranquei no meu, me troquei e desci pra cozinha pra comer algo, porque tava sem forças. Umas 1 hora depois, minha mãe desceu do quarto dela. Parecia meio cansada, mas curiosamente bem feliz. Até perguntei: "Milagre você estar tão feliz assim?" E ela só respondeu que não lembrava o porquê, mas sentia que algo bom tinha acontecido. E realmente aconteceu: fui eu. Parece que ela gostou bastante de como eu comi ela. Então, no futuro, talvez tenha mais oportunidades, quem sabe? E é isso, vou terminando o relato. Se tão se perguntando o que aconteceu depois, não foi muita coisa. Minha mãe deixou meu pai voltar, eles se reconciliaram e transaram mais do que o normal naquela semana. Coisas assim, sabe? É assim que termina o relato. Desculpa pela demora em postar, mas tive que resumir a história o máximo possível, e mesmo resumindo, ficou meio longa. Mas espero que vocês gostem. Deixem uma nota boa no relato pra eu saber que curtiram. É isso, tchau pra todo mundo, e espero que quem ler esse relato tenha muita ação em breve como recompensa 👍👍P.S.: Mandem foto da teta 🤣🤣🤣
0 comentários - Começando o ano de surpresa com minha mãe