Parte 1: A convivência e o primo
Meus pais tinham ido pro exterior atrás de uma oportunidade financeira que não podiam recusar, me deixando preso durante o período escolar na casa da minha tia. O pior não foi a mudança de casa, mas o espaço que me deram: ia ter que dividir quarto com meu primo.
Não levei nem três dias pra me encher dele. Era um cara gordo, o retrato vivo do fracasso, que passava as vinte e quatro horas do dia trancado, vidrado na tela do celular entre anime e pornografia barata. A falta de vergonha na cara que ele tinha num espaço tão pequeno me dava nojo.
Uma noite, com o brilho da tela dela iluminando o teto e os gemidos abafados saindo do fone mal encaixado, não aguentei mais.
—Dá pra dar uma maneirada? —falei, virando na cama com irritação—. Tô aqui do lado, tem um pouco de decência.
Ele virou o rosto gordo na minha direção, com os olhos semicerrados e um sorriso idiota meio apagado.
—Ah, foi mal... desculpa aí —murmurou com uma voz preguiçosa e falsa.
Ela se virou, fingindo que estava se ajeitando pra dormir. Sabia perfeitamente que era uma encenação. Dez minutos depois, o rangido do colchão e o brilho sutil debaixo das cobertas denunciavam que ela já estava naquela de novo.
Com o passar das semanas, o insuportável virou uma rotina doentia. Virou um costume noturno ouvir as respirações pesadas dele e ver o vai e vem rítmico do lençol. No começo, eu tentava ignorar, enfiando a cabeça no travesseiro; afinal, eu também não era nenhum santo e me masturbava, mas tinha a decência de me trancar no banheiro e fazer aquilo em particular.
Parte 2: A noiva e a garota popular
Ter namorada nessas condições virou um verdadeiro inferno. Passávamos quase o tempo todo juntos, mas a intimidade tinha virado um luxo impossível desde que me mudei pra casa da minha tia. Ela morria de vontade de ficar a sós comigo, de se pelar e se acabar comigo sem pressa, mas toda vez que tentávamos nos trancar no quarto, o idiota do meu primo tava lá no meio.
—Não tô incomodando, sério. Se eu tô de fone, nem me percebo — falava com a voz monótona, colado no computador jogando ou vendo anime.
Mas era mentira. O corpo obeso enorme dele transbordava da cadeira, e o eco da respiração pesada flutuava no ar, estragando qualquer tentativa de nos esquentar. Minha namorada odiava ele.
—É um nojento, amor. Me dá uma repulsa danada ele estar ali respirando enquanto você me toca — ela sussurrava no meu ouvido, xingando ele sem filtro. Eu não a parava; pelo contrário, compartilhava a raiva dela porque aquele infeliz tava ferrando com a nossa vida sexual.
Por puro desespero, a gente começou a se pegar no colégio. Matávamos as aulas chatas e nos trancávamos nos banheiros do andar de cima, onde quase ninguém ia. Esses momentos eram pura adrenalina e necessidade. Eu a encurralava contra a parede dos cubículos, levantando a saia do uniforme enquanto ela desabotoava minha calça com as mãos tremendo de tanta pressa. Ela tinha uns peitos lindos, firmes, que pulavam pra fora da blusa quando eu apertava com força, e um corpo perigosamente gostoso que me enlouquecia. Minha pica afundava nela com uma urgência selvagem, curtindo a bucetinha apertada enquanto ela abafava os gemidos no meu pescoço pra ninguém nos descobrir. Naqueles dias, eu me sentia o cara mais sortudo do mundo. Mas o destino ainda tinha uma surpresa muito mais foda guardada pra mim.
Tudo começou no Instagram. Do nada, a mina mais popular, gostosa e inalcançável da escola cravou os olhos no meu perfil. Quando vi a primeira mensagem direta dela, meu coração parou.
Tô te observando muito ultimamente..., ela me escreveu. Me confessou que morria de vontade de se aproximar, mas que tinha pânico do que iam pensar e a timidez a travava na hora na frente dos outros. No entanto, por trás da tela, as palavras dela eram puro fogo: deixou bem claro que me queria com uma intensidade que beirava a obsessão, como ninguém nunca tinha desejado outro homem.
No começo, achei que era uma conta falsa ou uma zoeira de mau gosto, mas mandei uns prints pro meu melhor amigo e ele confirmou que a conta era cem por cento real. Era ela mesmo.
A partir daí, as noites mudaram de cor. Começamos a falar no telefone por horas, trocando fantasias cada vez mais sujas e explícitas. Pessoalmente, mantínhamos o pacto: ela cruzava o olhar comigo nos corredores com uma timidez fingida, preferindo que não nos vissem juntos até o fim do ano. Sabia perfeitamente que eu tinha namorada, e ela tava pouco se lixando; na verdade, o perigo parecia deixá-la mais excitada. E eu... a culpa não durava nem um segundo quando pensava no corpo dela. A fidelidade foi pro caralho. Faltavam só uns meses pra formatura e eu já só conseguia pensar numa coisa: meter a pica até o fundo e comer aquela bunda perfeita.


Parte 3: A escalada dos fetiches e os desafios
Com o passar das semanas, as conversas noturnas no chat cruzaram uma linha sem volta. A timidez da garota popular se dissolveu completamente atrás da tela e o tom ficou pra caralho sombrio e explícito. Ela confessou que, por trás da fachada de aluna perfeita e mocinha de família, escondia uma mente torta, viciada nos fetiches mais extremos. No começo, perguntei por pura curiosidade e pra entrar na dela, mas as respostas dela deixaram minha pica dura feito pedra.
Ele falava comigo com toda naturalidade sobre fantasias degangbangdo seu desejo obsessivo de ser usada por vários homens ao mesmo tempo, de ser banhada em porra até se afogar e de ser tratada como uma verdadeira puta submissa. Era uma loucura. Nos corredores do colégio, você via ela com o uniforme impecável, tirando as melhores notas, mas na intimidade do quarto dela era uma completa e absoluta vadia que escorria tesão pelos poros.
Imaginar o corpinho dela, miúdo e perfeito, sendo submetido a umas putarias daquelas fez minha testosterona ir pra um nível doentio. Comecei a bater uma como um maldito louco, procurando na internet exatamente o que ela me descrevia. Meu histórico encheu de vídeos hardcore: hordas de negões enormes com paus monstruosos destruindo as partes íntimas de garotas magrinhas mas gostosas, idênticas à minha namorada secreta. Ela mesma começou a agir como minha fornecedora de pornô; toda semana me recomendava categorias novas, deixando claro o gosto torto dela por ver paus gigantescos arrebentando mulheres indefesas.
Pronto viramos dois viciados, dois doentes alimentando a depravação um do outro com links, áudios picantes e confissões sujas. Foi aí que ele me apresentou ao mundo dos PMV (Porn Music Videos): clipes frenéticos de sexo pesado editados no ritmo de música forte e alucinante que te derretiam o cérebro.
—Isso é só o começo, amor... —ele sussurrou uma noite num áudio que me fez tremer—. Quero que a gente leve isso pro próximo nível. Quero ver se você é mesmo o homem que diz ser.
Aceitei sem hesitar, completamente cego pela luxúria. Assim começaram as semanas de desafios, uma dinâmica de controle e submissão digital que me deixava à beira do abismo.
Enquanto isso, manter minha vida normal virou um inferno. Eu estava tão superestimulado que não conseguia mais controlar minhas ereções nem minha vontade de gozar a toda hora. A necessidade de me aliviar era física e dolorosa. Com minha namorada de verdade, a coisa virou puramente animal; toda vez que a gente se via, eu arrastava ela pra foder com uma urgência que ao mesmo tempo assustava e excitava ela. Até o desespero me fez quebrar meus próprios limites na casa da minha tia: quando a vontade batia forte e a gente não podia sair, eu tirava notas da minha carteira e pagava pro meu primo idiota desocupar o quarto por algumas horas. Ele pegava o dinheiro com aquele sorriso imbecil e vazava, deixando o cômodo livre pra eu meter a pica na minha namorada em cima da mesma cama onde, noites atrás, o ar parecia pesado de tanto tesão. Eu tava perdendo o controle, e o pior é que eu amava aquilo.


Parte 4: Mudanças e o cinto de castidade
O excesso de estímulo começou a cobrar um preço fodido no meu corpo. Algo estranho e frustrante estava rolando: toda vez que eu tava com a minha namorada de verdade, eu penava pra manter a pica dura. Só a presença do corpo nu dela, que antes me deixava louco, já não bastava pra ativar meu cérebro derretido pelo pornô extremo. Pra conseguir dar conta e ficar firme, eu me vi obrigado a apelar pra truques desesperados: deixava o celular ligado de fundo com os vídeos hardcore no mudo ou colocava a música frenética dos PMV pra o ritmo acender meu cérebro. Pra piorar, quando conseguia meter nela, eu gozava em dois minutos. Era patético.
Minha namorada, claro, não demorou pra perceber a mudança.
—Amor... o que foi? Você não tá durando nada —ela me disse uma tarde, me olhando entre preocupada e frustrada enquanto limpava a porra da barriga.
—É o estresse da escola, a pressão das provas finais e o confinamento na casa da minha tia, sério. Tá me deixando com a cabeça fervendo — menti, me esquivando como dava. Ela acreditou em mim, mas a culpa durou pouco. Minha mente já era de outra pessoa.
Os desafios semanais com minha namorada virtual tinham virado um vício incontrolável. Ela me obrigava a cumprir missões cada vez mais bizarras, arriscadas e excitantes. Mandava eu ir pra escola sem cueca, sentindo o tecido da calça do uniforme roçando direto no meu pau hipersensível durante as aulas; me mandava bater uma contra o relógio nos banheiros públicos do colégio ou me trancar no chuveiro depois da educação física pra gozar pensando nela. O desafio mais tarado era na minha própria casa: eu tinha que esperar meu primo terminar de bater uma, ouvir os gemidos dele, e bem na hora que ele se limpava e se ajeitava pra dormir, eu começava a me tocar na minha cama, enchendo o quarto com o cheiro fresco da nossa porra acumulada. Eram humilhações bestas na aparência, mas deixavam meu pau duro igual pedra.
Foi nesse ponto sem volta que a dinâmica deu uma virada sombria. Minha namorada virtual mudou as regras do jogo. Ela confessou que o fetiche absoluto dela agora era a dominação e a submissão do homem. Eu, completamente cego pelo tesão e convencido de que tinha o controle total da situação por estar atrás de uma tela, entrei na dela sem hesitar.
—Tranquilo, você vai fazer exatamente o que eu mandar — ele me ordenou num texto que arrepiou a minha pele.
Começamos com coisas leves, medindo minha resistência. Ela me proibiu de bater punheta a menos que me desse permissão explícita por chat; me mandou ignorar minha namorada de verdade por dois dias inteiros, inventando qualquer desculpa, e me obrigou a consumir pornô de submissão e empregadinhas. Mas a escala não parou por aí. O conteúdo que ela me mandava começou a evoluir pro ladohipno-sissye o condicionamento mental. Nas telas dos vídeos já não tinha negões de pau grande, mas sim imagens piscando, música hipnótica de baixa frequência e minas gostosas, mas com pirocas pequenas, dando ordens diretas de humilhação. No começo, me convenci de que não era nada demais, que eram só mulheres com um plus e que eu ainda era o macho da história.

Parte 5: O pacote e as mudanças físicas
Durante essas semanas, o clima ficou pesado e distorcido. Uma tarde, enquanto tentava comer minha namorada de verdade num dos nossos encontros desesperados, notei no rosto dela uma careta de insatisfação e estranheza que gelou meu sangue. Ela se afastou um pouco, me olhando com desânimo.
—Não leva a mal, amor... mas tem algo estranho aí embaixo —ela soltou, ajeitando a saia—. Não é mais a mesma coisa. Não sei como explicar, mas você já não me preenche, não chega tão fundo. É como se tivesse encolhido.
Senti um golpe direto no meu orgulho. Fiquei vermelho de raiva e vergonha, tentando disfarçar o pânico que percorreu meu corpo.
—Você é louca, tá viajando na maionese —respondi, tentando soar durão. Pra calar a boca dela e mudar de assunto, empurrei ela na cama e desci direto pra entreperna dela. Fiz um oral selvagem e desesperado nela até ela gozar tremendo. Com isso consegui que ela calasse a boca, mas a dúvida ficou cravada na minha cabeça igual um parasita.
Uns dias depois, chegou na casa da minha tia um pacote no meu nome. Ela tinha mandado, minha dominadora virtual. Com o coração disparando no peito, me tranquei no quarto e rasguei o embrulho. O que encontrei lá dentro me deixou gelado, com a boca seca e o pau pulsando de puro medo: eram autênticos artefatos de submissão. Um cinto de castidade de plástico duro e aço, um kit de dilatadores anais de silicone preto, um tubo de lubrificante grosso e um dildo enorme, com um formato e veias esculpidas de um jeito perturbadoramente realista.
Respondi na hora, com as mãos tremendo. A resposta dela chegou num instante, carregada da frieza e do sadismo de uma dominatrix absoluta.
Você vai colocar esse cinto agora mesmo, sua putinha., ordenava o texto.Você vai usar essa porra cada segundo que não estiver com sua namorada. Acabou a punheta pra você. E se um dia quiser sentir o prazer de gozar de novo, vai ter que aprender a fazer por trás, igual as putas dos vídeos. Que nem a vadia que você é.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Fiquei olhando pra tela, paralisado. Qualquer homem com um pingo de dignidade teria mandado ela pra puta que pariu de louca e jogado tudo no lixo. Mas eu... pra mim, a ideia de me ajoelhar e me sentir completamente inferior àquela mulher tão perfeita e desejada me deu um curto-circuito na mente. A submissão me excitou num nível doentio. Obedeci. Tranquei meu pau no dispositivo de castidade, sentindo o frio do plástico anular tudo.minha masculinidade, e entreguei a ela o controle do meu prazer.
Mas o jogo não acabava ali. Ela me impôs uma nova regra obrigatória: toda noite eu tinha que dormir assistindo uns vídeos que ela mesma editava com áudios de hipnose. Eram clipes estranhos, hipnóticos; mostravam mulheres lindas de corpos perfeitos, peitos redondos e bundas oleosas dançando na frente da câmera, mas nunca tinha penetração convencional. A única coisa que se via, uma e outra vez de forma frenética, eram garotas gostosas ajoelhadas, chupando paus monstruosamente grossos, venosos e suculentos, enquanto uma voz distorcida repetia no meu ouvido como era prazeroso se render a uma rola grande.
No dei importância no começo, pensando que era só pornô bizarro. Mas depois de algumas semanas trancada na castidade, de estimulação anal com os dilatadores e de engolir aquela hipnose noturna, o espelho me mostrou uma realidade aterrorizante e excitante.
Ao sair do chuveiro, fiquei paralisado olhando meu reflexo. Alguma coisa na minha anatomia tinha mudado. Não sei se era o efeito psicológico do pornô, os hormônios da obsessão ou o próprio cinto, mas meu corpo já não era mais o mesmo. Minha silhueta tinha ficado meio sensual, curvada; a pele dos meus ombros e barriga estava uma porra de uma sedosa ao toque, meus mamilos tinham inchado formando uns peitinhos incipientes e provocantes, meus traços faciais estavam mais finos, estilizados, e meu quadril tinha alargado sutilmente, deixando minha bunda com um formato redondo e provocador. Eu olhava para minhas mãos e depois para o quadril, assustado, mas com uma ereção frustrada e presa que queimava por dentro. Eu estava me transformando no que ela queria.

Parte 6: A ruptura e a submissão anal
Uma parte de mim sabia que tudo isso não fazia o menor sentido, que eu estava cruzando limites perigosos e que devia cortar aquela situação pela raiz. Mas o vício psicológico era forte demais; a satisfação intensa e distorcida de ser dominado por uma mulher tão gostosa me mantinha completamente acorrentado.
A crise estourou uma tarde no quarto. Minha namorada de verdade e eu estávamos prestes a transar. Na minha cabeça, estimulado pela sacanagem, eu sentia que tava durão, mas quando ela baixou a mão procurando minha virilha, a expressão dela mudou completamente. Ela apalpou sem entender nada.
—Já tá duro, amor? —ela me perguntou, me olhando com uma mistura de decepção e estranheza.
—Sim... bem, algo assim —respondi, engolindo saliva com dificuldade.
Meu pau sempre foi pequeno quando mole, do tipo "time sangue", então precisava de muita estimulação pra atingir o tamanho real. Usando o cinto de castidade tantas horas por dia, eu não tinha notado uma mudança drástica a olho nu, mas era nos momentos de intimidade com ela que a realidade nua e crua ficava evidente: meu membro tava atrofiando, ficando visivelmente menor e mais fraco por causa do confinamento.
Enquanto a gente ficava em silêncio, encarando de forma patética minha ereção murcha, a porta se escancarou. Era meu primo, que vinha saindo do banho com uma toalha mal amarrada na cintura; a gente nem tinha percebido que ele tinha voltado mais cedo da faculdade. A falta de cuidado foi fatal. Quando nos viramos, a toalha do meu primo se abriu com o movimento, deixando a virilha dele exposta por uns segundos.
Minha namorada fixou o olhar ali e os olhos dela se arregalaram. A decepção no rosto dela se transformou em algo pior quando ela confirmou, ao vivo e a cores, que o pau do meu primo era visualmente muito maior que o meu. Bem, na verdade não era uma questão de comprimento, mas ele era do "time carne" e o membro dele em repouso era grosso, pesado e massivo. O contraste com a minha pequena e frustrada rola foi devastador.
—¡Que porra é essa, idiota?! Sai daqui! —gritei pro meu primo, descontando minha humilhação. Ele gaguejou um pedido de desculpas com aquela cara de bobo e fechou a porta na hora.
O estrago já tava feito. Minha namorada me olhou com um desprezo nojento que me cortou até os ossos. O silêncio no quarto tava sufocante.
—Acho que o melhor é a gente dar um tempo —ela falou com uma voz gelada, cheia de frustração e raiva, enquanto se vestia às pressas.
Ver o desprezo dela me fez sentir estranhão, deu um curto-circuito na minha mente: fiquei tão anulado que nem reagi pra implorar ou me oferecer pra satisfazer ela com a boca. Só fiquei ali, paralisado, vendo ela ir embora. Nos dias seguintes no colégio, ela me tratou com uma distância total. A comparação dolorosa com meu primo gordo tinha destruído minha imagem diante dela; claramente ela tinha parado de me ver como um macho, como um homem capaz de satisfazer ela.
Afundado na frustração e com a masculinidade em frangalhos, procurei o único refúgio que me restava: meu romance virtual. Entrei naquela mesma noite e confessei pra minha dominatrix que tinha sido mandado embora. Longe de ficar puta, a resposta dela foi estranhamente reconfortante, com uma doçura sádica.
Tranquilo, minha putinha..., ele me escreveu.«Agora que aquela mulher te largou por não ser homem o suficiente, vamos fazer algo pra te animar e lembrar qual é o teu verdadeiro lugar.»Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Em seguida, inundou o chat com vídeos tutoriais explícitos pra dilatar o cu e guias detalhados que explicavam os benefícios prostáticos, o prazer da submissão e o quão gostoso era se entregar por completo. Me explicou passo a passo como usar o kit de silicone que tinha me mandado, me preparando psicologicamente pra quebrar minha última barreira de resistência. Sem namorada, humilhado e com o corpo se transformando, a ideia de me abrir e ser possuído pelos brinquedos da minha dona virou minha única e obsessiva prioridade.





Parte 7: Descoberta do prazer anal e o colapso
No começo, eu custava a processar o que tava fazendo, mas os tutoriais eram claros: explicavam com detalhe científico e tarado que o cu masculino esconde uma zona erógena capaz de provocar orgasmos tão intensos que fariam esquecer qualquer experiência sexual convencional. Guiado por essa promessa e pela submissão cega à minha dona, dediquei as semanas seguintes a seguir as instruções à risca. Toda noite, enquanto meu primo dormia a poucos metros, eu tirava a roupa da cintura pra baixo no escuro e começava a explorar minha própria anatomia.
Comecei me lubrificando com paciência, enfiando um dedo devagar, sentindo o anel de carne ceder com resistência. Em poucos dias já eram dois dedos, e depois três. Em questão de semanas, meu corpo se adaptou completamente; aprendi a dominar os músculos do meu esfíncter, a relaxar sob pressão, a me higienizar perfeitamente e a me dilatar com uma facilidade que me assustava. Logo, os dedos já não foram suficientes e passei a usar ospluguesanéis de silicone, deixando eles enfiados por horas enquanto estudava ou batia papo.
Ao mesmo tempo, minha mente se corrompeu de vez. Meu consumo de pornô mudou completamente: agora meu histórico tava lotado só de paus monstruosos, duros e cheios de veias. As mulheres já não me interessavam mais; a única coisa que conseguia acionar os circuitos do meu cérebro viciado eram aqueles membros colossais. Eu me convencia de que me excitavam porque imaginava minha namorada virtual interagindo com eles, mas a verdade era mais sombria: me excitavam pelo puro desejo de ser eu quem os recebesse. Graças a essa tarada doentia, consegui enterrar de vez a lembrança da minha ex.
Os tamanhos dos brinquedos foram aumentando de forma drástica. Teve noites inteiras em que não preguei o olho, consumido por sessões de masturbação anal que duravam horas. O ar do quarto ficava denso com o cheiro do lubrificante e do suor do meu corpo transformado. Eu enfiava e tirava os dedos e os plugs ritmicamente, provocando barulhos obscenos de sucção molhada, enquanto mordia o travesseiro e gemia bem baixinho, com o coração na boca, tomando cuidado pra não acordar o idiota do meu primo. A voz do vídeo de hipnose tava certa: eu tinha descoberto meus pontos mais sensíveis, e a estimulação direta na próstata era uma viagem de puro prazer elétrico e proibido.
Confessei cada progresso para minha dominatrix. Ela me encheu de elogios humilhantes, me chamando de sua "putinha perfeita", e começou a me recomendar novas posições e vídeos de treino. Mas chegou um ponto em que os dedos e os plugs médios já não saciavam o vazio da minha retaguarda. Chegou a hora de encarar o brinquedo principal: o enorme pau de plástico.
Até aquele instante, eu não tinha ousado tocar nele. Uma parte do meu antigo orgulho masculino gritava que eu preferia morrer a me empalar com um pau de borracha, mas agora minha realidade era completamente diferente. Não tinha namorada, carregava uma depressão profunda por causa da solidão e do abandono da minha família, minha dona virtual exigia que eu progredisse na minha submissão, e meu cu estava perfeitamente dilatado, lubrificado e pronto para receber aquele calibre.
Me tranquei no banheiro com o trinco. Tirei o dildo e coloquei na borda da pia, bem do lado do meu próprio pau. Ver aquele monstro de plástico superando completamente em grossura e tamanho a minha piroca pequena e atrofiada me deu uma ereção instantânea e dolorosa debaixo do cinto de castidade. Aproximei ele do meu rosto, admirando as veias marcadas e a textura; não era tão comprido quanto os dos vídeos extremos, mas era maciço, largo e perigosamente realista.
Lubrifiquei bem a virilha e a entrada do cu com bastante cuspe e gel. Coloquei os fones, tocando no talo um PMV frenético cheio de paus latejando que me derretia o senso de realidade. Nas telas, as minas se entregavam por completo, e naquele transe, eu já não me sentia um homem; me via como mais uma gostosa, como uma extensão submissa da minha própria mina virtual.
Completamente alucinado pelas imagens da tela, perdi a noção dos meus atos. Comecei me estimulando com os dedos pra abrir caminho, e num surto de pura safadeza, enfiei dois brinquedos pequenos de uma vez enquanto levava a base do pau de plástico à boca, chupando ele com desespero e babando tudo. Quando o tesão me dominou, tirei os brinquedos do fundo do cu de uma puxada só e apoiei a cabeçona do dildo direto na entrada do meu ânus. Esfreguei umas duas vezes, sentindo o calor da minha própria carne pulsar, e simplesmente deixei o peso do meu corpo cair em cima dele.
O dildo deslizou até o fundo das minhas entranhas sem a menor resistência, entrando por completo com um som molhado e delicioso que me fez revirar os olhos. Tirei ele com urgência e senti claramente as paredes do meu cu se contraindo, sugando o vazio com uma desesperação animal. Fiquei completamente louco. Perdi o controle e comecei a meter e tirar de forma selvagem, bombando minha própria raba contra a parede do banheiro, obcecado pela pressão massiva que batia na minha próstata no ritmo da música. O prazer ficou insuportável, uma onda de calor extremo que adormeceu minhas pernas. E então, de repente...Pá!
Sem ninguém tocar na minha testa, com meu pau ainda preso e inútil, meu corpo desabou num espasmo violento. Minha mente explodiu em mil pedaços enquanto eu experimentava meu primeiro orgasmo.Tradução para o português brasileiro:
sissypuramente anal: uma descarga involuntária, prolongada e devastadora que me deixou de joelhos no chão do banheiro, tremendo, escorrendo lágrimas de prazer e completamente quebrado.


Parte 8: A traição e o clímax
O arrependimento me bateu quase na hora. Depois daquele colapso no banheiro, me apressei pra guardar tudo, tomei um banho frio e tentei me convencer de que aquele seria o limite. Já tinha cumprido o desafio da minha dona virtual; o jogo era pra ter acabado ali. Mas o condicionamento na minha mente já tava feito. Não aguentei nem uma semana antes de cair de novo. Uma vez por semana, eu me entregava ao prazer com aquele pau de plástico, consumido por uma rotina obscura da qual já não queria mais sair.
Minha mente acabou de pirar de vez quando chegou o próximo pacote: roupas femininas. Quando experimentei na frente do espelho, a transformação física ficou inegável. Minha silhueta, meus traços, a maciez da minha pele... já quase não sobrava nenhum vestígio do garoto de antes. Quando ela exigiu fotos explícitas usando as roupas e os brinquedos, a vergonha se dissolveu em pura excitação. Na minha cabeça, os limites da minha identidade se desconfiguraram: eu fantasiava que ela e eu acabaríamos sendo duas putas dividindo paus grandes e suculentos no futuro. Eu tava completamente pirado.
A partir daí, as missões no colégio ficaram mais ousadas. Ela me obrigava a ir pras aulas usando calcinha de mulher, levando oplugoculto ou controlado pelo vibrador que ela comandava à distância. Até me mandava entrar no banheiro feminino pra me masturbar analmente, porque meu próprio pau já era totalmente inútil, uma rolinha atrofiada pelo confinamento da castidade.
Em casa, enquanto isso, tudo parecia seguir seu curso normal. Eu continuava com meu hábito morbidão de me tocar bem depois que meu primo terminava o dele, sem me importar que o ar do quarto ficasse pesado. Mas o equilíbrio dessa convivência quebrou uma tarde. Minha tia me mandou chamar ele pra almoçar. Quando abri a porta, peguei ele de pau pra fora vendo pornô.femboyNós dois nos assustamos; ele tentou cobrir o pau de forma desajeitada — que apesar da gordura dele, era enorme, grosso e pesado, um verdadeiro "time da carne" — e gaguejou que só estava checando os músculos dele. Xinguei ele e fui embora, mas naquela noite não consegui dormir. Lembrando da humilhação com minha ex-namorada, fiquei obcecado com o tamanho do meu primo. A sacanagem mudou de alvo: a presença real que dormia a dois metros de mim virou minha fixação mais obscura.
Então, o golpe final veio do mundo virtual: ela parou de responder. Do nada, a conta sumiu.ghostingFoi total. Fiquei desesperado, preso num corpo que eu já não reconhecia (com quadris largos, pele lisa e peitões avantajados) e com uma mente feita pra submissão. O vazio me arrastou a buscar alívio no quarto compartilhado. Os incidentes se multiplicaram: eu pegava meu primo pelado toda hora, ou dormindo nu com a pica enorme torta na perna. Teve noites em que gozei usando o consolo só de ficar olhando pra silhueta dele. Sentia nojo de mim mesmo, mas não parei.
A loucura chegou ao ponto crítico numa madrugada. Deslizei da minha cama com um silêncio absoluto e me aproximei da dele. Ao ver o pau dele pulsando, ainda com restos da sessão noturna, minha masculinidade evaporou. Me perguntei qual seria o gosto de um pau tão usado e fedido. Peguei com cuidado; era tão grosso que minha mão mal conseguia envolvê-lo. Deslizei o prepúcio, revelando uma cabeça imponente, e cheirei, absorvendo o calor que irradiava. Não aguentei mais: beijei ele ternamente e desci a língua até as bolas pesadas dele. Comecei a chupar com um cuidado extremo para não acordá-lo, até que ele, entre sonhos, gozou direto na minha boca. O sabor grosso e quente me fez reagir; parei e fui dormir, convencido de que meu orgulho me salvaria de ir além.
Mas a resistência não durou muito. Na noite seguinte, repeti o ritual, e assim por semanas, transformando aquilo no meu vício secreto... até que um dia, meu brinquedo de plástico sumiu. O terror me paralisou. Quem estava com ele? Minha tia? Meu primo? Passei dias insensível, morrendo de medo, mas também de abstinência, até que minha vontade se quebrou por completo.
Sem meu brinquedo, a necessidade me arrastou de volta pra cama dele no escuro. Me enfiei no silêncio e, depois de lamber pra preparar, montei em cima dele. Usando toda a experiência e a flexibilidade que meu cu ganhou nesses meses, fui deslizando no pau do meu primo com movimentos sutis, mas brutais. A diferença do plástico era loucura; cada metida de verdade parecia um choque elétrico. Acelerei o ritmo dando sentadas frenéticas, tampando a boca com a mão pra abafar os gemidos enquanto minha rolinha soltava o pouco de leite que ainda tinha. Meu cu ficou totalmente aberto, pulsando e pedindo mais, mas meu corpo não aguentava mais. Desci de quatro, terminei de limpar ele com um último boquete até ele gozar de novo, e me mandei de volta pra minha cama.
Voltei pros lençóis tremendo de prazer, certo de que tinha cometido o crime perfeito. Adormeci com a boca amarga e o corpo moído, convencido de que tinha me aproveitado do sono pesado dele e que ele nunca, jamais, tinha descoberto o que rolava naquela escuridão.



























Parte 9: A revelação e o destino final
Na sexta à tarde, o silêncio da casa parecia diferente. Meu primo, com aquele jeito atrapalhado dele, coçando a nuca e sem olhar nos meus olhos, soltou o aviso: minha tia tinha viajado no fim de semana e só voltaria no sábado. A gente tava completamente sozinho. Eu ignorei, como vinha fazendo ultimamente, e fui andando pelo corredor que levava pro nosso quarto. Foi aí que eu congelei. Jogado no chão, em plena luz do dia, tava o meu brinquedo desaparecido.
Antes que eu pudesse processar a surpresa ou o medo de ter sido descoberto, meu primo falou lá de trás. A voz dele continuava a mesma de sempre, meio baixa e sem jeito, mas dessa vez não tinha dúvida nas palavras. Gaguejando um pouco, com uma timidez quase de criança, ele me olhou de canto e me chamou de "puta".
Me virei, indignado, tentando manter a compostura e bancar o desentendido, mas ele avançou em direção ao objeto. Com as mãos um pouco trêmulas de nervoso, abaixou a calça. Quando ficou exposto à luz do dia, o impacto me deixou sem fôlego. Não era só a impressão de ver aquela anatomia massiva a seco; foi o baque de realidade ao perceber que a forma, as veias e o design do meu brinquedo favorito eram uma réplica exata, só que sutilmente reduzida, do próprio pau dele.
—D-descupa se eu fiz isso com você... — disse ela, olhando pro chão de um jeito preguiçoso e esfregando o braço —, mas já era. Minha vingança tá completa.
A confusão me deixou tonto. Num segundo, todas as peças do quebra-cabeça se encaixaram da forma mais torta possível. Ele sabia de tudo. Com aquela cara de bobo, começou a confessar que me invejava desde o primeiro dia, que não entendia como alguém com um pau menor que o dele podia ter uma gostosa daquelas. Me explicou, de um jeito inocente mas macabro, que já tinha me visto batendo punheta várias vezes e que descobriu meu potencial.femboy, que era o fetiche mais sagrado dele. Com toda naturalidade, me contou que por isso criou a namorada falsa, pra me separar do meu parceiro, e que ficou surpreso de eu ter topado todos os desafios. Ele mesmo tinha planejado toda a minha transformação mental e física durante a convivência, misturando o sêmen e estrogênio dele no meu café da manhã.
O peso da traição me encheu de uma raiva cega. Quis pular em cima dele, quebrar a cara dele na porrada, mas meu corpo já não era o mesmo. Quando tentei avançar de uma vez, minhas pernas bambearam e acabei tropeçando, caindo de joelhos no chão, completamente indefeso e com o rosto a poucos centímetros do pau dele. O calor da presença física dele me inundou. Ele, meio assustado com minha queda mas sem se afastar, esfregou o membro na minha cara de um jeito sutil.
Eu tava tremendo, um turbilhão de culpa e tesão colidindo na minha cabeça. Antes que eu pudesse processar, a rola vigorosa dele roçou meus lábios, deslizando firme dentro da minha boca. Aceitei com uma mistura de surpresa e submissão; assim que senti o gosto salgado e másculo, desabei por completo. Comecei a chupar desesperadamente, me entregando ao ritmo do quadril dele. Ele, com uma contradição deliciosa entre o rosto arrependido e a firmeza dos atos, acariciou meu cabelo e sussurrou:
—Muito bem... muito obrigado. Continua assim, você é uma boa putinha.
Sou uma boa puta, repeti mentalmente para mim mesma, sentindo um arrepio de puro prazer. Segundos depois, ele gozou no fundo da minha garganta. Engoli cada gota do esperma grosso dele com uma devoção absoluta.
Ao terminar, me levantou do chão. Com aquela timidez que ainda carregava, começou a me dar instruções precisas, repetindo exatamente o comportamento da minha namorada virtual.
—Vista-se como a minhawaifufavorita —ele ordenou com voz trêmula, mas firme—. Coloca a coleira e o plug.
Obedeci satisfeito, sentindo minha identidade se dissolver. Já não era mais eu; tinha me tornado seu brinquedo submisso. Quando voltei, ele me segurou pela cintura, arrancou o plug com um puxão seco e o substituiu de imediato pela dureza do pau dele. Cambaleei com a invasão, mas ele me sustentou, metendo com força de cima a baixo. Abracei ele com desespero enquanto me possuía, meu rosto refletindo uma expressão de absoluta degeneração e felicidade.
No meio do clímax, a campainha ecoou pelas paredes. Longe de parar, ele me ergueu com as pernas enroscadas na cintura dele, caminhando até a entrada sem tirar o pau de dentro. Bem antes de abrir, me fez descer de joelhos pra eu continuar chupando a cabeça, uma técnica que eu já dominava na perfeição.
Do outro lado da madeira, a voz da minha mina cortou o silêncio. Ela veio cobrar, com aquele mesmo tom de desprezo de sempre:
—Você tá aí? Quero que a gente acerte as coisas... O baile já vem aí e não tenho com quem ir. Não me deixa no mico.
Naquele instante, meu primo escancarou a porta. A cena ficou totalmente exposta: eu, de joelhos no chão, com um sorriso safado e a pica grossa do primo dela enchendo minha boca, olhando fixamente pra ela. O desprezo da minha namorada se transformou em puro terror. Ela soltou um grito abafado e saiu correndo, traumatizada.
Meu primo bateu a porta, me olhou de cima a baixo enquanto o pau dele ainda pingava saliva na minha boca, e coçando a nuca, disse:
—Pô... foi mal por isso.
Lentamente tirei a glande dos lábios dela, deixando um fio de saliva, e sorri com devoção:
—Não tem problema nenhum. Vamos, continua... Quero que você me encha de novo com todo o seu leite.
Meu primo não se fez de rogado. Ao ver minha submissão total depois do escândalo com a minha namorada, os olhos dele escureceram, perdendo qualquer traço da timidez de antes. Ele me agarrou pela coleira de couro que eu tava usando, me forçando a levantar a cabeça enquanto a saliva dele ainda escorria dos meus lábios, e me arrastou de volta pra sala.
—Você se comportou como uma puta bem corajosa ali na porta —sussurrou com a voz rouca, colando o corpo no meu—. Merece que eu te encha bem.
Ele me empurrou contra o encosto do sofá, me deixando de quatro. O plug que ele tinha tirado antes estava no chão, mas meu corpo já estava todo lubrificado e receptivo, pulsando de antecipação. Ele se posicionou atrás de mim. Eu senti o calor abrasador da pica grossa dele roçando minha bunda, procurando a entrada. Com um único empurrão firme e decidido, ele se enterrou em mim até o talo.
Um gemido agudo escapou da minha garganta. A sensação de ser preenchida foi tão intensa que minha visão ficou turva. Ele não esperou eu me acostumar; começou a me foder com um ritmo selvagem, quase violento, fazendo meus peitos balançarem e o som molhado dos nossos corpos se chocando ecoar pelo quarto inteiro. Era um eco deliciosamente sujo.
—Olha só... —ele ofegou, me dando um tapa forte na bunda que deixou a marca vermelha dos dedos na minha pele—. Toda vestida com a minha roupa...waifuRota, aberta pro teu primo. Que puta safada você é.
Sim, sou sua putinha, pensava, cravando as unhas na almofada do sofá enquanto minha mente se afogava em puro prazer mórbido. A humilhação de saber que minha namorada acabara de nos ver só agia como um afrodisíaco perfeito, incendiando cada fibra do meu corpo.
Ele mudou o ângulo, me inclinando mais para o chão e puxando meu cabelo pra trás pra me obrigar a olhar pra ele. As estocadas agora eram curtas, rápidas e profundas, batendo na minha área mais sensível sem parar. Eu mantinha uma expressão de loucura total, com os olhos semiabertos e a língua pra fora, ainda saboreando o gosto da gozada anterior dele.
O calor no quarto era sufocante, o ar cheirava a sexo, suor e fluidos. Senti o orgasmo me chamando; minhas paredes internas começaram a se contrair espasmodicamente em volta do pau dele, apertando ele. Ele percebeu. A respiração dele ficou irregular e as estocadas ficaram desesperadas, sem ritmo.
—Vou gozar... — ele grunhiu, afundando uma última vez com toda força, cravando os dedos nos meus quadris. — Vou gozar dentro, sua puta!
Um segundo depois, senti a maravilhosa e ardente invasão. Meu primo se apertou contra minhas costas, gemendo alto enquanto sua piroca grossa pulsava dentro de mim, jorrando gozo quente bem no fundo. Eu gozei junto, tremendo sem controle, desabando no sofá num clímax que me deixou sem forças.
Ficamos assim por uns momentos, unidos, ouvindo só nossas respirações ofegantes. Quando finalmente se afastou com um som molhado, um fio branco e grosso começou a escorrer devagar pelas minhas coxas. Me virei de costas, exausta mas com um sorriso de pura satisfação, pronta pro que ele quisesse me pedir depois.
fim
























Meus pais tinham ido pro exterior atrás de uma oportunidade financeira que não podiam recusar, me deixando preso durante o período escolar na casa da minha tia. O pior não foi a mudança de casa, mas o espaço que me deram: ia ter que dividir quarto com meu primo.
Não levei nem três dias pra me encher dele. Era um cara gordo, o retrato vivo do fracasso, que passava as vinte e quatro horas do dia trancado, vidrado na tela do celular entre anime e pornografia barata. A falta de vergonha na cara que ele tinha num espaço tão pequeno me dava nojo.
Uma noite, com o brilho da tela dela iluminando o teto e os gemidos abafados saindo do fone mal encaixado, não aguentei mais.
—Dá pra dar uma maneirada? —falei, virando na cama com irritação—. Tô aqui do lado, tem um pouco de decência.
Ele virou o rosto gordo na minha direção, com os olhos semicerrados e um sorriso idiota meio apagado.
—Ah, foi mal... desculpa aí —murmurou com uma voz preguiçosa e falsa.
Ela se virou, fingindo que estava se ajeitando pra dormir. Sabia perfeitamente que era uma encenação. Dez minutos depois, o rangido do colchão e o brilho sutil debaixo das cobertas denunciavam que ela já estava naquela de novo.
Com o passar das semanas, o insuportável virou uma rotina doentia. Virou um costume noturno ouvir as respirações pesadas dele e ver o vai e vem rítmico do lençol. No começo, eu tentava ignorar, enfiando a cabeça no travesseiro; afinal, eu também não era nenhum santo e me masturbava, mas tinha a decência de me trancar no banheiro e fazer aquilo em particular.
Parte 2: A noiva e a garota popular
Ter namorada nessas condições virou um verdadeiro inferno. Passávamos quase o tempo todo juntos, mas a intimidade tinha virado um luxo impossível desde que me mudei pra casa da minha tia. Ela morria de vontade de ficar a sós comigo, de se pelar e se acabar comigo sem pressa, mas toda vez que tentávamos nos trancar no quarto, o idiota do meu primo tava lá no meio.
—Não tô incomodando, sério. Se eu tô de fone, nem me percebo — falava com a voz monótona, colado no computador jogando ou vendo anime.
Mas era mentira. O corpo obeso enorme dele transbordava da cadeira, e o eco da respiração pesada flutuava no ar, estragando qualquer tentativa de nos esquentar. Minha namorada odiava ele.
—É um nojento, amor. Me dá uma repulsa danada ele estar ali respirando enquanto você me toca — ela sussurrava no meu ouvido, xingando ele sem filtro. Eu não a parava; pelo contrário, compartilhava a raiva dela porque aquele infeliz tava ferrando com a nossa vida sexual.
Por puro desespero, a gente começou a se pegar no colégio. Matávamos as aulas chatas e nos trancávamos nos banheiros do andar de cima, onde quase ninguém ia. Esses momentos eram pura adrenalina e necessidade. Eu a encurralava contra a parede dos cubículos, levantando a saia do uniforme enquanto ela desabotoava minha calça com as mãos tremendo de tanta pressa. Ela tinha uns peitos lindos, firmes, que pulavam pra fora da blusa quando eu apertava com força, e um corpo perigosamente gostoso que me enlouquecia. Minha pica afundava nela com uma urgência selvagem, curtindo a bucetinha apertada enquanto ela abafava os gemidos no meu pescoço pra ninguém nos descobrir. Naqueles dias, eu me sentia o cara mais sortudo do mundo. Mas o destino ainda tinha uma surpresa muito mais foda guardada pra mim.
Tudo começou no Instagram. Do nada, a mina mais popular, gostosa e inalcançável da escola cravou os olhos no meu perfil. Quando vi a primeira mensagem direta dela, meu coração parou.
Tô te observando muito ultimamente..., ela me escreveu. Me confessou que morria de vontade de se aproximar, mas que tinha pânico do que iam pensar e a timidez a travava na hora na frente dos outros. No entanto, por trás da tela, as palavras dela eram puro fogo: deixou bem claro que me queria com uma intensidade que beirava a obsessão, como ninguém nunca tinha desejado outro homem.
No começo, achei que era uma conta falsa ou uma zoeira de mau gosto, mas mandei uns prints pro meu melhor amigo e ele confirmou que a conta era cem por cento real. Era ela mesmo.
A partir daí, as noites mudaram de cor. Começamos a falar no telefone por horas, trocando fantasias cada vez mais sujas e explícitas. Pessoalmente, mantínhamos o pacto: ela cruzava o olhar comigo nos corredores com uma timidez fingida, preferindo que não nos vissem juntos até o fim do ano. Sabia perfeitamente que eu tinha namorada, e ela tava pouco se lixando; na verdade, o perigo parecia deixá-la mais excitada. E eu... a culpa não durava nem um segundo quando pensava no corpo dela. A fidelidade foi pro caralho. Faltavam só uns meses pra formatura e eu já só conseguia pensar numa coisa: meter a pica até o fundo e comer aquela bunda perfeita.


Parte 3: A escalada dos fetiches e os desafiosCom o passar das semanas, as conversas noturnas no chat cruzaram uma linha sem volta. A timidez da garota popular se dissolveu completamente atrás da tela e o tom ficou pra caralho sombrio e explícito. Ela confessou que, por trás da fachada de aluna perfeita e mocinha de família, escondia uma mente torta, viciada nos fetiches mais extremos. No começo, perguntei por pura curiosidade e pra entrar na dela, mas as respostas dela deixaram minha pica dura feito pedra.
Ele falava comigo com toda naturalidade sobre fantasias degangbangdo seu desejo obsessivo de ser usada por vários homens ao mesmo tempo, de ser banhada em porra até se afogar e de ser tratada como uma verdadeira puta submissa. Era uma loucura. Nos corredores do colégio, você via ela com o uniforme impecável, tirando as melhores notas, mas na intimidade do quarto dela era uma completa e absoluta vadia que escorria tesão pelos poros.
Imaginar o corpinho dela, miúdo e perfeito, sendo submetido a umas putarias daquelas fez minha testosterona ir pra um nível doentio. Comecei a bater uma como um maldito louco, procurando na internet exatamente o que ela me descrevia. Meu histórico encheu de vídeos hardcore: hordas de negões enormes com paus monstruosos destruindo as partes íntimas de garotas magrinhas mas gostosas, idênticas à minha namorada secreta. Ela mesma começou a agir como minha fornecedora de pornô; toda semana me recomendava categorias novas, deixando claro o gosto torto dela por ver paus gigantescos arrebentando mulheres indefesas.
Pronto viramos dois viciados, dois doentes alimentando a depravação um do outro com links, áudios picantes e confissões sujas. Foi aí que ele me apresentou ao mundo dos PMV (Porn Music Videos): clipes frenéticos de sexo pesado editados no ritmo de música forte e alucinante que te derretiam o cérebro.
—Isso é só o começo, amor... —ele sussurrou uma noite num áudio que me fez tremer—. Quero que a gente leve isso pro próximo nível. Quero ver se você é mesmo o homem que diz ser.
Aceitei sem hesitar, completamente cego pela luxúria. Assim começaram as semanas de desafios, uma dinâmica de controle e submissão digital que me deixava à beira do abismo.
Enquanto isso, manter minha vida normal virou um inferno. Eu estava tão superestimulado que não conseguia mais controlar minhas ereções nem minha vontade de gozar a toda hora. A necessidade de me aliviar era física e dolorosa. Com minha namorada de verdade, a coisa virou puramente animal; toda vez que a gente se via, eu arrastava ela pra foder com uma urgência que ao mesmo tempo assustava e excitava ela. Até o desespero me fez quebrar meus próprios limites na casa da minha tia: quando a vontade batia forte e a gente não podia sair, eu tirava notas da minha carteira e pagava pro meu primo idiota desocupar o quarto por algumas horas. Ele pegava o dinheiro com aquele sorriso imbecil e vazava, deixando o cômodo livre pra eu meter a pica na minha namorada em cima da mesma cama onde, noites atrás, o ar parecia pesado de tanto tesão. Eu tava perdendo o controle, e o pior é que eu amava aquilo.


Parte 4: Mudanças e o cinto de castidadeO excesso de estímulo começou a cobrar um preço fodido no meu corpo. Algo estranho e frustrante estava rolando: toda vez que eu tava com a minha namorada de verdade, eu penava pra manter a pica dura. Só a presença do corpo nu dela, que antes me deixava louco, já não bastava pra ativar meu cérebro derretido pelo pornô extremo. Pra conseguir dar conta e ficar firme, eu me vi obrigado a apelar pra truques desesperados: deixava o celular ligado de fundo com os vídeos hardcore no mudo ou colocava a música frenética dos PMV pra o ritmo acender meu cérebro. Pra piorar, quando conseguia meter nela, eu gozava em dois minutos. Era patético.
Minha namorada, claro, não demorou pra perceber a mudança.
—Amor... o que foi? Você não tá durando nada —ela me disse uma tarde, me olhando entre preocupada e frustrada enquanto limpava a porra da barriga.
—É o estresse da escola, a pressão das provas finais e o confinamento na casa da minha tia, sério. Tá me deixando com a cabeça fervendo — menti, me esquivando como dava. Ela acreditou em mim, mas a culpa durou pouco. Minha mente já era de outra pessoa.
Os desafios semanais com minha namorada virtual tinham virado um vício incontrolável. Ela me obrigava a cumprir missões cada vez mais bizarras, arriscadas e excitantes. Mandava eu ir pra escola sem cueca, sentindo o tecido da calça do uniforme roçando direto no meu pau hipersensível durante as aulas; me mandava bater uma contra o relógio nos banheiros públicos do colégio ou me trancar no chuveiro depois da educação física pra gozar pensando nela. O desafio mais tarado era na minha própria casa: eu tinha que esperar meu primo terminar de bater uma, ouvir os gemidos dele, e bem na hora que ele se limpava e se ajeitava pra dormir, eu começava a me tocar na minha cama, enchendo o quarto com o cheiro fresco da nossa porra acumulada. Eram humilhações bestas na aparência, mas deixavam meu pau duro igual pedra.
Foi nesse ponto sem volta que a dinâmica deu uma virada sombria. Minha namorada virtual mudou as regras do jogo. Ela confessou que o fetiche absoluto dela agora era a dominação e a submissão do homem. Eu, completamente cego pelo tesão e convencido de que tinha o controle total da situação por estar atrás de uma tela, entrei na dela sem hesitar.
—Tranquilo, você vai fazer exatamente o que eu mandar — ele me ordenou num texto que arrepiou a minha pele.
Começamos com coisas leves, medindo minha resistência. Ela me proibiu de bater punheta a menos que me desse permissão explícita por chat; me mandou ignorar minha namorada de verdade por dois dias inteiros, inventando qualquer desculpa, e me obrigou a consumir pornô de submissão e empregadinhas. Mas a escala não parou por aí. O conteúdo que ela me mandava começou a evoluir pro ladohipno-sissye o condicionamento mental. Nas telas dos vídeos já não tinha negões de pau grande, mas sim imagens piscando, música hipnótica de baixa frequência e minas gostosas, mas com pirocas pequenas, dando ordens diretas de humilhação. No começo, me convenci de que não era nada demais, que eram só mulheres com um plus e que eu ainda era o macho da história.

Parte 5: O pacote e as mudanças físicasDurante essas semanas, o clima ficou pesado e distorcido. Uma tarde, enquanto tentava comer minha namorada de verdade num dos nossos encontros desesperados, notei no rosto dela uma careta de insatisfação e estranheza que gelou meu sangue. Ela se afastou um pouco, me olhando com desânimo.
—Não leva a mal, amor... mas tem algo estranho aí embaixo —ela soltou, ajeitando a saia—. Não é mais a mesma coisa. Não sei como explicar, mas você já não me preenche, não chega tão fundo. É como se tivesse encolhido.
Senti um golpe direto no meu orgulho. Fiquei vermelho de raiva e vergonha, tentando disfarçar o pânico que percorreu meu corpo.
—Você é louca, tá viajando na maionese —respondi, tentando soar durão. Pra calar a boca dela e mudar de assunto, empurrei ela na cama e desci direto pra entreperna dela. Fiz um oral selvagem e desesperado nela até ela gozar tremendo. Com isso consegui que ela calasse a boca, mas a dúvida ficou cravada na minha cabeça igual um parasita.
Uns dias depois, chegou na casa da minha tia um pacote no meu nome. Ela tinha mandado, minha dominadora virtual. Com o coração disparando no peito, me tranquei no quarto e rasguei o embrulho. O que encontrei lá dentro me deixou gelado, com a boca seca e o pau pulsando de puro medo: eram autênticos artefatos de submissão. Um cinto de castidade de plástico duro e aço, um kit de dilatadores anais de silicone preto, um tubo de lubrificante grosso e um dildo enorme, com um formato e veias esculpidas de um jeito perturbadoramente realista.
Respondi na hora, com as mãos tremendo. A resposta dela chegou num instante, carregada da frieza e do sadismo de uma dominatrix absoluta.
Você vai colocar esse cinto agora mesmo, sua putinha., ordenava o texto.Você vai usar essa porra cada segundo que não estiver com sua namorada. Acabou a punheta pra você. E se um dia quiser sentir o prazer de gozar de novo, vai ter que aprender a fazer por trás, igual as putas dos vídeos. Que nem a vadia que você é.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Fiquei olhando pra tela, paralisado. Qualquer homem com um pingo de dignidade teria mandado ela pra puta que pariu de louca e jogado tudo no lixo. Mas eu... pra mim, a ideia de me ajoelhar e me sentir completamente inferior àquela mulher tão perfeita e desejada me deu um curto-circuito na mente. A submissão me excitou num nível doentio. Obedeci. Tranquei meu pau no dispositivo de castidade, sentindo o frio do plástico anular tudo.minha masculinidade, e entreguei a ela o controle do meu prazer.
Mas o jogo não acabava ali. Ela me impôs uma nova regra obrigatória: toda noite eu tinha que dormir assistindo uns vídeos que ela mesma editava com áudios de hipnose. Eram clipes estranhos, hipnóticos; mostravam mulheres lindas de corpos perfeitos, peitos redondos e bundas oleosas dançando na frente da câmera, mas nunca tinha penetração convencional. A única coisa que se via, uma e outra vez de forma frenética, eram garotas gostosas ajoelhadas, chupando paus monstruosamente grossos, venosos e suculentos, enquanto uma voz distorcida repetia no meu ouvido como era prazeroso se render a uma rola grande.
No dei importância no começo, pensando que era só pornô bizarro. Mas depois de algumas semanas trancada na castidade, de estimulação anal com os dilatadores e de engolir aquela hipnose noturna, o espelho me mostrou uma realidade aterrorizante e excitante.
Ao sair do chuveiro, fiquei paralisado olhando meu reflexo. Alguma coisa na minha anatomia tinha mudado. Não sei se era o efeito psicológico do pornô, os hormônios da obsessão ou o próprio cinto, mas meu corpo já não era mais o mesmo. Minha silhueta tinha ficado meio sensual, curvada; a pele dos meus ombros e barriga estava uma porra de uma sedosa ao toque, meus mamilos tinham inchado formando uns peitinhos incipientes e provocantes, meus traços faciais estavam mais finos, estilizados, e meu quadril tinha alargado sutilmente, deixando minha bunda com um formato redondo e provocador. Eu olhava para minhas mãos e depois para o quadril, assustado, mas com uma ereção frustrada e presa que queimava por dentro. Eu estava me transformando no que ela queria.

Parte 6: A ruptura e a submissão anal
Uma parte de mim sabia que tudo isso não fazia o menor sentido, que eu estava cruzando limites perigosos e que devia cortar aquela situação pela raiz. Mas o vício psicológico era forte demais; a satisfação intensa e distorcida de ser dominado por uma mulher tão gostosa me mantinha completamente acorrentado.
A crise estourou uma tarde no quarto. Minha namorada de verdade e eu estávamos prestes a transar. Na minha cabeça, estimulado pela sacanagem, eu sentia que tava durão, mas quando ela baixou a mão procurando minha virilha, a expressão dela mudou completamente. Ela apalpou sem entender nada.
—Já tá duro, amor? —ela me perguntou, me olhando com uma mistura de decepção e estranheza.
—Sim... bem, algo assim —respondi, engolindo saliva com dificuldade.
Meu pau sempre foi pequeno quando mole, do tipo "time sangue", então precisava de muita estimulação pra atingir o tamanho real. Usando o cinto de castidade tantas horas por dia, eu não tinha notado uma mudança drástica a olho nu, mas era nos momentos de intimidade com ela que a realidade nua e crua ficava evidente: meu membro tava atrofiando, ficando visivelmente menor e mais fraco por causa do confinamento.
Enquanto a gente ficava em silêncio, encarando de forma patética minha ereção murcha, a porta se escancarou. Era meu primo, que vinha saindo do banho com uma toalha mal amarrada na cintura; a gente nem tinha percebido que ele tinha voltado mais cedo da faculdade. A falta de cuidado foi fatal. Quando nos viramos, a toalha do meu primo se abriu com o movimento, deixando a virilha dele exposta por uns segundos.
Minha namorada fixou o olhar ali e os olhos dela se arregalaram. A decepção no rosto dela se transformou em algo pior quando ela confirmou, ao vivo e a cores, que o pau do meu primo era visualmente muito maior que o meu. Bem, na verdade não era uma questão de comprimento, mas ele era do "time carne" e o membro dele em repouso era grosso, pesado e massivo. O contraste com a minha pequena e frustrada rola foi devastador.
—¡Que porra é essa, idiota?! Sai daqui! —gritei pro meu primo, descontando minha humilhação. Ele gaguejou um pedido de desculpas com aquela cara de bobo e fechou a porta na hora.
O estrago já tava feito. Minha namorada me olhou com um desprezo nojento que me cortou até os ossos. O silêncio no quarto tava sufocante.
—Acho que o melhor é a gente dar um tempo —ela falou com uma voz gelada, cheia de frustração e raiva, enquanto se vestia às pressas.
Ver o desprezo dela me fez sentir estranhão, deu um curto-circuito na minha mente: fiquei tão anulado que nem reagi pra implorar ou me oferecer pra satisfazer ela com a boca. Só fiquei ali, paralisado, vendo ela ir embora. Nos dias seguintes no colégio, ela me tratou com uma distância total. A comparação dolorosa com meu primo gordo tinha destruído minha imagem diante dela; claramente ela tinha parado de me ver como um macho, como um homem capaz de satisfazer ela.
Afundado na frustração e com a masculinidade em frangalhos, procurei o único refúgio que me restava: meu romance virtual. Entrei naquela mesma noite e confessei pra minha dominatrix que tinha sido mandado embora. Longe de ficar puta, a resposta dela foi estranhamente reconfortante, com uma doçura sádica.
Tranquilo, minha putinha..., ele me escreveu.«Agora que aquela mulher te largou por não ser homem o suficiente, vamos fazer algo pra te animar e lembrar qual é o teu verdadeiro lugar.»Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Em seguida, inundou o chat com vídeos tutoriais explícitos pra dilatar o cu e guias detalhados que explicavam os benefícios prostáticos, o prazer da submissão e o quão gostoso era se entregar por completo. Me explicou passo a passo como usar o kit de silicone que tinha me mandado, me preparando psicologicamente pra quebrar minha última barreira de resistência. Sem namorada, humilhado e com o corpo se transformando, a ideia de me abrir e ser possuído pelos brinquedos da minha dona virou minha única e obsessiva prioridade.





Parte 7: Descoberta do prazer anal e o colapsoNo começo, eu custava a processar o que tava fazendo, mas os tutoriais eram claros: explicavam com detalhe científico e tarado que o cu masculino esconde uma zona erógena capaz de provocar orgasmos tão intensos que fariam esquecer qualquer experiência sexual convencional. Guiado por essa promessa e pela submissão cega à minha dona, dediquei as semanas seguintes a seguir as instruções à risca. Toda noite, enquanto meu primo dormia a poucos metros, eu tirava a roupa da cintura pra baixo no escuro e começava a explorar minha própria anatomia.
Comecei me lubrificando com paciência, enfiando um dedo devagar, sentindo o anel de carne ceder com resistência. Em poucos dias já eram dois dedos, e depois três. Em questão de semanas, meu corpo se adaptou completamente; aprendi a dominar os músculos do meu esfíncter, a relaxar sob pressão, a me higienizar perfeitamente e a me dilatar com uma facilidade que me assustava. Logo, os dedos já não foram suficientes e passei a usar ospluguesanéis de silicone, deixando eles enfiados por horas enquanto estudava ou batia papo.
Ao mesmo tempo, minha mente se corrompeu de vez. Meu consumo de pornô mudou completamente: agora meu histórico tava lotado só de paus monstruosos, duros e cheios de veias. As mulheres já não me interessavam mais; a única coisa que conseguia acionar os circuitos do meu cérebro viciado eram aqueles membros colossais. Eu me convencia de que me excitavam porque imaginava minha namorada virtual interagindo com eles, mas a verdade era mais sombria: me excitavam pelo puro desejo de ser eu quem os recebesse. Graças a essa tarada doentia, consegui enterrar de vez a lembrança da minha ex.
Os tamanhos dos brinquedos foram aumentando de forma drástica. Teve noites inteiras em que não preguei o olho, consumido por sessões de masturbação anal que duravam horas. O ar do quarto ficava denso com o cheiro do lubrificante e do suor do meu corpo transformado. Eu enfiava e tirava os dedos e os plugs ritmicamente, provocando barulhos obscenos de sucção molhada, enquanto mordia o travesseiro e gemia bem baixinho, com o coração na boca, tomando cuidado pra não acordar o idiota do meu primo. A voz do vídeo de hipnose tava certa: eu tinha descoberto meus pontos mais sensíveis, e a estimulação direta na próstata era uma viagem de puro prazer elétrico e proibido.
Confessei cada progresso para minha dominatrix. Ela me encheu de elogios humilhantes, me chamando de sua "putinha perfeita", e começou a me recomendar novas posições e vídeos de treino. Mas chegou um ponto em que os dedos e os plugs médios já não saciavam o vazio da minha retaguarda. Chegou a hora de encarar o brinquedo principal: o enorme pau de plástico.
Até aquele instante, eu não tinha ousado tocar nele. Uma parte do meu antigo orgulho masculino gritava que eu preferia morrer a me empalar com um pau de borracha, mas agora minha realidade era completamente diferente. Não tinha namorada, carregava uma depressão profunda por causa da solidão e do abandono da minha família, minha dona virtual exigia que eu progredisse na minha submissão, e meu cu estava perfeitamente dilatado, lubrificado e pronto para receber aquele calibre.
Me tranquei no banheiro com o trinco. Tirei o dildo e coloquei na borda da pia, bem do lado do meu próprio pau. Ver aquele monstro de plástico superando completamente em grossura e tamanho a minha piroca pequena e atrofiada me deu uma ereção instantânea e dolorosa debaixo do cinto de castidade. Aproximei ele do meu rosto, admirando as veias marcadas e a textura; não era tão comprido quanto os dos vídeos extremos, mas era maciço, largo e perigosamente realista.
Lubrifiquei bem a virilha e a entrada do cu com bastante cuspe e gel. Coloquei os fones, tocando no talo um PMV frenético cheio de paus latejando que me derretia o senso de realidade. Nas telas, as minas se entregavam por completo, e naquele transe, eu já não me sentia um homem; me via como mais uma gostosa, como uma extensão submissa da minha própria mina virtual.
Completamente alucinado pelas imagens da tela, perdi a noção dos meus atos. Comecei me estimulando com os dedos pra abrir caminho, e num surto de pura safadeza, enfiei dois brinquedos pequenos de uma vez enquanto levava a base do pau de plástico à boca, chupando ele com desespero e babando tudo. Quando o tesão me dominou, tirei os brinquedos do fundo do cu de uma puxada só e apoiei a cabeçona do dildo direto na entrada do meu ânus. Esfreguei umas duas vezes, sentindo o calor da minha própria carne pulsar, e simplesmente deixei o peso do meu corpo cair em cima dele.
O dildo deslizou até o fundo das minhas entranhas sem a menor resistência, entrando por completo com um som molhado e delicioso que me fez revirar os olhos. Tirei ele com urgência e senti claramente as paredes do meu cu se contraindo, sugando o vazio com uma desesperação animal. Fiquei completamente louco. Perdi o controle e comecei a meter e tirar de forma selvagem, bombando minha própria raba contra a parede do banheiro, obcecado pela pressão massiva que batia na minha próstata no ritmo da música. O prazer ficou insuportável, uma onda de calor extremo que adormeceu minhas pernas. E então, de repente...Pá!
Sem ninguém tocar na minha testa, com meu pau ainda preso e inútil, meu corpo desabou num espasmo violento. Minha mente explodiu em mil pedaços enquanto eu experimentava meu primeiro orgasmo.Tradução para o português brasileiro:
sissypuramente anal: uma descarga involuntária, prolongada e devastadora que me deixou de joelhos no chão do banheiro, tremendo, escorrendo lágrimas de prazer e completamente quebrado.


Parte 8: A traição e o clímaxO arrependimento me bateu quase na hora. Depois daquele colapso no banheiro, me apressei pra guardar tudo, tomei um banho frio e tentei me convencer de que aquele seria o limite. Já tinha cumprido o desafio da minha dona virtual; o jogo era pra ter acabado ali. Mas o condicionamento na minha mente já tava feito. Não aguentei nem uma semana antes de cair de novo. Uma vez por semana, eu me entregava ao prazer com aquele pau de plástico, consumido por uma rotina obscura da qual já não queria mais sair.
Minha mente acabou de pirar de vez quando chegou o próximo pacote: roupas femininas. Quando experimentei na frente do espelho, a transformação física ficou inegável. Minha silhueta, meus traços, a maciez da minha pele... já quase não sobrava nenhum vestígio do garoto de antes. Quando ela exigiu fotos explícitas usando as roupas e os brinquedos, a vergonha se dissolveu em pura excitação. Na minha cabeça, os limites da minha identidade se desconfiguraram: eu fantasiava que ela e eu acabaríamos sendo duas putas dividindo paus grandes e suculentos no futuro. Eu tava completamente pirado.
A partir daí, as missões no colégio ficaram mais ousadas. Ela me obrigava a ir pras aulas usando calcinha de mulher, levando oplugoculto ou controlado pelo vibrador que ela comandava à distância. Até me mandava entrar no banheiro feminino pra me masturbar analmente, porque meu próprio pau já era totalmente inútil, uma rolinha atrofiada pelo confinamento da castidade.
Em casa, enquanto isso, tudo parecia seguir seu curso normal. Eu continuava com meu hábito morbidão de me tocar bem depois que meu primo terminava o dele, sem me importar que o ar do quarto ficasse pesado. Mas o equilíbrio dessa convivência quebrou uma tarde. Minha tia me mandou chamar ele pra almoçar. Quando abri a porta, peguei ele de pau pra fora vendo pornô.femboyNós dois nos assustamos; ele tentou cobrir o pau de forma desajeitada — que apesar da gordura dele, era enorme, grosso e pesado, um verdadeiro "time da carne" — e gaguejou que só estava checando os músculos dele. Xinguei ele e fui embora, mas naquela noite não consegui dormir. Lembrando da humilhação com minha ex-namorada, fiquei obcecado com o tamanho do meu primo. A sacanagem mudou de alvo: a presença real que dormia a dois metros de mim virou minha fixação mais obscura.
Então, o golpe final veio do mundo virtual: ela parou de responder. Do nada, a conta sumiu.ghostingFoi total. Fiquei desesperado, preso num corpo que eu já não reconhecia (com quadris largos, pele lisa e peitões avantajados) e com uma mente feita pra submissão. O vazio me arrastou a buscar alívio no quarto compartilhado. Os incidentes se multiplicaram: eu pegava meu primo pelado toda hora, ou dormindo nu com a pica enorme torta na perna. Teve noites em que gozei usando o consolo só de ficar olhando pra silhueta dele. Sentia nojo de mim mesmo, mas não parei.
A loucura chegou ao ponto crítico numa madrugada. Deslizei da minha cama com um silêncio absoluto e me aproximei da dele. Ao ver o pau dele pulsando, ainda com restos da sessão noturna, minha masculinidade evaporou. Me perguntei qual seria o gosto de um pau tão usado e fedido. Peguei com cuidado; era tão grosso que minha mão mal conseguia envolvê-lo. Deslizei o prepúcio, revelando uma cabeça imponente, e cheirei, absorvendo o calor que irradiava. Não aguentei mais: beijei ele ternamente e desci a língua até as bolas pesadas dele. Comecei a chupar com um cuidado extremo para não acordá-lo, até que ele, entre sonhos, gozou direto na minha boca. O sabor grosso e quente me fez reagir; parei e fui dormir, convencido de que meu orgulho me salvaria de ir além.
Mas a resistência não durou muito. Na noite seguinte, repeti o ritual, e assim por semanas, transformando aquilo no meu vício secreto... até que um dia, meu brinquedo de plástico sumiu. O terror me paralisou. Quem estava com ele? Minha tia? Meu primo? Passei dias insensível, morrendo de medo, mas também de abstinência, até que minha vontade se quebrou por completo.
Sem meu brinquedo, a necessidade me arrastou de volta pra cama dele no escuro. Me enfiei no silêncio e, depois de lamber pra preparar, montei em cima dele. Usando toda a experiência e a flexibilidade que meu cu ganhou nesses meses, fui deslizando no pau do meu primo com movimentos sutis, mas brutais. A diferença do plástico era loucura; cada metida de verdade parecia um choque elétrico. Acelerei o ritmo dando sentadas frenéticas, tampando a boca com a mão pra abafar os gemidos enquanto minha rolinha soltava o pouco de leite que ainda tinha. Meu cu ficou totalmente aberto, pulsando e pedindo mais, mas meu corpo não aguentava mais. Desci de quatro, terminei de limpar ele com um último boquete até ele gozar de novo, e me mandei de volta pra minha cama.
Voltei pros lençóis tremendo de prazer, certo de que tinha cometido o crime perfeito. Adormeci com a boca amarga e o corpo moído, convencido de que tinha me aproveitado do sono pesado dele e que ele nunca, jamais, tinha descoberto o que rolava naquela escuridão.



























Parte 9: A revelação e o destino finalNa sexta à tarde, o silêncio da casa parecia diferente. Meu primo, com aquele jeito atrapalhado dele, coçando a nuca e sem olhar nos meus olhos, soltou o aviso: minha tia tinha viajado no fim de semana e só voltaria no sábado. A gente tava completamente sozinho. Eu ignorei, como vinha fazendo ultimamente, e fui andando pelo corredor que levava pro nosso quarto. Foi aí que eu congelei. Jogado no chão, em plena luz do dia, tava o meu brinquedo desaparecido.
Antes que eu pudesse processar a surpresa ou o medo de ter sido descoberto, meu primo falou lá de trás. A voz dele continuava a mesma de sempre, meio baixa e sem jeito, mas dessa vez não tinha dúvida nas palavras. Gaguejando um pouco, com uma timidez quase de criança, ele me olhou de canto e me chamou de "puta".
Me virei, indignado, tentando manter a compostura e bancar o desentendido, mas ele avançou em direção ao objeto. Com as mãos um pouco trêmulas de nervoso, abaixou a calça. Quando ficou exposto à luz do dia, o impacto me deixou sem fôlego. Não era só a impressão de ver aquela anatomia massiva a seco; foi o baque de realidade ao perceber que a forma, as veias e o design do meu brinquedo favorito eram uma réplica exata, só que sutilmente reduzida, do próprio pau dele.
—D-descupa se eu fiz isso com você... — disse ela, olhando pro chão de um jeito preguiçoso e esfregando o braço —, mas já era. Minha vingança tá completa.
A confusão me deixou tonto. Num segundo, todas as peças do quebra-cabeça se encaixaram da forma mais torta possível. Ele sabia de tudo. Com aquela cara de bobo, começou a confessar que me invejava desde o primeiro dia, que não entendia como alguém com um pau menor que o dele podia ter uma gostosa daquelas. Me explicou, de um jeito inocente mas macabro, que já tinha me visto batendo punheta várias vezes e que descobriu meu potencial.femboy, que era o fetiche mais sagrado dele. Com toda naturalidade, me contou que por isso criou a namorada falsa, pra me separar do meu parceiro, e que ficou surpreso de eu ter topado todos os desafios. Ele mesmo tinha planejado toda a minha transformação mental e física durante a convivência, misturando o sêmen e estrogênio dele no meu café da manhã.
O peso da traição me encheu de uma raiva cega. Quis pular em cima dele, quebrar a cara dele na porrada, mas meu corpo já não era o mesmo. Quando tentei avançar de uma vez, minhas pernas bambearam e acabei tropeçando, caindo de joelhos no chão, completamente indefeso e com o rosto a poucos centímetros do pau dele. O calor da presença física dele me inundou. Ele, meio assustado com minha queda mas sem se afastar, esfregou o membro na minha cara de um jeito sutil.
Eu tava tremendo, um turbilhão de culpa e tesão colidindo na minha cabeça. Antes que eu pudesse processar, a rola vigorosa dele roçou meus lábios, deslizando firme dentro da minha boca. Aceitei com uma mistura de surpresa e submissão; assim que senti o gosto salgado e másculo, desabei por completo. Comecei a chupar desesperadamente, me entregando ao ritmo do quadril dele. Ele, com uma contradição deliciosa entre o rosto arrependido e a firmeza dos atos, acariciou meu cabelo e sussurrou:
—Muito bem... muito obrigado. Continua assim, você é uma boa putinha.
Sou uma boa puta, repeti mentalmente para mim mesma, sentindo um arrepio de puro prazer. Segundos depois, ele gozou no fundo da minha garganta. Engoli cada gota do esperma grosso dele com uma devoção absoluta.
Ao terminar, me levantou do chão. Com aquela timidez que ainda carregava, começou a me dar instruções precisas, repetindo exatamente o comportamento da minha namorada virtual.
—Vista-se como a minhawaifufavorita —ele ordenou com voz trêmula, mas firme—. Coloca a coleira e o plug.
Obedeci satisfeito, sentindo minha identidade se dissolver. Já não era mais eu; tinha me tornado seu brinquedo submisso. Quando voltei, ele me segurou pela cintura, arrancou o plug com um puxão seco e o substituiu de imediato pela dureza do pau dele. Cambaleei com a invasão, mas ele me sustentou, metendo com força de cima a baixo. Abracei ele com desespero enquanto me possuía, meu rosto refletindo uma expressão de absoluta degeneração e felicidade.
No meio do clímax, a campainha ecoou pelas paredes. Longe de parar, ele me ergueu com as pernas enroscadas na cintura dele, caminhando até a entrada sem tirar o pau de dentro. Bem antes de abrir, me fez descer de joelhos pra eu continuar chupando a cabeça, uma técnica que eu já dominava na perfeição.
Do outro lado da madeira, a voz da minha mina cortou o silêncio. Ela veio cobrar, com aquele mesmo tom de desprezo de sempre:
—Você tá aí? Quero que a gente acerte as coisas... O baile já vem aí e não tenho com quem ir. Não me deixa no mico.
Naquele instante, meu primo escancarou a porta. A cena ficou totalmente exposta: eu, de joelhos no chão, com um sorriso safado e a pica grossa do primo dela enchendo minha boca, olhando fixamente pra ela. O desprezo da minha namorada se transformou em puro terror. Ela soltou um grito abafado e saiu correndo, traumatizada.
Meu primo bateu a porta, me olhou de cima a baixo enquanto o pau dele ainda pingava saliva na minha boca, e coçando a nuca, disse:
—Pô... foi mal por isso.
Lentamente tirei a glande dos lábios dela, deixando um fio de saliva, e sorri com devoção:
—Não tem problema nenhum. Vamos, continua... Quero que você me encha de novo com todo o seu leite.
Meu primo não se fez de rogado. Ao ver minha submissão total depois do escândalo com a minha namorada, os olhos dele escureceram, perdendo qualquer traço da timidez de antes. Ele me agarrou pela coleira de couro que eu tava usando, me forçando a levantar a cabeça enquanto a saliva dele ainda escorria dos meus lábios, e me arrastou de volta pra sala.
—Você se comportou como uma puta bem corajosa ali na porta —sussurrou com a voz rouca, colando o corpo no meu—. Merece que eu te encha bem.
Ele me empurrou contra o encosto do sofá, me deixando de quatro. O plug que ele tinha tirado antes estava no chão, mas meu corpo já estava todo lubrificado e receptivo, pulsando de antecipação. Ele se posicionou atrás de mim. Eu senti o calor abrasador da pica grossa dele roçando minha bunda, procurando a entrada. Com um único empurrão firme e decidido, ele se enterrou em mim até o talo.
Um gemido agudo escapou da minha garganta. A sensação de ser preenchida foi tão intensa que minha visão ficou turva. Ele não esperou eu me acostumar; começou a me foder com um ritmo selvagem, quase violento, fazendo meus peitos balançarem e o som molhado dos nossos corpos se chocando ecoar pelo quarto inteiro. Era um eco deliciosamente sujo.
—Olha só... —ele ofegou, me dando um tapa forte na bunda que deixou a marca vermelha dos dedos na minha pele—. Toda vestida com a minha roupa...waifuRota, aberta pro teu primo. Que puta safada você é.
Sim, sou sua putinha, pensava, cravando as unhas na almofada do sofá enquanto minha mente se afogava em puro prazer mórbido. A humilhação de saber que minha namorada acabara de nos ver só agia como um afrodisíaco perfeito, incendiando cada fibra do meu corpo.
Ele mudou o ângulo, me inclinando mais para o chão e puxando meu cabelo pra trás pra me obrigar a olhar pra ele. As estocadas agora eram curtas, rápidas e profundas, batendo na minha área mais sensível sem parar. Eu mantinha uma expressão de loucura total, com os olhos semiabertos e a língua pra fora, ainda saboreando o gosto da gozada anterior dele.
O calor no quarto era sufocante, o ar cheirava a sexo, suor e fluidos. Senti o orgasmo me chamando; minhas paredes internas começaram a se contrair espasmodicamente em volta do pau dele, apertando ele. Ele percebeu. A respiração dele ficou irregular e as estocadas ficaram desesperadas, sem ritmo.
—Vou gozar... — ele grunhiu, afundando uma última vez com toda força, cravando os dedos nos meus quadris. — Vou gozar dentro, sua puta!
Um segundo depois, senti a maravilhosa e ardente invasão. Meu primo se apertou contra minhas costas, gemendo alto enquanto sua piroca grossa pulsava dentro de mim, jorrando gozo quente bem no fundo. Eu gozei junto, tremendo sem controle, desabando no sofá num clímax que me deixou sem forças.
Ficamos assim por uns momentos, unidos, ouvindo só nossas respirações ofegantes. Quando finalmente se afastou com um som molhado, um fio branco e grosso começou a escorrer devagar pelas minhas coxas. Me virei de costas, exausta mas com um sorriso de pura satisfação, pronta pro que ele quisesse me pedir depois.
fim
























3 comentários - Minha namorada virtual me feminizou (com fotos)