Primeiro lésbico dela. Surpresa pra nós dois

Sempre que saímos pra nos divertir, a gente sabe que qualquer coisa pode rolar, pelo menos até eu perceber que ela não tá a fim de putaria. A gente gosta de sentar nas mesas que ficam de frente pro bar, assim dá pra ver os caras olhando pra ela. Dessa vez, enquanto a gente jantava e conversava, notei que, mesmo tendo uns caras no bar secando ela, ela tava focada na mesa que tava atrás de mim. Minha esposa conversava comigo, mas o olhar dela tava ocupado com a mesa lá atrás.

Eu: Tem uns três caras no bar que não tiram os olhos de você.
Minha esposa: Sim, já percebi, mas eles que se masturbem sozinhos hoje à noite.
Eu: O que tá te deixando tão ocupada aí atrás de mim?
Minha esposa: (Com um sorrisão e um brilho de safadeza nos olhos) Cala a boca, mas tem duas mulheres sentadas naquela mesa, e a que tá de frente pra mim fica me encarando, e toda vez que toma um gole, ela passa a língua nos lábios me olhando.
Eu: Mmmm. Você não me disse que tava a fim de mulher hoje.
Minha esposa: Nãão, eu não tava nessa até perceber como ela me olha e sorri, e isso tá me deixando com o tesão lá em cima.

Minha esposa já tinha me contado uma vez que uma das maiores fantasias dela era experimentar uma mulher, mas a gente nunca mais tocou no assunto e eu deixei pra lá. A gente sempre falava de fantasias só com homens, mesmo eu vendo como ela ficava excitada com mulheres quando a gente via pornô.

Eu: Você tá gostando?
Minha esposa: Ela me deixou toda molhada. Ela é muito gostosa, tem um sorriso lindo e um corpão.

A gente ficou rindo e conversando sobre a situação, criando fantasias de quantas coisas ela queria fazer e que fizessem com ela.
Minha esposa: Já, já, para com isso que você tá me deixando mais molhada ainda.
Eu: Quer experimentar?
Minha esposa: Tomara, mas como?
Eu: Me empresta um lápis (foda-se, pego um guardanapo e escrevo o número de celular da minha esposa e o nome dela, e embaixo escrevo "whatsapp"). Pergunto pra minha esposa: Que cor ela tá vestindo?
Minha esposa: Ela tá com um vestido vermelho com um decote, assim. Como eu. Ela também tem umas tetas boas e uns lábios carnudos.
Chamo o garçom que tá nos servindo, o mesmo que atende a outra mesa, e peço pra trazer mais drinks pra gente e levar outra rodada do que tão bebendo pra mesa atrás de nós. Mas falei pra vir na nossa mesa primeiro. E foi o que ele fez. Quando chegou com os drinks, entreguei o guardanapo com o bilhete e mandei ele dar pra mulher de vermelho.

Elas se surpreenderam com o gesto, e a que tava de costas pra nós virou o rosto e agradeceu. Essa também não era feia, mas a que tava de olho na minha esposa era gostosa pra caralho. Foi aí que a putaria bateu de verdade e a pica começou a subir.

Fui ao banheiro e, quando voltei, minha esposa me mostrou um texto que ela recebeu no WhatsApp.

: Oi, muito obrigada pela bebida, vocês são muito gentis. Prazer em te conhecer, me chamo Lilly
Minha esposa: Adoraria te conhecer mais de perto, se você quiser também.
O que acha mais tarde? Ou tem algum problema?
Lilly: Claro que quero, e não, não tenho problema nenhum. Mas, e seu marido?
Minha esposa: Ele não se importa. Você é casada?
Lilly: Nãão, hoje à noite tô celebrando meu divórcio com minha amiga
Minha esposa: Bom, se você animar, pode comemorar com a gente mais tarde também
Lilly: Hmmm, parece bem interessante. Minha amiga já tá há um tempão querendo ir embora, e eu tô com vontade de continuar a festa.
Minha esposa: Então, mantém essa vontade acesa. (mandou o endereço da nossa casa) Te esperamos?
Lilly: Mmmm. Tá bom

Fomos pra casa. Era quase meia-noite, e a gente achou que Lilly tinha desistido de vir, quando o celular da minha esposa toca.
: Oi, é a Lilly, me desculpa, mas precisei levar minha amiga em casa e ela me atrasou um pouco. Agora já é muito tarde.
Minha esposa: Fica tranquila, coração, a gente tá aqui te esperando. Tamo sozinhos.
Lilly: Siiiim, mas é que a noite foi bem Calorosa, suei pra caralho e preciso de um banho.
Minha esposa: Aaah, então te digo que a gente tá com roupa bem confortável e pronta pra cair na piscina.

Foi assim, a Lilly chegou, a gente se cumprimentou como se já fosse amigos conhecidos. Falei pra elas irem pro terraço e fui preparar os drinks. A gente sentou uns minutos pra conversar.

Minha esposa tava vestida com uns shorts bem curtinhos e folgados, sem nada por baixo, e uma camisola amarrada só com uma fita na cintura. Dava pra ver o peito dela aberto e os peitos lindos dela. Elas me deixaram sozinho por uns quinze minutos. Vejo elas vindo de mãos dadas e a Lilly vestida igualzinha minha esposa, como se fossem gêmeas. Meu pau começou a dar uns pulinhos por baixo do meu short ao ver aqueles dois monumentos de mulher.

A gente conversou rapidinho, se conhecendo um pouco, mas logo coloquei um tempero no clima. Minha esposa tava sentada do meu lado e, enquanto falava, balançava as pernas abrindo e fechando. Como o short dela era tão curto, deixava a Lilly ver o tesão da minha esposa, e acho que isso tava excitando ela. Comecei a acariciar minha esposa devagar pelas pernas enquanto a gente conversava. A Lilly observava o que eu tava fazendo, e isso deixou ela meio nervosa. De repente, pergunto:

Eu: Lilly, você já ficou com uma mulher? (Ela corou um pouco e, com um sorriso tímido, respondeu)
Lilly: Nãão, nunca… Mas, tenho que admitir que é uma curiosidade que tenho desde muito nova.
Eu: Nunca se tocou com uma? Nem um beijo?
Lilly: (Olha pra minha esposa) Não, nunca.
Eu: Minha esposa também é curiosa, e acho que essa noite é a oportunidade de vocês duas. Vocês ficaram se provocando no restaurante. Aqui só tem eu, e não vou impedir vocês de se divertirem.

As duas só se olhavam e sorriam tímidas. Levantei do meu lugar e falei pra elas ficarem de pé. Coloquei uma de frente pra outra e mandei fechar os olhos. Aproximei as cabeças delas e juntei boca com boca. Elas começaram a se beijar, meio sem jeito. timidez. Eu abraçava elas também e minha ereção crescia tanto que as duas sentiam ela roçando nas coxas. Elas separaram os lábios, se olharam e começaram a rir. Minha esposa me olha pra ver minha reação. Me dá um beijo de língua. Já tô a mil com o calor das duas.
Minha esposa: Quer beijar ele?
Lilly: Se você não se importa.
Minha esposa: Nãao, de jeito nenhum.
Eu me agarro na boca da Lilly num beijo bem gostoso. Aproximo minha esposa também. A gente se pegou de língua os três. Depois me afasto pra ver elas se comendo de boca e se tocando em tudo que alcançavam do corpo. Não aguentei mais, tirei meu short e sentei pra bater uma olhando o espetáculo.
Foi minha esposa quem tomou a iniciativa de tirar a camisola da Lilly e chupar os peitos dela. Elas ainda estavam de pé na minha frente. Lilly apertava a cabeça da minha esposa e com a outra mão apertava o próprio peito. Nisso, ela tinha os olhos fechados, gemia e passava a língua nos lábios. Minha esposa continuava chupando os peitos e enfiou uma mão dentro do short da Lilly, começando a massagear o clitóris dela. Lilly sentiu um pequeno choque, olhou pra cima e soltou um gritinho de tesão. Depois virou o olhar pra mim e foi quando percebeu que eu tava batendo uma. Arregalou os olhos e mordeu os lábios. Ficou olhando pro meu pau. Me olhava nos olhos e se mordia. Depois afastou minha esposa, soltou a camisola dela e começou a chupar os peitos dela também. Minha esposa me olhou e sorriu ao me ver batendo uma. Ela já tinha me visto fazer isso várias vezes, mas era a primeira vez que me via enquanto tava com outra mulher.
Depois de um tempo, decidiram ir pro chuveiro antes de continuar a ação, mas antes, minha esposa se ajoelhou e começou a me chupar. Chamei a Lilly pra se ajoelhar também e me chupar junto. Elas chupavam da ponta até as bolas. As línguas se cruzavam e me davam uma sensação que me enlouquecia. Eu já tinha tido experiências com duas mulheres antes, mas nunca com minha esposa na cena. Tava quase gozando, mas parei elas.
Eu: Já, já, para que não quero gozar agora. Vão pro chuveiro já.
Minha esposa: (Sorrindo) Tá bom, traz mais bebida pra gente.
Elas me deram um beijo. Lilly apertou minha rola e as duas riram.
Esperei um pouco antes de ir preparar os drinks. Quando levei as bebidas, os corpos delas estavam cobertos de sabão. Minha esposa abraçada por trás, beijava o pescoço dela enquanto com uma mão passava a esponja nos peitos. Lilly ficava de frente pra mim. Minha rola, que já tava meio mole, endureceu de novo quando vi a buceta enorme que ela tinha entre as pernas. Uma buceta linda com uns pelinhos curtos e bem carnuda, igual a da minha esposa. Elas saíram do chuveiro pra tomar um gole. Minha esposa pediu pra eu entrar no banho com elas. Tomei um gole do copo da minha esposa e depois do copo da Lilly. Tirei a camiseta e entrei no chuveiro. Minha esposa continuava grudada nas costas da Lilly enquanto ela e eu nos beijávamos e trocávamos língua. Eu massageava o clitóris da Lilly com a cabeça da minha rola. Lilly gritava e gemia de tanto prazer. Com uma mão, ela empurrava minha rola e procurava um jeito de eu penetrar ela. Eu só colocava a ponta e tirava (queria meter sim, mas queria ver elas duas transando primeiro).
Numa dessas lutas em que eu colocava a ponta, ela colocou as mãos nas minhas nádegas, me puxou com força e se jogou pra frente até enfiar tudo, até as bolas. Gritava como uma puta no cio. Gritava de verdade, com lágrimas.
Eu: Tá doendo?
Lilly: Não, me dá, por favor, me dá.
Achei que minha esposa fosse ficar brava porque essa parte não combinamos, mas… ela tava se masturbando, chegou perto de mim, me beijou e falou…
Minha esposa: Mete forte, pai, enche ela de porra que agora eu tiro e bebo.
Nisso, Lilly começa a ter o primeiro orgasmo dela, gritava e gemia como uma fera. As pernas tremiam e o corpo dela entrou em convulsão. A A respiração dela tava super acelerada e eu e minha esposa tivemos que segurar ela firme pra não cair ali no chão. Com toda a agitação, a Lilly, que não queria molhar aquele cabelo lindo dela, esqueceu de tudo. Minha pica ainda tava tão dura que acho que ajudou a segurar ela também, hahaha. Senti que ia gozar e tirei rápido. Queria guardar pra mais tarde. Terminamos de nos limpar debaixo d'água e saímos do chuveiro. Enquanto eu me secava, minha esposa pegou uma toalha e começou a secar o corpo da Lilly. Ela fazia isso de um jeito muito suave e sensual. Dando beijos em cada centímetro e polegada do corpo dela onde já tinha secado. Lilly fechava os olhos e suspirava. Eu continuei me secando ali mesmo, olhando aquele espetáculo com minha pica ainda dura. Quando minha esposa desceu pra secar as pernas dela, dava beijos suaves e ternos na buceta dela. Lilly só suspirava e passava as mãos na cabeça da minha esposa. Minha esposa colocou a língua pra fora e passou no clitóris dela. Lilly deu um pulo de tesão, agarrou a cabeça da minha esposa e disse: Lilly: Não, por favor, me dá uns minutos, por favor. Minha esposa: O que foi? Não gostou? Lilly: Eu gosto e quero, mas preciso de uns minutos. Por favor, não fica chateada. É que eu ainda tô muito sensível. Lilly levantou minha esposa e elas se abraçaram e se deram um baita beijo. Nisso, minha esposa, que ainda tava molhada, começou a se secar e a Lilly teve que fazer o mesmo porque minha esposa molhou ela com o corpo. Elas foram pro quarto. Eu fui pra cozinha pegar mais bebidas. Tava procurando alguma coisa pra beliscar na geladeira. Tinha bastante pra escolher, mas pensei que ia perder muito tempo comendo. Deixei pra depois. Quando tô me aproximando do quarto, ouço os gemidos da Lilly. A emoção e o tesão que senti quando vi minha esposa chupando a buceta de uma mulher. Já tinha imaginado isso muitas vezes, mas eram só fantasias. Agora tô vendo aqui, na minha frente. Só consegui me encostar numa parede, com uma bebida numa mão e batendo uma punheta com a outra. Lilly Apertava a cabeça da minha esposa com as duas mãos até que ela provocou um puta orgasmo nela, enquanto Lilly se contorcia igual uma cobra. Minha esposa foi subindo, dando beijos no corpo todo dela até chegar na boca. Elas se beijavam e se acariciavam deitadas de lado. Se tocavam de um jeito suave e sensual, se olhando fixo nos olhos. Trocando beijo atrás de beijo.

Lilly empurrou minha esposa de leve pra deitar ela de costas no colchão. Subiu em cima dela. Começou a beijar o pescoço dela, descendo pros peitos, que lambeu por um bom tempo. Minha esposa tava adorando aquelas carícias. Lilly foi descendo devagar, lambendo o corpo da minha esposa com aquela língua deliciosa até chegar na buceta dela.

Lilly começou a retribuir o favor pra minha esposa, beijava a buceta dela, lambia o clitóris, as duas tavam se acabando de prazer e o calor só aumentava. Aí Lilly levantou a bunda e se apoiou nos joelhos, e eu aproveitei pra me colocar atrás dela e começar a chupar aquele rabo lindo. Agora nós três távamos aproveitando. Eu ia do cu pra buceta, pro clitóris, pro cu dela. Não sei qual dos três tava gemendo mais alto. Minha esposa, que tava de olhos fechados, não entendia porque Lilly gemia daquele jeito só de chupar a buceta dela, e porque eu também tava gemendo. Ela abriu os olhos e quando me viu chupando o cu de Lilly, os gemidos dela aumentaram e ela falou:

Minha esposa: Papai, mete, mete na buceta dela. Tô pedindo há muito tempo pra te ver dando piroca em outra.

Ela agarrou a cabeça de Lilly e apertou contra a própria buceta.

Minha esposa: Cê quer que ele meta e encha você de leite?

Lilly: (Sem tirar a boca da buceta da minha esposa) Humrum, siiiim

Comecei a meter em Lilly naquela posição enquanto minha esposa me olhava de olhos bem abertos.

Minha esposa: Isssooo papai, issooo. Mete forte, não para. Olha como ela adora essa piroca boa que você tem, vai fundo. Cê gosta, Lilly? Gosta?

Lilly: Aaaai siiiim. Que macho gostoso você tem, que garanhão, mami. Mete forte, papai, assim. asiii. Já tô quase gozando.
Minha esposa adorava ver a Lilly se acabando e eu metendo em outra mulher. Assim, na frente dela, igual tantas vezes vi ela dando pra outros caras. Lilly começou a gozar e, enquanto se esgoelava, esfregou de novo no clitóris da minha esposa. Eu metia mais forte. Minha esposa também começou a gozar. Queria manter os olhos abertos me vendo meter na Lilly, mas o prazer do orgasmo venceu e ela fechou os olhos bem forte. As duas estavam gozando que nem loucas quando senti a Lilly apertar minha cabeça de um jeito que nunca tinha sentido antes e comecei a bombear minha porra nela. Ela apertava e soltava de um jeito que parecia que tava me masturbando ao mesmo tempo. Gozei com tanta força que até senti uma dorzinha na uretra. Mas essa dor durou só uns dois ou três segundos. Depois, só prazer.
A Lilly cansou da posição e foi rolando até cair em cima da minha esposa. Eu, que ainda tava duro e não queria tirar de dentro dela, fui rolando junto e caí nas costas dela. Não passaram nem dez segundos quando minha esposa soltou um baita suspiro, se sacudiu e nos empurrou.
Minha esposa: "Cês tão pensando que são o quê, seus gordos? Que são feitos de algodão?"
Lilly e eu: "Hahaha."
Fomos surpreendidos pelo despertador às seis da manhã, que é a hora que eu levanto sábado e domingo pra correr.
Minha esposa: "Você não vai correr agora, vai?"
Eu: "Claro que vou. Daqui a pouco, dentro de você, hahaha."
Risadas. Levantamos, fomos pro chuveiro de novo e depois pra cozinha preparar café. Que horas a Lilly foi embora? Ela passou quase o dia todo com a gente. Café da manhã, continuamos bebendo, fomos pra piscina e depois dormir um pouco. Fizemos isso mais duas vezes depois daquela. Na segunda, eu só fiquei olhando elas duas.
Espero que tenham gostado. Me digam nos comentários.

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