Uma noite em que eu estava no trabalho, tinha que ficar até tarde, ela me liga pra perguntar que horas eu achava que ia chegar. Falei que o serviço tinha complicado e que ia demorar, que achava que chegaria depois das 3 da manhã. Ela, meio puta, disse que não era justo, que tinha passado a tarde toda me esperando, que eu tinha prometido chegar cedo e que ela tinha planejado uma noite de fogo, que tava super excitada, porque tinha visto uns vídeos de sexo pra preparar algo diferente. Eu, brincando, falei:
— Não se preocupa, se quiser, mando alguém pra te atender enquanto eu chego.
— Não seria má ideia, já que você não tem tempo.
— Sério, você ia gostar?
— Eu me contento com o que vier.
— Fala sério? Olha que aqui na empresa tem um cara que dizem ser um garanhão que não perdoa ninguém.
— Tá esperando o quê pra mandar ele? Só depois não vem se arrepender, essa é sua fantasia.
— Tá bem, amor, se prepara que daqui a pouco mando ele. Ele não sabe de nada, então te recomendo esperar ele de um jeito sugestivo. Se for como falam, ele cuida do resto.
Na hora, mandei chamar o Esteban e pedi pra ele ir na minha casa pegar uns documentos que eu tinha deixado e que precisava pra terminar o serviço. Falei: "Pede pra minha esposa te dar a pasta". Dei o endereço, que não ficava a mais de 10 minutos do escritório. Então ele saiu, direto pra minha casa.
Depois, ele me ligou pra dizer que já tava na minha casa, mas que ia demorar um pouco mais porque não achavam a pasta. Eu, por dentro, só ria, porque imaginava bem o que ele tava procurando. Isso me deixou super excitado, tanto que mal conseguia me concentrar no que tava fazendo. Mais uns 40 minutos, ele me liga de novo pra dizer que, por mais que procurassem, não achavam a pasta. Foi nessa hora que... Na hora, falei pra ela me desculpar, que não lembrava se tava com a pasta comigo, que a gente já ia terminar o serviço, e pra ela voltar. Quando ela chegou, tava visivelmente contrariada, corada, envergonhada, queria se desculpar pelo atraso, então eu incentivei ela a se acalmar, dizendo que a culpa era minha, porque eu não tinha percebido que tava com os documentos comigo.
Finalmente terminamos o serviço e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei na minha, todas as luzes apagadas. Na sala, tinha duas taças com resto de vinho, um baby doll preto no chão e um conjunto de lingerie da mesma cor. Minha imaginação começou a voar, vendo os vestígios do que tinha rolado. Fui pro quarto, minha esposa tava deitada na cama, completamente nua, com as pernas abertas, cochilando exausta. No ar, o cheiro de sexo dominava tudo. Eu já não aguentava mais, minha ereção tava enorme. Me despi feito um louco, e com o barulho que fiz, minha esposa acordou, me olhou e disse:
— Foi maravilhoso, nunca pensei que fosse curtir tanto sexo como hoje. Fiquei super satisfeita com a pica enorme que ele tem. Então você vai ter que se contentar em ouvir o que aconteceu e, se me obedecer, vou fazer pra você algo do que eu tinha planejado pra hoje.
— Sim, amor, como você quiser. Você cumpriu comigo, e agora é minha vez de cumprir o que prometi.
— Vejo que você já tá pronto. Então deita, fecha os olhos e tenta imaginar o que eu vou contar, enquanto eu te ajudo estimulando você.
Ela se levantou e foi direto pro criado-mudo, tirou umas coisas de dentro e voltou pro meu lado. Começou a esfregar meu corpo com óleo aromático, começando pelo meu peito, abdômen, até chegar no meu pau e nas bolas. Era maravilhoso sentir aquelas mãos em mim, percorrendo cada centímetro. Virei de bruços pra continuar com o óleo nas costas, nos lados, até chegar na minha bunda. Ela levantou um pouco minha pélvis pra colocar um par de travesseiros, fazendo eu levantar o rabo. Abriu minhas nádegas e... Enfiei um dedo besuntado de óleo no meu cu e comecei a massagear, depois foram dois dedos dilatando ele, até que meteram um vibrador em mim, que ligaram na hora.
— Agora sim, se prepara pra ouvir o que aconteceu, por não estar em casa quando devia. Escuta o corno que você é e como conseguiu isso.
Ela começou a história, enquanto eu sentia a vibração lá dentro e uma vontade imensa de gozar, de olhos fechados tentando me controlar.
Pouco depois da ligação, vi um carro estacionar na frente de casa, e logo ouvi a campainha. Meu coração começou a bater a mil, então respirei fundo, me acalmei um pouco e fui abrir a porta. Só estava usando o conjunto de lingerie que comprei pra te surpreender e o baby doll que você deve ter visto na sala. Ao abrir a porta, quis fingir surpresa e falei:
— Amor, cê deixou a chave ou por que tá batendo? Tava te esperando.
Quando vi o Esteban parado na porta, fiquei fingindo espanto, arregalando os olhos, sem saber o que fazer, mas não escondi meu corpo, só percebi ele me olhando de cima a baixo.
— Boa noite, senhora, me chamo Esteban, sou funcionário do escritório onde seu marido trabalha. Desculpa a interrupção, seu marido me mandou buscar uma pasta que ficou aqui em casa e ele precisa. Se preferir, volto daqui a pouco pra pegá-la, não quero incomodar.
Quando consegui falar, disse que não precisava, ele já tava ali e já tinha me visto, que não tinha problema, que entrasse, porque não era certo deixar ele parado na porta.
— Espero que não se importe de me ver assim, tava esperando meu marido, tínhamos planos pra hoje como você deve ter notado, mas acho que ele vai demorar. É sempre a mesma coisa, com essas saídas periódicas e trabalho, nada é mais igual, acho que são só desculpas.
— Bom, dessa vez acho que é verdade, já estamos trabalhando há um tempão e ainda não terminamos. Talvez ele não demore muito e vocês possam comemorar direito. —Bom, isso depende, se ele não se desculpar dizendo que chegou cansado, já tá virando hábito.
Ele não parava de me olhar, já com mais confiança até se mexia de um lado pro outro, apreciando meu corpo, então falei pra ele me acompanhar pra ver se reconhecia a pasta ou os papéis que eu procurava. Ao chegar na escrivaninha, me abaixei de propósito, de costas pra ele, mostrando a bunda, porque o baby doll levantou e eu só tava de fio dental. De relance, vi que ele começava a esfregar a pica na calça. Pedi ajuda, dizendo que não achava nada. Ele se aproximou de onde eu tava e, bem discreto, roçou na minha bunda, o que me deixou a mil. Tinha que parar de fingir e partir pra cima, já tava ali, então não ia desperdiçar. Dei um passo pra trás e esfreguei minha bunda no volume que ele já tinha, foi extremamente gostoso. Ele ficou imóvel. Me levantei e virei, ficando bem perto dele, olhei nos olhos dele e só consegui dizer:
— Se você gosta do que vê e do que sente, o que tá esperando? Tô morrendo de vontade e quero que você tire essa vontade de mim. Meu marido tá perdendo isso.
— Tem certeza? Eu faço o favor com maior prazer, você me deixou impressionado.
— Só te peço um favor: me trata como sua putinha, sua putinha ou o que você quiser.
— Tá bom, putinha, vou te dar o que você quer.
Ele começou a me beijar com paixão, as mãos dele percorriam todo o meu corpo. Me pegou pela bunda e me levantou, eu abracei ele com as pernas e ele me levou pra sala, onde começou a me despir sem parar de me beijar. Quando me deixou pelada, me deitei no sofá, abriu minhas pernas e colou o rosto na minha buceta já molhada. Era impressionante como ele fazia bem, chupava, lambia e sugava meu clitóris e meus lábios vaginais. Fechei os olhos e me deixei levar pela sensação.
Não aguentei mais, com o que ele tava fazendo, gozei sem controle.
Uns minutos mais daquela chupada gostosa e foi aí que tive minha primeira gozada, tremia igual uma louca. Minhas pernas tremiam enquanto eu apertava ele mais contra mim, ele não parava de chupar, até que eu desabei. Foi nesse momento que ele se levantou, começou a tirar a roupa na minha frente, eu admirava ele, mas foi quando ele baixou a cueca que eu fiquei impressionada: uma rola, longa e grossa, totalmente ereta, era um verdadeiro monstro, mais de 20 cm.
Sem pensar duas vezes, me joguei nela, peguei com minhas mãos, minhas pernas ainda tremiam, mas não liguei. Me ajoelhei e enfiei na minha boca, era enorme, não conseguia nem colocar metade sem sentir ânsia. Então virei ele e ele sentou no sofá, bem onde eu estava um momento antes. Ele abriu as pernas e eu, com a língua, percorri cada centímetro de carne que tinha à minha disposição. Acariciava as bolas dele, massageava com minha mão, enfiava o máximo que podia na boca para salivar e lubrificar. Não queria me desgrudar dela.
Fiquei assim por vários minutos, minha mandíbula começava a ficar dormente, mas eu não queria parar. Me afastei um pouco para respirar, ele me olhando nos olhos me afastou, se levantou, me pegou pela mão e me ajudou a levantar também. Me colocou de lado no sofá e, com uma mão na minha barriga e a outra nas minhas costas, me dobrou, me apoiando no braço do sofá. Ele abriu minhas pernas, encaixou a cabeça da rola na minha buceta e, sem mais, enfiou a rola toda de uma vez. Era grande demais.
Tentei me levantar, mas ele não deixou, me forçou a ficar naquela posição. Deixou ela dentro por uns instantes enquanto eu me acostumava, e depois começou uma bombada lenta, que foi acelerando aos poucos. Era tão gostoso que foi aí que ele arrancou meu segundo orgasmo. Igual ao primeiro, minhas pernas fraquejaram, mas na posição que eu estava e apoiada como ele me segurava, não tinha como escapar.
Ele não parava, eu não conseguia me conter, gritava de prazer. Tinha tanta umidade que dava para ouvir o barulho forte dos meus fluidos batendo. e o batido da pélvis dele na minha bunda, ele continuava me comendo com tudo, eu não via quando ia acabar, até que de repente ele começou a tremer um pouco, inundando minha pussy com todo o esperma dele.
Sentia o esperma escorrendo pelas minhas pernas, porque mesmo assim ele continuava com o mete e tira, até que finalmente parou, se deixou cair sobre mim por um momento, se levantou, sentou no sofá e me perguntou.
– Gostou do que fizemos, sua putinha?
– Foi maravilhoso.
– Que bom que você está gostando, porque ainda não terminei com você, só deixa eu ligar pro seu cuck pra avisar que vou demorar mais pra chegar.
Foi nesse momento que ele te ligou, enquanto eu fui pegar umas taças e uma garrafa de vinho, servi e brindamos pelos chifres que estávamos te colocando. Depois da ligação, começamos a conversar, foi aí que me abri com ele e contei parte do que realmente aconteceu.
– Há um tempo meu marido tem a fantasia de outro homem me comer, ele disse que mandaria alguém fazer o que ele não podia no momento, eu disse que sim, que fizesse, foi por isso que ele te mandou. Segundo ele, você tem fama de picaflor, um verdadeiro garanhão, e eu já comprovei.
Tomamos a taça, ele se levantou, me pegou no colo e me carregou até o quarto, me deitou aqui na sua cama e começou a me beijar de novo. Agora um pouco mais amoroso e delicado, conforme nossos corpos se roçavam no contato, senti o cock enorme dele começar a endurecer, peguei ele na minha mão e fui direto chupar, queria que crescesse na minha boca, ele se deixou levar. Depois me colocou de bruços e colocou um par de travesseiros na minha barriga, pra eu levantar a bunda, abriu minhas pernas e minhas nádegas e colou a boca no meu booty, enfiando aos poucos a língua no meu cu apertado.
Falei que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, ele pegou, colocou um pouco e começou a dilatar meu ânus, enfiou um dedo, depois dois, doía um pouco, mas ele com muita calma e paciência continuava sem forçar a penetração. Depois de um tempo bem dilatado o buraco, ele se levantou, lubrificou o pau, encaixou na entrada do meu cu e pressionou devagar, era enorme, mesmo com o meu ânus dilatado, não conseguia entrar. Ele, sem pressa, enfiava e tirava a pontinha, pressionando cada vez um pouco mais, sem parar de me acariciar e falar pra eu relaxar e controlar minha respiração.
Continuou tentando e de repente senti a cabeça daquele pau lindo entrar, finalmente tinha conseguido. Ele manteve imóvel por um momento, meu ânus se acostumou com o diâmetro dele. Depois disso, empurrou suave, sem pressa, centímetro por centímetro, a sensação era maravilhosa. Senti a pélvis dele batendo nas minhas nádegas, foi quando entendi que já estava inteiro dentro de mim. Mais uma vez, parou por uns instantes, depois recuou até antes da cabeça sair, enfiando de novo, cada vez com um pouco mais de pressão.
Comecei a me massagear o clitóris no ritmo das estocadas dele, em pouco tempo já estava num orgasmo tremendo de novo, e ele continuou bombando até terminar, inundando meu cu com o esperma dele também. Quando a ereção diminuiu, ele tirou com muito cuidado e me deixou deitada na cama, foi pro banheiro, se limpou, se vestiu e foi embora, já tinha que voltar.
– Agora sim, vem o teu castigo por gozar sem minha permissão, você também tem que sentir o rigor de um pau no cu.
Ele abriu minhas nádegas, tirou o vibrador do meu ânus, me lubrificou um pouco e enfiou um pênis de plástico. Disse que não era tão grande quanto o pau do Esteban, mas que serviria pra alguma coisa. Meu ânus já estava dilatado, então não foi difícil enfiar. Ele bombou duríssimo até me fazer gozar mais uma vez, deixou dentro de mim, me virou e, de barriga pra cima, montou na minha cara pra eu lamber e provar os restos que ainda tinham do esperma do Esteban, era delicioso.
Terminada a limpeza da buceta e do cu, ele tirou o pênis de plástico, me deu pra chupar, virou de lado e dormiu. Eu fiz o mesmo.
— Não se preocupa, se quiser, mando alguém pra te atender enquanto eu chego.
— Não seria má ideia, já que você não tem tempo.
— Sério, você ia gostar?
— Eu me contento com o que vier.
— Fala sério? Olha que aqui na empresa tem um cara que dizem ser um garanhão que não perdoa ninguém.
— Tá esperando o quê pra mandar ele? Só depois não vem se arrepender, essa é sua fantasia.
— Tá bem, amor, se prepara que daqui a pouco mando ele. Ele não sabe de nada, então te recomendo esperar ele de um jeito sugestivo. Se for como falam, ele cuida do resto.
Na hora, mandei chamar o Esteban e pedi pra ele ir na minha casa pegar uns documentos que eu tinha deixado e que precisava pra terminar o serviço. Falei: "Pede pra minha esposa te dar a pasta". Dei o endereço, que não ficava a mais de 10 minutos do escritório. Então ele saiu, direto pra minha casa.
Depois, ele me ligou pra dizer que já tava na minha casa, mas que ia demorar um pouco mais porque não achavam a pasta. Eu, por dentro, só ria, porque imaginava bem o que ele tava procurando. Isso me deixou super excitado, tanto que mal conseguia me concentrar no que tava fazendo. Mais uns 40 minutos, ele me liga de novo pra dizer que, por mais que procurassem, não achavam a pasta. Foi nessa hora que... Na hora, falei pra ela me desculpar, que não lembrava se tava com a pasta comigo, que a gente já ia terminar o serviço, e pra ela voltar. Quando ela chegou, tava visivelmente contrariada, corada, envergonhada, queria se desculpar pelo atraso, então eu incentivei ela a se acalmar, dizendo que a culpa era minha, porque eu não tinha percebido que tava com os documentos comigo.
Finalmente terminamos o serviço e cada um foi pra sua casa. Quando cheguei na minha, todas as luzes apagadas. Na sala, tinha duas taças com resto de vinho, um baby doll preto no chão e um conjunto de lingerie da mesma cor. Minha imaginação começou a voar, vendo os vestígios do que tinha rolado. Fui pro quarto, minha esposa tava deitada na cama, completamente nua, com as pernas abertas, cochilando exausta. No ar, o cheiro de sexo dominava tudo. Eu já não aguentava mais, minha ereção tava enorme. Me despi feito um louco, e com o barulho que fiz, minha esposa acordou, me olhou e disse:
— Foi maravilhoso, nunca pensei que fosse curtir tanto sexo como hoje. Fiquei super satisfeita com a pica enorme que ele tem. Então você vai ter que se contentar em ouvir o que aconteceu e, se me obedecer, vou fazer pra você algo do que eu tinha planejado pra hoje.
— Sim, amor, como você quiser. Você cumpriu comigo, e agora é minha vez de cumprir o que prometi.
— Vejo que você já tá pronto. Então deita, fecha os olhos e tenta imaginar o que eu vou contar, enquanto eu te ajudo estimulando você.
Ela se levantou e foi direto pro criado-mudo, tirou umas coisas de dentro e voltou pro meu lado. Começou a esfregar meu corpo com óleo aromático, começando pelo meu peito, abdômen, até chegar no meu pau e nas bolas. Era maravilhoso sentir aquelas mãos em mim, percorrendo cada centímetro. Virei de bruços pra continuar com o óleo nas costas, nos lados, até chegar na minha bunda. Ela levantou um pouco minha pélvis pra colocar um par de travesseiros, fazendo eu levantar o rabo. Abriu minhas nádegas e... Enfiei um dedo besuntado de óleo no meu cu e comecei a massagear, depois foram dois dedos dilatando ele, até que meteram um vibrador em mim, que ligaram na hora.
— Agora sim, se prepara pra ouvir o que aconteceu, por não estar em casa quando devia. Escuta o corno que você é e como conseguiu isso.
Ela começou a história, enquanto eu sentia a vibração lá dentro e uma vontade imensa de gozar, de olhos fechados tentando me controlar.
Pouco depois da ligação, vi um carro estacionar na frente de casa, e logo ouvi a campainha. Meu coração começou a bater a mil, então respirei fundo, me acalmei um pouco e fui abrir a porta. Só estava usando o conjunto de lingerie que comprei pra te surpreender e o baby doll que você deve ter visto na sala. Ao abrir a porta, quis fingir surpresa e falei:
— Amor, cê deixou a chave ou por que tá batendo? Tava te esperando.
Quando vi o Esteban parado na porta, fiquei fingindo espanto, arregalando os olhos, sem saber o que fazer, mas não escondi meu corpo, só percebi ele me olhando de cima a baixo.
— Boa noite, senhora, me chamo Esteban, sou funcionário do escritório onde seu marido trabalha. Desculpa a interrupção, seu marido me mandou buscar uma pasta que ficou aqui em casa e ele precisa. Se preferir, volto daqui a pouco pra pegá-la, não quero incomodar.
Quando consegui falar, disse que não precisava, ele já tava ali e já tinha me visto, que não tinha problema, que entrasse, porque não era certo deixar ele parado na porta.
— Espero que não se importe de me ver assim, tava esperando meu marido, tínhamos planos pra hoje como você deve ter notado, mas acho que ele vai demorar. É sempre a mesma coisa, com essas saídas periódicas e trabalho, nada é mais igual, acho que são só desculpas.
— Bom, dessa vez acho que é verdade, já estamos trabalhando há um tempão e ainda não terminamos. Talvez ele não demore muito e vocês possam comemorar direito. —Bom, isso depende, se ele não se desculpar dizendo que chegou cansado, já tá virando hábito.
Ele não parava de me olhar, já com mais confiança até se mexia de um lado pro outro, apreciando meu corpo, então falei pra ele me acompanhar pra ver se reconhecia a pasta ou os papéis que eu procurava. Ao chegar na escrivaninha, me abaixei de propósito, de costas pra ele, mostrando a bunda, porque o baby doll levantou e eu só tava de fio dental. De relance, vi que ele começava a esfregar a pica na calça. Pedi ajuda, dizendo que não achava nada. Ele se aproximou de onde eu tava e, bem discreto, roçou na minha bunda, o que me deixou a mil. Tinha que parar de fingir e partir pra cima, já tava ali, então não ia desperdiçar. Dei um passo pra trás e esfreguei minha bunda no volume que ele já tinha, foi extremamente gostoso. Ele ficou imóvel. Me levantei e virei, ficando bem perto dele, olhei nos olhos dele e só consegui dizer:
— Se você gosta do que vê e do que sente, o que tá esperando? Tô morrendo de vontade e quero que você tire essa vontade de mim. Meu marido tá perdendo isso.
— Tem certeza? Eu faço o favor com maior prazer, você me deixou impressionado.
— Só te peço um favor: me trata como sua putinha, sua putinha ou o que você quiser.
— Tá bom, putinha, vou te dar o que você quer.
Ele começou a me beijar com paixão, as mãos dele percorriam todo o meu corpo. Me pegou pela bunda e me levantou, eu abracei ele com as pernas e ele me levou pra sala, onde começou a me despir sem parar de me beijar. Quando me deixou pelada, me deitei no sofá, abriu minhas pernas e colou o rosto na minha buceta já molhada. Era impressionante como ele fazia bem, chupava, lambia e sugava meu clitóris e meus lábios vaginais. Fechei os olhos e me deixei levar pela sensação.
Não aguentei mais, com o que ele tava fazendo, gozei sem controle.
Uns minutos mais daquela chupada gostosa e foi aí que tive minha primeira gozada, tremia igual uma louca. Minhas pernas tremiam enquanto eu apertava ele mais contra mim, ele não parava de chupar, até que eu desabei. Foi nesse momento que ele se levantou, começou a tirar a roupa na minha frente, eu admirava ele, mas foi quando ele baixou a cueca que eu fiquei impressionada: uma rola, longa e grossa, totalmente ereta, era um verdadeiro monstro, mais de 20 cm.
Sem pensar duas vezes, me joguei nela, peguei com minhas mãos, minhas pernas ainda tremiam, mas não liguei. Me ajoelhei e enfiei na minha boca, era enorme, não conseguia nem colocar metade sem sentir ânsia. Então virei ele e ele sentou no sofá, bem onde eu estava um momento antes. Ele abriu as pernas e eu, com a língua, percorri cada centímetro de carne que tinha à minha disposição. Acariciava as bolas dele, massageava com minha mão, enfiava o máximo que podia na boca para salivar e lubrificar. Não queria me desgrudar dela.
Fiquei assim por vários minutos, minha mandíbula começava a ficar dormente, mas eu não queria parar. Me afastei um pouco para respirar, ele me olhando nos olhos me afastou, se levantou, me pegou pela mão e me ajudou a levantar também. Me colocou de lado no sofá e, com uma mão na minha barriga e a outra nas minhas costas, me dobrou, me apoiando no braço do sofá. Ele abriu minhas pernas, encaixou a cabeça da rola na minha buceta e, sem mais, enfiou a rola toda de uma vez. Era grande demais.
Tentei me levantar, mas ele não deixou, me forçou a ficar naquela posição. Deixou ela dentro por uns instantes enquanto eu me acostumava, e depois começou uma bombada lenta, que foi acelerando aos poucos. Era tão gostoso que foi aí que ele arrancou meu segundo orgasmo. Igual ao primeiro, minhas pernas fraquejaram, mas na posição que eu estava e apoiada como ele me segurava, não tinha como escapar.
Ele não parava, eu não conseguia me conter, gritava de prazer. Tinha tanta umidade que dava para ouvir o barulho forte dos meus fluidos batendo. e o batido da pélvis dele na minha bunda, ele continuava me comendo com tudo, eu não via quando ia acabar, até que de repente ele começou a tremer um pouco, inundando minha pussy com todo o esperma dele.
Sentia o esperma escorrendo pelas minhas pernas, porque mesmo assim ele continuava com o mete e tira, até que finalmente parou, se deixou cair sobre mim por um momento, se levantou, sentou no sofá e me perguntou.
– Gostou do que fizemos, sua putinha?
– Foi maravilhoso.
– Que bom que você está gostando, porque ainda não terminei com você, só deixa eu ligar pro seu cuck pra avisar que vou demorar mais pra chegar.
Foi nesse momento que ele te ligou, enquanto eu fui pegar umas taças e uma garrafa de vinho, servi e brindamos pelos chifres que estávamos te colocando. Depois da ligação, começamos a conversar, foi aí que me abri com ele e contei parte do que realmente aconteceu.
– Há um tempo meu marido tem a fantasia de outro homem me comer, ele disse que mandaria alguém fazer o que ele não podia no momento, eu disse que sim, que fizesse, foi por isso que ele te mandou. Segundo ele, você tem fama de picaflor, um verdadeiro garanhão, e eu já comprovei.
Tomamos a taça, ele se levantou, me pegou no colo e me carregou até o quarto, me deitou aqui na sua cama e começou a me beijar de novo. Agora um pouco mais amoroso e delicado, conforme nossos corpos se roçavam no contato, senti o cock enorme dele começar a endurecer, peguei ele na minha mão e fui direto chupar, queria que crescesse na minha boca, ele se deixou levar. Depois me colocou de bruços e colocou um par de travesseiros na minha barriga, pra eu levantar a bunda, abriu minhas pernas e minhas nádegas e colou a boca no meu booty, enfiando aos poucos a língua no meu cu apertado.
Falei que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, ele pegou, colocou um pouco e começou a dilatar meu ânus, enfiou um dedo, depois dois, doía um pouco, mas ele com muita calma e paciência continuava sem forçar a penetração. Depois de um tempo bem dilatado o buraco, ele se levantou, lubrificou o pau, encaixou na entrada do meu cu e pressionou devagar, era enorme, mesmo com o meu ânus dilatado, não conseguia entrar. Ele, sem pressa, enfiava e tirava a pontinha, pressionando cada vez um pouco mais, sem parar de me acariciar e falar pra eu relaxar e controlar minha respiração.
Continuou tentando e de repente senti a cabeça daquele pau lindo entrar, finalmente tinha conseguido. Ele manteve imóvel por um momento, meu ânus se acostumou com o diâmetro dele. Depois disso, empurrou suave, sem pressa, centímetro por centímetro, a sensação era maravilhosa. Senti a pélvis dele batendo nas minhas nádegas, foi quando entendi que já estava inteiro dentro de mim. Mais uma vez, parou por uns instantes, depois recuou até antes da cabeça sair, enfiando de novo, cada vez com um pouco mais de pressão.
Comecei a me massagear o clitóris no ritmo das estocadas dele, em pouco tempo já estava num orgasmo tremendo de novo, e ele continuou bombando até terminar, inundando meu cu com o esperma dele também. Quando a ereção diminuiu, ele tirou com muito cuidado e me deixou deitada na cama, foi pro banheiro, se limpou, se vestiu e foi embora, já tinha que voltar.
– Agora sim, vem o teu castigo por gozar sem minha permissão, você também tem que sentir o rigor de um pau no cu.
Ele abriu minhas nádegas, tirou o vibrador do meu ânus, me lubrificou um pouco e enfiou um pênis de plástico. Disse que não era tão grande quanto o pau do Esteban, mas que serviria pra alguma coisa. Meu ânus já estava dilatado, então não foi difícil enfiar. Ele bombou duríssimo até me fazer gozar mais uma vez, deixou dentro de mim, me virou e, de barriga pra cima, montou na minha cara pra eu lamber e provar os restos que ainda tinham do esperma do Esteban, era delicioso.
Terminada a limpeza da buceta e do cu, ele tirou o pênis de plástico, me deu pra chupar, virou de lado e dormiu. Eu fiz o mesmo.
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