Segundo relato. Outro que aconteceu uns 8 anos atrás, mais ou menos. Eu tinha uns 27-28 anos. Tudo 100% real, aqui não venho me exibir nem nada. Essa página é tipo um diário onde eu conto o que tem de mais quente na minha vida sexual. Espero que vocês gostem e me sigam pra ficar ligado no que vem por aí:
Olha, vou contar pra vocês o que rolou naquela tarde com minha prima. Saímos pra caminhar pelo campo, ela com uma legging preta bem justa que marcava tudo. Tinha 19 anos, cara, os peitos pequenos mas uma bunda que era uma loucura, redonda, empinada, tipo dois melões perfeitos. Eu não conseguia parar de olhar praquela raba enquanto ela andava na minha frente, balançando de um lado pro outro, hipnotizante. O caminho tinha subidas e descidas. Nas subidas, eu ficava pra trás, curtindo o espetáculo, vendo como cada curva, cada movimento se marcava. Mas nas descidas era outra história. Aí eu fingia que tropeçava, que perdia o equilíbrio, e me encostava nela. A primeira vez foi sem querer, mas depois já era de propósito. Encostava a pica toda na bunda dela, sentindo aquela legging fininha, quase como se não tivesse nada entre nós. Ela nem reclamava, continuava andando como se nada, mas eu sabia que ela sentia, que notava a pressão, o volume. Duas horas assim, duas horas de sobe e desce, de encostadas e roçadas, de olhar pra bunda dela e pensar em tudo que faria com ela. Quando chegamos em casa, tava tão excitado que não aguentava mais. Fui pro banheiro, baixei a calça e comecei a bater uma pensando nela. Nas nádegas dela apertadas contra a minha, em como se mexiam, em como se marcavam debaixo daquela legging. Tirei toda a porra que tinha, foi uma punheta monumental, daquelas que você termina tremendo, com as pernas fracas, a respiração ofegante. Pensei em agarrar a cintura dela, em apertar aquelas nádegas, em meter tudo até o fundo. Imaginei os gemidos dela, como ela se contorceria, como eu agarraria os peitinhos pequenos dela enquanto penetrava por trás. Terminei todo molhado, com a mão cheia de esperma, e um gosto amargo na boca de saber que por enquanto não ia rolar (mais pra frente conto se vocês deixarem comentários querendo saber), que só me restava a lembrança daquela caminhada e a imagem da bunda dela se balançando na minha frente. Mas a punheta, irmão, essa foi foda. Masturbação foi uma das melhores da minha vida.
Olha, vou contar pra vocês o que rolou naquela tarde com minha prima. Saímos pra caminhar pelo campo, ela com uma legging preta bem justa que marcava tudo. Tinha 19 anos, cara, os peitos pequenos mas uma bunda que era uma loucura, redonda, empinada, tipo dois melões perfeitos. Eu não conseguia parar de olhar praquela raba enquanto ela andava na minha frente, balançando de um lado pro outro, hipnotizante. O caminho tinha subidas e descidas. Nas subidas, eu ficava pra trás, curtindo o espetáculo, vendo como cada curva, cada movimento se marcava. Mas nas descidas era outra história. Aí eu fingia que tropeçava, que perdia o equilíbrio, e me encostava nela. A primeira vez foi sem querer, mas depois já era de propósito. Encostava a pica toda na bunda dela, sentindo aquela legging fininha, quase como se não tivesse nada entre nós. Ela nem reclamava, continuava andando como se nada, mas eu sabia que ela sentia, que notava a pressão, o volume. Duas horas assim, duas horas de sobe e desce, de encostadas e roçadas, de olhar pra bunda dela e pensar em tudo que faria com ela. Quando chegamos em casa, tava tão excitado que não aguentava mais. Fui pro banheiro, baixei a calça e comecei a bater uma pensando nela. Nas nádegas dela apertadas contra a minha, em como se mexiam, em como se marcavam debaixo daquela legging. Tirei toda a porra que tinha, foi uma punheta monumental, daquelas que você termina tremendo, com as pernas fracas, a respiração ofegante. Pensei em agarrar a cintura dela, em apertar aquelas nádegas, em meter tudo até o fundo. Imaginei os gemidos dela, como ela se contorceria, como eu agarraria os peitinhos pequenos dela enquanto penetrava por trás. Terminei todo molhado, com a mão cheia de esperma, e um gosto amargo na boca de saber que por enquanto não ia rolar (mais pra frente conto se vocês deixarem comentários querendo saber), que só me restava a lembrança daquela caminhada e a imagem da bunda dela se balançando na minha frente. Mas a punheta, irmão, essa foi foda. Masturbação foi uma das melhores da minha vida.
1 comentários - Caminhada com minha prima gostosa