Chupei a buceta de um Mendigo

Se essa experiência te soa familiar é porque sou a mesma garota trav. Desculpa pra quem já conhece essa história. Espero que os novatos/as curtam 😃 (RELATO REAL)


Numa noite de sábado, me vesti de garota pra caçar sexo pela cidade, mas não achei cliente. Depois de tanto andar, encontrei outra coisa: uma das minhas fantasias. Transar com um mendigo.


Sou uma garota travessa de 24 anos, isso aconteceu quando eu tinha 22. "Sou moreninha clara, bundinha pequena de menina, cintura fina, uns peitinhos, lábios carnudos e mãozinhas pequenas" (Minhas redes tão no meu perfil, mas apareço em todas como @MiMicaela)


Numa dessas noites que eu tava sozinha, aproveitei pra ficar numa esquina atrás de cliente, já que pela internet ninguém aparecia. Sábado, sei lá por quê, o sexo some, pelo menos na minha cidade. Pra sair, coloquei uma fio dental pequenininha, uma saia preta que deixava ver um pouco da minha bunda, uma blusa bem apertada por baixo de um sutiã com enchimento pra chamar mais atenção kkkk. E maquiagem.


Onde eu morava naquela época era um bairro cheio de casas, então pra sair de forma discreta eu esperava pelo menos meia-noite. Quando chegava em áreas mais centrais, já não fazia diferença. Assim que me sentia à vontade pelos lugares onde andava, começava a rebolar minha bundinha e olhar pros lados, esperando que algum carro buzinasse pra mim ou que algum homem me devorasse com os olhos.


Depois de procurar clientes por uma hora e meia, andando e parada na zona vermelha da minha cidade, cansei e fui embora. Voltei pelo centro, indo pelas ruas principais, na esperança de que algum carro me visse e me pegasse no caminho de casa. Minha tesão naquela noite estava a mil, não transava há uma semana e queria um pau dentro de mim custasse o que custasse. Mas a sorte não estava comigo. Voltando a pé pra casa, passei perto de uma praça onde os mendigos costumavam dormir à noite. Minha calentura era tanta que me atrevi a passar perto de onde eles ficavam pra ver no que dava. Sempre tive essa fantasia, mas nunca tive coragem. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro, me decidi e fui. A praça dá numa espécie de pontinho com uma cerca de arame, por isso os mendigos dormiam lá — era menos provável que alguém enchesse o saco deles.


Passei pro outro lado da cerca e lá estavam eles, dois mendigos de +30 anos. Um dos dois até que era bonito pra estar morando na rua, vou chamar ele de Luís. O outro já parecia ter algum problema com droga ou psicológico, porque era meio lerdo e sem noção, vou chamar ele de Milo. Caminhei devagar, rebolando minha bunda minúscula, esperando que falassem alguma coisa com um tom sexual, mas não, continuaram conversando entre si. Fiquei desanimada e já ia embora, mas sabia que era minha chance, então voltei pelo mesmo caminho. Dessa vez, me abaixei descaradamente, apontando minha bunda minúscula toda pra eles, deu pra ver minha racha inteira porque a saia era tão curta. Fiquei assim por uns segundos e, quando olhei pra trás, Milo já estava do lado da cerca, se esfregando por cima da calça. O outro só ficou olhando, sentado num colchão que eles tinham ali.


A sensação de ver como o Milo tava doido pra me comer me deu um arrepio ao mesmo tempo que me excitava pra caralho. Me aproximei de um jeito provocante e perguntei pra eles de um jeito tímido.


Eu: Tão afim de transar


Luis: Siiim, claro, vem pra cá por este lado


Me indicou uma área pra acessar onde eles estavam e eu fui pra lá. O Milo ficou só se tocando por cima da calça enquanto me encarava. Caminhei até a área que me indicaram, mas quando vi que era muito alto e não queria descer de forma brusca, perguntei se podiam me ajudar. O Milo já falou que sim na hora, esticou os braços, eu aproveitei e desci de costas. O Milo não perdeu a chance e passou a mão na minha bunda toda enquanto me ajudava a descer. Quando terminei de descer e agradeci ao Milo, o Luis disse


Luis: Que puta gostosa que você é


Levantou do colchão e me mandou ficar de quatro. Fiz isso, me aproximei um pouquinho mais de forma sensual e me abaixei, deixando minha carinha na altura do pau dele. Feito uma putinha no cio, rapidão puxei a calça dele pra baixo e me deparei com o cacete dele duro na minha frente. Uns 17cm mais ou menos, bem grossinho, limpinho e com poucos pelos. Isso me aliviou e me deixou com mais tesão ainda, porque não ia ser nada desagradável.


Na hora, aproximei minha boquinha no pau dele e comecei a chupar com toda a vontade e tesão daquela noite. Movia meu pescoço e minha cabeça pra trás e pra frente sem parar, num ritmo gostoso, babando tudo e fazendo uns barulhos de putaria, mas não muito altos porque afinal ainda estávamos num lugar onde podia passar gente. Chupei e chupei sem parar por uns dois minutinhos, soltando uns gemidinhos baixos pra esquentar ele mais. Funcionou, porque ele me puxou pelo cabelo, o que me fez sentir ainda mais a puta que eu já sou. De canto de olho, enquanto eu chupava e o Luis curtia, vi o Milo se masturbando olhando pra gente. Depois de um tempo se tocando, ele aproveitou e chegou por trás de mim. Como eu tava com os joelhos flexionados e não ajoelhada, ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e começar a apalpar minha bunda toda. Apertava minhas nadeguinhas e passava os dedos por cima da minha calcinha fio dental, procurando meu cuzinho. O que eu tanto queria tava acontecendo, mas eu queria mais. Tava morrendo de vontade que eles ficassem um do lado do outro pra eu chupar os dois ao mesmo tempo, mas o Milo não chegou mais perto, o Luis não sugeriu, e eu queria ser a menina obediente e puta da situação, então fiquei na vontade. Mas isso não tirava o fato de que eu tinha dois safados aproveitando meu corpinho: um sentindo minha boca chupar o pau inteiro dele, e outro curtindo minha bundinha depilada e redondinha de tanto malhar. Continuei chupando e chupando sem parar, só diminuindo um pouquinho o ritmo por uns 5 minutos.


Ao perceber que eu diminuí o ritmo, o Luis me disse...


Luis: Vem cá


Ela se deitou no colchão que tinha ali e me chamou pra chupar ela ali. Ainda bem, porque meu pescoço já não aguentava mais de tanto abaixar a cabeça. Peguei o pau dela e, como se fosse uma puta barata, mexeu pra eu chupar e, como é o que eu sou, fui na hora. Fiquei de quatro e andei até o colchão e comecei a chupar ela de novo. Ela jogou a cabeça pra trás de prazer enquanto eu não parava de chupar. Estando de quatro, aproveitei e, com a mão esquerda, levantei toda minha saia e puxei minha calcinha fio dental, esperando que o Milo se aproximasse e aproveitasse pra me comer. Mas ele não teve coragem, ficou no lugar onde estava, se masturbando enquanto nos olhava.


Era uma mistura mórbida incrível, Luis gemendo de prazer enquanto segurava minha cabeça, eu já chupando sem parar o pau dele, babando toda e com um tesão do caralho, a única coisa que passava na minha cabeça era aquele pau prestes a explodir. Chupei e chupei de cima até embaixo, até as bolas dele, que de vez em quando eu tocava de leve pra ele ficar ainda mais excitado, e de vez em quando dava uns beijinhos. Mas logo ele pegava minha cabeça de novo pra eu continuar chupando. De tanto chupar e chupar, minha bucetinha apertada pedia pra ser penetrada na gritaria, mas foi nesse momento que ouvi uma voz falando atrás de mim. Era um cara jovem que trocou umas palavras com eles enquanto eu não parava de chupar e rebolava minha bucetinha apertada. O cara ficou olhando uns segundos e foi embora. Fiquei grata por estar de lado contrário ao meu rosto, e mesmo aquilo me excitando pra caralho, chupei ele por uns 2 minutos a mais pra ficar de boa e cortar a situação de forma brusca. Inventei uma desculpa com um pouco de medo de eles ficarem putos e, com a culpa de que Luis não conseguiu gozar e o Milo não ganhou a chupadinha grátis dele, fui embora. O Milo me ajudou a subir de novo enquanto passava a mão na minha bucetinha apertada toda, me despedi de um jeito meigo e fui embora, excitada, nervosa e extasiada com tudo que tinha vivido.

1 comentários - Chupei a buceta de um Mendigo

muy lindo relato yo tambien tube esa fantaia con un vagabundo pero no me anime