A noite estava quente e pesada na casa dos sogros. Juan tinha aceitado ficar pra dormir depois do jantar em família, já que a viagem de volta era longa e sua esposa, Laura, estava exausta. Prepararam o quarto de hóspedes pra ele no segundo andar, bem ao lado do quarto principal. Tudo parecia normal… até o relógio marcar 3:17 da manhã.
Juan acordou com a garganta seca. Levantou em silêncio, só de cueca preta, e desceu as escadas descalço pra não acordar ninguém. A casa estava na penumbra, iluminada só pela luz suave da lua que entrava pelas janelas. Foi pra cozinha, mas ao passar pela sala, parou de repente.
Lá estava ela.
A sogra dele, Valéria, de pé na frente da janela, olhando a noite. Vestia exatamente o que parecia uma fantasia realizada: um conjunto de lingerie preta de renda que mal segurava os peitos generosos dela, com um laço delicado no meio. O cabelo roxo caía em ondas selvagens nos ombros, e os óculos de armação rosa davam aquele toque intelectual e perverso ao mesmo tempo. As curvas exuberantes brilhavam suavemente sob a luz fraca, e a calcinha fio-dental preta com detalhes bordados se enterrava entre os quadris largos dela.
Valéria se virou devagar ao ouvi-lo. Os lábios carnudos se entreabriram num sorriso surpreso, mas não de vergonha. Os olhos verdes, atrás dos óculos, brilharam com algo muito mais perigoso.
— Juan… não consegue dormir? — perguntou com voz rouca e baixa, quase um sussurro.
Ele engoliu seco, incapaz de desviar o olhar do corpo dela. A renda preta mal cobria os bicos dos peitos, e cada respiração fazia os peitões enormes subirem e descerem de forma hipnótica.
— Tava com sede — murmurou ele, mas a voz saiu rouca.
Valéria deu um passo na direção dele. Os quadris balançavam naturalmente, sensuais. Parou a só alguns centímetros, tão perto que Juan podia sentir o perfume doce e quente dela.
— Que coincidência… eu também não tava conseguindo dormir — disse ela. Os dedos roçaram levemente o braço dele. "A Laura dorme que nem uma pedra lá em cima. E meu marido... bom, ronca como sempre."
O silêncio ficou elétrico. Juan sentia o corpo reagindo, o pau endurecendo contra o tecido fino da cueca. Valéria percebeu. Olhou pra baixo e sorriu com malícia.
"Sabe? Sempre me perguntei como seria... um homem jovem e forte como você", sussurrou, se aproximando mais. Os peitos dela roçaram o torso nu de Juan. "Minha filha tem sorte... mas às vezes uma mulher precisa de algo mais... maduro. Ou talvez algo proibido."
Sem esperar resposta, Valéria pegou a mão de Juan e guiou até um dos peitos dela. A renda era macia, mas a carne por baixo era quente e pesada. Ele apertou instintivamente, sentindo o mamilo endurecer sob a palma. Ela soltou um gemido baixinho, entreabrindo os lábios.
"Shhh...", sussurrou Valéria, colocando um dedo na boca dele. "Não vamos fazer barulho."
Ela empurrou ele de leve contra o sofá. Juan sentou e ela montou nele, a calcinha fio dental pressionando direto contra o volume duro da cueca dele. Começou a se mover devagar, se esfregando nele enquanto beijava com fome. A língua dela era experiente, brincalhona. Juan afundou as mãos nas nádegas grandes e macias dela, apertando com força enquanto ela gemia baixinho contra a boca dele.
Valéria tirou o sutiã num movimento só. Os peitos enormes ficaram livres, pesados e perfeitos. Juan devorou eles com a boca, chupando e mordendo de leve os mamilos enquanto ela arqueava as costas e enroscava os dedos no cabelo dele.
"Assim... chupa mais forte", ofegou ela.
Os quadris dela continuavam se movendo em círculos, cada vez mais rápidos. Juan baixou a mão e afastou a calcinha fio dental de lado. Ela tava encharcada. Deslizou dois dedos pra dentro dela com facilidade e Valéria soltou um gemido abafado, mordendo o lábio.
Não aguentaram muito mais. Valéria puxou a cueca de Juan com urgência e sentou nele de uma vez. Os dois gemeram juntos. Ela tava quente, apertada. e escorregadia. Ela começou a cavalgá-lo com força, os peitos dela batendo no rosto do Juan enquanto ele segurava a cintura dela e empurrava pra cima.
—Me fode… assim, como se não pudesse parar — sussurrou Valéria entre gemidos.
O quarto se encheu do som molhado dos corpos se chocando. Juan penetrava fundo nela, uma vez e outra, enquanto ela se tocava no clitóris com uma mão. O prazer era intenso, proibido. Sabiam que a qualquer momento alguém podia descer, e isso só tornava tudo mais excitante.
Valéria gozou primeiro, tremendo violentamente em cima dele, apertando ele com força dentro dela enquanto abafava um grito no pescoço dele. Juan não demorou muito mais. Com um grunhido baixo, se derramou fundo dentro da sogra, enchendo ela enquanto ela continuava se movendo devagar, prolongando o prazer.
Quando terminaram, Valéria beijou ele suavemente nos lábios, ainda sentada em cima dele.
—Isso fica entre a gente… — murmurou com um sorriso safado, ajeitando os óculos—. Mas se uma noite você ficar com sede de novo… já sabe onde me encontrar.
Juan assentiu, ainda ofegante, sabendo que aquela visita na casa dos sogros não seria a última.
Juan acordou com a garganta seca. Levantou em silêncio, só de cueca preta, e desceu as escadas descalço pra não acordar ninguém. A casa estava na penumbra, iluminada só pela luz suave da lua que entrava pelas janelas. Foi pra cozinha, mas ao passar pela sala, parou de repente.
Lá estava ela.
A sogra dele, Valéria, de pé na frente da janela, olhando a noite. Vestia exatamente o que parecia uma fantasia realizada: um conjunto de lingerie preta de renda que mal segurava os peitos generosos dela, com um laço delicado no meio. O cabelo roxo caía em ondas selvagens nos ombros, e os óculos de armação rosa davam aquele toque intelectual e perverso ao mesmo tempo. As curvas exuberantes brilhavam suavemente sob a luz fraca, e a calcinha fio-dental preta com detalhes bordados se enterrava entre os quadris largos dela.
Valéria se virou devagar ao ouvi-lo. Os lábios carnudos se entreabriram num sorriso surpreso, mas não de vergonha. Os olhos verdes, atrás dos óculos, brilharam com algo muito mais perigoso.
— Juan… não consegue dormir? — perguntou com voz rouca e baixa, quase um sussurro.
Ele engoliu seco, incapaz de desviar o olhar do corpo dela. A renda preta mal cobria os bicos dos peitos, e cada respiração fazia os peitões enormes subirem e descerem de forma hipnótica.
— Tava com sede — murmurou ele, mas a voz saiu rouca.
Valéria deu um passo na direção dele. Os quadris balançavam naturalmente, sensuais. Parou a só alguns centímetros, tão perto que Juan podia sentir o perfume doce e quente dela.
— Que coincidência… eu também não tava conseguindo dormir — disse ela. Os dedos roçaram levemente o braço dele. "A Laura dorme que nem uma pedra lá em cima. E meu marido... bom, ronca como sempre."
O silêncio ficou elétrico. Juan sentia o corpo reagindo, o pau endurecendo contra o tecido fino da cueca. Valéria percebeu. Olhou pra baixo e sorriu com malícia.
"Sabe? Sempre me perguntei como seria... um homem jovem e forte como você", sussurrou, se aproximando mais. Os peitos dela roçaram o torso nu de Juan. "Minha filha tem sorte... mas às vezes uma mulher precisa de algo mais... maduro. Ou talvez algo proibido."
Sem esperar resposta, Valéria pegou a mão de Juan e guiou até um dos peitos dela. A renda era macia, mas a carne por baixo era quente e pesada. Ele apertou instintivamente, sentindo o mamilo endurecer sob a palma. Ela soltou um gemido baixinho, entreabrindo os lábios.
"Shhh...", sussurrou Valéria, colocando um dedo na boca dele. "Não vamos fazer barulho."
Ela empurrou ele de leve contra o sofá. Juan sentou e ela montou nele, a calcinha fio dental pressionando direto contra o volume duro da cueca dele. Começou a se mover devagar, se esfregando nele enquanto beijava com fome. A língua dela era experiente, brincalhona. Juan afundou as mãos nas nádegas grandes e macias dela, apertando com força enquanto ela gemia baixinho contra a boca dele.
Valéria tirou o sutiã num movimento só. Os peitos enormes ficaram livres, pesados e perfeitos. Juan devorou eles com a boca, chupando e mordendo de leve os mamilos enquanto ela arqueava as costas e enroscava os dedos no cabelo dele.
"Assim... chupa mais forte", ofegou ela.
Os quadris dela continuavam se movendo em círculos, cada vez mais rápidos. Juan baixou a mão e afastou a calcinha fio dental de lado. Ela tava encharcada. Deslizou dois dedos pra dentro dela com facilidade e Valéria soltou um gemido abafado, mordendo o lábio.
Não aguentaram muito mais. Valéria puxou a cueca de Juan com urgência e sentou nele de uma vez. Os dois gemeram juntos. Ela tava quente, apertada. e escorregadia. Ela começou a cavalgá-lo com força, os peitos dela batendo no rosto do Juan enquanto ele segurava a cintura dela e empurrava pra cima.
—Me fode… assim, como se não pudesse parar — sussurrou Valéria entre gemidos.
O quarto se encheu do som molhado dos corpos se chocando. Juan penetrava fundo nela, uma vez e outra, enquanto ela se tocava no clitóris com uma mão. O prazer era intenso, proibido. Sabiam que a qualquer momento alguém podia descer, e isso só tornava tudo mais excitante.
Valéria gozou primeiro, tremendo violentamente em cima dele, apertando ele com força dentro dela enquanto abafava um grito no pescoço dele. Juan não demorou muito mais. Com um grunhido baixo, se derramou fundo dentro da sogra, enchendo ela enquanto ela continuava se movendo devagar, prolongando o prazer.
Quando terminaram, Valéria beijou ele suavemente nos lábios, ainda sentada em cima dele.
—Isso fica entre a gente… — murmurou com um sorriso safado, ajeitando os óculos—. Mas se uma noite você ficar com sede de novo… já sabe onde me encontrar.
Juan assentiu, ainda ofegante, sabendo que aquela visita na casa dos sogros não seria a última.
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