Provoquei meu filho e ele me comeu

Esse segredo que quero contar é muito particular e, de verdade, espero discrição sobre isso. Sou uma mulher recém-divorciada, faz apenas 3 meses que meu marido decidiu tirar eu e o filho dele do caminho dele. No começo, fiquei destruída, apesar do acordo favorável, não conseguia parar de sentir aquele lado da cama vazio, aquela cadeira extra na mesa ou o silêncio na sala onde, um dia, Carlos me fez sua enquanto Oscar estudava no quarto dele. Às vezes, sentada naquele sofá, não resistia à tentação de me tocar, lembrando quando você me pedia pra ficar de quatro, com a buceta bem levantada pra ele meter sem piedade.Provoquei meu filho e ele me comeu

milfSó de lembrar já fico com tesão. Enfim. Uma noite que deveria ser como tantas outras, eu ia me deitar, mas a solidão no quarto era insuportável. Deitei e senti o lado oposto frio e vazio. Sentei na cama e pensei por um momento, mordendo o lábio. —Óscar! Gritei sem muita força, esperei um segundo, dez segundos e de repente. A porta bateu *TOC TOC TOC*. —Pode entrar. Óscar entrou, segurando o controle do videogame e com os fones pendurados no pescoço. —Chamou? Demorei um pouco pra responder. —Eu, hã... O que cê tá fazendo? Quer ver um filme? Óscar entrou, sentando na beira da cama. —Bom, tava jogando com o Sebas... Fiz uma careta de desgosto. —Ahã, e não prefere ver alguma coisa? A gente pode ver aquela série de herói que você gosta, né? Óscar hesitou um segundo. —Tá bom... Só vou desligar o videogame. Ele saiu, esperei uns 15 minutos com uma certa desesperança até que a porta se abriu de novo e lá estava ele, de pijama de shorts e camiseta azul, parecia tão jovem e inocente. Era uma característica que eu adorava nele. —Pronto, o que cê quer ver? Perguntou enquanto se deitava ao meu lado, se cobrindo com o cobertor. —O que você quiser ver tá bom. Honestamente, nem reparei no que ele tinha colocado, me senti tão confortada com a presença dele que não demorei a dormir depois da abertura. Devagar, meus olhos se fecharam e meu corpo se deitou na cama, de costas pra ele. Passaram umas horas, o tempo do filme e mais um pouco. Quando abri os olhos, a tela não mostrava nenhum herói, no lugar tinha uma cena escandalosamente erótica de uma mulher, talvez da minha idade, sendo fodida por dois caras ao mesmo tempo. Pela boca e pela buceta.incestoMe escandalizei, mas meu corpo não reagiu, a cena era intensa demais pra fazer drama, ainda sentia o peso do lado contrário, não demorei a deduzir que foi o Oscar quem colocou aquilo. Não parava de me perguntar: por que no meu quarto?, por que do meu lado?. Meus olhos não se desgrudavam da televisão, a mulher tava se acabando, presa entre dois caras que não davam trégua e, tenho que confessar, isso tava me molhando. Discretamente, eu invejava como ela conseguia curtir algo que me foi proibido há tempos, uma liberação sexual onde eu podia ser maltratada por um ou dois safados até eles se cansarem. Me afundei nos meus pensamentos a ponto de minha mão, debaixo da coberta, já tava procurando por baixo da minha camisola de cetim, acariciando por cima da calcinha pra aliviar aquela incomodação que só passava quando eu enfiava meu consolo. —Mmmh~ Ouvi um gemido do meu lado, seguido de um som molhado bem forte. A respiração do meu filho ficou entrecortada, dava pra sentir, a impaciência dele, o desespero e de repente... A liberação dele. O que eu não esperava é que ele me acertasse na minha posição invulnerável. Senti perfeitamente como um, dois e três jatos grossos caíram na minha bunda levemente exposta, minha pele foi manchada com a semente do meu filho e minha mente era um mar de emoções que quase me fizeram desmaiar, mas em vez disso senti algo muito mais gostoso. Minha própria buceta pulsou e senti os fluidos se acumularem, mordi o travesseiro pra me segurar, meu próprio filho tava se masturbando do meu lado e o tesão fez eu mesma gozar.Mae e filhoPassei um dedo pela minha coxa coberta e peguei um pouco daquela essência, o suficiente pra provar. Foi uma delícia, algo tabu e proibido que, se me perguntassem, eu faria de novo. E eu fiz. Na noite seguinte, repeti a mesma coisa. Esperei até a noite, nervosa, e dessa vez fui mais consciente. Revirei meu armário atrás de uma lingerie velha que usava com o Carlos antes de ele ir embora. Encontrei um conjunto perfeito de lingerie vermelha. Coloquei e me olhei no espelho.amor filialSendo honesta, entendi por que o Carlos não queria mais nada comigo. Ele me viu tentando ajustar a fio-dental, mas meus quadris não deixavam as alças subirem sem esforço, meus peitos mal cabiam na renda, vazando se eu respirasse muito forte, e minha barriga levemente saliente já não era mais a firme e tonificada de anos atrás. Com esse desânimo leve, voltei pra cama e esperei meu filho. Dessa vez não me cobri, fiquei de lado com uma perna levantada, fingindo demência quando ele entrou. Coitado, nem conseguiu esconder a expressão de choque, isso me fez sentir melhor, era fofo. Tive que falar ou ele ia começar a babar ali mesmo. — Que filme você quer ver, amor? Ele se tocou. — Ah, é... Tem um que vi no TikTok, já vou botar... Mesma rotina, mas o sem-vergonha também não se cobriu. Me acomodei na cama na mesma posição e esperei um pouco. Nem as duas horas de ontem, quinze minutos foram suficientes pra o filme mudar pro navegador padrão. Vi o teclado na tela mudando devagar até soletrar M-I-L-F-S. Uma lista de vídeos apareceu num site pornô, todos com capa atraente. Não entendo a facilidade com que Oscar escolheu um vídeo até ele começar. Pela porta de um quarto entrava a vítima, uma mulher de cabelo castanho escuro ondulado, pele morena e um vestido muito decotado que mal deixava ver os peitos duros dela, talvez copa E. Na cama, um cara, o galã da vez se masturbando, enquanto ela fingia surpresa de um jeito péssimo. Aquelas cenas tão absurdas que qualquer um entende como ficção, menos esse tarado... Oscar aproximou a mão, senti ela perto da minha bunda, só as costas da mão acariciando minha nádega, foi um toque lento e cuidado. A mão dele estava quente. Mordi o lábio de medo, de repente me senti vulnerável e exposta nessa ideia idiota e depravada. Quis protestar, mas a cena tinha avançado e de repente senti a mão inteira dele na minha coxa, um toque mais ousado. Tentei me mexer discretamente, a mão dele se levantou, mas dez segundos depois voltou ao ataque e dessa vez com menos cuidado. A mão dele desceu entre minhas nádegas, a tanga que mal me cobria estava sendo puxada pro lado quando o dedo desastrado dele acariciou por cima meu cu apertado. Congelei, senti medo real do toque dele, mas ao mesmo tempo a sensação era estranhamente deliciosa, a falta de jeito dele era excitante quando tentou enfiar um dedo sem lubrificação no meu rabo. Doeu, sim, mas ele entendeu pelos meus suspiros. Tirou a mão. O alívio se misturou com aquela sensação estranha de necessidade. Uma sensação que evaporou de novo. O dedo dele voltou a atacar, mas dessa vez senti ele deslizar fácil pra dentro, provavelmente ele tinha usado a própria saliva pelo grosso que parecia ao entrar. Revirei os olhos e mordi o travesseiro de novo. Já tinha viajado. O dedo dele entrou até o limite e começou a mexer com a mesma inexperiência. Era uma dor gostosa.Provoquei meu filho e ele me comeuEle puxou de novo. Dessa vez por mais tempo, fiquei preocupada por um momento que ele tivesse se arrependido e fiz uma manobra bem desesperada da minha parte. Virei meu corpo, com um gemido de quem tava com sono, fiquei de barriga pra cima na cama com as pernas meio abertas. Totalmente exposta ao desejo dele. Vi pelo canto do olho, o assustado se cobriu, depois deu uma olhada pra ver se eu tava dormindo e finalmente se aproximou. Manter a aparência de dormindo foi mais difícil, ele chegava perto pra cheirar meu pescoço, a mão dele passava pela minha barriga e descia devagar até encontrar minha pélvis, cobrindo minha buceta com os dedos, sentindo a umidade já encharcando o pano enquanto a outra mão dele puxava a alça da minha roupa, expondo um dos meus peitos. Ele se soltou, balançando pesado perto do rosto dele, primeiro lambeu um pouco e depois enfiou tudo na boca.milf—Mmmh... Mhg... Os gemidos escapavam sozinhos, a mão dele encontrou um jeito de puxar a calcinha o suficiente, entrei em pânico mas já era tarde, os dedos dele já estavam entrando na minha buceta e a boca não dava descanso pro meu mamilo escuro. Minhas pernas tremeram um pouco e isso fez ele parar, quase tirou os dedos e então... Falei. —N-não, não para... Isso o surpreendeu, assustado ele tirou os dedos mas minha mão segurou o pulso dele e colocou de volta, gemi sem me segurar dessa vez. —M-mãe, eu... Ele tentou se afastar e eu puxei ele de volta, abraçando seu pescoço. —Não importa, love. Continua, por favor não para... Ele com um leve medo obedeceu, seus dedos voltaram a trabalhar dentro da minha buceta, entrando e saindo enquanto a língua dele brincava fazendo círculos no meu peito.incesto—Ohh sim, gostoso! Dá pra mamãe... Minha mão confiante deslizou até pegar a pica do Oscar, ele não estava de calça, consegui segurá-la na minha mão e isso fez ele gemer. Meu polegar passou sobre a cabeça, pegando o pré-gozo e lubrificando a glande. —Já chuparam sua pica alguma vez? Ele não soube responder, só tirou o corpo de cima de mim e se deitou esperando. Não deixei assim, me aproximei da pélvis dele com minha bunda quase na cara dele. A pica dele não era maior que a do Carlos, mas estava dura, pulsando de desejo e coberta daquela essência deliciosa que me fez ficar ainda mais molhada. Eu estava tão errada, mas minha boca não aceitou desaforo, me joguei primeiro na cabeça, começando a chupar a glande dele, fazendo biquinho enquanto cada centímetro entrava até quase tocar minha garganta.Mae e filho—Glup, glhup, mmh~ Aproveitei como uma louca, a mão dele agarrou meu cabelo cacheado com força, implorando por clemência enquanto eu chupava com tudo, as cadeiras dele empurravam pra frente desesperadas e eu entendi o motivo quando aquela veia grossa pulsou.amor filialTirei do meu próprio bolso. —Quer leitinho, gostoso? Quer dar seu leitinho pra mamãe? Eu não entendia de onde tinham saído aquelas frases, mas não dava pra discutir comigo mesma naquele momento. Minha mão batia uma pra ele, com o pau dele mal aparecendo no meu punho. —S-sim, mamãe... Quero te dar leitinho quente... Uff... Me deixou louca, engoli o pau dele de novo e dessa vez não tive pena, meti e tirei aquele pau da minha boca enquanto ele reclamava, avisando que ia gozar, o que pra mim parecia mais um prêmio.Provoquei meu filho e ele me comeu—Mami, vou gozar, mami... Coloquei só a cabecinha na boca, chupando enquanto minha língua acariciava a pontinha. Foi tudo que precisei fazer pra receber a gozada dele na minha boca. Ele empurrou o quadril pra frente e o esperma caiu na minha garganta, foi uma carga maior do que eu esperava, quase escorreu uma gota pelo canto do lábio. —Mmm mami~ tô gozando na sua boca... —Mmh~ Mff-Sim~...milfEngoli o que dava e continuei lambendo até deixar a rola dele limpinha, não foi difícil levar ela até minha garganta, esfregando meu nariz na peluda dele. Tirei ela lambendo a veia grossa. —Mm, amor, por que não me contou que queria isso? Ele cobriu o rosto com as mãos. Sorri acariciando a rola dele meio murcha e, pra minha surpresa, ela endureceu de novo com uns carinhos, voltando àquela rigidez que é marca dos jovens. —Nossa, querido, quanta energia... Não esperei resposta, chupei de novo, dessa vez concentrando minha saliva na cabeça, lubrificando todo o comprimento com meu punho. Ele começou a apertar minha bunda e lamber minha buceta necessitada, sabia o que queria.incestoMe virei na cama até ficar por cima dele, segurei o pau dele na minha mão e lentamente enfiei na minha buceta descendo a bunda. O pau dele entrou sem proteção ou barreira nenhuma, a carne exposta se esfregou lá dentro, me fazendo gemer.Mae e filho—Mami, é tão gostoso... —Eu sei, amor, cê gosta da buceta da mamãe?. Ele concordou. Minhas mãos seguraram o encosto da cama e meus quadris se moviam com força pra trás e pra frente, primeiro devagar, depois mais rápido. Eu não queria que ele gozasse cedo, mas o contato e a inexperiência dele talvez o deixassem mais precoce, pensei.amor filialAs mãos dele atacaram meus peitos, abaixando totalmente o sutiã pra amassar e chupar meus bicos um por um, e enquanto a boca dele sugava até doer, os dedos pressionavam o outro ponto sensível.Provoquei meu filho e ele me comeu—Uhgg~ sim, querido, chupa os peitos da mamãe, são seus, bebê. O vídeo pornô continuava passando na tela e isso dava um plus no tesão de foder meu filho, enquanto a atriz gemia falsamente e eu montava sem controle um jovem adolescente, chupando meus peitos e esfregando minha bunda gorda. —Você é tão gostosa, mamãe. Sorri com ternura, olhando direto nos olhos dele e dando um beijinho suave nos lábios antes de voltar ao meu ritmo insistente, pulando no pau dele enquanto meus peitos balançavam perto do rosto dele.milf—Vou gozar de novo, mamãe!~ Parei, suando, ofegante de tanto esforço. —Quer ficar por cima, coração? Sorri boba, com dificuldade puxei o pau dele, meus fluidos grossos escorrendo na ereção dele enquanto me deitava, abrindo as pernas pra mostrar minha buceta pro olhar faminto dele. Pra minha surpresa, ele não foi direto pra penetração, primeiro se inclinou e lambeu minha buceta, dando mais prazer que me fazia tremer e prender a cabeça dele entre minhas coxas sem perceber. —Amor! Não tortura a mamãe assim, não aguento mais... Mas ele não obedeceu, em questão de segundos me deu um novo orgasmo só com a língua, com a sensibilidade que minha buceta já tava mostrando.incesto—Ahh, céus~ porra, amor! Gozei na cara dele, prendi o rosto inteiro dele entre minhas pernas até o orgasmo me fazer desabar por uns segundos, ofegando sem fôlego antes que ele pudesse se levantar. Eu já tava satisfeita, mas ele queria tudo. Ele se inclinou e o pau dele deslizou pra dentro de mim com facilidade, segurei as nádegas dele com as mãos e empurrei pra dentro, incentivando ele a ir além do que o pau dele podia oferecer, mas pra mim já bastava, cada estocada era deliciosa, ainda mais quando entrava inteiro. —Mmm ai sim, love! Pega, pega minha buceta! Ele mexia os quadris e, obcecado, voltava a chupar meus peitões.Mae e filho—Você gosta disso, dos peitos da mamãe e da minha buceta? Ele assentiu. Apesar do silêncio dele, meu escândalo só aumentava, como se cada confissão proibida intensificasse meu prazer. —Sim, amor, enche a buceta da mamãe... Dá o seu gozo pra mim, me trata como sua putinha. Essa última frase mexeu tanto com ele, percebi pelo jeito que ele se movia mais devagar, não queria gozar, mas eu não aguentava mais. Envolvi o corpo dele nos meus braços e puxei pra perto, mexendo meus quadris, prendendo ele entre minhas coxas.amor filialSe mexeu com uma energia renovada, a cama rangia sob as investidas fortes e o som de cada estocada me fazia sentir poderosa, eu estava no ponto do clímax. —Assim, amor, assim, sim, sim, sim. Love, vou gozar, vou gozar!!! Como eu avisei, gozei e ele também, os dois terminamos e pude sentir o fluido dele, grosso e quente, escorrendo dentro de mim enquanto meus fluidos pingavam nos lençóis. Meu olhar subiu de novo enquanto eu gemia intensamente. —Ahh sim, é tanto, é tão quente... Termina tudo dentro da mamãe, não deixa nada pra fora... O obediente não se afastou e, em vez disso, me beijou... Deixou de ser um beijo suave e virou algo apaixonado, a língua dele buscou a minha com desejo, naquele instante eu soube que quem estava me penetrando não era meu filho, mas meu novo amante, e isso era o melhor. Correspondi ao beijo dele como pude, já exausta e satisfeita, como uma recompensa final.Provoquei meu filho e ele me comeuOscar caiu exausto do meu lado, dormindo um instante depois. O olhar de tranquilidade e satisfação dele me derreteu, enquanto sentia o esperma escorrendo de dentro de mim. Definitivamente, a gente ia ter que conversar sobre isso, mas agora não é hora. Desliguei a TV e me inclinei pra dar um último beijo na boca dele antes de dormir profundamente ao seu lado.

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