Paguei com um boquete e ele quis mais, fui além 🍑🍆

Há pouco tempo comecei a ficar com vontade de pagar uma corrida de Uber com um boquete, mas nunca tive coragem. Aproveitando que outro dia tava pela Zona Sul e precisava voltar pra Tigre, pedi um Uber mais porque não tava afim de fazer baldeação de busão. Aí veio me buscar um cara de uns 35 anos num Fiat. Entrei, confirmei o endereço e arrancamos. No começo, nada de conversa. Num momento, ele começou a falar e a gente engatou um papo. Eu não sabia como levar a conversa pro que eu queria. Aí, num instante, falei que tinha ouvido que tava na moda pagar com sexo oral.

— "Sim, sim, vários conhecidos me falaram, mas comigo nunca rolou."
— "Hahaha, não, são meio doidos..."
— "É, mais ou menos", ele respondeu meio rindo.
— "Você aceitaria?"
— "Depende de como é..."
— "É? E alguém como eu? Aceitaria?"

Teve um silêncio, e ele me olhou pelo retrovisor e soltou:

— "Hmm, sei lá, você chupa bem?"

Quando ouvi isso, já sabia que tinha dado uma luz verde. Me estiquei um pouco, peguei no pacote dele (que já tava durinho).

— "Quer ver como eu chupo?"

Ele riu um pouco e eu falei pra ele descer na primeira saída (a gente vinha pela Panamericana). Enquanto isso, eu não tirei a mão da pica dele. Fui pegando mais até deixar ele de cueca. Descemos e paramos numa rua escura. Passei pro banco da frente e comecei a chupar a pica dele. Mais que pica, era um pauzão de 22 cm. Eu fazia de tudo pra engolir, ele gemia pra caralho e às vezes me tirava porque tava perto de gozar.

— "Você chupa muito bem, guri."
— "Tá gostando?"
— "Sim, mas sei lá se cobre a viagem toda, hein."

Ele tirou a pica da minha boca e eu olhei pra ele enquanto batia uma e ia esfregando no meu rosto.

— "Como assim não?"

Ele enfiou a mão dentro da minha calça e pegou na minha bunda bem forte e disse:

— "Vai faltar a gorjeta."

Eu não tava preparado pra ser comido naquela noite, mas tava muito, mas muito excitado.

— "Tem camisinha?"
— "Só sobrou uma."

Aí fomos pro banco de trás. Continuei um tempo chupando a pica dele. Ele vestiu a camisinha e encostou a cabeça.

— "Uff, vai devagar que você tem ela grande. grande" e aí é quando tudo vai pelos ares, ele tapa minha boca e diz —"fica tranquilo, promíscuo, já comi vários como você" eu pensei na hora: pronto, esse vai me deixar manco. Ele deu uma apontada e ardeu um pouquinho, e em menos de um segundo enfiou o sabre de uma vez até o fundo. Quis gritar que nem uma puta, mas não consegui porque ele tampava minha boca. Com a pica toda dentro, ele fala: "relaxa, senão vai doer". Começou a tirar bem devagarinho e enfiou de novo, mas dessa vez mais devagar e foi me furando aos poucos. Ele passou 20 minutos arrebentando meu cu, eu tava vendo estrelas. Num momento ele senta e manda eu subir em cima, me pega pelo cabelo e eu começo a cavalgar. Dei três sentadas e ele fala —"isso, promíscuo, assim mesmo, vai que eu gozo". Eu tava puta que nem uma cadela no cio, e não queria perder a chance: "tira a camisinha, quero a porra dentro". "Você é um viadinho mesmo". Ele tira a pica da minha bunda e tira a camisinha sem soltar meu cabelo, cuspiu um pouco na pica e de repente sinto aquele tronco quente todo lá dentro —"isso, filho da puta, vai, me dá". Com a mão que tava livre, ele pega meu pescoço e começa a me enforcar. Passou dois minutos me comendo igual um bruto e aí sinto todo o calor da porra dentro de mim. Ele tirou a pica de dentro, eu levantei a cueca e ele pediu pra eu limpar a pica dele com a boca. Seguimos viagem (eu com a cueca cheia de porra que não era minha) e ele me deixou em casa (quase não conseguia sair do carro). Passou o número dele e falou que quando eu quiser comer, era só chamar. Se quiserem que eu conte o próximo encontro com ele, mandem pontos...

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