Já contei em outros posts meu verdadeiro debut, que foi de moleque com minha irmã. Aqui vou contar o que considero meu debut com uma mina que não é da família. Tinha 16 anos e morava no campo. PERTO de casa moravam umas bolivianas que trabalhavam na chácara: a mãe e suas duas filhas, uma da minha idade e a outra de 14 anos. A de 16 tava pronta pra uma foda e a de 14 já tinha uns peitões desenvolvidos. O nome dela era Belén. A irmã dela, Jessica, era ideal pra mim, mas nunca tive chance, e além disso um boliviano que trabalhava naquela chácara já tava comendo ela. Fiz amizade com a Jessica e o parceiro dela, o Negro, e foi assim que conheci a Belén. A família dela se dava bem com a minha.
Um dia, eu tava no campo e a Belén tava trabalhando na chácara. Fui falar com ela, sempre olhando pros peitos dela. A gente ria porque eu era bem divertido, mas nunca passava disso nos nossos encontros, porque eu não considerava ter nada com ela. Outro dia, ela apareceu montada numa carroceria enquanto alguém ia no trator. Quando o trator se afastou, ela me assobiou. Eu me perguntei: "O que que ela tá querendo?" Fez um assobio como quem tava dando mole, e foi embora com aquele trator.
Chegou o Ano Novo e um peão do campo teve a ideia de ir na casa das vizinhas. Ele queria comer a mãe, e eu tentar alguma coisa com a Belén. Depois da meia-noite, chegamos lá e fomos super bem recebidos. A Belén tava lá, junto com a Jessica e o Negro, o parceiro dela. Tavam tomando cerveja, a mãe tava completamente bêbada, e começou a dançar com o peão, a gente chamava ele de Moncho. A noite foi passando e eu me aproximei da Belén, ficamos bem juntos aquela noite. Quando a Jessica foi com o Negro, todo mundo sabia que iam transar. Passou um tempo e a Belén disse: "Ah, a Jessica já deve estar descansando com o Negro, hahaha." Eu ri, percebendo que ela era totalmente inocente.
A noite continuou e a mãe ficou tão bêbada com o Moncho que os dois apagaram. O Moncho deitou na cama da Belén. A gente tava do lado de fora e já tava amanhecendo, quando eu disse que ia beijar ela. Ela falou: que não queria, mas me aproximei e dei, esse foi meu primeiro beijo. Depois peguei na mão dela e ela tava com sono, então acompanhei ela até a cama. Lá estava o Moncho e só tinha espaço pra um. Comecei a empurrar o Moncho pra ele me dar lugar, kkk. Ela me agradeceu por tirar ele da cama dela. Já na cama dela, ela se sentiu mais confiante, se soltou mais, e começamos a nos beijar. Foi gostoso. Eu apalpava os peitos dela, que eram umas tetas boas. Tentei tirar o sutiã dela e não consegui, então só puxei pra baixo mesmo. Quando comecei a chupar os peitos dela, ela abria a boca, parecia surpresa com o prazer que tava sentindo, como se tivesse descoberto algo. Eu tava de pau duro. Desci pra tirar a calça dela, e ela não quis que eu a despisse mais, mas insisti até ela ceder. Só abaixei até os joelhos e olhei a buceta dela: preta e rosada no meio, uma delícia. A excitação era tremenda. Toquei nela, ela era virgem e não sabia o que tava acontecendo, se deixou levar. Então abaixei minha calça e mostrei meu negócio. Ela ficou surpresa, talvez a primeira vez que via um pau. Nós dois deitados lado a lado, decidi tirar a calça dela completamente. Foi aí que coloquei a perna dela no meu ombro e aproximei meu pau na porta da buceta dela, e enfiei devagar. Doeu bastante e ela quis parar, mas eu disse que ia gostar e que primeiro dói. Então enfiei mais, e ela, dolorida, falou que não queria mais nada. Foi quando tirei e começamos a nos beijar. Depois desci e comecei a chupar a xereca dela. Aí ela sentiu prazer, os fluidos dela me pareciam gostosos e excitantes. Então meti meu pau de novo, dessa vez mais confiante, e ela só se deixou levar. Foi aí que comecei a movimentar a cintura. Ela sentiu, me olhava e fazia caretas de dor. Depois de mais algumas enfiadas, gozei na barriga dela. Foi excitante. Depois disso, ficamos conversando um tempo e ela me disse algo que mudou minha forma de ver o sexo: disse que gostou de sentir dor e que na próxima queria que eu fizesse de novo. Dano, ela disse: naquele momento, eu queria que você me fizesse dano. Essa foi minha estreia.
Um dia, eu tava no campo e a Belén tava trabalhando na chácara. Fui falar com ela, sempre olhando pros peitos dela. A gente ria porque eu era bem divertido, mas nunca passava disso nos nossos encontros, porque eu não considerava ter nada com ela. Outro dia, ela apareceu montada numa carroceria enquanto alguém ia no trator. Quando o trator se afastou, ela me assobiou. Eu me perguntei: "O que que ela tá querendo?" Fez um assobio como quem tava dando mole, e foi embora com aquele trator.
Chegou o Ano Novo e um peão do campo teve a ideia de ir na casa das vizinhas. Ele queria comer a mãe, e eu tentar alguma coisa com a Belén. Depois da meia-noite, chegamos lá e fomos super bem recebidos. A Belén tava lá, junto com a Jessica e o Negro, o parceiro dela. Tavam tomando cerveja, a mãe tava completamente bêbada, e começou a dançar com o peão, a gente chamava ele de Moncho. A noite foi passando e eu me aproximei da Belén, ficamos bem juntos aquela noite. Quando a Jessica foi com o Negro, todo mundo sabia que iam transar. Passou um tempo e a Belén disse: "Ah, a Jessica já deve estar descansando com o Negro, hahaha." Eu ri, percebendo que ela era totalmente inocente.
A noite continuou e a mãe ficou tão bêbada com o Moncho que os dois apagaram. O Moncho deitou na cama da Belén. A gente tava do lado de fora e já tava amanhecendo, quando eu disse que ia beijar ela. Ela falou: que não queria, mas me aproximei e dei, esse foi meu primeiro beijo. Depois peguei na mão dela e ela tava com sono, então acompanhei ela até a cama. Lá estava o Moncho e só tinha espaço pra um. Comecei a empurrar o Moncho pra ele me dar lugar, kkk. Ela me agradeceu por tirar ele da cama dela. Já na cama dela, ela se sentiu mais confiante, se soltou mais, e começamos a nos beijar. Foi gostoso. Eu apalpava os peitos dela, que eram umas tetas boas. Tentei tirar o sutiã dela e não consegui, então só puxei pra baixo mesmo. Quando comecei a chupar os peitos dela, ela abria a boca, parecia surpresa com o prazer que tava sentindo, como se tivesse descoberto algo. Eu tava de pau duro. Desci pra tirar a calça dela, e ela não quis que eu a despisse mais, mas insisti até ela ceder. Só abaixei até os joelhos e olhei a buceta dela: preta e rosada no meio, uma delícia. A excitação era tremenda. Toquei nela, ela era virgem e não sabia o que tava acontecendo, se deixou levar. Então abaixei minha calça e mostrei meu negócio. Ela ficou surpresa, talvez a primeira vez que via um pau. Nós dois deitados lado a lado, decidi tirar a calça dela completamente. Foi aí que coloquei a perna dela no meu ombro e aproximei meu pau na porta da buceta dela, e enfiei devagar. Doeu bastante e ela quis parar, mas eu disse que ia gostar e que primeiro dói. Então enfiei mais, e ela, dolorida, falou que não queria mais nada. Foi quando tirei e começamos a nos beijar. Depois desci e comecei a chupar a xereca dela. Aí ela sentiu prazer, os fluidos dela me pareciam gostosos e excitantes. Então meti meu pau de novo, dessa vez mais confiante, e ela só se deixou levar. Foi aí que comecei a movimentar a cintura. Ela sentiu, me olhava e fazia caretas de dor. Depois de mais algumas enfiadas, gozei na barriga dela. Foi excitante. Depois disso, ficamos conversando um tempo e ela me disse algo que mudou minha forma de ver o sexo: disse que gostou de sentir dor e que na próxima queria que eu fizesse de novo. Dano, ela disse: naquele momento, eu queria que você me fizesse dano. Essa foi minha estreia.
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