essa é uma história longa
Por isso eu posto ela em partes.
espero que vocês curtam muito ela
OBRIGADO POR ME SEGUIR
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Claudia sabe como tirar leite das tetonas dela. Quando o masturbador do Oscar casou com ela, já sabia onde tava se metendo. Claudia conseguia tudo graças a elas, e ele sabia muito bem disso. Ainda namorando, Claudia já tinha dado pra todos os amigos dele mais de uma vez, mas o Oscar não ligava pra isso, contanto que ela tivesse uma boa recompensa. Mais de uma vez ele tinha espionado ela e assim viu como comiam ela. Claudia era uma putinha obediente quando queria, embora às vezes isso custasse caro pra ela. Mas, apesar dessas experiências frustrantes, nunca foi motivo pra parar. Pelo contrário, isso só fazia ela querer mais. Ou você era vítima dela, ou era o algoz. Era assim, simples, o jogo dela. Esse jogo que Claudia tanto amava, e por isso os decotes enormes, o olhar provocante e a atitude de menina inocente eram as melhores armas dela pra acender paixões. E, apesar do que possam pensar, o Oscar é uma espécie rara de corno. A relação dele com Claudia sempre foi mais de cúmplice e incentivador das aventuras dela, tudo pra tirar proveito de cada uma. Oscar vivia bem, no mundinho dele de amizades, jogos e bebida. Era nisso que se baseava a tolerância dele ao que os outros chamam de chifre. Embora cedo ele tenha aprendido a tolerar e aceitar exibir eles sem vergonha nenhuma. Vamos começar pelo começo.
Quando Oscar conheceu a Cláudia, já sabia do vício dela por pica e, principalmente, como ela adorava provocar ao máximo os caras pra conseguir certos benefícios. Em troca disso, não tinha problema nenhum em entregar o corpo. Isso eu aprendi desde adolescente: o tio dela foi o responsável por ensinar como fazer. Ele come ela quando e como quer, mesmo ela estando de namorada ou já em um relacionamento. Tudo começou um dia depois da virada do ano novo. Ela tava louca pra ter uma bolsa, mas nem ela nem os pais tinham dinheiro, e comentou com o tio, o poderoso da família. Pra ele, Cláudia já tinha deixado de ser sobrinha fazia tempo. Era maior de idade, agora era uma mulher gostosa e de peitão, e sabia disso. Não custou nada conseguir a grana. Embora tivesse tido algumas aventuras, Cláudia ainda não tinha transado com nenhum dos caras com quem namorou. Por isso, a estreia sexual dela foi com o tio. Foi tão gostoso, tão prazeroso, que desde aquele momento virou o vício dela. O tio Carlos logo virou o dono dela, e pelo menos duas vezes por mês se encontravam pra ir num motel. A gostosa de peitão adorava esses encontros, não só pelo tesão de ser escrava do Carlos, mas também pelo preço que o tio pagava. Oscar, que não é nenhum otário, sacou a situação e, já estando num relacionamento, acabou aceitando e decidiu não fazer nada pra evitar esses encontros. Pelo contrário, ele incentivava. A história do motel não durou muito. Era melhor visitar o tio na casa dele, porque jogar dinheiro fora pagando motel quando dava pra pegar a buceta da sobrinha na casa do tio pervertido, fazendo amizade com a tia Laura. Durante um ano, tudo foi maravilha, até que a corna começou a desconfiar. Foi aí que o tio Carlos, num apartamento diferente a cada semana, começou a fazer festas privadas com Cláudia e algum ou outro cliente. Ter dois ou três caras pra curtir a Cláudia não incomodava ele. Pelo contrário, mesmo que terminasse toda exausta e dolorida, essas festas adorava, até que engravidou. Isso foi o fim do relacionamento dela com o tio Carlos, que não quis assumir a responsabilidade, embora continuasse comendo ela apesar da barriga enorme. Mas tudo acabou quando a Laura descobriu. Ela estava convencida de que o Carlos era o pai do filho da Cláudia, coisa que só percebeu quando o menino nasceu. Isso trouxe um baita alívio pro tio Carlos e o perdão da Laura pra Cláudia. Pra ele, saiu bem caro, mas finalmente encontrou paz com a Laura, que mantinha uma excelente relação com o Oscar, o que rendeu vários encontros íntimos onde a Laura, angustiada, confessava suas dúvidas pra ele, e o Oscar, já sabendo de tudo, se aproveitava pra confortá-la. Graças a esses encontros e aos do Carlos com a Cláudia ainda grávida, foi que o Benja curtiu uma boa vida nos primeiros anos. Claro que isso não durou muito mais tempo. A farsa desmoronou com o passar dos anos, e tanto a Laura quanto a Cláudia tiveram que se despedir dos seus machos. Assim começaram as novas aventuras da Cláudia: brincar com fogo era o que ela adorava, mesmo que sempre acabasse na fogueira.
É sabido que as mulheres de peitões são viciadas em sexo, é algo que não conseguem evitar, transar pra elas é essencial, ser tão sortudas faz com que seja muito fácil satisfazer esse vício, a maioria dos homens é atraída por peitos grandes e mostrá-los desperta a putaria, e se ainda colocar uma pitada de desejo, fica explosivo, isso a Claudia conhece muito bem, que depois de cada aventura consegue driblar qualquer problema com o marido corno e ganhar assim o castigo merecido, uma noite de sexo pesado que geralmente a deixa meio dolorida, isso funcionou por um bom tempo, mas aos poucos foi se perdendo, transar com o Oscar já não era tão fácil, não só porque o filho dela exigia muito tempo, mas também porque o Benja tinha acabado com a intimidade deles, embora isso não preocupasse muito ela, enquanto o Benja era criança, a Claudia andava livremente pela casa, era fácil vê-la sem sutiã e só de camisola, isso foi mudando conforme o Benja crescia, mas mesmo assim a Claudia tentava se manter gostosa, mostrando seus decotes enormes o tempo todo, o que disfarçava a gordura do corpo que ela tinha herdado da gravidez, o Benja foi crescendo e na adolescência passou a ver a Claudia como uma modelo digna de punheta, assim como os amigos quando o visitavam, a Claudia tinha certeza de que os amiguinhos morriam de vontade de estar com ela na cama e foi por isso que começaram a vir mais vezes na casa dela, numa noite de sábado, o Oscar chegou em casa já de madrugada, estava bem bêbado, a Claudia mal conseguiu deitá-lo, mas não na cama dele, ele não chegou lá, com a ajuda do Benja, acabaram colocando ele na cama do guri, a Claudia não teve outra opção a não ser dormir com o Benja, e olha se dormiu, naquela noite o guri tirou toda a vontade dele, com a Claudia ele aprendeu a foder em várias posições, naquela manhã o Benja acabou percebendo o quão puta a Claudia era e enquanto ela preparava o café na cozinha ele comeu ela de novo. Apesar da aparente resistência da mãe dela, desde aquele domingo as coisas mudaram tanto pra Claudia quanto pro Benja, que adorava sodomizar ela pelas costas do pai. A parada foi ficando mais séria quando, um belo dia, ele começou a levar amigos pra casa, que, como eu disse antes, estavam morrendo de vontade de comer ela. Foi assim que, sem querer, Claudia acabou virando a putinha suja do filho por uns anos. Desse jeito, ela descobriu a submissão e se deixou dominar pelo Benja e pelos amigos dele nos fins de semana, quando o mais comum era o Oscar estar bêbado na cama. Tudo terminou quando o Benja se formou. A primeira coisa que ele fez foi sair de casa, que mal visitava depois.
Por isso eu posto ela em partes.
espero que vocês curtam muito ela
OBRIGADO POR ME SEGUIR
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Claudia sabe como tirar leite das tetonas dela. Quando o masturbador do Oscar casou com ela, já sabia onde tava se metendo. Claudia conseguia tudo graças a elas, e ele sabia muito bem disso. Ainda namorando, Claudia já tinha dado pra todos os amigos dele mais de uma vez, mas o Oscar não ligava pra isso, contanto que ela tivesse uma boa recompensa. Mais de uma vez ele tinha espionado ela e assim viu como comiam ela. Claudia era uma putinha obediente quando queria, embora às vezes isso custasse caro pra ela. Mas, apesar dessas experiências frustrantes, nunca foi motivo pra parar. Pelo contrário, isso só fazia ela querer mais. Ou você era vítima dela, ou era o algoz. Era assim, simples, o jogo dela. Esse jogo que Claudia tanto amava, e por isso os decotes enormes, o olhar provocante e a atitude de menina inocente eram as melhores armas dela pra acender paixões. E, apesar do que possam pensar, o Oscar é uma espécie rara de corno. A relação dele com Claudia sempre foi mais de cúmplice e incentivador das aventuras dela, tudo pra tirar proveito de cada uma. Oscar vivia bem, no mundinho dele de amizades, jogos e bebida. Era nisso que se baseava a tolerância dele ao que os outros chamam de chifre. Embora cedo ele tenha aprendido a tolerar e aceitar exibir eles sem vergonha nenhuma. Vamos começar pelo começo.
Quando Oscar conheceu a Cláudia, já sabia do vício dela por pica e, principalmente, como ela adorava provocar ao máximo os caras pra conseguir certos benefícios. Em troca disso, não tinha problema nenhum em entregar o corpo. Isso eu aprendi desde adolescente: o tio dela foi o responsável por ensinar como fazer. Ele come ela quando e como quer, mesmo ela estando de namorada ou já em um relacionamento. Tudo começou um dia depois da virada do ano novo. Ela tava louca pra ter uma bolsa, mas nem ela nem os pais tinham dinheiro, e comentou com o tio, o poderoso da família. Pra ele, Cláudia já tinha deixado de ser sobrinha fazia tempo. Era maior de idade, agora era uma mulher gostosa e de peitão, e sabia disso. Não custou nada conseguir a grana. Embora tivesse tido algumas aventuras, Cláudia ainda não tinha transado com nenhum dos caras com quem namorou. Por isso, a estreia sexual dela foi com o tio. Foi tão gostoso, tão prazeroso, que desde aquele momento virou o vício dela. O tio Carlos logo virou o dono dela, e pelo menos duas vezes por mês se encontravam pra ir num motel. A gostosa de peitão adorava esses encontros, não só pelo tesão de ser escrava do Carlos, mas também pelo preço que o tio pagava. Oscar, que não é nenhum otário, sacou a situação e, já estando num relacionamento, acabou aceitando e decidiu não fazer nada pra evitar esses encontros. Pelo contrário, ele incentivava. A história do motel não durou muito. Era melhor visitar o tio na casa dele, porque jogar dinheiro fora pagando motel quando dava pra pegar a buceta da sobrinha na casa do tio pervertido, fazendo amizade com a tia Laura. Durante um ano, tudo foi maravilha, até que a corna começou a desconfiar. Foi aí que o tio Carlos, num apartamento diferente a cada semana, começou a fazer festas privadas com Cláudia e algum ou outro cliente. Ter dois ou três caras pra curtir a Cláudia não incomodava ele. Pelo contrário, mesmo que terminasse toda exausta e dolorida, essas festas adorava, até que engravidou. Isso foi o fim do relacionamento dela com o tio Carlos, que não quis assumir a responsabilidade, embora continuasse comendo ela apesar da barriga enorme. Mas tudo acabou quando a Laura descobriu. Ela estava convencida de que o Carlos era o pai do filho da Cláudia, coisa que só percebeu quando o menino nasceu. Isso trouxe um baita alívio pro tio Carlos e o perdão da Laura pra Cláudia. Pra ele, saiu bem caro, mas finalmente encontrou paz com a Laura, que mantinha uma excelente relação com o Oscar, o que rendeu vários encontros íntimos onde a Laura, angustiada, confessava suas dúvidas pra ele, e o Oscar, já sabendo de tudo, se aproveitava pra confortá-la. Graças a esses encontros e aos do Carlos com a Cláudia ainda grávida, foi que o Benja curtiu uma boa vida nos primeiros anos. Claro que isso não durou muito mais tempo. A farsa desmoronou com o passar dos anos, e tanto a Laura quanto a Cláudia tiveram que se despedir dos seus machos. Assim começaram as novas aventuras da Cláudia: brincar com fogo era o que ela adorava, mesmo que sempre acabasse na fogueira.
É sabido que as mulheres de peitões são viciadas em sexo, é algo que não conseguem evitar, transar pra elas é essencial, ser tão sortudas faz com que seja muito fácil satisfazer esse vício, a maioria dos homens é atraída por peitos grandes e mostrá-los desperta a putaria, e se ainda colocar uma pitada de desejo, fica explosivo, isso a Claudia conhece muito bem, que depois de cada aventura consegue driblar qualquer problema com o marido corno e ganhar assim o castigo merecido, uma noite de sexo pesado que geralmente a deixa meio dolorida, isso funcionou por um bom tempo, mas aos poucos foi se perdendo, transar com o Oscar já não era tão fácil, não só porque o filho dela exigia muito tempo, mas também porque o Benja tinha acabado com a intimidade deles, embora isso não preocupasse muito ela, enquanto o Benja era criança, a Claudia andava livremente pela casa, era fácil vê-la sem sutiã e só de camisola, isso foi mudando conforme o Benja crescia, mas mesmo assim a Claudia tentava se manter gostosa, mostrando seus decotes enormes o tempo todo, o que disfarçava a gordura do corpo que ela tinha herdado da gravidez, o Benja foi crescendo e na adolescência passou a ver a Claudia como uma modelo digna de punheta, assim como os amigos quando o visitavam, a Claudia tinha certeza de que os amiguinhos morriam de vontade de estar com ela na cama e foi por isso que começaram a vir mais vezes na casa dela, numa noite de sábado, o Oscar chegou em casa já de madrugada, estava bem bêbado, a Claudia mal conseguiu deitá-lo, mas não na cama dele, ele não chegou lá, com a ajuda do Benja, acabaram colocando ele na cama do guri, a Claudia não teve outra opção a não ser dormir com o Benja, e olha se dormiu, naquela noite o guri tirou toda a vontade dele, com a Claudia ele aprendeu a foder em várias posições, naquela manhã o Benja acabou percebendo o quão puta a Claudia era e enquanto ela preparava o café na cozinha ele comeu ela de novo. Apesar da aparente resistência da mãe dela, desde aquele domingo as coisas mudaram tanto pra Claudia quanto pro Benja, que adorava sodomizar ela pelas costas do pai. A parada foi ficando mais séria quando, um belo dia, ele começou a levar amigos pra casa, que, como eu disse antes, estavam morrendo de vontade de comer ela. Foi assim que, sem querer, Claudia acabou virando a putinha suja do filho por uns anos. Desse jeito, ela descobriu a submissão e se deixou dominar pelo Benja e pelos amigos dele nos fins de semana, quando o mais comum era o Oscar estar bêbado na cama. Tudo terminou quando o Benja se formou. A primeira coisa que ele fez foi sair de casa, que mal visitava depois.
0 comentários - Claudia a velha peituda 1