Mamãe e os Amigos da Academia | Parte 7

Decadência
Mamãe, ainda de joelhos no meio da sala, levantou o olhar, primeiro me viu, amarrado e com o pau marcando brutalmente por baixo da calça, depois olhou pros quatro paus duros e pulsantes que a rodeavam. Por um segundo vi dúvida no olhar dela, mas a safadeza já tinha vencido. Ela engoliu seco e se jogou naqueles troncos de carne que já esperavam ansiosos. Agarrou primeiro o pau do Max, era o mais comprido e com uma cabeça grande. Pegou e passou a língua das bolas até a ponta, fazendo ele inclinar a cabeça pra trás soltando um suspiro e, sem aviso, engoliu ele inteiro até o fundo. Os barulhos que saíam da garganta dela foram imediatos, ela tava se afogando naquele pau.
— Porra! Que boca tão gostosa e quente que essa puta tem! — gemeu Max, agarrando ela forte pelo cabelo —. Engole tudo! Enquanto fazia isso, não parava de atender os outros, porque as mãos dela já estavam acariciando as bolas deles. Não parava, passava de um pau pra outro igual uma louca, fazendo garganta fundo igual uma profissional, dava ânsia forte, o excesso de saliva escorria pelos cantos da boca e os olhos encheram de lágrimas que começavam a borrar a maquiagem. De repente pareceu se concentrar no pau do Kevin, enfiou ele inteiro até as bolas baterem no queixo dela e o volume marcar na garganta, Kevin segurou a cabeça dela por uns segundos até mamãe se soltar pra respirar e cuspir saliva na glande antes de engolir de novo.
— Olha ela… parece que você tava com muita fome, putinha — rosnou Kevin entre gemidos. Mamãe tirava o pau só por um segundo pra ofegar:
— Adoro os paus de vocês… são tão gostosos e grandes… muito mais grossos que o de muitos… tão me deixando com tanto tesão… Quando chegou no do Marco, o mais curto, mas mais grosso de todos, teve que abrir bem a boca. Mal cabia e ele aproveitava pra entalar ela com força, ela aguentava com ânsia barulhenta, mas continuava forçando até o nariz encostar na pélvis. só pra tirar ela e bater os ovos pesados na cara da mamãe. Marco, completamente absorvido pelo prazer da boca da mamãe, só conseguia dizer:
— Chupa minhas bolas, foxy. Isso… enfia elas na boca, lambe tudo, sua puta nojenta.
A saliva da mamãe escorria em jorros grossos. Descia pelo queixo, molhava os peitos, corria pela barriga e chegava até a buceta dela. O chão ao redor já era uma poça obscena.
— Que puta nojenta! — ria Braulio —. Enquanto a mamãe batia uma pra ele, esperando a vez de novo, ele virou pra mim. — Olha como ela babaca, parece uma puta sedenta. Cê gosta que sua mãe seja uma vadia, hein?
Eu ignorei, tava completamente chocado com o que via e minha calça ia estourar. Mamãe, com os olhos lacrimejando e o rosto cada vez mais sujo, só gemia em volta das picas e continuava chupando com mais gosto. Ela lambia as bolas deles, passava a língua por todo o comprimento e enfiava de novo, começou a tentar meter duas picas ao mesmo tempo, esticando os lábios ao máximo. Os caras gemiam e xingavam sem parar:
— Continua assim, puta! Chupa mais gostoso…
— Que boca quente! Vai fazer a gente encher tua cara de porra…
— Engole tudo, porca. É isso que você merece.
Max foi o primeiro a gozar. Puxou ela brutalmente pelo cabelo pra perto dele e começou a bater uma freneticamente na cara dela, gritando:
— Toma, puta! Toma toda minha porra, puta! Come ela!
Soltou jorros grossos e abundantes, quase tudo acertou a testa e as bochechas dela, menos um que sujou o cabelo.
Um por um foram descarregando as bolas nela, xingando enquanto gemiam de prazer:
— Engole tudo, porca!
— Que puta, meu deus, já vou te dar minha porra!…
— Ohh, sim, toma, toma, toma, foxy!
Quando terminaram, todos ficaram em silêncio por uns segundos recuperando o fôlego, principalmente a mamãe, que tava completamente destruída: rosto, cabelo e peitos cobertos de porra grossa, saliva e suor. Ela respirava ofegante, com fios brancos pendurados da boca. queixo. Ela tentou se levantar, achando que já tinha acabado, mas Braulio e Marco puxaram ela brutalmente pelos cabelos pra baixo. — Ei, galera, preciso ir me limpar, me soltem! — Então, putinha, você nos deixou sem gozo. Bom trabalho... mas não pense que acabou — disse Braulio rindo. Ele foi pra sala de jantar, enquanto Marco segurava a mãe pelos cabelos. Braulio pegou a mochila dele e tirou três objetos: um plug anal, um pequeno vibrador e, finalmente, um pepino enorme, o maior que eu já tinha visto na vida. A cara da mãe desabou e o sorriso sumiu na hora, porque ela sabia que fazê-los gozar não era suficiente e eles queriam continuar brincando...Mamãe e os Amigos da Academia | Parte 7

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