Quando fiquei de namorada

Sempre tive uma fixação com o uso da minha boca, basicamente é minha zona erógena, então eu tinha me proposto a dar muito sexo oral pros meus parceiros. Só pros meus parceiros, porque sou muito reservado com minha intimidade... Já tava saindo com o Leo há alguns meses, adorava fazer boquete nele, nem tanto fuder (ele sempre foi ativo e eu passivo). Sempre chupei ele com camisinha, mas chupava bem. As coisas iam bem entre a gente e um dia ele pediu pra ter algo mais sério. Eu não tava seguro porque, aos meus 33 anos, era a primeira vez que saía com um homem e não sabia se queria tornar isso público. Ele insistiu, disse que no pior dos casos a gente podia tentar deixar só entre nós, então acabei aceitando. Naquele dia, a gente tava no apartamento que ele alugava, fechamos a noite com uma transa, tudo normal como sempre, tudo com camisinha... No dia seguinte, não nos vimos, os dois trabalhamos e temos coisas pra fazer, mas eu me sentia meio empolgado. Como eu disse, adoro dar sexo oral pros meus parceiros (no passado tive 2 namoradas e nenhuma delas ficou sem chupadas de buceta), então fiquei o dia todo pensando em quando ia contar pro Leo os "novos benefícios" que ele ia ter... Na noite do dia seguinte, fui no apê dele pra dormir. Já era sábado e nenhum de nós queria cozinhar, então ele sugeriu pedir uma pizza, eu topei. Na hora, a gente tava na cama, depois de pedir a comida, ele solta uma: - Agora é o momento ideal pro meu namorado me fazer um boquete enquanto esperamos - ele falou isso enfatizando a palavra namorado, dava pra ver que ele tava feliz com o nosso novo relacionamento. - Beleza, fala aí - eu respondi. Na hora, fiquei todo animado mas não falei nada. Ele tirou a pica meio mole pra fora. Eu costumava cuspir nela e bater uma punheta pra deixar dura antes da camisinha, então comecei fazendo isso. Quando ela ficou dura, ele tentou pegar a camisinha no criado-mudo. Eu tava com uma ansiedade que nem conseguia falar, mas pude dizer... -Espera! Agora que somos namorados, não precisa mais colocar camisinha pra eu chupar... -Sério!? Uau, que daora -...cê quer gozar na minha boca? Ele me olhou incrédulo, de olhos bem abertos. Ele sabia que nenhum homem nunca tinha gozado na minha boca, e sabia porque ele era o primeiro homem com quem eu estava. Na hora ele se animou e mudou a cara -Cê quer que eu goze? -Me dá essa gozada, meu rei -falei enquanto continuava batendo uma pra ele e olhando nos olhos dele. Tinha fantasiado muito tempo sobre como seriam as dinâmicas que teria com um namorado e tava empolgado pra começar a colocá-las em prática, então abaixei a cabeça e me preparei pra fazer o que a partir daquele momento seria "minha obrigação". Fiz um boquete com gosto. Ele se contorcia e gemia de prazer. De vez em quando me acariciava o cabelo, ou me segurava a cabeça e ameaçava comer minha boca. Eu ficava super empolgado quando ele fazia isso, mas ele não fazia por muito tempo, sempre foi muito delicado comigo e foi uma das coisas que gostei nele desde o começo, mas agora eu precisava de um pouco mais de intensidade. Ele tava gemendo pra caralho, então tirei a boca e falei -Vou tentar engolir, mas não prometo nada, capaz que não gosto -Tá, mas agora não para, que tô perto. Obedeci e continuei com minha tarefa. Batia uma e chupava a cabeça com vontade, até que ele solta um gemido forte e sinto o primeiro jato na minha boca, saiu tão forte que me engasgou de uma vez, mais uns dois jatos saíram na minha boca antes de eu tirar de repente e começar a ter ânsia. Acontece que sêmen é muito ruim! Saí correndo pro banheiro porque achei que ia vomitar, e o coitado terminou de gozar na barriga dele. Quando cheguei no banheiro, o nojo passou, ele me seguiu e perguntou se eu tava bem, falei que sim -Porra, me assustou kkk -É, não esperava que fosse assim...embora não soubesse o que esperar, na real kkk. E é, é questão de me acostumar... -Cê vai querer de novo? -Claro! Agora que somos um casal, eu sou sua Head master, e uma boa head master engole tudo sem chiar! -Fuaaa kkkkkkk Ele tava ufotástico, não podia acreditar que a pessoa que tinha se recusado veementemente a colocar o pau na boca sem camisinha agora tava falando assim com ele. Voltamos pra cama e eu falei um pouco do que queria. Pedi que, nas próximas vezes que transássemos, ele sempre gozasse na minha boca, pra me forçar a me acostumar com o gosto. Também falei que, comigo, nunca iam faltar boquetes pra ele, e que ele podia me "ordenar" (literalmente fiz aspas com os dedos) pra fazer. Pouco depois a comida chegou e a gente partiu pra outra. Naquela noite, antes de dormir, falei sobre o quanto eu achava que era tarado com sexo oral e que queria explorar isso no relacionamento. Com o tempo, fomos implementando as dinâmicas com que fantasiei por tanto tempo... O relato termina por aqui, valeu por ler! Se der, vou postando mais partes dessa história, abraços!

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