Sempre que saímos pra nos divertir, a gente sabe que qualquer coisa pode rolar, pelo menos até eu perceber que ela não tá a fim de putaria.
A gente gosta de sentar nas mesas que ficam de frente pro bar, assim dá pra ver os caras olhando pra ela. Dessa vez, enquanto a gente jantava e conversava, notei que, mesmo tendo uns caras no bar secando ela, ela tava focada na mesa que tava atrás de mim. Minha esposa conversava comigo, mas o olhar dela tava preso na mesa lá atrás.
Eu: — Tem uns três caras no bar que não tiram os olhos de você.
Minha esposa: — Sim, já percebi, mas que eles vão bater uma punheta hoje à noite.
Eu: — O que tá te deixando tão ocupada aí atrás de mim?
Minha esposa: (Com um sorrisão e um brilho de safadeza nos olhos) — Cala a boca, mas tem duas mulheres sentadas naquela mesa, e a que tá de frente pra mim fica me encarando. Cada vez que ela toma um gole, ela passa a língua nos lábios me olhando.
Eu: — Mmmm. Você não me disse que tava a fim de mulher hoje.
Minha esposa: — Nãao, eu não tava nessa até perceber como ela me olha e sorri, e isso tá me deixando com muito tesão.
Minha esposa já tinha me contado uma vez que uma das maiores fantasias dela era experimentar uma mulher, mas a gente nunca mais tocou no assunto e eu acabei esquecendo. A gente sempre falava de fantasias só com homens, mesmo eu vendo como ela ficava excitada com mulheres quando a gente via pornô.
Eu: — Você tá gostando?
Minha esposa: — Ela me deixou bem molhada. Ela é muito gostosa, tem um sorriso lindo e um corpão.
A gente ficou rindo e conversando sobre a situação, criando fantasias do tanto de coisas que ela queria fazer e que fizessem com ela.
Minha esposa: — Já, já, para com isso que você tá me fazendo ficar ainda mais molhada.
Eu: — Quer experimentar?
Minha esposa: — Tomara, mas como?
Eu: — Me empresta um lápis (foda-se, um guardanapo) e escrevo o número de celular da minha esposa e o nome dela, e embaixo escrevo "whatsapp". Pergunto pra minha esposa: — Que cor é o vestido dela?
Minha esposa: — Ela tá com um vestido vermelho com um decote, assim. como eu. Ela também tem peitos bons e lábios carnudos.
Chamo o garçom que está nos servindo, que é o mesmo que atende a outra mesa, e peço pra ele trazer mais drinks pra gente e levar outra rodada do que estão bebendo pra mesa atrás de nós. Mas que venha na nossa mesa primeiro. Foi o que ele fez. Quando chegou na nossa mesa com os drinks, entreguei o guardanapo com o bilhete e mandei ele dar pra mulher de vermelho.
Elas se surpreenderam com o gesto, e a que estava de costas pra nós virou o rosto e agradeceu. Essa também não era feia, mas a que estava de olho na minha esposa era realmente uma gostosa. Foi aí que a luxúria bateu de verdade e meu pau começou a endurecer.
Fui ao banheiro e, quando voltei, minha esposa me mostrou uma mensagem de WhatsApp que ela tinha recebido.
: Oi, muito obrigada pela bebida, vocês são muito gentis. Prazer em te conhecer, me chamo Lilly
Minha esposa: Gostaria de te conhecer mais de perto, se você quiser o mesmo.
Que tal mais tarde? Ou tem algum problema?
Lilly: Claro que quero, e não, não tenho problema nenhum. Mas, e seu marido?
Minha esposa: Ele não tem problema. Você é casada?
Lilly: Nãao, justo hoje à noite estou celebrando meu divórcio com minha amiga
Minha esposa: Bom, se você topar, pode celebrar com a gente também mais tarde
Lilly: Hmmm, parece bem interessante. Minha amiga já tá há um tempinho querendo ir embora, e eu tô afim de continuar celebrando.
Minha esposa: Então, mantém essa vontade acesa. (mandou o endereço da nossa casa) Te esperamos?
Lilly: Mmmm. Tá bom
Fomos pra casa. Era perto da meia-noite, e achamos que Lilly tinha desistido de vir, quando o celular da minha esposa toca.
: Oi, sou a Lilly, me desculpa, por favor, é que tive que levar minha amiga em casa e ela me segurou um pouco. Agora já é muito tarde.
Minha esposa: Não se preocupa, amor, estamos aqui te esperando. Estamos sozinhos.
Lilly: Siiiim, mas é que a noite foi bem calorosa, suei pra caralho e preciso de um banho.
Minha esposa: Aaah, então te digo que a gente tá com roupa bem confortável e pronta pra cair na piscina.
Foi assim, a Lilly chegou, a gente se cumprimentou como se já fosse amigos conhecidos. Falei pra elas irem pro terraço e fui preparar os drinks. Sentamos uns minutos pra conversar.
Minha esposa tava vestida com uns shorts bem curtinhos e folgados, sem nada por baixo, e uma camisola amarrada só com uma fita na cintura. Dava pra ver o peito dela aberto e os peitos lindos dela. Me deixaram sozinho por uns quinze minutos. Vejo elas vindo de mãos dadas, e a Lilly vestida igualzinho minha esposa, como se fossem gêmeas. Meu pau começou a dar uns pulinhos debaixo do meu short ao ver esses dois monumentos de mulher.
Conversamos rapidinho, nos conhecendo um pouco, mas logo coloquei um tempero no clima. Minha esposa tava sentada do meu lado e, enquanto falava, balançava as pernas abrindo e fechando. Como o short dela era tão curto, deixava a Lilly ver o tesão da minha esposa, e acho que isso tava excitando ela. Comecei a acariciar minha esposa de leve nas pernas enquanto conversávamos. A Lilly observava o que eu tava fazendo, e isso deixou ela meio nervosa. De repente, pergunto:
Eu: Lilly, já ficou com uma mulher? (Ela corou um pouco e, com um sorriso tímido, respondeu)
Lilly: Nãão, nunca… Mas, tenho que admitir que é uma curiosidade que tenho desde nova.
Eu: Nunca se tocou com uma? Nem um beijo?
Lilly: (Olha pra minha esposa) Não, nunca.
Eu: Minha esposa também é curiosa, e acho que essa noite é a chance de vocês duas. Vocês ficaram se pegando no restaurante. Aqui só tem eu, e não me oponho a vocês se divertirem.
As duas só se olhavam e sorriam timidamente. Levantei do meu lugar e falei pra elas ficarem de pé. Coloquei uma de frente pra outra e mandei fechar os olhos. Aproximei as cabeças delas e juntei boca com boca. Elas começaram a se beijar, meio sem jeito no começo... timidez. Eu abraçava elas também e minha ereção crescia tanto que as duas sentiam ela roçando nas coxas delas. Elas separaram os lábios, se olharam e começaram a rir. Minha esposa olha pra mim pra ver minha reação. Ela me dá um beijo de língua. Já tô a mil com o calor das duas.
Minha esposa: Quer beijar ele?
Lilly: Se você não se importar.
Minha esposa: Nãao, de jeito nenhum.
Eu agarro a boca da Lilly num beijo bem gostoso. Puxo minha esposa também. A gente se pegou de língua os três. Depois me afasto pra ver elas se comendo de boca e se apalpando tudo que dava dos corpos. Não aguentei mais, tirei meu shorts e sentei pra bater uma olhando o espetáculo.
Foi minha esposa quem teve a iniciativa de tirar a camisola da Lilly e chupar os peitos dela. Elas ainda estavam de pé na minha frente. Lilly apertava a cabeça da minha esposa e com a outra mão apertava o próprio peito. Nisso, ela tava de olhos fechados, gemendo e se lambendo os lábios. Minha esposa continuava chupando os peitos e enfiou uma mão dentro do short da Lilly, começando a massagear o clitóris dela. Lilly sentiu um pequeno choque, olhou pra cima e soltou um gritinho de tesão. Depois virou o olhar pra mim e foi quando percebeu que eu tava batendo uma. Ela arregalou os olhos e mordeu os lábios. Ficou olhando fixo pro meu pau. Me olhava nos olhos e se mordia. Depois afastou minha esposa, soltou a camisola dela e começou a chupar os peitos dela também. Minha esposa olhou pra mim e sorriu ao me ver batendo uma. Ela já tinha me visto fazer isso várias vezes, mas era a primeira vez que me via enquanto tava com outra mulher.
Depois de um tempo, elas decidiram ir pro chuveiro antes de continuar a ação, mas antes, minha esposa se ajoelhou e começou a me chupar. Chamou a Lilly pra se ajoelhar também e me chupar junto. Elas me chupavam da cabeça até as bolas. As línguas delas se cruzavam e me davam uma sensação que me enlouquecia. Eu já tinha tido experiências com duas mulheres antes. antes, mas nunca com minha esposa na cena. Eu tava quase gozando, mas parei elas.
Eu: Já, já, para que não quero gozar agora. Vão pro chuveiro já.
Minha esposa: (Sorrindo) Tá bom, traz mais bebida pra gente.
Elas me beijaram. Lilly apertou minha rola e as duas riram.
Esperei um pouco antes de ir preparar os drinques. Quando levei as bebidas, os corpos delas estavam cobertos de sabão. Minha esposa abraçada por trás, beijava o pescoço dela enquanto com uma mão passava a esponja nos peitos. Lilly ficava de frente pra mim. Minha rola, que já tava meio mole, endureceu de novo quando vi a buceta enorme que ela tinha entre as pernas. Uma buceta linda com uns pelinhos curtos e bem carnuda, igual a da minha esposa. Elas saíram do chuveiro pra tomar um gole. Minha esposa pediu pra eu entrar no banho com elas. Tomei um gole do copo da minha esposa e depois do copo da Lilly. Tirei a camiseta e entrei no chuveiro. Minha esposa continuava grudada nas costas da Lilly enquanto ela e eu nos beijávamos e trocávamos língua. Eu massageava o clitóris da Lilly com a cabeça da minha rola. Lilly gritava e gemia de tanto prazer. Com uma mão, ela empurrava minha rola e procurava um jeito de eu penetrar ela. Eu só colocava a ponta e tirava (queria meter sim, mas queria ver elas duas transando primeiro).
Numa dessas brigas em que eu enfiava a ponta, ela colocou as mãos nas minhas nádegas, me puxou com força e se jogou pra frente até enfiar tudo, até as bolas. Gritava como uma puta no cio. Gritava de verdade, com lágrimas.
Eu: Tá doendo?
Lilly: Não, me dá, por favor, me dá.
Achei que minha esposa fosse ficar brava porque essa parte a gente não combinou, mas… ela tava se masturbando, chegou perto de mim, me beijou e disse…
Minha esposa: Mete forte, pai, enche ela de porra que daqui a pouco eu tiro e bebo.
Nisso, Lilly começa a ter o primeiro orgasmo dela, gritava e gemia como uma fera. As pernas tremiam e o corpo dela entrou em convulsão. A A respiração dela tava super acelerada e eu e minha esposa tivemos que segurar ela firme pra não cair ali no chão. Com toda a ação, a Lilly, que não queria molhar o cabelo lindo dela, esqueceu de tudo. Minha pica ainda tava tão dura que acho que ajudou a segurar ela também, hahaha. Senti que ia gozar e tirei rápido. Queria guardar pra mais tarde. Terminamos de nos limpar debaixo d'água e saímos do chuveiro.
Enquanto eu me secava, minha esposa pegou uma toalha e começou a secar o corpo da Lilly. Ela fazia isso de um jeito bem suave e sensual. Dando beijos em cada centímetro e polegada do corpo dela onde já tinha secado. A Lilly fechava os olhos e suspirava. Eu continuei me secando ali mesmo, olhando aquele espetáculo com minha pica ainda dura.
Quando minha esposa desceu pra secar as pernas dela, dava beijos suaves e ternos na buceta dela. A Lilly só suspirava e passava as mãos na cabeça da minha esposa. Minha esposa colocou a língua pra fora e passou no clitóris dela. A Lilly deu um pulo de excitação, agarrou a cabeça da minha esposa e disse:
Lilly: Não, por favor, me dá uns minutos, por favor.
Minha esposa: O que foi? Não gostou?
Lilly: Eu gosto e quero, mas preciso de uns minutos. Por favor, não fica brava. É que eu ainda tô muito sensível.
A Lilly levantou minha esposa e elas se abraçaram e deram um beijo longo. Nisso, minha esposa, que ainda tava molhada, começou a se secar e a Lilly teve que fazer o mesmo porque minha esposa molhou ela com o corpo.
Elas foram pro quarto. Eu fui pra cozinha pegar mais bebidas. Tava procurando alguma coisa pra beliscar na geladeira. Tinha bastante opção, mas pensei que ia perder muito tempo comendo. Deixei pra depois. Quando tô me aproximando do quarto, ouço os gemidos da Lilly. A emoção e excitação que senti quando vi minha esposa chupando a buceta de uma mulher. Já tinha imaginado isso muitas vezes, mas eram só fantasias. Agora tô vendo aqui, na minha frente. Só consegui me encostar numa parede, com uma bebida numa mão e batendo punheta com a outra. apertava a cabeça da minha esposa com as duas mãos até que ela provocou um orgasmo enorme nela, enquanto Lilly se contorcia igual uma cobra. Minha esposa foi subindo, dando beijos no corpo todo dela até chegar na boca. Elas se beijavam e se acariciavam deitadas de lado. Se tocavam de um jeito suave e sensual, se olhando fixo nos olhos. Trocando beijos e mais beijos.
Lilly empurrou minha esposa de leve pra que as costas dela ficassem apoiadas no colchão. Subiu em cima dela. Começou a beijar o pescoço dela, descendo pros peitos, que lambeu por um bom tempo. Minha esposa tava adorando aquelas carícias. Lilly foi descendo devagar, lambendo o corpo da minha esposa com a língua deliciosa dela até chegar na buceta da minha esposa.
Lilly começou a retribuir o favor pra minha esposa, beijava a buceta dela, lambia o clitóris, as duas tavam se acabando de prazer e o calor das duas só aumentava. Aí Lilly levantou a bunda e se apoiou nos joelhos, e eu aproveitei pra me colocar atrás dela e começar a chupar aquele rabo lindo dela. Agora nós três távamos aproveitando. Eu ia do cu pra buceta dela, pro clitóris, pro cu. Não sabia qual dos três tava gemendo mais alto. Minha esposa, que tava de olhos fechados, não entendia porque Lilly gemia daquele jeito só de chupar a buceta dela e porque eu também tava gemendo. Ela abriu os olhos e quando me viu chupando o cu da Lilly, os gemidos dela aumentaram e ela falou:
Minha esposa: Papi, enfia, enfia na buceta dela. Tava te pedindo há muito tempo pra te ver metendo o pau em outra.
Ela agarrou a cabeça da Lilly e apertou contra a própria buceta.
Minha esposa: Você quer que ele meta e encha você de porra?
Lilly: (Sem desgrudar da buceta da minha esposa) Humrum, siiiim
Comecei a meter o pau na Lilly naquela posição enquanto minha esposa me olhava de olhos bem abertos.
Minha esposa: Isssooo papi, issooo. Mete forte, não para. Olha como ela adora essa piroca boa que você tem, vai. Você gosta, Lilly? Gosta?
Lilly: Aaaai siiiim. Que macho gostoso você tem, que garanhão, mami. Mete forte, papi, assim. asiii. Já tô quase gozando.
Minha esposa adorava ver a Lilly se acabando e eu metendo em outra mulher. Assim, na frente dela, igual tantas vezes que vi ela dando pra outros caras. Lilly começou a ter um orgasmo e, enquanto gozava, se esfregou de novo no clitóris da minha esposa. Eu metia mais forte. Minha esposa também começou a gozar. Queria manter os olhos abertos me vendo meter na Lilly, mas o prazer do orgasmo venceu ela e fechou os olhos bem forte. As duas estavam gozando freneticamente quando senti a Lilly apertar minha cabeça de um jeito que nunca tinha sentido antes e comecei a bombear minha porra nela. Ela apertava e soltava de uma forma como se estivesse me masturbando ao mesmo tempo. Gozei com tanta força que até senti uma dorzinha na uretra. Mas essa dor durou só uns dois ou três segundos. Depois, era só prazer.
A Lilly cansou da posição e foi rolando até cair em cima da minha esposa. Eu, que ainda tava duro e não queria tirar de dentro dela, fui rolando junto e caí nas costas dela. Não passaram nem dez segundos quando minha esposa soltou um baita suspiro, se sacudiu e nos empurrou.
Minha esposa: "Olha só esse par de arrombados, vocês acham que não pesam? Que são de algodão?"
Lilly e eu: "Hahaha."
Fomos surpreendidos pelo despertador às seis da manhã, que é a hora que eu acordo sábado e domingo pra correr.
Minha esposa: "Você não vai correr agora, vai?"
Eu: "Claro que vou. Daqui a pouco, dentro de você, hahaha."
Risadas. Levantamos, fomos pro chuveiro de novo e depois pra cozinha preparar café. Que horas a Lilly foi embora? Ela passou quase o dia inteiro com a gente. Café da manhã, continuamos bebendo, fomos pra piscina e depois dormir um pouco. Fizemos isso mais duas vezes depois. Na segunda, eu só fiquei observando elas.
Espero que tenham gostado. Me digam nos comentários.
A gente gosta de sentar nas mesas que ficam de frente pro bar, assim dá pra ver os caras olhando pra ela. Dessa vez, enquanto a gente jantava e conversava, notei que, mesmo tendo uns caras no bar secando ela, ela tava focada na mesa que tava atrás de mim. Minha esposa conversava comigo, mas o olhar dela tava preso na mesa lá atrás.
Eu: — Tem uns três caras no bar que não tiram os olhos de você.
Minha esposa: — Sim, já percebi, mas que eles vão bater uma punheta hoje à noite.
Eu: — O que tá te deixando tão ocupada aí atrás de mim?
Minha esposa: (Com um sorrisão e um brilho de safadeza nos olhos) — Cala a boca, mas tem duas mulheres sentadas naquela mesa, e a que tá de frente pra mim fica me encarando. Cada vez que ela toma um gole, ela passa a língua nos lábios me olhando.
Eu: — Mmmm. Você não me disse que tava a fim de mulher hoje.
Minha esposa: — Nãao, eu não tava nessa até perceber como ela me olha e sorri, e isso tá me deixando com muito tesão.
Minha esposa já tinha me contado uma vez que uma das maiores fantasias dela era experimentar uma mulher, mas a gente nunca mais tocou no assunto e eu acabei esquecendo. A gente sempre falava de fantasias só com homens, mesmo eu vendo como ela ficava excitada com mulheres quando a gente via pornô.
Eu: — Você tá gostando?
Minha esposa: — Ela me deixou bem molhada. Ela é muito gostosa, tem um sorriso lindo e um corpão.
A gente ficou rindo e conversando sobre a situação, criando fantasias do tanto de coisas que ela queria fazer e que fizessem com ela.
Minha esposa: — Já, já, para com isso que você tá me fazendo ficar ainda mais molhada.
Eu: — Quer experimentar?
Minha esposa: — Tomara, mas como?
Eu: — Me empresta um lápis (foda-se, um guardanapo) e escrevo o número de celular da minha esposa e o nome dela, e embaixo escrevo "whatsapp". Pergunto pra minha esposa: — Que cor é o vestido dela?
Minha esposa: — Ela tá com um vestido vermelho com um decote, assim. como eu. Ela também tem peitos bons e lábios carnudos.
Chamo o garçom que está nos servindo, que é o mesmo que atende a outra mesa, e peço pra ele trazer mais drinks pra gente e levar outra rodada do que estão bebendo pra mesa atrás de nós. Mas que venha na nossa mesa primeiro. Foi o que ele fez. Quando chegou na nossa mesa com os drinks, entreguei o guardanapo com o bilhete e mandei ele dar pra mulher de vermelho.
Elas se surpreenderam com o gesto, e a que estava de costas pra nós virou o rosto e agradeceu. Essa também não era feia, mas a que estava de olho na minha esposa era realmente uma gostosa. Foi aí que a luxúria bateu de verdade e meu pau começou a endurecer.
Fui ao banheiro e, quando voltei, minha esposa me mostrou uma mensagem de WhatsApp que ela tinha recebido.
: Oi, muito obrigada pela bebida, vocês são muito gentis. Prazer em te conhecer, me chamo Lilly
Minha esposa: Gostaria de te conhecer mais de perto, se você quiser o mesmo.
Que tal mais tarde? Ou tem algum problema?
Lilly: Claro que quero, e não, não tenho problema nenhum. Mas, e seu marido?
Minha esposa: Ele não tem problema. Você é casada?
Lilly: Nãao, justo hoje à noite estou celebrando meu divórcio com minha amiga
Minha esposa: Bom, se você topar, pode celebrar com a gente também mais tarde
Lilly: Hmmm, parece bem interessante. Minha amiga já tá há um tempinho querendo ir embora, e eu tô afim de continuar celebrando.
Minha esposa: Então, mantém essa vontade acesa. (mandou o endereço da nossa casa) Te esperamos?
Lilly: Mmmm. Tá bom
Fomos pra casa. Era perto da meia-noite, e achamos que Lilly tinha desistido de vir, quando o celular da minha esposa toca.
: Oi, sou a Lilly, me desculpa, por favor, é que tive que levar minha amiga em casa e ela me segurou um pouco. Agora já é muito tarde.
Minha esposa: Não se preocupa, amor, estamos aqui te esperando. Estamos sozinhos.
Lilly: Siiiim, mas é que a noite foi bem calorosa, suei pra caralho e preciso de um banho.
Minha esposa: Aaah, então te digo que a gente tá com roupa bem confortável e pronta pra cair na piscina.
Foi assim, a Lilly chegou, a gente se cumprimentou como se já fosse amigos conhecidos. Falei pra elas irem pro terraço e fui preparar os drinks. Sentamos uns minutos pra conversar.
Minha esposa tava vestida com uns shorts bem curtinhos e folgados, sem nada por baixo, e uma camisola amarrada só com uma fita na cintura. Dava pra ver o peito dela aberto e os peitos lindos dela. Me deixaram sozinho por uns quinze minutos. Vejo elas vindo de mãos dadas, e a Lilly vestida igualzinho minha esposa, como se fossem gêmeas. Meu pau começou a dar uns pulinhos debaixo do meu short ao ver esses dois monumentos de mulher.
Conversamos rapidinho, nos conhecendo um pouco, mas logo coloquei um tempero no clima. Minha esposa tava sentada do meu lado e, enquanto falava, balançava as pernas abrindo e fechando. Como o short dela era tão curto, deixava a Lilly ver o tesão da minha esposa, e acho que isso tava excitando ela. Comecei a acariciar minha esposa de leve nas pernas enquanto conversávamos. A Lilly observava o que eu tava fazendo, e isso deixou ela meio nervosa. De repente, pergunto:
Eu: Lilly, já ficou com uma mulher? (Ela corou um pouco e, com um sorriso tímido, respondeu)
Lilly: Nãão, nunca… Mas, tenho que admitir que é uma curiosidade que tenho desde nova.
Eu: Nunca se tocou com uma? Nem um beijo?
Lilly: (Olha pra minha esposa) Não, nunca.
Eu: Minha esposa também é curiosa, e acho que essa noite é a chance de vocês duas. Vocês ficaram se pegando no restaurante. Aqui só tem eu, e não me oponho a vocês se divertirem.
As duas só se olhavam e sorriam timidamente. Levantei do meu lugar e falei pra elas ficarem de pé. Coloquei uma de frente pra outra e mandei fechar os olhos. Aproximei as cabeças delas e juntei boca com boca. Elas começaram a se beijar, meio sem jeito no começo... timidez. Eu abraçava elas também e minha ereção crescia tanto que as duas sentiam ela roçando nas coxas delas. Elas separaram os lábios, se olharam e começaram a rir. Minha esposa olha pra mim pra ver minha reação. Ela me dá um beijo de língua. Já tô a mil com o calor das duas.
Minha esposa: Quer beijar ele?
Lilly: Se você não se importar.
Minha esposa: Nãao, de jeito nenhum.
Eu agarro a boca da Lilly num beijo bem gostoso. Puxo minha esposa também. A gente se pegou de língua os três. Depois me afasto pra ver elas se comendo de boca e se apalpando tudo que dava dos corpos. Não aguentei mais, tirei meu shorts e sentei pra bater uma olhando o espetáculo.
Foi minha esposa quem teve a iniciativa de tirar a camisola da Lilly e chupar os peitos dela. Elas ainda estavam de pé na minha frente. Lilly apertava a cabeça da minha esposa e com a outra mão apertava o próprio peito. Nisso, ela tava de olhos fechados, gemendo e se lambendo os lábios. Minha esposa continuava chupando os peitos e enfiou uma mão dentro do short da Lilly, começando a massagear o clitóris dela. Lilly sentiu um pequeno choque, olhou pra cima e soltou um gritinho de tesão. Depois virou o olhar pra mim e foi quando percebeu que eu tava batendo uma. Ela arregalou os olhos e mordeu os lábios. Ficou olhando fixo pro meu pau. Me olhava nos olhos e se mordia. Depois afastou minha esposa, soltou a camisola dela e começou a chupar os peitos dela também. Minha esposa olhou pra mim e sorriu ao me ver batendo uma. Ela já tinha me visto fazer isso várias vezes, mas era a primeira vez que me via enquanto tava com outra mulher.
Depois de um tempo, elas decidiram ir pro chuveiro antes de continuar a ação, mas antes, minha esposa se ajoelhou e começou a me chupar. Chamou a Lilly pra se ajoelhar também e me chupar junto. Elas me chupavam da cabeça até as bolas. As línguas delas se cruzavam e me davam uma sensação que me enlouquecia. Eu já tinha tido experiências com duas mulheres antes. antes, mas nunca com minha esposa na cena. Eu tava quase gozando, mas parei elas.
Eu: Já, já, para que não quero gozar agora. Vão pro chuveiro já.
Minha esposa: (Sorrindo) Tá bom, traz mais bebida pra gente.
Elas me beijaram. Lilly apertou minha rola e as duas riram.
Esperei um pouco antes de ir preparar os drinques. Quando levei as bebidas, os corpos delas estavam cobertos de sabão. Minha esposa abraçada por trás, beijava o pescoço dela enquanto com uma mão passava a esponja nos peitos. Lilly ficava de frente pra mim. Minha rola, que já tava meio mole, endureceu de novo quando vi a buceta enorme que ela tinha entre as pernas. Uma buceta linda com uns pelinhos curtos e bem carnuda, igual a da minha esposa. Elas saíram do chuveiro pra tomar um gole. Minha esposa pediu pra eu entrar no banho com elas. Tomei um gole do copo da minha esposa e depois do copo da Lilly. Tirei a camiseta e entrei no chuveiro. Minha esposa continuava grudada nas costas da Lilly enquanto ela e eu nos beijávamos e trocávamos língua. Eu massageava o clitóris da Lilly com a cabeça da minha rola. Lilly gritava e gemia de tanto prazer. Com uma mão, ela empurrava minha rola e procurava um jeito de eu penetrar ela. Eu só colocava a ponta e tirava (queria meter sim, mas queria ver elas duas transando primeiro).
Numa dessas brigas em que eu enfiava a ponta, ela colocou as mãos nas minhas nádegas, me puxou com força e se jogou pra frente até enfiar tudo, até as bolas. Gritava como uma puta no cio. Gritava de verdade, com lágrimas.
Eu: Tá doendo?
Lilly: Não, me dá, por favor, me dá.
Achei que minha esposa fosse ficar brava porque essa parte a gente não combinou, mas… ela tava se masturbando, chegou perto de mim, me beijou e disse…
Minha esposa: Mete forte, pai, enche ela de porra que daqui a pouco eu tiro e bebo.
Nisso, Lilly começa a ter o primeiro orgasmo dela, gritava e gemia como uma fera. As pernas tremiam e o corpo dela entrou em convulsão. A A respiração dela tava super acelerada e eu e minha esposa tivemos que segurar ela firme pra não cair ali no chão. Com toda a ação, a Lilly, que não queria molhar o cabelo lindo dela, esqueceu de tudo. Minha pica ainda tava tão dura que acho que ajudou a segurar ela também, hahaha. Senti que ia gozar e tirei rápido. Queria guardar pra mais tarde. Terminamos de nos limpar debaixo d'água e saímos do chuveiro.
Enquanto eu me secava, minha esposa pegou uma toalha e começou a secar o corpo da Lilly. Ela fazia isso de um jeito bem suave e sensual. Dando beijos em cada centímetro e polegada do corpo dela onde já tinha secado. A Lilly fechava os olhos e suspirava. Eu continuei me secando ali mesmo, olhando aquele espetáculo com minha pica ainda dura.
Quando minha esposa desceu pra secar as pernas dela, dava beijos suaves e ternos na buceta dela. A Lilly só suspirava e passava as mãos na cabeça da minha esposa. Minha esposa colocou a língua pra fora e passou no clitóris dela. A Lilly deu um pulo de excitação, agarrou a cabeça da minha esposa e disse:
Lilly: Não, por favor, me dá uns minutos, por favor.
Minha esposa: O que foi? Não gostou?
Lilly: Eu gosto e quero, mas preciso de uns minutos. Por favor, não fica brava. É que eu ainda tô muito sensível.
A Lilly levantou minha esposa e elas se abraçaram e deram um beijo longo. Nisso, minha esposa, que ainda tava molhada, começou a se secar e a Lilly teve que fazer o mesmo porque minha esposa molhou ela com o corpo.
Elas foram pro quarto. Eu fui pra cozinha pegar mais bebidas. Tava procurando alguma coisa pra beliscar na geladeira. Tinha bastante opção, mas pensei que ia perder muito tempo comendo. Deixei pra depois. Quando tô me aproximando do quarto, ouço os gemidos da Lilly. A emoção e excitação que senti quando vi minha esposa chupando a buceta de uma mulher. Já tinha imaginado isso muitas vezes, mas eram só fantasias. Agora tô vendo aqui, na minha frente. Só consegui me encostar numa parede, com uma bebida numa mão e batendo punheta com a outra. apertava a cabeça da minha esposa com as duas mãos até que ela provocou um orgasmo enorme nela, enquanto Lilly se contorcia igual uma cobra. Minha esposa foi subindo, dando beijos no corpo todo dela até chegar na boca. Elas se beijavam e se acariciavam deitadas de lado. Se tocavam de um jeito suave e sensual, se olhando fixo nos olhos. Trocando beijos e mais beijos.
Lilly empurrou minha esposa de leve pra que as costas dela ficassem apoiadas no colchão. Subiu em cima dela. Começou a beijar o pescoço dela, descendo pros peitos, que lambeu por um bom tempo. Minha esposa tava adorando aquelas carícias. Lilly foi descendo devagar, lambendo o corpo da minha esposa com a língua deliciosa dela até chegar na buceta da minha esposa.
Lilly começou a retribuir o favor pra minha esposa, beijava a buceta dela, lambia o clitóris, as duas tavam se acabando de prazer e o calor das duas só aumentava. Aí Lilly levantou a bunda e se apoiou nos joelhos, e eu aproveitei pra me colocar atrás dela e começar a chupar aquele rabo lindo dela. Agora nós três távamos aproveitando. Eu ia do cu pra buceta dela, pro clitóris, pro cu. Não sabia qual dos três tava gemendo mais alto. Minha esposa, que tava de olhos fechados, não entendia porque Lilly gemia daquele jeito só de chupar a buceta dela e porque eu também tava gemendo. Ela abriu os olhos e quando me viu chupando o cu da Lilly, os gemidos dela aumentaram e ela falou:
Minha esposa: Papi, enfia, enfia na buceta dela. Tava te pedindo há muito tempo pra te ver metendo o pau em outra.
Ela agarrou a cabeça da Lilly e apertou contra a própria buceta.
Minha esposa: Você quer que ele meta e encha você de porra?
Lilly: (Sem desgrudar da buceta da minha esposa) Humrum, siiiim
Comecei a meter o pau na Lilly naquela posição enquanto minha esposa me olhava de olhos bem abertos.
Minha esposa: Isssooo papi, issooo. Mete forte, não para. Olha como ela adora essa piroca boa que você tem, vai. Você gosta, Lilly? Gosta?
Lilly: Aaaai siiiim. Que macho gostoso você tem, que garanhão, mami. Mete forte, papi, assim. asiii. Já tô quase gozando.
Minha esposa adorava ver a Lilly se acabando e eu metendo em outra mulher. Assim, na frente dela, igual tantas vezes que vi ela dando pra outros caras. Lilly começou a ter um orgasmo e, enquanto gozava, se esfregou de novo no clitóris da minha esposa. Eu metia mais forte. Minha esposa também começou a gozar. Queria manter os olhos abertos me vendo meter na Lilly, mas o prazer do orgasmo venceu ela e fechou os olhos bem forte. As duas estavam gozando freneticamente quando senti a Lilly apertar minha cabeça de um jeito que nunca tinha sentido antes e comecei a bombear minha porra nela. Ela apertava e soltava de uma forma como se estivesse me masturbando ao mesmo tempo. Gozei com tanta força que até senti uma dorzinha na uretra. Mas essa dor durou só uns dois ou três segundos. Depois, era só prazer.
A Lilly cansou da posição e foi rolando até cair em cima da minha esposa. Eu, que ainda tava duro e não queria tirar de dentro dela, fui rolando junto e caí nas costas dela. Não passaram nem dez segundos quando minha esposa soltou um baita suspiro, se sacudiu e nos empurrou.
Minha esposa: "Olha só esse par de arrombados, vocês acham que não pesam? Que são de algodão?"
Lilly e eu: "Hahaha."
Fomos surpreendidos pelo despertador às seis da manhã, que é a hora que eu acordo sábado e domingo pra correr.
Minha esposa: "Você não vai correr agora, vai?"
Eu: "Claro que vou. Daqui a pouco, dentro de você, hahaha."
Risadas. Levantamos, fomos pro chuveiro de novo e depois pra cozinha preparar café. Que horas a Lilly foi embora? Ela passou quase o dia inteiro com a gente. Café da manhã, continuamos bebendo, fomos pra piscina e depois dormir um pouco. Fizemos isso mais duas vezes depois. Na segunda, eu só fiquei observando elas.
Espero que tenham gostado. Me digam nos comentários.
2 comentários - Primeiro lésbico dela. Surpresa pra nós dois