Bom, foi assim que aconteceu. No fim de semana, vim com meu pai, já sentia aquele tesão subindo. Ia tomar banho, já tinha tudo pronto, mas quando ouvi meu pai falando que ia sair com meus irmãozinhos, comecei a perder tempo de propósito. Demorava pra responder mensagens, escolher roupa, tudo pra fazer dar tarde e poder ficar sozinha no final. E foi o que aconteceu, eles foram embora e eu fiquei na casa grande e vazia. Me joguei na cama com o celular, vendo conteúdo que me deixava a mil. Minhas mãos começaram a acariciar meus peitos durões por cima da roupa, descendo devagar até meu shortinho. Como tava nos meus dias férteis, minha buceta tava extremamente molhada, inchada, babando, escorrendo uns líquidos grossos que encharcavam o pano. Eu me esfregava o clitóris por cima, gemendo baixinho, enfiando os dedos dentro do short pra me tocar direto. Sentia como meus sucos vaginais escorriam pelas minhas coxas, aquela umidade quente e grossa que não parava de sair.

🔥Tentei me acalmar e fui pro banheiro, mas cada passo fazia meu coração bater mais forte. Não conseguia parar de pensar que, se não tivesse vindo, agora estaria na casa do vô, cuidando dele e dos amigos enquanto eles bebem. Servindo petiscos, me movendo entre eles com meu shortinho apertado marcando minha bunda e meus peitos, sentindo os olhares tarados percorrendo meu corpo inteiro. Isso me deixou mais puta ainda, imaginando como eles me olhavam com desejo. Já não aguentei mais. Subi na mesa da cozinha lá de baixo, arranquei o shortinho e a calcinha de renda, abrindo as pernas bem largas. Minha buceta rosada, inchada e brilhando de tanto melado ficou totalmente exposta. Comecei a me dedar loucamente, enfiando dois dedos grossos bem fundo, me fodendo com força enquanto gemia de prazer. "Que gostosa tá minha buceta!", ofegava, tirando e enfiando os dedos cada vez mais rápido, espirrando meus melados pela mesa. Eu abria meus lábios com uma mão e com a outra me penetrava com três dedos, esfregando meu clitóris inchado sem piedade. Jorros da minha água vaginal escorriam pelas minhas nádegas, molhando tudo. Gozei uma e outra vez, tremendo, mas continuava enfiando dedos como uma possessa, perdida no prazer. Tava tão concentrada que nem percebi o tempo. De repente, ouço a porta da frente abrir, já tinham voltado. Eu ainda tava na cozinha lá de baixo. Meu irmãozinho desceu correndo. Corri pro meu quarto, mas bem na hora tava gozando de novo, um orgasmo intenso que me fez perder o controle. Deixei um rastro longo e brilhante dos meus melados vaginais desde a mesa até a entrada do meu quarto, escorrendo pelas minhas pernas, pingando grosso no chão. Fechei a porta e sentei no chão com as pernas abertas, minha buceta pulsando e soltando mais jorros. Tremia inteira, me contorcendo de tão gostoso que era, tampando a boca com força pra não gemer alto. Meu irmãozinho bateu na porta e me perguntou por que o chão tava molhado. Com a voz trêmula, falei pra ele que tinha comprado uma água mineral, que quando abri tava agitada e derramou tudo. Ele disse que tudo bem e foi embora. Mas voltou depois de um tempo e comentou: "Olha, até molhou teu short e a calcinha que você ia usar pra tomar banho. Tem que pegar outra." Ele não sabia que eram exatamente as que eu tava vestindo, completamente encharcadas. E toda aquela "água mineral" que tinha escorrido pela mesa, pelo chão e pelas minhas pernas era pura buceta minha, grossa, quente e babada das minhas gozadas selvagens. Fiquei ali sentada, com a pussy ainda pulsando e soltando líquidos, sorrindo por como tinha sido por pouco e por como eu adorei aquele momento de puro prazer proibido. Meu corpo ainda tremia dos orgasmos, pensando em como era gostoso me sentir tão safada.
Não fiquei satisfeita, então fui atrás dela no banheiro enquanto ela "tomava banho"...


🔥Tentei me acalmar e fui pro banheiro, mas cada passo fazia meu coração bater mais forte. Não conseguia parar de pensar que, se não tivesse vindo, agora estaria na casa do vô, cuidando dele e dos amigos enquanto eles bebem. Servindo petiscos, me movendo entre eles com meu shortinho apertado marcando minha bunda e meus peitos, sentindo os olhares tarados percorrendo meu corpo inteiro. Isso me deixou mais puta ainda, imaginando como eles me olhavam com desejo. Já não aguentei mais. Subi na mesa da cozinha lá de baixo, arranquei o shortinho e a calcinha de renda, abrindo as pernas bem largas. Minha buceta rosada, inchada e brilhando de tanto melado ficou totalmente exposta. Comecei a me dedar loucamente, enfiando dois dedos grossos bem fundo, me fodendo com força enquanto gemia de prazer. "Que gostosa tá minha buceta!", ofegava, tirando e enfiando os dedos cada vez mais rápido, espirrando meus melados pela mesa. Eu abria meus lábios com uma mão e com a outra me penetrava com três dedos, esfregando meu clitóris inchado sem piedade. Jorros da minha água vaginal escorriam pelas minhas nádegas, molhando tudo. Gozei uma e outra vez, tremendo, mas continuava enfiando dedos como uma possessa, perdida no prazer. Tava tão concentrada que nem percebi o tempo. De repente, ouço a porta da frente abrir, já tinham voltado. Eu ainda tava na cozinha lá de baixo. Meu irmãozinho desceu correndo. Corri pro meu quarto, mas bem na hora tava gozando de novo, um orgasmo intenso que me fez perder o controle. Deixei um rastro longo e brilhante dos meus melados vaginais desde a mesa até a entrada do meu quarto, escorrendo pelas minhas pernas, pingando grosso no chão. Fechei a porta e sentei no chão com as pernas abertas, minha buceta pulsando e soltando mais jorros. Tremia inteira, me contorcendo de tão gostoso que era, tampando a boca com força pra não gemer alto. Meu irmãozinho bateu na porta e me perguntou por que o chão tava molhado. Com a voz trêmula, falei pra ele que tinha comprado uma água mineral, que quando abri tava agitada e derramou tudo. Ele disse que tudo bem e foi embora. Mas voltou depois de um tempo e comentou: "Olha, até molhou teu short e a calcinha que você ia usar pra tomar banho. Tem que pegar outra." Ele não sabia que eram exatamente as que eu tava vestindo, completamente encharcadas. E toda aquela "água mineral" que tinha escorrido pela mesa, pelo chão e pelas minhas pernas era pura buceta minha, grossa, quente e babada das minhas gozadas selvagens. Fiquei ali sentada, com a pussy ainda pulsando e soltando líquidos, sorrindo por como tinha sido por pouco e por como eu adorei aquele momento de puro prazer proibido. Meu corpo ainda tremia dos orgasmos, pensando em como era gostoso me sentir tão safada.
Não fiquei satisfeita, então fui atrás dela no banheiro enquanto ela "tomava banho"...
5 comentários - Quase fui pega me dedando