A noite que mudou tudo.

A noite que mudou tudo.Desde pequenos, eu e Diego éramos inseparáveis. A gente brincava, ria de tudo e dividia segredos como se fôssemos melhores amigos. Quando crescemos, essa confiança ganhou um tom mais perigoso. Eu pedia pra ele tirar fotos no celular: experimentando saias curtinhas que mal tampavam a bunda, regatas apertadas que marcavam os peitos, ou me abaixando devagar pra ele focar bem. Ele tirava numa boa, com aquele sorriso torto. — Ficou espetacular, prima — falava, e eu ficava vermelha, apagava algumas na frente dele… mas guardava as mais ousadas numa pasta escondida. Às vezes os olhares ficavam presos um segundo a mais, mas depois seguia como se nada. Naquela noite, depois do encontro de família em Corrientes, a gente escapou sozinho. Subimos no Fiat velho dele, compramos um six pack de cerveja bem gelada e saímos pra dar voltas nos caminhos de terra perto do rio Paraná. A chuva fina caía e embaçava os vidros. Dentro do carro, o ar tava pesado. A conversa começou leve e foi esquentando cada vez mais. — Fala, prima, conta de verdade… qual foi a coisa mais louca que você já fez? — perguntou Diego, dando um gole longo e me olhando de canto. Eu já tava com a língua solta por causa da cerveja. Ri nervosa, mordi o lábio e contei tudo (a história completa do trio, exatamente como na versão anterior). Diego ficou calado uns segundos, processando. Depois soltou com a voz rouca: — Que loucura, prima… Não imaginava você assim. Passou a mão no rosto e me olhou diferente, mais intenso. — E você gostou de ser comida enquanto ela te chupava? — perguntou sem filtro. — Sim… foi muito forte. Sentir as duas coisas ao mesmo tempo me deixava louca. A conversa continuou esquentando. Contei mais detalhes, cada vez mais sujos. Ele fazia perguntas uma atrás da outra, respirando mais pesado, se ajeitando no banco. — E você já fantasiou com alguém da família? — perguntou de repente. Fiquei vermelha, mas a cerveja me soltou. — Às vezes… pensava em você —admiti quase num sussurro. Isso foi a faísca. Diego soltou o ar com força. —Desde que você me pede essas fotos… eu também te desejo, prima. Fico duro toda vez que te veo de saia curta. Ele se aproximou. A mão grande dele pousou na minha coxa nua e começou a subir devagar. Eu não tirei. Continuamos conversando cada vez mais perto, com toques. Os dedos dele roçavam a borda da minha saia. O carro tava carregado de tensão. De repente ele me beijou. Primeiro forte, depois mais profundo. Tentei resistir um segundo, mas a mão dele já tava por baixo da saia, acariciando a calcinha encharcada. —Porra, prima… cê tá toda molhada —falou contra minha boca. Ele levantou minha saia, tirou minha calcinha e baixou a cabeça entre minhas pernas. A língua quente e molhada lambeu toda minha bucetinha, chupou o clitóris inchado e enfiou dois dedos grossos, mexendo lá dentro enquanto me devorava. Gozei tremendo, agarrando o cabelo dele, mordendo meu braço pra não gritar. Ele se levantou, baixou o short e puxou o pau grosso, veiudo e completamente duro. Me segurou suave pela nuca. —Chupa. Lamber primeiro nervosa, depois com vontade, enfiando mais fundo, babando tudo. Diego gemia e acariciava meu cabelo. Reclinou o banco do carona. Abriu minhas pernas e esfregou a cabeça grossa contra minha pussy molhada. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, me abrindo. —Diego… devagar… ai —gemi quando ele tava todo dentro. parte 2 em breve..

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