aqui vai o final dessa história
espero que vocês curtam muito ela.
valeu por comentar, por me seguir e pelos pontos que vocês dão pra premiar o esforço
No dia seguinte, ao acordar, não cobrei nada do Oscar.
Você sempre igual, dormiu que nem uma pedra e me deixou sozinha com seus amigos.
Oscar, me perdoa, meu amor, juro que não fiz de propósito.
Tudo bem também, eles assistiram ao jogo, tomaram umas cervejas e foram embora mandando lembranças pra você.
Oscar, então se comportaram direitinho.
Melhor que bom.
Oscar, então aconteceu alguma coisa enquanto eu dormia? Porque dessa vez eu vi como aqueles três lobos te olhavam, parecia que te comiam com os olhos.
Vocês trouxeram eles pra me comer ou pra ver o jogo? Porque me comer, não me comeram, nem tentaram, da próxima vez me avisa e se quiser eu te acordo, aí você vê como me comem, é o que você quer, pelo visto.
Oscar, sem amor, é que esses três são um perigo, não deixam nada de pé e ele tinha me falado que iam te pegar, e como eu dormi, te perguntei, ainda tô na dúvida.
Por que você não cala essa boca, querida?
Passo o domingo e a semana também, tudo seguindo igual, e no mês meu cuckold só trouxe o Juan, justo o de pauzão, que podia me partir ao meio se eu desse a bunda pra ele. E quando ele me falou isso, eu sentenciei.
Olha, Oscar, faz tempo que não desce pra mim, acho que você vai ser pai, então se o Juan quiser me comer, vai ter que esperar.
Oscar, sério mesmo? Que alegria, amor, vou ser pai, isso aí a gente tem que comemorar.
E aí, cê achava que ia comemorar me entregando pro pauzão do João?
Oscar, sem love, juro por Deus que não.
Bom, já que eu tô grávida mesmo, não tem problema, né?
Oscar love, você comemora do seu jeito.
Perfeito, mas na sua frente não.
Oscar, então vou dar a notícia pra minha coroa.
Se você for embora assim que o Juan chegar, vou te foder, tá avisado.
Oscar faz o que você quiser, céu, mas depois me conta como ele te comeu.
Não pode ser tão corno manso, amor, você de verdade quer ser corno manso?
Oscar, na minha vida, claro que não quero, é só uma brincadeira.
Tô falando sério pra você, se você for embora, eu vou fuder ele e vou fuder ele na sua cama, e ainda deixo ele arrebentar minha buceta.
Oscar, que vontade você tem desse pauzão, amor.
E aí, minha vida, se ainda por cima você fica o tempo todo dizendo que é um pauzão que fode divinamente e me deixa assim toda molhada sozinha com ele, como é que eu não vou dar pra ele?
Oscar, meu amor, não tem nada a ver, o Juan é meu amigo, não seja bobinha, por favor não fica brava, vou lá na minha véia, conto tudo pra ela e amanhã a gente sai pra comemorar só nós dois, senão amanhã a gente ia ter que ir ver eles.
Beleza, tá bom, vai, mas só se amanhã você me prometer sair. Fica tranquilo que vou cuidar bem do Juan.
E claro que atendi ele muito bem e assim que ele entrou, falei que o Oscar tinha ido pra casa da mãe dele contar sobre minha gravidez.
Juan, não me diga que te engravidaram, sua puta.
Tenho certeza de que um de vocês três acabou me engravidando, e quem mais gozou dentro de mim foi você, mas não fica na bad, o corno do seu amigo acreditou nessa história.
Juan, vamos foder de uma vez então.
Aqui não, quero você na cama onde durmo com o corno.
Juan, mais piranha impossível.
E me matou, me partiu no meio e acho que fez isso pra me provocar um aborto, mas não conseguiu, me comeu do jeito que ele quis e até fiz uma punheta com meus peitos, que ele tratou de encher de porra. Pra minha sorte, o Juan aceitou não arrebentar meu cu, a gente trocou de roupa e ficou tomando chimarrão, ele queria esperar meu marido e parabenizar ele pelo nosso filho, e foi o que fez. No final, os dois beberam pra caralho e, como sempre, o Oscar apagou, coisa que o Juan aproveitou pra me comer de novo e me deixou na merda, mal conseguia me mexer porque dessa vez não pude negar o cu pra ele, acabei dormindo do lado do Oscar toda destruída enquanto o Juan dormiu no outro quarto. No dia seguinte, o Juan prometeu deixar o quarto do bebê impecável, então eu já tinha um trouxa garantido, mas não foi bem assim, pelo contrário, o Juan só vinha em casa aos domingos quando o Oscar tava e ajudava ele enquanto eu procurava um médico que me atendesse. A primeira consulta foi com o Oscar, esse doutor se chama Ernesto e tinha um ajudante preto que dava medo só de olhar, que o Oscar só viu uma vez. A parada foi na segunda consulta, onde as mãos macias do Ernesto me arrepiaram toda, podia ser por causa da gravidez e o Ernesto sabia disso. Já no quarto encontro, tudo rolou com ele depois de uma conversa que tivemos enquanto ele me examinava, onde confessei que com meu marido não existia mais sexo e eu tava cada vez mais precisada, ele me partiu no meio no próprio consultório e eu me soltei toda como a boa puta que sou. Desde esse momento, em todas as consultas ele me comia até o Ramón nascer, depois disso continuei vendo ele, não ia abandonar meu macho assim tão fácil, e o Oscar me apoiava a continuar indo e até algumas vezes me acompanhava, mas quando ele me examinava, o Oscar saía do consultório e naquela hora ele me dava o que eu ia buscar: uma boa fodida. Era muito doentio transar com o Ernesto tendo meu marido na sala de espera, isso rolou várias vezes, mas Oscar nunca desconfiou. Ramón já tinha oito meses quando chegou meu dia trágico. Ernesto tinha faltado e quem me atendeu foi o assistente dele, que também é médico. Nunca tinham me comido igual ele. Em meia hora, ele me fez gozar duas vezes, e na outra meia hora ele partiu minha buceta no meio. Foi pior que o Juan, a ponto de eu ficar dois dias sem conseguir sentar direito. Desde aquele dia, os dois me comiam, mas digo que foi trágico porque engravidei de novo. Ficava apavorada que o bebê fosse do negro. Aí não teria volta, por mais amor que o Oscar sentisse por mim. Por isso, quando contei pra ele, também falei que não queria mais filhos. Oscar não quis nem saber, acho que era coisa da mãe dele, que queria um casalzinho. Pior quando o Ernesto fez a ultrassom e descobrimos o sexo. Oscar, bem satisfeito, topou a ideia de eu laçar as trompas pra não engravidar de novo. Naquela época, até queria que o Ernesto fechasse meu cu, mas o negro não quis. Foi assim que nasceu a Adriana, uma gostosa morena linda, que conquistou toda a família. As coisas mudaram muito. Adriana e Ramón exigiam muito tempo, mas mesmo assim eu dava um jeito de continuar trepando. Só que parei de ver o Ernesto e, principalmente, o assistente negro dele. Passamos anos muito felizes. Criar os filhos não foi fácil, e o Oscarcito se saiu muito bem. Os moleques cresceram, e, embora o Oscar mantivesse um perfil baixo, o meu sempre se destacava, e a Adri seguiu meu exemplo. Foi assim que ela se tornou uma puta igual a mim, e o Ramón, um macho alfa que queria nos dominar, mas que até agora não conseguia. Era inacreditável como eu me dava mal com aquele cara. Aos poucos, fui percebendo que, pra ele, eu não passava de uma puta. E naquela época de seca de sexo, era lógico que ele pensasse assim, mesmo sendo um moleque. De certa forma, os dois tinham razão. Sou uma mulher quente, adoro sexo, e quando não transo, às vezes fico de mau humor. Quem foi entendendo o que rolava comigo foi a Adriana, que no fim das contas acabou sendo uma puta também. como eu, embora mais refinada, foi assim que me atualizei quando eles começaram o ensino médio, já que eu tinha tempo pra ir na academia, precisava manter meu corpo. Não demorei muito pra arrumar uns machinhos, mesmo com muita concorrência. Meu trampo era convidar algum garoto pra casa e dar pra ele. Tava nessa quando um dia a Adriana chegou em casa de surpresa e me pegou dando pra um dos caras. A gente nem percebeu, nunca notamos que ela tava nos espiando. Quando o moleque foi embora, ela saiu do quarto dela.
Ei, como é que você tá aqui e não na escola?
Adriana, hoje faltou um professor e a gente saiu mais cedo. Quem era aquele cara?
Vem, senta aqui, disso aqui tu não pode contar nada, é um dos caras que treina na academia comigo e, bom, simplesmente rolou.
Adriana, sim, já vi isso, você se divertiu pra caramba com ele, mas e o velho?
E aí, seu velho, coitado, ele não serve pra isso.
Adriana, eu também posso trazer um cara?
Não se abusa, pra você é cedo demais.
Adriana, já sei, mas eu não tô falando pra transar.
Olha, eu te conheço, então tô te falando que por enquanto não, será que você quer ser igual a mim? Pra isso você tem muito tempo, por agora curte provocar eles mesmo.
Adriana, isso eu já faço e me dá uns resultados bons pra caralho.
Não quero saber disso.
Depois daquela conversa, vieram outras mais intensas até que começou a faculdade. Aí já não consegui impedir nada dela, assim como também não consegui com o Ramón. Pra minha sorte, os horários das aulas deles não batiam, então era muito difícil ter os dois juntos em casa. Foi assim que um dia a Adri trouxe pra casa um colega de faculdade, chamado Ricardo, um menino bonito. Passaram a manhã inteira estudando e depois foram embora. No dia seguinte, conversei com ela, porque vi que ela tava muito afim.
Adri, me fala a verdade, tem alguma coisa rolando entre você e o Ricardo?
Adriana, sim véia, claro que rola.
E aí, já comeu ela?
Adriana, uma boa puta, mas por que você tá perguntando isso?
Nada, só pra saber se você se cuida.
Adriana, tô velha sim, me cuido, tomo os remédios todo dia, óbvio que não é nada sério, só serve pra o que eu quero, nada mais.
Eu vi ele muito vidrado em você.
Adriana ficou toda engatada de novo e vai continuar assim.
Como você tem tanta certeza?
Adriana, por que você é tão obcecada em me comer por trás? E eu sempre falo pra ela que por ali não rola.
Ei, gatinha, se você continuar negando essa bundinha pequena, ele vai acabar se cansando. Qual é o problema? Não me diga que você é virgem de bunda.
Adriana sim, eu mantenho ela bem saudável.
Então tu não é piranha, a gente, as putas, entrega a bunda pequena.
Adriana, mas desse jeito você não segura ninguém.
Pelo contrário, não só dura como você tem mais. Sabe de uma coisa? Agora entendo por que o Ricardo ficava tanto de olho na minha bunda.
Adriana, não, sério?
Se você quiser, eu dou pra você por você, assim nunca mais perde ele.
Adriana, véia, ele me enche tanto o saco com isso que não seria má ideia.
Te trago e eu te ensino a rebolar a bunda, meu amor, não tenha medo
Adriana, mas isso dói pra caralho.
Sim, na primeira vez dói um pouco, mas depois que você dá, vicia pra caralho.
Adriana, então vai preparando a bunda porque o Ricardo vai te arrebentar todinha.
Isso que você quer ver não é verdade? Eu dou a buceta pra todo mundo, amor.
Dois dias depois, a Adri chegou com o Ricardo. Como ela tinha me avisado que ia trazê-lo, eu esperei bem preparada. Em menos de uma hora, já tava comendo ele. Como o cara comia bem, hein? Deixamos ele bem seco entre nós duas, e foi assim que a Adriana estreou. Não parei até o Ricardo dar o cu pra ela. A verdade é que depois disso, vi muito pouco o Ricardo. Eles nem esperaram se formar — ele levou ela pra morar junto logo. Mas de vez em quando ela me visita, e a gente sempre acaba transando. Pelo que rolou com o Ramón, tenho certeza de que ele nos viu comendo. E num réveillon, ele trouxe uns amigos dele pra casa, supostamente pra estudar. Iam dar o grande final — se passassem, formavam. Quatro caras. Quem aguenta isso? Eu sabia pra que ele tinha trazido eles, e não ia decepcionar meu filho. Então só vesti um vestidinho. Nada melhor pra esquentar um macho do que uma minissaia e um decotão — qualquer puta sabe disso. É só mostrar um pouquinho da bunda que eles perdem o controle, e depois que tão quentes, você faz qualquer coisa com eles. Sempre foi assim. Mas naquele dia, os caras não vieram estudar — vieram me comer. O Ramón tinha tramado algo com eles. Quando chegaram, já vi que minha sorte estava lançada, só pela forma como me cumprimentaram. Todos me deram beijo e abraço. Sentaram no comedor pra tomar café com o Oscar, conversaram um pouco, e ele foi trabalhar, me deixando sozinha com aqueles cinco lobos famintos. Nenhum tirava os olhos dos meus peitos — era tão óbvio que até o Oscar devia ter notado. Levantei, e um deles se ofereceu na hora pra me ajudar. Na cozinha, ele me apertou contra a bancada e disse:
Cara, me parece que a mamãe tá procurando uma boa sacudida, porque o papai aqui tá pintado nessa casa.
Ah não, cara, o que cê tá fazendo, ahhh ahhh, meu filho tá ali
Cara, e pra que você acha que a gente veio tudo aqui? Hoje você não escapa.
As mãos dele torciam meus peitos e eu tava voando de tesão, meu corpo não me obedecia e por isso acabei chupando a pica dele, era uma delícia, me deixei levar pelo cara e então falei pra ele
Você quer me comer, cara? Faz agora, me arrebenta a buceta.
Tava muito tesuda mesmo e claro que o cara não perdeu tempo, me deu uma bela duma foda ali mesmo, na cozinha. Quando terminou, chupei a pica dele pra deixar bem limpinha, e ele foi pra sala. Era impossível que os outros não tivessem percebido. Tava lavando a louça quando outro dos caras apareceu por trás de mim e, sem falar nada, esfregou a pica dele na minha bunda.
Hayyy, o que cê tá fazendo? Ahhh, ahhh, será que todo mundo combinou de me comer?
cara 2 é pra isso que a gente vem, puta
Levanto minha saia curta e me enfio, não tinham passado cinco minutos de o outro cara ter me comido e já tinha outro arrombando minha buceta na cozinha, isso era muito mais do que eu esperava, assim que terminei, limpei o pau dele de novo e fiquei sozinha, saí da cozinha toda banhada de porra, ia pro banheiro mas não me deixaram, me levaram pro sofá e lá me pelaram enquanto esfregavam os paus na minha cara, nem preciso dizer que me entupiram de pica, não podia recusar nada, todos os caras tiraram o atraso me penetrando do jeito que queriam, nenhum deles se privou de arrebentar meu cu e quando se cansaram de me usar me levaram pra banheira pra apagar todo vestígio do que tinha rolado e assim o corno do Oscar não perceber, o que veio depois foi algo perverso, nem tinham ligado o chuveiro, todos apontaram os paus pra minha cara e mijaram em mim, no começo senti nojo mas na hora comecei a gostar, eu tinha virado a mãe mais puta do bairro, naquele fim de semana, mesmo com o Oscar em casa, continuaram me usando até me deixar exausta
espero que vocês curtam muito ela.
valeu por comentar, por me seguir e pelos pontos que vocês dão pra premiar o esforço
No dia seguinte, ao acordar, não cobrei nada do Oscar.
Você sempre igual, dormiu que nem uma pedra e me deixou sozinha com seus amigos.
Oscar, me perdoa, meu amor, juro que não fiz de propósito.
Tudo bem também, eles assistiram ao jogo, tomaram umas cervejas e foram embora mandando lembranças pra você.
Oscar, então se comportaram direitinho.
Melhor que bom.
Oscar, então aconteceu alguma coisa enquanto eu dormia? Porque dessa vez eu vi como aqueles três lobos te olhavam, parecia que te comiam com os olhos.
Vocês trouxeram eles pra me comer ou pra ver o jogo? Porque me comer, não me comeram, nem tentaram, da próxima vez me avisa e se quiser eu te acordo, aí você vê como me comem, é o que você quer, pelo visto.
Oscar, sem amor, é que esses três são um perigo, não deixam nada de pé e ele tinha me falado que iam te pegar, e como eu dormi, te perguntei, ainda tô na dúvida.
Por que você não cala essa boca, querida?
Passo o domingo e a semana também, tudo seguindo igual, e no mês meu cuckold só trouxe o Juan, justo o de pauzão, que podia me partir ao meio se eu desse a bunda pra ele. E quando ele me falou isso, eu sentenciei.
Olha, Oscar, faz tempo que não desce pra mim, acho que você vai ser pai, então se o Juan quiser me comer, vai ter que esperar.
Oscar, sério mesmo? Que alegria, amor, vou ser pai, isso aí a gente tem que comemorar.
E aí, cê achava que ia comemorar me entregando pro pauzão do João?
Oscar, sem love, juro por Deus que não.
Bom, já que eu tô grávida mesmo, não tem problema, né?
Oscar love, você comemora do seu jeito.
Perfeito, mas na sua frente não.
Oscar, então vou dar a notícia pra minha coroa.
Se você for embora assim que o Juan chegar, vou te foder, tá avisado.
Oscar faz o que você quiser, céu, mas depois me conta como ele te comeu.
Não pode ser tão corno manso, amor, você de verdade quer ser corno manso?
Oscar, na minha vida, claro que não quero, é só uma brincadeira.
Tô falando sério pra você, se você for embora, eu vou fuder ele e vou fuder ele na sua cama, e ainda deixo ele arrebentar minha buceta.
Oscar, que vontade você tem desse pauzão, amor.
E aí, minha vida, se ainda por cima você fica o tempo todo dizendo que é um pauzão que fode divinamente e me deixa assim toda molhada sozinha com ele, como é que eu não vou dar pra ele?
Oscar, meu amor, não tem nada a ver, o Juan é meu amigo, não seja bobinha, por favor não fica brava, vou lá na minha véia, conto tudo pra ela e amanhã a gente sai pra comemorar só nós dois, senão amanhã a gente ia ter que ir ver eles.
Beleza, tá bom, vai, mas só se amanhã você me prometer sair. Fica tranquilo que vou cuidar bem do Juan.
E claro que atendi ele muito bem e assim que ele entrou, falei que o Oscar tinha ido pra casa da mãe dele contar sobre minha gravidez.
Juan, não me diga que te engravidaram, sua puta.
Tenho certeza de que um de vocês três acabou me engravidando, e quem mais gozou dentro de mim foi você, mas não fica na bad, o corno do seu amigo acreditou nessa história.
Juan, vamos foder de uma vez então.
Aqui não, quero você na cama onde durmo com o corno.
Juan, mais piranha impossível.
E me matou, me partiu no meio e acho que fez isso pra me provocar um aborto, mas não conseguiu, me comeu do jeito que ele quis e até fiz uma punheta com meus peitos, que ele tratou de encher de porra. Pra minha sorte, o Juan aceitou não arrebentar meu cu, a gente trocou de roupa e ficou tomando chimarrão, ele queria esperar meu marido e parabenizar ele pelo nosso filho, e foi o que fez. No final, os dois beberam pra caralho e, como sempre, o Oscar apagou, coisa que o Juan aproveitou pra me comer de novo e me deixou na merda, mal conseguia me mexer porque dessa vez não pude negar o cu pra ele, acabei dormindo do lado do Oscar toda destruída enquanto o Juan dormiu no outro quarto. No dia seguinte, o Juan prometeu deixar o quarto do bebê impecável, então eu já tinha um trouxa garantido, mas não foi bem assim, pelo contrário, o Juan só vinha em casa aos domingos quando o Oscar tava e ajudava ele enquanto eu procurava um médico que me atendesse. A primeira consulta foi com o Oscar, esse doutor se chama Ernesto e tinha um ajudante preto que dava medo só de olhar, que o Oscar só viu uma vez. A parada foi na segunda consulta, onde as mãos macias do Ernesto me arrepiaram toda, podia ser por causa da gravidez e o Ernesto sabia disso. Já no quarto encontro, tudo rolou com ele depois de uma conversa que tivemos enquanto ele me examinava, onde confessei que com meu marido não existia mais sexo e eu tava cada vez mais precisada, ele me partiu no meio no próprio consultório e eu me soltei toda como a boa puta que sou. Desde esse momento, em todas as consultas ele me comia até o Ramón nascer, depois disso continuei vendo ele, não ia abandonar meu macho assim tão fácil, e o Oscar me apoiava a continuar indo e até algumas vezes me acompanhava, mas quando ele me examinava, o Oscar saía do consultório e naquela hora ele me dava o que eu ia buscar: uma boa fodida. Era muito doentio transar com o Ernesto tendo meu marido na sala de espera, isso rolou várias vezes, mas Oscar nunca desconfiou. Ramón já tinha oito meses quando chegou meu dia trágico. Ernesto tinha faltado e quem me atendeu foi o assistente dele, que também é médico. Nunca tinham me comido igual ele. Em meia hora, ele me fez gozar duas vezes, e na outra meia hora ele partiu minha buceta no meio. Foi pior que o Juan, a ponto de eu ficar dois dias sem conseguir sentar direito. Desde aquele dia, os dois me comiam, mas digo que foi trágico porque engravidei de novo. Ficava apavorada que o bebê fosse do negro. Aí não teria volta, por mais amor que o Oscar sentisse por mim. Por isso, quando contei pra ele, também falei que não queria mais filhos. Oscar não quis nem saber, acho que era coisa da mãe dele, que queria um casalzinho. Pior quando o Ernesto fez a ultrassom e descobrimos o sexo. Oscar, bem satisfeito, topou a ideia de eu laçar as trompas pra não engravidar de novo. Naquela época, até queria que o Ernesto fechasse meu cu, mas o negro não quis. Foi assim que nasceu a Adriana, uma gostosa morena linda, que conquistou toda a família. As coisas mudaram muito. Adriana e Ramón exigiam muito tempo, mas mesmo assim eu dava um jeito de continuar trepando. Só que parei de ver o Ernesto e, principalmente, o assistente negro dele. Passamos anos muito felizes. Criar os filhos não foi fácil, e o Oscarcito se saiu muito bem. Os moleques cresceram, e, embora o Oscar mantivesse um perfil baixo, o meu sempre se destacava, e a Adri seguiu meu exemplo. Foi assim que ela se tornou uma puta igual a mim, e o Ramón, um macho alfa que queria nos dominar, mas que até agora não conseguia. Era inacreditável como eu me dava mal com aquele cara. Aos poucos, fui percebendo que, pra ele, eu não passava de uma puta. E naquela época de seca de sexo, era lógico que ele pensasse assim, mesmo sendo um moleque. De certa forma, os dois tinham razão. Sou uma mulher quente, adoro sexo, e quando não transo, às vezes fico de mau humor. Quem foi entendendo o que rolava comigo foi a Adriana, que no fim das contas acabou sendo uma puta também. como eu, embora mais refinada, foi assim que me atualizei quando eles começaram o ensino médio, já que eu tinha tempo pra ir na academia, precisava manter meu corpo. Não demorei muito pra arrumar uns machinhos, mesmo com muita concorrência. Meu trampo era convidar algum garoto pra casa e dar pra ele. Tava nessa quando um dia a Adriana chegou em casa de surpresa e me pegou dando pra um dos caras. A gente nem percebeu, nunca notamos que ela tava nos espiando. Quando o moleque foi embora, ela saiu do quarto dela.
Ei, como é que você tá aqui e não na escola?
Adriana, hoje faltou um professor e a gente saiu mais cedo. Quem era aquele cara?
Vem, senta aqui, disso aqui tu não pode contar nada, é um dos caras que treina na academia comigo e, bom, simplesmente rolou.
Adriana, sim, já vi isso, você se divertiu pra caramba com ele, mas e o velho?
E aí, seu velho, coitado, ele não serve pra isso.
Adriana, eu também posso trazer um cara?
Não se abusa, pra você é cedo demais.
Adriana, já sei, mas eu não tô falando pra transar.
Olha, eu te conheço, então tô te falando que por enquanto não, será que você quer ser igual a mim? Pra isso você tem muito tempo, por agora curte provocar eles mesmo.
Adriana, isso eu já faço e me dá uns resultados bons pra caralho.
Não quero saber disso.
Depois daquela conversa, vieram outras mais intensas até que começou a faculdade. Aí já não consegui impedir nada dela, assim como também não consegui com o Ramón. Pra minha sorte, os horários das aulas deles não batiam, então era muito difícil ter os dois juntos em casa. Foi assim que um dia a Adri trouxe pra casa um colega de faculdade, chamado Ricardo, um menino bonito. Passaram a manhã inteira estudando e depois foram embora. No dia seguinte, conversei com ela, porque vi que ela tava muito afim.
Adri, me fala a verdade, tem alguma coisa rolando entre você e o Ricardo?
Adriana, sim véia, claro que rola.
E aí, já comeu ela?
Adriana, uma boa puta, mas por que você tá perguntando isso?
Nada, só pra saber se você se cuida.
Adriana, tô velha sim, me cuido, tomo os remédios todo dia, óbvio que não é nada sério, só serve pra o que eu quero, nada mais.
Eu vi ele muito vidrado em você.
Adriana ficou toda engatada de novo e vai continuar assim.
Como você tem tanta certeza?
Adriana, por que você é tão obcecada em me comer por trás? E eu sempre falo pra ela que por ali não rola.
Ei, gatinha, se você continuar negando essa bundinha pequena, ele vai acabar se cansando. Qual é o problema? Não me diga que você é virgem de bunda.
Adriana sim, eu mantenho ela bem saudável.
Então tu não é piranha, a gente, as putas, entrega a bunda pequena.
Adriana, mas desse jeito você não segura ninguém.
Pelo contrário, não só dura como você tem mais. Sabe de uma coisa? Agora entendo por que o Ricardo ficava tanto de olho na minha bunda.
Adriana, não, sério?
Se você quiser, eu dou pra você por você, assim nunca mais perde ele.
Adriana, véia, ele me enche tanto o saco com isso que não seria má ideia.
Te trago e eu te ensino a rebolar a bunda, meu amor, não tenha medo
Adriana, mas isso dói pra caralho.
Sim, na primeira vez dói um pouco, mas depois que você dá, vicia pra caralho.
Adriana, então vai preparando a bunda porque o Ricardo vai te arrebentar todinha.
Isso que você quer ver não é verdade? Eu dou a buceta pra todo mundo, amor.
Dois dias depois, a Adri chegou com o Ricardo. Como ela tinha me avisado que ia trazê-lo, eu esperei bem preparada. Em menos de uma hora, já tava comendo ele. Como o cara comia bem, hein? Deixamos ele bem seco entre nós duas, e foi assim que a Adriana estreou. Não parei até o Ricardo dar o cu pra ela. A verdade é que depois disso, vi muito pouco o Ricardo. Eles nem esperaram se formar — ele levou ela pra morar junto logo. Mas de vez em quando ela me visita, e a gente sempre acaba transando. Pelo que rolou com o Ramón, tenho certeza de que ele nos viu comendo. E num réveillon, ele trouxe uns amigos dele pra casa, supostamente pra estudar. Iam dar o grande final — se passassem, formavam. Quatro caras. Quem aguenta isso? Eu sabia pra que ele tinha trazido eles, e não ia decepcionar meu filho. Então só vesti um vestidinho. Nada melhor pra esquentar um macho do que uma minissaia e um decotão — qualquer puta sabe disso. É só mostrar um pouquinho da bunda que eles perdem o controle, e depois que tão quentes, você faz qualquer coisa com eles. Sempre foi assim. Mas naquele dia, os caras não vieram estudar — vieram me comer. O Ramón tinha tramado algo com eles. Quando chegaram, já vi que minha sorte estava lançada, só pela forma como me cumprimentaram. Todos me deram beijo e abraço. Sentaram no comedor pra tomar café com o Oscar, conversaram um pouco, e ele foi trabalhar, me deixando sozinha com aqueles cinco lobos famintos. Nenhum tirava os olhos dos meus peitos — era tão óbvio que até o Oscar devia ter notado. Levantei, e um deles se ofereceu na hora pra me ajudar. Na cozinha, ele me apertou contra a bancada e disse:
Cara, me parece que a mamãe tá procurando uma boa sacudida, porque o papai aqui tá pintado nessa casa.
Ah não, cara, o que cê tá fazendo, ahhh ahhh, meu filho tá ali
Cara, e pra que você acha que a gente veio tudo aqui? Hoje você não escapa.
As mãos dele torciam meus peitos e eu tava voando de tesão, meu corpo não me obedecia e por isso acabei chupando a pica dele, era uma delícia, me deixei levar pelo cara e então falei pra ele
Você quer me comer, cara? Faz agora, me arrebenta a buceta.
Tava muito tesuda mesmo e claro que o cara não perdeu tempo, me deu uma bela duma foda ali mesmo, na cozinha. Quando terminou, chupei a pica dele pra deixar bem limpinha, e ele foi pra sala. Era impossível que os outros não tivessem percebido. Tava lavando a louça quando outro dos caras apareceu por trás de mim e, sem falar nada, esfregou a pica dele na minha bunda.
Hayyy, o que cê tá fazendo? Ahhh, ahhh, será que todo mundo combinou de me comer?
cara 2 é pra isso que a gente vem, puta
Levanto minha saia curta e me enfio, não tinham passado cinco minutos de o outro cara ter me comido e já tinha outro arrombando minha buceta na cozinha, isso era muito mais do que eu esperava, assim que terminei, limpei o pau dele de novo e fiquei sozinha, saí da cozinha toda banhada de porra, ia pro banheiro mas não me deixaram, me levaram pro sofá e lá me pelaram enquanto esfregavam os paus na minha cara, nem preciso dizer que me entupiram de pica, não podia recusar nada, todos os caras tiraram o atraso me penetrando do jeito que queriam, nenhum deles se privou de arrebentar meu cu e quando se cansaram de me usar me levaram pra banheira pra apagar todo vestígio do que tinha rolado e assim o corno do Oscar não perceber, o que veio depois foi algo perverso, nem tinham ligado o chuveiro, todos apontaram os paus pra minha cara e mijaram em mim, no começo senti nojo mas na hora comecei a gostar, eu tinha virado a mãe mais puta do bairro, naquele fim de semana, mesmo com o Oscar em casa, continuaram me usando até me deixar exausta
2 comentários - Ana, a mulher do Oscar: o fim?