Minha gostosa do Tinder

Me apresento pra quem não leu meus dois posts anteriores: 1,70m de altura, corpo largo sem ser obeso, moreno, um pau normalzinho de 16 cm e 7 cm de grossura.
Depois da minha separação da minha esposa, decidi baixar o Tinder, mais por pura curiosidade mesmo.
No terceiro dia, dei match com alguém — vou chamar ela de M pra manter discrição. A gente passou a madrugada inteira conversando e o dia todo seguinte sem ficar mais de 30 minutos sem se falar. Naquela mesma noite, propus a primeira saída. Reconheço que sou meio tímido e conservador, então convidei ela pra um café da manhã, tudo num clima tranquilo, nada sexual.
Quando ela chegou, tenho que admitir que amei demais o que vi: uma curvy em toda a extensão da palavra. Ela tava com roupas bem largas, mas ainda assim elegantes. A gente tomou café, saiu pra caminhar. Eu tava insistindo em roubar um beijo, abraçar e acariciar ela, e ela dizia que não era desse tipo de mulher — quando a gente sabe que justamente as que falam isso são as piores.
Na hora de nos despedirmos, ela começou um joguinho de provocação comigo: com as unhas, acariciava meu rosto e pescoço, me beijava no canto dos lábios enquanto falava que eu tinha que aguentar a tentação. Sem mais nem menos, peguei ela pela cintura, beijei e enfiei a mão por baixo da blusa dela, nas costas. Puxei ela pra perto enquanto minha língua brincava com a dela. Sem muitas palavras, a gente seguiu pro primeiro motel que encontramos. No caminho, ela ficava brincando com meu pau por baixo da calça enquanto eu acariciava a parte interna das coxas dela.
Mal chegamos no motel, a gente se fundiu num beijo que, juro, foi do mais excitante. Nossas línguas dançavam juntas, se saboreando, enquanto as mãos dela brincavam com meu pau por cima da calça e as minhas já começavam a tirar a calça dela. Enquanto beijava ela, tirei a blusa e, sem tirar o sutiã, só abaixando, me dediquei a chupar aqueles peitos. Que par de peitos lindos que ela tinha, uma auréola marrom, média, e uns mamilos médios, mas durinhos pra caralho. Enquanto minha língua brincava com um, minha mão já procurava um jeito de beliscar o outro. Ela não perdia tempo, já tinha tirado minha calça e já tava me masturbando. Meti a mão na virilha dela e o que encontrei me deixou louco: uma buceta depilada, pequena e, acima de tudo, uma sopa de tanto melado que tava soltando. Enquanto minha boca se dedicava a chupar aqueles mamilos de um jeito magistral, meus dedos se enfiaram naquela buceta que, tão lubrificada que tava, foi facinho, facinho. Ao mesmo tempo, eu acariciava as nádegas dela, aquela pele lisa e gostosa — só de lembrar, já fico duro de novo.

Sem esperar mais, peguei um travesseiro, joguei no chão, coloquei a mão nos ombros dela e bastou aplicar um pouquinho de força pra ela entender o que tinha que fazer. Ela meteu de uma vez na boca, brincava com a língua na cabeça do meu pau enquanto com uma mão acariciava minhas bolas. Engolia ele inteiro, deixando um fio de saliva da boca dela até a cabeça do meu pau. Peguei minhas mãos e, fazendo pressão, fiz ela meter toda a minha pica na boca, sem dar chance de respirar.

Peguei ela pelo braço, levantei e deitei na cama. Vocês já chuparam uma vagina que tem os lábios internos pra fora? Aqui no meu estado a gente chama de "gallito". Fiquei louco chupando aquela buceta, lambendo os lábios, metendo a língua, saboreando os melados dela enquanto ela arqueava as costas gemendo sem censura. Passava a língua do cu até o clitóris enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela. Já não aguentava mais, tava com a pica a ponto de explodir. Então levantei, peguei aquelas pernas lindas dela e enfiei de uma vez. Comecei um vai e vem enquanto via os peitos dela balançando pra cima e pra baixo. Enforcava ela com uma mão enquanto com a outra enfiava o dedão na boca dela pra ela chupar. Ficamos uns 10 minutos assim. Quando decidi levá-la pra um sofá que tinha no quarto, coloquei ela de quatro enquanto enfiava toda a pica naquela buceta linda, puxava o cabelo dela, dava tapas na cara, batia na raba enquanto falava que ela era minha puta, minha vagabunda, e de tão excitada que tava, ela dizia que era minha putinha, que queria que eu comesse ela sempre. Do mesmo jeito, com ela de quatro no sofá, peguei os braços dela e puxei pra trás, segurando com minhas mãos, deixando ela suspensa no ar com a pica toda enfiada, enquanto a raba dela batia no som das minhas bolas. Quando senti que ia gozar, trocamos de posição: deitei na cama e ela montou em mim. Nunca tinha sentido alguém jorrar tanto igual ela fez — molhou minhas bolas, a pica, minhas pernas e até o lençol. Enquanto isso, minhas mãos não soltavam os peitos dela, e ela se balançava pra cima e pra baixo. Quando eu tava prestes a gozar, ela olhou nos meus olhos e pediu pra gozar dentro. Soltei uns dois litros de porra, juro por Deus, sinto que nunca tinha gozado tanto igual daquela vez. Enquanto eu soltava os jatos de gozo, ela ficou quietinha, arqueada e de olhos fechados, aproveitando o calor do meu leite.
Depois disso, a gente teve vários outros encontros, inclusive tem fotos e vídeos que eu troco. Me mandem mensagem no privado que a gente troca conteúdo.

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