Apalpada Noturna #2

Olá, como vocês estão? Antes de continuar com a história, vou contar um pouco sobre minha irmã. Ela é 3 anos mais velha que eu. Sempre a vi e sempre a verei como uma puta. Com 14 anos recém-completados, ela fugiu de casa por causa de problemas com minha mãe, já que sempre foi rebelde. Ela fugiu e foi morar com um cara que era bandido/parte de uma gangue de drogados. Quem sabe o que ela fez enquanto morava com ele? Talvez transassem todo dia. O ruim é que nunca vamos saber, e tudo vai ficar na nossa imaginação. Ela sempre me atraiu; uma vez nos beijamos, e não sei se ela lembra disso — eu espero que sim. Meu sonho é poder transar com ela, seja acordada, bêbada ou totalmente dormindo. Tomara que um dia aconteça. O bom é que já apalpei os peitos dela, a buceta e o cu enquanto ela dormia. Porra, como foi gostoso da primeira vez. Acho que é uma das coisas que eu mais queria sentir de novo.

Bom, agora vamos dar um salto na história. Desde aquela vez que apalpei o cu dela no final de 2016, passou muito tempo até eu apalpar ela de novo. Até mudamos de casa, mas era igual à anterior, porque só tinha um quarto onde toda a minha família dormia junta. Já era 2018, tudo estava normal na minha família. Por sorte minha, continuei dormindo na mesma cama que minha irmã. Mas passaram meses até eu poder apalpar minha irmã de novo enquanto ela dormia, porque ela passava a noite toda falando com o namorado e dormia tarde, e eu dormia cedo — vacilo meu. Bom, quando finalmente criei coragem para apalpar minha irmã de novo, foi numa tarde em que estávamos vendo um filme com meu irmão. Eu estava deitado com minha irmã na nossa cama, e ela acabou dormindo. Meu irmão estava sentado numa cadeira um pouco à frente da nossa cama. Eu não sabia se me atrevia a apalpar minha irmã ou não, já que ela estava descoberta, usando um short jeans. Rosa meio folgada, deixando ver a calcinha verde que ela tava usando. Eu olhava e olhava, e cada vez ficava mais excitado. Não sabia se fazia ou não, porque meu irmão podia virar e me descobrir, mas pra minha sorte ele tava super concentrado no filme. Aí eu decidi apalpar minha irmã. Me acomodei na altura dos pés dela, e não sei se ela tava mesmo dormindo ou só fingindo, mas não liguei pra isso. Aproximei minha mão das pernas dela e toquei devagar pra ver se acordava ou não. Pra minha sorte, ela não reagiu aos meus toques, e fui levando minha mão até a calcinha dela. Toquei uns minutos por cima da calcinha. O tecido era tão fino que dava pra sentir os pelinhos pubianos dela. Parecia que ela não se depilava, mas eu gostava disso. Comecei a puxar a calcinha dela pro lado, bem devagar, super devagar pra não acordar ela, e cada vez meu pau ficava mais duro, vazando líquido pré-seminal. Até que consegui afastar a calcinha dela, e ali estava. Era a primeira vez que via a buceta dela, super linda, toda virgem e peluda, com uns lábios finos e lindos, super molhada. E eu ali, tocando uma delícia dessas, enfiando um pouco do dedo na buceta dela, cheirando e provando o cheiro que ficava nos meus dedos. Naquela época, queria ter meu próprio celular pra gravar uma lembrança dessas, uma pena que não deu. Mas enfim, a noite foi passando, ela acordou sem dizer nada, só foi direto pro celular começar a falar com o namorado, e eu dormi muito feliz por ter tocado minha primeira buceta, que era da minha irmã favorita. Conforme os dias passavam, eu ia mudando meu horário de dormir, ficava acordado junto com minha irmã vendo ela trocar mensagens quentes com o namorado. Eu me fazia de desentendido pra ela não me mandar embora ou falar alguma coisa, mas eu já entendia tudo, sabia todas as palavras de duplo sentido que eles diziam. Com o passar dos dias, eu me apegava mais a ela. Ela, à noite, me emprestava o celular dela pra eu poder "jogar", mas não era isso que eu fazia. Preferia entrar no Messenger dela e ler todas as conversas que ela tinha. A maioria era de caras querendo comer minha irmã. Eu lia cada uma delas do começo, e era sempre a mesma coisa: começavam com "você é super gostosa, que linda você é, tem namorado?, manda pack?, quando a gente se conhece?". E acho que minha irmã adorava isso, porque sempre entrava na onda de todos, mesmo tendo namorado. Era uma puta mesmo. Depois de ler as conversas quentes dela, começava a parte realmente boa, porque ela já tava dormindo pesado, não sentia os apalpões que eu dava nela, e era o melhor pra mim. Quase toda noite, sem falta, eram noites de apalpar e enfiar os dedos na buceta molhada e peluda dela. Aqui vai uma foto da minha irmã (o pack dela).Apalpada Noturna #2Bom, por enquanto a história tá ficando longa, é melhor eu guardar um pouco pro resto, já que a gente não quer que tudo acabe rápido, né? Do mesmo jeito, fiquem ligados pra parte 3 dessa história 100% real. Não esqueçam de me seguir e deixar seus pontos e comentários pra saber o que acharam.

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