Madrastra gostosa

Bom, isso não é recente, mas só agora criei coragem pra falar sobre o assunto. Não sei como me sentir a respeito. Acontece que meu pai se juntou com uma mina muito mais nova que ele. Na época, meu pai tinha 42 e ela 25. Acontece que ela não conseguiu terminar a escola, então foi trabalhar. Entre os trampos dela, tinha um que meu pai oferecia. Como meu pai era recém-divorciado e passava o tempo todo trabalhando, ele precisava de alguém pra ajudar comigo, sabe? Me dar comida, fazer limpeza e essas coisas. Com o tempo, eles acabaram ficando juntos. No final, ela foi morar com a gente. No começo, tudo normal, mas minha relação com ela azedou depois. A gente começou a se dar mal, porque ela se achava a dona da casa, queria me castigar ou me xingar por tudo. Bom, isso era a parte ruim, mas ela também começou a ficar mais descuidada com o que fazia. Agora que cresci, entendo muitas coisas. Mas o caso é que, no começo, ela se vestia normal, mas depois de uns anos, quando ela já tinha uns 27, ela andava com shorts bem curtinhos. E, olha, ela era jovem, usava muita tanga. Ela era mais ou menos magra, muito bunduda, peitões e pele branca. O negócio é que eu tinha uns 17 anos quando isso acontecia. Eu, na real, costumava ver filmes na sala, deitado no chão, só com um cobertor. Ela passava por cima de mim andando enquanto eu via filmes, com aqueles mini-shorts, e quando passava por cima, dava pra ver a tanga inteira. Ela também sentava no sofá e abria as pernas, mas como o short era curto e folgado, dava pra ver a tanga toda. Obviamente, naquela idade, me dava um certo tesão, mas me sentia estranho por saber que ela era esposa do meu pai. Não sabia o que pensar, porque a gente se dava muito mal, ela e eu, e me deixava confuso ela ser tão exibicionista comigo. Bom, passou um tempo e eu parei de morar lá com meu pai, mas de vez em quando ia visitar ele. Tudo normal com ele e com ela, a mesma merda de sempre, a gente se dava mal. Mas um dia passei na casa do meu pai de manhã, tipo umas 9 da manhã. Ficava na escola, quando chegava meu pai ainda não tinha voltado do trabalho, só estava ela com aqueles shorts curtos típicos dela e uma blusa bem decotada que mostrava o sutiã inteiro. Naquele dia foi estranho, ela falou comigo educadamente, disse: "Seu pai vai demorar, mas pode esperar ele. Vou buscar umas coisas pra fazer o almoço, só troco de roupa e vou, não demoro." Falei beleza, que ia passar no banheiro. Normal, fui no banheiro e demorei uns 10 minutos. Só escutei ela falar: "Já vou, não demoro, volto em uns 30 minutos." Mas antes de entrar no banheiro, ela estava varrendo. Percebi que ela ficava na minha frente e se abaixava muito, dava pra ver toda a fio dental verde que ela tava usando. Fiquei com aquela imagem na cabeça e me senti estranho. No final, saí do banheiro e fui pra sala esperar ela voltar, quando notei que do lado do sofá estava o short dela jogado, e dentro estava a fio dental que ela tava usando. Do lado, a blusa e o sutiã. Fiquei em choque, tipo "que porra é essa?", porque ela deixou a roupa suja na sala, sendo que podia ter trocado no quarto dela. Aí comecei a imaginar, tipo, ela se pelou na sala, sabendo que eu podia sair do banheiro e ver ela. Me senti muito estranho, mas deu muito tesão, porque ela era jovem, repito, e tinha um corpaço. Comecei a lembrar de como ela se abaixava quando varria e como dava pra ver aquela fio dental vestida, e pensar que ela tinha deixado ela jogada no meio da sala me deu tesão. Peguei a calcinha, uau, quando vi pensei "como ela usa uma coisa tão pequena?", mas também notei que ela deixou ela toda molhada, uau. Fiquei tão excitado que não aguentei, cheirei ela e me masturbei com ela. Foi tão gostoso, mas me fez sentir mal. Bom, depois disso, ela sempre deixava as calcinhas dela à mostra, e eu continuei me dando mal com ela, até que um dia, numa viagem pra Puebla, fiquei sozinho com ela na casa da minha avó. Todos tinham ido comprar coisas pro almoço, ela tava arrumando a casa e eu deitado. Do nada ela me pergunta: "Por que você não fala comigo? Te caio mal?" E eu respondi: "Ué, você é estranha, às vezes é muito grossa comigo." E ela disse: "Sabe, não é minha intenção me dar mal com você. Finalmente, você é filho do meu marido. Te vi crescer. Eu já tinha 18 anos na época, e elas uns 28. Ela disse: "Vamos tentar nos dar bem. Me conta alguma coisa." E eu: "Não sei o que te contar." Ela disse: "Qualquer coisa, das suas namoradas ou algo assim." E eu falei: "Ainda não tenho namorada." Ela disse: "Nunca teve relações?" E eu: "Ah, já estive perto, mas nunca rolou." "Por quê? Não é um lugar bom, ou não dá tempo? Sempre acontece alguma coisa que no final não rola." E ela disse: "E você sabe como fazer direito? Me conta com confiança. Eu já vivi isso, além disso, sou jovem ainda, não é como se você estivesse falando com uma senhora. Tem que ter confiança." E eu: "Bom, tenho uma ideia de como é." E ela: "Quando você quiser, eu te ensino umas posições pra você não parecer novato nisso." E eu falei: "É mesmo? E como você vai me ensinar?" Ela disse: "Olha, estamos sozinhos, mas não conta pra ninguém, ok?" Eu aceitei. E ela disse: "Vou te ensinar uma que eu gosto muito. É de quatro." Ela disse: "Ela tem que se colocar assim." E subiu na cama e se colocou de quatro, mas estava de short. Dava pra ver tudo de novo. E ela disse: "Então você fica atrás." E falou: "Vem, fica atrás de mim. Me segura pela cintura e encosta seu pau na minha bunda." E eu: "Sério?" E ela: "Sim, não tem nada de errado, é com roupa. Com ela você vai fazer sem roupa." Aí aconteceu: eu fiz, me encostei nela, segurei a cintura dela e encostei em mim. Obviamente, endureceu. Ela sentiu e disse: "Ah, viu? Que sensação?" E eu: "Bem." Ela disse: "Eu também sinto seu pau." Ela falou: "Agora me segura pela cintura e me puxa pra você várias vezes, como se estivesse me penetrando." Eu fiz. Tava durasso. Ela perguntou: "O que você sente?" E eu: "Gostoso." Ela mandou eu continuar fazendo assim por um tempo, até que, de tanto roçar e porque o short dela era muito curto e folgado, começou a virar de lado. E já tava roçando literalmente na calcinha fio dental dela. E ela disse: "Tô sentindo mais. Acho que o short virou de lado." E eu falei: "É, um pouco." Me assustei e soltei a cintura dela. Ela disse: "Calma, não aconteceu nada. Continuamos com roupa. Você não tocou em nenhuma parte do meu corpo." Ela falou: "Óbvio, fazer direito é diferente. Olha só... Vou te dar a chance de sentir mais", ela disse. "Abaixa a calça e só roça em mim com a cueca." Eu fiz isso. Ela puxou o short pro lado e ficamos assim uns 2 minutos. Ela perguntou: "O que você tá sentindo?" Eu respondi: "Sua calcinha tá molhada." Ela disse: "É normal. Vou deixar você sentir um pouco mais. Vou me virar pra não ver nada, mas abaixa a cueca e roça em cima da calcinha. Mas não vai meter, por favor, que eu sou a esposa do seu pai." Eu falei: "Ok." Então segurei ela pela cintura e comecei a roçar em cima da calcinha. Mas depois de um tempo de tanta roçada, a calcinha foi escorregando pro lado até que, do nada, comecei a sentir que entrava um pouquinho. Ficamos assim um tempo até que ela disse: "Já vão chegar, se apressa." Eu continuei até que, de repente, a calcinha foi pro lado de vez e acabei metendo. Senti tão gostoso. Ela disse: "Ah, não, isso não era pra ter acontecido. Mas agora já era, continua me comendo gostoso que é a única vez que vai rolar." E aí rolou. Comi ela. E desde então não nos falamos direito, mas de vez em quando ela ainda deixa a buceta à mostra.

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