Descubro meu melhor amigo fodendo a própria mãe

Descobri que meu melhor amigo estava comendo a mãe dele. Simples assim. Embora a gente tivesse passado anos juntos babando na coroa, nunca pensei que ele fosse realmente comer ela. Era algo que sempre excitava nós dois, mas ver aquilo se tornar realidade deixou minha cabeça uma bagunça de tesão. Ela é uma coroa de uns 45 anos, pele clara, peitões grandes e uma bunda enorme, massiva, gorda e redonda que marcava de um jeito obsceno com qualquer roupa que vestisse. Aquela bunda era o que mais deixava a gente louco. Ela trabalha como enfermeira, então era normal vê-la de uniforme, aquele tecido justo que apertava as curvas dela e levantava aquela bunda enorme quando ela andava. Desde a puberdade, meu amigo percebia que eu babava na mãe dele e ele gostava. Ele me mostrava fotos que tirava dela quando ela estava distraída, onde dava pra ver aquela bunda imensa apertada na legging ou na saia do uniforme, e enquanto a gente via, ele falava coisas tipo "Olha essa puta, com essa bunda enorme que ela tem, aposto que adora levar uma pirocada" ou "Imagina só partir essas nádegas gordas, parceiro, deve ser uma delícia". Várias vezes ele trouxe calcinhas usadas dela, ainda mornas e com cheiro de buceta madura, e enquanto eu batia uma com elas, ele dizia "Cheira gostoso, né? Imagina enfiar a pica nessa mãe com essa bunda enorme que ela tem, comendo ela até gozar". A gente se masturbava junto falando de como meteríamos naquela bunda massiva, de como abriríamos aquelas nádegas gordas e enfiaríamos tudo. Umas semanas atrás, consegui um emprego como segurança num motel conhecido da cidade. Fazia plantão na entrada e às vezes ficava sozinho na sala de câmeras, vigiando os corredores pelas telas. Numa dessas noites, eu estava lá sentado vendo as câmeras quando vi meu amigo entrar no lobby com uma mulher. Quando ela se virou, reconheci aquela bunda enorme na hora. Era a mãe dele. Eles se registraram rápido num quarto do segundo andar e subiram. Eu foquei na câmera do corredor e vi eles entrarem no 215. Meu coração começou a bater forte e a pica ficou dura na hora. Não podia acreditar. Mas o tesão e a excitação foram tão grandes que não consegui evitar sair com cuidado da sala de câmeras e ir até a frente da porta do quarto deles. Era um horário tranquilo, quase ninguém chegava no motel e eu sabia que naquele momento ninguém ia subir pro segundo andar porque a recepção tava vazia e o outro segurança tava lá embaixo. Fiquei ali colado no ouvido da porta. No começo só se ouvia silêncio. Apenas murmúrios baixos. Umas dez minutos depois começaram a trepar de verdade. Ouvi o som do colchão se mexendo e aí começou aquele plap plap plap constante, molhado e forte. Ela começou a gemer mais alto e dava pra ouvir tudo clarinho por causa do isolamento ruim. Eu ouvia como meu amigo metia a pica nela e como ela gemia que nem uma puta. Dava pra ouvir coisas tipo “Ai filho, mais forte”, “Me fode gostoso”, “Mete tudo” e ele respondendo “Toma mamãe, aguenta tudo” ou “Que buceta gostosa você tem”. O plap plap plap ficava mais rápido e forte, e ela gemia cada vez mais desesperada. Depois de vários minutos ouvindo aquilo, comecei a sentir o cheiro que saía pela frestinha da porta. Encostei mais na fresta e o cheiro de cu suado e buceta molhada bateu direto. Era um cheiro denso e sujo que me deixou louco. Enquanto continuava ouvindo o plap plap plap e os gemidos dela, eu imaginava tudo: aquela bunda enorme, massuda e gorda quicando a cada metida, as nádegas grandes e suadas tremendo, meu amigo abrindo aquela bunda enorme e metendo até o fundo. Tirei a pica pra fora e comecei a bater uma ali mesmo na frente da porta, sentindo o cheiro de cu que saía e ouvindo como ela tava sendo fodida. Me sentia seguro porque era um horário morto, quase não tinha movimento de gente e dava pra ouvir qualquer passo subindo as escadas de longe. Eles ficaram uns trinta minutos trepando. Ouvi como Eles trocavam de posição várias vezes, dependendo de como o colchão se mexia e como o som do plap plap plap mudava. Às vezes, o barulho era mais profundo e ela gemia mais alto, tipo quando tava de quatro e ele metia forte naquela bunda enorme. Outras vezes, o som era mais lento, mas mais molhado, e ela soltava umas frases tipo “Ai, sim, filho, assim” ou “Não para”. O tempo todo eu fiquei batendo uma, imaginando aquela bunda enorme e gorda quicando, suando, sendo aberta e fodida. A sacanagem de ouvir meu melhor amigo comendo a mãe dele, depois de tanto tempo de a gente ficar de olho nela junto, deixou minha pica pulsando sem parar. Gozei uma vez encostado na porta, mas continuei batendo porque não conseguia parar de escutar. Depois de uns 30 minutos, percebi que não dava mais pra ficar ali. Tinha que voltar pra sala de câmeras antes que notassem minha falta. Desliguei as câmeras do corredor pra não ter registro de que eu tinha estado lá, limpei a mão, guardei a pica e desci rápido, ainda com o cheiro de bunda suada no nariz e a cabeça cheia de imagens daquela bunda enorme sendo arrebentada. Eles ficaram no quarto umas hora e meia depois que eu saí. Eu continuei olhando as câmeras de vez em quando até vê-los saindo bem depois, ela andando devagar e com o cabelo bagunçado. Desde aquela noite, não consigo tirar da cabeça o que ouvi: o som daquele plap plap plap, os gemidos dela pedindo mais, o cheiro de bunda enorme que saiu pela fresta e toda a putaria suja que imaginei enquanto batia uma ouvindo eles. Comentem aí o que acham e o que devo fazer. Por um lado, quero entrar na brincadeira também.

1 comentários - Descubro meu melhor amigo fodendo a própria mãe

Muy bueno.. pero arriesgado vos masturbandote en un lugar donde el que manipula las camaras, puede verte tranquilamwnte y perder tu trabajo por pajero morboso.

Pero van mas 10 segui contandoo